WinSocial: um em cada quatro brasileiros adultos tem hipertensão arterial 

Raphael rosas

Fonte: WinSocial

Em 26 de abril é lembrado Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, data que busca conscientizar a sociedade brasileira sobre esse enorme problema de saúde pública. De acordo com a primeira análise global abrangente das tendências na prevalência, detecção, tratamento e controle da hipertensão – liderada pelo Imperial College London e Organização Mundial da Saúde (OMS) e publicado em agosto de 2021 na revista The Lancet, o número de adultos com hipertensão entre 30 e 79 anos aumentou, mundialmente, de 650 milhões para 1,28 bilhões nos últimos 30 anos. 

Também de acordo com dados do último levantamento do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel Brasil 2020, realizado pelo Ministério da Saúde, 26,34% dos brasileiros adultos afirmam ter hipertensão arterial; ou seja, um em cada quatro adultos. 

Foi pensando nesse grande número de pessoas normalmente penalizadas pelo mercado formal de seguros que a startup WinSocial, em parceria com a MAG Seguros, incluiu hipertensos em seu portfólio de seguro de vida. A startup valoriza as atitudes saudáveis e recompensa financeiramente pessoas que cuidam da saúde, independente de alguma condição pré-existente. 

“Identificamos no mercado segurador um volume elevado de pessoas recusadas ou severamente penalizadas pela condição de saúde”, explica Rafael Rosas, diretor da WinSocial. “Damos opções até então inéditas para essas pessoas, considerando a doença e o estilo de vida da pessoa, se ela pratica atividade física, entre outras informações. Muitas pessoas com uma condição preexistente têm a doença crônica sob controle, além de manter hábitos saudáveis. Aqui nós recompensamos essas atitudes, e as incluímos no mercado de seguros com vantagens: quanto menor o risco e maior o controle saudável da pessoa, melhor o preço”, comenta o executivo. 

O número de óbitos por hipertensão arterial vem crescendo a cada ano no Brasil. Em 2015, foram registradas 47.288 mortes. Em 2019, o número saltou para 53.022, segundo o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. E não apenas isso, mas segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), há ligações entre a pressão arterial e a Covid-19, onde estudos apontaram que a hipertensão arterial foi o fator de risco mais importante para a morte de pacientes com Covid-19. Entre o fim de 2021 e início de 2022, especialistas notaram que pessoas que não tinham nenhuma história de hipertensão arterial, mas que tiveram Covid-19 confirmada, começaram a apresentar pressão alta. Estudos recentes da mesma entidade mostram que a Covid-19 facilita o desenvolvimento de hipertensão e de doenças crônicas, por exemplo, diabetes – doença também atendida pela WinSocial. 

Controle e tratamento são essenciais 

No entanto, para manter a hipertensão arterial sobre controle basta ter um estilo de vida saudável: atividades físicas frequentes, como caminhadas de 30 minutos por dia, uma dieta mais equilibrada com baixo teor de sal (o que também inclui o sódio dos alimentos industrializados), procurar manter o peso adequado para o seu tipo físico e não fumar. 

“Dentre seus produtos e coberturas atrelados ao seguro de vida, a WinSocial também oferece uma série de serviços que podem ser utilizados no dia a dia do cliente para promover seu bem-estar. Entre eles, está a telemedicina, desconto em medicamentos e agendamento de consultas e exames. Além disso, a plataforma dispõe de informações e tecnologias personalizadas para cada público a fim de ampliar e fortalecer seus cuidados com a saúde, buscando uma longevidade saudável”, informa Rafael Rosas. 

CNseg destaca aumento da inflação para 2022 no boletim Focus divulgado hoje

priscila cnseg

Após quatro semanas sem divulgação, em virtude da greve dos servidores, o Banco Central voltou a divulgar o Relatório Focus com as expectativas das instituições financeiras para os principais indicadores da economia. A mediana do IPCA para 2022 que há um mês estava em 6,86% saltou para 7,65%, seguindo em quinze semanas de aumentos consecutivos. “Importante lembrar que esse resultado de 7,65% é mais do que o dobro da meta de inflação do Banco Central (3,5%) para esse ano”, destaca Priscila Aguiar, economista da CEM – Comissão de Estudos de Mercado da CNseg.

