Icatu nomeia Cinthia Kato como diretora de marketing e canais 

Fonte: Icatu

Não faz muito tempo que o mercado de seguros no Brasil era considerado conservador e burocrático. Mas, tanto a inovação quanto a tecnologia estão provocando uma verdadeira transformação digital em seguradoras como a Icatu. É neste cenário de disrupção que a companhia anunciou sua nova diretora de Marketing e Canais, Cinthia Kato, que tem o desafio de fortalecer a presença da marca da companhia no mercado.

“Nesse momento, com o crescimento do mercado de seguros no pós-pandemia, o avanço do Open Insurance e a referência da Icatu em Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, temos o desafio de fortalecer nossos diferenciais. Meu grande objetivo é que, cada vez mais, os clientes peçam nossos produtos nos bancos, corretores e demais canais de distribuição. Tenho um orgulho gigante de começar a fazer parte do time Icatu, uma empresa brasileira, eleita pelo sétimo ano consecutivo uma das melhores empresas para se trabalhar e com pessoas brilhantes que atuam todos os dias para entregar o nosso propósito de levar tranquilidade financeira para melhorar a vida dos brasileiros”, afirma Cinthia, que conta com mais de 17 anos de atuação no mercado financeiro.

Cinthia é formada em Publicidade e Mercado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Publicidade e Mercado pela Universidade de São Paulo. Iniciou sua carreira no Itaú, onde atuou por dez anos. Em 2015, assumiu como gerente de Marketing do Cartão Elo e, um ano e meio depois, na Dotz, onde permaneceu até fevereiro de 2018, quando iniciou na XP Investimentos, hoje XP INC, sua última experiência como sócia e head de Marketing da XP.

A Icatu possui um ecossistema de parcerias, pilar estrutural de seu modelo de negócio com outras empresas, que engloba bancos, fintechs, insurtechs, cooperativas e varejistas. “Busco trazer minha experiência no mercado financeiro, principalmente neste segmento com o qual a Icatu dialoga e quer, cada vez mais, ampliar sua presença, além de dar mais visibilidade ao negócio, em um momento em que a população está mais consciente sobre a importância de produtos que contribuem para o planejamento financeiro”, diz Cinthia.

Só neste primeiro semestre, a companhia investiu em dois grandes movimentos que envolvem sua estratégia de marketing. “Fomos a única seguradora a patrocinar o Rio2C, reforçando nosso diálogo com temas da Nova Economia. Recentemente, lançamos uma campanha nacional, com a insurtech chilena Betterfly, para anunciar o nosso seguro de vida dinâmico, cujo capital segurado aumenta conforme o usuário realiza práticas de bem-estar. Um produto inédito e desenvolvido exclusivamente para integrar a plataforma da Betterfly, que é disponibilizada por empresas para seus funcionários. Queremos mostrar como a Icatu é um player importante e inovador do segmento, com produtos para diferentes públicos e necessidades. E a tecnologia e inovação são nossos aliados nesse processo”, explica a executiva.

Posicionamento de Marca

Em 2021, a Icatu adotou a assinatura “Vida. Pra Toda Vida.”, acompanhado por um rebranding de marca, passando a ter como posicionamento a tranquilidade financeira associada a qualidade de vida, que marcaram a celebração dos 30 anos de mercado da companhia. Desde 2017 até o momento, a Icatu registrou investimentos em tecnologia, transformação digital, inovação e experiência digital que somam mais de R$1 bilhão. “Essas iniciativas reforçam ainda mais a presença da Icatu e a sua oferta de produtos e serviços com base tecnológica, em prol do seu propósito de democratizar o acesso aos serviços de proteção e planejamento financeiro. Quero fortalecer e manter o protagonismo que foi construído nesses 30 anos”, conclui Cinthia.

Aportes em previdência privada superam os R$ 60 bilhões até maio

Com base no relatório de maio de 2022, elaborado com foco nos produtos de acumulação, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi identificou que a média das contribuições mensais e, ou, prêmios, vem crescendo nos planos de previdência privada do País quando comparada à média encontrada nos anos anteriores à pandemia de Covid-19. 

O setor, que já chegou a R$ 1,1 trilhão em ativos, observa R$61 bilhões em aportes nos cinco primeiros meses de 2021, valor 16% superior ao registrado no ano anterior, enquanto apenas em maio foi obtido resultado de mais de R$ 13,2 bilhões, 15% maior do que 2021.  

