SulAmérica patrocina o evento Mo2ve para incentivar práticas esportivas e qualidade de vida

Fonte: SulAmérica

Alinhado ao seu propósito de levar a Saúde Integral para um maior número de pessoas, a SulAmérica é patrocinadora exclusiva do evento Mo2ve, uma arena que, em parceria com a Associação Paulistana de Recreação, Esporte e Lazer, promove a saúde, o bem-estar e conscientização sobre a importância da prática esportiva para a toda família. 

Aberto ao público e gratuito, o Mo2ve terá sua primeira edição neste domingo, 24, das 09h às 14h no Parque Estadual Villa-Lobos (no gramado em frente ao anfiteatro), no Alto de Pinheiros, em São Paulo. 

Além da edição em São Paulo, a SulAmérica também vai patrocinar outras quatro, que estão previstas para acontecer nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife ao longo de 2022.  

Saúde Integral da SulAmérica 

A SulAmérica acredita no cuidado com a Saúde Integral das pessoas. E esse é um conceito proprietário da companhia que engloba um olhar 360º para a saúde física, emocional e financeira. 

O conceito Saúde Integral da SulAmérica começou em 2020 e ganhou, em 2021, uma campanha disruptiva, “A Geração Saúde Integral”, com foco em uma geração composta por diferentes idades, mas que se une na preocupação em cuidar do corpo, da mente e das suas finanças. Esse posicionamento inclui levar a experiência do cuidado integral com a saúde para clientes e beneficiários, com foco no propósito de melhorar a vida das pessoas. 

Serviço: 

Data: 24 de abril, domingo  

Horário: das 9h às 14h – entrada 100% gratuita 

Local: Parque Estadual Villa Lobos (no gramado em frente ao anfiteatro) – Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1365 – Alto de Pinheiros, São Paulo  

Site: https://www.mo2ve.com.br/ 

ABDIB defende norma que flexibiliza contratação de seguros de grandes riscos

abdib infraestrutura seguros
Fonte: ABDIB

De acordo com o Livro Azul 2021 elaborado e divulgado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), inúmeros são os projetos em desenvolvimento relacionados a setores diversos de nossa infraestrutura, com destaque para as áreas de saneamento básico, rodovias, aeroportos, portos e iluminação pública.

Além da exigência de recursos de longo prazo, outro ponto em comum entre tais projetos reside na necessidade de estruturas robustas de gestão de riscos, seguros e garantias, de maneira a se cumprir exigências legais e contratuais, bem como ampliar a segurança necessária para atração de investidores e financiadores, melhorando, dentre outras coisas, o rating das operações.

Sensibilizados com este novo contexto, a ABDIB, por meio do seu comitê de Financiamento, Riscos e Garantias, ao longo dos últimos anos, vem apoiando todas iniciativas levadas a cabo por stakeholders do mercado (res)segurador, BNDES, Banco Central, Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, Superintendência de Seguros Privados – SUSEP e, mais recentemente, pelo IISR (Instituto de Inovação de Seguros e Resseguros-FGV), voltadas à inovação e oferta de novos produtos/serviços de seguros e resseguros para o segmento da Infraestrutura, alinhados às melhores práticas nacionais e internacionais.

Nesse contexto, tivemos ciência da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) recentemente movida por um partido político contra a Resolução CNSP nº 407/21, editada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, que, em boa hora, viabilizou a flexibilização dos clausulados das apólices, além de incentivar a inovação e a saudável competitividade na contratação dos chamados seguros de “Grandes Riscos”, categoria na qual os projetos de infraestrutura, em sua grande maioria, estão enquadrados.

Vale ressaltar que a Resolução CNSP 407/21 desponta como uma norma moderna e em linha com a opção político-econômica forjada pela Constituição Cidadã e com o primado da livre iniciativa. De um lado, ela categoriza de forma adequada o seguro de grandes riscos, divisando- o do seguro massificado, para o qual a intervenção protetiva do regulador e do supervisor merece ser mais aguda, e, de outro lado, permite que partes não vulneráveis (seguradores e segurados de grande risco) pactuem termos e condições que melhor lhes convêm, seguindo regras legais e regulatórias não intervencionistas, ambiente no qual, registre-se, a SUSEP e demais órgãos competentes poderão continuar a desempenhar o seu papel de supervisão.

