Prudential do Brasil investe R$1 bi em tecnologia para acelerar transformação digital

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Fonte: Prudential


Nos últimos cinco anos, a seguradora Prudential do Brasil já investiu cerca de R$ 1 bilhão em tecnologia e pretende aplicar o mesmo valor pelos próximos quatro anos para acelerar a transformação digital da empresa. Com foco em modernização do atendimento ao cliente, a companhia vem aprimorando tecnologias de inteligência artificial e machine learning para oferecer produtos cada vez mais customizados para os clientes, um seguro que seja personalizado de acordo com as necessidades do consumidor e de sua família. Além disso, no segundo semestre, a Prudential vai lançar uma nova plataforma que trará uma grande evolução para os negócios dos parceiros comerciais da seguradora.
 

“A Prudential do Brasil está na liderança da transformação digital dentro da Prudential Internacional. Nosso desenvolvimento tecnológico está sendo uma referência para as mais de 40 operações da seguradora pelo mundo. Inclusive, a plataforma que estamos desenvolvendo será usada também em outros países onde a Prudential atua”, afirma o Vice-Presidente de Operações da Prudential do Brasil, Felipe Votto.
 

No ano passado, ao lançar o OneClick, a companhia deu o primeiro passo de toda a experiência por trás da venda do seguro. A ferramenta promoveu uma evolução significativa no processo de análise de riscos a partir de recursos de automação. Após a implantação do OneClick, o prazo médio de emissão de uma apólice baixou de 13 para 9 dias. Em três meses, mais de 5,2 mil propostas foram transmitidas pela ferramenta. 
 

“OneClick é uma plataforma tecnológica de ponta que facilita o processo de venda de seguros, de avaliações de risco, subscrição e de pagamentos. Antigamente, demorávamos 13 dias para que um cliente tivesse sua apólice, sua proteção, em mãos. Com essa tecnologia, estamos reduzindo esse tempo. Ou seja, uma pessoa vai ter a cobertura total em nove dias ou até menos. Recentemente, 20% das apólices foram emitidas em até 24 horas e 44% dos casos tiveram a subscrição de forma automática e online”, explica Votto.
 

O investimento da Prudential em tecnologia nos próximos anos também vai englobar a modernização da infraestrutura, especialmente na área de cibersegurança, e alavancar a experiência mobile dos corretores franqueados, parceiros comerciais e clientes. 

Debate com a Susep reúne lideranças e reforça diálogo com o setor de seguros

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Fonte: Sincor-SP

Marcando o primeiro evento presencial do Sincor-SP em 2022, o Debate com a Superintendência da Susep, realizado em parceria com o SindsegSP, aconteceu nesta segunda-feira (18/04), em São Paulo. Na ocasião, os presidentes Boris Ber e Rivaldo Leite receberam o superintendente Alexandre Camillo, o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, o novo presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira, que assume no fim deste mês, e equipe da Susep, composta por Marcelo Rocha, Augusto Coelho, José Nagano e Carlos Queiroz. 

O presidente do SindsegSP, Rivaldo Leite, abriu os trabalhos celebrando a retomada dos eventos presenciais. “Há muito tempo tínhamos a necessidade de um momento especial, de voltar a nos reunirmos. Durante esses pouco mais de dois anos, trabalhamos exaustivamente para cumprir com o nosso papel de protetores e, são nessas crises que percebemos que a união é importante”, destacou. 

Durante seu discurso, o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, lembrou da relação com Camillo, quando o mesmo era presidente da entidade. “Por nove anos, eu e Camillo trocamos planos, fizemos projeções, debatemos e, hoje, ter ele na Susep é um grande orgulho para todos nós do Sincor-SP. Que você possa trazer para o mercado, e para os corretores, tudo aquilo que você se dispor a realizar”.

Dyogo de Oliveira ressaltou que o encontro com as entidades representa um momento de mudança, principalmente, com Camillo a frente da Susep. “Temos uma expectativa de que essa gestão da autarquia traga alívio e uma grande visão de futuro, de construir uma pauta que dê ao nosso setor a percepção e a relevância que ele tem”.

Armando Vergílio concordou e destacou que com Camillo na Susep, renasce o diálogo com a autarquia e se inicia a construção de um novo mercado. “Temos que corrigir erros que foram cometidos. Este é um momento especial de alinhamento, nessa conjuntura que estamos vivendo. Se a sociedade não nos via muito bem, acredito que a pandemia veio para mudar isso. O comportamento do setor de seguros e, principalmente, do corretor de seguros está mudando essa percepção da sociedade”. 

