Grupo de resseguradoras registra alta de 16% em vendas em 2021, segundo AON

Um grupo de 22 resseguradoras globalmente, acompanhadas pela corretora AON e que representam mais de 50% do prêmio de resseguro registraram um prêmio bruto de resseguro de property & casualty de US$ 134 bilhões no ano passado, um aumento de 16%. em 2020. O grupo reportou US$ 131 bilhões em prêmios de seguro primário, um aumento de 20% em relação ao ano anterior. O índice combinado de propriedade/acidentes para as resseguradoras melhorou para 96,2% em 2021, de 103,3% em 2020. O capital global total das resseguradoras subiu para US$ 675 bilhões, um aumento de 3,8% em relação a 2020, estima a Aon.

Brasil é escolhido para ser o anfitrião da conferência Brokerslink 2023

Brokerslink 2023

O Brasil foi escolhido para ser o anfitrião da 13a. Conferência Internacional da Brokerslink. O evento acontecerá em outubro de 2023, em São Paulo, capital. É a primeira vez que o evento anual, que começou em 2009, será realizado na América Latina. Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e gerente regional América da Brokerslink, será o anfitrião e comemorou muito a grande honra de o evento acontecer no Brasil.

“É uma honra para nós sediarmos um evento que sempre acontece em cidades importantes como em 2019 em Bordeaux, a capital mundial do vinho, Hong Kong, Marrakech, Amsterda e Nova York. E neste ano em Porto, Portugal, país sede do grupo MDS, com uma riqueza cultural sem igual para nossos convidados. “Eu e a equipe da MDS Brasil já estamos ansiosos para receber todos no Brasil”, afirmou Couto”, disse durante o anúncio realizado no final do evento Brokerslink 2022, que acontece entre 26 a 28 de maio de 2022. 

Ariel quer bater o recorde de participantes da 11ª. edição em 2019, em Bordeaux, cidade conhecida como a capital francesa do vinho. “Tivemos um recorde de 330 pessoas, de 80 países. Aqui em Porto, estamos com 361 pessoas de 71 países. Minha meta é chegar a 400 pessoas, de 75 países, em São Paulo. Para isso, vamos encantar nossos parceiros para que um número maior de convidados conheça São Paulo por quatro dias, sendo três para debates e um reservado para um passeio cultural. Faremos de tudo para que todos tenham uma experiência incrível, como experimentaram em outras edições da conferência Brokerslink”, promete. 

O estado de São Paulo tem o maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Segundo os últimos dados disponibilizados pelo governo, no 4º trimestre a economia paulista avançou 5,7% em 2021. Os setores que mais apresentaram taxas positivas foram o de serviços (6,2%) e indústria (5,6%). A agropecuária teve decréscimo de 5,2. No quesito seguros, São Paulo representa mais de 50% das vendas no país, que em 2021 superaram R$ 306 bilhões, um crescimento de 11,8% em relação a 2020. 

A projeção da CNseg, confederação das seguradoras, é de avanço de até 15% em 2022. Um indicador de dois dígitos que se confirma no primeiro trimestre, com prêmios de R$ 82,14 bilhões, alta de 15,4% em relação ao mesmo período de 2021, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Os seguros de danos apresentaram crescimento de 22%, para R$ 24,99 bilhões, e o seguro de pessoas por R$ 47,2 bilhões nos três primeiros meses de 2022, crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2021. 

Couto quer fazer surpresa, mas adiantou que tem conseguido fechar excelentes pacotes para proporcionar uma experiencia diferenciada em termos de negócios e cultural para os convidados, com um custo-benefício atraente. “Os temas dos debates serão definidos futuramente, pois queremos trazer discussões atuais e que agreguem conhecimento aos nossos parceiros e afiliados”.

Segundo Couto, o momento não poderia ser melhor para a realização do evento no Brasil. “É um país de grande importância para a Brokerslink e que certamente terá boas notícias para comemorar em 2022. Teremos a definição política, com eleições presidenciais em outubro, no primeiro turno, e novembro, num segundo turno”, cita. 

O CEO da MDS Brasil também destacou o fluxo de investimentos no Brasil. Em janeiro, os estrangeiros aportaram R$ 23,3 bilhões na bolsa, seguido de aportes de R$ 20,5 bilhões em fevereiro e R$ 21,3 bilhões no mês de março. “Isso abre muitas oportunidades de negócios para a Brokerslink, tanto de clientes brasileiros que precisam de soluções em seguros para suas operações no mercado internacional, como de clientes estrangeiros que precisam de proteção e serviços para seus investimentos na maior economia da América Latina”, finalizou o presidente da MDS Brasil com grande entusiasmo. 

