EZZE Seguros faz parceria com a Genial Investimentos e passa a oferecer Seguro Pix aos clientes da plataforma  

Fonte: EZZE

Em busca da desburocratização do mercado de seguros com o uso de tecnologia ligada à inovação e, assim, atender as principaisnecessidades de seus clientes, a EZZE Seguros firmou parceria com a Genial Investimentos e criou o Genial Seguro Pix. A modalidade garante que os clientes sejam indenizados ao serem coagidos para realizarem compras, transferências ou saques via Pix, DOC, TED ou TEF a partir da conta corrente, sem a possibilidade de recuperação dos valores. Além disso, os beneficiários do seguro possuem cobertura de morte acidental ou invalidez permanente total ou parcial por acidente.  

O sistema de transação financeira via Pix ganhou forte adesão entre os brasileiros. Segundo dados do Banco Central (BC), a partir do seu lançamento, em novembro de 2020, até setembro de 2021, o número de transferências feitas por essa modalidade cresceu 3.000%. Em 2021, o BC implementou uma série de mudanças nas regras doPix para aumentar a segurança do sistema após um aumento expressivo de fraudes, sequestros e outros crimes, trazendo a necessidade de adaptação dos bancos à modalidade, incluindo ações de segurança nas operações. 

Desenvolvido exclusivamente de acordo com as necessidades da Genial Investimentos, o Genial Seguro Pix tem operação totalmente digital e pode ser solicitado diretamente através de suas plataformas digitais. O início da vigência se dá após 24 horas do pagamento da primeira parcela, cobrada no momento da contratação do seguro. Os planos vão de R$ 3,99 até R$ 13,99 por mês. O acompanhamento de todo o processo é feito pelo cliente também de forma digital e online. 

“Somos uma seguradora que investe no digital e temos como objetivo oferecer aos nossos clientes soluções para atender às suas demandas. Adaptamos o seguro de acordo com o perfil dos clientes. Este é um diferencial da EZZE, customizamos os produtos conforme a necessidade de cada parceiro”, afirmou Juliana Fonseca, vice-presidente de Bancassurance da EZZE Seguros.  

Com agilidade no processo de desenvolvimento e implantação dos produtos, o Genial Seguro Pix foi entregue em menos de um mês pela seguradora. “Para se ter uma ideia, desde a primeira reunião sobre a parceria com a Genial Investimentos se passaram menos de 30 dias até a entrega do produto. Além de oferecermos um serviço flexível, totalmente online, garantimos que a solicitação do nosso cliente seja entregue com rapidez e qualidade”, disse o superintendente de Bancassurance da EZZE, Ricardo Ribeiro.  

Conheça os vencedores do Efma-Accenture Innovation in Insurance Awards 2022

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Os vencedores do sétimo prêmio anual de inovação em seguros Efma e Accenture se destacaram em foco no cliente, aplicações criativas de inteligência artificial (IA) e automação, bem como sustentabilidade. O programa global de prêmios, que reconhece as melhores ideias e projetos inovadores em seguros, atraiu 398 inscrições de 251 instituições em 44 países.

Os vencedores foram selecionados em sete categorias por um painel de 37 juízes, incluindo executivos seniores de seguradoras de todo o mundo. Cada entrada foi avaliada usando três critérios: originalidade; capacidade estratégica para gerar vantagem competitiva de longo prazo e retorno sobre o investimento; e adaptabilidade para uso em outros mercados e países.

“Gostaríamos de parabenizar os vencedores e agradecer a todos os participantes por apresentarem muitas inovações fantásticas novamente este ano”, comentou John Berry, CEO da Efma, que foi renomeada como “Qorus”.

Os vencedores do Efma-Accenture Innovation in Insurance Awards 2022 são:

AIA (Tailândia) – recebeu o prêmio “Connected Ecosystems & Marketplaces 2022” por seu aplicativo móvel ALive. Esse ecossistema de ofertas de saúde e bem-estar visa colocar a comunidade em seu centro, apoiando famílias jovens e ajudando-as a levar uma vida mais saudável, mais longa e melhor.

Bolttech (Cingapura) – recebeu o prêmio “Insurtech 2022” pelo Click-to-Protect (CTP), uma ferramenta de diagnóstico para seguro e proteção de dispositivos móveis que é oferecida aos parceiros por meio de uma oferta de marca branca. Ele usa IA e aprendizado de máquina para avaliar a condição de qualquer smartphone novo ou usado, sem a necessidade de um aplicativo.

Discovery (África do Sul) – recebeu o prêmio “Product & Service Innovation 2022” pelo Discovery Hospital at Home, que oferece um ambiente alternativo de atendimento para uma variedade de condições médicas e pós-cirúrgicas que, de outra forma, exigiriam internação hospitalar.

Allianz Partners (Espanha) – recebeu o prémio “Re-imagining the Customer Experience 2022″ para o Visi´Home, um serviço de vídeo-diagnóstico que apoia os clientes remotamente.

