A Rússia e a Bielorrússia representam menos de 1% dos negócios realizados pelo Lloyd’s of London, segundo informou o mercado de seguros, acrescentando que procuraria reduzir a exposição russa em várias de suas classes de seguros especializadas.
Seguradoras e resseguradoras com sede em Londres já pararam de fornecer cobertura para companhias aéreas russas após sanções devido à invasão da Ucrânia pela Rússia. “Continuaremos implantando nossa experiência, recursos e redes – cobrindo áreas cruciais como riscos cibernéticos, espaciais e políticos – para ajudar a fornecer um regime de sanções eficaz contra ativos russos”, disse o Lloyd’s em comunicado.
Embora as empresas russas normalmente usem seguradoras locais para apólices de seguro comercial, elas geralmente são resseguradas por meio do Lloyd’s, dizem fontes do setor. As empresas fazem seguro cibernético contra ataques cibernéticos, enquanto o seguro espacial cobre danos a satélites e foguetes.
O seguro de risco político é normalmente um complemento ao seguro de propriedade comercial e pode ser acionado no caso de questões como guerra ou nacionalização.
O Lloyd’s disse que “continuará as conversas frequentes que temos tido com reguladores do Reino Unido e internacionais desde o início do conflito” para garantir que as sanções tenham o máximo impacto.
O Lloyd’s, composto por cerca de 100 membros do sindicato, divulgou prêmios brutos emitidos totalizando 35,5 bilhões de libras (US$ 46,37 bilhões) em 2020. Seus resultados anuais de 2021 serão divulgados em 24 de março.
As contribuições e prêmios em planos de previdência privada aberta fecharam janeiro em alta, somando R$ 11,4 bilhões nesse início de 2022. Os resgates somaram R$ 10,2 bilhões no período. Deduzidos das contribuições, ficam R$ 1,2 bilhão em captação líquida no mês. Os ativos registraram um montante acima de R$ 1,08 trilhão.
Dentre as opções em planos registrada em janeiro, a maioria escolhida ainda é o VGBL (93,5%), seguido pelo PGBL (5,9%) e os Tradicionais/outros (0,6%). As informações são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi.
Crescimento de 11,2% em 2021
A poupança de longo prazo no Brasil (previdência privada aberta) cresceu 11,2% em 2021 sobre o ano anterior, de acordo com o relatório consolidado da Federação. As contribuições em previdência privada aberta superaram R$ 138 bilhões, de janeiro a dezembro.
Os resgates aumentaram 25,2% no conjunto dos doze meses, chegando a R$ 103,4 bi no acumulado. Deduzidos os resgates das contribuições, o saldo foi de R$ 35 bilhões em captação líquida em 2021.
Produtores de grãos, principalmente dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul sofreram com a seca que impactou, principalmente, as lavouras de soja e milho verão nos meses de novembro e dezembro de 2021. Os produtores rurais foram fortemente afetados e por meio do seguro da MAPFRE foram indenizados em cerca de R$350 milhões pelos prejuízos causados pela estiagem.
O total de perdas ainda está sendo contabilizado, pois existe uma grande área a ser colhida, mas já superaram as previsões e são consideradas perdas recorde. “Tivemos duas safras consecutivas com perdas históricas. O produtor que não tinha nenhum tipo de seguro teve um impacto financeiro significativo, obrigando alguns até a saírem da atividade. Em safras como estas, a importância do seguro rural para gestão de risco do produtor se torna ainda mais evidente”, comenta Catia Rucco Rivelles, superintendente de Agronegócios da MAPFRE.
Segundo a executiva, a companhia possui um plano de contingência montado para situações de muitos acionamentos de sinistros no mesmo período. “O seguro agrícola é para cobrir eventos catastróficos e é esperado que algumas safras sejam mais catastróficas que outras. Sendo assim, é necessário que haja uma estrutura de campo montada para atuar nesses tipos de situação”, explica. “Nos casos de sinistros registrados no fim do ano passado devido à seca nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul, a MAPFRE comprovou sua solidez desde o processo de atendimento até as vistorias e pagamento das indenizações”, ressalta.