Segundo a economista, as pressões inflacionárias seguem muito disseminadas. “O alívio para a inflação brasileira virá nos próximos meses com a queda prevista para energia elétrica devido à eliminação das bandeiras tarifárias, que passou direto para a bandeira verde (sem cobrança adicional) em abril – e não tem dado trégua também no cenário internacional”, comenta. 

O relatório Perspectiva Econômica Mundial do FMI divulgado na semana passada mostra recuo na projeção do crescimento do PIB mundial de 4,2% para 3,6%, este ano. “A inflação global elevada é um dos motivos da redução na perspectiva de crescimento, que demandará forte aperto monetário por parte das economias mundiais, como também o conflito entre Rússia e Ucrânia e o surto de Ômicron na China que está gerando medidas mais restritivas à mobilidade urbana e já impacta a atividade econômica”, acredita. 

Ela cita que no relatório do FMI, o Brasil foi exceção, sendo um dos poucos países em que a projeção da atividade econômica subiu de 0,3% para 0,8% em 2022, puxada pelo aumento nos preços no mercado de commodities, principalmente dos alimentos. Para 2023, o FMI reduziu a expectativa do avanço do PIB brasileiro de 1,6% para 1,4%, observando que a elevação das taxas de juros pesará sobre a demanda doméstica. 

Para os analistas consultados pelo Focus, a projeção para o PIB 2022 também subiu, estava em 0,50% no final de março e passou para 0,65%. A projeção para Selic em 2022 aumentou, passando de 13% a.a. para 13,25% a.a., mas para 2023, a projeção segue em 9% a.a. pela 5ª semana consecutiva. Segundo Priscila, os ajustes das expectativas do mercado para a Selic seguem a indicação dada pelo Comitê de Política Monetária. “Na ocasião, o comitê indicou em ata a previsão de um novo aumento da mesma magnitude na próxima reunião que ocorrerá no início de maio, visto que dado o cenário atual, “é apropriado que o ciclo de aperto monetário continue avançando significativamente em território ainda mais contracionista”, lembra. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Para Barsi, bancos controladores devem ‘salvar’ o IRB

barsi IRB

Fonte: TradeMap

A jornalista Silvia Rosa publicou esta entrevista na Agencia TradeMap. Compartilho aqui apenas a parte da entrevista que cita o IRB Brasil Re. A entrevista completa pode ser lida no portal da TradeMap.

Acionista minoritário do grupo ressegurador IRB (IRBR3) e um dos maiores investidores pessoa física da Bolsa, Luiz Barsi acredita que os controladores da empresa (Itaú Seguros e Bradesco Seguros) têm a responsabilidade de “salvar” a companhia.

O IRB reportou prejuízo de R$ 682,7 milhões em 2021 e tenta se recuperar após ter sofrido com fraudes contábeis no passado, que levaram ao afastamento da antiga gestão.

Na segunda-feira da semana passada (18), o ex-diretor financeiro da empresa, Fernando Passos, sofreu a abertura de um processo pela SEC (Securities and Exchange Commission, a Comissão de Valores Mobiliários americana) por informação falsa, ao divulgar que a Berkshire Hathaway, de Warren Buffet, era acionista da empresa.

Segundo Barsi, Passos tem afirmado que a maioria dos maus contratos que o IRB tem foram repassados pelos controladores. Na opinião do investidor, isso pode se refletir sobre os bancos controladores. “Agora, talvez eles [controladores] queiram que os acionistas menores resolvam o problema, mas acho que são eles que têm que resolver”, afirmou Barsi, em entrevista concedida à Agência TradeMap na última quarta-feira (20).

Aos 83 anos, Barsi, que tinha um patrimônio na Bolsa estimado pelo próprio em mais de R$ 2 bilhões em 2019, é um investidor dedicado e ainda dá expediente presencialmente em seu escritório no centro de São Paulo, onde trabalha com a filha Louise Barsi, que está seguindo os passos do pai.