PZU (Polônia) – recebeu o prêmio “Social, Sustainable & Responsible 2022″ para AI Skin Cancer Prevention. Os clientes podem acessar a pré-triagem do câncer de pele de maneira rápida e fácil por meio de um aplicativo móvel habilitado para IA.

Zurich Insurance Co. (Espanha) – recebeu o prêmio “Workforce Transformation 2022” pelo One Zurich, um aplicativo móvel completo para funcionários da Zurich que simplifica a experiência do dia-a-dia, seja em casa ou no escritório.

Discovery (África do Sul) – nomeada “Global Innovator 2022” por apresentar várias inovações, tais como:

Hospital Descoberta em Casa. Este programa oferece recursos de telessaúde, ferramentas digitais para membros e médicos e dispositivos de monitoramento remoto para permitir o rastreamento em tempo real do progresso clínico e entrega rápida de cuidados.

Força da descoberta na unidade – Vacinando uma nação. Este programa apoia o programa de vacinação COVID-19 da África do Sul, estabelecendo nove locais de vacinação para complementar a capacidade.

Calculadora de futuros saudáveis. A calculadora analisa a biometria exclusiva de um cliente individual para fornecer uma visão geral básica de sua saúde e fornece recomendações e insights pessoais e baseados na ciência.

Alerta de movimento. Essa ferramenta utiliza tecnologia de telemática para detectar quando um veículo pode ter sido roubado, alertando o proprietário e iniciando os serviços de recuperação do veículo automaticamente.

Patrulha do Buraco. Em parceria com a Dialdirect e a Prefeitura de Joanesburgo, esse programa gerencia e conserta buracos para tornar as estradas mais seguras, usando um aplicativo para denúncia de buracos.


Seguradora EZZE contrata especialistas em seguro de vida para atrair o corretor com atendimento diferenciado

Ezze Seguros

O seguro de vida, antes concentrado em seguradoras ligadas a bancos, tem atraído um número maior de seguradoras independentes e de corretores de seguros. A razão é simples: é um dos produtos que mais tem crescido no mercado de seguros do Brasil. A EZZE Seguros, que há dois anos entrou na disputa deste nicho, vem investindo pesado na estrutura de atendimento para atrair corretores com um processo de venda e pós-venda humanizado e digital. 

Waldecyr Schilling (foto), sócio diretor executivo comercial e head de vida da EZZE Seguros, conta que a trágica vivência com a Covid-19 despertou nas pessoas mais sensibilidade e curiosidade para conhecer mais os seguros que hoje existem para proteger as finanças das empresas e famílias. “A concorrência mais acirrada tira todos da zona de conforto e o resultado é que há produtos mais modernos. Temos flexibilidade para atendimento às necessidades dos mais variados grupos. São mais de 40 coberturas e assistências disponíveis, como cobertura para vítimas de discriminação ou preconceito, telemedicina, assistência PET, dentre outras”, afirma o executivo.  

O resultado de ter produtos mais modernos e maior oferta está explicito no maior faturamento do setor. De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o volume de prêmios dos seguros de pessoas totalizou R$ 50,8 bilhões em 2021, alta de 12,4% comparado a 2020. O destaque foi o seguro de vida individual, com crescimento de 17,4% em 2021 e segue em alta de 24%, segundo dados do mês de março de 2022. Na outra ponta, as seguradoras indenizaram R$ 6,5 bilhões por Covid-19, pagos para quase 170 mil apólices de seguro de vida, mesmo sendo pandemia uma cláusula de exclusão. 

“Os que tinham uma apólice, seja empresarial ou individual, deixaram o benefício para a família, que passou a valorizar o seguro. E os que não tinham, buscam mais informações das coberturas e serviços disponíveis tanto para uso em vida como para indenizar um beneficiário em caso de morte”, comenta Anderson Conceição, diretor técnico de vida da EZZE Seguros.

Com dois anos de atuação, iniciados logo após o anúncio de lockdowns da Covid-19, a seguradora emitiu R$ 40 milhões em prêmios em seguro vida em 2021e pagou mais de R$ 12 milhões em indenizações nas apólices de seguro de vida em grupo. A carteira conta com quase 100 mil segurados até abril deste ano, sendo a maior parte proveniente de contratos de seguro de vida por adesão. 

Atualmente, a EZZE Seguros atua com foco seguros de vida empresarial e por adesão (sindicatos, órgãos públicos e associados). “Temos já aprovados parrudos investimentos em pessoas e em tecnologia para dobrarmos a nossa carteira em 2022, inclusive com uma plataforma digital para a nossa estreia em seguro individual além de melhorias e atualizações no produto Vida PME, com uma modelagem 100% digital”, conta Conceição.

Para chegar aos R$ 80 milhões previsto para este ano, o grupo investe em tecnologia e na ampliação da equipe comercial. Um dos grandes diferenciais destacados pelos executivos é ter profissionais especializados para atender corretores em suas dúvidas e responsáveis pela implementação da carteira, processo trabalhoso e que demanda tempo e conhecimento para garantir a boa gestão da carteira e um atendimento pós-venda de qualidade.