Catia recomenda que o agricultor deve se atentar ao momento da contratação de um seguro agrícola, para que não perca a época adequada e saiba escolher o produto ideal para assegurar sua lavoura. “O produtor rural deve procurar um corretor especializado em seguros rurais o quanto antes possível, que poderá apoiá-lo em caso de dúvidas e na contratação do seguro. Ainda assim, é necessário que o agricultor leia atentamente a proposta de seguro, as condições gerais do produto e, paralelamente, pesquise sobre as seguradoras”, alerta.
A Willis Towers Watson PLC comunicou que se retirará de seus negócios russos. Em comunicado, o CEO da Willis, Carl Hess, disse que a corretora transferirá a propriedade de suas operações russas para a administração local das empresas.
O anúncio da terceira maior corretora do mundo segue uma decisão semelhante da Marsh & McLennan Cos. Inc. na semana passada e um anúncio da Aon PLC de que havia suspendido suas operações na Rússia, após a invasão russa da Ucrânia.
A Zurich no Brasil migrou grande parte dos seus sistemas legados para o Dynamics 365 da Microsoft, plataforma de aplicativos de negócios inteligentes, dando início a uma série de projetos que culminaram em novos sistemas que estão impactando positivamente as operações. Com o sistema de CRM, a empresa conseguiu aumentar em 21% a sua performance de produtividade na área comercial, enquanto reduziu 25% do seu tempo de cotação com o módulo de Workflow.
A partir do Dynamics 365, a Zurich desenvolveu o Z-Chamado, seu primeiro sistema para produção, que permite a criação de chamados (tickets) pelo segurado, corretor ou até mesmo pelos funcionários, para atendimento pelas áreas internas da empresa, por meio do Portal da Zurich. O sistema também possui integração com caixas de e-mail departamentais – quando uma caixa recebe e-mail, o chamado é automaticamente criado e encaminhado para determinada área. Dentro do Call Center, o Z-Chamado funciona como um sistema de abertura de chamados de segundo nível, ou seja, quando o operador, por conta própria, não consegue resolver a solicitação, o chamado é direcionado para as áreas internas da companhia.
Em seguida, a companhia investiu na solução de CRM voltada à área comercial. Com isso, a Zurich conseguiu criar a estrutura hierárquica comercial de forma sistêmica, com separação de perfis de acessos, gestão de unidades de negócio, consulta da produção da equipe e corretores, gestão de pipeline e atingimento de metas, gestão da grade de atendimento, relatório de visitas a corretores (integrada à agenda do Outlook), plano de negócios e diversos painéis de gerenciamento de dados integrados à solução.
De acordo com Idevar Junior (foto), gerente de sistemas da Zurich do Brasil, em apenas 10 meses após a implantação do CRM comercial, a performance de produtividade da área comercial aumentou 21%.”A operação relacionada ao CRM surgiu da necessidade de uma plataforma com dados centralizados da produção das filiais, que antes eram distribuídos entre diversos sistemas. A integração permitiu uma visualização ainda melhor da produção da Zurich como um todo”, comenta.
Além disso, foi desenvolvido o sistema Workflow, integrada ao CRM, que permite a entrada de pedidos de cotação para linhas de negócio que envolvem grandes corretores e negócios, e controla o fluxo da entrada até a emissão da apólice. Este sistema resultou em uma redução de 25% do tempo de cotação. Um ponto de destaque é a integração nativa com o Outlook para converter pedidos de cotação do corretor via e-mail em uma solicitação dentro do Dynamics 365, de forma automática.
“A tecnologia só tende a crescer dentro da Zurich. As áreas têm notado cada vez mais os benefícios da plataforma – como a melhoria na operação, gestão da produção e atendimento ao cliente – e já estão criando novos projetos. A possibilidade de integração com outras soluções da Microsoft também trouxe uma grande vantagem nesse processo, como mostram os nossos dados de desempenho”, finaliza Idevar.
