A moda do seguro de graça…

seguro gratis

Em menos de um mês, três empresas ofertando seguro gratuito para consumidores. Pier, C6 Bank e Amar Assist. Certamente essas empresas vão conseguir dados dos clientes que toparem ter um seguro de graça para tentarem conquistá-los numa futura oferta precificada. Considerando a gratuidade, extremamente atrativa, formarão um expressivo banco de dados, o que faz a gratuidade ser considerada uma verba de marketing barata. A depender do volume de pedidos de indenização.

O que não pode acontecer é gerar ruído sobre o produto seguro. Como ruído entenda-se não atender as expectativas do cliente. Não pagar o cliente alegando fraude, exclusões ou outras desculpas que façam o consumidor pensar que seguro é “complicado”. Afinal, o setor tem investido muito na imagem do seguro, que é proteção. Se estiver tudo bem explicado e o consumidor entender direitinho o que tem direito e o que não tem, certamente ajudará o setor a proteger mais gente e crescer além dos 0,63% da penetração do seguro de vida no PIB brasileiro.

Por exemplo, seguro de vida é uma coisa. Seguro de acidentes pessoais, outra. Cobertura para o bem somente por furto qualificado ou roubo. Furto simples, excluído. São jargões técnicos que exigem explicações claras. No Brasil, percebemos que o consumidor ainda não tem conhecimento das diferenças entre esses termos. Por isso, todo cuidado é pouco.

C6 Bank

A partir desta segunda-feira, clientes do C6 Bank podem ter dois meses de uso gratuito do Seguro C6 Conta. O produto, oferecido em parceria com a Zurich, é o lançamento mais recente do banco no segmento de seguros e oferece proteção em caso de transações feitas sob ameaça, coação, sequestro, roubo ou furto qualificado.  

Todos os clientes ativos do banco podem participar da campanha, incluindo pessoas jurídicas e aqueles que já têm o seguro. Para novas contratações, a primeira parcela será estornada em até sete dias e a segunda será isenta. Do terceiro mês em diante, o cliente passa a ser cobrado conforme a modalidade contratada. A condição é válida até agosto. Clientes que já têm o Seguro C6 Conta contratado também terão isenção de mensalidade durante dois meses.

“Lançamos a campanha de gratuidade do Seguro C6 Conta para que os clientes possam contar com proteção adicional para as suas transações no app e no cartão”, diz Fabio Basilone, head de seguros do C6 Bank.  

Cada cliente pode personalizar a oferta do seguro C6 Conta de acordo com suas necessidades, sendo que o valor mínimo varia de acordo com o cartão usado. A mensalidade custa a partir de R$ 1 para clientes com cartão C6, R$ 3 para quem tem o cartão C6 Platinum e R$ 5 para quem tem o cartão C6 Carbon.  

O produto cobre prejuízos decorrentes de transações via Pix, compras no crédito e débito e saques feitos sob ameaça, coação, sequestro, além de compras feitas com cartão roubado. A cobertura começa a valer 24h após a contratação. Para contratar ou para abrir um sinistro, basta seguir as instruções no aplicativo no C6 Bank.  

Além de oferecer a assistência patrimonial, o Seguro C6 Conta oferece atendimento psicológico para vítimas roubo, furto qualificado, ameaça, coação ou sequestro, em uma iniciativa voltada para dar apoio emocional diante de situações de violência.  

O Seguro C6 Conta é uma das ferramentas que o banco oferece para reforçar a segurança digital dos clientes. Em caso de perda, furto ou roubo, é possível bloquear o cartão direto no app. O banco também disponibiliza um cartão virtual gratuito para todos os clientes e recomenda seu uso para compras online. Outra funcionalidade é o bloqueio automático da conta pela central de atendimento. Além disso, o C6 Bank adota biometria facial para autenticar transações financeiras de saída de dinheiro da conta. Essa camada adicional de proteção é acionada de acordo com regras pré-estabelecidas pelo banco, que reúne uma série de variáveis. A solicitação ocorre em TEDs, TEFs, Pix ou pagamentos de valores.