Brokerslink 2022: “Conhecimento é poder”, diz Andreas Berger, do grupo Swiss Re, aos gestores de riscos

andreas berger swiss re

As mudanças climáticas continuarão a representar ameaças à sociedade e às economias em todo o mundo. Isso adiciona uma camada de risco e incerteza às cadeias de suprimentos que já estão sob pressão – principalmente pela escassez de pessoal relacionada ao COVID. Catástrofes naturais levaram a perdas seguradas globais estimadas em US$ 111 bilhões no ano passado, a quarta maior desde 1970. E estão se tornando um risco maior para as empresas e suas cadeias de suprimentos. A afirmação é de Andreas Berger, CEO da Swiss Re Corporate Solutions e membro do comitê executivo do grupo suíço. Ele foi um dos palestrantes no evento Brokerslink 2022, que acontece entre 25 e 27 de maio, em Porto, Portugal. Leia os principais trechos da entrevista concedida a jornalista Denise Bueno.

As empresas agora precisam identificar e repensar os pontos fracos em suas cadeias de suprimentos, pois o custo e as consequências de eventos catastróficos e das mudanças climáticas aumentam em gravidade e frequência. Como a Swiss Re ajuda seus clientes nessa questão?

Diante de riscos crescentes e maiores custos e perdas, as empresas precisam identificar e repensar os pontos fracos em suas cadeias de suprimentos. Quem são seus principais fornecedores de bens e serviços? Há fornecedores disponíveis na cadeia de suprimentos? O que eles fornecem e quais são as receitas associadas a isso? Existem outras fontes, no caso de uma interrupção na cadeia de suprimentos? À medida em que nossos negócios se tornam cada vez mais interconectados, interrupções e danos em uma parte do mundo causam ondulações que podem ser sentidas globalmente. E isso precisa ser pensado e planejado para evitar perdas.

E como criar resiliência?

Para criar resiliência nas cadeias de suprimentos estamos fornecendo aos clientes um gêmeo digital de sua cadeia. Os clientes podem adicionar seus dados e sobrepor com Informações de fontes como a ferramenta CatNet da Swiss Re e fornecedores terceirizados. Além disso, eles podem planejar cenários de perda para destacar as fraquezas em sua cadeia de suprimentos e, em seguida, usar os insights para implementar medidas de mitigação para minimizar a interrupção. O gêmeo digital também pode fornecer alertas em tempo real sobre eventos climáticos para permitir o planejamento antecipado.

E quanto às catástrofes?

A Swiss Re Corporate Solutions lançou o Climate Risk Solutions for Corporates para ajudar as empresas a avaliar o impacto do risco climático físico em seus portfólios globais. Esta solução avalia e quantifica o impacto dos riscos climáticos físicos nos ativos e operações comerciais de nossos clientes de seguros comerciais, independentemente de sua indústria. Combinando dados de clientes, dados públicos e previsões climáticas, o serviço gera uma imagem abrangente da exposição de uma empresa. Isso pode revelar, por exemplo, se eles operam em um hotspot de risco climático ou se podem ser afetados desproporcionalmente pelas mudanças climáticas. Essas informações podem contribuir com ações apropriadas para reduzir ou evitar o risco – como diz o ditado, “conhecimento é poder”.

Quais mudanças são urgentes para os gestores de risco?

A importância da resiliência da cadeia de suprimentos e do gerenciamento de riscos é mais aparente do que nunca. A COVID-19 nos tornou mais conscientes de como essas interrupções podem se espalhar pelas cadeias de suprimentos, com implicações de custo e tempo em sistemas inteiros. As empresas estavam cientes do potencial de uma pandemia, mas ainda assim afetou as empresas de maneiras que não poderíamos prever. Muitas empresas vinham otimizando suas cadeias de suprimentos, pressionando a eficiência de custos, eliminando redundâncias. No entanto, existem riscos de dependência que acompanham isso. Além disso, as organizações estão sob crescente pressão de investidores, clientes e reguladores para mitigar as exposições a riscos ambientais, sociais e de governança (ESG) em suas cadeias de suprimentos. Atualmente, as corporações precisam olhar para o trade-off entre o custo de suas cadeias de suprimentos, bem como o risco e o impacto de sustentabilidade associado a elas. Com o aumento dos riscos, muitas vezes levando a prêmios mais altos, a compra de uma variedade de produtos de seguro provavelmente será a melhor abordagem para lidar com essas exposições amplas. Esses instrumentos incluem seguros tradicionais e produtos paramétricos, que permitem que as empresas recebam fundos que cobrirão danos físicos diretos e perdas por interrupção de negócios, bem como perdas por interrupção de negócios contingentes.

