Só ganhei dinheiro vendendo seguro de vida, diz Nilton Molina em festa de 77 anos do Sincor-BA

 O Clube dos Seguradores da Bahia em parceria com o Sincor-BA, CSP-BA e Sindseg BA/SE/TO promoveu um encontro com uma noite de autógrafos do livro “O Vendedor de Futuros” no dia 6 de julho, às 19 horas, na sede do sindicato. O Presidente do Conselho da Administração da MAG, Nilton Molina, ministrou palestra para os convidados e contou sobre a sua jornada na venda do seguro de vida. O evento aconteceu em comemoração do aniversário de 77 anos do Sincor-BA, que atua na defesa da categoria e com objetivo de fomentar as ações junto ao mercado segurador

Molina iniciou sua fala com um breve histórico sobre a sua jornada de sucesso, vendendo seguro de vida. “Primeiro eu agradeço na verdade pela ação, o carinho de vocês, terei muito prazer aqueles que desejarem dar o autógrafo no livro, que tem uma pequena biografia, mas que tem a ver com a vida de cada um de vocês, porque eu sou vocês. Eu sou um corretor, eu sou um vendedor, nasci menino pobre, fiquei um homem rico, fazendo uma única coisa: vendendo seguro de vida. Nunca vendi nenhum outro tipo de seguro, só seguro de vida. E assim virei corretor, gerente, superintendente, diretor, presidente, etc e trabalho em uma companhia grande, que é a MAG. Eu fiz muitos outros negócios. Perdi dinheiro em todos. Só ganhei dinheiro vendendo seguro de vida. Esse é um recado, é a mais clara verdade, que é a minha vida”, afirmou. 

 Nilton Molina é administrador de empresas, foi membro do Conselho Nacional de Seguros Privados e do Conselho Nacional de Seguridade Social (1985/1990). É um dos fundadores da Bradesco Vida e Previdência e da Icatu Hartford Seguros. Preside o Conselho Administrativo e Deliberativo da MAG. Desde 2014, é membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar – CNPC, representando os patrocinadores. E é membro do Conselho Superior da Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP. 

Assurant e Mobly fecham parceria para a venda de Garantia Estendida para móveis

Fonte: Assurant

A Mobly, empresa referência em varejo do setor de móveis e decoração, que atua no comércio eletrônico e mantém mais de 20 espaços físicos entre megastore, outlets e franquias (conhecidas como Mobly ZIP), se uniu à Assurant, líder global em produtos e serviços empresariais que apoia, protege e conecta as principais compras dos consumidores, para comercializar, pela primeira vez na rede, o Seguro de Garantia Estendida Original para móveis.

A empresa, uma das maiores no mercado moveleiro no Brasil, passa a oferecer aos clientes o conforto e a comodidade da contratação do seguro em todas as lojas físicas, oferecendo mais suporte ao consumidor. “Juntos faremos um excelente trabalho para oferecer os benefícios de garantia estendida para móveis e contribuir para a fidelização dos consumidores da Mobly”, afirma Daniel Brandão, Diretor Comercial da Assurant.

Sobre o Seguro Garantia Estendida

Com plano de 12 meses de cobertura em todo o Brasil, é possível garantir o reparo de defeitos funcionais e mecânicos que venham a ocorrer após o período de garantia do fabricante, sem qualquer custo adicional durante a vigência do seguro. Dentre os itens que podem ter cobertura do Seguro de Garantia Estendida estão variados modelos de camas, colchões, armários (roupeiros, de cozinha etc.), estantes, estofados e até cadeiras.

Em caso de sinistro, basta acessar a Central de Atendimento da Assurant pelo whatsapp, 0800 ou chat online – para agendar a visita técnica de avaliação ou obter o endereço da assistência credenciada mais próxima. Assim, o produto segurado será tecnicamente avaliado, caso haja cobertura para o defeito reclamado, o item será reparado. Na impossibilidade de conserto de defeitos cobertos, o bem segurado será substituído por item novo, igual ou similar até o valor de Limite Máximo de Indenização descrito no bilhete de seguros.