Waldecyr Schilling contratou sete especialistas, escolhidos a dedo em concorrentes especializadas em vida. Debora Ribeiro é responsável pelos negócios nas filiais Santa Catarina e Rio Grande do Sul; Fernando Pedrosa em Minas Gerais, Norte, Nordeste e Centro-Oeste; Karina Paiva responde pelas filiais do interior paulista; Lidiane Paiva no Paraná, Maria Boas coordena as filiais da capital paulista e Andrea Ferreira que responde por Rio de Janeiro e Espírito Santo.  

“Com um time deste, nos diferenciamos da concorrência. Os corretores já percebem nosso movimento e temos certeza de que a qualidade de nosso atendimento nos fará não só bater a meta, como podemos superar a expectativa dos nosso board”, aposta Schilling. “Outra vantagem é que somos uma startup nacional. As decisões aqui, como, por exemplo, valor de capital, são ágeis, e todo o time de profissionais está à disposição dos corretores para quaisquer dúvidas”, reforçam os entrevistados. 

Conceição frisa que o segmento de vida é um dos mais destacados, com grande potencial de crescimento. Apesar de o seguro de vida ter avançado nos últimos anos — já ultrapassou a venda de seguro de carro –, a penetração deste segmento no Produto Interno Bruto (PIB) ainda é ínfima: menos de 0,63% contra algo acima de 5% no mundo. Para este ano, a prioridade do setor está em levar mais proteção às famílias.

“Por isso temos muitas novidades para que os corretores conquistem seus clientes com produtos mais aderentes às suas necessidades. Estamos construindo um relacionamento de longo prazo e o atendimento é a nossa principal arma nesta disputa”, finaliza o diretor técnico de vida da EZZE Seguros. 

Câmara aprova MP que cria marco regulatório da securitização 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) a Medida Provisória 1103/22, que estabelece um marco regulatório das companhias securitizadoras. A MP também cria a Letra de Risco de Seguro (LRS) para ampliar as opções de diluição do risco de operações de seguros, previdência complementar, saúde suplementar ou resseguro. O texto será enviado ao Senado.

A MP foi aprovada na forma de um substitutivo do relator, deputado Lucas Vergílio (Solidariedade-GO), que fez mudanças pontuais e propôs nova regulação para os corretores de seguros. “O marco da securitização é uma demanda de longa data dos setores interessados e viabilizará a consolidação desse mercado de recebíveis, com efeitos diretos e indiretos em diversos setores da economia”, afirmou.

“Como destacado na exposição de motivos dessa MP, eventos recentes que abalaram o País, como o rompimento de barragens e enchentes em diversos estados, demonstram a necessidade da existência de um mercado de seguros estruturado para combater o efeito de catástrofes”, disse Lucas Vergilio, em resposta a deputados que haviam questionado sobre a urgência da medida.

As securitizadoras são empresas não financeiras especializadas em colocar no mercado títulos representativos de direitos de créditos a receber. Esses títulos, chamados de certificados de recebíveis (CR), são comprados por investidores que recebem em troca uma remuneração (juros mais correção monetária, por exemplo). Até a MP, a legislação contemplava a emissão de certificados imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA).

O interessado em obter um financiamento estruturado mais em conta que o do setor bancário (um shopping em ampliação, por exemplo) busca a companhia securitizadora para montar um certificado a ser lançado no mercado. No exemplo, dando como garantia os aluguéis a receber das lojas a construir.

Nessa estruturação, após avaliação de risco, é definido o juro a pagar pelo interessado na emissão ou um deságio para recebimento imediato.

A securitizadora então calcula sua margem de lucro e despesas, lançando o CR no mercado para captar o dinheiro que vai financiar o objetivo do interessado, definindo também a remuneração do investidor.

Com a MP, várias regras são impostas para esse tipo de certificado, mas, ao contrário do CRI e do CRA, não haverá isenção de imposto de renda para o investidor.

Outros títulos
Além dos direitos a receber (direitos creditórios), a MP define regras que serão objeto de norma da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também para outros valores mobiliários representantes de operações de securitização (debêntures ou notas comerciais, por exemplo).

Geralmente vinculados a um pagamento em dinheiro, os certificados de recebíveis poderão ser quitados ainda com a dação em pagamento dos direitos a receber que representam.

Para estruturar os CRs, as securitizadoras poderão complementar a garantia de sua emissão por meio de aval, mas nesse caso será proibido cancelá-lo ou pagá-lo parcialmente.

De qualquer forma, a companhia securitizadora responde pela origem e pela autenticidade dos direitos creditórios vinculados ao CR emitido, cujo valor não poderá ser superior ao valor total dos direitos que servem de lastro mais outros ativos vinculados (garantias adicionais).

Para dar mais segurança a essas operações, o relator incluiu dispositivo determinando a compra de todos os direitos que servirão de lastro antes da integralização dos certificados.

