MAPFRE anuncia Hilca Vaz como a nova diretora de Vida, Previdência e Capitalização no Brasil

A partir das diretrizes de seu planejamento estratégico, a MAPFRE definiu o segmento de Vida como um dos pilares de negócio para 2022. Para a alavancar a sua atuação no setor, a companhia passa a contar com uma nova executiva em sua direção no Brasil. Hilca Vaz chega à empresa com mais de 25 anos de experiência no mercado segurador como a nova diretora de Vida, Previdência e Capitalização.

A executiva atuou em grandes empresas do mercado e em posições de liderança no desenvolvimento, aprovação, comunicação e implementação de produtos, políticas de aceitação de riscos, fluxo operacional, serviços ao cliente, planejamento, controle de resultados, entre outros processos. Além do vasto know-how, Hilca possui formação em Administração de Empresas, pós-graduação em Gestão de Seguros e Previdência, e MBA em Gestão de Pessoas e Negócios pelo Ibmec.

Para a executiva, os mercados de seguros de Vida e a Previdência Privada estão em evidência e a MAPFRE tem total capacidade de consolidação no curto, médio e longo prazo. “Neste período que temos vivenciado há dois anos, a interpretação de risco, seguros e serviços nos gerou novas oportunidades no Brasil. Com isso, a MAPFRE se organizou para ter, principalmente, os produtos de Vida mais adequados e aderentes ao novo cotidiano da população”, comenta.

De acordo com Hilca Vaz, sua meta é consolidar a MAPFRE também como uma referência no segmento de Vida. “Temos uma área técnica com profissionais extremamente qualificados para atuar da melhor forma possível conforme a demanda atual do mercado”, afirma. “Já estamos trabalhando intensamente para que tanto os corretores quanto os consumidores reconheçam os valores agregados de nossos produtos, e que nossas plataformas de subscrição possam atender a todos de forma ainda mais ágil e eficiente”, complementa.

Mercado de seguros ao alcance de um comando de voz

Fonte: ENS

A inovação no mercado de seguros ganha uma voz potente e de longo alcance. A Sistran Informática, em parceria de conteúdo técnico com a Escola de Negócios e Seguros (ENS), lançou a Guru de Seguros, uma aplicação de inteligência artificial que se destina, entre outras funcionalidades, a explicar e tirar dúvidas sobre as diversas modalidades de seguros, de forma rápida e eficaz. Ela funciona baseada na Alexa, a assistente virtual da Amazon.

Com um simples comando de voz, o usuário pode entender como funcionam as regras dos diferentes tipos de seguros, comparar produtos e receber notícias sobre o mercado, entre outras interações específicas e técnicas. O acesso ao conteúdo é totalmente gratuito para o usuário final.

O desenvolvimento da nova aplicação (skill) durou cerca de um ano e meio, envolvendo equipe multifuncional nas áreas de pesquisa, TI, conteúdo e marketing. Segundo Marcio Paes, CEO da Sistran, a previsão é alcançar 10 mil corretores de seguros e mais de 100 mil usuários cadastrados, além de milhares de acessos mensais no primeiro ano de funcionamento (a aplicação não tem custo). O projeto envolve investimentos aproximados de R$ 5,5 milhões, com expectativa de gerar receita superior a R$ 15 milhões (por meio de patrocínios e outras fontes) até o fim de 2023.

Segundo Marcio Paes, a Guru de Seguros é o primeiro assistente virtual conversacional, que usa exclusivamente voz em linguagem natural, totalmente focado no universo de seguros. Com funcionalidades que atendem segurados, corretores e seguradoras, ela permite interações de negócios entre as partes. Ou seja, é possível conversar com a solução guiada por inteligência artificial (a Guru entende o contexto, de modo a facilitar a troca inteligente de informações). Outra vantagem é que todo o processo de comunicação dispensa a necessidade de digitação.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, a função de interação da Guru de Seguros é uma importante inovação no mercado e contribuirá para democratizar o setor em todas as camadas da sociedade. “Acreditamos na massificação dessa skill, que tem grande valor e utilidade para os envolvidos na cadeia produtiva do seguro. Queremos promover um ciclo virtuoso, que se retroalimente, com a inclusão de novos conteúdos à medida que cada vez mais pessoas tenham acesso à Guru de Seguros. Será uma espécie de Insurepedia, com curadoria feita por quem mais entende de seguros no País, que é a ENS”.

