MDS Brasil anuncia mudanças em posições executivas 

Paulo Loureiro VP Saude e Benefício

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia mudanças em seu quadro executivo. Focadas nos níveis de vice-presidência e diretorias, as movimentações vão ao encontro das estratégias de crescimento e aprimoramento estabelecidas pela marca a médio e longo prazo.  

“A MDS Brasil tem crescido em escala, qualidade e capilaridade. Além das recentes aquisições, que seguem em um ritmo consistente desde 2018, a companhia tem investido em infraestrutura, ativos tecnológicos, capacitação de equipe técnica e parcerias com importantes players do mercado de seguros e corretagem”, explica Ariel Couto, CEO da operação brasileira. “O resultado de todas essas iniciativas é a clara transformação da empresa em uma opção ainda mais completa para nossos clientes e, consequentemente, para o mercado. As mudanças anunciadas, por um lado, reconhecem a performance de nossos executivos e, por outro, visa a trazer mais autonomia e representatividade para as diferentes áreas”. 

Paulo Loureiro, que era diretor executivo de filiais, assume o cargo de vice-presidente de Saúde e Benefícios com a missão de implementar uma atuação comercial ainda mais diversificada e regionalizada, seja por equipe própria ou por meio de parcerias estratégicas. ‘’O setor de saúde, que é o carro-chefe nas operações das grandes brokers com atuação em Benefícios, conta com uma carteira de mais de 48 milhões de beneficiários, e encerrou o ano de 2021 com um crescimento de cerca de 66% em arrecadação.” De acordo com Loureiro, comercialmente e tecnicamente, o preço é um tema que desafia todos os stakeholders desse mercado: “Por isso, nossa expectativa de crescimento transcende o aspecto comercial e nos permite focar em ações de melhoria constante nas relações de custo x benefício para nossos clientes”, complementa. 

Paulo acrescenta que a estrutura de Health Intelligence será potencializada em 2022: “Essa área engloba análises estatísticas dos dados de utilização dos planos de saúde e, neste ano, será possível gerar insights ainda mais assertivos e endossar o desenvolvimento de soluções proativas para aprimoramento da gestão e promoção da saúde em temas mais sensíveis. Como consequência, toda essa cadeia bem estruturada proporcionará reduções nos índices de sinistralidade”, conclui o VP.  

Modificações na diretoria 

Patrícia Martins, que era Superintendente de Parcerias, assume o cargo de diretora do canal. Conhecido como MDS Partners, o programa da MDS conta com mais de 100 parceiros de negócios em diversas regiões do Brasil e oferece condições e vantagens diferenciadas em relação aos demais programas similares do mercado. Na direção da área, Patrícia menciona a importância da parceria e de todo o acompanhamento dos contratos com as grandes corporações. “Atuamos em parceria com corretores, na dinâmica de corretagem. Já temos parcerias consolidadas com grandes empresas e efetuamos toda a assistência necessária aos nossos parceiros de negócios. Nossa perspectiva é ampliar a atuação, mantendo a excelência nessas demandas e trazendo parcerias que agreguem para a nossa carteira de clientes”, assinala a executiva. 

Já Marcelo Ferreira, que respondia pela Superintendência de Relacionamento, assume o cargo de Diretor na área. “2021 foi um ano de muito trabalho, transformação e preparação para o time de Relacionamento. No intervalo de 12 meses, a nossa carteira de clientes para atendimento diário cresceu 80% e, consequentemente, o time também dobrou de tamanho”, explica o profissional.  Apesar de toda a conjuntura desafiadora do último ano, a área de Relacionamento atendeu todas as linhas de seguros e reteve todos os clientes. “Além disso, por meio de Cross Selling,  implementamos novas soluções à cadeia de patrimônio de clientes que já faziam parte do nosso portfólio e conseguimos contabilizar prêmios em torno de R$ 4,5MI. Para 2022, o desafio é trazer ainda mais senioridade à equipe”, destaca Ferreira. 

Por fim, Willians Cruz, que era Superintendente de Sinistros, torna-se Diretor da área devido ao desempenho exemplar da equipe no último ciclo. “Em 2021, vários dos nossos principais clientes experienciaram sinistros relevantes, complexos e desafiadores, entretanto, embora, grande parte destes sinistros ainda esteja em regulação, fechamos o ano com um aumento de mais de 25% nos valores indenizados, se comprados a 2020”, enfatiza o diretor. “O trabalho engajado e consultivo do time de Sinistros está em total sinergia com a equipe de Placement, e também conta com o apoio irrestrito do board da MDS. Para 2022, a meta é consolidar procedimentos mais simplificados para regulação e liquidação de sinistros”, finaliza Cruz. 

