Edson Franco, da Zurich, assume hoje nova gestão na Fenaprevi

Edson Franco Zurich Fenaprevi

Nesta segunda-feira, 7, inicia a nova diretoria que irá gerir a Fenaprevi pelo próximo triênio 2022 – 2025. O presidente da Federação será Edson Luis Franco, da Zurich Brasil, em substituição a Jorge Pohlmann Nasser, da Bradesco Vida, Previdência e Capitalização, que passará a ser o 1° Vice-presidente.

Também assumem os mandatos, os demais vice-presidentes, além dos membros da Diretoria Estatutária e do Conselho Fiscal.

Em relação às prioridades da gestão, Edson Franco explica que a Federação atuará para ampliar o acesso, a democratização e a simplificação dos produtos de pessoas. “Seguiremos com um olhar cada vez mais atento às necessidades dos consumidores, levando informação e fomentando as discussões relacionadas à importância da proteção à renda”.

Ele acrescenta que outro papel da entidade é mostrar à sociedade a importância de se preparar para o futuro. “Vamos trabalhar para consolidar ainda mais a previdência privada como o principal instrumento de planejamento para uma aposentadoria com maior tranquilidade”.

Por fim, Franco afirma que a Fenaprevi irá manter o protagonismo nos assuntos relacionados ao Setor. E que o diálogo com os Poderes Legislativo, Executivo, Judiciário e as outras entidades associativas será uma agenda permanente.

“Temos um longo e desafiador caminho para percorrer. Estaremos sempre guiados pela missão que nos é intrínseca, a de oferecer as melhores soluções em cuidado e proteção para as famílias brasileiras”, encerra o presidente.

Wiz Corporate cria área de Aviação e nomeia Régis Lima como diretor

Wiz corretora de seguros

Fonte: Wiz

A Wiz Corporate criou a área de Aviação para oferecer soluções de seguros especializadas às empresas do setor. Régis Lima chega para ser o diretor Comercial. Ele irá atuar com mercados locais e internacionais para indústria e companhias aéreas, de aviação geral, táxi aéreo, seguradoras/resseguradoras,Original Equipment Manufacturer (OEM), bancos/arrendadores, aeroportos, Maintenance, Repair and Operation (MRO), prestadores de serviços e escritórios de advocacia procurando mitigação de riscos, continuidade de negócios e estratégias de gerenciamento de crises.

Régis Lima é pós-graduado em Gestão Empresarial pela Ibmec e bacharel em Administração pela Unesp. Ele tem mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros e aviação. Acumula vivências em programas de seguros corporativos, mapeamento e gerenciamento de riscos, gestão de sinistros de grande porte e alta complexidade, regulamentações em catástrofes, planejamento de resposta a emergências e assistência familiar.

O novo diretor já foi Head de Riscos, Seguros e Garantias do Grupo Latam Airlines, quando liderou equipes sediadas no Brasil e no Chile, tendo desenvolvido estratégias para alcançar um melhor desempenho, integração e eficiência no gerenciamento de riscos do grupo. Ainda no Grupo Latam, ele atuou na Multiplus, unidade de negócios inovadora focada na venda online de seguros massificados aos seus participantes.

A Wiz Corporate é a unidade da Wiz Soluções (B3: WIZS3) especializada no mercado B2B com soluções de seguros para médias e grandes empresas. Atua na oferta de produtos personalizados, com equipe técnica-comercial própria.

BB Seguridade lucra R$ 3,9 bilhões em 2021

BB Seguridade

A BB Seguridade divulgou nesta manhã lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões em 2021, incremento de 1,4% em seu lucro líquido ajustado em relação ao ano anterior. No quarto trimestre de 2021, o ganho chegou a R$ 1,2 bilhão, melhor resultado trimestral desde o IPO, representando um incremento de 33,8% em relação ao quarto trimestres de 2020. Segundo nota da empresa, a Covid-19 representou R$ 864 milhões em sinistros no ano, volume quase quatro vezes superior ao registrado em 2020.

O resultado operacional líquido de impostos consolidado das empresas do grupo também registrou crescimento, chegando a R$ 3,8 bi, aproximadamente 3% superior ao registrado em 2020. Quanto ao resultado financeiro líquido consolidado, a perda que vinha sendo acumulada até setembro foi revertida no 4T21, fechando o ano em R$110 milhões, o que representa cerca de 3% do lucro líquido do ano, o menor patamar da história.