Para aumentar a segurança, também é recomendável configurar valores máximos para transações com Pix, por meio do gestor de limites em D+1. Com ele, o cliente pode definir um limite padrão para suas transações Pix, bloqueando tentativas de transferências de valores superiores a esse limite. O aumento de limite é feito manualmente pelo cliente e demora um dia útil para ficar disponível

Pier

Segundo matéria da Folha de S.Paulo, a Pier oferece um seguro grátis contra furto e roubo de celular ao público da primeira edição do Mita Festival, realizado no último final de semana (14 e 15 de maio) na Spark Arena (zona oeste de São Paulo) e no próximo fim de semana no Jockey Club (zona sul do Rio).

Quem comprou o ingresso do evento poderá contratar por um mês sem custo o serviço. A promoção é válida para o fã que ainda não contratou esta modalidade de seguro.

O Mita reúne nas duas capitais nomes como Gorillaz, Rüfüs Du Sol e Two Door Cinema Club, além dos brasileiros Gilberto Gil, Marcelo D2, Black Alien, Marina Sena, Matuê, Liniker, Luedji Luna e Xenia França. (veja a programação completa no Lineup)

Para evitar fraudes, segundo a empresa, há critérios e políticas internas para aceitar o novo cliente.

Os valores de mensalidade variam de acordo com o modelo e memória do smartphone, explica a seguradora. Por exemplo, o seguro de um iPhone 6S com 16 GB de capacidade custa a partir de R$ 13,90 por mês no plano econômico, enquanto o seguro para um iPhone 13 Pro Max com 1024 GB de memória custa hoje R$ 261 no plano premium.

“Nosso papel é fortalecer a presença da marca dentro do evento por meio de ativações divertidas e práticas, comunicando as vantagens da marca para o maior público possível”, diz Flávia Molina, CMO da companhia.

Amar Assist

Atender toda a população brasileira de até 65 anos é a proposta da insurtech Amar Assist. A startup lançou em 8 de abril de 2022 um seguro de vida totalmente gratuito, válido para qualquer brasileiro que se encaixe na faixa etária. Com vigência de 12 meses, a novidade oferecerá cobertura de até R$ 20 mil, sendo válida para residentes de qualquer cidade do Brasil, em casos de morte por acidente. A Amar Assist também cederá gratuitamente a assistência funeral dos segurados.

Para usar o serviço, é preciso baixar o aplicativo da empresa, realizar um cadastro e ativar o serviço “Seguro de Vida Gratuito”. A expectativa é que ao menos 5 milhões de brasileiros sejam beneficiados com a iniciativa ao longo do próximo ano. Segundo a startup, foram nove meses de preparação para o lançamento da novidade. Durante o período, a empresa criou uma nova estrutura de atendimento ao cliente, realizou workshops internos e desenvolveu um novo software.

O lançamento também é uma estratégia de marketing, visto que a startup espera que pelo menos 3 milhões do total impactado se tornem clientes da companhia após o término da vigência gratuita.

De acordo com Bruno Gallo, fundador e CEO da Amar Assist, a ideia surgiu com o propósito de inspirar a longevidade. “Quando olhamos para países como EUA e Japão, o número de pessoas com acesso a assistências deste tipo é maior do que em comparação com a população brasileira, pois a cultura do planejamento a médio e longo prazo já está mais enraizada. Queremos trazer esse olhar sobre a importância e o conforto, inclusive financeiro, que o planejamento prévio traz”, disse em nota.

IRB Brasil RE registra lucro líquido de R$ 80,5 milhões no primeiro trimestre de 2022 

Fonte: IRB

O IRB Brasil RE divulgou, nesta segunda-feira (16/05), os resultados referentes ao primeiro trimestre de 2022 (1T22). O ressegurador apurou lucro líquido de R$ 80,5 milhões, valor 58% maior se comparado aos R$ 50,8 milhões verificados no mesmo período do ano passado. A companhia realiza teleconferência para investidores nesta terça-feira (17/05), às 11h (horário de Brasília). 