Os Certificados de Recebíveis de mesma emissão serão lastreados pela mesma carteira de direitos creditórios.

Vinculação cambial
Os CRs de cada emissão feita pela securitizadora serão formalizados por meio de um termo de securitização com várias informações, como:

– descrição dos direitos creditórios que compõem o lastro do CR;

– remuneração por taxa de juros fixa, flutuante ou variável, que poderá contar com prêmio, fixo ou variável e capitalização no período;

– cláusula de correção por variação cambial, se houver;

– garantias fidejussórias ou reais de amortização, se houver;

– hipóteses em que a companhia securitizadora poderá ser destituída ou substituída.

Para poder ser emitido, um CR com cláusula de correção pela variação cambial deverá estar vinculado integralmente a direitos creditórios com cláusula de correção na mesma moeda e ser emitido em favor de investidor residente ou domiciliado no exterior.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) poderá autorizar a emissão em favor de residente no Brasil se forem seguidas outras condições que estipular.

Quando a distribuição do CR for feita no exterior, ele poderá ser registrado em entidade de registro e de liquidação financeira do país de distribuição, desde que a entidade seja autorizada em seu país de origem e seja supervisionada por autoridade estrangeira com a qual a CVM tenha firmado acordo de cooperação mútua para intercâmbio de informações sobre as operações realizadas nos mercados supervisionados.

Alternativamente, a entidade pode ser signatária de memorando multilateral de entendimentos da Organização Internacional das Comissões de Valores.

Classes subordinadas
Será possível ainda a divisão dos CRs em diferentes classes ou séries, inclusive com a possibilidade de inclusão posterior de novas classes e séries e, quando for o caso, complementação de lastro.

Dentro dessas classes de mesma emissão, será permitido haver preferência de uma classe sobre outra para fins de amortização e resgate dos CRs, devendo essas informações constarem do termo.

Revolvência
O texto consagra mecanismo autorizado pela CVM para o CRA, conhecido como revolvência. Esta possibilidade atende setores da economia que possuem recebíveis de curto prazo e desejam realizar transações que tenham prazo superior ao ciclo dos recebíveis emitidos.

Assim, recursos obtidos com o pagamento dos direitos creditórios originais poderão ser usados para a substituição ou aquisição de outros direitos, mas o termo de securitização deverá detalhar os procedimentos, os critérios de elegibilidade e o prazo para a compra, sob pena de amortização antecipada obrigatória dos certificados de recebíveis.

A companhia securitizadora poderá ainda celebrar com investidores uma promessa de compra de CRs para receber os recursos antecipadamente para estruturar o título usando os recursos para comprar os direitos creditórios que servirão de lastro para a sua emissão.

Para isso, ela deve fazer uma chamada de capital segundo um cronograma esperado para a compra dos direitos creditórios.

Registro
Quando ofertado publicamente ou negociado em mercados organizados de valores mobiliários, o CR deverá ser obrigatoriamente submetido a depósito em entidade autorizada pelo Banco Central ou pela CVM a exercer essa atividade.

ARTIGO: o desafio da gestão do segmento de seguros de oléo e gás

Por Sérgio Botelho, diretor de Power & Energy da MDS Brasil

O setor de Oil & Gas tem um papel estratégico na geração de insumos para uma enorme cadeia industrial. As extrações onshore e offshore geram suporte no fornecimento de amônia, solventes, asfalto, petrolatos e muitas outras matérias-primas de cadeias diversificadas que englobam desde um copo plástico até a composição de fertilizantes fundamentais para o agronegócio, por exemplo.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustível (IBP), mais de 90% da área de bacias sedimentares nacionais ainda não foram estudadas. E, mesmo assim, estudos da Agência Nacional de Petróleo mostram que a produção de petróleo e gás natural cresceu 52,71% de 2010 a 2020. O país quebrou seu recorde de produção em 2019, superando, pela primeira vez, a marca de 1 bilhão de barris, e o aumento da extração de gás natural atingiu 6,43% a mais do que no ano anterior. 

Vulnerabilidades geopolíticas e socioeconômicas

Não restam dúvidas de que o segmento de Oil & Gas possui um papel essencial na geração de receitas, arrecadação, geração de empregos e desenvolvimento social e tecnológico, entretanto, apesar de sua magnitude, este setor é extremamente afetado por crises e oscilações econômicas e geopolíticas. Não por acaso, a temática contemporânea dos conflitos entre Rússia e Ucrânia esteve em voga durante a Brokerslink Conference 2022, que se deu no Porto, em Portugal, nos dias 25 a 27 de maio. 