Conhecido como o “Rei dos Dividendos”, Barsi investe desde os anos 1970 em empresas tidas como perenes, que paguem bons dividendos e ofereçam bom retorno no longo prazo. Suas mais recentes investidas foram nas ações da Vibra (VBBR3), ex-BR Distribuidora, e da empresa de energia renovável Auren Energia (AURE3).

Barsi acompanha o mercado o tempo todo. Durante entrevista à Agência TradeMap, um funcionário entra na sala e pergunta se pode comprar mais ações dessas empresas. E Barsi responde: “Abaixo de R$ 16, pode ir comprando a Auren”.

Para atingir seus objetivos, ele é disciplinado: compra as ações em etapas, estabelecendo metas para cada fase. E não hesita em vender ou parar de comprar o papel quando atinge sua meta, como fez com a alocação em Cosan (CSAN3), cuja ação chegou a vender quando atingiu R$ 90 e que agora voltou para a carteira.

Barsi segue o método que criou há 50 anos, quando decidiu montar uma carteira de ações para receber periodicamente dividendos. “Decidi pagar a contribuição para a aposentadoria pelo mínimo. Meu pensamento na época foi: para me aposentar, preciso contribuir por 30 anos. E se eu comprar ações durante 30 anos? Coloquei no papel um projeto de compra de mil ações por mês durante 30 anos e dei o título de ‘Ações Garantem o Futuro’.  Hoje eu colocaria o mesmo título e reforçaria ‘Ações Garantem Muito o Futuro’.”

O senhor investe na resseguradora IRB, que teve problemas com a gestão passada. Por que investiu nesses papéis?

Tenho 27 milhões de ações do IRB porque estou olhando a empresa a médio e longo prazos.

Nesses últimos dois dias [a entrevista foi dada no último dia 20], o ex-funcionário do IRB [Fernando Passos] foi processado pela SEC. O que você acha que vai acontecer com esse processo? Com certeza, na minha opinião, vai refletir nos controladores, que são os dois bancos [Itaú Seguros e Bradesco Seguros]. Agora, o Passos já andou falando que a maioria dos maus contratos que o IRB tem foram os dois bancos que mandaram. Pode ser que isso se reflita nos bancos.

Por que o IRB não dava lucro? Porque ela possuía maus contratos. Quem colocou o Passos lá? O IRB teve lucros inexistentes e pagou dividendos indevidos, e quem recebeu isso? Foram os bancos controladores. Agora, talvez eles queiram que os acionistas menores resolvam o problema, mas acho que são eles que têm que resolver.

Eu não vou salvar. Se chamarem subscrição de ações, eu não faço, porque acho que é uma responsabilidade deles [controladores]. Quem levou a empresa a essa situação foram eles. Acho que eles têm que salvar a empresa. Acho que Itaú e Bradesco têm que se unir e falar: ‘vamos capitalizar isso aí’. Essas pessoas que estão lá agora no IRB são pessoas competentes. Acho que temos que olhar o IRB agora sob esse aspecto. Tem que exorcizar aquilo que ela já foi. Ela custava R$ 40 e agora custa R$ 2,90.

Procurado, o Grupo Bradesco afirmou que não comenta rumores de mercado. O Itaú Unibanco disse que não comenta o assunto.

O IRB divulgou um prejuízo de R$ 682 milhões em 2021 e apresentou aumento da sinistralidade. Como resolver essa situação no curto prazo?

Vejo uma perspectiva muito boa para o IRB. O preço está nessa situação por causa dos vendidos. Tem 170 milhões em ações alugadas. Se eles [os vendidos] tivessem que comprar esses papéis para devolver, o preço não seria esse.

O IRB não tem o custo de uma estrutura operacional como BB Seguridade [BBSE3], Caixa Seguridade [CXSE3] e a SulAmérica [SULA11]. Ele faz o resseguro. As empresas repassam os contratos de seguro para ele. E no passado houve o repasse de maus contratos. Por si só, acho que o IRB vai se recuperar.