“Registramos melhora do resultado em um trimestre desafiador, dando mais um passo na direção da recuperação da rentabilidade da companhia. A disciplina na execução da estratégia de aumentar o peso do mercado local no portfólio, diluir a concentração por negócio e ajustar preço ao risco, aliada à eficiência operacional e ao bom desempenho financeiro, vem trazendo melhorias graduais em nossa margem. Nesse trimestre, ressaltamos a alta pontual na sinistralidade do segmento Rural, devido a questões climáticas, assim como o impacto da Covid-19, principalmente no segmento de Vida. Destacamos que não houve efeito relevante, neste trimestre, dos negócios subscritos antes de junho de 2020.  Lembramos, entretanto, que, devido às características naturais de nosso negócio, eventuais variações podem ocorrer nos próximos trimestres”, avalia o CEO do IRB Brasil RE, Raphael de Carvalho. 

Prêmios emitidos  

No 1T22, o volume total de prêmios emitidos pelo IRB Brasil RE apresentou crescimento de 4% em relação ao 1T21, alcançando R$ 2,005 bilhões, comparados ao R$ 1,931 bilhão do mesmo período do ano anterior. O prêmio emitido no Brasil totalizou R$ 1,240 bilhão no 1T22, um incremento de 18,8% em relação ao mesmo período de 2021. Destacam-se as linhas Rural (+54,5%), Vida (+30,8) e Patrimonial (+23,4%). Já os prêmios emitidos no exterior totalizaram R$ 764,6 milhões, queda de 13,7% em relação ao 1T21. Os números estão em linha com a estratégia do IRB Brasil RE e mostram crescimento da participação do mercado local na carteira da companhia, passando de 54% no 1T21 para 62% no 1T22.  

“O primeiro trimestre é um importante período de renovação de negócios para o IRB. A renovação dos contratos que desejávamos reter chegou a 86%, incluindo o mercado doméstico e internacional. Resultado superior ao do 1T21. Além disso, fechamos 87 novos negócios, seguindo a estratégia de subscrever riscos que tragam crescimento e rentabilidade à companhia”, afirma Daniel Veiga, vice-presidente de Danos, Responsabilidades e Riscos Especiais. 

Conforme divulgado pelo IRB Brasil RE anteriormente, a estratégia de atuação geográfica da companhia tem foco no Brasil, com negócios locais respondendo por no mínimo dois terços do portfólio. Já a atuação no mercado internacional tem como prioridade a América Latina. A participação nos demais mercados se dará de maneira complementar, visando a diversificação de risco, sempre com foco no crescimento com rentabilidade.  

“Vale mencionar que a aprovação em nossa última assembleia de acionistas da elevação do capital autorizado em R$ 1,2 bilhão abre espaço para acelerar a implantação da nossa estratégia. Nesse sentido, já contratamos assessores financeiros que vão nos auxiliar na análise das opções de fortalecimento da nossa estrutura de capital para fazer frente aos desafios e oportunidades que temos pela frente”, informa Raphael de Carvalho. 

O total do prêmio retido foi de R$ 1,398 bilhão, com decréscimo de 8,9% em relação ao 1T21, por conta do maior volume de prêmios retrocedidos. Sem o efeito do LPT (Loss Portfolio Transfer), o prêmio retido teria crescido 5,4% em relação ao 1T21. Por fim, o total de prêmio ganho foi de R$ 1,151 bilhão no 1T22, 20,8% inferior ao 1T21, em consequência da maior constituição de provisões técnicas e do impacto do LPT. Excluindo o efeito da operação de LPT, o decréscimo seria de 5,8%, compatível com o movimento de prêmios emitidos. 

Sinistralidade 

No 1T22, o sinistro retido total foi de R$ 933 milhões, uma redução nominal de 11% em relação ao 1T21. O índice de sinistralidade total no 1T22 foi de 81%, apresentando uma alta de 8,9 p.p. ante o mesmo trimestre do ano anterior, de 72,1%. Excluindo-se o efeito do LPT, a sinistralidade foi de 82,8%.  O aumento da sinistralidade foi causado por efeitos climáticos atípicos no segmento Rural e por consequências da Covid-19, principalmente no segmento de Vida. Se normalizarmos esses efeitos atípicos, teríamos uma sinistralidade de 67,5%. 