O seguro, válido em todo o Brasil, já pode ser adquirido junto aos produtos comprados nos pontos de venda físicos da Mobly, como as megastores, outlets e franquias. Para mais informações acesse:www.mobly.com.br/

Aprovado novo marco legal para securitização

Fonte: Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (6), o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 15/2022, originário da Medida Provisória (MP) 1.103/2022, que estabelece um marco regulatório das companhias securitizadoras e cria a Letra de Risco de Seguro (LRS), um título de crédito, transferível e de livre negociação. A matéria segue agora para sanção presidencial.

A securitização é um processo que permite a transformação de dívidas em títulos de créditos negociáveis. Até a edição da MP, as regras estavam dispersas em várias leis. 

Os negócios são feitos por meio das securitizadoras, que são empresas não financeiras especializadas em colocar no mercado títulos representativos de direitos de créditos a receber. Esses títulos, chamados de certificados de recebíveis (CR), são comprados por investidores que recebem em troca uma remuneração (juros mais correção monetária, por exemplo). Até a MP, a legislação contemplava a emissão de certificados imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA).

Quando uma grande empresa, por exemplo, pretende ampliar suas instalações físicas, procura uma securitizadora para lançar um certificado no mercado. Após avaliação de risco, a securitizadora então calcula sua margem de lucro e despesas, lançando o CR no mercado para captar o dinheiro que vai financiar o objetivo do interessado, definindo também a remuneração do investidor.

A companhia securitizadora responde pela origem e pela autenticidade dos direitos creditórios vinculados ao CR emitido, cujo valor não poderá ser superior ao valor total dos direitos que servem de lastro mais outros ativos vinculados (garantias adicionais).

Os CRs de cada emissão feita pela securitizadora serão formalizados por meio de um termo de securitização com várias informações, como cláusulas de correção por variação cambial, se houver; remuneração por taxa de juros fixa, flutuante ou variável; hipóteses de troca de companhia securitizadora; garantias fidejussórias ou reais de amortização, se houver; além de outras regras. 

Regulamentação de corretores

A MP 1.103/2022 foi aprovada na Câmara em 15 de junho na forma de um substitutivo do relator, deputado  Lucas Vergílio (Solidariedade-GO), que fez mudanças e aproveitou para propor nova regulação para os corretores de seguros.

No Senado, a matéria foi relatada pelo senador Roberto Rocha (PTB-MA), que rejeitou emenda apresentada em Plenário pelo senador Luis Carlos Heinze (PP-RS).

 “A emenda trata de relevante aspecto relacionado à auditoria independente das demonstrações financeiras a serem elaboradas pela SSPE [Sociedade Seguradora de Propósito Específico]. Avaliamos, porém, que tal matéria deva ser regulada em âmbito infralegal, por isso somos pela sua rejeição”, explica Roberto Rocha em seu relatório.

Roberto Rocha destacou ainda que a Câmara promoveu grandes avanços em relação à proposta inicial, dentre os quais ele destacou a inclusão de dispositivos que aperfeiçoaram e modernizaram a disciplina na corretagem de seguros no Brasil.

Letras de Risco de Seguros

A MP também cria a Letra de Risco de Seguro (LRS), um título de crédito, transferível e de livre negociação, representativo de promessa de pagamento em dinheiro. A intenção é ampliar as opções de diluição do risco de operações de seguros, previdência complementar, saúde suplementar ou resseguro.

A LRS está vinculada a riscos de seguros e resseguros e poderá ser emitida exclusivamente por meio das Sociedades Seguradoras de Propósito Específico (SSPE), que são empresas que atuam no mercado de riscos de seguros, de previdência complementar, de saúde complementar, de resseguro (seguro para seguradoras) ou de retrocessão (desapropriação efetuada pelo Poder Público).

Quando editou a MP, o governo alegou que eventos recentes que abalaram o país, como o rompimento de barragens e enchentes em vários estados demonstraram a necessidade de existência de um mercado de seguros estruturado para combater o efeito das catástrofes. E, no mundo, o instrumento da LRS é usado principalmente para fazer a cobertura de grandes riscos com baixa possibilidade de ocorrência. 

Deste modo, com a criação e regulamentação da LRS por meio de uma SSPE, o governo espera que haja um aumento expressivo de captação de recursos, tanto de investidores nacionais, quanto de estrangeiros, trazendo maior oferta e cobertura de grandes riscos. 

A MP 1.103 foi enviada pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional e publicada em março, quando entrou em vigor com força de lei. 

