Nubank lança seguro de celular da seguradora Chubb

chubb leandro martinez

Depois de vender como água o seguro de vida, o Nubank lança agora o seguro para celular também em parceria com a seguradora Chubb. Com experiência de contratação simples, 100% via app, o Nubank Celular Seguro permite que o cliente escolha as proteções adequadas às suas necessidades. Entre os diferenciais do produto, estão a cobertura para furtos simples – ou seja, quando o bem é subtraído sem deixar vestígios – e a cobertura internacional, que permite ao cliente manter as garantias contratadas também em viagens ao exterior, seja qual for o destino, tão logo retorne ao Brasil.

O custo mensal varia conforme o modelo do aparelho e coberturas escolhidas, bem como a franquia, que pode sofrer um acréscimo caso o cliente opte por dispender um valor reduzido na mensalidade. O usuário conta, ainda, com o atendimento 24 horas da equipe do Nubank e com agilidade no acionamento do seguro.

“Assim como com o Nubank Vida, nós enxergamos uma demanda das pessoas por mais um seguro simples e que ofereça tranquilidade na hora de usar o celular em qualquer lugar. O Brasil está entre os maiores mercados de smartphones do mundo, com mais de 240 milhões de celulares, mas também tem uma taxa de furtos e roubos muito alta”, afirma Livia Chanes, vice-presidente de Produtos do Nubank. “Além de toda a dor de cabeça que um dano, furto ou roubo pode causar, o telefone celular se tornou uma peça-chave para a conexão com pessoas e até em gerenciamentos importantes, como as nossas finanças. Ao se deparar com situações desagradáveis como essa, em vez de se tornarem uma despesa inesperada de um dinheiro que poderia ser usado para outro sonho ou objetivo, queremos ajudar a solucioná-las sem maiores frustrações com o Nubank Celular Seguro”.

Em 2020, o Nubank e a Chubb lançaram o Nubank Vida, um seguro de vida personalizado totalmente digital, que permite aos clientes gerenciar todo o processo, desde a cotação até o pagamento em caso de sinistros, usando o aplicativo Nubank. A plataforma global de distribuição de produtos digitais da Chubb, o Chubb Studio, permite que seus parceiros desenvolvam de forma rápida e fácil ofertas de produtos de seguros em suas próprias plataformas. “Ficamos muito satisfeitos em fortalecer ainda mais nossa aliança com o Nubank para entregar soluções de seguro sob medida para os clientes e apoiar a visão do Nubank de transformar a experiência do cliente de serviços financeiros”, diz Leandro Martinez (foto), presidente da Chubb Brasil, em nota.

“Estamos elaborando um seguro de celular realmente completo e que cubra situações reais que nossos clientes estão expostos no dia a dia, inclusive se ocorrerem fora do país. Queremos que eles se sintam tranquilos ao utilizar seus aparelhos em qualquer lugar, sabendo que terão suporte rápido e com a qualidade Nubank, sem burocracias”, completa Livia.

Por meio de serviços totalmente digitais e da alta tecnologia, o Nubank já alcançou mais de 48 milhões de clientes e está modificando o cenário financeiro na América Latina. A empresa tem diversificado sua oferta de produtos, que começou com o cartão de crédito sem tarifas, e agora já inclui conta para pessoas físicas e jurídicas, investimentos, empréstimo pessoal, uma plataforma de e-commerce e seguro de vida. Além do Brasil, já mantém operações também no México e na Colômbia, com sua proposta de valor sempre focada nas pessoas.

MAG Seguros lança primeira campanha quadrimestral de 2022 

Fonte: MAG


A MAG Seguros, seguradora de 187 anos de atuação ininterrupta no Brasil especializada em vida e previdência, lançou, na semana passada, a nova edição da Esquenta. Esta é a primeira campanha quadrimestral da companhia.