Apesar do avanço, a Federação considera que os números podem melhorar muito já que uma pesquisa encomendada pela entidade ao Instituto DataFolha, em dezembro de 2021, revelou que somente cerca de 8% da população brasileira possui este tipo de plano visando o planejamento para o futuro, seja ele próximo (curto e médio prazos) ou para a aposentadoria. 

Outro fator que também chama a atenção na leitura do relatório do setor de previdência privada é o aumento dos resgates. Embora a média esteja menor do que a identificada no auge da pandemia, eles somam R$ 50,3 bilhões no acumulado de 2022, e foram de R$ 10,2 bi em maio, superiores, respectivamente 19,5% e 23% aos mesmos períodos de 2021. 

No intervalo de janeiro a maio os resgates totais em previdência privada aumentaram 13% em relação a 2021, enquanto os parciais cresceram 55%.  

Já a captação líquida se manteve positiva no ano, somando R$11 bilhões. Valor positivo, mesmo diante do volume de resgates verificado. 

Tokio Marine celebra 63 anos no Brasil com crescimento acima do mercado

Fonte: Tokio

Neste mês de julho, a Tokio Marine completa 63 anos de atuação no Brasil com muitos motivos para comemorar. A Companhia registrou, no primeiro quadrimestre de 2022, crescimento de 39,7%, alcançando um volume de Prêmios Emitidos de R$ 3,2 bi.  No mesmo período, o mercado de seguros registrou alta de 12,3%, o que demostra que a empresa cresceu quase duas vezes e meia a mais em relação ao mercado no qual atua (sem Saúde, Previdência e Capitalização), segundo os últimos dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Quando analisados os últimos 12 meses de produção, a Tokio Marine cresceu 24,8% e registrou R$ 8,7 bilhões em volume de negócios para o período, enquanto o mercado alcançou crescimento de 15,6%. Entre janeiro e abril deste ano, as carteiras de seguros de Automóvel (+ 57%), Patrimonial (+ 47,3%), Transportes Consolidado (+ 28,3%), Agro Consolidado (+ 18,9%) e Pessoas (+ 12,1%) foram destaques no desempenho. Hoje, a Tokio Marine está classificada como a quinta seguradora no ranking de prêmios emitidos da Susep.

Para o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura, a Companhia segue sua estratégia de crescimento orgânico, com o compromisso de ofertar Produtos e Serviços de excelência. “Temos muito orgulho da jornada que iniciamos há mais de seis décadas no Brasil e das metas que traçamos tanto do ponto de vista de negócios quanto para o clima organizacional. Os resultados financeiros são frutos da motivação de nossos Colaboradores e dos investimentos que realizamos para atender as demandas dos nossos Corretores, Assessorias e Clientes”, analisa Itakura.

Produtos, Serviços e Institucional

Entre as principais ações de produtos e investimentos em aprimoramento e inovação da Tokio Marine este ano, estão: os lançamentos do Seguro Auto Econômico, nas categorias Auto, Moto e Utilitário; e do Auto Você Escolhe e Moto Você Escolhe, na categoria de produtos digitais; e do RC Ambiental Instalações Fixas.

Na carteira de Vida, a novidade ficou por conta da declaração pessoal de saúde eletrônica para o Vida Individual com envio pelo WhatsApp, além do aniversário de cinco anos do produto com oferta de benefícios exclusivos na plataforma Rede de Descontos.

A Companhia também investiu na simplificação do processo de cotação dos seguros Residencial e Condomínio e no aumento do LMI de R$ 150 milhões para R$ 200 milhões no seguro de Condomínio. Já os produtos Riscos Cibernéticos, E&O e Transportes RCF-DC e RCTR-C ganharam cotador on-line.

E na esteira de incentivo à cultura, esporte e bem-estar, recentemente a Tokio Marine adquiriu osnaming rights de uma das mais tradicionais casas de espetáculos do Brasil, a Tom Brasil, que passou a se chamar Tokio Marine Hall, e anunciou o patrocínio ao piloto Felipe Massa na modalidade Stock Car.