Setor de seguros encerra 2021 com vendas de R$ 306 bilhões, alta de 11,8%

Susep mercado de seguros em 2021

As vendas de seguros e arrecadação de planos de previdencia e titulo de capitalização do setor de seguros supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) ultrapassou R$ 300 bilhões em 2021, movimentando, até dezembro, a soma de R$ 306,31 bilhões, o que corresponde a R$ 32,2 bilhões a mais do que o arrecadado em 2020. Em termos percentuais, o ano de 2021 apresentou crescimento de 11,8% em relação ao ano anterior.

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 267,17 bilhões em 2021, alta de 12,8% em relação a 2020, quando totalizaram R$ 236,77 bilhões. O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios de R$ 176,98 bilhões em 2021, o que representa aumento de 12,1% em relação ao ano de 2020. O grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante de R$ 23,46 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 17,4% em relação a 2020, correspondendo a um aumento de R$ 3,48 bilhões na arrecadação de prêmios.

As contribuições do VGBL em 2021 superaram as de 2020 em 11,9%, totalizando R$ 126,16 bilhões – vide Tabela 4. As contribuições de dezembro de 2021 ficaram 15,8% abaixo das de dezembro de 2020. Já os resgates de 2021 apresentaram aumento de 28,3% em relação ao volume resgatado em 2020, totalizando R$ 92,65 bilhões. Em 2021, as contribuições superaram os resgates em R$ 33,51 bilhões.

Os seguros de danos apresentaram crescimento de 14,4% na arrecadação de prêmios em 2021, quando comparado ao ano de 2020. Foram movimentados R$ 90,19 bilhões no último ano, face aos R$ 78,86 bilhões movimentados em 2020. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 38,43 bilhões no ano de 2021, valor 8,8% superior ao do mesmo período em 2020. Na comparação entre dezembro de 2021 e dezembro de 2020, houve crescimento de 16,0%, com uma arrecadação de prêmios de R$ 4,09 bilhões.

Desconsiderando-se auto, o desempenho das demais linhas de negócio dos seguros de danos foi 18,9% superior no ano de 2021 em relação a 2020, crescimento de R$ 8,24 bilhões na arrecadação de prêmios. A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 40,0%. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais, responsabilidade civil (RC) e transporte também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021.

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 14,4% na arrecadação de prêmios no acumulado de 2021, quando comparado com 2020. Ao analisarmos os seguros de danos sem auto, o crescimento no acumulado do ano é ainda maior, 18,9%. Já a arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 38,43 bilhões no acumulado do ano, valor 8,8% superior ao do mesmo período em 2020.  

Impulsionado pela sinistralidade do seguro agrícola, a sinistralidade do seguro de danos atingiu pico de 81,7% em dezembro de 2021. A sinistralidade dos seguros de danos em 2021 ficou em 54,6%, frente aos 49,4% observados em 2020. Nos seguros de pessoas, a sinistralidade de 2021 foi de 45,8%, frente aos 34,0% observados em 2020.  

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 40%. Os seguros das linhas responsabilidade civil (RC), transporte e riscos especiais patrimoniais também se destacaram, com crescimento acima de 20% na arrecadação de prêmios em 2021. 

Nos produtos de previdência, observa-se crescimento nominal de 5,8% na receita em 2021, em comparação com 2020. O PGBL apresentou, em 2021, crescimento nominal de 7,2% nas receitas em relação a 2020, tendo arrecadado R$ 11,62 bilhões no período. Os resgates em 2021 cresceram 14,0% em relação a 2020, totalizando R$ 9,64 bilhões –vide Tabela 7. As contribuições superaram os resgates em R$ 1,98 bilhão em 2021. Observou-se, no ano de 2021, em comparação com 2020, crescimento nominal de 1,3% nas contribuições de Previdência Tradicional. Os resgates, por sua vez, cresceram, totalizando R$ 2,09 bilhões em 2021, 16,1% acima do valor resgatado em 2020, conforme a Tabela 7. As contribuições superaram os resgates em R$ 1,26 bilhão em 2021.