O seguro paramétrico é uma das soluções?

Embora os produtos tradicionais forneçam a ampla cobertura de danos físicos em que as empresas confiam, os produtos paramétricos aumentaram em popularidade nos últimos anos devido ao seu processo de sinistro rápido e transparente. Eles simplificam o processo de reivindicações e pagamentos e fornecem às empresas o financiamento necessário para restabelecer rapidamente as cadeias de suprimentos ou fornecer suporte financeiro enquanto as cadeias de suprimentos são interrompidas. Isso fornece um grau de previsibilidade que os gerentes de risco e seus conselhos buscam. Catástrofes naturais causam mais do que apenas perdas de propriedade – elas podem interromper as operações comerciais do dia a dia por semanas a meses e, às vezes, o seguro tradicional baseado em indenização não fornece a amplitude de proteção financeira exigida por grandes empresas e governos.

Então o paramétrico é uma inovação para as mudanças de riscos….

É por isso que desenvolvemos coberturas de seguro paramétricas com mecanismos simples de acionamento e pagamento para acelerar o processo de pagamento de sinistros. Se o vento soprar a uma certa velocidade pré-definida, você recebe um pagamento. Se cair granizo de um determinado número de polegadas, você recebe um pagamento. Os produtos são transparentes e fáceis de entender e os recursos são desembolsados ​​ao comprador em até 30 dias após o evento segurado. Quando ocorre um desastre, você precisa de liquidez; uma solução paramétrica garante um processo de pagamento rápido. Você obterá o capital e a liquidez necessários para ajudar a manter seus negócios funcionando sem problemas quando ocorrer um desastre natural que atenda aos limites de pagamento da apólice. Os clientes usaram receitas paramétricas ou pretendem usá-las para lidar com uma ampla gama de despesas dispendiosas, incluindo, entre outros, preenchimentos dedutíveis, deterioração de alimentos, salários de horas extras de socorristas, iniciativas de resiliência, financiamento de prêmios aumentados do mercado tradicional e interrupção operacional levando a uma perda de receita. Em 2021, vimos um aumento de dois dígitos na aceitação de nossas soluções inovadoras, como coberturas paramétricas, em comparação com 2020.

Com perdas catastróficas em 2021, o mercado de seguros entrou no que chamam de hard market. Qual é a saída para os gerentes de risco em um momento de seguros mais caros e orçamentos mais apertados?

As empresas e entidades públicas estão sendo solicitadas a assumir mais riscos na forma de franquias aumentadas ou limites disponíveis reduzidos em várias linhas de negócios. Isso está forçando os gerentes de risco a considerar maneiras criativas de gerenciar esse risco aumentado. Dada a recente volatilidade nos custos de seguros, os gerentes de risco procuram uma capacidade mais “estável” na forma de coberturas exclusivas de vários anos. Esperamos que o mercado continue endurecendo, principalmente em seguros de Property & Casualty, e especialmente em mercados avançados. Portanto, analisar e controlar os riscos para poder tomar decisões sobre como tratar esse risco e otimizar o custo total do risco ganha cada dia mais importância. Muitas vezes, os gerentes de risco pensam em suas estratégias de gerenciamento de risco em um espectro, desde a retenção total (eles assumem todo o risco) até a transferência total do risco (eles transferem todo o risco para as seguradoras). Temos conversas detalhadas com os clientes para descobrir onde nesse espectro eles se sentem mais confortáveis ​​e, em seguida, projetamos soluções em torno disso. Observamos muito interesse em cativas virtuais, um contrato de seguro de vários anos que tem a vantagem da abordagem para financiamento de risco, mas usa o nosso balanço patrimonial.

Como está a parceria com a Brokerslink nesses dois anos?

Atingimos 100% o objetivo deste acordo, que era usar a tecnologia para remodelar a indústria, abordando os pontos de atendimento do cliente e como aumentar a eficiência na entrega de programas internacionais, o que, consequentemente, melhora a experiência de serviço para nossos segurados corporativos mútuos. A plataforma oferece um potencial para reduzir a complexidade dos programas multijurisdicionais transfronteiriços. E enquanto a plataforma agiliza as várias entradas e saídas, interações e entregas de programas multinacionais, ainda há a necessidade do toque humano, que a rede Brokerslink oferece através de seu alcance global. A digitalização pode ser uma grande alavanca para o seguro reduzir a lacuna de proteção. Primeiro, abre um espectro totalmente novo para as seguradoras cobrirem coletivamente os riscos – incluindo aqueles que atualmente são ‘não seguráveis’. Em segundo lugar, a tecnologia digital pode ajudar a superar os principais obstáculos para as pessoas e empresas comprarem seguros: acessibilidade, facilidade de acesso, atratividade do produto e custos de transação.