Cooperação entre Brasil e Alemanha para o desenvolvimento de Finanças Sustentáveis tem apoio da CNseg

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Fonte: CNseg

Contribuir para fomentar iniciativas e apoiar o Brasil no alcance dos objetivos nacionais e internacionais relacionados ao desenvolvimento sustentável faz parte das premissas da cooperação entre os governos do Brasil e da Alemanha. Com isso em mente, os dois governos firmaram a inciativa do Projeto FiBraS (Finanças Brasileiras Sustentáveis) que visa fortalecer as condições para o desenvolvimento do mercado de financiamento verde no Brasil.

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) teve oportunidade de participar do projeto FiBraS a partir das discussões nas reuniões do Laboratório de Inovação Financeira da CVM, fórum de interação multissetorial que reúne representantes do governo e da sociedade para debater alternativas para a promoção da inovação e das finanças sustentáveis no país. 

A diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, ressaltou a importância da representação institucional da Confederação no LAB para assegurar que as contribuições do setor de seguros sejam consideradas quando se trata de finanças sustentáveis, ainda mais em um cenário que as finanças sustentáveis deram um importante salto nos últimos dois anos no Brasil.  “Até 2020, não havia exigências regulatórias no sistema financeiro brasileiro sobre o tema, o que existiam eram recomendações socioambientais responsáveis e iniciativas voluntárias das empresas. A partir da publicação do conjunto de normas do Banco Central e CMN no ano passado, os alicerces para que demais reguladores do sistema financeiro, inclusive a Susep, pudessem construir regulação foram estabelecidos”.

Para Solange, “a harmonização das exigências regulatórias reduz as assimetrias de informações sobre riscos de sustentabilidade, fortalece a transparência, aumenta a comparabilidade, fornece insumos para uma supervisão e limita o greenwashing”.

Artigo: Humanização no atendimento: o importante papel dos agentes de relacionamento 

MAG Seguros
Leonardo Secundo

Por Leonardo Secundo, diretor de Marketing Digital e Growth da MAG Seguros 

Na MAG Seguros costumamos dizer que somos uma empresa de pessoas para pessoas. Isso está concretizado no nosso negócio, propósito e muito presente na cultura corporativa da companhia.  

Está no nosso mindset promover uma boa experiência aos nossos steakholders, sejam eles colaboradores, parceiros de negócio, corretores, clientes, beneficiários e fornecedores. 

Um dos grandes passos para que isso se torne possível está na preocupação com a humanização. Atuamos em um mercado sensível, no qual a grande entrega do nosso produto acontece nos momentos mais difíceis para os clientes ou, em muitas situações, para quem o segurado determinou como beneficiário.  

Neste sentido, nos orgulhamos de ter, na estrutura da companhia, nossa Central de Relacionamento MAG, com agentes altamente treinados e capacitados para não apenas atender e resolver as demandas, mas entender o cliente. Para isso, saem de campo scripts duros e engessados, tradicionais em “callcenter”, para dar espaço a conversas mais fluidas e empáticas. 

Não é à toa que é comum encontrarmos casos dentro da MAG Seguros de clientes tornando-se amigos dos nossos agentes de relacionamento ou querendo visitar a empresa para conhecer pessoalmente quem o atendeu. Isso nos enche de orgulho e mostra que estamos no caminho certo. 

O dia 4 de julho, para a MAG Seguros, vai além do que o dia do Operador de Telemarketing. É mais um momento que temos para reconhecer estes profissionais que atuam na companhia em uma posição estratégica junto aos nossos corretores, segurados e beneficiários, uma vez que melhorar a experiência do cliente é um dos pilares da carta diretriz da MAG. 

É importante ressaltar, no entanto, que dentro de casa este reconhecimento não está limitado a apenas uma data. Investimos continuamente em treinamentos e reciclagem destes profissionais, além da realização de ritos periódicos ao longo do ano que valorizam e reforçam o relevante papel dos agentes de relacionamento. 

Por isso, queremos agradecer e parabenizar a todos os profissionais que atuam na linha de frente atendendo os nossos clientes – seja por telefone, Whatsapp, chat e e-mail – pela dedicação e comprometimento em solucionar as demandas de forma célere, com leveza e humanização e por contribuir diretamente por uma melhor experiência dos nossos clientes. 

AXA no Brasil anuncia nova superintende de vida e parcerias

Fonte: AXA

Com o objetivo de reforçar a presença no ramo de Seguros de Vida e de Afinidades, a AXA no Brasil anuncia Patrícia Soeiro como nova Superintendente de Vida e Parcerias.