Em seu discurso, Alexandre Camillo apresentou os diretores da Susep e acrescentou: “o que comprova nossas intenções são nossas ações. E a nossa diretoria aqui presente é a constatação do diálogo, da nossa intenção de manter a conexão e as portas abertas com o setor”. 

Marcelo Rocha, diretor 1 da Susep, é responsável pela regulação e supervisão de frandes riscos e resseguros, bem como da autorização e credenciamento das supervisionadas, dos corretores de seguros e dos processos administrativos sancionadores e dos processos de regimes especiais. “Vamos começar a verificar as normas e a cumprir o plano de regulação. Temos a intenção de cumprir essa agenda da melhor forma possível.

O diretor 2, Augusto Coelho, fica responsável pela regulação e supervisão de seguros massificados de danos, seguros de pessoas, previdência complementar aberta e capitalização, orientação ao consumidor e a promoção da educação financeira. “Vamos construir junto com o mercado um ambiente regulatório favorável e criar oportunidades para todo o setor”.

José Nagano, diretor 3, ficará a cargo de fiscalizar as normas prudenciais, o Sistema de Registro de Operações, Open Insurance, bem como a supervisão de governança, estrutura de gestão de riscos, controles internos e prevenção à lavagem de dinheiro. “Os desafios são retomar o diálogo, a fomentação do seguro, além de propor e apoiar o crescimento do setor”.

Já a diretoria 4 será liderada pelo coordenador Carlos Queiroz, que está em processo de nomeação e será responsável pela supervisão, monitoramento e fiscalização das operações e do funcionamento das supervisionadas.

O superintendente ainda apresentou os dados mais recentes do setor de seguros, destacando o avanço de 11,8% em 2021. “Todo o trabalho do mercado e do entendimento de como deveríamos atender a sociedade é o reflexo desse crescimento do setor. Isto é para alertar o quanto ainda temos que fazer. Os corretores podem viver situações conflituosas e é preciso ter o entendimento que esses números se fazem possíveis graças à atuação desses profissionais”.

Sobre o futuro, Camillo lembrou os presentes que o mercado de seguros trabalha com muita transparência, concorrência e tecnologia. “Estamos levando uma estrutura organizacional que dará um atendimento muito melhor para todos os players do setor”.

Perda na indústria do conflito na Ucrânia pode ultrapassar US$ 20 bilhões, segundo Verisk

A perda do setor de seguros e resseguros com o conflito na Ucrânia pode ultrapassar US$ 20 bilhões, de acordo com a unidade de dados de sinistros PCS, da empresa Verisk, informa o portal Reinsurance News.

Property Claim Services (PCS) analisou dados de suas três ofertas de produtos mais relevantes, os serviços PCS Global Aviation, PCS Global Marine and Energy e PCS Global Large Loss, bem como pesquisas internas, para obter algumas informações úteis na possível escala de perdas que as resseguradoras podem estar enfrentando devido à guerra em curso causada pela invasão da Ucrânia pela Rússia e suas consequências.

A PCS acredita que a perda final da indústria para linhas especializadas de seguro e resseguro ficará dentro de uma faixa de uma estimativa baixa de US$ 13,05 bilhões a mais de US$ 23 bilhões.

Uma estimativa de trabalho de US$ 20,6 bilhões é o que a PCS está procurando atualmente, mas a empresa observa que há uma incerteza significativa em algumas linhas de negócios, onde as verdadeiras ramificações do conflito podem não ser quantificáveis ​​para o setor de seguros global por algum tempo.

O conflito já teve um impacto significativo nas resseguradoras focadas em linhas especializadas, enquanto a volatilidade do mercado financeiro causada pela guerra em curso também afetou as carteiras de investimento das resseguradoras globais.

Pode levar meses após a cessação das hostilidades para que os ajustadores de perdas obtenham uma imagem mais clara das perdas que estão chegando para o setor, disse a PCS, mas as informações estão começando a fluir, tornando um pouco mais fácil montar uma imagem do possível perda da indústria.

“A PCS acredita que as perdas seguradas agregadas em todo o setor podem exceder aproximadamente US$ 20 bilhões com base na inteligência de mercado disponível até o momento”, disse a empresa, alertando que a perda, em termos de um evento de violência política, será significativa, não importa onde ela se instale.