Inicialmente, a Guru de Seguros será alimentada por um grande compêndio de conhecimento que engloba desde questões básicas até as mais complexas, em linguagem simples, visando desmistificar o “segurês”. Para tanto, ela tem um mecanismo de atualização permanente, com curadoria altamente qualificada de especialistas em seguros. Referência no ensino e pesquisa sobre seguros e áreas correlatas, a ENS tem 50 anos de atuação na formação e qualificação de mão de obra para esses segmentos, revela Godoy.


Na primeira etapa, a Guru de Seguros disponibiliza centenas de informações úteis sobre os mais diversos temas do segmento. “Por meio da voz, o usuário pode conversar com a Guru de Seguros, que buscará a resposta e retornará de maneira coerente com o contexto. Dessa forma, o corretor de seguros terá uma série de subsídios relevantes para o seu dia a dia”, explica Godoy.

A assistente virtual poderá esclarecer dúvidas e oferecer desde informações específicas sobre apólices e comissionamento – exemplo: “Quais documentos faltam? Qual o status do sinistro?” – até orientações sobre cursos de formação profissional, treinamentos, dados gerais sobre seguros e gamificação. “As aplicações são muito relevantes e se distribuem por diversas jornadas”, volta a destacar Marcio Paes.

O projeto compreende diferentes etapas. Inicialmente, a Guru de Seguros vai reunir um serviço de perguntas e respostas, dicas sobre o mercado, um glossário e game para testar os conhecimentos do corretor. Na segunda etapa, o usuário terá ao seu alcance um serviço de escolhas de coberturas oferecidas pelas seguradoras e cotação de preços (prêmios), de modo a escolher as condições mais vantajosas e ajustadas. Na terceira etapa, o comando de voz poderá ser acionado para toda a jornada do seguro, por exemplo: análise de opções e contratação de apólices, renovações, emissão de guias de pagamento, bem como acionar diversos serviços associados (como reboque e assistência 24 horas), acrescenta Paes.

“O objetivo é criar uma ferramenta de informação e de conscientização sobre a importância do seguro, bem como de fidelização dos usuários. A penetração do seguro no Brasil ainda é muito baixa em comparação com outros países. Dessa forma, queremos contribuir para a disseminação da cultura securitária no País, por meio de um sistema de fácil utilização e grande apelo comercial”, conclui Paes.

O uso é bastante simples. Basta ativar o dispositivo Alexa, carregar a skill Guru de Seguros, dizendo: “Alexa, abrir Guru de Seguros”. Pronto. O serviço estará disponível para uso em telefones celulares, smart TVs, computadores e tablets, e os automóveis mais modernos que contam com esta tecnologia embarcada.

A Guru de Seguros abre uma nova era no mercado de seguros – o início da simplificação e amadurecimento das relações entre as partes interessadas (stakeholders), especialmente os segurados e corretores, eliminando assimetria de informações que ainda prevalece no Brasil e no mundo.

Interação. Segundo Marcio Paes, a Guru de Seguros é o primeiro assistente virtual conversacional, acionado exclusivamente através de voz em linguagem natural, 100% focado no universo de seguros. Com funcionalidades que atendem segurados, corretores e seguradoras, ela permite interações de negócios entre as partes, ou seja, é possível conversar com a solução – a Guru, “turbinada” com recursos de Inteligência Artificial, entende o contexto e facilita a troca de informações; o processo de comunicação dispensa a necessidade de digitação.

O projeto da Sistran compreende diferentes etapas. Inicialmente, a Guru de Seguros oferece serviço de perguntas e respostas, curiosidades e dicas sobre o mercado, um glossário e também um game para testar os conhecimentos do segurado, aluno ou corretor. Numa segunda etapa, a ser patrocinada por Seguradoras de acordo com ramos / produtos de seu interesse, o usuário terá ao alcance um serviço de escolhas de coberturas e respectivas cotações de preços (prêmios), de modo a escolher condições mais vantajosas e ajustadas (suitability). Na terceira etapa, já integrada aos legados, o comando de voz poderá ser utilizado ao longo de várias etapas da a jornada do seguro, incluindo contratação e renovação de apólices, emissão de guias de  pagamento, perguntas sobre o status do sinistro e acionamento de serviços associados, como reboque e assistência 24 horas.

“O objetivo é criar uma ferramenta de informação e de conscientização sobre a importância do seguro, bem como de fidelização dos usuários. A penetração do seguro no Brasil ainda é muito baixa em comparação com outros países. Dessa forma, queremos contribuir para a disseminação da cultura securitária no País, por meio de um sistema de fácil utilização e grande apelo comercial”, conclui Paes.