Neste ano, a MAG Seguros premiará os 20 vencedores em categorias que contemplam corretores parceiros e funcionários de vendas. Os grandes campeões ganharão uma viagem para cidade de Cartagena das Índias, na Colômbia, e participarão de um workshop internacional exclusivo e especialmente desenvolvido para esses profissionais.

“Estamos sempre buscando valorizar os nossos corretores e proporcionar a eles incríveis experiências. A premiação da Esquenta, além de ser uma viagem especial, permitirá que os nossos grandes vencedores da campanha participem de um momento único de desenvolvimento profissional. Isto certamente também contribuirá com o seu dia a dia e com a geração de mais negócios”, explica Nuno David, Diretor Comercial e de Marketing da MAG Seguros.

A Esquenta acontece entre os meses de janeiro e abril. Para participar da campanha é preciso ser um corretor parceiro ou funcionário de vendas da MAG Seguros. Os corretores que desejarem se cadastrar na companhia podem enviar um e-mail para sejaparceiro@mag.com.br.

Além de concorrerem na Esquenta, estes profissionais também contarão com o total apoio da companhia para ajudar a fomentar e acelerar os seus negócios.  

CNseg atenta à reunião do Copom, na quarta-feira, quando o BC definirá a Selic em cenário de incertezas

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As projeções do mercado financeiro para a inflação em 2022 subiram pela terceira semana consecutiva, enquanto as previsões para o Produto Interno Bruto recuam nos números do Boletim Focus do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira (31), conforme estimativa de mais de 100 instituições do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos. A mediana das previsões para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) alcançou 5,38%, ante 5,15% na semana passada. 

Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, essa tendência foi reforçada com a divulgação do IPCA-15 de janeiro, na semana passada, que veio novamente acima do esperado. O índice registrou alta de 0,58% em janeiro, desacelerando ante 0,78% em dezembro, mas ficando acima da expectativa mediana do mercado, de 0,45%. No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 manteve-se em dois dígitos, em 10,2%. 

“Qualitativamente, o dado também foi desfavorável, com aceleração dos núcleos da inflação e dos serviços, além do aumento dos índices de difusão do aumento de preços na economia. Ainda que se trate apenas da prévia da inflação do primeiro mês do ano, as expectativas para o exercício foram significativamente revisadas”, cita Simões no boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg. 

Na avaliação do economista, a realidade é que surpresas para cima têm sido muito mais comuns do que surpresas para baixo nessas projeções de curto prazo. Com exceção de novembro, em que a variação registrada foi menor que o esperado por conta da disseminação das promoções da Black Friday por mais setores da economia, nos últimos meses, o IPCA vem vindo acima do esperado. “Com a inflação começando o ano “com o pé esquerdo”, mais pressão está sendo colocada na atuação do Banco Central nos últimos dias. Apesar disso, as projeções para a Selic se mantiveram em 11,75% para o final deste ano e em 8,00% para o final do ano que vem”, cita. 

Na quarta-feira, o Copom se reúne para decidir a nova taxa básica de juros da economia. “No cenário de incertezas, as apostas menos promissoras para a economia permanecem ganhando o jogo, o que torna a missão do Copom mais difícil”, finaliza o economista da CNseg.

Atos faz parceria com Tractable para acelerar processos de pagamento de indenizações em seguro auto

A Atos, empresa global que se dedica a transformação digital, fez parceria com a Tractable, que desenvolve Inteligência Artificial para acelerar o processo de regulação do pagamento de indenizações no segmento automotivo. O objetivo é ofertar para seguradoras conexões e infraestrutura desta parceria para acelerar todos os aspectos de uma reclamação de seguro de automóvel, ajudando a devolver os carros aos motoristas mais rapidamente do que era possível.

Globalmente, a Tractable trabalha com as principais seguradoras — incluindo Tokio Marine, MS&AD, Ageas e Covéa — e sua IA processa milhões de veículos e mais de US$ 2 bilhões em sinistros de automóveis e compras de veículos por ano. Por meio da tecnologia no First Notice of Loss (FNOL), as seguradoras podem preencher os sinistros de seguro para os segurados em até 3 minutos, ao invés de semanas.

