MAPFRE inaugura em Ribeirão Preto sua primeira sede regional totalmente sustentável

Fonte: Mapfre

Comprometida em ampliar suas práticas de sustentabilidade, a MAPFRE acaba de inaugurar a sua nova sede em Ribeirão Preto. O imóvel, localizado na Avenida Nove de Julho, 252, no Centro, foi totalmente planejado e reformulado para acompanhar os preceitos de construção sustentável.

Entre as características do imóvel que o tornam sustentável estão o sistema de captação e reuso de águas de chuva, alto índice de eficiência energética, iluminação 100% em painéis de LED, incentivo à produção de energia verde, acessibilidade, monitoramento constante da quantidade de CO2 no ambiente interno da instalação, bicicletário, ponto de carga e vaga para veículos elétricos e ponto de descarte de cápsulas de café.
“Somos conscientes de que temos uma responsabilidade no crescimento dos locais nos quais estamos presentes e em relação ao impacto ambiental que podemos deixar como empresa. A nova sede de Ribeirão Preto faz parte de uma linha de trabalho desenvolvida para contribuir com a nossa estratégia mundial de Desenvolvimento Sustentável”, comenta Antonio Edmir Ribeiro, diretor territorial da MAPFRE para o interior de São Paulo.

O prédio da Diretoria Territorial da companhia em Ribeirão Preto teve todo o seu processo de construção e reforma auditado e, em breve, receberá a certificação LEED – selo de sustentabilidade referência no mundo. “Como o imóvel reúne sucursal, postos de atendimento e centro de tramitação, compreendemos que seria o local ideal para inaugurarmos nossa primeira sede regional ‘verde’. A obra foi totalmente acompanhada, tanto a sua condução quanto a escolha de fornecedores e materiais”, conta Edna Gregório, superintendente de Compras, Imóveis e Meios da MAPFRE. “Com a certificação, a unidade de Ribeirão Preto se junta ao WTorre Morumbi, um dos edifícios em que a MAPFRE está presente em São Paulo, como mais um imóvel 100% sustentável da companhia”, complementa.

Com a nova sede, a MAPFRE pretende oferecer ainda mais possibilidades de negócios e seguros para os consumidores da região. “Nosso objetivo é que o espaço se torne referência não apenas para a companhia, mas para toda a macrorregião de Ribeirão Preto e mais de 400 cidades do interior de São Paulo. O mercado é estratégico para a MAPFRE e queremos seguir investindo nele”, conclui Edmir Ribeiro.

PRA Trancoso: SulAmérica recebe mais de 200 corretores no litoral baiano para celebrar os Super Campeões de 2019 

Sulamerica Trancoso PRA Corretor

Fonte: SulAmérica

Mais de 200 corretores e seus acompanhantes celebraram de 7 a 10 de abril o PRA Super Campeões relativo ao ano de 2019. Foram quatro dias de muita informação – e diversão – em Trancoso, na Bahia, com os parceiros corretores de seguros que mais venderam há 3 anos. A comemoração do Programa de Reconhecimento aoCorretor de Seguros da SulAmérica foi postergada por conta da pandemia.  

O evento contou com uma manhã de sexta-feira de muito conhecimento, com apresentações do presidente RicardoBottas e dos vice-presidentes Marcelo Mello (Vida, Previdência e Investimentos) e Juliana Caligiuri (Saúde e Odonto), além da participação dos diretores comerciais da companhia, Solange Zaquem, Luciano Lima e Marcelo Mascaretti. Os executivos falaram sobre os resultados da companhia, novidades, lançamentos e o conceito de Saúde Integral.  

“Estou muito feliz em estar aqui como esses super campeões em um evento tão especial como o PRA. Este é um momento de muito relacionamento, confraternização e premiações”, disse Ricardo Bottas. 

Foram realizados ainda sorteios, como de três carros, shows com Bell Marques, Diogo Nogueira e os próprios corretores, que participaram de uma alegre noite de Show de Talentos, além de uma palestra com Walter Longo. “Estou aqui no meu primeiro PRA e em uma troca muito bacana com os corretores de seguros. Tenho ouvido muitas dicas, sugestões e ideias de como podemos crescer mais juntos”, finalizou Juliana Caligiuri. 