Aliás, tal segmentação do mercado de seguros (seguros de grandes riscos x seguros massificados) está em consonância com as melhores práticas internacionais, em especial, com as regras previstas na Diretiva 2009/138/CE do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia (Solvência II).

A regulação e supervisão adequadas dos mercados não se confunde com o ineficiente e indiscriminado intervencionismo estatal no âmbito de contratos privados, especialmente no contexto das relações empresariais regidas pela Lei nº 13.874/19 – a Lei da Liberdade Econômica, a qual ratifica o princípio constitucional da liberdade como uma garantia e eleva a intervenção subsidiária e excepcional do Estado sobre o exercício de atividades econômicas como princípio irretorquível.

Por outro lado, a Resolução CNSP nº 407/21 não padece de qualquer inconstitucionalidade formal ou material. Não há (e não poderia haver) preceito constitucional ou legal que impedisse o regulador de segmentar a indústria regulada para melhor supervisão ou que determinasse que o contrato de seguros de grandes riscos fosse por ele dirigido no detalhe, por meio de imposição de clausulas padrão e/ou formulários estandardizados.

Assim sendo, qualquer medida contrária aos princípios defendidos pela ABDIB, principalmente que venha a prejudicar, direta ou indiretamente, o desenvolvimento da infraestrutura no Brasil, será objeto de nosso acompanhamento e engajamento para evitar retrocessos em conquistas para nossos associados.

Confiamos em nossos órgãos de controle e na Justiça do Brasil e esperamos que esta ação isolada não venha a comprometer o ambiente de inovação do mercado segurador e ressegurador, necessário para impulsionar o desenvolvimento da Infraestrutura brasileira.

Altevir Prado toma posse para segundo mandato como presidente do Sindseg PR/MS

Fonte: SindSeg PR/MS

O almoço de posse da diretoria do Sindseg PR/MS reuniu lideranças do mercado segurador dos dois estados na última quarta-feira (20), em Curitiba, além de presidentes e diretores de seguradoras, corretores, autoridades policiais, membros da OAB e de outras entidades parceiras do sindicato.

O ex-ministro do planejamento e escolhido para o cargo de diretor-presidente da CNseg Dyogo Oliveira (assume a função em 1º de maio) esteve presente no evento e parabenizou a diretoria.

“Todo o respeito e consideração por essa instituição centenária, secular. Temos que ir para o futuro com passos firmes, com segurança e respeito ao nosso passado. Desejo uma ótima gestão ao Altevir colocando 100% da CNseg à disposição para colaborar e ajudar naquilo que for possível. O possível a gente faz agora e o impossível a gente faz amanhã”, disse Oliveira, para quem “o futuro já chegou”.

“Temos mais pesquisadores no mundo hoje do que em toda a história, dando respostas rápidas para os desafios que se apresentam, como ocorreu na pandemia com o desenvolvimento da vacina em apenas um ano”. Oliveira completou o raciocínio destacando que a toda hora surgem novidades que impactam o mercado. “O  metaverso, por exemplo, que nem sabemos ainda bem o que é, mas se existem empresas como o Facebook investindo bilhões certamente estão levando isso a sério e uma hora ou outra o mercado será apresentado a estas inovações”, completou.

O presidente do Sindicato dos Corretores do Paraná (Sincor-PR) Wilson Pereira enalteceu o trabalho desenvolvido pelo Sindseg PR/MS. “Em nome de todos os corretores de seguros do Paraná, quero parabenizar essa gestão que já foi maravilhosa e agora está sendo renovada. Aproveitando a tecnologia para evoluir cada vez mais o sistema de informações. O tema abordado, `de olho no futuro` é fantástico. Estamos todos passando por transformações e necessitamos realmente de cabeças pensantes para que passemos por esse período de uma forma mais tranquila”, disse o presidente do Sincor-PR.