“O setor automobilístico do Brasil oferece oportunidades incríveis para empresas que oferecem tecnologia de ponta e, com a parceria com a Atos, os benefícios da nossa IA líder de mercado estarão agora disponíveis em todo o País. Estamos ansiosos para trabalhar com seguradoras, reparadores, frotistas e montadoras brasileiras para tornar suas operações mais eficientes, ajudando-as a proporcionar uma melhor experiência para o motorista”, afirma Bruno Ferreira, CRO da Tractable.

Para Hemerson Mota, líder do mercado de Seguros na Atos, o Brasil está trabalhando para revolucionar o mercado financeiro e bancário por meio de inovações como o Pix e o Open-Finance (Open Banking e Open Insurance). Inclusive, uma das grandes tendências para os próximos anos é o Open Insurance, que tem como objetivo facilitar o acesso do consumidor a produtos e serviços de seguros. Com o crescimento da transformação digital no segmento, alguns processos e etapas do sinistro, por exemplo, que existem há décadas, podem se tornar mais eficientes, beneficiando toda a cadeia envolvida: seguradoras, oficinas e o consumidor.

THB Brasil anuncia novo superintendente de seguros especiais

THB corretora

A THB Brasil, corretora com atuação global especializada em Seguros, Gerência de Riscos, Resseguros e Consultoria de Benefícios apresenta Iuri Hernandes como novo superintendente de Specialty da companhia.

Segundo nota da corretora, o executivo possui cerca de 15 anos de experiência no segmento, focando nos últimos anos no atendimento de clientes e programas globais “Inbound e “Outbound” e liderando a superintendência da área de relacionamento internacional em grandes corretoras. Na THB, Iuri pretende expandir a carteira de contas internacionais e explorar novos negócios junto aos clientes existentes com o desafio de aprimorar os processos relacionados aos parceiros internacionais, bem como, prestar assessoria e suporte comercial aos parceiros locais nas prospecções de novos clientes.

“Pretendo compartilhar com minha equipe da THB, a experiência acumulada ao longo dos anos em seguros, auxiliando no desenvolvimento de novos talentos, na expansão da carteira de clientes e contribuindo para crescimento da divisão de Specialty”, diz Hernandes.

Easy2Life, de Beto Trindade, faz parceria com plataforma Stix

A Stix, o ponto e a plataforma de prêmios do Pão de Açúcar, Drogasil, Extra e Droga Raia, se uniu com a Easy2Life, para ofertar seguro de vida aos clientes com condição especial ao contratar a assinatura de um Seguro de Vida: para cada real de mensalidade paga, receberá dois pontos stix creditados pela Easy2Life.

Com a parceria Stix e Easy2Life, você protege sua família fazendo um seguro de vida 100% online e ganha pontos stix todo mês, e pode trocá-los por desconto em supermercados e farmácias, e também por produtos para você e sua família, comenta Alexandre Rodrigues, diretor comercial & marketing da Stix.

“Esta parceria com a Stix reitera nossa estratégia de proporcionar benefícios incríveis para nossos clientes. Além de proteger os entes queridos com um Seguro de Vida, na Easy2Life o cliente começa a utilizar imediatamente benefícios inclusos e sem custo adicional, como o Médico na Tela e o Segunda Opinião Médica, entre outros. Somando agora aos pontos stix em dobro para sempre, temos uma oferta realmente espetacular”, comenta Beto Trindade (foto), CEO da Easy2Life, em nota.

Valor Econômico: Open Insurance, novo ecossistema

O Valor Econômico produziu um especial de quatro páginas sobre o Open Insurance. O tema é pauta de todas as empresas que atuam no setor e também de muitos investidores interessados em atuar no segmento, que apresenta grande potencial de crescimento no Brasil para os próximos anos. Além das oportunidades de negócios, há também muitos desafios.

