SulAmérica lança controle de gastos com medicamentos no aplicativo de saúde 

Fonte: SulAmérica

Para garantir maior autonomia para os beneficiários, a SulAmérica traz a nova funcionalidade “Extrato de Utilização de Medicamentos” para o aplicativo SulAmérica Saúde. A opção possibilita consultar os gastos de compra de medicamentos e os descontos exclusivos concedidos para clientes SulAmérica.  

Ao acessar o aplicativo SulAmérica Saúde, em “Medicamentos com Desconto”, além da novidade, o cliente também pode conferir descontos exclusivos e as farmácias mais próximas com o benefício disponível. É possível ainda utilizar um filtro para analisar os extratos em um determinado período, além de obter mais detalhes de cada compra. 

“A SulAmérica está sempre conectada com as necessidades e atenta a trazer as melhores experiências para o cliente. A nova funcionalidade traz um maior controle aos beneficiários, além da facilidade de acesso na palma da mão, por meio do aplicativo de saúde da companhia”, explica Alexandre Putini, diretor de Inovação, Transformação Digital e Advanced Analytics da SulAmérica.  

O SulAmérica Saúde está disponível para todos os beneficiários e clientes nas lojas online de aplicativos. 

Susep prorroga prazos do Open Insurance 

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Circular Susep nº 661/2022. O intuito do normativo é prorrogar os prazos atualmente definidos para a implementação da segunda etapa da Fase I do Open Insurance e revogar os prazos estipulados para o encaminhamento de propostas técnicas e implementação da interoperabilidade do Sistema de Seguros Abertos e o Open Banking

A Circular transfere a data da implementação da etapa II da primeira fase do Open Insurance para o dia 30 de junho, mesma data da implementação da etapa III. Assim como as demais, a segunda etapa da Fase I se refere à implementação dos requisitos necessários para o compartilhamento de dados sobre os produtos de seguro disponíveis para comercialização. A modificação visa oferecer um prazo mais confortável para as participantes do Sistema registrarem as APIs, responsáveis por permitir o acesso às informações dos produtos de seguros de responsabilidade civil, crédito, financeiros e dos seguros patrimoniais que não foram contemplados na etapa anterior. A norma será responsável por mitigar a dificuldade ocasionada pela concorrência com outras atividades do ecossistema. 

Já a revisão dos prazos relacionados à interoperabilidade com o Open Banking decorre da necessidade de harmonização da regulamentação de ambas as iniciativas de Open Finance. A circular revoga a data para envio dos padrões tecnológicos, os procedimentos operacionais para integração, compatibilidade e interoperabilidade com o Open Banking

Neste sentido, a Susep e o Banco Central do Brasil (BCB) mantêm contato frequente para aprimorar a implementação do Sistema de Dados Abertos no mercado financeiro. Novas orientações sobre o tema serão fornecidas oportunamente, em normativo próprio. 

A Circular Susep nº 661/2022 entra em vigor hoje. Para saber mais sobre o Open Insurance, acesse openinsurance.susep.gov.br

Cris Arcangeli fala sobre empreendedorismo feminino no mercado de seguros a convite da seguradora MAG

patricia campos MAG

Um estudo do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), publicado agora em março, realizado com base nos dados da Pnadc (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), mostrou que o número de mulheres à frente de um negócio no país fechou o quarto trimestre de 2021 em 10,1 milhões, mesmo resultado registrado no último trimestre de 2019, antes da pandemia. Apesar dessa evolução, a participação das mulheres empreendedoras no universo de donos de negócio no Brasil (34%) ainda está abaixo da melhor marca histórica, registrada no 4º trimestre de 2019, quando elas representavam 34,8% do total.