Bradesco Seguros tem alta de 4,4% no lucro líquido em 2021, para R$ 5,3 bilhões

O Grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 5,3 bilhões, alta de 4,4% no acumulado do ano. O faturamento registrou expansão de 10,9% em 2021, em relação a 2020, totalizando R$ 81,8 bilhões, com crescimento dos prêmios ganhos de 9%. Houve evolução em todas as linhas de negócios. Em indenizações e benefícios, foram pagos R$ 42 bilhões em 2021, dos quais R$ 5 bilhões destinados exclusivamente a eventos relacionados à Covid-19, além de indenizações relativas aos Seguros de Vida e Habitacional.

De acordo com Octavio Lazari, presidente do Bradesco, o volume de sinistros relacionados à covid-19 no 4º trimestre foi o menor desde o início da pandemia no Brasil, apesar do avanço da variante ômicron. Segundo ele, a pior fase da pandemia parece ter ficado para trás e o banco terá alta de prêmios e redução de sinistros em 2022, informa o Valor. A área de seguros respondeu por 23% do lucro nos últimos três meses do ano. Em 2021, o resultado foi de R$ 11,452 bilhões, com queda de 5,5%. Para 2022, o Bradesco prevê crescimento de 18% a 23% no resultado de seguros.

O Retorno Médio sobre o Patrimônio Líquido (ROAE) também apresentou melhora significativa, passando de 14,3% para 17,7%. Vale destacar, ainda, a contribuição do Resultado Financeiro, que apresentou crescimento de 55,3% no ano e 43,1% na comparação com o quarto trimestre de 2020, influenciado pelo comportamento dos índices econômico-financeiros.

Segundo nota divulgada, ao longo do exercício, o grupo intensificou o desenvolvimento de produtos mais aderentes à nova dinâmica do mercado, com soluções que simplificam e agilizam as interações de clientes e corretores no processo de contratação. Foram realizados investimentos em projetos ligados à transformação digital em três principais frentes: tecnologia e análise de dados que possibilitem aos corretores de seguros exercer um papel cada vez mais consultivo; aprimoramento da jornada do cliente em sua plenitude, desde o primeiro contato com a companhia até o momento da regulação do sinistro; e fomento a iniciativas de inovação, visando garantir a sustentabilidade dos negócios no longo prazo.

Com a expansão e o aprimoramento dos canais digitais de comercialização, as vendas nessa modalidade cresceram 60% de janeiro a dezembro de 2021, alcançando R$ 1,6 bilhão, com aumento de 90% na quantidade de itens distribuídos. Os aplicativos Bradesco Seguros já acumulam cerca de 10 milhões de downloads.

O modelo multirramo e a estratégia adotada em cada segmento de atuação se traduziu no aumento do número de contratos em praticamente todas as linhas de negócios. As carteiras de Previdência, Saúde e Auto/Ramos Elementares registraram crescimento entre 4% e 10%, com a inclusão de 112 mil, 140 mil e 260 mil novos segurados, respectivamente. 

A Bradesco Saúde aprofundou o foco operacional no modelo de atendimento primário, elevando para 26 o total de clínicas Meu Doutor Novamed, das quais oito inauguradas em 2021. Em novembro, a rede lançou o Programa Pós-Covid-19, para suporte especializado aos desdobramentos da doença – iniciado em três clínicas e com previsão de chegar a um total de oito unidades. Desde a sua criação, em dezembro de 2015, as clínicas Meu Doutor Novamed totalizam mais de 800 mil atendimentos, com um nível de satisfação superior a 85% entre os pacientes.

No segmento de Previdência Privada, a grade de produtos foi modernizada, com o lançamento de novos planos com soluções de investimento, de modo a atender a demanda por diversificação de ativos e gestores. Além disso, a Bradesco Vida e Previdência implementou novas ações e parcerias comerciais, aproximando ainda mais o relacionamento com os clientes, ampliando, também, seus canais de distribuição, com ênfase em processos e serviços digitais. Da mesma forma, no ramo Vida, a empresa aperfeiçoou sua jornada, com a introdução de aceite digital, autofaturamento de apólices e possibilidade de alteração de beneficiários no AppBradesco.

Em Seguro Auto e Ramos Elementares, a Bradesco Auto/RE investiu em novos produtos personalizáveis e de contratação simplificada, com a utilização de tecnologia e serviços agregados, buscando maximizar a experiência do cliente. Merecem destaque os produtos com características de combo, como o Bradesco Seguro Auto Lar, que reúne coberturas dos Seguros Auto e Residencial e tem como objetivo ampliar a distribuição do segmento residencial. Na mesma linha, o Bradesco Auto Light permite acesso a um produto em média até 30% mais barato do que o Seguro Auto tradicional, sem prejuízo dos serviços contratados.