Ao longo do evento, que reuniu mais de 300 líderes de todo o mundo da área de Seguros, Resseguros e Gestão de Risco, o jornalista e especialista em Assuntos Externos e Diplomacia internacional, Tim Marshall, apresentou o painel “The power of geography in global politics” e enfatizou o quanto a atual conjuntura política multipolarizada traz incertezas que se refletem em todos os âmbitos sociais e corporativos. Essa reflexão nos leva a ponderar sobre a maneira como os mais de 100 dias de guerra vêm impactando a produção e distribuição mundial de petróleo e gás, e o quanto essa perspectiva se agrava quando somada aos portos fechados e à recessão econômica mundial atualmente vivenciada. Em suma, tais fatores têm mantido aceso o sinal de alerta para novas estratégias e desafios ainda mais complexos.

Vulnerabilidades de risk management

Para além da perspectiva política, é preciso ter também em mente que o mercado de Petróleo e Gás é particularmente sensível por conviver com riscos operacionais e de acidentes que, se mal administrados, podem comprometer a sua própria existência. Nos últimos anos, toda a cadeia global de Oil & Gas passou por grandes transformações, portanto, além de empreender uma retomada econômica, o segmento ainda precisa avaliar o desenvolvimento de novas tecnologias de extração, automatização de processos e estratégias para gestão de riscos, e manter-se atento às crescentes restrições ambientais de suas cadeias primárias e secundárias, com protocolos operacionais que vão desde a análise para mitigar possíveis ameaças até a proteção de dados digitais.

Diante de fatores como esses, torna-se cada vez mais claro o quanto a gestão de risco é fundamental para controlar as perdas e mitigar os riscos financeiros do segmento. Líderes das indústrias de Óleo e Gás precisam lançar mão de seguros e programas de gestão de risco amplos e arrojados e, ao mesmo tempo, consultores de seguros e risk managers devem agregar cada vez mais tecnologias e indicadores capazes de proporcionar uma visão holística das ameaças que lhes cercam. 

Mitsui Sumitomo Seguros recebe, pelo segundo ano consecutivo, o selo GPTW

Pensa numa equipe unida. Um time forte para ser melhor. Que faz um esforço para que a empresa cresça, seja mais, para que todos possam crescer juntos. Este é o clima na Mitsui Sumitomo Seguros, integrante do MS&AD Insurance Group, que acaba de receber, pelo segundo ano consecutivo, a certificação do Great Place to Work (GPTW), empresa de consultoria que reconhece companhias com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo.

O índice de satisfação da equipe chegou a 84,5%, considerando a avaliação dos funcionários convidados a participar da edição 2022. Eles afirmaram que a Mitsui Sumitomo é um excelente lugar para se trabalhar. Um dos pontos mais destacados foi a diversidade, com quase 100% das respostas positivas. Nos quatro itens sobre imparcialidade, a nota foi 98. Ou seja, os funcionários são bem tratados independentemente da cor, etnia, orientação sexual, gênero ou idade.

“Estamos muito felizes de sermos reconhecidos pelo segundo ano consecutivo pelos nossos funcionários como uma empresa modelo para se trabalhar. Mesmo com um cenário desafiador nos negócios, nosso time nos reconheceu como uma empresa que se dedica às pessoas. E isso nos enche de orgulho e de energia para continuarmos nesta jornada junto com nossa equipe”, afirmou o vice-presidente Hélio Kinoshita.

Ser um lugar psicologicamente saudável para trabalhar, “posso ser eu mesmo por aqui” e “quando se entra nesta companhia fazem você se sentir bem-vindo” também foram respostas que encheram de orgulho Julia Christensen, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing da Mitsui Sumitomo. “Estamos em construção e cada um de nós tem dado o seu melhor para a continuidade de sermos a nossa melhor versão e, consequentemente, uma referência em bem-estar de toda a equipe”, comentou.

Como disse a drag queen Mercedes Vulcão, contratada para ser a âncora da campanha interna para explicar a metodologia e motivar a equipe a participar da pesquisa GTWP: “Nem todos os dias são bons. Porém, todos são responsáveis para crescer e aprender com erros e acertos. Participar e trazer soluções, juntos, é fundamental. E, o mais importante: cada um é como é, e todos são aceitos, assim como eu, uma drag queen.”

Icatu assina parceria com a 42 Rio, braço da francesa École 42

Fonte: Icatu

A Icatu acaba de assinar uma parceria com a 42 Rio, a franquia carioca da francesa École 42, que iniciou o processo de formação de sua primeira turma de programadores e desenvolvedores de software no campus do Rio de Janeiro. Com mais de 6 mil inscritos na plataforma da unidade carioca, o processo seletivo teve três etapas e, ao final, 181 cadetes – como são chamados os estudantes – foram aprovados. Em sua maioria, pessoas com renda de até três salários-mínimos (47%) e sem experiência prévia em programação (77%). 

“A Icatu acredita no acesso à educação como forma de transformar a vida das pessoas. E essa iniciativa contribui para a capacitação de jovens e a formação para o mercado de TI, que lida com déficit de profissionais no país. Como uma companhia de seguros que emprega mais de 400 profissionais da área de tecnologia e investe constantemente em inovação, identificamos uma sinergia muito grande nesta parceria com a 42 Rio”, afirma a diretora de Pessoas da Icatu, Camila Asenjo.