“Ver a parceria entre a Microsoft e a Zurich se estreitando no Brasil e trazendo resultados tão benéficos, é muito gratificante e nos mostra o quanto podemos gerar de impacto nas operações com as ferramentas adequadas”, diz Marcondes Farias, diretor de produto de Dynamics 365 e Power Platform da Microsoft Brasil.
Hoje, os serviços são utilizados por toda a empresa, que possui um total de 1.500 colaboradores espalhados por todo o Brasil, possibilitando um ganho expressivo de produtividade na operação.
Assim como a matriz, a subsidiária brasileira da MAPFRE transpira otimismo. O Brasil é o segundo maior mercado do grupo depois da Espanha e tem um status especial dentro da estratégia de crescimento das vendas e das receitas. No ano passado, a seguradora representou 15% dos prêmios emitidos pelo grupo. “Crescemos 15%, enquanto o mercado brasileiro cresceu 14%”, diz Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE no Brasil, durante sua participação no Encontro de Acionistas 2022, realizado na sede em Madri.
Assim como para o presidente do grupo, Antonio Huertas, Pérez-Serrabona diz que a fortaleza econômica e social do Brasil é impressionante. “As oportunidades para o setor de seguros são imensas. O país tem baixa penetração do seguro no PIB, o setor demonstrou forte resiliência no período de pandemia e houve um forte aumento da sensibilidade das pessoas sobre a necessidade de ter proteções financeiras”, elenca.
“O que nos preocupa são a inflação e as mudanças climáticas, que afetam muito o seguro rural. Agora mesmo, veja, recebi um aviso no celular de um tufão no sul do Brasil. Mas é para isso que existimos. Vender proteção para situações de risco”. Num cenário de inflação elevada, os seguros mais ligados a empréstimos, como o seguro prestamista, tendem a sofrer baixa nas vendas com o represamento dos financiamentos. Por outro lado, a taxa básica de juros, a Selic, está extremamente elevada no Brasil. É ela que remunera as reservas das seguradoras e traz ganhos para compensar os efeitos da inflação.
De acordo com um estudo da MAPFRE Economics, os principais riscos para a economia brasileira são a inflação, o impacto da seca nos preços da energia elétrica, a alta dos preços dos alimentos e dos juros – que certamente afetarão o consumo e o investimento. Além disso, a produção industrial também pode ser impactada por mais alguns meses diante das dificuldades de abastecimento. Num cenário otimista, o levantamento estima que os prêmios do segmento de seguros de bens e responsabilidades vão desacelerar e crescer cerca de 5,8% no final de 2022. Os prêmios de vida, por sua vez, reflexo das projeções da previdência e taxas de juros de curto e longo prazo, e na ausência de choques de incerteza na economia, devem crescer fortemente.
Ricardo González, economista da MAPFRE Economics, diz que uma atualização do estudo deverá ser publicada em abril. “Acreditamos em um 2022 bom para o setor de seguros, mas temos de considerar os impactos que uma guerra significa para o mundo. A alta da inflação que temos observado até o momento pode afetar o custo das sinistralidades de várias carteiras, como vida e automóvel”, citou.
Ricardo Gonzáles: “Acreditamos em um 2022 bom para o setor de seguros, mas temos de considerar os impactos que uma guerra significa para o mundo”.
Pérez-Serrabona cuida da estratégia e Felipe Nascimento é o CEO de operações e comercial, que incluem os segmentos de automóveis, seguros gerais, grandes riscos e vida. “Ele (Pérez-Serrabona) me diz para perseguirmos um crescimento de 20% ao ano nos próximos 3 anos. Com o avanço econômico do Brasil certamente isso poderá ser cumprido e estamos nos preparando para este momento”, afirma Felipe Nascimento.
O executivo conta que tem a seu favor uma equipe talentosa, corretores comprometidos e muita tecnologia para colocar em mercados como vida, agro, PMEs e grandes riscos. “A aceleração da digitalização no setor de seguros tem sido incrível. Somos uma seguradora multiprodutos e multicanais, o que nos permite lançar produtos diferentes em diversas plataformas. Em breve, lançaremos uma para os corretores, que facilitará muito o dia a dia dos profissionais”, destaca Nascimento.