“Ainda está no início do conflito, no entanto, e o fluxo de informações é apenas uma gota em comparação com o que provavelmente acontecerá quando os ajustadores de perdas eventualmente obtiverem acesso aos sites afetados. Como resultado, o conflito na Ucrânia tem o potencial de se tornar a maior perda segurada em toda a indústria, em todas as classes de negócios, na história, superando até mesmo os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.”

Seguradoras pagam R$ 5,4 bilhões aos produtores rurais em 2021, segundo MAPA

seguro rural MAPA

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulga nesta segunda-feira (18) o relatório com o resultado consolidado da execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2021. Foram aplicados R$ 1,18 bilhão em subvenção ao prêmio do seguro rural, o que permitiu auxiliar financeiramente a contratação de 217.934 apólices. Essas apólices foram contratadas pelos produtores rurais em todas as regiões do país e totalizaram cerca de 14 milhões de hectares segurados. Já o valor total segurado representou a importância de R$ 68,3 bilhões.

O secretário de Política Agrícola, Guilherme Bastos, destaca o alcance de novos patamares pelo Programa e a eficiência da utilização do recurso. “Conseguimos pela primeira vez atingir a marcar de R$ 1 bilhão aplicado no PSR, um crescimento de 34% em relação ao executado no ano passado, com isso foi possível aumentar em 49% o capital total segurado”.

“Considerando os sucessivos problemas climáticos observados nos últimos anos, cada vez mais severos, o produtor rural não deveria plantar sem a proteção do seguro e as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Apenas nos dois primeiros meses de 2022, as seguradoras já pagaram aos produtores aproximadamente R$ 4,5 bilhões em indenizações, decorrente principalmente dos sinistros observados nas lavouras de soja e milho verão na região Centro-Sul. Isso demonstra a importância e efetividade do seguro”, avalia o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola. Em 2021, o total pago em indenizações pelas seguradoras aos produtores foi de R$ 5,4 bilhões.

O relatório traz informações detalhadas sobre a execução do PSR em 2021, com destaque para as principais atividades. Para 2022, está previsto o orçamento inicial de R$ 990 milhões para o Programa. 

Contratação 

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 16 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores, pessoa física ou jurídica, independente de acesso ao crédito rural. 

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

A partir de 2022, o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40% para todas as culturas/atividades, exceto para a soja, cujo percentual permanece fixo em 20%. Essa regra vale para qualquer tipo de produto e cobertura, conforme as regras do PSR.

Corretores e assessorias impulsionam negócios da seguradora Zurich no Brasil

zurich seguros brasil

2022 é um ano em que a Zurich do Brasil tem foco estratégico no crescimento como uma seguradora multicanais e multiprodutos referência em qualidade ao corretor de seguros e assessorias, escritórios que fazem a intermediação de procedimentos operacionais e comerciais entre as seguradoras e corretores. Estes dois canais devem responder por mais de 30% do volume de negócios da seguradora neste ano. A estimativa é conquistar 12 novas assessorias, saindo dos atuais 50 para 62 até dezembro. 

Esta estratégia foi a pauta de encontro com jornalistas nesta manhã de terça-feira, 19. Marcio Benevides, diretor executivo de distribuição da Zurich, acompanhado de oito diretores regionais, afirmou que 2021 foi um ano desafiador e com crescimento. Entre os principais pontos destacados estavam o crescimento de 17,9% em vendas, principalmente em produtos empresariais, garantia, engenharia e patrimoniais, além da intensificação da atuação da seguradora em seguros de vida e de auto.

“Em 2022, a estratégia está fundamentada no relacionamento com corretores e assessorias, para que possamos abraçar o cliente como um todo, com várias soluções, seja ele pessoa física ou jurídica”, enfatizou o executivo. “Temos uma fatia muito expressiva para conquistar no mercado brasileiro e para isso investimentos na digitalização, com uma plataforma, que vem proporcionando uma experiência em produtos e em serviços que dão autonomia aos profissionais de vendas e agregam valor aos clientes”, afirmou Benevides. 

Atualmente, a seguradora opera com 27 filiais físicas, com diretorias comerciais dedicadas ao relacionamento com

mais de 50 assessorias parceiras, dando suporte a mais de 2 mil corretores. “Quando começamos a atuar fortemente com as Assessorias aumentamos nossa presença física de 10 para 19 estados brasileiros. Em complemento, intensificamos o trabalho junto ao pilar de Associações, apostando no potencial de crescimento do nosso produto vida e na infraestrutura tecnológica diferenciada que oferecemos com robustas ferramentas digitais de angariação”, revela.