Fundos de pensão fecham 2021 com déficit de R$ 36,4 bi, diz Abrapp

previdencia fenaprevi

Fonte: Estadao

A carteira consolidada das entidades fechadas de previdência complementar registrou déficit líquido de R$ 36,4 bilhões no ano passado, mostram dados divulgados na quarta-feira; 20, pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Foi o pior desempenho desde 2016, quando o setor registrou déficit líquido de R$ 53,5 bilhões.

Segundo Luis Ricardo Martins, presidente da Abrapp, o resultado de 2021 foi impactado por fatores como inflação elevada, incertezas fiscais, baixa das ações na bolsa de valores e ainda oscilações no cenário econômico global. “Um cenário extremamente difícil que já completa dois anos, mas estamos conseguindo recuperar mesmo com todas as dificuldades”, disse Martins.

O déficit líquido do setor significa que as entidades estão, em conjunto, com rentabilidade inferior à meta colocada para 2021. Martins disse que espera enviar nas próximas semanas uma proposta para a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) sobre o equacionamento dos planos, o que geralmente envolve contribuições extras. Para ele, esse equacionamento seria desnecessário.

“Abrapp vai formalizar com base em estudo, para Previc e CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar) o pleito de congelamento de qualquer tentativa de equacionamento”, disse ele, durante entrevista coletiva, acrescentando que o déficit apresentado pelos fundos seria conjuntural. “Em janeiro e fevereiro deste ano, nossas estimativas dão conta de uma recuperação de R$ 5 bilhões do déficit do sistema.”

O valor total dos ativos dos fundos de pensão somou R$ 1,11 trilhão ao fim de 2021, o que equivale a 12,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. A rentabilidade acumulada dos planos foi de 5,88%.

Fundo SulAmérica Excellence chega a R$ 2,5 bilhões em patrimônio líquido

Fonte: SulAmérica

O fundo SulAmérica Excellence FI RF CP chegou à marca de R$ 2,5 bilhões em patrimônio líquido, mais do que dobrando o número registrado seis meses atrás. O fundo completará 20 anos de história em 2022 e já se aproxima dos 16 mil cotistas.

Com rentabilidade de 2,72% no acumulado neste ano, o produto faz parte do portfólio da SulAmérica Investimentos, uma das maiores assets independentes do país. A estratégia é composta por títulos de crédito privado, como CDBs, letras financeiras, debêntures, notas promissórias, DPGEs e FIDCs de baixo risco.

“Nosso time de gestão de crédito tem feito um excelente trabalho. O crescimento do SulAmérica Excellence FI RF CP nesses últimos seis meses foi fruto de um rigoroso processo de seleção de ativos e da competência dos nossos gestores”, avalia o vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica, Marcelo Mello.

O produto é destinado a investidores em geral, requer aplicação mínima de R$ 1 mil, e apresenta taxa de administração de 0,30% do patrimônio líquido ao ano e resgate D+1.

Seguradora EZZE oferece portabilidade para seguro habitacional individual  

Juliana EZZE Seguros Seguro habitacional

Poucos brasileiros têm conhecimento dos detalhes do seguro habitacional. E ele é muito relevante no custo de um financiamento imobiliário. Pensando em como agregar valor ao consumidor alinhando tecnologia ligada à inovação e quebra de paradigmas, a EZZE Seguros criou, em parceria com a GEO, empresa especializada na criação de tecnologias para a área de seguros, a portabilidade. Sim, uma portabilidade como a que existe nas operadoras de celular ou em planos de previdência por consumidores que buscam condições mais vantajosas em seus contratos. 

A portabilidade é um direito garantido ao consumidor desde 2009 e permite que os clientes comparem preços e não fiquem presos aos seguros oferecidos pelas instituições financeiras no momento de contratação do crédito imobiliário. Mas só agora, 13 anos depois, uma seguradora lançou a portabilidade. Trata-se do seguro habitacional Individual da EZZE, destinado para financiamentos a partir de R$ 300 mil.  