Segundo dados da CNseg, a confederação das seguradoras, as discussões sobre o tema já consumiram mais de 4 mil horas de serviços internos das empresas e consultorias; mais de 50 estudos, pareceres e notas técnicas; mais de 300 profissionais dedicados; 13 grupos de trabalho, 75 reuniões realizadas e mais de R$ 25 milhões investidos inicialmente.

Um dos temas que ainda gera controvérsia é a SISS. Trata-se da Sociedade Iniciadora de Serviços de Seguros, já regulamentada e desde novembro disponível para credenciamento dos interessados junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep). De acordo com a autarquia, a expectativa é que as SISS contribuam para a expansão e ganho de eficiência no ambiente do open finance.

O grupo Bradesco Seguros afirma que ao mesmo passo que o modelo gera um potencial competidor para os profissionais de seguros, o ecossistema acaba trazendo empoderamento. “Por consequência, maior responsabilidade para o potencial consumidor.  Mas, assim como toda mudança, é algo que deve ser aplicado e observado com atenção”, afirma Fabio Dragone, diretor de Inovação, CRM e Digital da Bradesco Seguros. 

O receio inicial de que os corretores seriam eliminados pelas startups de tecnologia vem se reduzindo a cada dia, diante das parcerias entre seguradoras e insurtechs. “A tecnologia não vai encurtar o espaço para atuação da categoria. Ao contrário, o que temos constatado é que aquilo que poderia ser uma ameaça está se constituindo em excelente oportunidade de trabalho e de ampliação da nossa atuação e base de negócios. Temos visto muitas parcerias e investimentos por parte dos corretores”, comenta Armando Vergílio, presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), categoria que totaliza 110 mil profissionais em todo o Brasil.

Enquanto se busca acertar aparas da regulamentação, muitos já se movimentam nos bastidores para entender qual será a melhor estratégia. A corretora Wiz foi a primeira a se credenciar na Susep. Chama-se Wiz Open X. “A SISS é o caminho para proporcionar aos consumidores uma experiência que permita melhor organização dos seus produtos de seguros, de diferentes seguradoras, em um mesmo ambiente digital, com comparação de ofertas de forma simplificada”, afirma Carla Nabarrete, diretora de estratégia, marketing e tecnologia.

As corretoras Marsh e Lojacorr, a TEx Tecnologia e até mesmo a insurtech Pier avaliam o assunto com seus escritórios de advogados. “Criar uma SISS é uma das possibilidades concretas. Parece uma forma poderosa de garantir uma excelente experiência ao segurado e criar um espaço formal de trabalho ao corretor no ambiente de Open Insurance”, afirma Diogo Arndt Silva, CEO e cofundador da Rede Lojacorr, que conta com 44 seguradoras parceiras para ofertar produtos aos 1,3 mil corretores associados, informaram em entrevistas a jornalista Denise Bueno.

Abaixo os temas abordados pelo especial do Valor.

Insurtech – Baixa penetração de seguros, mudanças regulatórias e avanços tecnológicos são os principais fatores por trás da evolução nos últimos anos das chamadas insurtechs, startups com soluções para o mercado segurador. Desde 2016, o número de empresas nascentes no setor mais do que triplicou chegando a 169 iniciativas no Brasil, conforme dados levantados pela Distrito a pedido do Valor.

Tecnologia – Insurtechs ou startups do ramo de seguros estimam um crescimento de até 50% nos negócios, com a chegada do open insurance. A versão do open banking para o mercado segurador vai permitir que clientes compartilhem dados com mais seguradoras ou terceiros, ampliando o acesso a produtos e serviços.