Thales Amaral, diretor de associações, destacou a importância de ferramentas digitais neste nicho de negócios, que conta com mais 360 apólices com os de 380 mil segurados, com arrecadação de R$ 17 milhões por meio de desconto em folha de pagamento em órgãos federal, estaduais e municipais. Segundo ele, o ramo vida individual cresce consistentemente há 10 anos. Só em 2021, avançou 22% na Zurich. “A estratégia está em agregar mais coberturas ligadas a indenizações em vida, como telemedicina e doenças graves, além de assistências ligadas ao bem-estar e saúde. “Vem muita novidade por ai. Podem falar para os corretores e assessorias ficarem de olho em nossas redes”, comentou. 

Luiz Gasperi, superintende da Zurich com as assessorias, afirmou que por meio das assessorias foi possível aumentar a capilaridade e a presença nas cinco regiões do país, em especial em duas delas, nas quais a atuação presencial da seguradora era menor: Norte e Nordeste. Mas também conseguiu expandir a atuação nas demais, onde há espaço para crescer. “Com o estreitamento do relacionamento das Assessorias com os corretores atendidos, percebemos um aumento de 50% no volume de cotações em seguros de automóvel e 78% em vendas em todos os nossos produtos entre janeiro e dezembro de 2021”, comemora.

Alexandre Oliveira, responsável pela diretório regional de São Paulo capital, destacou que a filial registrou crescimento de 19% em vendas em 2021, comparado a 2020. Isso representa cerca de 20% do total de produção do canal de corretores, que dispõe de uma equipe especializada em corporate e varejo, além de 12 assessorias. “Somos reconhecidos no Corporativo, mas nosso foco é também crescer nos produtos voltados às pessoas físicas, notadamente auto, residencial e vida individual, maximizando a atividade comercial com efetiva entrada no Varejo, intensificando o relacionamento com os corretores atendidos pela nossa equipe e pelas Assessorias”. 

João Amato, responsável pela sucursal São Paulo Interior, responsável por 13% do total de vendas do Brasil, com 5 filiais físicas e sete assessorias. O grupo conta com gerentes mobile, onde a seguradora não tem estrutura física, mas tem gerentes que podem ser acessados remotamente. “No primeiro trimestre já crescemos 55%, o que mostra que nossa estratégia esta no caminho certo, que é ser relevante, de fato, para o corretor ter a companhia como uma das principais opções”, citou. O seguro de moto, cibernético, garantia e vida foram citados como os principais impulsionares deste crescimento das vendas. 

Cristiane Mello, responsável comercial em 18 estados (RJ, ES, N NE), atua no setor há 24 anos de mercado, sendo seis na Zurich. Conta com três filiais físicas, sendo Rio, Salvador e Recife, e 18 assessorias que fazem parte do projeto de expansão, com representatividade de 11% no total de prêmios emitidos pelo grupo. Ela destacou que há uma prioridade do grupo em ampliar a atuação com as assessorias, com treinamento e capacitação dos parceiros, para que a seguradora atue de forma mais próxima dos corretores. Em pessoas, o foco está em auto, vida e residencial. 

Luciano Silveira, responsável pela região Sul, com 9 filiais e 12 assessorias, com 23% das vendas totais do Brasil pelo canal corretor, sendo a agricultura, pecuária, indústria, comercio e serviços como os principais ramos de atuação. “As Assessorias serão o braço forte de expansão na nossa região. Por meio delas, levaremos a Zurich a uma quantidade superior de corretores, proporcionando maior abrangência geográfica de relacionamento”, afirmou.

Rogerio Gebin, responsável pela diretoria regional Minas Gerais e Centro Oeste, conta com 9 filiais, que representam 33% das vendas pelo canal corretor. Concentra mineradoras, industriais, comercio, serviços e agronegócios, com crescimento de 22% em vendas em 2021, comparado com 2020. “O que vai fazer a diferença daqui para frente é ajudar o corretor ser consultor de proteções diversas, financeira e de bens, para os clientes e não apenas um distribuidor de seguros”, afirmou. “O objetivo é trazer nossos corretores parceiros para dentro da Zurich, apoiando-os no desenvolvimento e no conhecimento das melhores soluções com as quais eles podem realizar a melhor assessoria de riscos ao cliente”.