Em termos nominais, o sinistro retido no Brasil saiu de R$ 454,9 milhões no 1T21 para R$ 714,9 milhões no 1T22. Isso correu, principalmente, devido aos segmentos Rural e Vida. Já no exterior o sinistro retido apresentou redução de 63,3%, para R$ 218,1 milhões no 1T22, um efeito da nova estratégia da companhia. 

“A alta na sinistralidade da linha Rural, em especial no Brasil, atingiu cerca de 112% no trimestre, refletindo os eventos climáticos observados principalmente no sul do Mato Grosso do Sul, centro-oeste do Paraná e no Rio Grande do Sul. É um fato extraordinário com efeito em todo o setor de seguros e resseguros. Vale ressaltar que, além de proteções de carteira contratadas pelo IRB, a diversificação geográfica do portfólio atenua os efeitos adversos. Registramos ainda cerca de R$ 64 milhões de sinistros por conta de Covid-19 nesse trimestre, um incremento de mais de 160% em relação ao mesmo período do ano passado. Com o arrefecimento da pandemia, espera-se que o impacto por Covid-19 seja cada vez menos relevante”, explica Wilson Toneto, vice-presidente Técnico e de Operações do IRB Brasil RE. 

Resultado financeiro e patrimonial 

No 1T22, o resultado financeiro e patrimonial teve alta de 150,6% e foi positivo em R$ 259,6 milhões, frente a um resultado positivo de R$ 103,6 milhões no primeiro trimestre de 2021. Destacamos o registro de evento não recorrente no montante de R$ 150,2 milhões referente ao ganho de ações judiciais que discutiam tributos. As despesas gerais e administrativas no 1T22 totalizaram R$ 70,3 milhões, um decréscimo de 28,7% em relação ao 1T21. O índice de despesa administrativa foi de 6,1% no 1T22. 

O IRB Brasil RE acompanha dois indicadores regulatórios importantes: o primeiro em relação à cobertura de provisões técnicas, que se encontrava devidamente enquadrada em 31/03/2022. Já o segundo versa sobre suficiência do Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) em relação ao capital mínimo requerido (CMR), tendo o PLA superado em 105% o CMR. O enquadramento da companhia em relação aos parâmetros de solvência estabelecidos na legislação e regulamentação é reforçado pela verificação do índice de solvência total – comumente utilizado no exterior – correspondente a 231%. Este índice afere a suficiência do patrimônio total em relação ao mesmo CMR. 

Inter Seguros encerra primeiro trimestre com receitas de 29,8 milhões, alta de 52%

paulo padilha banco inter

A Inter Seguros encerrou o primeiro trimestre com receitas de R$ 29,8 milhões, alta de 52% em relação ao mesmo período do ano passado. Paulo Padilha, CEO da companhia, comemorou os resultados em sua página no LinkedIn. “Em junho de 2019, passamos orgulhosamente a fazer parte do Inter. Foram 11 trimestres consecutivos de crescimento. Saímos de 30 mil para quase 1 milhão de clientes ativos. As vendas mensais saltaram mais de 40 vezes. A receita mais de 10 vezes e com fluxo contratado por anos. Tudo isso sem intermediários, sem uma PA de vendas. 100% digital. Somos a operação de maior margem desse mercado. O maior portfólio digital de seguros do ocidente. Execução, escala, recorrência… e muito trabalho. Sem mágica. Estamos apenas começando. Seguiremos com disciplina”, comentou em seu post.

Com dados do 1º trimestre divulgados, CNseg vê PIB, inflação e juros em alta em 2022

Pedro Simoes CNseg

A greve dos servidores do Banco Central continua e, dessa maneira, as expectativas do Relatório Focus não foram divulgadas novamente nesta semana. Entretanto, a semana passada foi marcada pela divulgação de indicadores de atividade e inflação que mostram um quadro de economia mais aquecida do que previamente esperado no primeiro trimestre do ano. “Tivemos sinais – de indicadores não convencionais de atualização mais célere, como os baseados em dados de empresas de meios de pagamentos – de que abril deve seguir pelo mesmo caminho”, avalia Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg.