Corretora de seguros digital da BB Seguros, Ciclic anuncia novo CEO, Darllan Botega

Ciclic BB Seguros


Fonte: Ciclic

A Ciclic, insurtech da BB Seguros, anuncia seu novo CEO, Darllan Botega. O executivo possui mais de 22 anos de experiência no mercado bancário e chega para dar continuidade ao crescimento da digitalização no mercado de seguros e serviços de proteção, que estava sob gestão interina de Gustavo Zobaran, atual CMO. Criada há quatro anos, a companhia já iniciou sua trajetória nesse setor, atendendo demandas de Seguro Celular, Seguro Viagem, Saúde Protegida, Saúde Pet, entre outros diversos produtos. 

“A Ciclic vem crescendo muito, pois já nasceu direcionada às mudanças mercadológicas ocorridas nos últimos tempos em termos de seguros, principalmente por ser 100% digital. Estou muito feliz em assumir este novo desafio na minha carreira e a inovação será a palavra-chave, com tecnologia e comunicação ampla e transparente em todas as áreas da empresa. Chego para alavancar parcerias estratégicas, aprimorar a jornada digital de ponta a ponta e, claro, criar uma experiência ímpar e personalizada para nossos clientes, tudo isso através de um competente time de profissionais, os Ciclickers”, afirma o executivo.

Darllan é formado em Sistemas da Informação e, ao longo dos anos, acumulou certificações internacionais em inovação (MIT xPro e XBA – exponencial business administration) e nacionais como: MBA em Mercado Financeiro, Serviços Bancários e Mercado de Ações, Especialização em Gestão de Pessoas e CPA-20 (investimentos), além de MBA e Business Coaching pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC). Além disso é instrutor convidado de produtividade pela Call Daniel(representante no Brasil da David Allen Academy (DAA) – método GTD de produtividade).

Anteriormente ocupava o cargo de executivo no Banco do Brasil, na área de Design de Suprimentos e Patrimônio (Strategic Sourcing e Suplly Chain) na Diretoria de Suprimentos (Disec), atuou também como executivo nas áreas de seguridade, diretoria de clientes, gestão da rede e implantação de novos modelos de negócios. Acumula experiência estratégica e tática em superintendências nas cinco regiões do país.

Seguradora Icatu reforça investimento de R$ 600 milhões em inovação e tecnologia no Rio2C

Fonte: Icatu

A Icatu, seguradora 100% brasileira e especialista em soluções de Seguros de Vida, Previdência e Capitalização, anuncia uma programação com painéis e workshop durante o Rio2C, maior encontro de criatividade da América Latina, que acontece de 26 de abril a 01 de maio, no Rio de Janeiro. Única seguradora parceira do evento, a Icatu reforça seu investimento de mais de R$ 600 milhões em tecnologia e inovação e sua habilidade em dialogar com os integrantes da Nova Economia, como as startups, ao desenvolver novos projetos em parceria com os empreendedores tecnológicos que estarão no evento.

“Nos últimos cinco anos, a Icatu fez constantes investimentos em inovação e tecnologia que nos habilita a fechar parcerias com diferentes públicos, de startups a fintechs, varejistas, bancos e cooperativas de crédito. Queremos reforçar, por meio de experiências de marca, a expertise da companhia em inovação alinhada ao nosso propósito e impacto social positivo do seguro. Sabemos a relevância do Rio2C para ecoar nossas mensagens e gerar um buzz de marca”, afirma Cinthia Kato, diretora de Marketing e Canais da Icatu. 

No dia 27 de abril, das 10h às 11h, no BrainSpace Icatu, a companhia participa do painel “Investimento com Propósito e seu impacto na sociedade” com Luciano Snel, CEO da Icatu, Caio Ribeiro, Country Manager da Betterfly no Brasil, empresa de tecnologia considerada uma das mais inovadoras insurtechs da América Latina e Maria Carolina Lacombe, VP e Director of Community da Valor Capital Group, com mediação do jornalista Guto Abranches. A discussão gira em torno das mudanças no ambiente de negócios e sobre o que é investir com propósito, além do impacto efetivo que geram na sociedade, na construção de um futuro e planeta melhor. 