SulAmérica patrocina 4ª edição do Mo2ve no Rio de Janeiro e incentiva práticas esportivas 

Fonte: SulAmérica

No próximo dia 17 de julho, o Rio de Janeiro receberá a quarta edição do Mo2ve, uma iniciativa patrocinada pela SulAmérica, aberta ao público e que oferece diversas atividades para ajudar a cuidar da saúde. O evento é gratuito e acontece das 8h às 14h, na Praia de Copacabana, posto 2, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). 

Voltado para toda a família, a realização do Mo2ve está alinhada ao propósito da SulAmérica de levar a Saúde Integral para um maior número de pessoas, conscientizando sobre o cuidado com a saúde e bem-estar por meio da prática esportiva. Para isso, o evento vai contar com aulas de alongamento, pilates, zumba, atividades rítmicas, além de espaço para avaliação física e uma tenda exclusiva para as crianças com atividades de coordenação, equilíbrio e artes circenses.  

O Mo2ve contará ainda com um circuito de 3km de caminhada. Para participar e retirar o kit com camiseta e medalha, os interessados devem se inscrever previamente pelo site: https://www.mo2ve.com.br/

Iniciativa pelo Brasil 

As primeiras edições do Mo2ve foram realizadas em São Paulo, no parque estadual Villa-Lobos, em Recife, no Cais da Alfândega, e em Salvador, no parque da cidade Joventino Silva, e reuniram mais de 7 mil pessoas. Após o Rio de Janeiro, para o segundo semestre de 2022, está prevista a última edição deste ano na cidade de Curitiba, no dia 21/08, no Parque das Águas.  

Propósito de Saúde Integral  

A SulAmérica acredita no cuidado com a Saúde Integral das pessoas. E esse é um conceito proprietário da companhia que engloba um olhar 360º para a saúde física, emocional e financeira.  

O conceito de Saúde Integral da SulAmérica começou em 2020 e ganhou, em 2021, uma campanha disruptiva, “A Geração Saúde Integral”, com foco em uma geração composta por diferentes idades, mas que se une na preocupação em cuidar do corpo, da mente e das suas finanças. Esse posicionamento inclui levar a experiência do cuidado integral com a saúde para clientes e beneficiários, com foco no propósito de melhorar a vida das pessoas.  

Serviço:  

Data: 17 de julho, domingo   

Horário: das 8h às 14h, entrada 100% gratuita  

Local: Copacabana, Posto 2 

Site: https://www.mo2ve.com.br/ 

Em parceria com a BB Seguros, MSW Capital inicia novo fundo MultiCorporate de R$ 100 milhões

FonteL BB Seguros

A MSW Capital, primeira gestora especializada em Corporate Venture Capital (CVC) do Brasil, anuncia o novo MSW MultiCorp II. O lançamento é o segundo fundo da empresa, consolidando o modelo Multi-Corporativo criado pela gestora. 

Com patrimônio previsto de R$100 milhões, o fundo possibilita às corporações investidoras o ingresso no mercado de Venture Capital de forma estratégica e estruturada. O MSW MultiCorp II já nasce com empresas investidoras líderes em seus segmentos, como a BB Seguros, a AgeRio e a Moura Baterias, sendo as duas primeiras também investidoras do 1º fundo da MSW, o BR Startups.

“A BB Seguros tem buscado atuar cada vez mais alinhada ao modelo de Inovação Aberta, trabalhando de forma mais colaborativa e diversificada com parceiros externos, e enriquecendo o processo de geração e desenvolvimento de soluções para os nossos muitos desafios. Por meio dos fundos de Corporate Venture Capital, como o MSW Multicorp II, podemos ir muito além de ter startups como parceiras, mas também investir nelas, desenvolver novos negócios, incorporar tecnologias e colaborar para o seu crescimento”, comenta Bruno Alves do Nascimento, diretor de estratégia e tecnologia da BB Seguros.

Além de ter sido uma das grandes parceiras da MSW no seu primeiro fundo, o BR Startups, a BB Seguros atuou muito próxima no desenvolvimento e impulso da CAR10, insuretech selecionada para investimento em 2017 e vendida em 2021 para a Webmotors. Esse acabou sendo um dos grandes cases de sucesso para todos os envolvidos: seguradora, startup e gestora do fundo.  

A gestora está em diálogo para trazer outras grandes corporações que estejam em busca de fortalecer suas estratégias de Inovação Aberta por meio do Corporate Venture Capital. As informações detalhadas sobre o MSW Multicorp II, bem como sobre critérios e inscrições, podem ser encontradas diretamente no site da MSW Capital. 

