Thinkseg Corporate contrata Alex Carvalho como diretor de linhas financeiras

Após quase 2 anos atuando como diretor na seguradora paranaense JNS Seguradora, o economista Alex Carvalho, chega para dirigir a área de linhas financeiras da Thinkseg Corporate.

O executivo traz à Thinkseg Corporate sua experiência de 20 anos na área de seguro garantia, atuando em empresas nacionais e multinacionais.

“O objetivo é fazer a oferta do seguro garantia com uso de tecnologia, eficiência e atendimento personalizado que, na prática, apresenta propostas mais flexíveis e pensadas de acordo com a realidade das médias e grandes empresas (indústrias, construtoras, entre outras) no Brasil. Acredito neste diferencial de atuação da Thinkseg Corporate em um mercado altamente competitivo”, afirma Alex Carvalho.

O CEO da Thinkseg, André Gregori, explica que a chegada do novo diretor, Alex Carvalho, é o início de uma reformulação na empresa que ainda contará com a vinda de mais profissionais para reforçar a equipe. “Nossa projeção para o seguro garantia, ofertado na Thinkseg Corporate (thinksegcorporate.com) é muito otimista, principalmente, pela perspectiva de maior demanda por seguro garantia no País para obrigações públicas ligadas aos setores de energia e infraestrutura.

Brasilprev lança compromissos com a sustentabilidade com metas até 2026

Fonte: BrasilPrev

A Brasilprev, empresa da holding BB Seguros, líder e especialista em previdência privada, tornou público um documento que revela os seus compromissos com a sustentabilidade. Dividido entre os temas de Gestão de Investimentos ASG; Relacionamento e satisfação dos clientes; Diversidade, equidade e inclusão; Integridade, ética e transparência; e Gestão ambiental e responsabilidade social, o documento estabelece objetivos e metas a serem cumpridos até 2026. 

“O cuidado com o futuro está em nosso DNA, por isso criamos este documento focado em sustentabilidade – para usá-lo como um guia para as decisões estratégicas da companhia”, revela a presidente da Brasilprev, Ângela Assis. “Assumir esses cinco compromissos significa criar um legado de desenvolvimento sustentável não só para a Brasilprev, mas para as próximas gerações”.

A Brasilprev ainda se compromete, neste período, a revisar a Política de Investimentos, principalmente com foco nos aspectos climáticos e em ASG, em capacitar no mínimo 95% dos colaboradores em treinamentos de ética e compliance e ainda impactar 188 mil pessoas por meio de programas de educação financeira, além de compensar 100% de suas emissões de gases de efeito estufa.

Na área de diversidade, equidade e inclusão, a companhia destacou como meta ter ao menos 40% dos cargos de liderança ocupados por mulheres e no mínimo 33% do quadro de colaboradores com pessoas pretas e pardas.

Segundo o diretor Comercial e de Marketing da Brasilprev, Camilo Buzzi, o documento foi construído após meses de estudos, benchmarks, entrevistas e pesquisas online com os públicos de relacionamento da companhia. “Nosso objetivo com este trabalho é transformar a Brasilprev em uma empresa referência também no desenvolvimento sustentável”, garante. “E o mais importante é que, ao reforçar a sustentabilidade como um pilar do nosso negócio, nós estabelecemos um pacto com todos os stakeholders”.

Parceria com cooperativas impulsionam negócios da MAG Seguros e cumprimento do seu propósito 

Fonte: MAG

O dia do cooperativismo, comemorado internacionalmente em julho, mostra a importância do modelo de organização social pelo mundo – inclusive no Brasil, onde vem crescendo cada vez mais, com o auxílio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), órgão máximo das cooperativas no país que reúne as OCEs (Organizações das Cooperativas Estaduais). Para a MAG Seguros, este é um segmento de atuação importante que vai além de negócio pois está diretamente conectado ao propósito da companhia. 

“O cooperativismo é uma ferramenta de desenvolvimento socioeconômico, no qual as cooperativas exercem um papel muito importante da comunidade, apoiando negócios, pessoas, comércios locais e potencializando o consumo consciente, o que gera uma distribuição de renda e um desenvolvimento mais sustentável daquela comunidade. O cooperativismo entende que ao agir naquela comunidade ele potencializa e fomenta a economia como um todo”, explica Ricardo Balbinot, diretor de Cooperativismo da MAG Seguros. 