Já a Bradesco Capitalização intensificou a parceria com a Livelo e diversificou ainda mais seu portfólio de produtos, visando atender a todos os perfis de clientes, e expandiu o autosserviço, criando novas funcionalidades para consulta e gerenciamento dos títulos nos canais digitais.

EZZE Seguros contrata André Yoshinore para assumir a diretoria comercial em São Paulo

EZZE Seguros

A EZZE Seguros contratou André Yoshinore para a diretoria comercial da empresa, em São Paulo. Ele atuará ao lado de Ivo Machado, vice-presidente comercial e de marketing, no relacionamento com clientes e corretores parceiros e na oferta de soluções personalizadas para aumentar a participação da empresa nesta modalidade, rumo a meta de R$ 1 bilhão de faturamento, até 2024.

Profissional com mais de 20 anos de experiência em seguro garantia e passagem por grandes empresas do país, André é especialista em análise de riscos e chega para reforçar o time da seguradora que apresentou resultados expressivos em 2021, com apenas dois anos de operação. “Meu objetivo sempre foi o de ser um facilitador. Chego na EZZE para desenvolver equipes, prospectar novos negócios com agilidade, construir e levar soluções personalizadas para os clientes e estreitar, ainda mais, o relacionamento com os corretores especialistas”, reforça André Yoshinore.

A EZZE, fundada há dois anos, tem a meta de alcançar R$ 1 bilhão até 2024 e se configurar entre as 20 maiores seguradoras do país.

Chubb lucra US$ 8,54 bilhões em 2021, alta de 141,7%

A Chubb Limited (NYSE: CB) divulgou lucro líquido para o trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2021 de US$ 2,14 bilhões, ou US$ 4,95 por ação, e lucro operacional de US$ 1,65 bilhão, ou US$ 3,81 por ação. O índice combinado de P&C foi de 85,5%, comparado a 87,6% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano excluindo perdas por catástrofe foi de 83,9%, comparado a 86,4% do ano anterior.

Para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2021, o lucro líquido foi de US$ 8,54 bilhões, ou US$ 19,27 por ação, e o lucro operacional foi de US$ 5,57 bilhões, ou US$ 12,56 por ação. O índice combinado de P&C foi de 89,1%, comparado a 96,1% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano excluindo perdas por catástrofe foi de 84,8%, comparado a 86,7% do ano anterior.

Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb Limited, comentou: “Com crescimento de dois dígitos nos prêmios comerciais e a expansão contínua da margem de subscrição, a Chubb terminou o ano com lucros trimestrais e resultados de subscrição recordes, o que contribuiu para um dos melhores anos na história da nossa empresa. O lucro operacional por ação de US$ 3,81 no trimestre foi um recorde e aumentou quase 20%, com lucro líquido e lucro operacional do ano de US$ 8,54 bilhões e US$ 5,57 bilhões, respectivamente, também recordes. Os resultados recordes de subscrição no trimestre incluíram ganhos de subscrição de P&C de US$ 1,3 bilhão, um aumento de 31%, com um índice combinado de P&C de 85,5%.

“Os prêmios de P&C no trimestre cresceram 9,6%, com aumento nas linhas comerciais de 13% e de linhas de consumo acima de 2%, à medida que continuamos a sofrer o impacto da pandemia. Os prêmios comerciais aumentaram 11% na América do Norte e 15% em nossas operações internacionais, com fortes contribuições em nossos negócios. As taxas de P&C comerciais aumentaram 10,5% e 13%, respectivamente, na América do Norte e nas operações internacionais e esperamos que as taxas continuem a superar os custos de sinistros por algum tempo. Em nossas linhas de consumo internacionais, o crescimento está se recuperando lentamente e ganhando força. Por exemplo, os prêmios em nossa divisão internacional de acidentes pessoais aumentaram mais de 5,5% em dólares constantes, o terceiro trimestre consecutivo de crescimento e o melhor desde o início da pandemia.