Mundo – “Conceitualmente, a ideia de open insurance já existe lá fora. O próprio Reino Unido, depois do open banking, já imaginava ampliar para seguros, mas lá a coisa está andando de forma mais lenta”, explica Bruno Diniz, sócio da consultoria Spiralem e diretor para América Latina da FDATA, associação britânica de fomento a um sistema financeiro mais aberto. “Temos chance de virar referência para outros países, que estão em estudos preliminares sobre open insurance.” Segundo a Susep, existem muitas referências internacionais sobre sistemas abertos, inclusive no setor de seguros.

Compartilhamento – Segundo dados da Bain&Company, 59% dos consumidores não pretendiam compartilhar dados em troca de benefícios no primeiro trimestre de 2021, como ofertas exclusivas ou condições diferenciadas. O mesmo estudo indicou a necessidade de investimentos em comunicação: no open banking, adesão interessava a menos de 30% dos brasileiros, mas subiu a 44% seis meses depois.

SRO – Para Marcos Watanabe, cientista de dados chefe da Suthub, empresa que desenvolve a plataforma do SRO, o mercado ganha com a aceleração de governança e aumento da transparência, mas os desafios são grandes. “O SRO será o maior repositório de dados de seguros da América Latina e vai pavimentar o open insurance”, afirma Watanabe.

Previdência – O sistema de seguros aberto deverá aumentar a portabilidade de recursos entre planos VGBL e PGBL de diferentes seguradoras, acreditam participantes do mercado. Com o compartilhamento de dados, será mais fácil para os investidores compararem as características dos produtos – e, na fase final de implantação do sistema, migrar recursos de uma seguradora para outra.

SISS Marcio Coriolano, presidente da CNseg, a confederação das seguradoras, afirma que os produtos de seguros em muitos casos são complexos e pedem uma assessoria, como acontece no ramo dos investimentos. Um dos pontos relevantes que precisam ser mais debatidos, segundo Coriolano, é que a regulamentação da Susep permite que as 26 iniciadoras de pagamentos registradas no Banco Central para atuarem no open banking possam ser SISS, mas exige que se um corretor quiser atuar como tal terá de abrir uma S.A., com capital mínimo de R$ 1 milhão. “Isso gera um desequilíbrio concorrencial e esta possibilidade nem constava na consulta pública sobre o tema.

Corretores – As seguradoras afirmam estar de mãos dadas com os corretores no sistema aberto de seguros. É consenso no setor que esses profissionais de vendas, hoje responsáveis por 78% da comercialização no Brasil, têm um papel fundamental em difundir a cultura de seguros num país que se esforça há décadas para elevar o consumo per capita dos produtos e serviços, hoje em US$ 271, muito abaixo da média mundial de US$ 809, segundo estudo da Swiss Re.

Parcerias – O segredo para se destacar no novo ambiente de open insurance, segundo os analistas, é estabelecer parcerias amplas e irrestritas. E as seguradoras já estão correndo atrás delas. O órgão regulador tem ajudado com resoluções mais modernas e flexibilização de regras, possibilitando que as seguradoras unam-se a bancos digitais, fintechs, insurtechs, bigtechs, corretoras digitais e marketplaces, ampliando a oferta de produtos e serviços e tornando o ambiente mais competitivo.

Competição – “Antes de colocar a operação em pé, compartilhamos e construímos a primeira plataforma digital de seguros no Brasil, com 18 produtos 100% digitais”, conta Paulo Padilha, CEO da Inter Seguros, que registrou 840 mil clientes ativos em dezembro de 2021, um salto de 229% em 12 meses. O executivo vê muito potencial a ser explorado dentro da própria base do banco, que possui 16 milhões de clientes. “A competição aumentou tanto que fundos de investimentos estão tendo cada vez mais participação não só na construção de novas seguradoras, mas também nos canais digitais de distribuição e oferta de novos produtos e serviços”, afirma Lucas Vilas, diretor de advisory da PwC Brasil.