Segundo o economista, ainda que haja grande incerteza, parece claro que esse cenário também deve levar a uma Selic um pouco mais alta – ou que permanece em patamares considerados restritivos por mais tempo. “A Ata da última reunião do Copom, divulgada também na semana passada, admite que a incerteza é “maior que o usual”, trazendo mais uma vez a indicação de “provável” extensão do ciclo com “um ajuste de menor magnitude”, o que a maioria dos analistas interpreta como um sinal de que a Selic continuará a subir para além dos 13% (está atualmente em 12,75%, depois de uma elevação de 1 p.p.) nas próximas reuniões, ainda que em ritmo mais lento”, destacou.  

Os resultados de atividades melhores que o esperado, a despeito da inflação mais alta, afirma Simões, podem ser consequência de medidas pontuais como liberação do FGTS e a antecipação do 13º dos aposentados, além de uma melhora mais consistente do mercado de trabalho. Com isso, houve revisões para cima nas projeções para o crescimento do PIB de 2022 nas últimas semanas. O IPCA registrou alta de 1,06% em abril, acima do consenso de mercado (1,00%). “Em doze meses, o índice avançou de 11,30% para 12,13%, e seu detalhamento evidencia um quadro inflacionário ainda adverso, com pressões relevantes em serviços e bens industriais, núcleos rodando em alta e difusão bastante elevada, o que levou a algumas revisões de alta nas projeções para o IPCA neste e no próximo ano”, cita. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

Santander lança assistência helpS para pessoas usarem com problemas com carro, casa, pet, bike

Fonte: Santander

O Santander é o mais novo player do setor de assistências 24 horas. O Banco lança nesta semana o helpS, uma plataforma de soluções para diferentes tipos de emergência do dia a dia de pessoas físicas. São, no total, oito novos produtos destinados a quatro segmentos: automóvel, casa, bike e pet. A ideia é ofertar serviços complementares aos já oferecidos pelas apólices de seguro, a partir de um modelo inédito no mercado brasileiro: o contrato fica atrelado ao CPF do correntista, mas o serviço pode ser prestado a qualquer pessoa que o contratante desejar. Ou seja, cabe ao cliente decidir como usar os serviços. 

O conceito de flexibilidade, uma inovação do Santander no mercado de assistências, garante que o cliente utilize os benefícios mesmo para questões envolvendo bens de terceiros, como uma casa alugada para veraneio, o cãozinho de um parente, o carro do motorista de aplicativo, em caso de pane durante o trajeto, ou até mesmo a residência de um amigo ou familiar.

Disponível inicialmente para correntistas do Santander, o helpS vai além da solução de incidentes e oferece também serviços de conveniência, como check-up de bicicletas, ou transporte de um animal de estimação para consulta no veterinário. Ainda para o segmento pet, o produto permite que o cliente faça parte de um clube de benefícios que dá acesso a uma plataforma para compra de diversos itens de varejistas parceiros: ração, medicamentos e acessórios para cães e gatos.

Segundo Marcelo Cavalcante, superintendente executivo do Santander e responsável pelo helpS, um dos focos da estratégia do Banco é a facilidade de acesso a serviços que antes estavam condicionados apenas às apólices de seguros. “Com o helpS estamos ampliando o portfólio de soluções ao cliente e, ao mesmo tempo, dando uma resposta à demanda por serviços de assistência que cresceu consideravelmente durante a pandemia, como resultado do tempo maior que as pessoas passam em casa”, avalia o executivo.

A contratação do helpS já está disponível para correntistas no aplicativo do Banco. Os planos anuais chegam ao consumidor à partir de R$ 19,90 por mês, com renovação automática. A cobrança é feita por débito em conta e o contrato dá direito a três utilizações no intervalo de 12 meses por pacote, desde que respeitando um intervalo mínimo de 30 dias entre cada uso.

