Swiss Re faz parceria com J.P. Morgan e investidores para garantir US$ 1,15 bilhão em perdas graves relacionadas à subscrição


A Swiss Re fechou uma transação inovadora de stop-loss de vários anos, com financiamento fornecido pelo J.P. Morgan e vários investidores institucionais. A transação, que cobre riscos de subscrição em todo o Swiss Re Group, é a primeira do tipo a combinar financiamento bancário e títulos vinculados a seguros.

“A parceria inovadora é um exemplo de como o grupo considera todas as fontes de capital de forma holística e visa aprimorar ainda mais sua estrutura de capital flexível. Com esta transação, a divisão Alternative Capital Partners oferece mais uma contribuição para a gestão de capital”, disse o diretor financeiro do grupo Swiss Re, John Dacey.

A transação utiliza uma conta segregada recém-criada da seguradora de propósito especial Matterhorn Re Ltd. O J.P. Morgan fornece financiamento de US$ 1 bilhão por meio de um empréstimo sênior, enquanto vários investidores institucionais participarão por meio de um investimento de US$ 150 milhões em notas vinculadas a seguros emitidas pela conta segregada.

Com este acordo, a Swiss Re tem proteção contra graves perdas de subscrição para os anos financeiros de 2022–2026, apoiando assim as oportunidades de crescimento em um mercado de resseguro atraente. Além disso, espera-se que a transação tenha um benefício positivo para os ratings e requisitos de capital regulatório da Swiss Re.

A operação está totalmente garantida, com os recursos a serem mantidos em notas emitidas pelo European Bank for Reconstruction and Development, que possui ratings Aaa/AAA/AAA (Moody’s/S&P/Fitch, todos estáveis).

“Através da experiência e dos fortes relacionamentos da Alternative Capital Partners, conseguimos estruturar essa transação híbrida inédita, reunindo financiamento bancário e títulos vinculados a seguros. Ao fazê-lo, alavancamos a natureza complementar das duas fontes de capital em uma transação marcante nos mercados de resseguro e ILS. É outro exemplo da longa tradição de inovação da Swiss Re no espaço de capital alternativo e ressalta a força do sua franquia”, comentou em nota Philipp Rüede, chefe da Swiss Re Alternative Capital Partners.

A Alternative Capital Partners foi lançada em 2019 combinando as equipes de títulos vinculados a seguros (ILS) e Retro & Syndication da Swiss Re. Ao alavancar a força combinada de ambas as equipes e construir um centro unificado de especialização, tornou-se uma divisão-chave que apoia a estratégia e a franquia da Swiss Re.

Marcio Coriolano deixa importante legado ao setor em seus seis anos à frente da CNseg

Marcio Coriolano se dedica, diariamente, há quase 30 anos para o setor de seguros. Tive o privilégio de acompanhar este período e contar com o apoio deste querido executivo para praticamente 90% das pautas jornalísticas que desenvolvi nesses anos. Certamente, boa parte do sucesso do setor na mídia brasileira se deve ao seu empenho. Orquestrou um banco de dados estatísticos de dar inveja a qualquer outro setor. Gentilmente sempre arrumou um tempo na agenda e alimentou jornalistas com conteúdo relevante para tornar o setor de seguros mais conhecido de toda a sociedade brasileira, incluindo ai Governo, Legislativo e Judiciário, ministros, juristas, políticos, órgãos de defesa do consumidor, empresários e tantos outros setores vitais para a economia. Fica aqui o meu muito obrigada e um resumo da entrevista que gentilmente me concedeu para fazer um balanço de sua gestão nesses seis anos à frente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Coriolano, esses seis anos em que esteve à frente da CNseg foram desafiadores para a economia e para o setor. Cite os principais para o Brasil neste período, com recessão prolongada, e o que espera para 2023, no pós-eleição?

Com esses antecedentes desafiadores, fizemos um trabalho muito forte de planejamento estratégico no conselho diretor. Elaboramos dois grandes planejamentos, que pautaram a nossa agenda nesse período. Desdobramos esse planejamento em ações operacionais, com a prata da casa, para dar conta de posicionamentos junto aos reguladores, Congresso Nacional e judiciário. Outro ponto a destacar, para viabilizar esses posicionamentos, foi a mobilização permanente das comissões temáticas da CNseg, formadas pelos colegas das companhias, especialistas “praticantes” de cada dimensão dos seguros envolvida. Isso foi acompanhado de um trabalho amplo de comunicação com todos os públicos que permitiu uma boa sinergia com a Fenacor, sindicatos de seguradoras, mídias sociais, mídia especializada e veículos da grande mídia que acompanham o setor. Pelos “públicos”, entenda-se também os poderes constituídos, para melhor entendimento deles sobre o alcance dos seguros.