Segundo Benevides,  essa frente visa a dar ainda mais robustez e participação à companhia no mercado segurador brasileiro. “Não queremos ser o maior e sim a melhor seguradora para nossos segurados. Nossa estratégia é crescer de forma sustentável. E isso está intrinsicamente ligado a ter um relacionamento claro com corretor e entrega de uma experiencia única aos clientes. E é assim que vamos consolidar a nossa marca no Brasil”, finalizou Benevides. 

SulAmérica lança instituto para promover acesso à Saúde Integral  

Fonte: SulAmérica

Com o propósito de promover a Saúde Integral para todos e todas, o Grupo SulAmérica anuncia o lançamento de sua organização social sem fins lucrativos: o Instituto SulAmérica. O objetivo é possibilitar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade social a informações e serviços de cuidado da saúde emocional, física e financeira, além de gerar conhecimento técnico para a sociedade.  

Inicialmente, o instituto atuará a partir do pilar da saúde emocional, que vem apresentando dados alarmantes de agravamento na população. Um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2017 indica que o Brasil é o país com a maior taxa de ansiedade do mundo, atingindo quase 20 milhões de pessoas, o que corresponde a 9,3% da população. O cenário é ainda mais preocupante ao olharmos para grupos em situação de vulnerabilidade social, para os quais a taxa atinge cerca de 36% dos adultos moradores de comunidades no país. 

“O Instituto SulAmérica foi criado para levar Saúde Integral para um maior número de pessoas. E, para nós, cuidar da Saúde Integral é ter mente, corpo e bolso em equilíbrio. As nossas ações começarão pela promoção da saúde emocional, normalizando a discussão sobre o tema e apoiando o diagnóstico e tratamento de transtornos como ansiedade e depressão, com meta de impactarmos 150 mil vidas em cinco anos”, afirma Luiz Pires, diretor executivo do Instituto. 

O Instituto já nasce como embaixador da iniciativa #MenteEmFoco, projeto da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, do qual a SulAmérica é signatária. Lançado em 2021, convida empresas e instituições a adotarem compromissos concretos pela saúde da mente, sendo um dos maiores movimentos de promoção à saúde mental do Brasil.  

“Ainda existe um grande estigma em relação à depressão. Fazermos parte de um pacto com a ONU nesse sentido potencializa nossos esforços para conscientização sobre o tema, além de promover a capacitação de profissionais no diagnóstico e tratamento de questões relacionadas à saúde emocional”, comenta Luiz. 

Mantido pelo Grupo SulAmérica, o instituto tem independência operacional e conselho deliberativo próprio. Como organização sem fins lucrativos, reinvestirá quaisquer novos recursos em projetos do próprio instituto. O compromisso de impactar 150 mil vidas em cinco anos está firmado oficialmente, por meio da última emissão de debêntures do Grupo SulAmérica, em novembro de 2021, que foi uma captação do tipo Sustainability-Linked Bond. 

Apoio à população atingida por fortes chuvas no Rio de Janeiro 

Antes mesmo do lançamento oficial, o Instituto SulAmérica já desenvolveu uma primeira ação direta de impacto social em Petrópolis, Angra dos Reis e Paraty, no Rio de Janeiro. Em conjunto com a Docway, startup de telemedicina da SulAmérica, a organização passou a oferecer, desde o início do mês de março, atendimentos médicos e psicológicos online e gratuitos a moradores da região, atingida recorrentemente pelas fortes chuvas.  

Além disso, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), as ONGs SOSERRA e Projeto Conectados, a Clínica Conviver e a Docway, o Instituto SulAmérica promoverá em 30 de abril a ação solidária presencial “Juntos por Petrópolis”, que levará para a população atingida serviços de atendimento médico e acolhimento psicológico, além de doações de kits de higiene pessoal e emissão da segunda via de documentos pessoais perdidos durante as chuvas. 

Saúde da mulher, onde ela estiver 

Em mais uma parceria, o Instituto SulAmérica e a startup de telemedicina Docway vão oferecer atendimento psicológico online gratuitamente para mais de 700 mulheres que se inscreveram na campanha “Saúde da Mulher, onde ela estiver”, iniciativa realizada no Dia Internacional da Mulher de 2022. O objetivo é apoiar e empoderar mulheres no cuidado com a saúde emocional, oferecendo acesso a um tratamento via teleconsulta com psicólogos ao longo do ano inteiro. 