Ainda no dia 27, a partir das 14h30, a diretora de Produtos de Vida da Icatu, Luciana Bastos, participa do painel “Inclusão Financeira”, no Palco Biodom, que reúne temas como a pauta ESG, inclusão e diversidade. Na ocasião, a executiva e outros gestores de iniciativas voltadas para inclusão financeira, como Sérgio All da Conta Black, irão discutir como os esforços para a desburocratização do acesso aos serviços financeiros vem avançando no Brasil e o que ainda precisa ser feito para combater o cenário de vulnerabilidade enfrentado por tantos brasileiros. 

No dia 29 de abril, a partir das 10h, será a vez da companhia marcar presença no pitching do Desafio Corporativo Rio2C. A Icatu é uma das quatro empresas que terão rodadas individuais com startups que se inscreveram no desafio. Na fase de inscrições, 13 startups enviaram propostas que dialogam com a transformação digital do mercado segurador, pensando em como gerar novos negócios com o Open Insurance – sistemas de seguros abertos em regulamentação no país. Agora, apenas três participarão do pitching. Cada uma terá cinco minutos para defender seu projeto junto à banca examinadora, composta por executivos da Icatu, que definirá o vencedor. 

“Vivemos hoje um movimento de transformação digital na companhia, com foco no desenvolvimento de uma cultura ágil, além de investimentos em inovação e tecnologia, que nos permitem estar adaptados a um mundo complexo, prontos para atender às diversas demandas de uma sociedade mais exigente, que busca eficiência e menor tempo de resposta. E ao participar do Desafio Corporativo Rio2C, a Icatu busca se conectar com startups que apresentem soluções que possam acelerar ainda mais sua jornada de aprendizado e conhecimento”, afirma Alexandre Vilardi, vice-presidente corporativo da Icatu. 

Ativações de marketing propõem reflexão sobre futuro e longevidade

Diversas ações em volta da reflexão sobre Tempo + Pessoas + Futuro estão programadas para o Rio2C. Logo no início do circuito, haverá uma instalação audiovisual e instagramável materializada no estande da companhia, criado pela Agência V3A. A proposta da seguradora é gerar uma reflexão sobre futuro e longevidade, a partir da associação entre proteção, tranquilidade e planejamento financeiro, fundamentais para uma melhor qualidade de vida. As mensagens são transmitidas em painéis construídos em prismas de led, apresentados em exposição multitela. O tema principal da instalação é a força do tempo e como ele se conecta com o nosso presente, impactando nosso futuro. “Bem-vindos à experiência Vida Pra Toda Vida”, é um convite que a Icatu faz aos visitantes, embasado em seu posicionamento. O espaço conta ainda com o aroma exclusivo da seguradora, o mesmo que estará no BrainSpace – considerado um dos palcos de maior sucesso da última edição – e que vem assinado como BrainSpace Icatu – gerando conexão sensorial com a marca.

“Será que cada um de nós tem cuidado do próprio tempo e pensado no futuro? Decidimos trazer esse questionamento ao público do Rio2C porque a obra materializa o propósito da companhia de levar maior qualidade de vida para as pessoas e suas famílias a partir da proteção financeira. E, acreditamos que as decisões que tomamos no presente são fundamentais para vivermos mais e melhor”, complementa Cinthia. 

A Icatu também fará a cobertura das ativações do Rio2C em tempo real no Instagram (@icatuseguros), reunindo conteúdo sobre o BrainSpace Icatu, os painéis com seus porta-vozes e outros pontos altos do evento, além de conteúdos especiais no LinkedIn. Pela hashtag #IcatuNoRio2C será possível acompanhar as ações da companhia no festival.

MAG Seguros faz balanço de dois anos de pandemia, período em que contratou 800 colaboradores

mag seguros

Fonte: MAG

Durante evento destinado aos 1.500 colaboradores da MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com mais de 185 anos de atuação ininterrupta no Brasil, o CEO Helder Molina fez um balanço dos grandes números alcançados pela companhia de março de 2020 a março de 2022, período referente a dois anos de pandemia de covid-19.