MAPFRE patrocina os concertos ¡VIVA ESPAÑA! na Sala São Paulo

A MAPFRE é uma das patrocinadoras do ¡Viva España!, série de concertos apresentados pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Entre os dias 19 e 21 de maio, a companhia estará junto da Osesp em três performances dedicadas totalmente à Espanha na Sala São Paulo. O patrocínio é uma das ações da MAPFRE em prol da promoção e do acesso à cultura. 

“A MAPFRE é uma empresa espanhola, que se estabeleceu no Brasil há 30 anos. Para nós, é uma alegria destacar a Espanha e sua cultura com um concerto apresentado em um dos locais mais tradicionais de São Paulo”, conta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE no Brasil. “Nosso objetivo é fortalecer iniciativas que apoiem a cultura, o esporte, a saúde, a proteção dos direitos humanos, entre outros importantes assuntos para a nossa sociedade. Estar junto da Orquestra Sinfônica neste projeto reforça este propósito”, completa.

As apresentações do ¡Viva España! acontecerão nos dias 19 (às 20h30), 20 (às 20h30) e 21 (às 16h30) de maio e os ingressos estão disponíveis neste link. A performance do dia 20 de maio terá transmissão digital no canal da Osesp no YouTube.

Sobre o concerto
A regência ficará a cargo de Manuel Hernández-Silva, com participações do violonista Rafael Aguirre e dos cantores líricos Beatriz Díaz (soprano) e César Augusto Gutiérrez (tenor). Os compositores espanhóis Manuel de Falla e Joaquín Rodrigo capturaram magistralmente a alma da Espanha em suas obras e terão suas músicas apresentadas no ¡Viva España!

O programa do concerto trará a suíte do celebrado balé O Chapéu de Três Pontas, de Manuel de Falla (1876-1946), baseado em um romance de mesmo nome escrito por Pedro Antonio de Alarcón. A apresentação também reúne o Concerto de Aranjuez, peça adorada de Joaquín Rodrigo (1901-99), que será apresentada apenas no sábado (21), e o Concierto para una Fiesta, também de Rodrigo, que será tocado pela primeira vez no Brasil (na quinta e na sexta-feira, dias 19 e 20). 

E, por falar em estreias, o maestro Hernández-Silva e os três solistas farão neste projeto suas primeiras aparições com a Osesp. A Orquestra também interpretará com a soprano Beatriz Díaz e o tenor César Augusto Gutiérrez uma seleção de zarzuelas, um gênero musical tipicamente hispânico e similar à ópera. 

SulAmérica Cultural patrocina o “Mistério de Irma Vap” no Rio de Janeiro

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica Cultural apresenta a comédia “O Mistério de Irma Vap” no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro. Para essa temporada, o espetáculo conta com os atores Mateus Solano e Luis Miranda no elenco. 

A comédia, montada em 1984 em um teatro em Nova Iorque, chegou ao Brasil pela primeira vez em meados dos anos 90 e teve a primeira versão encenada por Ney Latorraca e Marco Nanini. 

“O Mistério de Irma Vap”, de Charles Ludlam e Everett Quinton, fica em cartaz no Rio de Janeiro até 26 de junho e os ingressos podem ser adquiridos em https://www.eventim.com.br/artist/irma-vap/  

A SulAmérica Cultural apoia ações em todo o país, por meio das leis de incentivo à cultura e ao esporte. Mais de 2,8 milhões de pessoas já foram impactadas em projetos socioculturais e socioesportivos, alinhadas ao conceito de Saúde Integral da companhia, que incentiva as pessoas a viverem melhor por meio do equilíbrio entre as saúdes física, emocional e financeira. 

MAG tem novo diretor de marketing digital e crescimento 

A MAG Seguros criou a diretoria Executiva de Marketing Digital e Growth. A posição será ocupada por Leonardo Secundo, formado em Comunicação Social, com MBA em Marketing pelo IBMEC e certificações internacionais em estratégia de marca, marketing digital e estratégia em instituições como MIT. 