IPCA de 1,62% em março, maior taxa para o mês desde o Plano Real, e os juros nos EUA podem comprometer fim de ciclo de alta da Selic, avalia economista da CNseg

pedro simoes cnseg 10

Em razão da greve dos servidores do Banco Central do Brasil, que comprometeu, pela segunda semana consecutiva, a divulgação do Relatório Focus, o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), traz nesta segunda-feira (11) uma análise da conjuntura com os indicadores divulgados na semana anterior. Um dos destaques foi o IPCA de março, divulgado na última sexta-feira. 

“O IPCA de março foi ruim tanto numérica quanto qualitativamente”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. Segundo ele, a variação de 1,62% foi a maior para um mês de março em 28 anos, levando o acumulado em 12 meses para 11,30%. “Os núcleos, que medem a tendência da inflação, continuam a acelerar e o índice de difusão, que mostra o percentual de itens em alta no mês, ficou em 76,13% em março, o mais alto desde fevereiro de 2016, mostrando que apesar das maiores altas estarem nos combustíveis e alimentos, a inflação está espalhada por diversos preços na economia. Nem o alívio nos preços de energia elétrica, com o fim da bandeira de escassez hídrica (antecipada para o dia 16/04), deve compensar completamente esses efeitos”, avalia. 

Simões também cita o desejo do Banco Central em finalizar o ciclo de alta da taxa básica de juros, com um último aumento de 1 ponto percentual, levando a Selic a 12,75% na reunião do início de maio. “Mas isso parece cada vez menos factível”, comenta Simões. A primeira razão é a expectativa de juros mais altos nos EUA, o que diminuiria o diferencial de juros que favorece os fluxos de capitais para o Brasil, ajudando no controle da inflação via apreciação cambial. 

A segunda razão é que, mesmo com o aumento da Selic nos últimos meses, as expectativas de inflação continuaram a se deteriorar em 2022 e 2023. “E a terceira é que uma breve na análise de relatórios de bancos e consultorias econômicas mostra que as expectativas para o IPCA este no já ultrapassaram os 7%, principalmente depois da divulgação do IPCA de março bastante acima do esperado”, resume. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

Generali lança a iniciativa “Uma árvore para cada acionista” para promover o reflorestamento

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Fonte: Generali

Para marcar o acontecimento da Assembleia Geral de Acionistas, que acontecerá em Trieste, no dia 29 de abril de 2022, a Generali lançará a iniciativa “Uma árvore para cada acionista”. O grupo vai plantar uma árvore para cada um dos acionistas participantes da assembleia, começando com um projeto de reflorestamento de mais de 3.000 árvores nas áreas danificadas pela tempestade Vaia, que atingiu o nordeste da Itália em outubro de 2018.

O projeto foi lançado em parceria com a empresa CO2 Advisor, autoridades locais e consórcios agroflorestais, que todos os dias se comprometem em recuperar áreas devastadas para realizar intervenções progressivas e duradouras. 

A iniciativa visa aliar a participação de cada acionista da Assembleia Geral a um gesto concreto nas comunidades onde a empresa sempre esteve presente, em linha com o compromisso do grupo com a sustentabilidade – que é o centro do novo plano estratégico “Lifetime Partner 24: Driving Growth”. 

O objetivo do plano é: gerar significativo impacto social, ambiental e para stakeholders, integrando princípios ESG nas estratégias de investimento e subscrição; aumentar os prêmios decorrentes de soluções sustentáveis em 5%-7% CAGR até 2024 e faturar entre 8,5 e 9,5 bilhões de Euros em novos investimentos verdes e sustentáveis entre 2021 e 2025.

A estratégia para proteção climática da Generali, atualizada em julho de 2021, também visa eliminar totalmente investimentos e atividade de subscrição no setor de carvão térmico, nos países da OCDE até 2030; e até 2040 no resto do mundo. 

As novas metas também incluem a descarbonização gradual da carteira de investimentos e seguros para atingir a neutralidade de carbono até 2050, consistente com a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, e com o compromisso assumido como parte da rede Zero Asset Owner Alliance e da Net-Zero Insurance Alliance.