Todo esse trabalho recebeu suporte do Comitê de Estudos de Mercado (CEM) –, criado em 2016, que ao longo do tempo foi crescendo e passou a ser o guia de estruturação de dados e análises de mercado, econômicas e sociais, para suportar o nosso planejamento operacional. Esses fatores foram muito importantes para a principal missão da CNseg, que é a de dar suporte institucional para as suas associadas. E tivemos conquistas importantes. A despeito das recessões, e dos seus impactos para a nossa atividade, o setor de seguros conseguiu preservar sua solvência, fazer uso da tecnologia embarcada e responder à crescente aversão aos riscos por parte da sociedade. A demanda demonstra isso. Os números do mercado, também.

Quanto ao que esperar para 2023, acho que ainda está distante. Me parece que o que esperar deste ano e do próximo não se resume ao calendário eleitoral. Os cenários dependem da trajetória da inflação e da taxa de juros, da política monetária e fiscal, do equilíbrio das contas externas, e do equacionamento dos problemas das cadeias produtivas mundiais, agravadas agora pelas consequências da guerra da Ucrânia. Embora todos concordem que também temos muitas oportunidades. Novamente, o nível de solvência e de governança característicos da atualidade do nosso setor. A favor também a maior busca por proteção por todos os segmentos da população. E, com a recente regulação da Susep que vem permitindo, e deve continuar, produtos de seguros mais céleres e flexíveis. O que deve aumentar a retenção de quem já participa do mercado e dar condições para alcançar parcelas de menor renda média.

Quais mudanças regulatórias você destaca?

A flexibilização da construção de planos de seguros, facilitada pela recente desregulamentação da Susep para os ramos de danos e responsabilidades, deverá ser solução para as camadas de renda mais baixa. E também o microsseguro, que até há pouco era regulamentado mais para ser um degrau para seguros mais amplos, foi reestruturado para deixar de ser um degrau e virar uma plataforma. Então, também com essa nova regulamentação da Susep, as companhias já dispõem de uma referência para seguros que atendam especificamente àqueles que não tem renda para acessar a grade dos seguros oferecidos.

No caso do Open Insurance, ainda que seu propósito seja aumentar a inclusão securitária e a competitividade, o caminho escolhido precisa ser aperfeiçoado. Grande parte da população brasileira ainda não tem recursos digitais além do uso de aparelhos celulares. A implementação acelerada, por parte do Governo, o escopo extensivo de ramos e produtos, e a incerteza que pende sobre a definição do papel dos corretores na arquitetura do Open Insurance, não rimam com o melhor custo-benefício dessa empreitada. A CNseg tem buscado colaborar muito para que a implantação seja cautelosa e progressiva, até para que o sistema de seguros privados possa ir medindo os benefícios para todos. Sobre o sandbox, está ficando comprovado que é uma boa iniciativa, embora as limitações de acesso digital de grande parte da população e a forte capitalização necessária ao ingresso no sistema de seguros estejam levando as sandbox a um espaço de colaboração com as empresas incumbentes, mais do que competição. 

 O Open Finance é uma realidade. Como vê o seguro dentro deste programa no médio e longo prazo?

Os normativos do Banco Central sobre o Open Finance, depois copiados para o Open Insurance, foram inspirados nos fundamentos da União Europeia e, no caso dos seguros, precisam de adaptação às condições brasileiras. Afinal, os paradigmas do sistema aberto de seguros não observam as diferenças estruturais e funcionais entre ele e o Open Finance, especialmente o espaço competitivo, complexidade de produtos, grau de fidelidade, portabilidade e o papel importantíssimo do corretor de seguros, que só agora começou a ser revisitado. Volto a destacar que o Open Insurance é uma iniciativa inédita no mundo e que outros países estão sendo cautelosos quanto à sua implementação. Segundo dados da PWC, apenas 1/3 da população brasileira tem acesso pleno à internet, que é a base da digitalização que é premissa dos “open”.

O fato é que não se pode comparar um ativo financeiro com um produto de previdência, vida ou grandes riscos. O grau de complexidade destes é muito maior. Assim como o grau de fidelidade e portabilidade é diferente. É mais difícil haver uma migração de pessoas entre instituições bancárias, pela fidelidade. No seguro, não. A cada ano que vou renovar os meus seguros eu consulto o meu corretor.

Internacionalmente, quais as principais conquistas da CNseg no período em que esteve como porta-voz do setor?

Dei continuidade à nossa participação na FIDES. Em dezembro de 2020, a CNseg foi eleita para integrar o Conselho da Presidência da Federación Interamericana de Empresas de Seguros (Fides) – uma organização sem fins lucrativos que congrega as associações representativas do setor de seguros de 16 países da América Latina, além dos Estados Unidos da América e Espanha – ocupando o cargo de segunda Vice-Presidência. Nessa condição, presidi a Comissão Regional Sul da Fides, composta por cinco representações da Região: Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. A Fides tem como missão cuidar da imagem institucional do seguro e do resseguro, estimular seu desenvolvimento, promover o intercâmbio entre os mercados regionais e realizar pesquisas e programas de educação em seguros. Foi período de grande interação entre os países, principalmente porque a integração foi fortalecida pela pandemia, que nos colocou à prova, além de evidenciar que as questões que desafiam o setor são absolutamente comuns. 