O executivo, que acumula mais de 17 anos de experiência, tem passagem por diversos segmentos como Varejo, Bens de Consumo e Educação. Leonardo construiu sua carreira em grandes empresas, como Coca Cola, L’Oréal, BR Malls, Vale e Anima Educação.  

Na MAG, Secundo terá sob sua liderança as áreas de Marketing Digital, Gestão da Marca e Gestão do Relacionamento. A estrutura faz parte da diretoria Comercial e de Marketing e Leonardo reporta diretamente ao diretor Estatutário, Nuno David. 

Generali promete transição de seus portfólios de seguro para um net-zero até 2050

Fonte: Generali

O CEO do Grupo, Philippe Donnet, apresentou o compromisso da indústria seguradora em acelerar a transição para uma economia global net-zero. A seguradora participa de um comitê histórico junto com outras seguradoras e resseguradoras, no qual as empresas se comprometem a reduzir para zero as emissões líquidas de sua carteira de subscrição de seguros e resseguros até 2050, o que permite um aumento da temperatura global para 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

Cada companhia define, individualmente, suas metas intermediárias a cada cinco anos e relata, anualmente, de forma pública e independente, o progresso para alcançar as metas do Acordo de Clima de Paris.

O CEO do Grupo, Philippe Donnet, comentou: “A Generali quer apoiar ativamente uma transição justa e inclusiva para uma economia net-zero. A Aliança de Seguros Net-Zero, convocada pela ONU, nos permite unir forças com instituições e pares do nosso setor que compartilham deste objetivo para alcançar um impacto relevante a longo prazo. Unidos somos mais fortes.”

Em particular, o objetivo climático inclui a descarbonização gradual da carteira de investimento direto para se tornar climaticamente neutra até 2050, limitando o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o que é consistente com o compromisso assumido como parte da Aliança de Proprietários de Ativos Net-Zero. Como um objetivo intermediário, a Generali irá diminuir, ao longo de cinco anos, as emissões de carbono da carteira corporativa (títulos corporativos, patrimônio líquido) em 25%, em relação ao seu nível em 2019, e alinhar a carteira imobiliária à trajetória de 1,5°C.

Além disso, o Grupo Generali pretende investir cerca de 8,5 a 9,5 bilhões de euros em novas iniciativas verdes e sustentáveis até 2025, além de introduzir critérios de exclusão cada vez mais restritivos para o setor de carvão térmico, no sentido de uma destinação completa dos investimentos nessas atividades.

Nos últimos anos, a Generali investiu 6 bilhões de euros em iniciativas verdes e sustentáveis, as quais excediam o objetivo de sua estratégia, com um ano de folga. A Generali acredita que o setor privado pode ter um papel-chave no suporte financeiro para a “Transição Justa” para criar um futuro com emissões net-zero de gases de efeito estufa, ajudando as instituições públicas a tomar as medidas necessárias.

Desigualdade de renda reduz contratação de seguros no mundo em US$ 252 bilhões

Swiss Re

A desigualdade de renda não é apenas uma questão para os países em desenvolvimento. Embora muitas economias emergentes tenham fechado a lacuna entre ricos e pobres nos últimos anos, a desigualdade de renda tem aumentado nas economias avançadas nas últimas quatro décadas. O último relatório sigma do Instituto Swiss Re, intitulado “Reformulação do contrato social: o papel do seguro na redução da desigualdade de renda”, analisa o crescimento e as consequências da disparidade de renda em todo o mundo e conclui que o aumento da desigualdade de renda nas economias avançadas resultou em cerca de 252 bilhões de dólares de proteção de seguros perdidos somente no ano de 2019, tornando as famílias mais vulneráveis a perdas catastróficas no caso de eventos imprevistos.