“Insurepedia”. Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, a Guru de Seguros é uma importante inovação no mercado e contribuirá para democratizar o setor em todas as camadas da sociedade. “Acreditamos na massificação desse skill, que tem grande valor e utilidade para os envolvidos na cadeia produtiva do seguro. Queremos promover um ciclo virtuoso, que se retroalimente, com a inclusão de novos conteúdos à medida que cada vez mais pessoas tenham acesso à Guru de Seguros. Será uma espécie de Insurepedia, com curadoria feita por quem mais entende de seguros no país, que é a ENS”.

A Guru de Seguros abre nova era no mercado de seguros, da simplificação e amadurecimento das relações entre as partes interessadas (stakeholders), especialmente segurados e corretores, eliminando assimetria de informações que ainda prevalece no Brasil – e no mundo.

 A Alexa completou recentemente dois anos de Brasil. Hoje existem cerca de 650 dispositivos ou modelos que têm a assistente virtual embutida, incluindo celulares, TVs, aparelhos de som e veículos, num total acima de 1 milhão de contas no País. O uso de assistentes de voz também se multiplica pelo mundo.

 De acordo com pesquisa da consultoria  Ilumeo, o uso de comandos de voz cresceu 47% entre os brasileiros durante a pandemia. Mais da metade dos entrevistados (54%) percebe um maior valor agregado em produtos e serviços que incorporam essa tecnologia. Os brasileiros também estão usando o sistema com mais frequência: 48% utilizam comandos de voz pelo menos uma vez por semana e outros 20%, diariamente. A pesquisa, realizada com 1.100 pessoas em todo o país, mostra que dois terços dos entrevistados gostariam de usar mais dispositivos com assistentes virtuais a curto prazo.

Fenaprevi: 45% da população ainda se sente despreparada frente a eventos como a pandemia

Mais de dois anos após o primeiro caso registrado de contaminação pelo novo coronavírus no Brasil, quase metade (45%) dos brasileiros afirmou não se sentir preparado para enfrentar outras situações inesperadas como a pandemia. Outros 28% disseram estar parcialmente em condições de passar por eventos similares e apenas 27% se sentem totalmente prontos para viverem uma situação semelhante.

Questionados acerca dos impactos da Covid-19 em suas vidas, 62% dos entrevistados afirmaram dar mais valor às pessoas que amam. Sobre o que fizeram ou estão fazendo para proteção de si e da família de situações adversas, 23% afirmaram ter começado a guardar algum dinheiro; outros 17% disseram ter contratado um seguro (6% deles escolheu o seguro de vida) e 11% não tomou nenhuma atitude para se proteger da doença.

É o que revelou um estudo inédito, encomendada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi ao Instituto Datafolha, que buscou avaliar a percepção dos brasileiros sobre os impactos da Covid-19 na sua vida e as percepções sobre proteção, planejamento e seguros.

A pesquisa foi realizada entre 18 de novembro e 01 de dezembro de 2021, e ouviu 2023 pessoas em todo o país (com 18 anos ou mais), com destaque à classe C que possui 48% dos representantes. Ainda sobre o universo da amostra, 73% dela é formada por pessoas economicamente ativas (PEA); 27% por não ativos sendo, na maioria, aposentados (15%). A média de idade das pessoas ouvidas é 44 anos, e 69% têm filhos.  A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Lições da pandemia

“A pesquisa nos evidenciou uma maior preocupação das famílias com proteção e planejamento, que não necessariamente se transforma em ação. Existe uma dificuldade em se pensar no amanhã e por outras teorias que vão da nossa memória inflacionária à falta de renda disponível, até motivações sociológicas como de ser feliz vivendo o hoje, sem pensar no amanhã”, analisa Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

Ele explica que embora os sentimentos de medo e insegurança tenham crescido com a pandemia, essa nova percepção dos cidadãos ainda não se refletiu, de fato, em atitudes concretas. Por isso também defende a necessidade de um debate mais amplo acerca da importância da proteção à renda dentro de um projeto de educação financeira voltado à população. “O mercado segurador tem muito a contribuir, tanto em termos da ampla gama de soluções já disponíveis, como difundindo a cultura de proteção e planejamento”, complementa Edson Franco.