E agora, em 19 de abril, participarei do evento “Os desafios do desenvolvimento: o futuro da regulação estatal”, em Portugal. A organização é do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), que tem como um de seus coordenadores o Ministro Gilmar Mendes, do STF. Será uma boa oportunidade para debater os caminhos da retomada do bem-estar econômico e social, em meio às transformações da revolução digital, da pandemia, e do reposicionamento dos blocos econômicos globais. Estarei na mesa redonda do painel “Regulação Econômica”, sobre “Serviços e instituições financeiras”, tratando dos seguros.

Um ponto importante, que como jornalista muito me orgulha, são as estatísticas do setor, agora em abundância. Conte um pouco de suas conquistas neste quesito em que deixa um grande legado e o que mais pode ser feito pelo seu sucessor?

Muitas estatísticas já eram coletadas e tratadas pela CNseg, porém, grande parte ainda não tínhamos divulgado para o público. A partir da criação do CEM, o nosso Comitê de Estudos de Mercado, construímos uma premissa de que estatísticas são um meio importante para a análise setorial, mas não suficiente. Reestruturamos a área responsável pelas análises estatísticas, para incorporar a dimensão econômica, e suas articulações com o mercado de seguros. O resultado foi que povoamos o nosso portal com um elenco maior de estatísticas, e, principalmente, análises.

A CNseg é hoje uma referência em análise de dados sobre o setor, com um trabalho sistemático visível por meio de diversas iniciativas dos últimos anos, a última tendo sido a publicação do ranking das empresas do setor. Menciono principalmente as edições da Conjuntura CNseg, que é a “âncora” de uma série de dados e análises, que vão do desempenho do setor, passando pela sua articulação com os movimentos da economia e sociedade, até análises e artigos sobre as várias dimensões dos seguros. O ponto importante disso tudo é a sua utilidade prática. Seja para o posicionamento de mercado das Associadas, seja para formar nossa opinião sobre o ambiente econômico e setorial como subsídios para o Governo, Legislativo e Judiciário, seja para proposições objetivas sobre vários temas regulatórios, passados e em curso.

E agora, quais são os seus planos? 

Para um ex-regulador, executivo e profissional de seguros com trajetória ao longo de 29 anos, ter participado da liderança de uma entidade com o peso e responsabilidade da CNseg exige muita reflexão sobre o futuro. Planejamos antecipadamente e detalhadamente a renovação da condução da Confederação, e tenho muito orgulho dessa transição que fizemos. Pretendo doravante cuidar dos meus afazeres pessoais e familiares, sem pretender deixar de oferecer a minha contribuição dessa experiência acumulada onde puder ser útil para os seguros.

Corretora de seguros do BB, a Ciclic, anuncia lançamento de seguro auto em parceria com a seguradora MAPFRE e insurtech ThinkSeg 

A Ciclic, insurtech da BB Seguros, anuncia o lançamento de seu novo produto: o Seguro Auto. Realizado em parceria com a Thinkseg e seguradora Mapfre, o seguro é pay per use, ou seja, diferentemente de um seguro comum, onde o cliente efetua o pagamento anual, nessa modalidade, ele o realiza mensalmente por meio de um valor fixo de assinatura mais um adicional de centavos por km rodado. Dessa forma, o cliente paga o que, de fato, utiliza, sendo possível ter uma economia de até 50%, comparando a um seguro tradicional.

Esse controle de km rodado é feito de maneira bem fácil por app ou foto do hodômetro, graças ao processo ser 100% online, desde a contratação até a vistoria.

Outra vantagem do produto é sua cobertura completa. Nesse quesito, igual a um seguro auto convencional, o da Ciclic oferece mais de 10 assistências para as diferentes necessidades e imprevistos do dia a dia, como reparo de vidros, chaveiro, guincho e assistência 24h, cobertura para terceiros, roubo e furto, perda total e parcial, troca de pneus e muito mais. 


O lançamento do produto vai ao encontro de uma necessidade do brasileiro e de um mercado que tem grande potencial de expansão. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), apenas 30% da frota circular de carros no Brasil possuem seguro automóvel.
 
“Nós temos uma gama de produtos em nossa carteira que ajudam em diversos momentos da vida de nossos clientes, desde Saúde Protegida e Saúde Pet até Seguros Viagem e Celular. Com isso, percebemos que faltava um produto que também protegesse este bem, o carro, para tornar o ciclo ainda mais completo. Além disso, buscamos um serviço com preço justo e acessível, além de uma interface de contratação fácil no universo online”, afirma Gustavo Zobaran, Diretor Executivo da Ciclic. 
“Temos grandes objetivos para manter a Ciclic em movimento e forte expansão. Somos uma empresa que nasceu há quatro anos apostando na melhor experiência para o cliente dentro do setor de seguros e serviços de proteção digitais. Acreditamos que, com o Seguro Auto, teremos um aumento de 47% no número de novos clientes até o final de 2022”, complementa a COO da Ciclic, Bruna Melo.