Brokerslink 2022: rede internacional cresce com cenário mundial de riscos

jose manuel Fonseca mds

Jose Manuel Fonseca é um desses executivos que nasceu para liderar times. Sempre disponível para qualquer pessoa que o solicita. Seja para tirar uma foto, para analisar uma aquisição ou para compor um grupo “think tank” dedicado a contribuir com estratégias para o futuro do setor de seguros. E em todos os casos, com o sorriso largo e toda a vontade do mundo para agregar valor. Tal característica o fez CEO da MDS Group e da Brokerslink, empresas que atuam globalmente e tem a missão de buscar soluções para os problemas enfrentados por gestores de riscos. 

“Cada mercado enfrenta um desafio”, diz ele. No Brasil, por exemplo, o que tem tirado o sono dos corretores é achar capital para o resseguro para o agronegócio depois de perdas relevantes em 2021 e no primeiro trimestre de 2022. Venezuela, para sequestros. Estados Unidos para catástrofes naturais e Europa, inundação. Já a falta de capacidade e condições muito mais restritas para o seguro cibernético é geral. “As condições para este seguro pioraram muito. De um lado, as empresas precisam da cobertura diante do cenário de risco. De outro, as re/seguradoras revendo o produto diante das perdas agravadas com a exposição das empresas, que ficaram mais expostas com o homeoffice”, comenta. 

Ele pontua que é preciso pensar no longo prazo. “Tivemos uma crise sanitária que trouxe muitos problemas além do sofrimento humano. As empresas enfrentaram dificuldades com a interrupção de negócios, da cadeia produtiva, de abastecimento, de transporte. Problemas de toda ordem perturbaram o comércio mundial. E além de tudo isso, a explosão dos ataques cibernéticos, com sinistralidade elevada. Agora há uma retração do mercado para pensar em alternativas de estabilizar a carteira. Assim como o conflito da Rússia com Ucrânia traz impactos para os seguros, principalmente para o setor aéreo”, explica.

Trata-se de um momento único, segundo ele, para consultores em riscos como temos na Brokerslink a ajudarem os corretores a exercerem seus papéis dentro da sociedade. A Brokerslink foi fundada em 2004, como uma rede informal de quatro corretoras independentes. A ideia era facilitar a colocação de risco dos clientes da MDS além de Portugal, onde é líder de mercado, Brasil, Angola, Mocambique, Espanha, Malta e Suíca. Hoje, a Brokerslink é uma das maiores organizações globais de corretores e serviços de consultoria de risco, presente em 126 países e integra cerca de 35 mil profissionais.

“Nosso papel e criar soluções para que os corretores tenham sabedoria para lidar com as novas tendências e ajudá-los nas alternativas existentes em nossa rede internacional. O grupo MDS está presente em 7 países. A Brokerslink em 126. Temos no grupo especialistas em praticamente todos os riscos. E como vê aqui neste evento, o clima é de companheirismo. Temos diversidade, somos proativos e evitamos burocracias. Todos querem se ajudar e é isso que cria valor para todos e nos faz crescer mesmo durante uma pandemia”, explica.

O evento confirma a importância da rede global. A cada ano, a Brokerslink Conferência reúne um número maior de participantes oriundos de várias partes do mundo, incluindo corretores de varejo, companhias especializadas e players de resseguros, além de empresas de consultoria de risco e gerentes de risco. Nesta edição, são 360 participantes, de 71 países, com 36 palestrantes, 40 gestores de riscos e 28 patrocinadores, citou em sua palestra pela manhã no Brokerslink Conference, que acontece entre 25 e 27 de maio, em Porto, Portugal.

Fonseca afirma que 2022 será novamente um ano bom para MDS e Brokerslink. “Temos uma conjuntura mundial complexa por tudo que já citei e ainda mais a inflação, que impacta a todos. Traz instabilidade para os países e tem um impacto grande na população. E o papel do setor de seguros é dar um colchão de estabilidade para as economias e assim evitar que uma tragédia não se agrave”, cita.

Como CEO da MDS, ele diz que o grupo está sempre interessado em juntar equipes e empresas que agreguem valor ao grupo. No Brasil, foram duas aquisições em 2021, QHConsult e Tovese, e em 2022 foi a vez da CredRisk. Na Brokerslink, entre 2022 e 2022, 35 novos membros ingressaram na rede. “O que agrega e nos tornar melhores para crescer será analisado”. 