“Na Fenaprevi trabalharemos incansavelmente para debater esse tema na imprensa, nas mídias sociais e junto aos presidenciáveis, com o objetivo de levar informação de qualidade ao maior número de pessoas possível, e influenciar políticas públicas para que o seguro cumpra seu importante papel como instrumento do desenvolvimento econômico e social do país. Essa é nossa vocação, missão e razão de existir”, encerra o presidente da Federação.

Os temores em relação ao futuro

Entre os sentimentos surgidos a partir da crise sanitária se sobrepõem, primeiramente, o grande medo de deixar a família sem condições de se manter (relatado especialmente pelos homens); e o de não ter como pagar tratamento médico para si e os seus. Essa última preocupação, somada à de não ter moradia, foi a mais citada também entre as mulheres participantes. Os homens ainda receiam não conseguir se sustentar por problemas de saúde e, ou, perder o emprego.

Quando inquiridos sobre o que pensam em fazer para se prevenir ou diminuir riscos, 52% citaram “poupar” ou “investir”, enquanto 35% mencionaram a contratação de um seguro ou plano de previdência. Os seguros são mais frequentemente citados entre as alternativas dos entrevistados que se preocupam com acesso a atendimento médico e a morte de um familiar.

Minuto Seguros faz parceria com Netpark para vender seguro automóvel

fusões aquisicoes

Minuto Seguros, recém adquirida pela Creditas, anunciou uma parceria com a Netpark, rede com mais de 130 estacionamentos sob gestão. A partir de agora, os clientes da rede de parqueamento passam a ter acesso ao portfólio de seguros automotivos da corretora e os 100 primeiros que contratarem o seguro por meio do app da Netpark terão direito a 2 meses de Netpark Pass gratuitos.

Na linha Auto, a corretora oferece diversas opções como seguro tradicional (abrangente, com cobertura para colisão, roubo, furto e contra terceiros), seguro PCD, seguro mulher, seguro jovem, seguro para motoristas de aplicativo e outras opções que garantem um produto personalizado para atender às mais diversas necessidades dos motoristas. Já o Netpark Pass possibilita que o assinante desse serviço pare o veículo em qualquer estacionamento da rede quantas vezes quiser, por períodos de até 3 horas em cada estadia.

Além da variedade em tipos de cobertura automotiva, a Minuto tem parceria com as 16 maiores seguradoras do País. O cliente tem a opção de contratar o seguro de forma 100% online e pode ter o apoio de consultores especializados da equipe da corretora, que oferecem um atendimento humanizado para garantir tomadas de decisões mais assertivas e saudáveis, além de conhecer a opção mais adequada para a sua necessidade.

“A inovação e a facilidade trazidas pela Netpark estão alinhadas à tecnologia e serviço de excelência que buscamos disponibilizar por meio da empresa. A parceria transmite confiabilidade para os clientes de ambas as plataformas, além de disseminar nosso portfólio e oferecer soluções unificadas que resolvam as necessidades do consumidor” afirma Marcelo Blay, VP de seguros da Creditas.

“A parceria com a Minuto Seguros está alinhada à nossa estratégia em transformar a experiência de estacionar em nossos estacionamentos em algo muito além do que a simples guarda de veículos. Queremos, através de nossa plataforma digital, oferecer inúmeras facilidades para a contratação de serviços e produtos”, afirma Roberto Naman, Managing Partner da Netpark.

Os interessados podem conferir mais informações sobre a parceria no aplicativo da Netpark.

SulAmérica lança controle de gastos com medicamentos no aplicativo de saúde 

Fonte: SulAmérica

Para garantir maior autonomia para os beneficiários, a SulAmérica traz a nova funcionalidade “Extrato de Utilização de Medicamentos” para o aplicativo SulAmérica Saúde. A opção possibilita consultar os gastos de compra de medicamentos e os descontos exclusivos concedidos para clientes SulAmérica.  

Ao acessar o aplicativo SulAmérica Saúde, em “Medicamentos com Desconto”, além da novidade, o cliente também pode conferir descontos exclusivos e as farmácias mais próximas com o benefício disponível. É possível ainda utilizar um filtro para analisar os extratos em um determinado período, além de obter mais detalhes de cada compra. 

“A SulAmérica está sempre conectada com as necessidades e atenta a trazer as melhores experiências para o cliente. A nova funcionalidade traz um maior controle aos beneficiários, além da facilidade de acesso na palma da mão, por meio do aplicativo de saúde da companhia”, explica Alexandre Putini, diretor de Inovação, Transformação Digital e Advanced Analytics da SulAmérica.  