Olho Mágico, plataforma para aluguel de imóveis da Porto, compra Nido Tecnologia

A Porto anunciou nesta quarta-feira (13) o lançamento do Olho Mágico, uma plataforma para aluguel de imóveis. A partir da parceria com imobiliárias espalhadas pelo Brasil, a companhia une a facilidade de uma contratação online e a segurança que é característica de todos os seus produtos. A plataforma chega ao mercado com mais de 40 mil anúncios publicados e ainda adquire a Nido Tecnologia, uma empresa focada em sistemas de gestão para imobiliárias.

Segundo Vicente Conde, Head do Olho Mágico, a plataforma nasce após um longo período de testes e aprimoramentos. “A ideia é construirmos uma experiência mágica em conjunto com imobiliárias e corretores de seguros que desejem alcançar esse sonho conosco. Mesmo em fase de testes, antes de seu lançamento oficial, alcançamos números impressionantes. Foram 5 mil contratos fechados no período, mais de 40 mil anúncios e centenas de imobiliárias cadastradas. Para os próximos meses, o objetivo é seguir aprimorando nossos serviços e levar soluções seguras para nossos clientes, que podem contar com a Porto em todas as fases da vida”, destaca o executivo. 

Com a plataforma cada vez mais unificada, o inquilino poderá não só buscar seu novo lar, contando com uma interface intuitiva e completa, como também seguir com toda etapa de escolha de garantias e contratação em um único lugar. “Para as nossas imobiliárias parceiras, estamos trabalhando para disponibilizar soluções inovadoras que permitirão redução de custos operacionais e aceleração da jornada de locação, além de diminuição da vacância dos imóveis. Por meio da nossa tecnologia, queremos melhorar a experiência dos inquilinos e tornar o processo de locação mais acessível”, conclui Vicente.

O Olho Mágico chega com o desejo de simplificar o processo de aluguel de imóveis, a alternativa de moradia para uma importante parcela da população brasileira. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem 13,3 milhões de casas e apartamentos alugados no Brasil, representando 18,3% dos imóveis no país. Desse número, a maior concentração de residências alugadas está no Centro-Oeste (23%) e no Sudeste (20,8%). Esse mercado movimenta mais de R$ 220 bilhões de reais todos os anos.

“O mercado é gigante, mas precisamos voltar nossos olhares para cada pessoa que busca um imóvel para chamar de lar. Pensamos na jornada digital pela agilidade que ela traz, além da facilidade de resolver a parte burocrática em poucos cliques”, justifica o executivo. Para ele, a plataforma busca unir toda a conveniência da tecnologia ao atendimento exclusivo de imobiliárias parceiras da Porto para transformar o aluguel em um processo mais simples, ágil e seguro. Tudo isso colocando as imobiliárias no centro da estratégia. É importante frisar que anunciar no Olho Mágico é 100% gratuito. 

Tecnologia é a chave do negócio

A Porto também anunciou a aquisição, por meio do Olho Mágico, de 100% da Nido Tecnologia, empresa focada na digitalização de imobiliárias através de sistemas como CRM, ERP e outros. O principal motivador da negociação foi a visão da companhia sobre a necessidade de aumentar a presença no segmento, sendo a aquisição a melhor opção.

“O nosso investimento no segmento de sistemas imobiliários reforça o compromisso de oferecer boas soluções para imobiliárias e clientes. A Nido é atualmente uma das principais empresas de tecnologia do ramo. Essa capacidade técnica e agilidade vai nos permitir crescer em um setor em constante transformação, como o de imóveis, auxiliando também o crescimento contínuo das imobiliárias parceiras da Porto Seguro”, explica Vicente Conde. 

Mesmo tendo sido adquirida em sua totalidade, a gestão da Nido continuará independente, o que reforça o compromisso de transparência perante outros players de mercado.

A conclusão da transação está sujeita ao atendimento de condições precedentes.

MAG Seguros lança promoção da Semana da Saúde que une proteção com cuidado e longevidade

Fonte: MAG

Em comemoração ao Dia da Saúde comemorado no dia 7 de abril, a MAG Seguros, seguradora de 187 anos especializada em seguros de vida e previdência, lança, nesta semana, sua campanha Semana da Saúde para premiar novos segurados. Para concorrer, os clientes que contratarem um seguro de vida participante entre 13 e 18 de abril devem se cadastrar no site da promoção até o dia 25 de abril. 

Serão sorteados três vales saúde, que contemplam um mapeamento genético e um plano semestral de atividade física. O mapeamento genético, um exame completo feito pela Genera – maior laboratório de genoma da América Latina. A coleta é realizada sem sair de casa e o resultado apresenta uma série de características de origem genética e pontos de saúde e bem-estar. 