Foi para fomentar esses números e mostrar que sim, é possível que as mulheres empreendam no Brasil, que a MAG Seguros realizou uma live especial com a Cris Arcangeli, Shark investidora, palestrante e CEO na Beauty’In; e a diretora de Gente e Gestão da seguradora, Patrícia Campos, para falar das oportunidades de empreender no mercado segurador, especialmente para as mulheres. “Se você busca um trabalho que você dita seu horário, seus planos, e tem por trás toda a estrutura, força e treinamento da equipe MAG, taí uma grande oportunidade”, disse Cris, ao explicar sobre o curso de formação de corretores de seguro e previdência.

Nos últimos anos, o mercado segurador vem se consolidando como um dos setores mais promissores da economia nacional, com crescimento anual constante quase sempre na faixa de dois dígitos. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios de seguros atingiram R$ 50,8 bilhões em 2021, um aumento de 12,4%, ao ano anterior. Comparativamente com o setor, a MAG Seguros vem crescendo significativamente acima do mercado no segmento de vida (risco). A companhia alcançou um crescimento de 46% em 2021 e manteve uma taxa média anual de crescimento superior a 20% na última década.

O Programa de Formação de Corretores da MAG Seguros tem a duração de um ano. Nele, os futuros corretores participam de treinamentos e vivências práticas, sempre apoiados integralmente pelo extenso time de especialistas da empresa. Ao mesmo tempo, os selecionados têm acesso a todo o conteúdo de preparação para aprovação da qualificação técnica profissional, exame obrigatório para a carreira de Corretor de Vida e Previdência no Brasil.

O curso é realizado pela seguradora em todo o Brasil em parceria com a ENS (Escola de Negócios e Seguros). “Além de uma nova carreira para quem deseja empreender, essa é uma chance interessante também para quem está em busca de recolocação ou quer fazer transição de carreira”, informou Patrícia, durante a live. “E sem limite de idade para participar: se você tem 50, 55, 60 anos, quer complementar a renda e continuar trabalhando, também pode”, completou Cris.

Porto Seguro passa a ser apenas “Porto” e cria marcas Porto Seguros, Porto Saúde e Porto Seguro Bank

Porto Seguro Day

Ninguém de gravata. Todos com a emoção a flor da pele e dois pesados investimentos em marketing para apresentar a nova marca: Rock in Rio 2022 e Fórmula 1 de São Paulo por três anos consecutivos. Este foi o clima do Porto Day, realizado nesta manhã de terca-feira, 12, para apresentar a nova marca: Porto. Apenas uma palavra para consolidar o que uma seguradora que começou com apenas o seguro de automóvel se tornou ao longo de décadas.

“Temos uma nova marca, mas continuamos sendo um porto seguro para todos”, afirmou Bruno Garfinkel, presidente do Conselho do grupo. Cada marca tem uma personalidade própria, apresentada pelos CEOs de cada vertical: Porto Seguros, Porto Saúde e Porto Seguro Bank. Em números — o resultado do primeiro trimestre de 2022 será divulgado em maio –, a Porto encerrou 2021 com um faturamento de R$ 21,5 bilhões, lucro de R$ 1,54 bilhão, 35 mil corretores e quase 12 milhões de clientes. “Esse resultado nos dá confiança para ofertar experiência diferenciada aos clientes e expandir o negócio”. 

Para atingir a meta de dobrar o número de clientes até 2025, como previsto em 2020, Garfinkel disse que o time Porto se debruçou para rever as fortalezas e as fraquezas e adequou a gestão para crescer com rentabilidade. “Sem modismos, pois somos inovadores desde sempre”, afirmou, citando o avô Abrahão e o pai Jayme, que comandou a companhia de 1972 até 2019. 

Trata-se de uma mudança de estratégia traçada há tempos para ser menos dependente do seguro automóvel, ramo em que é líder há décadas e hoje tem 28% de market share e que ainda tem muito a crescer. Afinal, somente um terço da frota circulante tem seguro. A mudança não significa perder a liderança em automóvel, nicho que segue inovando, como o lançamento recente do seguro auto por assinatura pela Azul, uma empresa do grupo. A estratégia anunciada no Porto Day é crescer em várias linhas de negócios, com marcas próprias e atuação independentes.