Patrícia chega à companhia com o desafio de aumentar a competitividade do produto Vida Empresarial e oferecer soluções que atendam às necessidades do mercado, além de proporcionar mais comodidade ao usuário final. Isso tudo combinado a oportunidade de alavancar ainda mais os produtos de Afinidades, como o Garantia Estendida e o Roubo/ Furto de Portáteis.

Graduada em engenharia pela Escola de Engenharia Mauá e com pós-graduação em administração pelo Insper, a executiva tem mais de 15 anos de atuação na área técnica de seguros, com gestão de pessoas, produtos e processos. Além disso, Patrícia é a atual vice-presidente da Comissão de Seguros de Afinidades da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização).

Em sua trajetória profissional, ela já ocupou cargos de lideranças em companhias como MAPFRE, Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE, QBE Brasil Seguros e Itaú Unibanco.

Artigo: A efetividade no atendimento aos consumidores de seguros

CNseg Solange Beatriz

Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

A boa relação com os clientes é o grande objetivo das empresas que prestam serviço no mercado de consumo. É ela a responsável pela fidelização dos consumidores, essencial para que as companhias se mantenham vivas, especialmente em um ambiente de intensa competição.

Um dos elementos dessa relação é o atendimento prestado às demandas dos consumidores, que pode ser realizado por diversas formas de acesso e em diferentes níveis de complexidade e hierarquia, sendo as Ouvidorias as responsáveis pelo atendimento final e de maior qualificação prestado pelas companhias.

Reconhecidas pela Susep em 2006 e tornadas obrigatórias para as empresas de Seguros, Previdência Privada Aberta e Capitalização em 2013, as Ouvidorias têm se mostrado, há anos, essenciais no adequado atendimento aos consumidores do Setor. Para que se dimensione seu impacto, mais de 150 mil demandas foram tratadas por elas em 2021.

O número é superior, por exemplo, ao de atendimentos do Setor nos Procons, em que houve 25.618 ocorrências no período, conforme o Boletim Consumidor em Números 2021. Cabe destacar que Seguros são apenas o 15º segmento em número de demandas nos Procons, com 1,4% do total.

Além do grande volume de atendimentos, levantamento da CNseg demonstra que apenas 0,3% das demandas tratadas pelas ouvidorias chegam à fase de aplicação de multas pelo Procon, gerando um índice de efetividade de 99,7% em relação a essas autuações. Cabe destacar que o indicador contempla multas aplicadas, e não todas as ocorrências no Procon. Além disso, não há obrigatoriedade de as demandas tramitarem na Ouvidoria antes de serem apresentadas pelos consumidores ao Procon ou a outras instâncias. Por esses dois motivos, não há correspondência exata entre o índice de efetividade e os números totais de demandas tratadas no Procon e nas Ouvidorias.

A efetividade das ouvidorias em um volume tão elevado de demandas demonstra uma capacidade e um compromisso valiosos do Setor: o de resolver os problemas dentro de casa. Essa capacidade é essencial para manter a boa relação com o consumidor, demonstrando sua deferência a ele e cumprindo a vocação das companhias no mercado de consumo.

Seguros fatura R$ 12,4 bi em abril, alta de 18,8%

irb inteligencia mercado

Fonte: IRB

A 20ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, mostra que, em abril, o setor de seguros faturou R$ 12,4 bilhões, um avanço de 18,8% na comparação com igual período de 2021. Cinco dos seis segmentos apurados tiveram crescimento de dois dígitos. Com 34,8% de alta, Automóvel obteve o melhor desempenho, seguido por Crédito e Garantia, 23,2%; Corporativo de Danos e Responsabilidades, 21,7%; Individual Contra Danos, 14,8%; e Vida, 11,3%. Rural foi a única linha que reduziu a emissão de prêmios no quarto mês do ano: -1,8%, a segunda queda consecutiva de 2022.  

O boletim mostra ainda que, no primeiro quadrimestre de 2022 (4M22), o setor de seguros já acumula R$ 50,2 bilhões, avanço de 16,8% frente a igual período de 2021, com R$ 7,2 bilhões a mais distribuídos em todos os segmentos. Os principais destaques foram para Automóvel e Vida que faturaram, respectivamente, R$ 3 bilhões e R$ 1,7 bilhão a mais do que os quatro primeiros meses de 2021.  