É exatamente esse aspecto social das cooperativas, em que o associado é o dono do negócio e participa dos resultados, que apresenta muita semelhança e aderência ao modelo de negócios MAG. As cooperativas também têm gestão democrática, na qual o próprio cooperado gere a instituição, assim como são os negócios de seguros, que entra como um dos pilares complementares à instituição. Além, claro, de complementar também os pilares de educação, formação, e informação, aspectos que a seguradora busca fazer diariamente por meio de inúmeras ferramentas, inclusive de prevenção. 

“Nós atuamos dentro das cooperativas disseminando a cultura de proteção financeira, mas também conhecendo muito profundamente seus negócios. Quando atendemos um cooperado, as nossas soluções financeiras e de seguros vêm sempre com uma grande sinergia com negócios da cooperativa, totalmente customizado para suas necessidades específicas”, continuou Ricardo. 

Hoje, em se falando de cooperativas de créditos, são mais de 16 milhões de cooperados no país. Em um âmbito maior, olhando para o tamanho do mercado, são 183 milhões de brasileiros com conta em algum banco, e 34 milhões de pessoas não bancarizadas. 

Olhando para esses números é possível ver a possibilidade de crescimento de negócios, seja atuando na região mais interiorizada do país com pessoas de menor renda, seja com foco nas pessoas que possuem renda maior, que têm conta em banco. 

“Isso olhando apenas o mercado de crédito, apenas um dos sete segmentos. Temos uma oportunidade gigantesca em nossa frente de gerar negócios que tenham um impacto na vida das pessoas e no futuro de quem elas mais amam”, conclui Balbinot. 

Seguradora EZZE contrata Paulo Alves como diretor de seguro transporte

A EZZE Seguros avança com a contratação de especialistas. Desta vez, anuncia a chegada de Paulo Alves, um dos principais executivos de seguro transporte do Brasil, com 29 anos de dedicação a este segmento. “O nosso objetivo aqui na EZZE é levar aos clientes apólices customizadas e automatizadas que mitiguem riscos que possam causar perdas financeiras, como a quebra de contratos ou não ter o produto na gondola do distribuidor”, diz Alves ao Sonho Seguro. 

O segmento de transporte enfrenta uma infinidade de desafios, ao mesmo tempo que apresenta um imenso potencial de negócios. O seguro transporte registrou vendas de R$ 4,3 bilhões em 2021, crescimento de 31% comparado a 2020. Deste total, 54% das vendas proveem dos transportadores e o restante dos embarcadores nacionais e internacionais. De janeiro a maio de 2022, o crescimento do seguro transporte no setor foi de 21%, para R$ 2,1 bilhões, o que representa apenas 1,8% do total de vendas de R$ 121 bilhões no período.

Um dos desafios acompanhado de perto pelos profissionais deste segmento é o avanço do marco legal de transportes, com o Projeto de Lei 75/2018, que está em debate desde 2016 e pouco avançou. Seguros é um item da pauta e o setor aguarda com grande expectativa a aprovação pelo Congresso. “Certamente ter um marco legal vai estimular uma série de investimentos pelos transportadores e embarcadores, com vistas a reduzir riscos. E isso impacta positivamente no preço do seguro”, comenta Alves. 

No entanto, o termômetro do seguro transporte é a economia. “Quanto mais a economia cresce, mais mercadorias são transportadas. E esta é uma aposta das seguradoras. Neste cenário, a EZZE se prepara para ter produtos sob medida para os corretores de seguros conquistarem transportadores e embarcadores, com tecnologia embarcada para facilitar a vida do profissional de vendas que tem em sua carteira a estratégia de conquistar pequenas e médias empresas”, afirma. 