Falando sobre este mercado, o CEO Richard Vinhosa tem uma certeza: “Trata-se de um nicho de negócio muito interessante para nós. Tem um potencial imenso e agrega valor ao consumidor, duas razões que atraem os corretores de seguros para a EZZE. É um lançamento que está dentro da nossa política de ter o cliente no centro da estratégia, com todos ganhando com a negociação.”  

Vinhosa afirma que como uma seguradora jovem e que investe no digital, o objetivo é oferecer aos clientes soluções para atender demandas reprimidas. “Nosso principal desafio foi nos colocar na posição do cliente para projetar um produto completamente inovador, que nunca foi feito antes. Tivemos que pensar e construir tudo do zero”.  

Antes de mais nada, é preciso que o consumidor entenda uma diferença importante. Enquanto o seguro habitacional está ligado ao empréstimo ou financiamento e é acionado em caso de morte do titular, o seguro residencial protege o imóvel de eventos como raio, explosão, incêndio e inundação. Segundo explica a CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais), em sua cartilha sobre seguros, o seguro habitacional faz parte da formação do patrimônio do consumidor, já que o deixa protegido no processo de compra do imóvel. O seguro residencial atua na preservação do patrimônio.  

De acordo com uma pesquisa realizada pela GEO, com alguns clientes de seguro durante o processo de desenvolvimento da plataforma online para o Seguro Habitacional Individual da EZZE, a maioria dos clientes afirmou que as principais preocupações no momento do financiamento eram documentação e aprovação do crédito. A existência do seguro e sua escolha não eram prioridades.

Segundo Rossana Costa, diretora da GEO, a expectativa é que o produto possa agregar ao mercado de crédito imobiliário a possibilidade real de escolha, sem qualquer direcionamento, permitindo ao cidadão uma economia substancial no custo do seu financiamento imobiliário. “A tecnologia é construída para o usuário, qual seja ele: o cliente, o corretor de seguros e as seguradoras”, acrescenta.   

A obrigatoriedade do seguro não é ruim. Afinal, se o tomador do financiamento vier a óbito, o seguro quita a dívida e o beneficiário herda o imóvel. Há muitos casos assim durante a pandemia. De abril de 2020 a dezembro de 2021 as seguradoras indenizaram mais de R$ 6 bilhões em diversos tipos de seguros por mortes decorrentes da Covida-19. “É um seguro bom para o agente financiador e para o tomador do crédito, pois a apólice quita o financiamento e libera o imóvel para o beneficiário sem dívida.   

Apesar de ser obrigatório, o consumidor é quem escolhe qual seguradora oferece as melhores condições de pagamento e benefícios para fechar um contrato. Quanto menor for o valor do percentual do seguro, mais dinheiro sobra para o empréstimo, além do valor das prestações também ficar mais acessível e impactar menos a renda da família. A instituição financeira tem a “obrigação” de ofertar pelo menos dois seguros para o tomador do empréstimo.    

De forma geral, o valor do seguro chega a representar entre 1% e 4% do valor de cada prestação do financiamento e considera questões como idade do segurado e riscos associados à contratação do crédito e ao empreendimento. “Com a opção da escolha, o cliente pode reduzir em até 10 vezes o valor total do seguro, diminuindo as prestações. Isso porque o Seguro Habitacional Individual utiliza taxa única para qualquer idade, o que o torna mais competitivo”, explica Juliana Fonseca, executiva especializada no seguro habitacional na EZZE Seguros.  

O seguro habitacional é, como diz o ditado popular, “a menina dos olhos”, do setor em 2022. A arrecadação do seguro habitacional, que mantém forte relação com o montante de financiamento imobiliário, apresentou um crescimento de 12% no ano passado, para R$ 5 bilhões em vendas. 

Em 2021, os financiamentos de imóveis registraram alta de 65% na comparação com o ano anterior e atingiram R$ 205,4 bilhões. E, mesmo com a alta da taxa Selic, a expectativa é de crescimento neste ano também em razão da competitividade dos bancos neste nicho de financiamento de longo prazo e de fidelização de clientes.   