AXA no Brasil amplia atendimento para clientes finais

Fonte: AXA

Na AXA no Brasil o processo de transformação digital é uma realidade há alguns anos, e os investimentos em novas soluções seguem aquecidos. A seguradora acaba de disponibilizar um novo canal de atendimento aos clientes finais através do seu site, um chatbot para se comunicar com os usuários e garantir suporte com menos burocracia para resolução de problemas.

“Nosso objetivo é proporcionar uma experiência cada vez mais simples e rápida para os consumidores. Estamos sempre atentos às necessidades de nossos parceiros e prontos para oferecer soluções que agreguem valor a todos os envolvidos no negócio”, explica Juliana Capuchinho, Diretora Comercial de Parcerias da AXA no Brasil. A companhia atende pessoas físicas através de parcerias com grandes varejistas e instituições financeiras. 

Tecnologias como essa garantem mais eficiência de entrega para os clientes e parceiros, e refletem os esforços da companhia para acompanhar as tendências de mercado. “A nossa nova interface favorece a usabilidade do atendimento da AXA via website, e segue as melhores práticas para atender às necessidades do usuário”, esclarece Isabel Vidotto, Superintendente de Operações da AXA no Brasil.

No cenário digital, a AXA já é reconhecida pela facilidade nas vistorias remotas e autosserviços por meio do seu Portal do Corretor, que tornam os processos cada vez mais rápidos.  

Darwin Seguros recebe autorização da Susep para operar como seguradora digital na segunda edição do Sandbox

Darwin Seguros

A Darwin Seguros recebeu licença temporária da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar como seguradora digital. É a primeira a receber autorização na segunda edição do Sandbox, um ambiente experimental criado pelo órgão regulador para incentivar o desenvolvimento de inovações a partir do uso de tecnologias e com foco na melhoria da experiência do cliente, por meio do qual as seguradoras selecionadas encontrarão maior flexibilidade regulatória. 

Inicia sua operação em agosto, ainda em ambiente controlado, por meio de lista de espera do site e do modelo member get member, com foco no seguro de automóveis baseado em inteligência artificial e análise de dados, na cidade de São Paulo. O lançamento para o mercado está previsto para outubro de 2022.

Em entrevista ao Sonho Seguro, Firmino Freitas, COCEO e um dos fundadores da Darwin Seguros, afirma que não enxerga outro cenário que não seja já nascer como seguradora e ter liberdade para inovar. “Essa licença é um passo importante para nós e estamos muito animados e confiantes para “entrar em campo”. Afinal, estamos há mais de um ano cuidando de cada detalhe do nosso produto, da nossa tecnologia e da experiência “Darwin”, que vai surpreender, e muito, os nossos usuários”.

“O programa do Sandbox foi fundamental para estruturarmos e iniciarmos a nossa operação. Inclusive, pretendemos iniciar o processo de obtenção da Licença Definitiva ao longo do ano de 2023. Em paralelo, seguiremos participando ativamente de todas as discussões de inovação que estão acontecendo no setor, que passa por um momento de profunda transformação”, comenta Daniele Dabus, responsável pela área jurídica da Darwin Seguros.

Leia abaixo a entrevista concedida ao blog Sonho Seguro

Atuarão como seguradoras ou prestadoras de serviços para as companhias?

Nós nascemos para alavancar ainda mais a evolução no mercado de seguros e, para isso, sempre tivemos o objetivo de nascer já como seguradora pois acreditamos ser fundamental dominar o modelo de precificação e subscrição, o produto e a jornada completa do usuário, com foco principal no processo de atendimento e sinistro, para realmente entregar um produto disruptivo ao mercado de seguros. Essa licença é um passo importante para nós e estamos muito animados e confiantes para iniciar a nossa operação. Afinal, estamos há mais de um ano cuidando de cada detalhe do nosso produto, da nossa tecnologia e da experiência “Darwin”, que vai surpreender os nossos usuários.

A autorização é só para auto ou já contempla residencial e celular?

Apenas auto, mas temos no curto prazo o plano de incluir novos produtos em nossa carteira, incluindo outros produtos financeiros como, por exemplo, crédito pessoal.