O lucro normalizado teve elevação de 8%, chegando a R$ 4,4 bi, resultado que reforça a tendência de recuperação dos negócios. Lucro líquido normalizado representa o resultado estrutural da companhia, excluindo do lucro líquido ajustado, tanto de 2021 como de 2020, os efeitos que a companhia espera que não se repitam em 2022, tais como o volume elevado de sinistros por Covid, que representou impacto negativo de R$ 382 milhões no lucro do ano, e o aumento temporário da alíquota de CSLL nas investidas, vigente entre julho e dezembro/21, que retirou R$85 milhões do lucro líquido.

Seguros: prêmios emitidos crescem 16,2% em 2021 e sinistralidade retorna ao patamar pré-pandemia Os prêmios emitidos foram impulsionados pelo forte desempenho em seguros rurais (+35,5%), decorrente da evolução do crédito para custeio da safra 2021/2022; seguros de vida (+17,1%), sustentado tanto pelo crescimento de vendas novas como pelo maior volume de renovações; e seguros residenciais (+23,4%), puxado pelo aumento das vendas. A sinistralidade, que na visão acumulada do ano teve alta de 8,5 p.p. em relação a 2020, como consequência da maior frequência de avisos em produtos com cobertura por morte a partir do agravamento da pandemia, deu continuidade à tendência de queda, retraindo 14,1 p.p. em relação ao terceiro trimestre do ano, reflexo do avanço na imunização da população.

Previdência: captação bruta cresce 11,5% e 207 mil novos planos são adicionados à base em 2021 A captação bruta para a previdência no ano de 2021 totalizou R$ 45,7 bilhões, o segundo melhor ano da história da companhia. As reservas expandiram 1,6% em 12 meses, atingindo a marca de R$313 bilhões, enquanto as receitas com taxa de gestão cresceram 8% em 2021, refletindo o sucesso na estratégia de realocação de ativos sob gestão dos planos PGBL e VGBL para fundos multimercado, que ao final de dezembro de 2021 representavam 31,8% do total das reservas (vs. 10,6% em 2020).

Capitalização: arrecadação atinge R$4,3 bilhões no ano A arrecadação com títulos de capitalização retraiu 9,9% no comparativo com 2020, o que se justifica pela queda nas vendas de títulos de pagamento único e maior foco nas vendas de títulos de pagamento mensal, produto que apresenta maior recorrência para o resultado. Em 2021 a Brasilcap distribuiu R$ 67 milhões em prêmios de sorteio. Planos odontológicos: aumentam em 130% as vendas realizadas por meio de canais digitais Em 2021, a base de planos pessoas físicas cresceu 30% em relação a 2020, com aumento de 130% no total de vendas realizadas por meio de canais digitais.

Marcelo Homburger deixa comando da AON; José Luis Plana assume

marcelo homburger

José Luis Plana, que atualmente ocupa a posição de head de Riscos Corporativos para a América Latina da companhia, acumulará a liderança da operação brasileira, posição até então ocupada por Marcelo Homburger, que passa a atuar como consultor estratégico da empresa para toda a região.

As mudanças reforçam o momento de consolidação do modelo operacional regional da companhia, em que todos os países e linhas de solução trabalham de forma cada vez mais integrada. “José Luis é um líder com profundo conhecimento do mercado regional e reconhecido por liderar e inspirar colegas a entregar resultados excelentes aos nossos clientes”, afirma Alejandro Galizia, CEO América Latina da corretora.

Com mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros, José Luis Plana tem passagens por seguradoras como AXA, Allianz, Liberty e RSA. Na Aon há mais de 10 anos, o executivo ocupou importantes cargos antes de assumir o atual desafio. Foi Presidente e CEO da operação colombiana da companhia até 2020, quando foi nomeado head de Riscos Corporativos para a América Latina, função que seguirá acumulando com a liderança do Brasil.

“Eu me sinto honrado e entusiasmado em trabalhar com a equipe do Brasil, que representa a maior operação da Aon em nossa região”, afirma Plana. “Contar com o apoio do Marcelo nesta transição será fundamental para dar sequência ao excelente trabalho que ele vinha desempenhando”.

Marcelo Homburger, após 22 anos na empresa, sendo os últimos três como head do Brasil, passa a atuar como um consultor estratégico para o Comitê Executivo América Latina da companhia. “Todos nos beneficiaremos da grande liderança do Marcelo e dos excelentes resultados que ele alcançou para os nossos colegas e os nossos clientes”, ressalta Galizia. “Sem dúvidas, ele deixa uma marca bastante positiva e duradoura em seus anos à frente da nossa operação brasileira”.