“Na MAG, temos a longevidade com qualidade de vida como causa. Isso significa que temos que olhar para pelo menos dois importantes aspectos: a vida financeira a nossa saúde física. Por este motivo, optamos por unir estes pontos em uma única iniciativa. O seguro de vida é uma relevante forma de planejar o nosso futuro. Já os prêmios contribuem para que as pessoas possam se cuidar e ter uma vida mais saudável, adquirindo novos hábitos”, destaca Mirella Lavrini, superintendente de Gestão da Marca da MAG Seguros.

Os novos clientes devem realizar o cadastro na página da campanha e receber seu número da sorte. Os vencedores serão divulgados no dia 29/04, nas redes sociais e na página da promoção da MAG Seguros.

Nubank e Chubb firmam aliança regional para expandir oferta de seguros

Fonte: Chubb

O Nubank, uma das maiores plataformas de serviços financeiros digitais do mundo, e a Chubb, maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo, anunciam a expansão de sua aliança para criar novas ofertas de seguros para os 53,9 milhões de clientes Nu. O novo acordo inclui a possibilidade de desenvolvimento de outras categorias desses produtos no Brasil e coloca em perspectiva a introdução da unidade de negócios de seguros do Nubank também no México e na Colômbia.

Como suporte a esta nova fase da parceria entre as empresas, a Chubb irá estruturar uma equipe dedicada e fará investimentos em tecnologia, marketing e em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

“O Nubank entrou no mercado de seguros para reinventar o setor com uma experiência 100% digital, ágil, simples e adaptável às necessidades de cada cliente. Nós queremos expandir ainda mais nossa presença neste mercado com opções de produtos que combinam a experiência do Nubank em tecnologia, foco no cliente e grande base de clientes com a liderança e presença global da Chubb em seguros”, destaca Livia Chanes, vice-presidente de produtos do Nubank.

“Na Chubb, estamos orgulhosos de colaborar com o Nubank, trazendo nossa subscrição de classe mundial e recursos avançados de integração digital para co-criar produtos e serviços. Nossa abordagem oferece uma experiência otimizada que permite que os clientes selecionem as proteções de que precisam de maneira fácil e intuitiva, com apenas alguns cliques”, disse Marcos Gunn, vice-presidente sênior do Grupo Chubb e presidente regional para a América Latina.

A aliança entre as empresas no Brasil já resultou no lançamento do Nubank Vida e do Nubank Celular Seguro, que oferecem cobertura de seguro de vida e celular, respectivamente. Oferecendo uma experiência 100% digital, os dois produtos foram criados pelo Nubank utilizando o Chubb Studio, plataforma global de distribuição de produtos digitais da Chubb. O desenvolvimento foi todo pensado a partir das necessidades de proteção dos clientes e com experiência completa no aplicativo do Nubank.

Com pouco mais de 1 ano desde o lançamento, o Nubank Vida já registra mais de 560 mil apólices ativas. Em pesquisa conduzida pelo Nubank com parte dos segurados, cerca de 50% afirmaram que este foi o primeiro seguro de vida que contrataram. Lançado com sucesso no início de fevereiro, o seguro de celular está sendo disponibilizado aos poucos para a totalidade da base de clientes do Nubank.

MAPFRE anuncia Hilca Vaz como a nova diretora de Vida, Previdência e Capitalização no Brasil

A partir das diretrizes de seu planejamento estratégico, a MAPFRE definiu o segmento de Vida como um dos pilares de negócio para 2022. Para a alavancar a sua atuação no setor, a companhia passa a contar com uma nova executiva em sua direção no Brasil. Hilca Vaz chega à empresa com mais de 25 anos de experiência no mercado segurador como a nova diretora de Vida, Previdência e Capitalização.

A executiva atuou em grandes empresas do mercado e em posições de liderança no desenvolvimento, aprovação, comunicação e implementação de produtos, políticas de aceitação de riscos, fluxo operacional, serviços ao cliente, planejamento, controle de resultados, entre outros processos. Além do vasto know-how, Hilca possui formação em Administração de Empresas, pós-graduação em Gestão de Seguros e Previdência, e MBA em Gestão de Pessoas e Negócios pelo Ibmec.

Para a executiva, os mercados de seguros de Vida e a Previdência Privada estão em evidência e a MAPFRE tem total capacidade de consolidação no curto, médio e longo prazo. “Neste período que temos vivenciado há dois anos, a interpretação de risco, seguros e serviços nos gerou novas oportunidades no Brasil. Com isso, a MAPFRE se organizou para ter, principalmente, os produtos de Vida mais adequados e aderentes ao novo cotidiano da população”, comenta.

De acordo com Hilca Vaz, sua meta é consolidar a MAPFRE também como uma referência no segmento de Vida. “Temos uma área técnica com profissionais extremamente qualificados para atuar da melhor forma possível conforme a demanda atual do mercado”, afirma. “Já estamos trabalhando intensamente para que tanto os corretores quanto os consumidores reconheçam os valores agregados de nossos produtos, e que nossas plataformas de subscrição possam atender a todos de forma ainda mais ágil e eficiente”, complementa.