Corretor encontra na prática de esportes oportunidade para fechar novos seguros

Luiz morales corretor de seguros

Por Thais Ruco

O corretor de seguros Luiz Morales, sócio da Lar Corretora de Seguros (São Paulo-SP) deixou o sedentarismo e cada vez mais tem ganhado com isso – não apenas saúde, mas uma nova rede de amigos e clientes. Buscando mais qualidade de vida, há 10 anos ele iniciou com passeios de bicicleta, reunindo colegas corretores, clientes e outros interessados, que formaram o grupo Amigos Loucos por Bike. A melhoria na saúde o fez buscar novas atividades em uma academia, onde Morales se tornou aluno assíduo. Construiu uma nova rede de clientes, ampliando o acesso de jovens e esportistas a outros seguros.

Com os amigos ciclistas, ele se especializou fortemente no nicho de seguro de bike. “Conheci um novo mundo, pessoas que possuem bicicletas sofisticadas, que custam mais do que um carro. Apesar de o seguro de bike ser democrático, principalmente quem investe nos modelos mais caros não pode ficar sem proteção”, afirma. Muitos negócios têm vindo de outros corretores, que buscam a expertise de Luiz Morales para atuar em parceria.

Segundo o especialista, as pessoas que fazem do ciclismo um estilo de vida buscam evoluir a prática, e ter novos e melhores modelos de bikes. “Por isso passei a negociar também o produto de consórcio para que as pessoas possam planejar esse sonho”, relata.

Avançando no esporte, Luiz Morales fez em 2019 o percurso da ciclovia Claudia Augusta, na Europa, passeio que tem início na Alemanha, em Munique, e segue um roteiro até chegar na Itália, durando cerca de 10 dias. Ele aproveitou a oportunidade para fechar o seguro viagem do grupo de esportistas, indispensável para os riscos e a proteção familiar. Uma das amigas e seguradas de Luiz, a fundadora da empresa de passeios ciclísticos Clã Destinos, Juliana Nardi, esteve nesta viagem à Europa e apesar de toda a experiência no pedal sofreu uma queda e quebrou o braço. “Precisei usar o seguro viagem em uma cidade pequena e inóspita, e pude ver a importância do trabalho do corretor de seguros, pois o Luiz e sua equipe da Lar Corretora não só ajudaram no ato do acidente, mas também no processo de reembolso”, conta Juliana. Ela reforça que agora todos os passeios de sua empresa contam com a Lar Corretora para as tratativas do seguro.

O segurado Windsor Veiga, chefe do departamento de Contabilidade da PUC-SP, foi um dos primeiros a entender a importância do seguro e ajuda a disseminar o conceito para quem entra para o grupo de bike. “O seguro é uma forma de mutualismo para minimizar o problema do roubo, nasceu na época das navegações e foi se aprimorando com cálculos atuariais e estatísticas para garantir os bens das pessoas”, comenta. “Hoje é muito importante contar com um seguro para ter a segurança do capital investido e poder pedalar com tranquilidade, sem prescindir de realizar a contratação com um profissional corretor, que pode fazer um seguro adequado às necessidades de cada cliente”.

O Estado de São Paulo registrou média de uma bike roubada a cada 40 minutos em 2021. Windsor relata que pedalando na capital paulista presencia ou toma conhecimento de roubos que acontecem diariamente, em todas as regiões. “Vemos muitos roubos na ciclovia da Marginal Pinheiros, mas os bandidos estão tão ousados que recentemente houve um caso em que um grupo de 20 ciclistas foi roubado em plena Av. Paulista, à noite, e foram levadas cinco bikes. O seguro é uma forma de minimizar prejuízos, pois garante contra roubo, acidentes e também perda de equipamentos, seu custo é baixo em relação aos riscos e coberturas e é indispensável para poder aproveitarmos com tranquilidade. Muitos investem em equipamentos de segurança, de manutenção, capacetes caros, camisetas, mas sem o seguro tudo isso pode ser perdido”, pondera.