Mesmo com o lockdown obrigatório decretado com a pandemia Covid-19 em 2020, o setor logístico não parou. Pelo contrário, se transformou para atender a demanda. As seguradoras agiram com rapidez para dar cobertura aos contratos mesmo com as mudanças de riscos de seus clientes. É prática do setor, que toda mudança de risco precisa ser avisada. Caso contrário, o cliente perde direito a indenização. O executivo cita como exemplo clientes que transportavam perfumes e passaram a transportar álcool gel. Fabricantes de máquinas diversas passaram a produzir respiradores. “É uma mudança de risco significativa, que altera de forma significativa a gestão de risco de seguros, afetando preço e regulação de sinistros. E as seguradoras responderam as demandas de seus clientes”, conta. 

Outra alteração foi a mudança da frota. Transportadores com uso de carretas passaram a ter uma frota com veículos menores que pudessem entrar em centros urbanos. Os “last mile”, terceiros com carros muitas vezes próprios, passaram a compor a equipe do transportador para atender o avanço do comercio eletrônico com entrega na casa do consumidor final. “O setor passou a considerar o risco da frota de terceiros, além do roubo, com o registro de assaltos na porta de edifícios, no ato da entrega da mercadoria”, acrescenta o executivo. 

Esses novos riscos se somam a riscos antigos, como elevado índice de acidentes causados pela má conservação das rodovias, que representam mais de 70% do transporte de mercadorias no Brasil. Em seguida ele cita a frota de caminhões de transportadores autônomos, que está com idade média de 18 anos. Outro importante risco é o perfil dos motoristas. Há bons motoristas, mas também há aqueles que precisam trabalhar mais do que a jornada permitida pela legislação e os imprudentes. “O setor teve prejuízo com alguns motoristas que fazem uma manobra chamada “quebra de asa”, que tira os pneus do chão. Quem consegue o feito, ganha pontos na brincadeira postada no YouTube, e são responsáveis por uma série de acidentes”, conta.

Há outro risco, responsável por boa parte do preço do seguro: o roubo. Entre os mais visados seguem equipamentos eletrônicos, bebidas, medicamentos e alimentos. Desde 2021, as seguradoras também consideram o elevado custo dos combustíveis, a alta do dólar frente ao real com grande impacto no custo das mercadorias e novos focos das quadrilhas organizadas, com o sequestro de caminhões do agronegócio e equipamentos para o setor de energia.

A bola da vez agora são os painéis fotovoltaicos. O setor registrou tantos roubos que fez o produto entrar na lista de mercadorias específicas, com atratividade de roubos, com poucas seguradoras atuando e com preços elevados. “Um caminhão carregado de painéis chega a ter até R$ 2 milhões em valor em risco. Mercadorias com tal classificação saem da esteira de cotação automática para serem avaliadas caso a caso”, explica. Nos agronegócios, o valor agregado de um caminhão de soja ou milho, por exemplo, é baixo, assim como o frete, o que não colabora para uma gestão de risco mais parruda. “Os sinistros mais comuns são a apropriação indébita do caminhão, com o sumiço da carga”. 

Com isso, os pagamentos de indenizações tiveram alta de 17%, para R$ 2,1 bilhões em sinistros, em 2021. Nos cinco primeiros meses de 2022, saltou 59%, para R$ 1,1 bilhão, comparado a mesmo período do ano anterior. Esse aumento tende a acarretar aumento do preço do seguro e em algumas situações até a saída das seguradoras de alguns segmentos da economia. “Na EZZE, a nossa estratégia é usar a tecnologia para ajudar o cliente a aprimorar a gestão de risco, uma solução benéfica para todos”, afirma. 

Alves cita alguns exemplos sobre como a tecnologia tem ajudado o setor de seguro transporte a otimizar a gestão de riscos e consequente custo. “Com a análise de informações disponíveis em torres de controles, podemos saber se o motorista parou na estrada e saber o motivo. Se passou mal, podemos enviar ajuda. Se foi assalto, acionamos a polícia. Se o caminhão quebrou, mandamos um reboque”, cita. Também é possível informar se o peso transportado está dentro do limite da rodovia, tanto para evitar acidentes como ter dificuldade para frear como para não estragar o asfalto com excesso de peso. 

“O seguro de transporte não tem uma rotina. O cenário de risco muda e nos rapidamente nos atualizamos. Nossa meta é chegar ao final de 2022 com um panorama mais claro da sinistralidade e medidas de gestão que mitiguem o risco. E não com um aumento do preço do seguro. A boa gestão, o uso de tecnologia e a especialização em atuar com medidas corretivas são a nossa linha mestra para construirmos uma carteira de transporte equilibrada e longeva”, finaliza o especialista da EZZE.