O CEO da holding, Roberto Santos, fez questão de ressaltar que “não existe uma empresa comparada a Porto listada na bolsa de valores B3. Somos uma empresa única. As verticais são parte de um ecossistema que vai muito além do seguro. É uma empresa conectada com o que acontece hoje e que aponta novas tendências”.

Saúde, um ramo complexo no Brasil e que passa por uma reformulação do arcabouço regulatório, é uma aposta ousada do grupo, segundo a apresentação do CEO Sami Foguel, no cargo desde junho do ano passado. Segundo ele, a Porto Saúde marca o início de uma nova possibilidade em saúde para tantas pessoas no Brasil. Atualmente, o grupo tem um market share de apenas 1,5% em São Paulo e 0,6% em outras praças. 

A meta no médio prazo é chegar a 2%, depois de ter crescido a base de clientes em 30%, para 350 mil vidas em 2021. “Os corretores que vendem saúde são uma pequena parcela do todo, mas estamos trazendo novos profissionais. A meta é dobrar o número de corretores que vendem saúde. O tíquete médio em comissão é competitivo e isso impulsionará nosso crescimento”, afirma o CEO. 

Além do apoio dos corretores, a Porto investe pesado em tecnologia e marketing. É a apoiadora oficial do Rock in Rio 2022 e lançou uma plataforma de cotação e emissão que os ajuda a mitigar fraudes, precificar o risco de forma adequada e, com análise de dados, tem insights precisos sobre como atender os clientes no local certo, na hora certa.

A vertical Seguros, segundo o CEO Marcelo Picanço, atingiu R$ 14,9 bilhões em prêmios emitidos em 2021. No seguro Auto, a empresa contabilizou incremento de 311 mil veículos em 2021. Com isso, a frota segurada encerrou o ano passado com 5,8 milhões de veículos. “E tal crescimento foi obtido tendo o maior tíquete médio do mercado, combinação rara no Brasil e no mundo”, enfatizou. 

São mais de 5 milhões de serviços prestados na rua e na casa das pessoas anualmente. Isso mostra quanta inovação, que resolvem os problemas da melhor forma. “Temos em nossa caminhada muita inovação e assim continuaremos para levar serviços e proteções aos nossos clientes, como o seguro por assinatura lançado recentemente, que nos faz ser a maior seguradora de bens da América Latina considerando os mais de 20 produtos, além dos dois em que é líder de mercado no Brasil: auto e residência no Brasil, com 28% da fatia de ambos os segmentos”, comentou. 

Marcos Loução, CEO do Porto Seguro Bank, destacou que a vertical conta com 3,5 bilhões em receitas e ativos de R$ 13 bilhões, o que o posiciona entre os 15 maiores bancos do Brasil. Destacou as operações de consórcio, com alta de 36% em 2021, o segundo em imóvel do Brasil, de cartões de crédito e seguro fiança locatícia. A novidade é o lançamento da conta digital. “Os clientes dos seguros financeiros já são clientes do Porto Seguro Bank e quem quiser ser precisará entrar na Lista de espera para ter uma conta digital”, informou. 

Para encerrar o evento, Bruno Garfinkel voltou ao palco do evento digital. “Vamor dobrar a base de clientes. Somos mais que uma seguradora. Agrupamos as soluções em verticais muito definidas, com objetivos e potenciais variados. Isso cria valor. Nossa marca passa a refletir a estrutura criada para gerar oportunidade para funcionários, corretores, prestadores, clientes e acionistas. Como dizia meu avô: você só será grande se a empresa for grande”.

O grupo também anunciou o lançamento de uma plataforma ESG, que vai concentrar as informações e projetos do grupo sobre as ações de sustentabilidade, disponível no portal e também no aplicativo. O documento ressalta as principais conquistas da companhia em suas frentes de atuação social e ambiental. Ele destaca, por exemplo, que 47% dos quilômetros rodados para atendimentos feitos pela Porto em 2021 foram percorridos por modais mais sustentáveis, como bicicleta, frota elétrica ou até mesmo a pé.