“No lado dos ativos do balanço patrimonial, o lucro líquido ajustado de investimento superou US$ 900 milhões no trimestre e contribuiu para um recorde de US$ 3,7 bilhões no ano. Com o FED (Banco Central Americano)  finalmente aceitando que a inflação é uma realidade que não vai desaparecer, as taxas de juros estão aumentando e continuarão subindo, e os “spreads” devem começar a aumentar, principalmente se o FED começar a reduzir seus balanços como deveria. Isso começará a beneficiar nossa carteira de investimentos em renda fixa, que tem prazo de quatro anos. Cada 100 pontos-base de rendimento do portfólio para nós produz cerca de US$ 1,2 bilhão de receita de investimento adicional.

“Olhando para o futuro, além do forte e contínuo crescimento orgânico, nos beneficiaremos de maiores receitas e ganhos, a curto e longo prazo, com a aquisição dos negócios da companhia Cigna na Ásia e o aumento de participação no Huatai Group na China, quando aprovado pelo regulador.

“Em suma, estamos em um período de forte criação de valor e 2022 deve ser um bom ano em termos de crescimento e melhoria de margem.”

ESSOR lança primeiro seguro de Responsabilidade Civil “All Risks” para eventos 

Juliana Santos Eventos Seguros
@d2pfotografia.studio

A ESSOR Seguros, seguradora dedicada a atuar em ramos específicos e que exigem especialistas, acaba de lançar um seguro para eventos que promete mexer com o segmento. “Nossa estratégia é sempre criar um produto que atenda às necessidades dos consumidores com uma experiência que seja simples, útil, transparente e ao mesmo tempo sofisticada. Ter um produto especializado ajuda a nossa base de 7,6 mil corretores a atender melhor os clientes, o que impõem um ciclo virtuoso para todos os envolvidos”, diz o CEO Fábio Pinho. 

O contrato fechado com a maior categoria de automobilismo brasileiro, primeiro grande evento de 2022, mostra que o produto agradou. Em apenas 1 mês, foram emitidas mais de 50 apólices para cobrir mais de 100.000 pessoas espectadoras. 

Assim como fez com produtos voltados ao agronegócio e embarcações, que já trazem um retorno visível ao posicionar a seguradora entre as primeiras do ranking nos nichos citados, Pinho buscou uma especialista para subscrever o seguro de eventos: Juliana Sabrina dos Santos, sócia-fundadora da Axpert Underwriting, empresa especialista em desenvolvimento de seguros inovadores voltados para entretenimento e outros segmentos.

“A tecnologia nos mostrou benefícios dos eventos virtuais, mas nada substitui a experiência que os eventos presenciais proporcionam às empresas e pessoas”, afirma a especialista que atua há mais de 15 anos neste ramo e que está muito otimista com o progresso e resultados da vacinação.

Foto Fabio Essor Seguros
“Ter um produto especializado ajuda a nossa base de 7,6 mil corretores a atender melhor os clientes, o que impõem um ciclo virtuoso para todos os envolvidos”, diz o CEO Fábio Pinho 

O mercado mundial de seguros e resseguros contabilizou bilhões em perdas, com várias empresas deixando de atuar no setor. Graças ao avanço da vacinação, cada dia menos medidas restritivas que levem ao cancelamento ou adiamento de eventos. Na Europa, por exemplo, os governos descartam tais medidas e o segmento de eventos já mostra sinais de recuperação, principalmente na realização de eventos corporativos e shows. 

“O mesmo acontece no Brasil, que já tem mais de 70% da população vacinada com pelos menos duas doses. Apostamos neste segmento que certamente irá apresentar uma boa performance neste ano, porém em um modelo novo, com protocolos de saúde e contratos mais claros e seguros”, acredita Juliana. As pesquisas do segmento de eventos revelam otimismo. A Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape) projeta que 2022 será de retomada de 100% da programação, o que pode representar 440 mil eventos dentro de um ano. De acordo com pesquisa realizada pela Abrape em parceria com Ambev e Provokers em outubro 2021, oito em cada dez brasileiros tinham interesse em frequentar eventos presenciais. 

“Mesmo com todos os avanços tecnológicos, não há nada que substitua o toque, o olho no olho”, afirma Roberto Uhl, head da área digital da ESSOR. “Depois de muita espera, acreditamos que 2022 será marcado pelo retorno das ações presenciais, sempre com respeito aos protocolos de segurança e trazemos aos corretores um seguro diferenciado e que traz em uma única apólice tudo o que o cliente precisa  para não ter discussões quando for acionado”. 