O SulAmérica Saúde está disponível para todos os beneficiários e clientes nas lojas online de aplicativos. 

Susep prorroga prazos do Open Insurance 

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Circular Susep nº 661/2022. O intuito do normativo é prorrogar os prazos atualmente definidos para a implementação da segunda etapa da Fase I do Open Insurance e revogar os prazos estipulados para o encaminhamento de propostas técnicas e implementação da interoperabilidade do Sistema de Seguros Abertos e o Open Banking

A Circular transfere a data da implementação da etapa II da primeira fase do Open Insurance para o dia 30 de junho, mesma data da implementação da etapa III. Assim como as demais, a segunda etapa da Fase I se refere à implementação dos requisitos necessários para o compartilhamento de dados sobre os produtos de seguro disponíveis para comercialização. A modificação visa oferecer um prazo mais confortável para as participantes do Sistema registrarem as APIs, responsáveis por permitir o acesso às informações dos produtos de seguros de responsabilidade civil, crédito, financeiros e dos seguros patrimoniais que não foram contemplados na etapa anterior. A norma será responsável por mitigar a dificuldade ocasionada pela concorrência com outras atividades do ecossistema. 

Já a revisão dos prazos relacionados à interoperabilidade com o Open Banking decorre da necessidade de harmonização da regulamentação de ambas as iniciativas de Open Finance. A circular revoga a data para envio dos padrões tecnológicos, os procedimentos operacionais para integração, compatibilidade e interoperabilidade com o Open Banking

Neste sentido, a Susep e o Banco Central do Brasil (BCB) mantêm contato frequente para aprimorar a implementação do Sistema de Dados Abertos no mercado financeiro. Novas orientações sobre o tema serão fornecidas oportunamente, em normativo próprio. 

A Circular Susep nº 661/2022 entra em vigor hoje. Para saber mais sobre o Open Insurance, acesse openinsurance.susep.gov.br

Cris Arcangeli fala sobre empreendedorismo feminino no mercado de seguros a convite da seguradora MAG

patricia campos MAG

Um estudo do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), publicado agora em março, realizado com base nos dados da Pnadc (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), mostrou que o número de mulheres à frente de um negócio no país fechou o quarto trimestre de 2021 em 10,1 milhões, mesmo resultado registrado no último trimestre de 2019, antes da pandemia. Apesar dessa evolução, a participação das mulheres empreendedoras no universo de donos de negócio no Brasil (34%) ainda está abaixo da melhor marca histórica, registrada no 4º trimestre de 2019, quando elas representavam 34,8% do total.

Foi para fomentar esses números e mostrar que sim, é possível que as mulheres empreendam no Brasil, que a MAG Seguros realizou uma live especial com a Cris Arcangeli, Shark investidora, palestrante e CEO na Beauty’In; e a diretora de Gente e Gestão da seguradora, Patrícia Campos, para falar das oportunidades de empreender no mercado segurador, especialmente para as mulheres. “Se você busca um trabalho que você dita seu horário, seus planos, e tem por trás toda a estrutura, força e treinamento da equipe MAG, taí uma grande oportunidade”, disse Cris, ao explicar sobre o curso de formação de corretores de seguro e previdência.

Nos últimos anos, o mercado segurador vem se consolidando como um dos setores mais promissores da economia nacional, com crescimento anual constante quase sempre na faixa de dois dígitos. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios de seguros atingiram R$ 50,8 bilhões em 2021, um aumento de 12,4%, ao ano anterior. Comparativamente com o setor, a MAG Seguros vem crescendo significativamente acima do mercado no segmento de vida (risco). A companhia alcançou um crescimento de 46% em 2021 e manteve uma taxa média anual de crescimento superior a 20% na última década.

O Programa de Formação de Corretores da MAG Seguros tem a duração de um ano. Nele, os futuros corretores participam de treinamentos e vivências práticas, sempre apoiados integralmente pelo extenso time de especialistas da empresa. Ao mesmo tempo, os selecionados têm acesso a todo o conteúdo de preparação para aprovação da qualificação técnica profissional, exame obrigatório para a carreira de Corretor de Vida e Previdência no Brasil.

O curso é realizado pela seguradora em todo o Brasil em parceria com a ENS (Escola de Negócios e Seguros). “Além de uma nova carreira para quem deseja empreender, essa é uma chance interessante também para quem está em busca de recolocação ou quer fazer transição de carreira”, informou Patrícia, durante a live. “E sem limite de idade para participar: se você tem 50, 55, 60 anos, quer complementar a renda e continuar trabalhando, também pode”, completou Cris.