Mercado de seguros ao alcance de um comando de voz

Fonte: ENS

A inovação no mercado de seguros ganha uma voz potente e de longo alcance. A Sistran Informática, em parceria de conteúdo técnico com a Escola de Negócios e Seguros (ENS), lançou a Guru de Seguros, uma aplicação de inteligência artificial que se destina, entre outras funcionalidades, a explicar e tirar dúvidas sobre as diversas modalidades de seguros, de forma rápida e eficaz. Ela funciona baseada na Alexa, a assistente virtual da Amazon.

Com um simples comando de voz, o usuário pode entender como funcionam as regras dos diferentes tipos de seguros, comparar produtos e receber notícias sobre o mercado, entre outras interações específicas e técnicas. O acesso ao conteúdo é totalmente gratuito para o usuário final.

O desenvolvimento da nova aplicação (skill) durou cerca de um ano e meio, envolvendo equipe multifuncional nas áreas de pesquisa, TI, conteúdo e marketing. Segundo Marcio Paes, CEO da Sistran, a previsão é alcançar 10 mil corretores de seguros e mais de 100 mil usuários cadastrados, além de milhares de acessos mensais no primeiro ano de funcionamento (a aplicação não tem custo). O projeto envolve investimentos aproximados de R$ 5,5 milhões, com expectativa de gerar receita superior a R$ 15 milhões (por meio de patrocínios e outras fontes) até o fim de 2023.

Segundo Marcio Paes, a Guru de Seguros é o primeiro assistente virtual conversacional, que usa exclusivamente voz em linguagem natural, totalmente focado no universo de seguros. Com funcionalidades que atendem segurados, corretores e seguradoras, ela permite interações de negócios entre as partes. Ou seja, é possível conversar com a solução guiada por inteligência artificial (a Guru entende o contexto, de modo a facilitar a troca inteligente de informações). Outra vantagem é que todo o processo de comunicação dispensa a necessidade de digitação.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, a função de interação da Guru de Seguros é uma importante inovação no mercado e contribuirá para democratizar o setor em todas as camadas da sociedade. “Acreditamos na massificação dessa skill, que tem grande valor e utilidade para os envolvidos na cadeia produtiva do seguro. Queremos promover um ciclo virtuoso, que se retroalimente, com a inclusão de novos conteúdos à medida que cada vez mais pessoas tenham acesso à Guru de Seguros. Será uma espécie de Insurepedia, com curadoria feita por quem mais entende de seguros no País, que é a ENS”.

Inicialmente, a Guru de Seguros será alimentada por um grande compêndio de conhecimento que engloba desde questões básicas até as mais complexas, em linguagem simples, visando desmistificar o “segurês”. Para tanto, ela tem um mecanismo de atualização permanente, com curadoria altamente qualificada de especialistas em seguros. Referência no ensino e pesquisa sobre seguros e áreas correlatas, a ENS tem 50 anos de atuação na formação e qualificação de mão de obra para esses segmentos, revela Godoy.


Na primeira etapa, a Guru de Seguros disponibiliza centenas de informações úteis sobre os mais diversos temas do segmento. “Por meio da voz, o usuário pode conversar com a Guru de Seguros, que buscará a resposta e retornará de maneira coerente com o contexto. Dessa forma, o corretor de seguros terá uma série de subsídios relevantes para o seu dia a dia”, explica Godoy.

A assistente virtual poderá esclarecer dúvidas e oferecer desde informações específicas sobre apólices e comissionamento – exemplo: “Quais documentos faltam? Qual o status do sinistro?” – até orientações sobre cursos de formação profissional, treinamentos, dados gerais sobre seguros e gamificação. “As aplicações são muito relevantes e se distribuem por diversas jornadas”, volta a destacar Marcio Paes.

O projeto compreende diferentes etapas. Inicialmente, a Guru de Seguros vai reunir um serviço de perguntas e respostas, dicas sobre o mercado, um glossário e game para testar os conhecimentos do corretor. Na segunda etapa, o usuário terá ao seu alcance um serviço de escolhas de coberturas oferecidas pelas seguradoras e cotação de preços (prêmios), de modo a escolher as condições mais vantajosas e ajustadas. Na terceira etapa, o comando de voz poderá ser acionado para toda a jornada do seguro, por exemplo: análise de opções e contratação de apólices, renovações, emissão de guias de pagamento, bem como acionar diversos serviços associados (como reboque e assistência 24 horas), acrescenta Paes.

“O objetivo é criar uma ferramenta de informação e de conscientização sobre a importância do seguro, bem como de fidelização dos usuários. A penetração do seguro no Brasil ainda é muito baixa em comparação com outros países. Dessa forma, queremos contribuir para a disseminação da cultura securitária no País, por meio de um sistema de fácil utilização e grande apelo comercial”, conclui Paes.