Quando o assunto é inovação, há muito a abordar no grupo. A subsidiária local é uma das pupilas do programa mundial Open Innovation. José Antonio Arias, que lidera a inovação mundial, explica que se trata de um modelo global com equipes em várias empresas e países onde o grupo MAPFRE está presente.
“Todas as iniciativas de Inovação Aberta da MAPFRE operam sob um único indicador: quantos clientes se beneficiam de nossas inovações”, comentou ele em conversas com jornalistas de 12 países convidados na sede da companhia. Segundo Arias, o cenário de total disrupção das startups cedeu lugar para a colaboração com as seguradoras tradicionais, ávidas por digitalização e entrega de uma jornada fluida aos clientes e corretores.
Arias: “O Brasil é um país estratégico para o grupo MAPFRE e vemos muitas oportunidades de invoção”
Joan Cuscó, diretor de Inovação, resume o objetivo do programa em uma frase: “juntos podemos ir mais longe”. Segundo Cuscó, a colaboração entre startups e grandes empresas é uma oportunidade que nenhuma das partes pode deixar escapar. “Estamos nos posicionando como o programa de referência no setor de seguros, reduzindo processos que duravam meses ou anos a poucas semanas. Depois de dezenas de pilotos lançados no mercado, com uso intensivo de inteligência artificial e suas diferentes aplicações, sabemos exatamente o que temos a oferecer e o que podemos esperar em troca”, diz.
O programa MAPFRE Open Innovation possui fundos de investimento para participação em empresas de capital de risco dedicadas à inovação relacionada ao mundo dos seguros. O mais recente foi lançado este ano, com aporte de 350 milhões de euros para aportar em iniciativas que façam a diferença para o crescimento do grupo segurador. “Queremos que os clientes tenham as mesmas facilidades para contratar um seguro ou pedir uma indenização que ele encontra em outros segmentos, como pedir comida pelo aplicativo ou assistir ao filme que quiser, na hora mais conveniente, como acontece nos streamings”.
Felipe Nascimento conta que a subsidiária brasileira já tem duas soluções dentro do Open Innovation. Uma delas é com a Tractable, empresa de solução tecnológica baseada em Inteligência Artificial. Juntas, elas visam ajudar os clientes da seguradora a terem seus carros reparados de forma mais eficiente com a ajuda de dados. A solução acelera em até duas semanas a devolução de veículos aos clientes após um sinistro. “O sistema nos permite avaliar danos visíveis e ocultos. É surpreendente o nível de detalhes e a capacidade de dados nos permite aportar muitas informações”, explica.
Outros projetos em curso no Brasil são a parceria com a ThinkSeg com a oferta do seguro intermitente, ou pay per use, o seguro paramétrico, o uso de drones para aprimorar a subscrição de riscos, bem como para agilizar a regulação de pedidos de indenização no seguro rural entre vários outros.
“O que mais nos encanta são as imensas oportunidades de crescimento que temos pela frente”, avalia Pérez-Serrabona. ‘Isso sem falar no talento dos brasileiros. Temos uma experiência incrível com os jovens. Entregamos a eles desafios e crescimento e eles nos devolvem soluções incríveis”, acrescenta
Nascimento afirmou que saiu do Encontro de Acionistas 2022 ainda mais confiante de que tem uma estratégia pautada na eficiência e produtividade. “Nosso objetivo será um crescimento disciplinado nas linhas de auto, multirriscos, vida e empresas, a fim de gerar valor tanto para nossos clientes quanto aos nossos parceiros e distribuidores, comprovando nossa solidez e capacidade comercial. Este é o momento e chegou a hora de caminharmos juntos nesta transformação”.
Dois efeitos, o da guerra na Ucrânia sobre os preços das commodities e o da divulgação do PIB 2021, continuam a influenciar os movimentos das expectativas econômicas no boletim Focus desta segunda-feira, 14. A mediana das estimativas para o IPCA avançou pela nona semana consecutiva, de 5,65% para 6,45%. O aumento do preço internacional do barril de petróleo fez com que a Petrobras anunciasse, na semana passada, reajustes dos preços, nas refinarias, de 18,7% na gasolina e de 24,9% no diesel.