Outras empresas que trabalham com telemetria anda não obtiveram o resultado esperado. Como pretende convencer a população a aceitar o uso da telemetria para ter um preço personalizado?

Na realidade, há casos de fracasso, mas há casos de sucesso também. Na nossa visão, há uma ampla gama de variáveis que entram na equação do sucesso no modelo de negócios de telemetria como, por exemplo, crescimento, canal de distribuição (qualidade dos leads originados), expertise time, entre outras variáveis. Um exemplo de sucesso é a Metromile que conseguiu reduzir a sinistralidade utilizando o modelo de negócios baseado em telemetria. Com o nosso time, nossas parcerias de distribuição (que vamos anunciar muito em breve), parceiros do setor como, por exemplo, as resseguradoras e nossa estrutura de operação e tecnologia, estamos confiantes que conseguiremos construir um modelo de negócios sustentável e saudável no longo prazo.

Vocês contam com investidores pesos pesados do mercado como Marcos Couto e Enrico Ventura. Entraram novos investidores?

Sim, contamos! No caso do Enrico Ventura, contamos com ele em todos os nossos comitês operacionais. De fato, foi transformacional tê-los conosco desde a fundação – refletindo em parcerias operacionais e comerciais mais bem estruturadas, negociações embasadas e mais conscientes com resseguradoras, atração de talentos, entre outros fatores.

Com a autorização, o que muda na rotina da insurtech?

Na realidade, por termos decidido nascer como seguradora, a licença nos permite iniciar nossa operação e colocar em prática tudo o que construímos até então.

Quando teremos produtos da Darwin?

A previsão de lançamento, ainda em ambiente controlado através da lista de espera do site e o modelo member get member, em que um usuário indica outro, é para o mês de agosto deste ano e a Darwin Seguros espera avançar para o mercado a partir de outubro. Nosso objetivo não é, e nunca será, crescer a qualquer custo. Afinal, nossa tecnologia nos permite identificar os bons motoristas e, para estes, oferecer preços mais adequados ao respectivo risco e exposição. Essa é a nossa principal missão. Além disso, temos bastante consciência da responsabilidade que é cuidar de um bem tão importante do brasileiro como o seu carro e, por isso, não abriremos mão da oferta de uma experiência diferenciada.

Quais as perspectivas de curto prazo (em 2022) e médio prazo (a partir de 2023)?

Para o curto prazo, nosso foco é deixar o nosso produto de seguro auto completo coerente com o que nos propomos a fazer desde sempre – através da nossa inteligência de dados: trazer uma experiência incrível para os nossos usuários e trazer preços adequados ao risco dos motoristas, focando nos bons motoristas. Para o médio prazo, traremos grandes novidades. Além da expansão geográfica (nosso início será a cidade de SP), traremos novos produtos de seguro para o nosso portfólio como, por exemplo, o seguro residencial e celular. Além disso, traremos outros produtos financeiros que tenham sinergias com o nosso ecossistema como o crédito pessoal. Por fim, pretendemos dar início à licença definitiva até o final do ano que vem.

Setor segurador acompanha PEC dos Combustíveis para avaliar pressão sobre a inflação e efeitos no setor

Pedro Simoes CNseg

 O economista da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), acompanha o desenrolar no Congresso da PEC dos Combustíveis, tanto por seus impactos econômicos quanto políticos. Após aprovação no Senado na semana passada, o texto segue para análise na Câmara. A nova versão da Proposta prevê o reconhecimento do estado de emergência em 2022 no País e um pacote de R$ 41,25 bilhões em auxílios, fora do Teto de Gastos. Entre as principais medidas estão a expansão do Auxílio Brasil para R$ 600,00 e do Vale-Gás de cozinha; a criação de auxílios específicos para caminhoneiros e taxistas; o financiamento de gratuidade de transporte coletivo para idosos; a compensação aos estados que concederem créditos tributários para o etanol e biodiesel e um reforça no programa Alimenta Brasil. 

“Essas mesmas mediadas colocam pressão sobre a inflação em 2023 mesmo mais adiante. A percepção da deterioração fiscal, que começou com os “furos” no Teto de Gastos no ano passado, intensificam-se. A depender da dimensão dessa deterioração, a depreciação do câmbio e aumento dos prêmios de risco poderiam até mesmo anular parte dos efeitos das medidas, ainda em 2022, tanto pela via da piora do cenário macroeconômico geral quanto na pressão sobre os próprios preços dos combustíveis, já que os preços internos são formados pelo preço internacional do petróleo e pela taxa de câmbio”, comenta Pedro Simões em seu boletim semanal. 