A essência do seguro é o compartilhamento social do risco para que eventos adversos ou catastróficos, como os gerados pelas mudanças climáticas, não pesem muito sobre os indivíduos.

Nova era da área de Relações Institucionais do Seguro Pasi impulsiona oportunidades de negócios

Fonte: PASI

O Seguro PASI não para e constantemente se reinventa, comprovando o seu viés inovador ao se manter na vanguarda do seguro, disponibilizando aos seus parceiros produtos diferenciados e de grande valor para as pessoas. E nesse movimento, recentemente o departamento de Relações Institucionais da companhia passou por uma reestruturação com foco no aprimoramento dos processos e no impulsionamento das relações com o mercado brasileiro. 

Segundo André Araújo, que assumiu a posição de Superintendente de Relações Institucionais do PASI em março deste ano, o departamento de RI está à frente dos projetos da companhia que envolvem a gestão do relacionamento do seguro com os parceiros, negociações estratégicas, viabilidade de novos modelos de parceria e a análise das oportunidades geradas em suas relações. “Ao consolidarmos uma parceria, acompanhamos de perto o sucesso da operação, fornecemos todo o suporte necessário para que todas as partes envolvidas nessa jornada tenham a percepção real do amparo e da proteção do seguro’’.  

Ainda segundo Araújo, a companhia é uma incubadora de ideias que se transformam em diversos projetos reais e que são lançados para o mercado. “São muitas oportunidades a explorar e várias possibilidades para realizarmos entregas com excelência na proteção, além de múltiplos benefícios e assistências que encantam e fazem a diferença na vida das pessoas, sempre alinhados à nossa essência e ao nosso propósito de amparar e cuidar”, pontua o executivo.

O departamento de RI também reintegrou em seus processos uma atividade que a companhia realizava anteriormente e incorporou os projetos voltados para os Negócios Especiais do seguro. “Trata-se de um importante papel que o RI irá desempenhar na busca e avaliação para viabilizar novas oportunidades de negócios que exigem tratativas diferenciadas e que podem ser atendidas através do Know-how PASI de quase 33 anos”, explicou o superintendente. Dentre as atividades desenvolvidas estão os projetos ligados às entidades de classe e associações, assim como a criação e a disponibilização de lojinhas digitais para a comercialização e a contratação do seguro 100% online.

Idealizado em 1989, o PASI foi responsável pela criação do mercado de benefícios de seguro de vida em acordos sindicais e hoje, além de atender convenções coletivas, oferece diversos produtos para contratação imediata, através do portal do corretor como: AP Temporário, Seguro Estagiários, Seguro Funeral e Amparo Funeral. Atualmente o seguro protege mais de 80 mil famílias em todo o Brasil e tem sido intitulado por corretores, clientes e segurados como Um Seguro para a Vida ao oferecer soluções para serem utilizadas em todas as fases da vida. Segundo Araújo, é com este espírito que o RI já vem atuando e seguirá como mais uma das engrenagens do PASI, evoluindo e modernizando as relações de parceria, contribuindo com a criação de novos modelos de negócios, avançando e explorando novos mercados que necessitem desse tipo de amparo e proteção.

MDS Group marca presença no RIMS

Fonte: MDS

A corretora de seguros MDS está presente em mais uma edição do RIMS (Risk and Insurance Management Society, Inc.), considerado o maior e mais abrangente evento de gerenciamento de riscos do mundo. Neste ano, o encontro acontecerá em São Francisco, na Califórnia, entre os dias 10 e 13 de abril, e promete oferecer mais de 100 horas de troca de experiências, discussão de temas relevantes para o setor e soluções inovadoras.  
 

Executivos da companhia estarão concentrados no Espaço Brokerslink, no stand 1701, para falar sobre as principais ferramentas, programas e novidades do mercado de gestão de risco. Entre os líderes, destacam-se José Manuel Dias da Fonseca, CEO do MDS Group e Chairman da Brokerslink; Jorge Luzzi, CEO Global da RCG; Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Borkerslink; Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO da MDS Reinsurance Solutions; Frederico Casal-Ribeiro, Global Business Developer, Caio Carvalho, Diretor de Riscos Empresariais da MDS Brasil; Leandro Bonilha, Diretor de Riscos Corporativos da MDS Brasil;  Marjorye Hoejenbos, Diretora de Resseguros da MDS Brasil; e Sergio Botelho, Diretor de Power e Energy da MDS Brasil.  
 