Revista de Seguros apresenta planos do novo titular da Susep e diversidade de soluções para os seguros

CNseg

Fonte: CNseg

As principais diretrizes da gestão do economista Alexandre Camillo, novo titular no comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep) desde dezembro último, são apresentadas em entrevista da nova edição da Revista de Seguros (nº 919), publicada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg.  Com mais de 40 anos de atuação no mercado segurador, o novo Superintendente detalha seu projeto de instituir uma política de fomento ao seguro, ratifica seu apoio à modernização do marco regulatório, comenta as ações de sustentabilidade setorial, além do desafio de ampliar a taxa de penetração do seguro no País.

As matérias da publicação destacam a ampla diversidade de soluções para os seguros, como a consolidação da economia digital, listando seus extraordinários impactos no dia a dia de diversos negócios e sobre o comportamento dos consumidores. Acompanhando a popularização das plataformas de streaming, o setor automotivo incorpora a seu modelo de negócio a assinatura de carros, antes restrito às locadoras. O resultado disso são ganhos adicionais de toda a cadeia automotiva, beneficiando também os seguros.

Da mesma forma, a Revista de Seguros destaca que a presença crescente das imobiliárias virtuais abre novos negócios para o Seguro de Fiança e os Títulos de Capitalização, vencendo antigas resistência aos produtos de caução, sobretudo com mudanças nas normas que agilizaram a contratação das duas modalidades.

A tecnologia também impulsiona a fase de maturidade e inovação dos negócios sociais. Da criação de uma “bolsa de valores” que negocia apenas ações de empresas de favelas, passando por fintechs dedicadas à inclusão bancária de negros ou à capacitação tecnológica de egressos do sistema prisional, até ifood e empresa de logística com sede em comunidades, são diversos os exemplos da contribuição da tecnologia à criatividade e à abrangência dos negócios sociais, que, de quebra, podem representar novas oportunidades para diferentes ramos e modalidades de seguros. 

Outra matéria constata que o chamado “marketplace”, lugar de encontro entre as várias partes que interagem para a entrega dos seguros, se fortalece como canal online de venda no dia a dia de seguradoras e corretoras, em sintonia com a transformação tecnológica no setor. Ao apresentar-se como vitrine para a exposição de produtos de seguro, previdência e capitalização de várias companhias, o marketplace ajuda a escolha da solução mais adequada à necessidade de cada consumidor. 

A conjuntura setorial é tema de outra matéria, que reúne diagnósticos de 2021 e prognósticos de lideranças nacionais e regionais do setor segurador para 2022. A expansão em cenário caracterizado por um ambiente econômico ainda incerto exige que a governança e a gestão de riscos sejam prioridades estratégicas das empresas, concordam os líderes. 

A adesão crescente aos preceitos ASG (ambientais, sociais e de governança) é enfocada com destaque, com empresas brasileiras identificando diferenciais competitivos e geração de novos negócios a partir dessa subscrição. O potencial do investimento verde no Brasil é estimado hoje em US$ 1,3 trilhão, considerando apenas os setores de energia, transporte, edificações, gestão de resíduos e eficiência energética industrial, informa a reportagem. Segundo estudos da Brazil Green Finance Programme, o volume de captação global de recursos no País pode chegar a R$ 3,6 trilhões até 2040.  Ao mesmo tempo, as questões ASG podem afunilar os recursos necessários aos negócios que coloquem em risco o meio ambiente. Faz parte do jogo para conter efeitos catastróficos das mudanças climáticas.

Liberty Seguros reconhece mais de 300 oficinas que adotam boas práticas em Sustentabilidade 

Marcio Probst Liberty Seguros

Fonte: Liberty

A preferência dos consumidores por marcas que tenham práticas sustentáveis tem crescido significativamente com o passar dos anos. Uma pesquisa divulgada pela Euromonitor Internacional aponta que, em 2021, 67% dos consumidores tentaram causar um impacto positivo no meio ambiente com suas ações do dia a dia e, por consequência, esperam ações alinhadas à agenda ESG por parte das marcas. 