Quer saber quanto pode economizar com o seguro habitacional? Clique neste link e veja a oferta que a EZZE tem para você  

Seguros de vida registra vendas de R$ 4,2 bilhões em fevereiro  

seguro de vida

Fonte: FenaPrevi

Os seguros de pessoas alcançaram R$ 4,2 bilhões em prêmios, em fevereiro de 2022, resultado 3,8% maior do que o mês anterior. Os sinistros somaram R$ 1,1 bilhão, uma leve alta (0,3%) em relação a janeiro de 2022. As informações são do relatório mensal da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados – Susep. 

Em termos de recursos, o Seguro de Vida continua sendo o de maior adesão, com aproximadamente R$ 2 bilhões em prêmios em fevereiro de 2022 – sendo cerca de R$ 1,1 bilhão referentes à modalidade Vida em Grupo e R$ 817 milhões do Vida Individual. 

Ainda no que diz respeito ao montante de prêmios vêm os ramos Prestamista, com R$ 1,2 bilhões, e o de Acidentes Pessoais que registrou R$ 575 milhões, ambos números de fevereiro deste ano. 

Em termos de variação percentual, os seguros Dotais foram os que mais se destacaram no mês registrando 37,3% de crescimento (R$ 83 milhões), quando comparado a janeiro de 2022. Os seguros Dotais pagam a indenização ao próprio segurado após o período contratado ou ao beneficiário caso o segurado faleça. O valor do capital segurado e a vigência são definidos na contratação do seguro. 

Indenizações por Covid-19 

O mercado segurador já pagou o equivalente a R$ 6,3 bilhões em indenizações por mortes decorrentes da Covid-19, entre abril de 2020 a fevereiro de 2022. Ao todo foram registrados mais de 170 mil sinistros durante o período. Tratam-se de contratos de seguros de Vida, Prestamista, Funeral, Viagem, Previdência Privada e Diárias por Incapacidade e de Internação Hospitalar, todos com previsão de cobertura por morte.  

A iniciativa, das empresas em aceitar indenizar os sinistros por Covid-19 ocorre em caráter de exceção, dada a cláusula de não obrigatoriedade de cobertura em pandemias. 

Sérgio Ribeiro deixa BrasilSeg após 19 anos e segue para novos desafios

Sérgio Ribeiro encerrou seu ciclo de 19 anos na Brasilseg, empresa do Banco do Brasil. O executivo atua desde 1994 no mercado segurador e passou por seguradoras como Porto, Bradesco, Aliança do Brasil, do grupo Segurador BB e Mapfre. Ocupou posições executivas e estratégicas tendo como principais missões impulsionar o crescimento das vendas, a base de clientes, manter o NPS acima do esperado, além de captar parcerias e novos negócios estratégicos. Passou por diversos segmentos do setor: varejo, empresarial, governo, agronegócio e na gestão de portfólio dos negócios de vida, habitacional, residencial, rural, empresarial, máquinas, automóvel, seguros massificados e personalizados. 

“Finalizo meu ciclo na Brasilseg deixando alicerces prontos e sólidos para construção de caminhos e resultados ainda melhores do que os vistos até aqui”, diz ele. Ribeiro aposta nas boas perspectivas no mercado segurador e acredita que a sua experiência somada ao momento atual do setor são grandes alavancas para construção de um segmento cada vez mais forte, dinâmico, atuante e protagonista. “O mercado segurador possui uma predisposição para ganho de escala com a expansão de ecossistemas, plataformas, marketplaces, jornadas digitais. O céu é o limite para este mercado”, afirma. 

O executivo acredita que a grande oportunidade de crescimento no setor está pautada em sua análise de dados tendo como pressuposto o índice atual de penetração de toda base segurada no mercado brasileiro ser muito incipiente comparada a outros países desenvolvidos e o potencial interno existente. 