Durante o tempo analisado, a MAG Seguros superou R$ 100 milhões em vendas novas de risco, o que reflete o aumento da preocupação e conscientização da sociedade em torno da importância do seguro de vida, principalmente diante de um novo risco trazido pela pandemia. Ainda neste período, a companhia registrou arrecadação de R$ 3,7 bilhões. 

A seguradora também realizou o pagamento de mais de R$ 1,3 bilhão em benefícios, considerando todas as coberturas. Este número reflete o compromisso da MAG Seguros em cumprir com o seu propósito. Outros dados do levantamento feito foram a inclusão de 700 mil novos clientes, além de mais de 1 milhão de atendimentos realizados em todos os canais da Central de Relacionamento MAG. 

Manter o time integrado e o alto engajamento durante o home office sempre foi uma preocupação no início da pandemia, mas que logo passou com a adaptação das rotinas e ritos que antes eram realizados no presencial. A análise feita pela companhia mostrou que, diariamente, são trocadas uma média de 70 mil mensagens pelo Teams. 

Vale ressaltar, ainda, que todo crescimento e bom desempenho da MAG Seguros durante o período de pandemia também resultaram em novas oportunidades, com a contratação de mais de 800 colaboradores para atuação em todo o Brasil. 

Icatu inicia aportes de Previdência via Pix 

Icatu Seguros Henrique Diniz

A Icatu passou a adotar o Pix como uma das formas de pagamento para aportes esporádicos de Previdência, iniciativa inédita no mercado segurador. No primeiro mês de operação, a Icatu apurou o ticket médio das transações em R$ 2 mil, mais que o dobro do valor referência que o Banco Central divulgou quando o sistema completou um ano de operação no país, em novembro de 2020.

“Na Icatu, estamos sempre em busca de trazer não só os melhores produtos, mas também os melhores serviços para nossos clientes.  Com o Pix, o aporte é efetuado de forma totalmente digital e a confirmação do pagamento ocorre quase que instantaneamente. Esse tipo de agilidade e praticidade faz toda diferença na experiência final do cliente”, explica o diretor de Produtos de Previdência da Icatu, Henrique Diniz. Atualmente, os clientes de Previdência também dispõem de boleto bancário e débito em conta como opção de pagamento para aportes esporádicos. 

A operação de Previdência com pagamentos via Pix é a primeira experiência da seguradora com o sistema de pagamento instantâneo lançado pelo Banco Central em novembro de 2020. “Cada vez mais, as pessoas querem soluções que sejam acessíveis e eficientes, não apenas em questão de valor financeiro, mas de tecnologia e experiência. Por isso, entendemos a importância de estarmos atentos às necessidades do público final, além de pensarmos em produtos que atendam a perfis diversos. Hoje, a Icatu possui o mais diversificado marketplace de previdência do país, com mais de 390 fundos e mais de 130 gestores renomados em diferentes canais de distribuição à escolha do cliente.”, revela Diniz. 

No primeiro mês de operação com o Pix, os valores das transações feitas por clientes da Icatu variaram de R$ 100 a até R$ 50 mil, o que revela o perfil altamente democrático e acessível da ferramenta a diferentes públicos. Os números indicam que o consumidor, cada vez mais, valoriza sua autonomia e busca por praticidade e rapidez.  “Ao olhar o mercado, vimos que a solução do PIX possuiria uma adesão maior para esse público digital que exige praticidade, agilidade e instantaneidade no momento do aporte. O cliente não quer mais ter que esperar um ou mais dias para ver a sua contribuição de previdência no seu extrato. Com o PIX, essa necessidade do cliente é suprida de forma imediata.”, acrescenta o diretor de Produtos de Previdência da Icatu.  Enquanto um pagamento via boleto pode exigir até dois dias úteis para a confirmação da operação pelo banco, através do Pix o pagamento é instantâneo. 