Artigo: Lições da pandemia

Edson Franco

por Edson Franco, presidente da FenaPrevi

O país tem um longo e urgente caminho até se recuperar da grave crise dos últimos anos, marcada pela pandemia global da covid-19. Os desafios são multiformes e vão desde a velocidade da recuperação econômica, do emprego e reposição da renda, até as tragédias pessoais trazidas pelos distúrbios relacionados à saúde mental, à perda de emprego e daqueles que ainda sofrem o luto pela ausência de familiares e amigos. Todos nós, sem exceção, fomos impactados de alguma forma e tivemos que nos reinventar.

Passados dois anos do início da pandemia, urge fazer uma reflexão profunda dos legados que ficam para a humanidade. Muitas análises vieram a público sob os mais variados aspectos, mudanças nas relações de trabalho, evolução tecnológica e tantos assuntos de cunho social. De maneira mais concreta, para o cidadão brasileiro, quais foram os principais impactos da pandemia? Como ela mexeu com o nosso dia a dia, o que de fato mudou?

Dados de uma pesquisa encomendada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi ao Instituto Datafolha no final de 2021 revelaram que, quando perguntados sobre o que fizeram ou estão fazendo para proteger a si mesmos e a suas famílias de situações adversas como a pandemia, 62% dos entrevistados disseram que dão mais valor às pessoas que amam, 23% passaram a guardar algum dinheiro e 17% afirmaram que contrataram um seguro (8% saúde, 6% seguro de vida e 3% outros).

Por outro lado, após cerca de dois anos de pandemia, 45% disseram que não se sentem preparados para outras situações imprevistas. Diante de uma situação similar à da covid no futuro, deixar a família sem condições de se manter e não ter como pagar tratamento médico estão entre os principais medos dos entrevistados. Sobre o que pensam em fazer para se prevenir, 52% citaram poupar ou investir e 35% fazer seguro ou previdência.

O que a pesquisa evidenciou é que há uma maior preocupação com proteção e planejamento, que não necessariamente se transforma em ação. Corrobora a dificuldade em pensar no amanhã e, daí, derivam uma série de teorias, desde a nossa memória inflacionária e falta de renda disponível, até motivações sociológicas, de ser feliz vivendo o hoje, sem pensar no amanhã.

Vejam que dados interessantes a pesquisa nos revelou: os entrevistados foram perguntados sobre a idade em que gostariam de parar de trabalhar e, em seguida, a idade que acham que vão conseguir parar: 53% gostariam de parar de trabalhar aos 60 anos, porém apenas 28% acham que conseguirão.

Cerca de três em cada dez entrevistados pretendem viver com o dinheiro da aposentadoria do INSS quando pararem de trabalhar; outros 22% planejam ou têm alguma reserva em dinheiro; já 7% planejam viver com o valor pago pela previdência privada, porém, apenas 2% têm plano de previdência.

Da maioria dos entrevistados que pretendem viver com a aposentadoria do INSS após parar de trabalhar, 64% não têm conhecimento do valor que vão receber. Entre os que afirmam saber o valor, 19% acham que vão receber R$ 1 mil por mês.

Tendo em vista que uma das maiores preocupações é com o amparo financeiro em caso de morte prematura, nos deparamos com um resultado curioso: 62% dos que têm seguro de carronão têm seguro de vida. Quando questionados se o seu carro vale mais do que a sua vida, 68% desses disseram que realmente deveriam pensar na proteção financeira de sua família. Esse dado convida a uma reflexão interessante. Sim, devemos nos preocupar em proteger nosso patrimônio, mas essa proteção só será plena quando pensada em sinergia à proteção da renda, considerando os infortúnios aos quais estamos sujeitos ao longo da vida.