Ele recorda que na última sexta-feira, por exemplo, o dólar fechou a R$/US$ 5,31, desvalorização de 1,54% na semana. O mercado de trabalho, a despeito da remuneração real média ainda estar em queda em termos interanuais (tanto por efeito da inflação alta quanto pela composição da recuperação das vagas de emprego, com salários tipicamente mais baixos até mesmo nas ocupações formais), tem se mostrado mais favorável, o que pode dar alguma sustentação à atividade, mesmo no cenário mais adverso de desaceleração do segundo semestre, que deve ocorrer com os efeitos defasados da política monetária. 

“O Copom, aliás, reforçou em sua comunicação a ideia de que, depois de aumentar a Selic em mais 0,5 ponto percentual em agosto, deve “parar” para analisar o cenário e os efeitos do ajuste já realizado e das mudanças na conjuntura na inflação. Depois de alguns meses sem surpresas negativas, o IPCA-15 de junho veio acima do esperado. Por isso, atenções também estarão voltadas para a divulgação do IPCA de junho nesta sexta-feira (08/07)”, cita o economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas desta semana no portal da CNseg.

Fitch: setor de seguros cresce e ROEs aumentam no primeiro trimestre

Os prêmios da indústria continuaram a crescer no 1T22, com alta de 15%, após crescimento de 12% em 2021. Todos os segmentos registraram aumento, com os ramos de ramos elementares apresentando o maior crescimento de aproximadamente 22% em relação ao 1T21. O crescimento contínuo dos prêmios reflete, em parte, sinais de atividade econômica, reajustes de preços devido à inflação e maior conscientização do público para o seguro de vida devido à pandemia, traz a Fitch em seu mais recente relatório sobre o seguro de seguros.

O PIB brasileiro cresceu 1,0% no 1T22, na comparação com os três meses anteriores, registrando aumento pelo segundo trimestre consecutivo. Isso se deve principalmente ao crescimento do setor de serviços. A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aumentou 1,62% em março de 2022 e atingiu 11,3% em 12 meses, mais de três vezes a meta do governo para o ano. Os principais indicadores de crédito do setor permaneceram adequados em março de 2022.

Os ROAEs aumentaram ligeiramente em relação a 2021, mas o índice permanece abaixo do período pré-pandemia. A capitalização e a liquidez do setor apresentaram uma ligeira deterioração, mas permaneceram adequadas. No entanto, apesar da folga de capital adequada, a qualidade dos investimentos continua a exercer pressão negativa sobre as seguradoras do país, dada a concentração dos investimentos em títulos soberanos.

Zurich anuncia Fabio Leme e José Bailone em seu comitê executivo

29/05/18 - HDI - Fabio Leme

A Seguradora Zurich anuncia duas mudanças em seu comitê executivo. No dia 11 de julho, o executivo Fábio Leme passará a ocupar o cargo de Diretor Executivo de Personal Lines e Marketing & Comunicação.

Fábio Leme tem 25 anos de experiência em diversos segmentos, boa parte deles em seguros. É formado em estatística pela Universidade Estadual de Campinas, tem uma pós-graduação em administração e marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, e possui um MBA em gestão de negócios pela Fundação Dom Cabral. É conselheiro de diversas companhias, como Hannover Re, Turn2C e Extramed e, antes de ingressar na Zurich, teve passagens pela HDI Seguros, Santander e Itaú Unibanco. 

Já José Bailone, até então Diretor Executivo de Underwriting P&C (subscrição em seguros de ramos elementares, em tradução livre), assume também a Diretoria Executiva de Seguros Corporativos, antes ocupada por Roberto Hernández, que volta à Espanha, sua terra natal após oito anos no Brasil para assumir novos desafios na filial da Zurich daquele país.

Bailone, que trabalha no Grupo Zurich há mais dez anos e tem mais de 30 de experiência em grandes companhias, é formado em engenharia mecânica pela Universidade Paulista e possui um MBA em administração e negócios pela IESE Business Scholl. Antes de ingressar na seguradora suíça, teve passagens pela Mapfre (onde atuou por 20 anos) e Berkley International Brasil.