O uso é bastante simples. Basta ativar o dispositivo Alexa, carregar a skill Guru de Seguros, dizendo: “Alexa, abrir Guru de Seguros”. Pronto. O serviço estará disponível para uso em telefones celulares, smart TVs, computadores e tablets, e os automóveis mais modernos que contam com esta tecnologia embarcada.

A Guru de Seguros abre uma nova era no mercado de seguros – o início da simplificação e amadurecimento das relações entre as partes interessadas (stakeholders), especialmente os segurados e corretores, eliminando assimetria de informações que ainda prevalece no Brasil e no mundo.

Interação. Segundo Marcio Paes, a Guru de Seguros é o primeiro assistente virtual conversacional, acionado exclusivamente através de voz em linguagem natural, 100% focado no universo de seguros. Com funcionalidades que atendem segurados, corretores e seguradoras, ela permite interações de negócios entre as partes, ou seja, é possível conversar com a solução – a Guru, “turbinada” com recursos de Inteligência Artificial, entende o contexto e facilita a troca de informações; o processo de comunicação dispensa a necessidade de digitação.

O projeto da Sistran compreende diferentes etapas. Inicialmente, a Guru de Seguros oferece serviço de perguntas e respostas, curiosidades e dicas sobre o mercado, um glossário e também um game para testar os conhecimentos do segurado, aluno ou corretor. Numa segunda etapa, a ser patrocinada por Seguradoras de acordo com ramos / produtos de seu interesse, o usuário terá ao alcance um serviço de escolhas de coberturas e respectivas cotações de preços (prêmios), de modo a escolher condições mais vantajosas e ajustadas (suitability). Na terceira etapa, já integrada aos legados, o comando de voz poderá ser utilizado ao longo de várias etapas da a jornada do seguro, incluindo contratação e renovação de apólices, emissão de guias de  pagamento, perguntas sobre o status do sinistro e acionamento de serviços associados, como reboque e assistência 24 horas.

“O objetivo é criar uma ferramenta de informação e de conscientização sobre a importância do seguro, bem como de fidelização dos usuários. A penetração do seguro no Brasil ainda é muito baixa em comparação com outros países. Dessa forma, queremos contribuir para a disseminação da cultura securitária no País, por meio de um sistema de fácil utilização e grande apelo comercial”, conclui Paes.

“Insurepedia”. Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, a Guru de Seguros é uma importante inovação no mercado e contribuirá para democratizar o setor em todas as camadas da sociedade. “Acreditamos na massificação desse skill, que tem grande valor e utilidade para os envolvidos na cadeia produtiva do seguro. Queremos promover um ciclo virtuoso, que se retroalimente, com a inclusão de novos conteúdos à medida que cada vez mais pessoas tenham acesso à Guru de Seguros. Será uma espécie de Insurepedia, com curadoria feita por quem mais entende de seguros no país, que é a ENS”.

A Guru de Seguros abre nova era no mercado de seguros, da simplificação e amadurecimento das relações entre as partes interessadas (stakeholders), especialmente segurados e corretores, eliminando assimetria de informações que ainda prevalece no Brasil – e no mundo.

 A Alexa completou recentemente dois anos de Brasil. Hoje existem cerca de 650 dispositivos ou modelos que têm a assistente virtual embutida, incluindo celulares, TVs, aparelhos de som e veículos, num total acima de 1 milhão de contas no País. O uso de assistentes de voz também se multiplica pelo mundo.

 De acordo com pesquisa da consultoria  Ilumeo, o uso de comandos de voz cresceu 47% entre os brasileiros durante a pandemia. Mais da metade dos entrevistados (54%) percebe um maior valor agregado em produtos e serviços que incorporam essa tecnologia. Os brasileiros também estão usando o sistema com mais frequência: 48% utilizam comandos de voz pelo menos uma vez por semana e outros 20%, diariamente. A pesquisa, realizada com 1.100 pessoas em todo o país, mostra que dois terços dos entrevistados gostariam de usar mais dispositivos com assistentes virtuais a curto prazo.

Fenaprevi: 45% da população ainda se sente despreparada frente a eventos como a pandemia

Mais de dois anos após o primeiro caso registrado de contaminação pelo novo coronavírus no Brasil, quase metade (45%) dos brasileiros afirmou não se sentir preparado para enfrentar outras situações inesperadas como a pandemia. Outros 28% disseram estar parcialmente em condições de passar por eventos similares e apenas 27% se sentem totalmente prontos para viverem uma situação semelhante.

Questionados acerca dos impactos da Covid-19 em suas vidas, 62% dos entrevistados afirmaram dar mais valor às pessoas que amam. Sobre o que fizeram ou estão fazendo para proteção de si e da família de situações adversas, 23% afirmaram ter começado a guardar algum dinheiro; outros 17% disseram ter contratado um seguro (6% deles escolheu o seguro de vida) e 11% não tomou nenhuma atitude para se proteger da doença.