Guido Fürer, Group Chief Investment Officer da Swiss Re, diz: “Há uma grande oportunidade para que o capital privado tenha um impacto positivo sobre a desigualdade. Até agora, o “S” na ESG, que se refere a aspectos sociais como diversidade, inclusão e igualdade, tem sido um tema de investimento sub-representado. Noto que isto agora está mudando rapidamente à medida que a comunidade de investimento está dando mais ênfase ao “S”, apoiado por um avanço de investimentos em crescimento. Como tomador de risco e investidor, a indústria de seguros está em uma posição chave para impulsionar as profundas mudanças necessárias para melhorar a resiliência”.

Jerome Haegeli, Group Chief Economist da Swiss Re, afirma: “O seguro é uma ferramenta poderosa para promover o crescimento econômico, melhorar a resiliência e reduzir a desigualdade, fornecendo proteção financeira. Isso é particularmente importante para os mais vulneráveis porque, sem seguro, as famílias de baixa e até de média renda podem atingir a pobreza no caso de um desastre grave. Ao afastar os riscos financeiros dos indivíduos e aumentar sua resiliência, os setores público e privado têm o caminho livre para reduzir a desigualdade. A digitalização também desempenha um papel fundamental na abordagem do subseguro, pois a inovação pode tornar o serviço mais acessível e mais barato para mais pessoas”.

Principais insights do relatório sigma

– A desigualdade de renda nas economias avançadas vem aumentando há 40 anos, associada à diminuição da expectativa de vida em alguns países: nos EUA, por exemplo, a diferença na expectativa de vida entre os 1% mais ricos e os 1% mais pobres cresceu para 10-15 anos. Ainda no país, enquanto economia avançada mais desigual do mundo, a classe média diminuiu de quase 60% da população nos anos 80 para menos de 55% em 2018. Em contraste, em economias emergentes como o Brasil e a China, a classe média cresceu em um ritmo acelerado jamais visto.

– O Instituto Swiss Re observou que a proteção total do seguro nas economias avançadas teria sido cerca de US$ 252 bilhões mais alta em 2019 se a desigualdade tivesse permanecido nos níveis da década de 1990. Isto se traduz em cerca de US$ 39 bilhões em proteção de seguro antecipado na forma de sinistros pagos por perdas patrimoniais e de acidentes, além de cerca de US$ 213 bilhões em benefícios de vida.

– Os choques econômicos geralmente atingem mais duramente as famílias de baixa renda, ampliando a desigualdade para os mais vulneráveis. Os países com maior desigualdade de renda e níveis mais baixos de resistência econômica correm maior risco de insegurança alimentar porque uma parcela maior da renda familiar é gasta em alimentos. A guerra entre a Ucrânia e a Rússia pode agravar a desigualdade em países do mundo inteiro, tornando as famílias de baixa renda mais vulneráveis à pobreza, devido aos altos custos de alimentação e energia. Por exemplo, nossas estimativas para o Brasil mostram que as famílias do quintil de renda mais baixa gastam 27% de sua renda em alimentação, já no quintil de renda mais alta o gasto é de 7%.

– O seguro é eficaz para mitigar a desigualdade, proporcionando alívio financeiro às famílias atingidas por choques. No atual ambiente de alta inflação, design de produtos e o apoio a políticas que promovam a acessibilidade do seguro são particularmente importantes. Com novas tecnologias, as seguradoras podem usar uma ampla gama de canais de distribuição para expandir o acesso à cobertura do seguro. Por exemplo, o microsseguro pode ajudar a reduzir a desigualdade e promover o crescimento inclusivo, fornecendo produtos acessíveis e eficientes para famílias de baixa renda.

– Os setores público e privado devem trabalhar em conjunto para enfrentar a desigualdade e fortalecer o contrato social. A curto prazo, os governos precisam considerar ações sob medida para aliviar a atual crise que muitas pessoas estão enfrentando com o elevado custo de vida. A longo prazo, os governos podem desenvolver uma combinação de políticas que distribua as oportunidades econômicas e os resultados de forma mais igualitária e garanta que os riscos de renda sejam compartilhados de forma equitativa. Eles podem recorrer a mecanismos públicos e privados de transferência de riscos, tais como esquemas de seguro social ou parcerias público-privadas para expandir a segurabilidade.