Os temas de ESG (sigla que engloba sustentabilidade, sociedade e governança) são essenciais para a Liberty Seguros, que trabalha para adotar práticas mais sustentáveis em toda a companhia, além de promover essa cultura em toda a cadeia de serviços e produtos. Pensando nisso, a seguradora anunciou hoje o reconhecimento do Selo Sustentabilidade da companhia para 363 oficinas que atuam de forma sustentável no dia a dia. Alguns dos cuidados realizados pelos parceiros reconhecidos com o selo são a gestão de resíduos, atenção para a emissão de CO2, captação e reutilização de água, responsabilidade social, entre outros.

As oficinas também receberão um Selo de Boas Práticas em Sustentabilidade que estará disponível nos sistemas internos da Liberty, além do site da companhia e aplicativo, para fácil identificação destas oficinas que terão este reconhecimento.

“A Liberty trabalha para implementar cada vez mais atitudes sustentáveis na operação e isso se estende aos nossos parceiros. Por meio do Selo de Sustentabilidade, a companhia fomenta boas práticas ambientais e sociais, o que no longo prazo pode fazer a diferença para ajudar o planeta a ser um lugar melhor”, comenta Marcio Probst, diretor adjunto de sinistros da Liberty Seguros. 

Mercado mantém, em janeiro, a confiança no crescimento

Fonte: Fenacor

Pesquisa divulgada pela FENACOR indica que, em janeiro, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) se manteve em alta, pelo segundo mês consecutivo, atingindo 108,5. Esse é o maior percentual apurado desde outubro do ano passado, quando chegou a 110,2. Realizado pela Rating de Seguros Consultoria, por encomenda da FENACOR, o ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil.

Esse indicador é o resultado da média de três variáveis utilizadas na pesquisa: o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras); o ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras); e o ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras). No seu cálculo, o indicador leva em conta aspectos referentes à economia brasileira, ao faturamento e à rentabilidade de cada um dos setores citados.

A partir dessas informações, e após cálculos estatísticos, é definido esse índice, cujo valor varia de 0 a 200. O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Em janeiro, o índice com maior evolução foi o que mede a confiança das Seguradoras, que chegou a 109,2, o que representou um avanço de 5,1 pontos em relação ao mês anterior. O ICGC também indicou um aumento da confiança dos Corretores de Seguros, chegando a 110,2, com avanço de 3,3 pontos em comparação a dezembro de 2021.

PESQUISA. Em todos os finais de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade. Embora todas as perguntas sejam de caráter institucional, as respostas não são divulgadas individualmente.

Prudential investe para conquistar empresas com pacote de benefícios sob medida

Patricia Prudential

Tem seguro de vida? Esta é uma pergunta recorrente no processo seletivo de funcionários diante da trágica experiência proporcionada pela morte de mais de 623 mil pessoas por Covid-19 no Brasil até janeiro de 2022. No mundo, 5,6 milhões. Tal realidade trouxe significativas mudanças para o segmento de seguro de vida. As grandes empresas geralmente ofertam pacotes negociados com os sindicatos de trabalhadores, mas que passam por revisões. Já as médias e pequenas empresas, que ainda constroem um programa de benefícios mais encorpado, começam a olhar para o seguro de vida com outros olhos. 

“A pandemia ampliou o debate nas empresas sobre o bem-estar dos funcionários, fazendo desse produto um benefício de baixo custo e relevância na atração e retenção de talentos”, afirma Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential do Brasil. Segundo ela, há muitas oportunidades no seguro de vida corporativo, principalmente para as pequenas e médias empresas. O seguro de vida empresarial, responsável por quase 80% das vendas das seguradoras, está consolidado em grandes empresas, mas entre as PMEs e estatais está apenas começando. 

A modernização das coberturas, a inclusão de benefícios que podem ser usados em vida pelo segurado e plataformas digitais que possibilitam a gestão dos benefícios de forma simplificada foram fatores decisivos para agradar tanto os corretores como os profissionais de RH das empresas. O resultado fica visível com os números do setor. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o seguro de vida registrou crescimento de 17% de janeiro a novembro de 2021, ultrapassando R$ 21 bilhões. Desse valor, vida individual representa R$ 8,9 bilhões e vida em grupo R$ 12,1 bilhões. “Este valor está muito aquém da média mundial, o que nos sinaliza o tamanho do potencial que temos para levar proteção financeira a toda sociedade”, ressalta Patrícia Freitas. 

Susana de Cassia Goncalves Almeida, coordenadora de saúde e bem estar da Klabin, afirma que a principal prioridade do departamento em relação ao seguro de vida para os colaboradores é a proteção que é dada a ele ou seus familiares num momento tão difícil. “Com certeza o seguro de vida é um atrativo por proporcionar essa segurança aos colaboradores e seus familiares”, conta ela, que é cliente da Prudential. “Somos clientes da Prudential há muitos anos e o fato de não temos reclamações de colaboradores e familiares na condução dos processos é primordial para o nosso dia a dia na gestão de benefícios”, acrescenta. 