As informações obtidas nessa pesquisa confirmaram nossa percepção: os sentimentos de medo e insegurança foram consideravelmente majorados com a pandemia. Mas, como vimos, não se refletiram em atitudes concretas. As explicações são múltiplas e não caberiam neste artigo. Porém, é inegável que evidenciam a necessidade de um profundo debate acerca da importância da proteção à renda como parte de uma temática mais ampla que é a falta de educação financeira da população.

O mercado segurador tem muito a contribuir, tanto em termos da ampla gama de soluções já disponíveis, como difundindo a cultura de proteção e planejamento. Na Fenaprevitrabalharemos incansavelmente para debater esse tema na imprensa, nas mídias sociais e junto aos presidenciáveis, com o objetivo de levar informação de qualidade ao maior número de pessoas possível e influenciar políticas públicas para que o seguro cumpra seu importante papel como instrumento do desenvolvimento econômico e social do país.

Essa é nossa vocação, missão e razão de existir.

Susep determina novas regras para o seguro garantia 

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou, em reunião ordinária do Conselho Diretor da Autarquia realizada no dia 7 de abril, a Circular nº 662/2022, que altera dispositivos relacionados ao seguro garantia. A proposta normativa, que passou por duas consultas públicas no ano passado, com a última rodada realizada em novembro de 2021, refina as regras e diretrizes do segmento, aumenta a precisão técnica, reforça os mecanismos de transparência, adota redações mais adaptadas à realidade do mercado e reduz significativamente a assimetria de informações entre as partes interessadas no seguro. 

Em linha com as propostas de alinhamento às melhores práticas internacionais adotadas pela Susep para fomento e desenvolvimento do setor de seguros, a nova norma visa simplificar a regulação, aumentar a liberdade contratual e fomentar novos clausulados. Além disso, a Circular ajusta dispositivos para atender melhor a demanda dos clientes e para assegurar e proteger os seus direitos. 

Dentre as principais mudanças, podemos destacar: a melhoria das definições técnicas empregadas; a possibilidade de o seguro não garantir todas as obrigações do objeto principal, conforme interesse do segurado; a fixação, como regra, da vigência do seguro garantia ser igual à vigência da obrigação garantia, exceto nos casos em que houver solicitação expressa no objeto principal ou em sua legislação específica; a introdução de mecanismos de transparência e mitigação de riscos de assimetria de informação, fator  apontado como um dos principais problemas na prática operacional do seguro; a exclusão das condições contratuais padronizadas, com valorização da liberdade contratual e fomento à criação de novos clausulados; a possibilidade de inclusão de terceiros como beneficiários da apólice; a possibilidade de atuação da seguradora na mitigação do risco de ocorrência de sinistro, o que configura um diferencial positivo sobre as demais formas de garantia (a exemplo da fiança bancária), o que pode impulsionar a expansão do seguro; o tratamento do conflito de interesse entre partes relacionadas; e a total aderência à Lei n.º 14.133, de 2021 (nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos). 

O normativo entrará em vigor no dia 02 de maio e, a partir de 1º de janeiro de 2023, as seguradoras não poderão mais comercializar novos contratos em desacordo com as disposições da Circular. Para mais informações, clique aqui.

MAPFRE inaugura em Ribeirão Preto sua primeira sede regional totalmente sustentável

Fonte: Mapfre

Comprometida em ampliar suas práticas de sustentabilidade, a MAPFRE acaba de inaugurar a sua nova sede em Ribeirão Preto. O imóvel, localizado na Avenida Nove de Julho, 252, no Centro, foi totalmente planejado e reformulado para acompanhar os preceitos de construção sustentável.