Segundo José Manuel, a inovação na gestão de riscos é fundamental para as empresas, por isso, os profissionais do setor precisam estar conectados com as soluções mais disruptivas que surgem neste mercado. “Levando em conta esse cenário, estar no RIMS é essencial para reiteramos a nossa expertise e enriquecermos o nosso portfólio como novas possibilidades de produtos e serviços para o segmento”, destaca o líder.  
 

“Estamos muito animados com a participação em mais uma edição da conferência riskworld, promovida pelo RIMS, agora de volta ao formato presencial. Trata-se de uma oportunidade única para a atualização sobre as tendências do mercado global, criação de novos relacionamentos e fortalecimento daqueles já existentes”, afirma Ariel. 
 

Para Thiago Tristão, à medida que as organizações se esforçam para se adaptarem a tempos de mudanças tão rápidas, a imersão no mundo da gestão de riscos torna-se vital. “Graças a essa constatação, o nosso setor está em voga, cresce resiliente e incorpora cada vez mais ferramentas e programas que promovem a simplificação de processos e a redução de perda”, enfatiza o executivo. 

Brokerslink Partner 

Global Broking Company fundada pelo Grupo MDS, a Brokerslink terá um espaço exclusivo no evento. Atualmente, a empresa gere uma rede de corretores e companhias especialistas em consultoria de ricos que se faz presente em mais de 120 países, totalizando cerca de 25 mil profissionais de seguros. 
 

“Estar na gênese de uma das maiores empresas internacionais de corretores independentes do mundo nos proporciona benefícios que são traduzidos no serviço que prestamos aos nossos clientes. A capilaridade da rede permite acesso privilegiado a parcerias globais, abre portas para trocas de experiências e conhecimento e possibilita acesso às tendências e novidades do mercado em primeira mão”, detalha Ariel. 
 

Geopolítica em voga 
 

Segundo Thiago, o RIMS 2022 será uma ocasião importante para abordar assuntos que vêm preocupando o mercado global de seguros, como a Guerra da Rússia x Ucrânia e as tensões geopolíticas. “Pode-se dizer que os reflexos da guerra no mercado de seguros são bastante relevantes e demandam acompanhamento constante por parte das empresas e dos risk managers”, comenta. O executivo ressalta ainda que, apesar de as seguradoras e resseguradoras russas não terem grande representatividade internacional, elas compõem diversos painéis e operações de seguros e resseguros ao redor do mundo, logo, por conta do cenário político e econômico em que estão inseridas, há necessidade de avaliação de substituição das mesmas. Além disso, cabe dizer que, independentemente do tamanho dos players russos, o contexto de guerra impacta outras seguradoras internacionais à medida que a grande maioria dos países têm negócios de importação e exportação de alguns produtos-chave — como os fertilizantes, que tem 20% do fornecimento capitaneado por Rússia e Ucrânia.  
 

“No Brasil, a guerra já vem impactando o setor de agronegócios, com isso devemos esperar implicações no seguro para armazenamento e carga de produtos, além do setor de energia. Embora não dependamos diretamente da Rússia para a produção e distribuição de energia no país, os seguros para o segmento passam por ressegurados internacionais e, por isso, também devemos ter alta nos preços, podendo impactar, também, o consumidor final”, conclui Tristão.   

Seguradora Sombrero reúne executivos e acionistas de peso e inicia operações em todo o Brasil

Leonardo paixao Sombrero

Chega ao mercado mais uma seguradora para disputar o segmento de seguros de danos, inicialmente com foco em seguro rural e seguros financeiros. Trata-se da Sombrero Seguros, fruto da união de investidores escolhidos não só para aportar recursos, mas para agregar nas decisões estratégicas. “Com modéstia, posso dizer que montamos uma equipe extremamente qualificada, com executivos de diversas áreas e que são sócios. Além disso, a seguradora nasce na era digital, sem legados, com tecnologia de ponta e atuando em todo o Brasil”, informa o CEO Leonardo Paixão ao blog Sonho Seguro.