“Buscamos nos conectar com empresas que entendem o nosso propósito e acreditam na importância da democratização da educação e da empregabilidade dos mais jovens. A 42 Rio é um instituto de tecnologia sem fins lucrativos que recebe pessoas a partir de 18 anos, a maioria sem experiência em programação e condições financeiras para custear os estudos. Nossa proposta é totalmente gratuita para o estudante e inclusiva”, afirma Ana Cristina Mais, General Manager da 42 Rio. 

Considerado inovador, o método da 42 Rio é o mesmo da École 42, que abriu sua primeira unidade em 2013, em Paris, e já está difundido em todo o mundo – atualmente, são mais de 42 campus em 26 países, sendo o Brasil o primeiro da América Latina. A metodologia é a Peer-to-Peer – sem aulas e sem professores – a aprendizagem acontece de forma prática através projetos desenvolvidos coletivamente pelos estudantes.   A 42 está entre as 10 universidades mais inovadoras do mundo e aparece em 1º lugar no ranking de Valores Éticos de acordo com a WRUI (Universidade do Mundo de Real Impacto).

A formação completa possui 21 níveis, os quais são finalizados entre três e cinco anos, pois são os alunos que determinam o próprio ritmo de estudo. “Nossa proposta de aprendizagem é diferente de uma escola tradicional. É um formato para quem quer aprender a programar, mas também desenvolver habilidades sociocomportamentais. Na 42 costumamos dizer que não formamos apenas programadores, formamos Human Coders“, conta Ana Cristina Mais. No Brasil, além do Rio, a 42 também tem uma unidade em São Paulo. Desde sua primeira turma, já formou 12 mil alunos em diferentes países, com a marca de 100% de empregabilidade. 

A parceria com a Icatu apoiará a continuidade do projeto na cidade e a ampliação de vagas disponíveis para as turmas. Vale destacar a importância da aproximação do instituto e da Icatu com as comunidades do entorno, fato que influenciou a decisão de que parte do processo seletivo da primeira turma tenha ocorrido no Morro da Providência, no centro do Rio. 

Ainda na etapa do processo seletivo, realizada em fevereiro deste ano, a seguradora esteve presente em uma conversa com os alunos da 42 sobre carreira e TI, esclarecendo as dúvidas dos participantes. “É uma oportunidade de estarmos próximos dos futuros profissionais de tecnologia, apresentando a Icatu e nossas oportunidades de carreira e desenvolvimento”, reforça Camila.

Seguradora Zurich celebra adesão das suas oficinas referenciadas à Certificação Selo Verde

Fonte: Zurich Seguros

Há cerca de um ano, a Seguradora Zurich iniciou uma parceria com o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) para revolucionar o mercado de oficinas de reparação, com a utilização da Certificação Selo Verde. A certificação é a única do gênero no país e reconhece as oficinas que aderem às melhores práticas sustentáveis nos serviços de reparos automotivos.

Para ser certificada, as oficinas precisam atender a uma lista de 60 itens estabelecidos pelo IQA, sendo classificadas em três categorias: Ouro (deve atingir pontuação acima de 90%), Prata (entre 75% e 90%) e Bronze (de 51% a 75%).

Atualmente, a Zurich conta com 55 estabelecimentos com a certificação, a maioria, 20, no estado de São Paulo. Em seguida vem Minas Gerais com 10; Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul (07); Distrito Federal (02); Goiás, Rio de Janeiro e Pernambuco (01 em cada). Do total, 18 na categoria Bronze, 28 Prata e 09 Ouro.

Sozinho, o setor de oficinas de reparação tem movimentado anualmente cerca de R$ 70 bilhões entre os mais de 121 mil estabelecimentos distribuídos em todo o país, segundo o Sindirepa Nacional, entidade que reúne os sindicatos do setor no território nacional. Contar com o selo pode ser um diferencial competitivo. 

É o caso da oficina Estufa 4 Rodas, de São Bernardo do Campo (SP), certificada em 2021 na categoria Bronze. “Sempre tive uma preocupação com a qualidade dos serviços prestados, não apenas para os nossos clientes, mas para a sociedade e é impossível pensar nisto sem avaliar o impacto social e ambiental da minha atividade profissional”, conta seu proprietário, Efrem Azzoni, que acredita que o mercado de oficinas de reparação precisa de uma iniciativa como a Certificação Selo Verde. “Quem não se ater às questões ESG, ficará de fora”, complementa. 

“Há cerca de 5 anos, fiz uma reforma que considerou questões como iluminação e uso adequado da água. Quando o processo de auditorias do IQA começou, constatei que muito já estava contemplado. O próximo passo é colocar painéis solares”, revela Efrem.

Outro estabelecimento, também de São Paulo, situado no bairro do Socorro, capital, a receber o Selo também no ano passado, mas na categoria Prata, foi a Oficina 400 Funilaria e Pintura. De acordo com seu sócio-proprietário, Celso Pacheco, a conquista mostra o norte que a empresa tem de seguir para atender às necessidades com o cuidado ao meio ambiente.