Por segmento 

Em abril, Vida faturou R$ 4,6 bilhões, alta de 11,3% em relação ao mesmo mês de 2021, e avançou 11% no quadrimestre totalizando R$ 17,6 bilhões. No quarto mês do ano, os sinistros ocorridos registraram R$ 1,1 bilhão, redução de 38,5% diante de abril do ano passado. Ao comparar abril de 2021 com abril de 2020 houve um aumento de 116% em sinistros ocorridos devido à pandemia. Comparando os 4M22 com o 4M21, a sinistralidade caiu 14,2 p.p., atingindo 31,8%.   

O segmento Automóvel registrou, no quarto mês, R$ 3,6 bilhões (+34,8%), sendo o melhor desempenho de abril. No acumulado, faturou R$ 14,3 bilhões (+26,4%), R$ 3 bilhões a mais do que o quadrimestre anterior. Danos e Responsabilidades registrou R$ 2,2 bilhões em abril (+21,7%). No quadrimestre, somou R$ 9,3 bilhões, sendo alta de 14,1%. Individuais contra Danos faturou, no quarto mês do ano, R$ 901 milhões (+14,8%) e no acumulado arrecadou R$ 3,9 bilhões (+3,6%). A sinistralidade, por sua vez, também aumentou, sendo a maior da série histórica nesse período: 40,7%, um incremento de 9 p.p. em comparação ao mesmo período de 2021. 

Rural teve mais uma retração (-1,8%), a segunda do ano, e levantou R$ 771 milhões em abril. Apesar disso, no acumulado de 2022, teve evolução de 34,8% frente aos quatro primeiros meses de 2021, somando cerca de R$ 3,4 bilhões. No entanto, a taxa de sinistralidade ainda permanece elevada, apesar de ter registrado um recuo de 236,4%, nos 3M22, para 203,2%, nos 4M22, chegando a um total de R$ 7,2 bilhões em sinistros ocorridos, ultrapassando em R$ 63,3 milhões o total de sinistros ocorridos em 2021. 

Por fim, Crédito e Garantia obteve, em abril, arrecadação de R$ 410 milhões (+23,2%, segundo melhor resultado do setor de seguros). No somatório do ano, o segmento registrou R$ 1,7 bilhão (+21,8%). A taxa de sinistralidade do segmento, em 2022, também se destacou, pois caiu 7,3 p.p. e atingiu 19,2%, a segunda menor desde o início da série histórica, em 2014. 

Sinistralidade  

Em abril, o índice de sinistralidade do setor de seguros registrou queda de 2,1 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2021. A melhoria na sinistralidade foi impulsionada pelos segmentos Vida (-26,7 p.p.) e Corporativos de Danos e Responsabilidades (-19,2 p.p.), que compensaram o aumento da taxa nos demais segmentos. Já no acumulado do ano, o índice cresceu 10,7 p.p. em relação ao mesmo período de 2021, impactado fortemente por Rural (+145,8 p.p.). 

Capitalização avança 15,6% no quadrimestre, para R$ 8,78 bilhões

Fonte: Fenacap

Modalidade que recentemente teve as regras aprovadas pelo Congresso e sancionadas pela Presidência da República (por meio da Lei 14.332), a Filantropia Premiável vem conquistando espaço na Capitalização desde 2019. O desempenho obtido de janeiro a abril deste ano é a prova da importância desses produtos, que se transformaram em uma estratégica fonte de recursos para projetos sociais. O crescimento foi de 25,2% sobre igual período de 2021, totalizando R$ 1 bilhão. 

No total, levando em consideração todas as modalidades, as receitas de Capitalização atingiram a marca de R$ 8,78 bilhões, evolução de 15,6% em relação ao ano passado, de acordo com os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), o resultado positivo em todos os estados brasileiros reforça a retomada do mercado de títulos de Capitalização. As reservas técnicas, que medem a robustez financeira do setor, avançaram 4,9% para o maior patamar da história: R$ 34 bilhões.

Por regiões, o Nordeste apresentou o maior crescimento (24,5%), seguido do Norte (23,9%), do Centro-Oeste (22,6%), do Sul (15,4) e do Sudeste (12,4%). Outro ponto importante verificado no período foi o aumento dos recursos pagos em resgates e sorteios, um relevante incremento e injeção de recursos à economia, que atingiu R$ 6,5 bilhões (+1,4%) nos resgates, e R$ 470 milhões (+13,4%) nos sorteios.