SEC abre processo contra Fernando Passos, ex-VP de finanças do IRB, em Nova York 

Fonte: Estadão

A Securities and Exchange Commission (SEC, que regula o mercado de capitais dos Estados Unidos) abriu um processo na corte de Nova York contra o executivo brasileiro Fernando Passos, ex-vice-presidente executivo de finanças e relações com investidores do IRB Brasil Re. Além da SEC, que pode multar o brasileiro, o Departamento de Justiça dos EUA abriu em paralelo um  processo criminal contra Passos. 

A SEC acusa o executivo de plantar uma “narrativa enganosa” na imprensa, além de disseminar “documentação falsa” alegando que a gestora Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffet, havia feito investimento substancial no ressegurador. 

O processo foi protocolado na corte em Nova York nesta segunda-feira, 18, e argumenta que Passos, preocupado com a forte queda das ações do IRB após questionamentos da gestora Squadra sobre irregularidades no balanço do ressegurador, resolveu “fabricar” e divulgar a história do investimento de Buffet no IRB. Além das declarações na imprensa, a SEC acusa Passos de mostrar documentos forjados  a interlocutores onde se via o aporte da Berkshire Hathaway.

Passos também falou sobre o falso aporte da Berkshire Hathaway em conversas com analistas nos Estados Unidos e Reino Unido, segundo o processo. O reflexo dessa estratégia foi que a ação do IRB disparou 6% após a imprensa publicar o suposto investimento de Warren Buffett.  

Quando a gestora americana negou uma semana depois que tenha feito o investimento, as ações despencaram 40%. 

Em fevereiro de 2020, Passos alegou que a gestora americana de Buffet triplicou seus investimentos no IRB, aproveitando a queda das ações. Poucos dias depois, a Berkshire Hathaway informou que não possuía ações da IRB, nunca foi seus acionistas e nem tinha a intenção de se tornar. 

“Conforme alegado na denúncia, Passos lançou mão de um esquema descarado para fraudar investidores e fez um grande esforço para perpetuar seu esquema, incluindo adulterar uma lista de acionistas”, afirma Jason J. Burt, diretor da regional de Denver da SEC. 

Passos já foi processado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), acusado de perpetrar a irregularidade de manipulação de preços no mercado por conta da história da Berkshire Hathaway. 

A reportagem busca contato com o ex-executivo do IRB e seus representantes para saber sua posição em relação aos processos.  

Procurado, o IRB disse que não vai se pronunciar.

Liberty Seguros transforma seus espaços para modelo híbrido de trabalho

patricia chacon liberty

A Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, anunciou o início da segunda fase da reformulação de seu modelo de trabalho. O projeto, lançado em 2021 pela seguradora, consistiu na transformação dos espaços da empresa em Hubs físicos, além do uso do mesmo conceito para os demais locais de trabalho remoto, que passaram a ser chamados de Hubs digitais. Desde março deste ano, a nova fase vinha sendo testada para que a companhia pudesse ter feedbacks de funcionários e propor melhorias.

O objetivo da mudança foi oferecer maior flexibilidade para todos os funcionários, além de promover conexões significativas entre os colaboradores. As modalidades de jornada foram baseadas na estratégia da companhia, tendências de mercado e na opinião dos colaboradores, que expressaram uma preferência por um modelo mais flexível. 

Para a segunda fase, que terá início a partir de 27 de abril, a seguradora fez uma série de modificações nos prédios, buscando uma melhor adaptação dos funcionários que retornam ao trabalho presencial, com mais espaços para o trabalho colaborativo. No processo, a companhia manteve uma de suas principais premissas: contribuir cada vez mais com questões de sustentabilidade e cuidado ambiental. Além disso, todo o Hub físico da companhia foi pensado para ser um ambiente moderno e acolhedor.

Com isso em mente, as luzes dos escritórios foram substituídas por fontes de LED, o que pode levar a uma diminuição de 20% no consumo de energia. Além disso, houve redução de 50% nos equipamentos, como impressoras, por exemplo, e os processos financeiros, jurídicos e de compras serão digitalizados. Dessa forma, será possível economizar papel, utilizar energia de forma consciente e fazer mais uso de fontes renováveis. 