Generali Brasil lança Cobertura PIX para indenizar transações não autorizadas

Fonte: Generali

O PIX foi uma das grandes inovações do mercado financeiro no Brasil. Mas, junto com essa nova modalidade, surgiram riscos para os usuários. A Generali Brasil, sintonizada com este cenário, lançou a Cobertura PIX. Esta nova modalidade contempla cobertura para roubo, subtração com evidência ou coação em transferências de dinheiro não autorizadas. 

A Cobertura PIX vale para até três eventos durante a vigência anual do certificado e garante o reembolso (limitado ao capital segurado) de uma transação não autorizada (PIX, PIX Poupança, DOC e TED).

“As pessoas ficam expostas diariamente ao ter os apps de bancos em seus celulares – e, assim, estão sujeitas a roubos. Por isso, a Generali Brasil criou um produto fácil e prático para cobrir esses riscos”, explica Claudia Lopes, diretora comercial e de marketing da Generali Brasil. “A apólice cobre eventos ocorridos nas 24 horas anteriores à comunicação formal, que pode ser um simples boletim de ocorrência”, finaliza.

Segundo Conrado Gordon, Chief Insurance Officer da Generali, “a Cobertura PIX é uma vantagem que pode também ser incluída em contratos como o Seguro Bolsa Protegida, Seguro Perda e Roubo de Cartão ou Seguro Proteção de Eletrônicos”. Essas apólices estão disponíveis com valores mensais que vão de R$ 9,99 a R$ 49,99 (a depender do plano – básico, standard, plus ou premium). Além disso, é possível combinar a Cobertura PIX com outros serviços(assistência medicamentos, assistência para vítimas de crimes, telemedicina e monitoramento digital).

Swiss Re volta a apresentar lucro no segundo trimestre

A Swiss Re voltou à lucratividade no segundo trimestre de 2022, com lucro líquido de US$ 405 milhões. Após o primeiro trimestre ter sido marcado por impactos negativos da desaceleração do mercado financeiro, da pandemia do COVID-19 e da reserva para a guerra na Ucrânia, isso resultou em um lucro líquido de US$ 157 milhões no primeiro semestre de 2022 e um ROE de 1,6% no primeiro semestre de 2022, em comparação com um lucro líquido de US$ 1 bilhão e um ROE de 8,2% no mesmo período de 2021. O declínio foi impulsionado principalmente por resultados de investimento significativamente mais baixos, bem como reservas do primeiro trimestre para a guerra na Ucrânia.

O CEO do Grupo Swiss Re, Christian Mumenthaler, disse: “Após um início de ano desafiador, a Swiss Re voltou à lucratividade no segundo trimestre. Isso foi apoiado por fortes resultados em Resseguro de Vida e Saúde e Soluções Corporativas, bem como um desempenho robusto de subscrição em Resseguro de Propriedade e Acidentes”.

O diretor financeiro do Grupo Swiss Re, John Dacey, disse: “As taxas de juros crescentes são claramente positivas para o setor de resseguros, e estamos começando a ver os benefícios em nosso rendimento recorrente. Com relação às tendências inflacionárias, permanecemos vigilantes e estão tomando as medidas apropriadas, incluindo aumentar o preço de novos negócios e as expectativas de perda inicial relacionadas.”

Tensões geopolíticas podem acelerar a ‘desglobalização’, destaca Revista de Seguros 

Fonte: CNseg

Publicação da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Revista de Seguros chega à edição de nº 921 alertando, em matéria de capa, sobre as perspectivas da ‘desglobalização’. “O que se constata, até aqui, é que há um freio de arrumação a caminho da economia global, após a desorganização das cadeias de insumo provocada pela pandemia e, mais recentemente, por tensões geopolíticas, tendo a invasão da Ucrânia pela Rússia como um caso emblemático. Muitos setores acenam, sim, com uma rede de fornecedores locais ou regionais para escapar da enorme dependência de insumos fabricados em países asiáticos, notadamente na China. Porém, o Brasil pode se beneficiar do quadro de reorganização das cadeias globais, em razão da sua proximidade com os mercados americano e da União Europeia”, avalia o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, em editorial.