O executivo, que foi presidente do IRB Brasil Re por cinco anos, membro do conselho da BMG Seguros e criou a subsidiária brasileira da seguradora americana Markel no Brasil, conta que a Sombrero foi constituída a partir da reunião de dezenas de investidores, a maioria dos quais oriundos do setor financeiro. “Reunimos gente especialista em seguros, em tecnologia, no mercado financeiro e no agronegócio, o que nos dá uma vantagem muito grande por estarmos plugados no que há de mais inovador em todos os  setores da companhia”, diz. 

Muitos dos acionistas participam das decisões estratégicas da seguradora, atuando no Conselho de Administração da Enova Holding, a empresa que é proprietária de 100% das ações da Sombrero. O Conselho é presidido pelo ex-vice-presidente da Caixa, Flávio Arakaki. Entre os membros, há nomes conhecidos do mercado de seguros, como o ex-presidente da Federação Nacional de Previdência e Vida (Fenaprevi), Osvaldo do Nascimento, o ex-ministro de Estado, Joaquim Lima, o ex-presidente da Terra Brasis, Paulo Botti, o ex-vice-presidente do IRB Manoel Morais e o ex-diretor de tecnologia da B3, Keiji Sakai, entre outros. Como conselheiros oriundos do agronegócio , a Sombrero tem o Diretor Executivo da União da Indústria da Cana de Açúcar (Única), Eduardo Leão, e o ex-presidente da Aprosoja Brasil, Marcos da Rosa, que é conselheiro independente.

Os principais executivos da seguradora são também investidores que, antes da Sombrero, passaram por grandes empresas de seguros e resseguros. “Na Sombrero, o sentimento de dono não é uma aspiração ou mera frase motivacional; é a realidade da companhia, pois todos os principais executivos investiram seu próprio capital na constituição da seguradora. Quem interage com a Sombrero quase sempre trata diretamente com um dos donos da seguradora”, afirma Paixão. 

Outra vantagem da Sombrero destacada pelo executivo em relação a seus concorrentes é ter o centro decisório na própria empresa. “Nossa estratégia não se subordina à de um controlador situado no exterior ou a uma empresa integrante do mercado bancário. E isso é uma grande vantagem no momento de desenvolver produtos adaptados ao Brasil, promover a inovação de processos ou tomar decisões com celeridade”, acrescenta.  

A companhia iniciou sua operação em janeiro de 2022, após ter recebido o aval da Susep e o registro no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, do Ministério da Agricultura. Para começar, o patrimônio líquido é de R$ 30 milhões, mas Paixão já prevê novo aporte de capital diante do desempenho nos dois primeiros meses de atuação. “Somos uma seguradora vocacionada para atuar em nichos específicos e que exigem conhecimento profundo, com apoio em tecnologia e inovação. A Sombrero não atua em mercados tradicionais de seguros massificados”, informa Paixão.  

Em menos de dois meses de atuação, a Sombrero comercializou seguros cujos prêmios somam cerca de R$ 80 milhões, com mais de 2 mil clientes somente no setor agro. O objetivo da companhia é chegar a pelo menos R$ 250 milhões de prêmios emitidos em 2022. A operação é apoiada por resseguradores de primeira linha e interage com corretores diferenciados nos segmentos de atuação. 

Atualmente, a Sombrero oferece seguro agrícola, para proteção de lavouras contra o risco climático, mas em breve passará a atuar em outros ramos do seguro rural. “Aconteça o que acontecer, as pessoas necessitam de comida, o que traz resiliência para o agronegócio, um dos principais segmentos da economia brasileira”, comenta. Além das linhas mais específicas para o agronegócio, e do seguro garantia, que já estão em pleno desenvolvimento, ainda no primeiro semestre de 2022 a Sombrero iniciará sua operação em segmentos como os riscos de propriedade e de responsabilidade civil. 