“Acreditamos muito no poder do digital na Liberty Seguros e, ao aliar o modelo híbrido ao nosso espaço físico, garantimos uma maior flexibilidade para os colaboradores e fomentamos a co-criação entre todos, em um ambiente completo, acolhedor e sustentável”, comenta Patricia Chacon, CEO da Liberty Seguros no Brasil.

A Liberty também retirou todos os copos de plástico do Hub Brooklin, além de disponibilizar canecas reutilizáveis para todos os colaboradores que estiverem trabalhando presencialmente na unidade.

“Os temas de ESG são essenciais para Liberty, e trabalhamos para adotar práticas mais sustentáveis e fomentar essa cultura em toda a companhia, desde o nosso formato de trabalho até a cadeia de serviços e produtos. E quanto mais conseguirmos contribuir com a sustentabilidade, mais próximos estaremos daquilo que imaginamos que seja um mundo ideal não apenas para a Liberty, mas para todos”, complementa Chacon.

Sem Boletim Focus, atenção das seguradoras segue nos indicadores setoriais de atividades

Pela terceira semana consecutiva, não houve divulgação do Boletim Focus, por conta da greve dos servidores do Banco Central do Brasil. Ainda não há previsão de retorno da divulgação – deste Relatório e de outros indicadores importantes, como o IBC-Br de fevereiro, que estava previsto para a última quinta-feira (14/04). 

Houve, no entanto, disponibilização de importantes indicadores de nível de atividades no mês de fevereiro, do IBGE e da FGV, destaca Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. Um deles é a Pesquisa Mensal dos Serviços (PMS), que indicou queda de 0,2% no volume de serviços prestados no Brasil em fevereiro na comparação com janeiro, resultado bastante abaixo das expectativas e na sequência de uma queda de 1,8% em janeiro. 

Nos dois primeiros meses do ano o recuo é, portanto, de cerca de 2%, um prognóstico não muito favorável para o PIB do primeiro trimestre deste ano. “No entanto, tendo sido o setor de serviços aquele que mais sofreu com a pandemia, as comparações interanuais seguem no campo positivo. Contra fevereiro de 2021, a alta é de 7,4% e, no acumulado de 12 meses, de expressivos 13,0%”, explica Simões. 

Já a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada também na semana passada, apresentou o segundo mês consecutivo de alta, ainda que, ao contrário do que ocorre na PMS, a base de comparação seja fraca. Em fevereiro, a alta foi de 1,1%, depois de alta de 2,1% em janeiro. Em 12 meses, o crescimento é de 1,7%. “Grande parte dos recursos das famílias e das transferências de renda foi canalizada para o comércio no auge da pandemia do isolamento social. Por essa razão, sua recuperação após o choque inicial da Covid-19 foi bastante rápida, seguida por uma “ressaca”, com o crescimento lento da renda, alta da inflação e o retorno à normalidade, além do esperado deslocamento de gastos de volta para os serviços”,  avalia o economista. Por isso, acrescenta, o segundo semestre do ano passado foi de queda para esse setor.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

CNseg: Seguros registram alta de 21,3% em fevereiro

marcio coriolano cnseg

O volume de seguros no segundo mês de 2022 foi maior que em janeiro e 21,3% superior na comparação com o mesmo mês do ano passado, totalizando R$ 26,7 bilhões em volume de negócios. Essa taxa também é a maior desde maio de 2021, informa a nova edição da publicação Conjuntura CNseg nº 69, da Confederação Nacional das Seguradoras. 

O editorial assinado pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano, destaca que o crescimento anualizado – levando em consideração os 12 meses móveis – aumentou dos 12,2% apurados no mês anterior para 13,4%. No bimestre, a movimentação de R$ 52,8 bilhões superou a do mesmo período de 2021 em 13,5%.

Para ele, os dados consolidados do bimestre continuam a mostrar o mesmo padrão que vem pautando o desempenho setorial, ou seja, o comportamento heterogêneo, refletindo os efeitos diversos das condições econômicas.

Na comparação interanual do bimestre – crescimento global de 13,5% – a liderança coube ao segmento de Danos e Responsabilidades, com 24,2% e volume de negócios de R$ 16,4 bilhões em relação aos dois primeiros meses de 2021. A maior representatividade foi do ramo de Automóveis, com crescimento de 21,3%. Em Cobertura de Pessoas, o avanço foi de 8,7%, totalizando pouco mais de R$ 32 bilhões no bimestre.

No mesmo período, a procura por Títulos de Capitalização teve alta de 12,8%, mantendo a tendência de crescimento observada recentemente.