Entre as características do imóvel que o tornam sustentável estão o sistema de captação e reuso de águas de chuva, alto índice de eficiência energética, iluminação 100% em painéis de LED, incentivo à produção de energia verde, acessibilidade, monitoramento constante da quantidade de CO2 no ambiente interno da instalação, bicicletário, ponto de carga e vaga para veículos elétricos e ponto de descarte de cápsulas de café.
“Somos conscientes de que temos uma responsabilidade no crescimento dos locais nos quais estamos presentes e em relação ao impacto ambiental que podemos deixar como empresa. A nova sede de Ribeirão Preto faz parte de uma linha de trabalho desenvolvida para contribuir com a nossa estratégia mundial de Desenvolvimento Sustentável”, comenta Antonio Edmir Ribeiro, diretor territorial da MAPFRE para o interior de São Paulo.

O prédio da Diretoria Territorial da companhia em Ribeirão Preto teve todo o seu processo de construção e reforma auditado e, em breve, receberá a certificação LEED – selo de sustentabilidade referência no mundo. “Como o imóvel reúne sucursal, postos de atendimento e centro de tramitação, compreendemos que seria o local ideal para inaugurarmos nossa primeira sede regional ‘verde’. A obra foi totalmente acompanhada, tanto a sua condução quanto a escolha de fornecedores e materiais”, conta Edna Gregório, superintendente de Compras, Imóveis e Meios da MAPFRE. “Com a certificação, a unidade de Ribeirão Preto se junta ao WTorre Morumbi, um dos edifícios em que a MAPFRE está presente em São Paulo, como mais um imóvel 100% sustentável da companhia”, complementa.

Com a nova sede, a MAPFRE pretende oferecer ainda mais possibilidades de negócios e seguros para os consumidores da região. “Nosso objetivo é que o espaço se torne referência não apenas para a companhia, mas para toda a macrorregião de Ribeirão Preto e mais de 400 cidades do interior de São Paulo. O mercado é estratégico para a MAPFRE e queremos seguir investindo nele”, conclui Edmir Ribeiro.

PRA Trancoso: SulAmérica recebe mais de 200 corretores no litoral baiano para celebrar os Super Campeões de 2019 

Sulamerica Trancoso PRA Corretor

Fonte: SulAmérica

Mais de 200 corretores e seus acompanhantes celebraram de 7 a 10 de abril o PRA Super Campeões relativo ao ano de 2019. Foram quatro dias de muita informação – e diversão – em Trancoso, na Bahia, com os parceiros corretores de seguros que mais venderam há 3 anos. A comemoração do Programa de Reconhecimento aoCorretor de Seguros da SulAmérica foi postergada por conta da pandemia.  

O evento contou com uma manhã de sexta-feira de muito conhecimento, com apresentações do presidente RicardoBottas e dos vice-presidentes Marcelo Mello (Vida, Previdência e Investimentos) e Juliana Caligiuri (Saúde e Odonto), além da participação dos diretores comerciais da companhia, Solange Zaquem, Luciano Lima e Marcelo Mascaretti. Os executivos falaram sobre os resultados da companhia, novidades, lançamentos e o conceito de Saúde Integral.  

“Estou muito feliz em estar aqui como esses super campeões em um evento tão especial como o PRA. Este é um momento de muito relacionamento, confraternização e premiações”, disse Ricardo Bottas. 

Foram realizados ainda sorteios, como de três carros, shows com Bell Marques, Diogo Nogueira e os próprios corretores, que participaram de uma alegre noite de Show de Talentos, além de uma palestra com Walter Longo. “Estou aqui no meu primeiro PRA e em uma troca muito bacana com os corretores de seguros. Tenho ouvido muitas dicas, sugestões e ideias de como podemos crescer mais juntos”, finalizou Juliana Caligiuri. 

IPCA de 1,62% em março, maior taxa para o mês desde o Plano Real, e os juros nos EUA podem comprometer fim de ciclo de alta da Selic, avalia economista da CNseg

pedro simoes cnseg 10

Em razão da greve dos servidores do Banco Central do Brasil, que comprometeu, pela segunda semana consecutiva, a divulgação do Relatório Focus, o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), traz nesta segunda-feira (11) uma análise da conjuntura com os indicadores divulgados na semana anterior. Um dos destaques foi o IPCA de março, divulgado na última sexta-feira. 