A estratégia da seguradora é ter o corretor como seu principal parceiro de negócios, ofertando a ele uma plataforma digital amigável, onde tem tudo o que precisa para cotar, emitir e regular pedidos de indenizações de forma simples e ágil. Para Paixão, “quem estiver bem-preparado, com tecnologia de ponta e atendimento de qualidade, ágil, simples para facilitar a vida do corretor de seguros e encantar o cliente final, com certeza conquistará um market share destacado”, comenta.

A seguradora tem sede em São Paulo e uma filial  no Rio de Janeiro. Porém, muitos  executivos trabalham em trânsito ou em home office, de diversas outras partes do Brasil, como  Brasília, Curitiba, Itajaí-SC, São Carlos-SP e Palmas-TO, por exemplo. “Cada um de nós sai em viagens para visitar corretores e clientes de sua base. Poucos frequentam o escritório atualmente. Somos uma empresa enxuta e nascida no contexto da pandemia. Isso significa que nossos custos são baixos e quem ganha é o cliente, que recebe condições diferenciadas de uma seguradora especializada e digital”, finaliza. 

Seguradora Tokio Marine anuncia Sergio Miotto como diretor de tecnologia

Diretor de Tecnologia da Tokio Marine Seguradora_Sergio Miotto

A Tokio Marine anuncia Sergio Miotto como novo diretor de tecnologia. Com formação em Gestão de Sistemas da Informação e cerca de 20 anos de experiência profissional no mercado de seguros, Sergio iniciou sua trajetória na companhia em 2016, contratado como gerente de tecnologia. Sua constante busca por inovações e soluções para a empresa e seus públicos fez com que recebesse uma promoção em 2019, assumindo como Superintendente de Tecnologia, e cerca de três anos depois, o executivo encara o novo desafio como Diretor de Tecnologia. 

“Me sinto muito honrado com a oportunidade de dar continuidade ao trabalho que estamos executando com excelência e acredito que mais importante do que falar sobre mim é valorizar os feitos e as conquistas da Tokio Marine. Claro que a equipe de Tecnologia tem uma grande participação nessas conquistas, principalmente quando o assunto é transformação digital. Somos um time muito forte, competente e valorizamos o trabalho em equipe, pilares e valores que são fundamentais para que eu consiga ter êxito na nova função”, afirma Miotto.

Um de seus principais objetivos como diretor de tecnologia é manter os investimentos em inovação para auxiliar as diferentes áreas da empresa, além de intensificar a automatização dos processos, aprimorando as ferramentas para os Corretores, Assessorias e Clientes. “A Tokio Marine investe continuamente em soluções digitais, mas sem abrir mão dos Corretores. Nenhuma ação da nossa área ou qualquer outra área da CIA visa substituir o trabalho desses profissionais. Em todo projeto que iniciamos, a primeira pergunta que fazemos é: como vamos inserir nossos Parceiros de Negócios nesta iniciativa? Essa é uma característica muito forte e que enraizamos aqui na nossa área”, explica Sergio.

O novo diretor de tecnologia também reforça que seu time precisa estar integrado e conhecer todas as demais áreas da empresa. “Não somos uma Companhia de tecnologia. Somos uma Seguradora que usa a tecnologia a favor do desenvolvimento e aprimoramento dos seus serviços e produtos e, é preciso que o nosso time esteja cada vez mais integrado e conheça muito bem as demandas internas e o que o mercado está buscando”, diz.

Sergio Miotto responde diretamente a Adilson Lavrador, diretor executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros. “A escolha de Sergio para assumir a nova função aconteceu de forma natural. Ele é um profissional de time, sem vaidade individual e que sempre coloca os êxitos da Companhia como prioridade em seu trabalho. Tenho confiança que essa foi a melhor opção e que os demais departamentos da Tokio, Corretores, Assessorias e Clientes só terão a ganhar com as inovações e avanços que ele vai implementar junto com sua equipe”, finaliza Adilson.

Seguradora HDI contrata Rafael Ramalho como vice-presidente de seguro auto

Rafael Ramalho Zurich

A HDI contratou Rafael Ramalho como vice-presidente de automóvel. O executivo, graduado em engenharia industrial pela USP, com MBA em estratégia, também cuidará de pricing e modelagem estatística, com a missão de fortalecer o time e alavancar a principal carteira da companhia. 