2022 também significa mudanças para MDS e Brokerslink. Em dezembro de 2021, a Sonae vendeu a totalidade do capital que detinha na MDS Group ao grupo de corretagem britânico The Ardonagh Group, por cerca de 100 milhões de euros. Boa parte das autorizações regulatórias já foram obtidas, o que sinaliza a pressupõe a conclusão do contrato para o primeiro semestre deste ano.

De acordo com o comunicado enviado à CVM portuguesa no momento do anúncio da aquisição, “a MDS continuará em plenas funções, dotada de novos recursos e capital, bem como dando continuidade aos planos de crescimento orgânico e inorgânico, os quais se traduzirão em claros benefícios para os seus principais ‘stakeholders”.

O The Ardonagh Group emprega cerca de 8 mil pessoas nos seus mais de 100 escritórios, o que o coloca no ranking dos 20 principais corretores de seguros no mundo, com receitas superiores a US$ 1,5 mil milhão.  Após a conclusão, será acionista único do grupo MDS.

David Ross, CEO do The Ardonagh Group, disse em recente entrevista a revista Full Cover, que “a MDS é uma parte absolutamente essencial em nossa estratégia internacional. O grupo tem 38 anos de experiência, com Jose Manuel Fonseca como líder do grupo há mais de 20 anos. Isso significa muito para nós. Temos quase US$ 14 bilhões em gestão de prêmios de seguros e mais de 5 milhões de clientes. Com a MDS, somos 10 milhões de pessoas”.

Adriano Oka assume como CEO da corretora Oneglobal no Brasil

A Oneglobal Broking nomeou Adriano Oka como Chief Executive Officer (CEO), Ressurance Brazil, com efeito imediato. Em sua nova função, Oka se reportará a Nery Silva, CEO Mercosul, Oneglobal Brasil, que se juntou ao grupo há 3 meses.

Oka traz mais de 20 anos de experiência no mercado, para sua nova função. Antes de ingressar na Oneglobal, atuou como diretor de subscrição de grandes riscos, ou Property&Casualty (P&C), e no segmento de óleo e gás para o IRB Brazil Re.

Antes disso, Oka atuou como CEO da Carpenter Marsh Brasil, após a integração do grupo MMC com o a JLT. Ao longo de sua carreira na JLT Re, Oka ocupou vários cargos de liderança, incluindo a liderança da divisão de Energia da JLT Brasil, e posteriormente foi promovido a Diretor de Estratégia da JLT Brasil Holdings.

A chegada de Oka à operação da Oneglobal na América Latina aprofunda sua oferta de resseguros em toda a região, à medida que o grupo entrega seus ambiciosos planos de crescimento. Dentro de sua nova função, Oka será responsável por todas as operações de resseguro no Brasil e buscará aumentar sua equipe.

“Estou muito honrado e animado com o convite da Oneglobal para liderar a divisão de resseguros. O resseguro é uma parte significativa do mercado latino-americano e estou ansioso para construir as bases formidáveis ​​que Nery e a talentosa equipe construíram e liderar a empresa em seu próximo estágio de crescimento”, segundo nota publicada em mídias especializadas.

Nery Silva, CEO Mercosul, Oneglobal Latin America comentou: “A Oneglobal está comprometida em investir na região da América Latina e expandir dinamicamente nossa equipe e oferta. A mudança de Adriano é emocionante, pois ele traz seu conhecimento de mercado e novas perspectivas para apoiar nossos clientes. Estou ansioso para trabalhar com ele e me beneficiar de suas ideias e liderança à medida que continuamos a evoluir.”

MAG Seguros discute oportunidades de carreira no setor 

Fonte: MAG

 “Apenas 17% dos brasileiros têm seguro de vida. E esse número nos estimamos que sejam em sua maioria de pessoas sem a consultoria especializada de um corretor. Esses 15% caem para 5%, se contarmos aqueles que tem uma consultoria fixa e dedicada no mercado de seguros. Em outros países é muito maior: os Estados Unidos têm 70% da sua população segurada. Olha o espaço que temos para crescer”. Essa frase, dita pela superintendente comercial da MAG Seguros, Karina Castro, ditou o tom da live sobre empreendedorismo, realizada com a empreendedora e diretora executiva da Biramar Baby, Thaluana Ramalho. 