O próximo passo é avaliar projetos onde possa colocar sua experiencia para impulsionar o setor de seguros. “Temos muito a fazer para consolidar a transformação e inovações tecnologias que beneficiem os distribuidores, corretores, clientes, parceiros, produtores e a sociedade em geral”, afirma. Segundo ele, há um espaço gigante para descomplicação dos produtos, processos, serviços com a geração de proposta de valor simples para os clientes, intuitivas, acessíveis em termos de ofertas, custos, processos digitais e que estejam disponíveis. Do físico ao digital. Do campo à Cidade. Do APP a Plataforma. Das Pessoas às Empresas.

“Sigo agora em busca de novos desafios. Certamente minha experiência poderá entregar valor para os acionistas, instituições, clientes, corretores e parceiros fortalecendo marcas, instituições, culturas, relacionamentos e resultados contemplando novos modelos de negócios com evoluções sustentáveis, solidárias e rentáveis”.

Zurich dá desconto em dobro em oficinas para clientes que possuem seguros auto e residência

Ismael Andrade

Fonte: Zurich

Uma das maiores seguradoras do mundo, a Zurich tem, cada vez mais, colocado o cliente no centro de tudo o que faz. E isso tem se evidenciado no seguro residencial da empresa: após disponibilizar aos seus clientes coberturas e serviços com pegada sustentável, a seguradora anuncia novos benefícios do produto, que incluem novas regras de cobertura e um desconto para os clientes que possuírem também o seguro para automóvel da companhia.

Todos os clientes do seguro auto da Zurich que tenham um sinistro e levem seus veículos numa oficina referenciada já contam, atualmente, com um desconto de R$ 400 na franquia. A novidade é que, se eles também possuírem um seguro residencial da empresa, terão mais R$ 400 de desconto, totalizando R$ 800 de abatimento no valor final. Essa condição faz parte de uma campanha da Zurich que se iniciou no começo deste mês de abril. 

“Com essa campanha de desconto dobrado, deixamos claro que o ‘clientecentrismo’ está em todas as nossas ações, mesmo que indiretamente. Com este excelente benefício, queremos incentivar nossos clientes a terem uma visão mais ampla. O seguro auto é o mais difundido do país, mas outras proteções também são importantes e a Zurich, que é uma seguradora multilinha e multiproduto, pode oferecer, com qualidade, um leque de opções que atende a todas as necessidades do cliente”, pontua Ismael Andrade, Superintendente de Seguros Massificados da Zurich no Brasil.

E os benefícios para os clientes da Zurich vão além. Quem possui um seguro residencial da empresa e necessitar de cobertura para substituição de algum item sinistrado, contará com outra novidade. Isso porque o valor utilizado para o cálculo sempre será o de um item novo – não há, portanto, depreciação, nem tampouco haverá a necessidade de o cliente contratar uma cláusula adicional na apólice, como é prática do mercado: isto também é feito de forma automática, para todos os clientes.

“Os produtos da Zurich são diferenciados. Além dessas novidades, o seguro residencial, que é um dos mais bem avaliados pela PROTESTE, ainda oferece um serviço de descarte responsável de entulhos, bem como consultoria ambiental para os clientes que queiram implementar medidas sustentáveis, voltadas ao consumo consciente de água e de energia elétrica e reciclagem de lixo”, comenta Ismael.

Foco em produtos massificados

Além das mudanças no seguro residencial, a Zurich tem intensificado as ações para diferenciar a sua carteira de seguros massificados como um todo no mercado, sem perder de vista sua promessa de gerar um impacto positivo no planeta. 

Em fevereiro de 2022, a companhia lançou seu seguro para motocicletas, o Zurich Moto. Antes disso, já havia anunciado mudanças no seguro auto, com pagamento em 12x sem juros no cartão de crédito e novas coberturas para pequenos reparos, pneus e vidros. Conta ainda com o Zurich Driver, um aplicativo para auxiliar os clientes em uma condução mais segura no trânsito, e foi pioneira no lançamento de um seguro para carros elétricos e híbridos no Brasil.

A Zurich é ainda a única seguradora do país a conceder um Selo Verde para as oficinas mecânicas credenciadas (que atendem no seguro auto individual e em frotas) que estejam preocupadas com a diminuição do impacto ambiental que geram em suas atividades. Ações como essas beneficiam não só nossos clientes, mas a todos, ajudando a criar um futuro melhor e mais protegido.