Porto Seguro passa a ser apenas “Porto” e cria marcas Porto Seguros, Porto Saúde e Porto Seguro Bank

Porto Seguro Day

Ninguém de gravata. Todos com a emoção a flor da pele e dois pesados investimentos em marketing para apresentar a nova marca: Rock in Rio 2022 e Fórmula 1 de São Paulo por três anos consecutivos. Este foi o clima do Porto Day, realizado nesta manhã de terca-feira, 12, para apresentar a nova marca: Porto. Apenas uma palavra para consolidar o que uma seguradora que começou com apenas o seguro de automóvel se tornou ao longo de décadas.

“Temos uma nova marca, mas continuamos sendo um porto seguro para todos”, afirmou Bruno Garfinkel, presidente do Conselho do grupo. Cada marca tem uma personalidade própria, apresentada pelos CEOs de cada vertical: Porto Seguros, Porto Saúde e Porto Seguro Bank. Em números — o resultado do primeiro trimestre de 2022 será divulgado em maio –, a Porto encerrou 2021 com um faturamento de R$ 21,5 bilhões, lucro de R$ 1,54 bilhão, 35 mil corretores e quase 12 milhões de clientes. “Esse resultado nos dá confiança para ofertar experiência diferenciada aos clientes e expandir o negócio”. 

Para atingir a meta de dobrar o número de clientes até 2025, como previsto em 2020, Garfinkel disse que o time Porto se debruçou para rever as fortalezas e as fraquezas e adequou a gestão para crescer com rentabilidade. “Sem modismos, pois somos inovadores desde sempre”, afirmou, citando o avô Abrahão e o pai Jayme, que comandou a companhia de 1972 até 2019. 

Trata-se de uma mudança de estratégia traçada há tempos para ser menos dependente do seguro automóvel, ramo em que é líder há décadas e hoje tem 28% de market share e que ainda tem muito a crescer. Afinal, somente um terço da frota circulante tem seguro. A mudança não significa perder a liderança em automóvel, nicho que segue inovando, como o lançamento recente do seguro auto por assinatura pela Azul, uma empresa do grupo. A estratégia anunciada no Porto Day é crescer em várias linhas de negócios, com marcas próprias e atuação independentes.

O CEO da holding, Roberto Santos, fez questão de ressaltar que “não existe uma empresa comparada a Porto listada na bolsa de valores B3. Somos uma empresa única. As verticais são parte de um ecossistema que vai muito além do seguro. É uma empresa conectada com o que acontece hoje e que aponta novas tendências”.

Saúde, um ramo complexo no Brasil e que passa por uma reformulação do arcabouço regulatório, é uma aposta ousada do grupo, segundo a apresentação do CEO Sami Foguel, no cargo desde junho do ano passado. Segundo ele, a Porto Saúde marca o início de uma nova possibilidade em saúde para tantas pessoas no Brasil. Atualmente, o grupo tem um market share de apenas 1,5% em São Paulo e 0,6% em outras praças. 

A meta no médio prazo é chegar a 2%, depois de ter crescido a base de clientes em 30%, para 350 mil vidas em 2021. “Os corretores que vendem saúde são uma pequena parcela do todo, mas estamos trazendo novos profissionais. A meta é dobrar o número de corretores que vendem saúde. O tíquete médio em comissão é competitivo e isso impulsionará nosso crescimento”, afirma o CEO. 

Além do apoio dos corretores, a Porto investe pesado em tecnologia e marketing. É a apoiadora oficial do Rock in Rio 2022 e lançou uma plataforma de cotação e emissão que os ajuda a mitigar fraudes, precificar o risco de forma adequada e, com análise de dados, tem insights precisos sobre como atender os clientes no local certo, na hora certa.

A vertical Seguros, segundo o CEO Marcelo Picanço, atingiu R$ 14,9 bilhões em prêmios emitidos em 2021. No seguro Auto, a empresa contabilizou incremento de 311 mil veículos em 2021. Com isso, a frota segurada encerrou o ano passado com 5,8 milhões de veículos. “E tal crescimento foi obtido tendo o maior tíquete médio do mercado, combinação rara no Brasil e no mundo”, enfatizou. 