Em pouco mais de um ano de sua operação no país, o Pix se tornou uma das formas preferidas de pagamento dos brasileiros – e concorre, em tese, com o pagamento em dinheiro e cartão de débito.  Somente no ano passado, cerca de 9,5 bilhões de transações foram liquidadas através de Pix, diz o Bacen. Até o final do ano passado, os números oficiais divulgados pelo Banco Central indicam que mais de 117 milhões de brasileiros possuíam a chave Pix cadastrada. E a adesão à modalidade só tende a crescer.

Europe Assistance apoia 11 projetos sociais em 2022

A Europ Assistance Brasil reserva uma parte do ganho para apoiar projetos sociais. Em 2022, 11 ações, selecionadas no final do ano passado, recebem cerca de R$ 1 milhão e todo o carinho e dedicação do time de uma das principais empresas de assistências 24 horas do Brasil. “Todos foram escolhidos com base nos três pilares que permeiam a agenda ESG da empresa: idosos, crianças e socialização de pessoas diferentes. Acreditamos que esses temas são vitais para termos uma sociedade mais inclusiva e que todas as empresas deveriam investir e participar com ações que fomentem maior engajamento”, comenta o vice-presidente Paulo Mártires.

Neste mês de abril o grupo, que tem como um de seus acionistas o Grupo Bradesco Seguros, reuniu jornalistas para apresentar um dos projetos: ‘Instituto Remo, Meu Rumo’. A ONG visa a recuperação de crianças e adolescentes com deficiência a partir da prática esportiva do remo e da canoagem. Este projeto conta com a expertise do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas e tem apoio do Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP) e da CEABS Serviços, além da da Europ Assistance Brasil, por meio da lei de incentivo ao esporte.

O objetivo do projeto, que atende mais de 150 crianças por semana, é viabilizar a prática da canoagem adaptada por jovens com deficiência e assim ajudar no desenvolvimento físico, psíquico e social das crianças encaminhadas pelo IOT da HCFMUSP e pela Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). A iniciativa envolve avaliação, acolhimento dos alunos e familiares, programação de atividades esportivas, prática do remo, alongamento, além de propiciar as vivências dos valores do esporte, como a disciplina, a determinação, a perseverança, o coleguismo, o trabalho em equipe e o equilíbrio.

Segundo a idealizadora do projeto, Patrícia Moreno Grangeiro, a ideia é fazer a transição do hospital para a raia olímpica da USP, usando o esporte como uma ferramenta de reabilitação, abrindo oportunidades para que esses jovens conheçam as práticas e ganhem força, equilíbrio, condicionamento, autoestima, habilidades sociais e sejam melhores cidadãos.

“Esse projeto está totalmente alinhado aos pilares de responsabilidade social e sustentabilidade da nossa empresa. Essa iniciativa vai de encontro aos nossos valores, que é o cuidado com as pessoas, e certamente será um dia especial para todos nós”, acrescenta Mártires ao blog Sonho Seguro.

Preocupados com o envelhecimento da população e alinhados a um segmento de atuação da empresa na prestação de serviços voltados ao publico 65+, a Europ Assistance Brasil apoia a Casa do Vovô, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e o Hospital do Amor, em Barretos, a maior instituição filantrópica do Brasil. “Em 2050 haverá duas vezes mais pessoas acima de 65 anos do que hoje. Os velhos serão mais numerosos do que os jovens entre 15 e 24 anos. É uma população que precisa de projetos sociais, de saúde e voltados para a economia desta faixa etária”, acrescenta o executivo.  

Abaixo em resumo os projetos apoiados pela companhia em 2022 através das Leis de Incentivo Fiscal:

Lei da Cultura – Rouanet

  1. Tom Brasil – Casa de shows em São Paulo recentemente mudou de nome para Tokio Marine Hall
  2. Espetáculo Chicago O Musical – Teatro Santander em São Paulo
  3. Teatro Claro – São Paulo e Rio de Janeiro
  4. Pack Cultural – Festival da Consciência Negra no Rio de Janeiro

Lei do Esporte

  1. Social Skate – Poá – SP – São oferecidas, de forma interdisciplinar, atividades voltadas ao esporte, educação, cultura e lazer. Público Alvo: crianças e adolescentes.
  2. Em Busca de uma estrela – São Paulo – “Peneira” – Treinamento com base na Metodologia Escola da Seleção Brasileira.