Legenda: Susana, da Klabin: nossa prioridade é a proteção que é dada ao nosso colaborador ou seus familiares num momento tão difícil

Para Susana, um dos principais serviços que uma seguradora pode prestar está ligado à gestão dos benefícios. “Quanto mais integrado seus sistemas, maior a sinergia na gestão, sugere. 

Os corretores afirmam que a demanda pelo seguro de vida empresarial está realmente aquecida. “Com a pandemia, o seguro passou a ser percebido efetivamente pelas empresas e pelas pessoas como uma proteção financeira relevante para as famílias num cenário de tanta incerteza gerado por este vírus que ceifou mais de 600 mil vidas só no Brasil”, comenta Pedro Monteiro, diretor executivo D’Or Vida. 

Segundo ele, esta mudança de conceito trouxe para as empresas uma necessidade de revisão de coberturas e capitais e, ao mesmo tempo, a oportunidade de valorizar este benefício. “A família do colaborador quer entender de qual forma está protegida”, afirma o corretor. Também foi consolidado o entendimento e a importância do capital ser estabelecido por múltiplo salarial. O colaborador entende que, na sua falta, a indenização dará o equilíbrio financeiro para a sua a família por determinado período. “O consumidor está mais exigente e muito mais informado e devemos estar mais preparados, para superar as suas expectativas”, acrescenta. 

Coberturas mais recomendadas

Mesmo com o aumento considerável do número de indenizações, por uma situação nova e extremamente inesperada, o mercado de seguros entendeu da importância de incrementar as coberturas, que ampliaram significativamente o conceito de proteção e serviços. 

Legenda: Pedro Monteiro, da D’Or Consultoria: cada empresa deve ter as coberturas e serviços do seguro de vida avaliado de forma particular

O desenho de coberturas e capitais deve ter relação direta com várias características da empresa como grau de risco da atividade, alocação de cargos e funções, perfil etário dos funcionários e outras informações, que irão determinar o melhor desenho e relação custo-benefício. Além das coberturas tradicionais como morte por doença e acidente; invalidez por acidente e doença, o corretor Pedro Monteiro recomenda a avaliação de coberturas que ampliam, consideravelmente o benefício, como, por exemplo: indenização especial por acidente, assistência funeral familiar, doenças graves e auxílio financeiro. “Mas, ressalto: cada empresa deve ser avaliada de forma particular”. 

Neste cenário, tanto a cliente Susana como o corretor Pedro afirmam que a Prudential se mostrou como uma seguradora ágil, especializada, desburocratizada, que oferece importantes alternativas de produtos, com simplificação para a contratação das apólices e, principalmente, no pagamento das indenizações de forma rápida, no momento de necessidade das famílias. “As empresas e seus RH’s investem em determinados benefícios e precisam ter a plena certeza de que os funcionários e suas famílias estarão seguros. A Prudential tem este conceito de proteger as pessoas”, afirma o diretor da corretora D’Or. A Prudential é especialista em proteger. As empresas são diferentes, as necessidades são únicas.

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SulAmérica Investimentos aposta em renda fixa para 2022 e lança novos produtos

Fonte: SulAmérica

Em meio a um cenário de instabilidade na B3 (bolsa de valores brasileira) e de altas recentes da taxa Selic (a taxa básica de juros), a renda fixa voltou a ganhar destaque na carteira de investidores em todo o país. E é nesta classe de ativos que a SulAmérica Investimentos, uma das maiores assets independentes do país e com 25 anos de história, aposta, trazendo três novos produtos neste mês de janeiro para diversificar o portfólio.

Esse movimento vem na esteira de uma série de investimentos que a asset realizou em sua gestão. Em 2021, a gestora criou um núcleo de inteligência quantitativa para trazer uma abordagem focada nos processos e entregar mais dados para a análise dos cenários, ativos e tomada de decisão, além de expandir o time de Crédito Privado, com a contratação de profissionais estabelecidos no mercado de crédito. 