Para Márcio Coutinho, presidente interino da FenaCap, a aposta é estimular um ambiente de inovação e geração de negócios, valorizando ainda mais o papel resiliente e fundamental do setor para a disciplina financeira por meio da geração de renda. “Uma das bases dessa recuperação, mesmo em um período extremamente desafiador para a economia, é porque a Capitalização desenvolveu uma grande capacidade de criar soluções de negócios com sorteios voltadas, para o atendimento de necessidades específicas de outros segmentos da economia e dos consumidores em geral”, explica Coutinho. 

Os títulos tradicionais de Capitalização continuam liderando as vendas, seguidos pela modalidade de Filantropia Premiável, Instrumento de Garantia, Incentivo, Popular e Compra Programada. Mas o destaque tem sido as modalidades trazidas a partir do novo marco regulatório de 2018. 

Aprimorar os mecanismos de relacionamento com o consumidor e oferecer soluções mais ágeis têm sido determinantes para a sustentabilidade do mercado em níveis positivos de crescimento. Os títulos de Filantropia Premiável – em que o consumidor cede o direito do resgate de sua reserva para uma instituição previamente credenciada pelas empresas de Capitalização, permanecendo com o direito de concorrer a prêmios – são um exemplo de sucesso desta nova era da Capitalização, assim os produtos da Garantia Estendida e Incentivo, que vêm conquistando mais espaço no mercado.

“É preciso reforçar a Capitalização como segmento que promove negócios com aspecto lúdico dos sorteios. Contamos, assim, com o apoio das 16 associadas, que é vital nesta jornada de compreensão das necessidades das pessoas”, finaliza.

MAG Seguros aposta na Linha Vida Toda Bem-Estar como forma de potencializar negócios dos corretores 

Fonte: MAG

A MAG Seguros atua normalmente em riscos de morte, invalidez e sobrevivência, e trata esses riscos como reflexos da necessidade da sociedade. Concomitantemente a isso, a empresa criou, em 2020, o seu pilar de Bem-Estar, que tem como objetivo oferecer soluções para proteger financeiramente o cliente em decorrência de problemas com a saúde. 

Para desenvolver este novo pilar de soluções, a MAG Seguros analisou todo cenário, como os cuidados com a longevidade, ao déficit da previdência social, e claro, de doenças graves que possam trazer dificuldade de acesso aos planos de saúde individuais, à insuficiência do serviço de saúde público e aos altos custos de subsidiar o plano de saúde. 

“Nosso papel é o de nos mantermos atentos a esses desafios e apoiar a sociedade para enfrentá-los de forma segura”, explica Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos. 

Tanto para clientes como corretores, o pilar Bem-Estar pode ser visto como uma solução alternativa de acesso a saúde privada ou como um produto complementar aos produtos de saúde. 

“Acredito que o Bem-Estar é uma forma de democratizar o acesso a saúde da população brasileira. Nossa proposta não é cuidar, ou ser responsável pelo tratamento da pessoa doente, e sim gerar algum conforto financeiro no entorno operacional da doença e das suas consequências”, acrescentou Rodrigo. 

“Nossos produtos geram uma maior autonomia e liberdade de escolha para os segurados. Afinal, o capital segurado não funciona como reembolso de despesas médicas ou é mandatório o uso em alguma dependência ou estrutura médica”, completou Thiago Levy, head do pilar Bem-Estar da MAG Seguros. 

Esse diferencial da MAG, com tantos benefícios, permite novos argumentos de venda para os corretores, contribuindo com a geração de novos negócios e oferta de produtos para um novo nicho de clientes. 

“O apelo de venda a respeito de saúde e Bem-Estar é muito amigável. Além disso, temos benefícios pagos em vida, onde o beneficiário é o próprio segurado, e serviços de assistências. Por fim, com a sociedade ficando mais velha, o assunto longevidade é uma realidade. Quanto mais velhas as pessoas, elas vão ficar infelizmente mais doentes, vão realizar mais cirurgias e consequentemente gastar mais em internações hospitalares. O Pilar Bem-Estar pode ser um diferencial nas propostas dos corretores”, finaliza Cunha.