A MAG Seguros, companhia de 187 anos especializada em seguro de vida e previdência, falou sobre as oportunidades de se empreender no mercado segurador, que vem se consolidando como um dos setores mais promissores da economia nacional, com crescimento anual constante quase sempre na faixa de dois dígitos. Comparativamente com o setor, a MAG Seguros vem crescendo significativamente acima do mercado no segmento de vida (risco) – a companhia alcançou um crescimento de 46% em 2021 e manteve uma taxa média anual de crescimento superior a 20% na última década. “O nosso mercado é muito amplo, e está aquecido”, disse Karina. “É um ramo de muita oportunidade e poucos profissionais especializados”, complementou Thaluana. 

O Programa de Formação de Corretores da MAG Seguros realizado pela MAG Seguros em todo o Brasil em parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS) – e o candidato pode começar a trabalhar e vender – e receber – logo após do primeiro mês. Com o curso, os futuros corretores participam de treinamentos e vivências práticas, sempre apoiados integralmente pelo extenso time de especialistas da MAG Seguros, que participa totalmente da formação, treinamento e desenvolvimento do corretor. Assim, os interessados têm acesso a todo o conteúdo de preparação para aprovação da qualificação técnica profissional, exame obrigatório para a carreira de Corretor de Vida e Previdência no Brasil. Não há restrições de idade, e o único pré-requisito para a mudança de carreira é o ensino médio completo. 

Para mais informações, basta acessar o site selecao.mag.com.br, realizar o cadastro e realizar as etapas de seleção online.   

MDS anuncia novo diretor médico para o mercado brasileiro  

MDS - 30/03/2022 - Claudio, executivo. Foto: Leonardo Rodrigues

A MDS Brasil anuncia Claudio José Albuquerque e Silva como novo diretor médico para a área de Gestão de Saúde. Com mais de 17 anos de experiência no setor de benefícios, Silva será responsável por implementar estratégias para ampliar a visibilidade desta área e fortalecê-la com foco na gestão consultiva e na prevenção da saúde coletiva. 

“Me sinto honrado por ter sido escolhido para este desafio. Quero dar continuidade ao propósito da MDS de proporcionar acesso a saúde e qualidade de vida aos colaboradores dos nossos parceiros e, contribuir com o meu know-how para fortalecer o nosso papel de consultores de gestão de saúde e benefícios para o mercado corporativo”, afirma o médico. 

Graduado em medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, especializado em ginecologia e obstetrícia, e pós-graduado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de MBA em Gestão de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ), o executivo possui vasto experiência no segmento de gestão de saúde, com foco em governança e nas áreas clínica e técnica e soma passagens por grandes companhias, como Aon Brasil, Grupo Telefônica/Axismed e Unimed Leste Fluminense. 

“Trabalharemos com o conceito de saúde mais ampla, que vai além somente da saúde física. Nossa missão, também é de zelar pela saúde mental, intelectual, espiritual, financeira, familiar social e profissional dos beneficiários. Por isso, nesta nova fase, somarei esforços a uma equipe de consultores especializados e dotada de ferramentas modernas e tecnológicas. Dessa forma, seguiremos antevendo e satisfazendo as demandas dos clientes de maneira personalizada e humanizada”. 

Para Paulo Loureiro, vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS, a chegada de Silva reforça a expertise médica e eleva o status da MDS como autoridade ao que tange a esfera de gestão de saúde e benefícios. “Tenho convicção que todo o seu conhecimento, aliado à sua atitude e capacidade de liderança, serão fundamentais para sustentação e crescimento da área, não apenas em volume, mas também com iniciativas inovadoras e tecnológicas, que contribuirão para o desenvolvimento de soluções que ofereçam o melhor custo-benefício para os nossos clientes”, comenta Paulo.  

Brokerslink 2022: Brasil é um dos destaques da rede mundial de corretores e parceiros

brokerslink 2022

A alegria de encontrar pessoas presencialmente dá o tom no evento Brokerslink 2022, em Porto, Portugal, que acontece de 25 a 27 de maio. “Nosso último encontro foi em outubro de 2019. Desde então, nos reunimos virtualmente. Mas nada se compara a um abraço em nossos colegas e parceiros”, comenta Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e gerente regional America da Brokerslink.

O papel de Couto é estratégico: identificar oportunidades de colaboração internacional e também pelo desenvolvimento de negócios entre corretoras independentes da organização nas Américas do Norte, Central e do Sul. Além disso, o executivo também tem a função de facilitar a comunicação das operações americanas com a rede global.

O executivo assumiu o cargo no início de 2020 e teve o grande desafio de manter vivo o espírito de toda a equipe e parceiros da região, durante o período de isolamento social imposto pela pandemia. “Realizamos uma série de eventos virtuais, com diversidade de temas para abranger todo o ecossistema da rede da Brokerslink, que reúne não só corretores de seguros, mas também de ressegurados, advogados especializados, empresas de gestão de riscos e especialistas em nichos especializados como sequestros, por exemplo”, conta.