FUMCAD – Fundo Municipal da Criança e do Adolescente

  1. Projeto Voz Amiga –APAE Barueri/SP – A tecnologia assistiva do aplicativo faz a correção do tato imperfeito e o display eletrônico direciona a criança para pedir ou “falar” qualquer coisa que precisar, ajudando-a na solução de suas adaptações sociais por intermédio do tablet doado ao aluno.
  2. Hospital Pequeno Principe – Curitiba – PR – Possui mais de 100 anos e é o maior hospital pediátrico do Brasil. Centro de referência no qual se pratica, ensina e pesquisa o que há de mais moderno para o diagnóstico e o tratamento de crianças e adolescentes com câncer.

Lei do idoso

  1. Casa do vovô – Ribeirão Preto – SP – Com mais de 40 anos de experiência na proteção social de alta complexidade (abrigo institucional), a Casa do Vovô acolhe idosos com idade igual ou superior a 60 anos, de ambos os sexos, residentes na cidade de Ribeirão Preto.
  2. Hospital do Amor – Barretos – SP – Instituição com 59 anos de história no atendimento gratuito a pacientes com câncer. Hospital de Amor acolhe o paciente integralmente, com alojamento, refeições, cursos de capacitações entre outros. Atendemos pacientes do Brasil inteiro, o que nos torna a maior obra filantrópica do país

PRONON – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica

  1. Projeto Luta pela vida – Uberlândia/MG – O Hospital do Câncer em Uberlândia é um centro de referência para o tratamento do câncer no interior de Minas Gerais, que oferece atendimento totalmente gratuito e de qualidade.

Previdência privada tem captação positiva em fevereiro de 2022

Levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – FenaPrevi apontou que, no acumulado de janeiro de 2021 a fevereiro de 2022, houve cerca de R$ 23,4 bilhões em contribuições em previdência privada. Deduzidos os R$ 19,85 bilhões em resgates, foram R$ 3,53 bi em captação líquida, fechando o resultado do período. A previdência complementar superou R$ 1,09 trilhão em ativos.

Apenas no mês (fevereiro de 2022), foram alcançados R$ 12 bilhões em contribuições e R$ 9,6 bi foram resgatados, gerando o saldo de R$ 2,3 bi em captação líquida. Em termos de captação bruta, o VGBL está em primeiro lugar (com 93,5%) entre os planos de previdência privada, seguido pelo PGBL (5,9%) e as demais modalidades (0,5%). A maior parte deles é de planos individuais (90,2%), seguida dos coletivos (8,1%) e por fim, os para Menores (1,7%).

Seguradoras nos EUA vencem litígios sobre lucro cessante em relação a fechamento por Covid-19

Nesta semana, um tribunal federal de apelações dos Estados Unidos confirmou uma decisão de primeira instância contra um grupo de “clubes de cavalheiros” em um litígio de interrupção de negócios por COVID-19 movido contra uma unidade da Beazley PLC e subscritores do Lloyd’s de Londres, informa o portal Business Insurance.

O 9th U.S. Circuit Court of Appeals, em San Francisco, decidiu que Rialto Pockets Inc., um grupo de 24 empresas afiliadas donas de 23 chamados ‘clubes de cavalheiros e uma loja de varejo’, seguradas em uma única apólice emitida pela Beazley Underwriting, considerou que “sob a lei de seguros da Califórnia bem estabelecida, a ‘mera perda de uso de propriedade física para gerar receita comercial, sem qualquer outro impacto físico na propriedade, não oferece cobertura para perda física direta’. … Assim também aqui.” Na sexta-feira passada, o 9º Circuito também decidiu contra o cassino Circus Circus de Las Vegas em litígio semelhante.