“É por estar antenada a elas que me engajei na obtenção do selo. Nosso processo de certificação se deu em apenas um mês e a única não conformidade foi a instalação da caixa separadora, a qual estava em fase de implantação na época”, comemora.

No caso do Centro Automotivo Robcar, de Contagem (MG), certificada em 2021 na categoria Bronze, seu sócio-proprietário, Robson Castro, conta que do primeiro contato à obtenção do selo foram cerca de 100 dias.

Ele comenta sobre a importância de contar com o selo: “Em um mundo globalizado em que vivemos, os clientes estão muito antenados e certamente tendem a buscar empresas que têm as melhores práticas. Estamos fazendo a nossa parte”, observa.

Robson conta houve a necessidade de fazer algumas alterações para receber a certificação, como lixeiras para coleta seletiva, tambores para destinação material contaminado, identificação de locais de descarte, registro de manutenções, além do constante desafio em educar os colaboradores da oficina.

Também de Minas Gerais, mas localizada na capital Belo Horizonte, a recém-certificada na categoria Prata Auto Mecânica Andradas, recebeu o selo em janeiro de 2022, em um processo que durou seis meses. 

O sócio-proprietário da Andradas, Evandro Duarte, também vê valor na conquista e a considera importante, pois a sociedade está cada vez mais preocupada com as questões de conservação e manutenção do meio ambiente. “Os clientes estão optando por empresas que estejam de acordo com as boas práticas de sustentabilidade e o Selo Verde traz visibilidade, aumentando a quantidade de novos negócios para a oficina e, de modo geral, para o setor de reparação automotiva”, comenta.

Ele conta que não houve a necessidade de realizar modificações na estrutura da empresa, porém, teve que implementar alguns processos que já estavam no planejamento da oficina.

Para o Superintendente de Sinistros, Personal Lines da Seguradora Zurich, Fabio Santos Silva, a Certificação Selo Verde impulsionou o compromisso da companhia em ser uma das empresas de maior impacto ambiental no mundo – que é uma meta do Grupo Zurich em nível mundial, razão pela qual tem diversos compromissos assumidos, refletidos em produtos e em iniciativas como a desenvolvida com o IQA.

“O selo envolve esses parceiros relevantes e estratégicos em iniciativas sustentáveis, alinhando nosso ecossistema de negócios ao modelo de governança ambiental, social e corporativa que a Zurich há muito segue e que hoje o mundo todo resume na sigla ESG”, comenta. 

Fabio conta que o projeto de lançamento da Certificação Selo Verde foi desafiador devido ao fato de envolver parceiros de negócios que, em sua maioria, trabalhavam para conquistar o selo justo quando a retomada das atividades acontecia, logo após o auge da pandemia. 

O projeto também foi aprimorado ao longo de seu desenvolvimento, com a implantação de auditorias remotas por parte do IQA e contratação de profissionais para darem suporte ao programa. Se no início do projeto, o tempo estimado para a certificação era de 3 meses, agora, esse prazo passou para 45 dias – a depender, é claro, do nível de aderência das oficinas aos pontos de avaliação.

O executivo da Zurich complementa: “Um aspecto que muito nos orgulha é o marco que o Selo trouxe para todo o mercado, no qual a Zurich marca posição, já que as oficinas referenciadas que conquistam o selo atendem também aos clientes de outras seguradoras”, avalia. “Considerando que aproximadamente 90% das experiências dos clientes do seguro auto acontecem dentro de uma oficina de reparação, a percepção que eles têm e a experiência que vivenciam acabam contribuindo para a elevação do padrão de serviço de todo o mercado de oficinas de reparação do país”.  

Segundo Fabio, desde a implantação do projeto, as questões sustentáveis abordadas na certificação se tornaram condições para o aceite de novas oficinas no rol de estabelecimentos credenciados da Zurich. “Queremos ampliar o impacto desta mudança, que é um diferencial competitivo para nossos parceiros e uma necessidade urgente para o nosso planeta. Vários atores do mercado segurador têm nos procurado, e estamos abertos a compartilhar informações sobre a iniciativa”, finaliza o executivo.

Os processos da Certificação Selo Verde

Fundado em 1995 e especializado no setor automotivo, o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) já contava com um processo de reconhecimento das melhores práticas das oficinas de reparação, acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro. Mas quando iniciou parceria com a Zurich, em 2021, para aplicar a Certificação Selo Verde, aprimorou alguns parâmetros para avaliar as questões ESG desses estabelecimentos, a partir das demandas específicas da seguradora.

De acordo com o Gerente de Serviços Automotivos do IQA, Sérgio Fabiano, a certificação nada mais é do que uma organização de processo que, por isso, possibilita que as oficinas ganhem em eficiência ambiental, operacional e na qualidade dos serviços prestados. 