Para conquistar uma posição de destaque no segmento, o seguro de eventos da ESSOR foi desenhado para dar sustentabilidade aos organizadores, produtores e promotores de eventos empresariais, culturais, esportivos e sociais. Visa indenizar danos causados a terceiros, que sejam decorrentes de acidentes relacionados com a realização de eventos. O que torna o produto único no mercado, segundo os executivos, é o fato de agregar várias coberturas em uma única apólice. 

“Nossa missão é encantar os clientes do começo ao fim da jornada para disseminar a cultura de contratação de seguros de eventos no Brasil, que ainda é muito limitada”. Segundo a especialista, a contratação de seguro para cancelamento de eventos ainda é muito baixa. “Os corretores não demandam e os clientes não pedem. Queremos mudar isso com o produto que já inclui tudo o que precisam e que desenvolvemos dentro do tripé simplicidade, praticidade e confiabilidade”.

Juliana afirma que este seguro é o primeiro do mercado segurador brasileiro do tipo “all risks” para responsabilidade civil., ou seja, várias coberturas em uma única apólice. O corretor poderá oferecer seguro de Responsabilidade Civil (RC), que cobre reclamações de terceiros caso sofra algum dano material, corporal ou moral. O seguro de Riscos Diversos (RD) cobre danos causados a equipamentos, instrumentos musicais, bens em exposição entre outros e o Acidentes Pessoais (AP) que indeniza por morte ou invalidez permanente causada de forma acidental durante o evento segurado.

A plataforma digital está parametrizada com algoritmos que definem os riscos que podem ser aceitos ou não e em quais termos e condições, considerando o perfil de cada risco e a escolha das coberturas e valores segurados. “O objetivo é entender o risco e o valor mais justo para o segurado utilizando os dados e para que este seja um processo de melhoria contínua a cada risco analisado digitalmente pela plataforma”, acrescenta. 

Segundo UHL, o seguro poderá ser cotado pelo corretor na plataforma digital e em poucos minutos a apólice é emitida. “Usamos a tecnologia para subscrever os riscos, o que torna a cotação e emissão ágil e precisa. Apesar de já termos números acima da expectativa durante o nosso piloto, temos ainda muitas oportunidades pela frente e queremos usar os feedbacks dos corretores e segurados para agregar o máximo de valor às suas operações. 

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It´sSeg adquire corretora Basel,  uma das líderes da região Nordeste

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Depois de fechar acordo para a  venda do controle para a corretora norte-americana Acrisure, a It´sSeg volta  às compras e anuncia a aquisição da operação da  Basel, uma das maiores corretoras de seguros e benefícios da  região Nordeste. Esta é 12ª aquisição da It´sSeg desde que a companhia foi fundada há 8 anos pelo executivo Thomaz Menezes. O valor da transação não foi revelado.

A Basel foi fundada em 2015 e tem sede em Recife, mas atua em todo o país. A companhia tem uma carteira de 120 mil vidas e prêmios anuais de R$ 240 milhões. Cerca de 90% da operação da empresa está focada em benefícios e 10% em seguros gerais. Os negócios corporativos respondem por 91% da atividade da empresa e 9% são resultado de operações de varejo. Os sócios Othoniel Pimentel e José Mendonça permanecerão na operação.

Em outubro do ano passado o fundo britânico Actis fechou acordo para a venda de controle da It´sSeg para a Acrisure, um dos 10 maiores brokers globais de seguros, com receita anual de US$ 3 bilhões. A venda está tramitando em aprovação da ANS. 

“A entrada de um sócio estratégico nos permitiu seguir avançando na compra de corretoras de qualidade para ganhar escala”, diz Thomaz Menezes. De acordo com o executivo, “o Brasil ainda tem um mercado de muito fragmentado, o que abre boas oportunidades de negócios, especialmente praças regionais”.

Para José Mendonça e Othoniel Pimentel, sócios da Basel e que permanecem no negócio, a associação com a It’sSeg irá fortalecer os negócios atuais da corretora, trazendo inúmeros benefícios para colaboradores e clientes da carteira.

Desde 2014, a It´sSeg adquiriu as operações das corretoras Torres Benefícios, Raduan, Você Clube, Barela Seguros, PMR Seguros, MBS, LP Corretora, Bergus, Gebram, Victory e B2P.

A It´sSeg fechou 2021 com prêmios totais de R$ 2,5 bilhões, volume 11% maior que o verficado em 2020. A companhia tem uma carteira com 1000 clientes corporativos e cerca de 1,5 milhão de vidas administradas, antes da aquisiçõa da Basel.