Com isso, a projeção do mercado para a inflação deste ano está cada vez mais fora da meta do Banco Central, que é de 3,5% com tolerância de 1,5 ponto percentual. A projeção para a Selic também aumentou, de 12,25% para 12,75% ao final deste ano e de 8,25% para 8,75% ao final do ano que vem.
“É interessante notar que as projeções para este ano continuaram a aumentar mesmo com a projeção mensal para maio ser, pela primeira vez, de deflação, contemplando a possibilidade de redução da bandeira tarifária de energia elétrica para o que temos sinalizado desde o fim do ano passado. Isso mostra que, para analistas do mercado, mesmo esse choque positivo pode não ser suficiente para compensar os demais riscos altistas e choques adversos nos preços”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg.
Na agenda da semana, destaque para a decisão do Copom, na quarta (16/03) e para o IBC-Br de janeiro, na quinta-feira (17/03).
Alessandro Jarzynski chega ao BS2, banco digital PJ, como vice-presidente da BS2 Seguros, seguradora anunciada em dezembro de 2021. Com mais de 25 anos de experiência no segmento, Jarzynski apoiará Adriano Romano, líder da operação, na implementação do plano de negócio. Entre os desafios do executivo, o foco será a atuação no mercado B2B2C nos ramos de Pessoas e Bens, impulsionando o objetivo de ganhar mercado rapidamente por meio da oferta de soluções ágeis e personalizadas, especialmente para o público das PMEs. A expectativa é alcançar um faturamento de R$ 1 bilhão em cinco anos. A seguradora ainda aguarda a aprovação da Susep.
Jarzynski é formado em Administração de Empresas e Foreign Trade pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Negócios pela Universidade de Pittsburgh (EUA). O executivo foi Managing Partner na Bleu B. Capital & Advisory (EUA), CEO Brasil, CEO Regional e Chief Underwriting Officer América Latina na QBE Insurance, onde atuou por mais de 16 anos (Brasil e EUA), CEO na Reliance National Brasil Seguros S.A. e também passou pela CIGNA no Brasil e na Argentina. Nos últimos 1 ano e meio, atuou como cofundador na Tryger em Miami, Flórida.
A SulAmérica informa a seus acionistas e ao mercado que Reinaldo Amorim assume a vice-presidência do Controle (CFO) da companhia. Ricardo Bottas, atual CEO da SulAmérica, foi indicado pelo Conselho de Administração da Empresa para acumular o cargo de Diretor de Relações com Investidores.
Graduado em Ciências Atuariais pela UFRJ, pós-graduado em gestão pelo IBMEC e com MBA Executivo em Administração de Empresas pela FGV-RJ, Reinaldo Amorim possui uma vasta experiência no setor de seguros e de saúde, tendo passagens por consultorias e empresas de auditoria internacionais como a Price Water House Coopers (PwC) e a Tower Watson. Na SulAmérica, o executivo soma 13 anos de atuação, divididos em dois períodos – neste último, já há 7 anos, no qual ocupou o cargo de diretor de Riscos e Compliance da seguradora.
Desde 2021, Amorim também é membro do Comitê Executivo da companhia. Agora, como vice-presidente de Controle, o executivo responderá diretamente ao CEO e Diretor de RI, Ricardo Bottas. Sob a responsabilidade do novo CFO estarão as atividades de finanças, contabilidade, tributos, atuarial, fusões e aquisições (M&A), além das áreas de riscos, compliance, privacidade e controles internos.
A Marsh McLenann anunciou sua saída da Rússia na sexta-feira. “Condenamos o ataque não provocado do governo russo contra o povo da Ucrânia. Tendo assistido com horror ao trágico número de vítimas humanas na Ucrânia, sentimo-nos compelidos a tomar esta atitude. Pretendemos transferir a propriedade de nossos negócios russos para uma administração local que operará de forma independente no mercado russo. Esta não foi uma decisão simples e nos juntamos a todos os que pedem uma solução rápida e pacífica para este conflito mortal”, informou Dan Glaser, presidente e CEO, em comunicado.
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