“Estamos investindo de forma contínua em nossa atividade e em busca de retornos consistentes para nossos investidores e parceiros”, comenta Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

Dois dos novos lançamentos, o SulAmérica Income FI RF LP e o SulAmérica Capital FI RF LP, são destinados a investidores em geral, mas também estão enquadrados na Resolução CMN nº 4661, que dispõe sobre a aplicação dos recursos das entidades fechadas de previdência complementar. Já o terceiro produto, o SulAmérica Retorno Total FI RF LP, tambémvoltado aos investidores em geral, terá um viés mais focado nos clientes de plataformas de investimentos de varejo.

“Depois de fechar 2021 com a Selic a 9,25%, a expectativa da gestora é que a taxa chegue a 12% neste ano. Com isso, surgem boas oportunidades para se investir em renda fixa, seja em produtos atrelados à Selic, ao CDI ou a inflação”, comenta Luis Garcia, CIO da SulAmérica Investimentos. “Neste momento, produtos pós-fixados podem se beneficiar do cenário no curto prazo, enquanto os investimentos em inflação miram no longo prazo, buscando proteção do poder de compra”, avalia.

SulAmérica Income é um fundo de renda fixa com menos risco, cujo objetivo é superar seu benchmark, o IMA-B 5, com taxa de administração de 0,25% a.a. O SulAmérica Capital, por sua vez, é um produto de renda fixa que terá estratégias de juros e também posições em ativos de crédito privado, podendo chegar a até 49% nesta classe. Ele visa entregar o CDI + 1,50% ao ano, com taxa de administração de 0,70% a.a. e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o benchmark, 100% do CDI.

Para a Head de Crédito Privado da asset, Daniela Gamboa, o cenário é propício para se obter resultados com investimentos em renda fixa local. “A renda fixa está vivendo um momento positivo devido à alta da Selic e sentíamos que faltava na nossa grade de produtos um fundo que combinasse nossas estratégias em juros com a nossa expertise em crédito privado, o que representa uma boa oportunidade de retorno com menor risco”, afirma.

Por fim, o SulAmérica Retorno Total FI RF LP tem perfil mais arrojado, com posições em derivativos no mercado de renda fixa e, portanto, buscando um retorno maior para o cotista. O objetivo deste fundo é entregar CDI + 3,00% ao ano, com taxa de administração de 1,20% a.a. e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o benchmark, também 100% do CDI.

Sincor-SP apresenta novos diretores regionais

Fonte: Sincor-SP

A nova gestão do Sincor-SP, eleita em novembro do ano passado, agora está com o time completo. Foram nomeados os diretores regionais que irão representar a entidade em todo o Estado de São Paulo, no período de 2022 a 2025.

Chegam na casa os novos diretores: Carlos Eduardo Melato (Araraquara), Reinaldo Alves de Lima (Barretos), Ildebrando Gozzo (Bauru), Carlos Cunha (Campinas), Luis Pedro Nardin (Jundiaí), Cinthia Carrero Severino (Marília), Silvia Camacho (Piracicaba), Alex Dias Florentino (Presidente Prudente), Paulo Sergio de Souza (Santos), Renato Cappelli (São José dos Campos), Ivone Elise Gonoretske (São Paulo Centro), Nilson Moraes (São Paulo Leste), Luis Alberto d’Almenery (São Paulo Norte) e Ednir Fornazzari (São Paulo Oeste) e Mara Borges Sutto (São Paulo Sul).

E continuam para este novo mandato os diretores: Sady Viana (ABCDMR), Flávio Machado (Araçatuba), Jobel Cândido Venceslau Júnior (Assis), Odeir Vilar (Fernandópolis), Hildemar Silveira (Franca), Claudemir Machi (Guarulhos), Wilton Nogueira (Mogi das Cruzes), César Munis (Nova Alta Paulista), Eduardo Minc (Osasco), José Marcos Alonso (Ribeirão Preto), Antônio Gilberto Affonso de André (São Carlos), Gilberto Fadiga Filho (São João da Boa Vista), Antônio Roberto Mantovan (São José do Rio Preto), Eduardo Lemes (Sorocaba) e Lauro Barreto (Taubaté).

Os diretores regionais agora têm a missão de planejar e organizar as iniciativas locais, promover encontros, estimular o diálogo da categoria com as seguradoras e os prestadores de serviços, além de auxiliar os associados em suas dificuldades diárias.

“Damos as boas-vindas a toda diretoria que, com certeza, fará um excelente trabalho na representação dos corretores de seguros em todo o Estado. Nossa equipe é formada por profissionais qualificados e que sabem da importância de uma entidade fortalecida e uma categoria unida”, declara o presidente do Sincor-SP, Boris Ber.