Outro destaque é a matéria sobre migração internacional, chamando a atenção que 3,6% da população mundial – 281 milhões de pessoas – estão fora do país de nascimento, um percentual três vezes superior ao registrado em 1970. A tendência deve se intensificar nas próximas décadas com o envelhecimento da população mundial e gargalos de profissionais nas economias sem políticas de atração de estrangeiros. “Todos precisam ter este tema no radar, principalmente gestores públicos e privados, tendo em vista que será um fator limitante da produtividade”, analisa o presidente da CNseg.  

Em pauta na publicação, as novas tecnologias, a exemplo do metaverso, criam um novo mercado de bens imateriais e estimula o uso das criptomoedas. “Trata-se de uma tecnologia com grande potencial de aproveitamento no setor de seguros, ao lado de outras, como o big data ou a Inteligência Artificial”, explica Oliveira. 

A Revista de Seguros também publica matéria sobre a aprovação no Congresso do Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 15/22 – originário da Medida Provisória (MP) nº 1.103/22 — que estabelece o marco regulatório das companhias securitizadoras e cria a Letra de Risco de Seguro (LRS), um título de crédito transferível e de livre negociação.  “A securitização assegura novas fontes de diversificação dos financiamentos, ampliando a participação nos negócios de grandes riscos pelas seguradoras e resseguradoras”, avalia o presidente da CNseg no edital. 

A publicação também traz entrevista com a economista Zeina Latif, autora do livro “Nós do Brasil – Nossa herança e nossas escolhas”, lançado pela Editora Record e as matérias sobre a fabricação de carros elétricos e o comportamento das commodities no mercado global.

MAPFRE Brasil registra crescimento de 40,4% em prêmios no primeiro semestre

mapfre seguros brasil
COOP WEEK MAPFRE SEGUROS

Fonte: Mapfre

No balanço do 1º semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2021, a MAPFRE Brasil registrou crescimento de 40,4% em prêmios emitidos. O volume atingido pela companhia no País totalizou 2,24 bilhões de euros, alavancado, principalmente, pela evolução dos negócios rurais, de Vida Risco e os seguros de automóveis, que cresceram 72,4%, 23,4% e 40,9%, respectivamente.

Em relação aos ramos, Seguros Gerais continua sendo o que mais volume de negócio proporciona à companhia, com 1,25 bilhões de euros (+53%), seguido pelo seguro de Vida, com prêmios de 669 milhões de euros (+21,4%) e Automóveis, que cresceu 40,9% e atingiu 312 milhões de euros.


“Os dados do Brasil comprovam, mais uma vez, que nosso modelo de negócio é sólido e, por isso, a companhia segue forte no País, mesmo diante de um cenário de desafios econômicos. Temos objetivos claros para seguir com precisão e sustentabilidade em nossos ramos de atividade”, comenta Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil.

A MAPFRE no mundo 

Os prêmios da MAPFRE cresceram 7,3% na média mundial na primeira metade deste ano, alcançando 12,51 bilhões de euros. O destaque ficou para a evolução do negócio Não Vida (+8,1%) graças à melhoria nos ramos de Automóveis e Seguros Gerais. Trata-se do maior volume semestral em prêmios dos últimos cinco anos, apesar do contexto econômico global no período. A receita do Grupo nos seis primeiros meses do ano aumentou para 14,8 bilhões de euros, o que representa um aumento de 5,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A MAPFRE transformou-se na maior seguradora da América Latina, melhorando sua rentabilidade. A MAPFRE RE (negócio ressegurador e o de riscos globais) teve um notável crescimento em prêmios de 13,9%.

É destacável também a redução da sinistralidade derivada da Covid-19, com um impacto acumulado em 2022 de 73 milhões de euros (dos quais 27 milhões de euros correspondem ao período abril-junho). Por outro lado, a volta à normalidade após a eliminação das restrições de mobilidade traduziu-se em um aumento da sinistralidade no ramo de Automóveis em praticamente todos os mercados em que a MAPFRE atua.