Segundo Luiz, o trabalho de cultura do seguro engloba divulgar as assistências e outras vantagens desconhecidas por grande parte da população. “Quando as pessoas pensam em seguros, geralmente associam a uma proteção apenas contra roubo ou furto. Elas não visualizam, por exemplo, com acidentes ou com serviços de assistência agregados”, aponta. 

Entre passeios e aulas na academia, Luiz Morales segue conscientizando e atraindo novos clientes. Nos dois ambientes ele impulsionou também os negócios em seguro saúde.

“O esporte, além de me trazer saúde e amigos, ampliou os negócios da minha corretora de seguros. Estimo que, neste nicho que criei, dos amigos da bike e da academia, tivemos crescimento de 45% nos últimos cinco anos”, revela Luiz Morales.

Reuters: Mais de 81 mil produtores rurais do Brasil acionaram seguro ou Proagro por seca

seguro rural MAPA

Fonte: Reuters

Em meio aos impactos do fenômeno climático La Niña, que reduziu as chuvas e elevou temperaturas no Sul do país, mais de 81 mil produtores afetados pela seca acionaram seguro ou o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nesta safra de verão, mostraram dados do governo federal nesta sexta-feira.

No total, 42.541 apólices de seguro rural foram acionadas e 38.906 comunicados de perdas (COPs) realizados no Proagro, informou o Ministério da Agricultura em nota.

O levantamento tem como base dados das seguradorashabilitadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) do ministério e do Banco Central do Brasil, autarquia responsável pelo Proagro.

Os destaques são os prejuízos nas lavouras de milho e de soja, devido à estiagem que afeta parte de algumas regiões dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e São Paulo, disse a pasta.

A soja tem quase 37 mil acionamentos (32% das apólices sinistradas) e 22,2% da área contratada com seguro afetada, que equivale a 1,7 milhão de hectares que serão vistoriadas pelas seguradoras.

Na quarta-feira, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) reduziu em 4,2 milhões de toneladas sua projeção para a safra de soja do país em 2022, agora estimada em 135,8 milhões de toneladas e abaixo do recorde obtido na temporada anterior, em função da seca na região Sul.

No milho, dos quase 39 mil acionamentos de Proagro, o cereal se destaca com mais de 26 mil comunicados de perdas (68,7% do total) e o Rio Grande do Sul, onde os produtores lideram a contratação do programa, representa 53,2% dos comunicados de perdas, atingindo 20.719 operações.

Outros cultivos também têm sido afetados, como o feijão, arroz, cana-de-açúcar, frutas e verduras, além da pecuária leiteira, conforme o levantamento.

A seca ainda não cessou seus efeitos e as lavouras estão em período de colheita, o que deve alterar esses números no próximo levantamento ao final de fevereiro, acrescentou o ministério.

No total, está em análise nas seguradoras um valor segurado da ordem de 2,7 bilhões de reais em indenizações. No Proagro, o montante chega a 2,3 bilhões.

Divulgada a chapa única para as eleições do Conselho Diretor da Fenaseg e da CNseg no mandato 2022/2025

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Fonte: CNseg

Para cumprir novo mandato de três anos que iniciará em 30 de abril de 2022, as lideranças do setor de seguros decidiram por chapa única para as eleições do Conselho Diretor da Fenaseg e da CNseg, que prevê condução da maioria dos membros do atual mandato. Como Presidente do Conselho foi indicado Roberto de Souza Santos, Diretor-Presidente e de Relações com Investidores da Porto Seguro S.A. Ele contará com três Vice-Presidentes, mais quatro Vice-Presidentes natos que são os Presidentes das Federações associadas e 17 Diretores do colegiado superior. A chapa foi divulgada na sexta-feira, dia 28 de janeiro. Conforme os estatutos, as eleições ocorrerão no próximo dia 9 de março, com o novo mandato iniciando em 30 de abril.

A representação institucional do setor segurador é formada pela Fenaseg, seu braço sindical, e pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, o braço associativo.