A equipe Américas conta com mais de 20 membros. O time já teve uma degustação do contato presencial, ao participar do RIMS, maior evento mundial de gestores de riscos, realizado nos Estados Unidos em abril deste ano. “Agora temos o privilégio de nos reunirmos com todo o time Brokerslink, presente em 126 países. É incrível”.

Nesta quinta-feira, Couto participou de um painel sobre o quanto ser membro da Brokerslink tem ajudado os parceiros a crescerem seus negócios. “Ter alcance internacional é fundamental para a apresentação de soluções completas aos clientes”, comentou ele, ao destacar a importância estratégica para a Brokerslink da região Américas.

A maior corretora na região é a norte-americana Alliant, com mais de 4 mil colaboradores e mais de US$ 20 bilhões de prêmios sob gestão, gerando mais de US$ 3 bilhões em receitas. Em segundo vem a Navacord, do Canadá e a MDS Brasil aparece em terceiro lugar no ranking de corretores das Américas. “É uma região relevante para a Brokerslink e que segue crescendo, não somente com os membros atuais, como também integrando novas empresas, em novos países, como foi o caso recente da entrada da PRFC Limited, de Trindad & Tobago, onde não tínhamos operação”, cita.

A Conferência Global Brokerslink 2022 conta com 360 participantes de 71 países, com 36 palestrantes, 40 gestores de riscos e 28 patrocinadores. São números recorde em relação às edições anteriores. “Estamos muito entusiasmados com a participação em mais uma edição da conferência, agora de volta ao formato presencial. Ao longo desse intervalo entre as edições – que foi marcado por distanciamento social, importantes impactos geopolíticos e questões logísticas e sanitárias – a edição 2022 da Brokerslink Conference promete estreitar os laços entre seus membros e trazer aos painéis insights sobre novos comportamentos de consumo e novas demandas dos clientes que atendemos”, comenta Ariel Couto.

Zurich aposta em fintechs para potencializar previdência e melhorar a experiência do cliente

Rodrigo Barros Zurich Seguros
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

Ressignificar o modo como as pessoas investem em previdência por meio de parcerias com empresas que se destacam pela forma inovadora com que oferecem aplicações em fundos de investimento: na palma da mão, por meio de plataformas online, com interatividade e inúmeras funcionalidades. Essa é a estratégia da seguradora Zurich para ampliar a oferta de fundos debenchmarks variados para os mais diferentes perfis de investidor, do mais conservador, ao moderado, do agressivo ou arrojado, por meio da parceria com gestoras independentes.

A seguradora, que hoje soma R$ 2,6 bilhões em ativos sob custódia, aposta na aliança com alguns parceiros – entre os quais se destacam SaksGenial e Onze, por oferecerem esse produto de investimento de longo prazo de forma inovadora e aderente às mais novas necessidades do mercado. Desta forma, os participantes podem fazer aportes periódicos ou esporádicos, acompanharem suas carteiras onde estiverem e quando quiserem, e ainda com a possibilidade de contarem com assessoria e orientação financeira especializada. A estratégia de estabelecer aliança com distribuidoras contribuiu para um aumento de 21% do patrimônio da Zurich desde 2019.

Savetech fundada em 2020, a Saks tem o objetivo de ajudar as pessoas a juntar dinheiro, investir e formar patrimônio ao longo do tempo. A startup vê nos planos de previdência privada a melhor alternativa no Brasil para essa finalidade, já que oferecem fundos de qualidade, com diferentes estratégias, que permitem diversificar os investimentos, além da recorrência nos aportes e benefícios fiscais. A plataforma se destaca pela simplicidade e já conta com mais de 11 mil clientes ativos.

“A Zurich foi nossa primeira parceira e por ser uma empresa sólida e multinacional nos ajuda a criar credibilidade no mercado”, revela o CEO e cofundador da Saks, Luiz Bacellar.

Já a Genial Investimentos atua com a Zurich desde 2018 e ganhou representatividade principalmente a partir de janeiro 2021 e se posiciona como uma empresa “easy” no Customer Experience, razão pela qual disponibiliza serviços financeiros de forma simples, eficiente e qualificada. É uma plataforma aberta, que não tem taxa de carregamento, cobra taxas de administração competitivas e oferece gestores de rentabilidade em todas as classes de ativos com jornada 100% digital.