Marcio Coriolano debate open insurance durante evento em Lisboa

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou nesta terça-feira, 19, de uma mesa redonda programada para o segundo dia do evento do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), em Lisboa. O evento, que se encerra no dia 21, discute “Os Desafios do Desenvolvimento”, com ênfase na regulação estatal de mercados relevantes. O tema tratado na mesa redonda de Marcio Coriolano reportou os desafios gerais e transversais da regulação nas áreas de serviços, financeira e de seguros. Participaram desse debate Cristiano Cozer, Procurador-Geral do Banco Central; Fernando Martins, Professor da Universidade Federal de Uberlândia; José Gabriel Queiró, Executivo do Banco de Portugal; Ricardo Morishita Wada, Professor do IDP (moderador) e Walfrido Warde, Presidente do IREE. O Ministro do STF, Gilmar Mendes, assim como outros magistrados e especialistas prestigiaram a mesa de debates.

Coriolano articulou a recente prioridade do open insurance com a evolução da regulação de seguros, ao apresentar as principais características de cada etapa nas últimas décadas. Até os anos 90, predominou uma regulação prescritiva, com notória proteção do mercado nacional, limitada capitalização das operações de seguros e resseguros e baixa inclusão social. Também destacou as taxas de crescimento reduzidas, os altos custos de transação e supervisão precária, combinando-se à concentração em poucos ramos nessa etapa.

Ele relatou um quadro mais dinâmico na década seguinte, tendo em vista que, nos anos 90, alcançou-se a estabilidade monetária (a partir de 1994), permitindo um impulso da atividade de seguros. Paralelamente, houve a abertura dos seguros à concorrência externa (1996), a previsão do fim do monopólio do resseguro (1998), a regulação dos planos de saúde, em 1999, e a criação dos planos de acumulação de previdência privada, em 2001. Essas ações, nos planos macro e micro, contribuíram para uma diversificação moderada de produtos, reconheceu ele.

O ciclo expansionista do setor segurador se deu no período de 2000/2018. Isso porque a alta da economia no período de 2003 a 2010 ampliou os salários médios dos trabalhadores, gerando elevadas taxas de crescimento do setor. No plano regulatório, houve também avanços importantes, como a criação das agências reguladoras setoriais (em 2000), as novas regras do resseguro (em 2007), e avanço das fusões e incorporação, além de acordos de vendas, entre seguradoras.

Nessa altura, ocorreram mudanças importantes no ranking do mercado, envolvendo todos os players, como bancos, multinacionais, pequenas e médias. Registrou ainda uma importante capitalização das empresas com estreia no mercado de capitais, aumento na régua de solvência, diversificação regional e advento das techs do setor.

A pandemia, e suas consequências econômicas, ao lado da demonstração de resiliência do setor; a transição para a regulação por princípios no caso do mercado segurador; as regras de flexibilização de produtos e a redução dos custos de transação; a guinada digital do mercado; e o open insurance foram outros tópicos mais recentes avaliados por Marcio Coriolano, dando uma clara imagem das transformações ocorridas neste mercado nos últimos dois anos.

Coriolano utilizou esse histórico para destacar os atuais desafios endereçados ao setor nos próximos anos, pela prioridade à voga “open”, que, como defendeu, deve ser feita por etapas, progressivamente, já que, hoje, o acesso pleno à internet alcança apenas 1/3 da população. A condição de país continental e diverso impõe desafios a mais na distribuição de seguros. Ainda que possa ser estratégica nesse avanço à internet, cuja oferta é desigual entre os extratos sociais, limita essa expansão, ao lado da falta de conhecimento do setor, que representa outro freio. As futuras normas precisam reconhecer as peculiaridades do País, tornando-se necessários regulamentos que reconheçam assimetrias das mais diversas naturezas. Simultaneamente, tais normativos devem prestigiar a incorporação inclusiva da população com limitado acesso digital, criando um ambiente de confiança e de previsibilidade para todos os participantes.