São mais de 5 milhões de serviços prestados na rua e na casa das pessoas anualmente. Isso mostra quanta inovação, que resolvem os problemas da melhor forma. “Temos em nossa caminhada muita inovação e assim continuaremos para levar serviços e proteções aos nossos clientes, como o seguro por assinatura lançado recentemente, que nos faz ser a maior seguradora de bens da América Latina considerando os mais de 20 produtos, além dos dois em que é líder de mercado no Brasil: auto e residência no Brasil, com 28% da fatia de ambos os segmentos”, comentou. 

Marcos Loução, CEO do Porto Seguro Bank, destacou que a vertical conta com 3,5 bilhões em receitas e ativos de R$ 13 bilhões, o que o posiciona entre os 15 maiores bancos do Brasil. Destacou as operações de consórcio, com alta de 36% em 2021, o segundo em imóvel do Brasil, de cartões de crédito e seguro fiança locatícia. A novidade é o lançamento da conta digital. “Os clientes dos seguros financeiros já são clientes do Porto Seguro Bank e quem quiser ser precisará entrar na Lista de espera para ter uma conta digital”, informou. 

Para encerrar o evento, Bruno Garfinkel voltou ao palco do evento digital. “Vamor dobrar a base de clientes. Somos mais que uma seguradora. Agrupamos as soluções em verticais muito definidas, com objetivos e potenciais variados. Isso cria valor. Nossa marca passa a refletir a estrutura criada para gerar oportunidade para funcionários, corretores, prestadores, clientes e acionistas. Como dizia meu avô: você só será grande se a empresa for grande”.

O grupo também anunciou o lançamento de uma plataforma ESG, que vai concentrar as informações e projetos do grupo sobre as ações de sustentabilidade, disponível no portal e também no aplicativo. O documento ressalta as principais conquistas da companhia em suas frentes de atuação social e ambiental. Ele destaca, por exemplo, que 47% dos quilômetros rodados para atendimentos feitos pela Porto em 2021 foram percorridos por modais mais sustentáveis, como bicicleta, frota elétrica ou até mesmo a pé.

Artigo: Lições da pandemia

Edson Franco

por Edson Franco, presidente da FenaPrevi

O país tem um longo e urgente caminho até se recuperar da grave crise dos últimos anos, marcada pela pandemia global da covid-19. Os desafios são multiformes e vão desde a velocidade da recuperação econômica, do emprego e reposição da renda, até as tragédias pessoais trazidas pelos distúrbios relacionados à saúde mental, à perda de emprego e daqueles que ainda sofrem o luto pela ausência de familiares e amigos. Todos nós, sem exceção, fomos impactados de alguma forma e tivemos que nos reinventar.

Passados dois anos do início da pandemia, urge fazer uma reflexão profunda dos legados que ficam para a humanidade. Muitas análises vieram a público sob os mais variados aspectos, mudanças nas relações de trabalho, evolução tecnológica e tantos assuntos de cunho social. De maneira mais concreta, para o cidadão brasileiro, quais foram os principais impactos da pandemia? Como ela mexeu com o nosso dia a dia, o que de fato mudou?

Dados de uma pesquisa encomendada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi ao Instituto Datafolha no final de 2021 revelaram que, quando perguntados sobre o que fizeram ou estão fazendo para proteger a si mesmos e a suas famílias de situações adversas como a pandemia, 62% dos entrevistados disseram que dão mais valor às pessoas que amam, 23% passaram a guardar algum dinheiro e 17% afirmaram que contrataram um seguro (8% saúde, 6% seguro de vida e 3% outros).

Por outro lado, após cerca de dois anos de pandemia, 45% disseram que não se sentem preparados para outras situações imprevistas. Diante de uma situação similar à da covid no futuro, deixar a família sem condições de se manter e não ter como pagar tratamento médico estão entre os principais medos dos entrevistados. Sobre o que pensam em fazer para se prevenir, 52% citaram poupar ou investir e 35% fazer seguro ou previdência.

O que a pesquisa evidenciou é que há uma maior preocupação com proteção e planejamento, que não necessariamente se transforma em ação. Corrobora a dificuldade em pensar no amanhã e, daí, derivam uma série de teorias, desde a nossa memória inflacionária e falta de renda disponível, até motivações sociológicas, de ser feliz vivendo o hoje, sem pensar no amanhã.

Vejam que dados interessantes a pesquisa nos revelou: os entrevistados foram perguntados sobre a idade em que gostariam de parar de trabalhar e, em seguida, a idade que acham que vão conseguir parar: 53% gostariam de parar de trabalhar aos 60 anos, porém apenas 28% acham que conseguirão.