A It´sSeg é formada pela corretora que dá nome ao grupo e pelas empresas Barela (braço de corretagem especializado em seguros para pequenas empresas e indivíduos), Gebram (distribuidora líder de seguros no interior de São Paulo), Você Clube (especializada em administração de benefícios), B2P (focada em gestão de licenças médicas) e Oktuz (tecnologia para RH).

Europ Assistance Brasil patrocina InvestSmart 2022

Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance Brasil e da CEABS 1hb

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil – uma das três maiores empresas de soluções em serviços e assistências (emergências e não emergenciais) do Brasil – participará nesta semana do InvestSmart, considerado o maior evento de investimentos do Rio de Janeiro. O encontro acontecerá nos dias 10 e 11 deste mês no Expo MAG, na região central da capital fluminense.

São esperados mais de 1.500 investidores, entre estudantes e executivos, e contará com 60 palestrantes e mais de 50 expositores. Para Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance e da CEABS Serviços, este é um evento muito importante para a marca. Por conta disso, a empresa contará com um stand para receber clientes e prospects interessados em construir parcerias.

“Somos muito mais que uma empresa de assistência, nós trabalhamos com proteção, e este evento é uma ótima oportunidade para ajudar a divulgar esse tipo de consciência a respeito de nossos serviços. Sempre lembrando que contratar uma proteção, por meio de um pacote de assistência ou seguro, são formas de investimento, pois proporcionam segurança para os seus bens de consumo e para toda a família”.

O InvestSmart será dividido em quatro áreas: InvestStage, onde estarão os principais nomes do evento e do mercado financeiro; InvestClasses, espaço com conteúdos mais didáticos e técnicos; InvestArena, onde os grandes nomes das finanças poderão falar, sem filtros, sobre suas perspectivas sobre o mercado e pessoais; e Feira de Negócios, para networking e conhecer de perto os principais players das finanças, como fundos, assessoria de investimento, empresas de crédito e seguros.

Lucro da Porto Seguro recua 8,5% em 2021, para R$ 1,54 bilhão

Porto Seguro

A Porto Seguro divulgou lucro líquido de R$ 1,54 bilhão em 2021, recuo de 8,5% em relação ao ano anterior. O lucro liquido recorrente recuou 28,6%, para R$ 1,17 bilhão. As receitas atingiram R$ 21,5 bilhões em 2021, o que, segundo comunicado da companhia, é um recorde.

Na vertical Seguros, o grupo atingiu R$ 14,9 bilhões em prêmios emitidos em 2021 e R$ 4,2 bilhões no quarto trimestre, com desempenho favorecido pela fidelização e expansão na base de clientes através de soluções segmentadas para os diferentes perfis de consumidores. No seguro Auto, o grupo obteve incremento de 311 mil veículos em 2021, encerrando o ano com 5,8 milhões de veículos segurados, além de 4,2 milhões de pessoas cobertas pelos nossos seguros de Vida e 2,6 milhões de apólices vigentes nos seguros Patrimoniais.

Na vertical Saúde, as receitas chegaram a R$ 2 bilhões em 2021 e R$ 597 milhões no quarto trimestre. O grupo encerrou o ano com 349 mil (+28,8% vs. 2020) vidas cobertas pelo Seguro Saúde, o maior patamar dos últimos 8 anos, com um incremento de 78 mil vidas em 2021, proveniente da manutenção de elevadas taxas de renovação e de um aumento consistente no número de novas vendas.

A vertical Negócios Financeiros atingiu R$ 3,5 bilhões de receita em 2021 e R$ 1 bilhão no quatro trimestre, e também segue crescendo em ritmo acelerado, com a carteira de crédito atingindo R$ 13,3 bilhões de saldo ao final de 2021, crescimento de 33% no ano, alavancado principalmente pela operação de Cartão de Crédito e Financiamento, através de iniciativas bem sucedidas de vendas e de uma estratégia eficaz de gestão de crédito, informa o comunicado.

A vertical Serviços atingiu R$ 350 milhões de receita em 2021 e R$ 95 milhões no 4T21, decorrente principalmente da evolução dos negócios do Carro Fácil, que atingiu 10 mil contratos ativos ao final do ano, e pelo crescimento dos serviços de assistência Porto Faz e Reppara!, que juntos aumentaram a receita em 36% em 2021.