“O processo analisa diversos aspectos, como os relacionados à utilização de insumos de baixo impacto ambiental, redução e destinação correta de resíduos sólidos e líquidos, economia e reutilização da água e redução no consumo de luz elétrica, assim como o bem-estar dos funcionários. Para se ter uma ideia, estimamos que, apenas com a melhora do uso da água e luz, as oficinas certificadas podem ter redução de cerca de R$ 6 mil por ano com essas despesas”, revela.

Sérgio explica o passo a passo: “Tudo começa com o diagnóstico remoto, ou pré-auditoria, quando um avaliador do IQA conhece a oficina e prepara um relatório, que funciona como um orientador. Em seguida vem a auditoria inicial, que pode ser presencial ou remota. Se a empresa for certificada recebe o selo com validade por dois anos – ocorre uma auditoria de acompanhamento, feita 12 meses depois da certificação inicial”, conclui.

Presidente da CNseg participa de evento em celebração aos 10 anos do PSI

Fonte: CNseg

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, participa em 20 de junho, de forma virtual, do seminário “The PSI after 10 years: Amplifying sustainable insurance in the UN’s Decade of Action“, organizado pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI). Os PSI, ou Princípios para Sustentabilidade em Seguros, na tradução da sigla para o português, foram estabelecidos pela UNEP FI, em parceria com a indústria global de seguros, inclusive a CNseg, que é uma das signatárias fundadoras. Lançada em 2012, durante o 48º Seminário Anual da IIS (International Insurance Society), a iniciativa já conta, atualmente, com mais de 200 organizações signatárias. No Brasil, são 17 as seguradoras associadas à CNseg signatárias do PSI, representando cerca de 83% da arrecadação total de prêmios no País.

O evento, que será transmitido gratuitamente em tempo real, contará com a participação das principais lideranças internacionais do setor segurador, de reguladores e supervisores de seguros, de funcionários da ONU, de organizações da sociedade civil, além de outras partes interessadas. Na ocasião, será debatido como o PSI pode ajudar a ampliar ainda mais a sustentabilidade em seguros e contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa pela metade e para a reversão da perda da biodiversidade, alcançando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU até 2030.

Em sua apresentação, Dyogo Oliveira abordará os avanços da agenda ASG (Ambiental, Social e de Governança) no setor segurador brasileiro nos últimos 10 anos e o papel de destaque da CNseg na definição dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros. O presidente da CNseg também trará informações sobre a parceria da Confederação Nacional das Seguradoras com UNEP FI, com foco na avaliação dos impactos financeirtos dos riscos climáticos gerados nas seguradoras, de acordo com as recomendações da TCFD (Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima).

Alper apresenta soluções para produtores em evento na Bahia

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros marcou presença na Bahia Farm Show, a maior feira do agronegócio do Norte e Nordeste do Brasil. Após ficar suspensa por dois anos, devido à pandemia do Covid-19, a feira movimentou R$ 7,9 bilhões em volume de negócios nos cinco dias de evento. 

 “A Alper é uma das maiores corretoras de seguro agro do Brasil e a Bahia é uma região que possui uma agricultura pujante, diversificada, altamente tecnificada e com grande produtividade. Por isso, estamos presente no estado há quase 10 anos, oferecendo os nossos serviços aos produtores locais”, afirma o CEO da companhia, Marco Couto, que esteve presente na feira. 

Couto ressalta que a Alper vem investindo fortemente em tecnologia para o desenvolvimento de ferramentas que permitam ao agricultor maior mitigação de riscos. “Essas ferramentas, quando empregadas desde o início da cadeia produtiva, otimizam o manejo e contribuem para o aumento de produtividade, permitindo que o produtor possa minimizar os prejuízos e preservar a continuidade do seu trabalho”  

O vice-presidente de Agronegócios da Alper, André Lins, ressaltou ainda a importância de uma consultoria qualificada. “Hoje, mais importante do que vender a apólice de seguro para o produtor rural, é oferecer um serviço de consultoria do início ao fim do processo para mitigação de riscos”, afirma. 

Lins lembra ainda que a falta de conhecimento de alguns profissionais da área de seguro sobre a complexa cadeia produtiva do agronegócio, faz com que as apólices não sejam adequadas ao perfil de cada produtor causando prejuízos no momento de um sinistro.

“Além do gerenciamento de riscos, a Alper se destaca por conhecer a real necessidade do produtor e estar sempre em contato com os clientes e produtores em geral. Nós buscamos sempre o que há de melhor e inovador no mundo, como por exemplo, soluções internacionais para fazer a colocação do seguro. Com isso, nos aproximamos do produtor levando a cultura do Seguro e mudando sua percepção para que os produtores comecem a ver o seguro como uma forma de proteger seus investimentos”, afirma. 

A unidade de Agro, já representa 9% da receita total da corretora e, no primeiro trimestre do ano, apresentou receita de R$ 4,7 milhões, crescimento de 444% ante o mesmo período de 2020.