Cerca de três em cada dez entrevistados pretendem viver com o dinheiro da aposentadoria do INSS quando pararem de trabalhar; outros 22% planejam ou têm alguma reserva em dinheiro; já 7% planejam viver com o valor pago pela previdência privada, porém, apenas 2% têm plano de previdência.

Da maioria dos entrevistados que pretendem viver com a aposentadoria do INSS após parar de trabalhar, 64% não têm conhecimento do valor que vão receber. Entre os que afirmam saber o valor, 19% acham que vão receber R$ 1 mil por mês.

Tendo em vista que uma das maiores preocupações é com o amparo financeiro em caso de morte prematura, nos deparamos com um resultado curioso: 62% dos que têm seguro de carronão têm seguro de vida. Quando questionados se o seu carro vale mais do que a sua vida, 68% desses disseram que realmente deveriam pensar na proteção financeira de sua família. Esse dado convida a uma reflexão interessante. Sim, devemos nos preocupar em proteger nosso patrimônio, mas essa proteção só será plena quando pensada em sinergia à proteção da renda, considerando os infortúnios aos quais estamos sujeitos ao longo da vida.

As informações obtidas nessa pesquisa confirmaram nossa percepção: os sentimentos de medo e insegurança foram consideravelmente majorados com a pandemia. Mas, como vimos, não se refletiram em atitudes concretas. As explicações são múltiplas e não caberiam neste artigo. Porém, é inegável que evidenciam a necessidade de um profundo debate acerca da importância da proteção à renda como parte de uma temática mais ampla que é a falta de educação financeira da população.

O mercado segurador tem muito a contribuir, tanto em termos da ampla gama de soluções já disponíveis, como difundindo a cultura de proteção e planejamento. Na Fenaprevitrabalharemos incansavelmente para debater esse tema na imprensa, nas mídias sociais e junto aos presidenciáveis, com o objetivo de levar informação de qualidade ao maior número de pessoas possível e influenciar políticas públicas para que o seguro cumpra seu importante papel como instrumento do desenvolvimento econômico e social do país.

Essa é nossa vocação, missão e razão de existir.

Susep determina novas regras para o seguro garantia 

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou, em reunião ordinária do Conselho Diretor da Autarquia realizada no dia 7 de abril, a Circular nº 662/2022, que altera dispositivos relacionados ao seguro garantia. A proposta normativa, que passou por duas consultas públicas no ano passado, com a última rodada realizada em novembro de 2021, refina as regras e diretrizes do segmento, aumenta a precisão técnica, reforça os mecanismos de transparência, adota redações mais adaptadas à realidade do mercado e reduz significativamente a assimetria de informações entre as partes interessadas no seguro. 

Em linha com as propostas de alinhamento às melhores práticas internacionais adotadas pela Susep para fomento e desenvolvimento do setor de seguros, a nova norma visa simplificar a regulação, aumentar a liberdade contratual e fomentar novos clausulados. Além disso, a Circular ajusta dispositivos para atender melhor a demanda dos clientes e para assegurar e proteger os seus direitos. 

Dentre as principais mudanças, podemos destacar: a melhoria das definições técnicas empregadas; a possibilidade de o seguro não garantir todas as obrigações do objeto principal, conforme interesse do segurado; a fixação, como regra, da vigência do seguro garantia ser igual à vigência da obrigação garantia, exceto nos casos em que houver solicitação expressa no objeto principal ou em sua legislação específica; a introdução de mecanismos de transparência e mitigação de riscos de assimetria de informação, fator  apontado como um dos principais problemas na prática operacional do seguro; a exclusão das condições contratuais padronizadas, com valorização da liberdade contratual e fomento à criação de novos clausulados; a possibilidade de inclusão de terceiros como beneficiários da apólice; a possibilidade de atuação da seguradora na mitigação do risco de ocorrência de sinistro, o que configura um diferencial positivo sobre as demais formas de garantia (a exemplo da fiança bancária), o que pode impulsionar a expansão do seguro; o tratamento do conflito de interesse entre partes relacionadas; e a total aderência à Lei n.º 14.133, de 2021 (nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos). 

O normativo entrará em vigor no dia 02 de maio e, a partir de 1º de janeiro de 2023, as seguradoras não poderão mais comercializar novos contratos em desacordo com as disposições da Circular. Para mais informações, clique aqui.