Comenta o Head de Seguros & Previdência na Genial Investimentos, Sérgio Schwartz: “Olhamos para a Zurich e vemos o parceiro ideal desde que iniciamos a operação. O marketshare da Zurich na Genial cresceu 25% somente ano passado. Aliás, todos os nossos fundos de previdência vêm crescendo e é diretriz da empresa triplicar a carteira de previdência”.

A oferta de uma solução personalizada para que as empresas proporcionem previdência como benefício a seus funcionários é a proposta da Onze, primeira prevtech do país. Em apenas um ano de operação, a fintech já conta com 50 companhias clientes que, juntas, somam mais de 20 mil vidas.

O contrato entre a Onze e as empresas clientes é firmado com o RH das companhias, já o produto é apresentado por meio de um app que disponibiliza serviços, como: check-up da saúde financeira dos participantes, orientação dada por assessores profissionais como certificado CFP®, portfólio de mais de 30 fundos, tanto de renda fixa, quanto variável e multimercado, e até a possibilidade decashback para acelerar o patrimônio individual. E para o contratante, a inteligência por trás do app possibilita que sejam transmitidas informações gerenciais de um dashboard, permitindo a avaliação do grau de investimento e o planejamento de ações.

O CEO e cofundador da Onze, Antônio Rocha, fala sobre a importância da Zurich na estratégia de crescimento da fintech, que pretende chegar a R$ 1 bilhão de ativos sob gestão até o final de 2022. “A Zurich é uma instituição centenária, que traz um peso junto aos tomadores de decisão. Além disso, destaco seus processos robustos na operacionalização, tanto no front quanto no backoffice. Essa agilidade, que começa no processo comercial e passa pela operação, proporciona rapidez desde a entrada da empresa, independentemente da quantidade de vidas que ela tiver, até a gestão do dia a dia. A parceria transmite, ainda, a ideia de que, dado seu gigantismo, a Zurich fomenta a inovação”, observa.

De acordo com o Diretor Executivo de Vida, Previdência e Capitalização da Seguradora Zurich, Rodrigo Barros, as parcerias com a Saks, Genial e Onze estão em linha com a estratégia da seguradora em oferecer um portfólio completo de produtos, mas também estão relacionadas a um posicionamento estratégico: o de proporcionar uma experiência digital para os clientes.

“A concretização de alianças com parceiros que transitam totalmente no ambiente digital faz parte de um processo de transformação da Zurich que se intensificou nos últimos 2 anos. A digitalização é um direcionamento mercadológico, tanto para produtos quanto para serviços, já que as jornadas digitais simplificam processos e demonstram que indústrias centenárias, como a nossa, se adaptam às necessidades os clientes, principalmente os das novas gerações. E empresas inovadoras como Saks, Genial e Onze são parcerias essenciais nessa jornada”, finaliza Rodrigo.

FF Seguros organiza a 1ª Hackathon de Inovação

Bruno Camargo FairFax FF Seguros

Fonte: FF Seguros

Nos dias 3 e 5 de junho, a FF Seguros realizará a primeira jornada de “Hackathon de Inovação” da seguradora. Durante dois dias, a maratona “FF Hack” será uma experiência que contará com a participação de times que reúnem programadores, designers e outros especialistas em TI, cujo objetivo é desenvolver uma solução tecnológica que atenda a um fim específico. O evento será on-line e acontecerá por meio de uma plataforma digital própria para a realização de hackathons. As inscrições ainda estão abertas e a expectativa é de que mais de 200 especialistas participem da maratona.

A ideia de realizar a “FF Hack” surgiu durante evento interno sobre inovação, Visão 2025,organizado pela seguradora canadense no final de 2021. Durante o encontro, surgiram mais de 100 propostas e o corpo de jurados selecionou três desafios que serão lançados às equipes participantes da maratona. A escolha das soluções foi inspirada na meta proposta pela companhia de construir a rota de inovação para os próximos três anos, que visa tornar a FF Seguros referência em seguros para as pessoas físicas e jurídicas.

“Estamos vivendo um período de muitas mudanças e o nosso plano estratégico tem o olhar para o que queremos ser em 2025. A meta é atingir receita superior a US$ 1 bilhão em prêmios nos próximos três anos”, afirma Bruno Camargo, presidente da FF Seguros.

Eduardo Pitombeira, head de Canais Digitais da seguradora, afirma que serão premiadas as melhores ideias de cada desafio, além da oportunidade de o grande vencedor entre todas as propostas da maratona ter a oportunidade de desenvolver sua solução tecnológica. Pitombeira assinala que a FF aposta na inovação aberta para atingir o seu objetivo de crescimento.