É o que revelou um estudo inédito, encomendada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi ao Instituto Datafolha, que buscou avaliar a percepção dos brasileiros sobre os impactos da Covid-19 na sua vida e as percepções sobre proteção, planejamento e seguros.

A pesquisa foi realizada entre 18 de novembro e 01 de dezembro de 2021, e ouviu 2023 pessoas em todo o país (com 18 anos ou mais), com destaque à classe C que possui 48% dos representantes. Ainda sobre o universo da amostra, 73% dela é formada por pessoas economicamente ativas (PEA); 27% por não ativos sendo, na maioria, aposentados (15%). A média de idade das pessoas ouvidas é 44 anos, e 69% têm filhos.  A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Lições da pandemia

“A pesquisa nos evidenciou uma maior preocupação das famílias com proteção e planejamento, que não necessariamente se transforma em ação. Existe uma dificuldade em se pensar no amanhã e por outras teorias que vão da nossa memória inflacionária à falta de renda disponível, até motivações sociológicas como de ser feliz vivendo o hoje, sem pensar no amanhã”, analisa Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

Ele explica que embora os sentimentos de medo e insegurança tenham crescido com a pandemia, essa nova percepção dos cidadãos ainda não se refletiu, de fato, em atitudes concretas. Por isso também defende a necessidade de um debate mais amplo acerca da importância da proteção à renda dentro de um projeto de educação financeira voltado à população. “O mercado segurador tem muito a contribuir, tanto em termos da ampla gama de soluções já disponíveis, como difundindo a cultura de proteção e planejamento”, complementa Edson Franco.

“Na Fenaprevi trabalharemos incansavelmente para debater esse tema na imprensa, nas mídias sociais e junto aos presidenciáveis, com o objetivo de levar informação de qualidade ao maior número de pessoas possível, e influenciar políticas públicas para que o seguro cumpra seu importante papel como instrumento do desenvolvimento econômico e social do país. Essa é nossa vocação, missão e razão de existir”, encerra o presidente da Federação.

Os temores em relação ao futuro

Entre os sentimentos surgidos a partir da crise sanitária se sobrepõem, primeiramente, o grande medo de deixar a família sem condições de se manter (relatado especialmente pelos homens); e o de não ter como pagar tratamento médico para si e os seus. Essa última preocupação, somada à de não ter moradia, foi a mais citada também entre as mulheres participantes. Os homens ainda receiam não conseguir se sustentar por problemas de saúde e, ou, perder o emprego.

Quando inquiridos sobre o que pensam em fazer para se prevenir ou diminuir riscos, 52% citaram “poupar” ou “investir”, enquanto 35% mencionaram a contratação de um seguro ou plano de previdência. Os seguros são mais frequentemente citados entre as alternativas dos entrevistados que se preocupam com acesso a atendimento médico e a morte de um familiar.

Minuto Seguros faz parceria com Netpark para vender seguro automóvel

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Minuto Seguros, recém adquirida pela Creditas, anunciou uma parceria com a Netpark, rede com mais de 130 estacionamentos sob gestão. A partir de agora, os clientes da rede de parqueamento passam a ter acesso ao portfólio de seguros automotivos da corretora e os 100 primeiros que contratarem o seguro por meio do app da Netpark terão direito a 2 meses de Netpark Pass gratuitos.

Na linha Auto, a corretora oferece diversas opções como seguro tradicional (abrangente, com cobertura para colisão, roubo, furto e contra terceiros), seguro PCD, seguro mulher, seguro jovem, seguro para motoristas de aplicativo e outras opções que garantem um produto personalizado para atender às mais diversas necessidades dos motoristas. Já o Netpark Pass possibilita que o assinante desse serviço pare o veículo em qualquer estacionamento da rede quantas vezes quiser, por períodos de até 3 horas em cada estadia.

Além da variedade em tipos de cobertura automotiva, a Minuto tem parceria com as 16 maiores seguradoras do País. O cliente tem a opção de contratar o seguro de forma 100% online e pode ter o apoio de consultores especializados da equipe da corretora, que oferecem um atendimento humanizado para garantir tomadas de decisões mais assertivas e saudáveis, além de conhecer a opção mais adequada para a sua necessidade.

“A inovação e a facilidade trazidas pela Netpark estão alinhadas à tecnologia e serviço de excelência que buscamos disponibilizar por meio da empresa. A parceria transmite confiabilidade para os clientes de ambas as plataformas, além de disseminar nosso portfólio e oferecer soluções unificadas que resolvam as necessidades do consumidor” afirma Marcelo Blay, VP de seguros da Creditas.

“A parceria com a Minuto Seguros está alinhada à nossa estratégia em transformar a experiência de estacionar em nossos estacionamentos em algo muito além do que a simples guarda de veículos. Queremos, através de nossa plataforma digital, oferecer inúmeras facilidades para a contratação de serviços e produtos”, afirma Roberto Naman, Managing Partner da Netpark.

Os interessados podem conferir mais informações sobre a parceria no aplicativo da Netpark.