“O IPCA de março foi ruim tanto numérica quanto qualitativamente”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. Segundo ele, a variação de 1,62% foi a maior para um mês de março em 28 anos, levando o acumulado em 12 meses para 11,30%. “Os núcleos, que medem a tendência da inflação, continuam a acelerar e o índice de difusão, que mostra o percentual de itens em alta no mês, ficou em 76,13% em março, o mais alto desde fevereiro de 2016, mostrando que apesar das maiores altas estarem nos combustíveis e alimentos, a inflação está espalhada por diversos preços na economia. Nem o alívio nos preços de energia elétrica, com o fim da bandeira de escassez hídrica (antecipada para o dia 16/04), deve compensar completamente esses efeitos”, avalia. 

Simões também cita o desejo do Banco Central em finalizar o ciclo de alta da taxa básica de juros, com um último aumento de 1 ponto percentual, levando a Selic a 12,75% na reunião do início de maio. “Mas isso parece cada vez menos factível”, comenta Simões. A primeira razão é a expectativa de juros mais altos nos EUA, o que diminuiria o diferencial de juros que favorece os fluxos de capitais para o Brasil, ajudando no controle da inflação via apreciação cambial. 

A segunda razão é que, mesmo com o aumento da Selic nos últimos meses, as expectativas de inflação continuaram a se deteriorar em 2022 e 2023. “E a terceira é que uma breve na análise de relatórios de bancos e consultorias econômicas mostra que as expectativas para o IPCA este no já ultrapassaram os 7%, principalmente depois da divulgação do IPCA de março bastante acima do esperado”, resume. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

Generali lança a iniciativa “Uma árvore para cada acionista” para promover o reflorestamento

Generali-Milao

Fonte: Generali

Para marcar o acontecimento da Assembleia Geral de Acionistas, que acontecerá em Trieste, no dia 29 de abril de 2022, a Generali lançará a iniciativa “Uma árvore para cada acionista”. O grupo vai plantar uma árvore para cada um dos acionistas participantes da assembleia, começando com um projeto de reflorestamento de mais de 3.000 árvores nas áreas danificadas pela tempestade Vaia, que atingiu o nordeste da Itália em outubro de 2018.

O projeto foi lançado em parceria com a empresa CO2 Advisor, autoridades locais e consórcios agroflorestais, que todos os dias se comprometem em recuperar áreas devastadas para realizar intervenções progressivas e duradouras. 

A iniciativa visa aliar a participação de cada acionista da Assembleia Geral a um gesto concreto nas comunidades onde a empresa sempre esteve presente, em linha com o compromisso do grupo com a sustentabilidade – que é o centro do novo plano estratégico “Lifetime Partner 24: Driving Growth”. 

O objetivo do plano é: gerar significativo impacto social, ambiental e para stakeholders, integrando princípios ESG nas estratégias de investimento e subscrição; aumentar os prêmios decorrentes de soluções sustentáveis em 5%-7% CAGR até 2024 e faturar entre 8,5 e 9,5 bilhões de Euros em novos investimentos verdes e sustentáveis entre 2021 e 2025.

A estratégia para proteção climática da Generali, atualizada em julho de 2021, também visa eliminar totalmente investimentos e atividade de subscrição no setor de carvão térmico, nos países da OCDE até 2030; e até 2040 no resto do mundo. 

As novas metas também incluem a descarbonização gradual da carteira de investimentos e seguros para atingir a neutralidade de carbono até 2050, consistente com a meta do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, e com o compromisso assumido como parte da rede Zero Asset Owner Alliance e da Net-Zero Insurance Alliance.

A essência do seguro é o compartilhamento social do risco para que eventos adversos ou catastróficos, como os gerados pelas mudanças climáticas, não pesem muito sobre os indivíduos.