No consolidado de todos os negócios de seguros, o grupo encerrou o ano com um Índice Combinado de 94,9%, permanecendo 1,1 p.p. abaixo da média dos últimos 10 anos. Segundo a nota, o resultado é decorrente de uma sinistralidade controlada, que atingiu 53,1% em 2021, a despeito dos desafios enfrentados no período, e dos ganhos de eficiência operacional observados nos últimos anos, refletidos na soma dos índices de D.A.+D.O, que atingiram 16,4% no ano.

O resultado financeiro atingiu R$ 468 milhões em 2021 e R$ 138 milhões no trimestre. A rentabilidade das aplicações financeiras (ex-previdência) foi equivalente a 184% do CDI no ano, favorecida principalmente pelo desempenho dos títulos indexados à inflação, e a 93% do CDI no trimestre, impactada principalmente pelos ativos de renda variável.

A Porto destaca no balanço que o ano de 2021 foi bastante dinâmico na agenda de inovação, transformação digital e crescimento, tanto de forma orgânica como inorgânica. No campo societário, criou a Mobitech, uma joint venture em parceria com a Cosan, para oferecer soluções inovadoras de mobilidade; consolidou a aquisição de 50% da Conectar; incorporou a participação societária na Petlove, através da transferência do Porto.Pet para o ecossistema de produtos da empresa; adquiriu 75% da insurtech Segfy e também 75% da fintech Atar; e já no início de 2022, adquiriu ainda participação de 10% na startup Plugify.

Na agenda de inovação, destaca o lançamento do Bllu, primeiro seguro mensal de automóvel com contratação 100% digital do mercado; o VidaOn, seguro de vida para que os beneficiários possam usufruir em vida os benefícios do produto; o Techfácil, solução de assinatura de produtos eletrônicos; e o SuperApp, que já simplifica o relacionamento dos nossos clientes através de um único aplicativo para os diversos produtos que oferecemos.

Projeção da Selic é mantida, mesmo com intenção do Copom em reduzir o ritmo do ajuste em próximas reuniões

pedro simoes cnseg

O destaque desta semana nas previsões do Boletim Focus do Banco Central divulgado nesta segunda-feira, 7, traz a sinalização bastante firme dada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em sua última reunião. A autoridade monetária manteve o ritmo de aumento em 150 pontos-base, levando a Selic a 10,75%, mas deixou explícita a intenção de reduzir no ritmo do ajuste nas próximas reuniões. Os economistas do mercado financeiro mantiveram a projeção para os juros básicos da economia no fim de 2022. A projeção continuou em 11,75% e o cenário para a taxa básica de juros da economia foi mantido para os anos seguintes.

“O risco parece estar na política fiscal, afinal, é importante lembrar que a grande desancoragem das expectativas de longo prazo no ano passado aconteceu por conta de uma questão fiscal, a PEC dos Precatórios, e não por uma decisão de política monetária. O Banco Central parece ter deixado uma mensagem: sem deterioração fiscal adicional, o ajuste promovido até agora e já programado são suficientes para, nas defasagens adequadas, levar a inflação de volta à meta em prazo razoável”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. 

Outro destaque é que as revisões negativas para o crescimento do PIB este ano cessaram. A projeção mediana para o crescimento do PIB em 2022 permaneceu em 0,30%. Já para 2023, houve nova queda, de 1,55% para 1,53%.  O economista da CNseg credita esta boa notícia é uma consequência de surpresas positivas nas divulgações para o nível de atividades em novembro. O primeiro indicador conjuntural para dezembro surpreendeu novamente para cima: a produção industrial, medida pela PIM-PF, do IBGE, teve alta de 2,9% em dezembro, acima do esperado. Com esse resultado, a indústria acumulou alta de 3,9% em 2021, depois de dois anos de queda. 

“Apesar desse primeiro resultado positivo para as atividades, a síntese das sondagens de confiança da FGV revela que houve queda da confiança de empresas e consumidores em janeiro. Entre as empresas, o avanço da variante Ômicron e as incertezas do ano eleitoral pesam. Já para os consumidores, a confiança não apenas voltou a cair em janeiro como permanece em níveis mais baixos que a do empresário. Refletem preocupações com a inflação que permanece alta, aumento das taxas de juros, maior endividamento e o mercado de trabalho ainda fraco, com aumento de emprego ainda focalizado nas ocupações de renda mais baixa, o que faz cair o rendimento médio”, enumera Simões. 

Leia o boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana neste link, no portal da CNseg.