Na nova estrutura, o vice-presidente Mauricio Galian fica responsável pelas áreas de sinistro, jurídico e produtos não auto, focado na diversificação dos produtos, alinhado a estratégia de crescimento da HDI em ofertar mais produtos e serviços que atendam às necessidades dos clientes e corretores, informa a seguradora em nota enviada a corretores e parceiros. 

Seguradoras vendem R$ 52,7 bilhões nos dois primeiros meses de 2022

susep dados do setor fev 22

A arrecadação do setor de seguros nos dois primeiros meses de 2022 foi de R$ 52,7 bilhões, crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2021, quando foram movimentados R$ 46,5 bilhões, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), divulgados nesta sexta-feira (8).

Nos seguros de pessoas e danos, os prêmios diretos totalizaram R$ 46,59 bilhões no acumulado até fevereiro de 2022, alta de 14,1% em relação ao mesmo período de 2021, quando totalizaram R$ 40,83 bilhões.

O segmento de seguros de pessoas apresentou um total de prêmios de R$ 30,11 bilhões até fevereiro de 2022. O valor representa aumento de 9,3% em relação ao mesmo período de 2021. O seguro de vida teve crescimento de 17,7% em relação a 2021, arrecadando R$ 3,90 bilhões até fevereiro de 2022.

Os seguros de danos apresentaram crescimento de 24,1% na arrecadação de prêmios do primeiro bimestre de 2022, quando comparado ao mesmo período de 2021, conforme os dados da Tabela 3. Até fevereiro deste ano, foram movimentados R$ 16,48 bilhões, face aos R$ 13,28 bilhões movimentados no mesmo período do ano passado.

A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 6,72 bilhões no acumulado deste ano, valor 21,1% superior ao do mesmo período em 2021, quando foram arrecadados R$ 5,55 bilhões.

Desconsiderando-se auto, o desempenho das demais linhas de negócio dos seguros de danos, no acumulado de 2022, foi 26,2% superior aos dois primeiros meses de 2021, apresentando crescimento de R$ 2,02 bilhões na arrecadação de prêmios. A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 101,1% na arrecadação de prêmios no primeiro bimestre de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais, patrimoniais-outros, financeiros e marítimos/aeronáuticos também se destacaram, com crescimento acima de 30%.

As contribuições do VGBL no acumulado de 2022 totalizaram R$ 21,87 bilhões, valor 9,0% superior à arrecadação no mesmo período de 2021. Já os resgates acumulados em 2022 apresentaram aumento de 36,9% em relação ao volume resgatado nos dois primeiros meses do ano passado – vide Tabela 5. No primeiro bimestre de 2022, as contribuições superaram os resgates em R$ 4,82 bilhões.

Rural – A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 101,1% na comparação entre os dois primeiros meses de 2022 e os dois primeiros meses de 2021 (Gráfico 2). Os prêmios arrecadados até fevereiro de 2022 atingiram o montante de R$ 1,75 bilhão, contra os R$ 0,87 bilhão no mesmo período do ano anterior. A sinistralidade do seguro rural recuou para 214,6% em fevereiro deste ano, após o pico de 342,8% em janeiro de 2022.

Sinistralidade – Nos seguros de pessoas, excluindo-se o VGBL, a sinistralidade atingiu o patamar de 32,9% em fevereiro de 2022. A sinistralidade do seguro de vida, individual e em grupo, alcançou o valor de 47,6% em fevereiro deste ano, percentual ligeiramente acima do observado em janeiro, quando foi de 45,4%, e abaixo do valor observado em fevereiro de 2021, quando a sinistralidade totalizou 61,2%.

Nos seguros de danos, observa-se que a sinistralidade, em fevereiro de 2022, ficou abaixo da sinistralidade de janeiro de 2021, totalizando 81,3%, conforme observado na série mostrada no Gráfico 5. Em fevereiro de 2021, a sinistralidade foi de 60,2%. A sinistralidade no seguro auto ficou em 73,9% em fevereiro de 2022, frente aos 72,8% observados em janeiro de 2022 e aos 60,2% de fevereiro de 2021.