A taxa combinada no fim de junho ficou em 98,3%, com um aumento de 3,2%, consequência do citado aumento da sinistralidade de automóveis, unido à alta inflação a nível mundial, que afetou o custo médio dos prêmios dos diferentes ramos do negócio.

De olho no interior paulista, Zurich fecha parceria com Grupo yba

Fonte: Zurich

Nesta quarta-feira, 27 de julho, o grupo yba realizou um evento em sua sede, na cidade de Bauru (SP), para receber executivos da Zurich. A solenidade teve como objetivo oficializar o estabelecimento da parceria entre as empresas, que possibilita que o Grupo yba, que atua no interior de São Paulo, passe a distribuir diversos produtos do variado portfólio da seguradora na região: de seguros de pessoas, como auto, residência e vida, a soluções para empresas, como riscos de garantia, patrimonial e responsabilidade civil, entre outros.

O GRUPO yba destaca-se pela força que tem no interior de São Paulo, em especial nas áreas central e norte do estado. Criado em 2013, reúne 15 corretoras associadas, que atuam em diversos ramos – daí a sinergia com a Zurich, conhecida por ser uma seguradora multilinha e multiproduto, e por se diferenciar por isto.

As afiliadas do grupo garantem capilaridade, já que estão espalhadas em diversas cidades. São elas: Abens, em Tupã; Centro Oeste, em Presidente Prudente; Precisa, em Promissão; Karseg, em Avaré; Lemecor, em Leme; Mogiana, em São Joaquim da Barra; Resseguros, em Marília; Solssia, em Araraquara; Valor, em Ourinhos; Viotto, em Franca; Sesquini, em Bauru; Atoprime, em Fernandópolis; Noiva da Colina, em Piracicaba; Santa Cruz, em Santa Cruz do Rio Pardo; e MM, em Igarapava e também em Uberaba (MG).

Carlos Alberto da Silva, conselheiro e um dos idealizadores do GRUPO yba, falou da importância da parceria da Zurich. “A união confere dinamismo e abre um leque de opções para corretores e segurados do interior paulista. Vamos oferecer aos nossos clientes maiores possibilidades de aceitação e competitividade”, enfatizou.

Francisco Sesquini Junior, diretor da Sesquini Corretora de Seguros, além de idealizador e conselheiro do GRUPO yba, também destacou a dimensão da aliança estratégica. “Para nós, a importância da parceria se dá pelo fato de a Zurich ser uma das maiores seguradoras do mercado brasileiro. Acreditamos que teremos a oportunidade de oferecer produtos diferenciados aos nossos clientes, proporcionando um melhor mix de carteira”, celebrou.

No evento, Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich, ressaltou que a companhia tem como diretriz a expansão geográfica, o que também contempla o interior paulista. “Estamos empenhados em promover o aumento da atuação da Zurich em todo o país e, neste sentido, a região, com sua força e pujança, tem enorme relevância estratégica para nós. Estamos entusiasmados por poder contar com um parceiro tão forte quanto o GRUPO yba”, disse.

O objetivo de crescer na região, tarefa para a qual o GRUPO yba é considerado um parceiro estratégico, se reforça pelos números. Até junho, a seguradora registrou um aumento de 82,5% em prêmio emitido no canal corretor no interior do estado de São Paulo, em comparação ao mesmo período do ano passado. Linhas como Auto Individual (+132,4%), Frota (+91,8%) e Linhas Financeiras (+64,4%) se destacaram.

Também presente na solenidade, João Amato, Diretor Regional São Paulo Interior da Seguradora Zurich, destacou que as corretoras associadas do GRUPO yba estão estrategicamente posicionadas no estado. “Neste cenário promissor, buscamos a união das nossas forças para promover um exponencial desenvolvimento sustentável e acompanhar as tendências de crescimento econômico da região”, enfatizou.

O executivo reforçou que a parceria da Zurich com o GRUPO Yba permite a oferta para todos os tipos e proteção do portfólio da seguradora, já que a economia da região está ligada ao agronegócio, mas também à indústria e a um varejo diversificado.

“A força da região é tamanha que chega a ser maior que a de países como o Chile. Por essa razão, tem atraído cada vez mais empresas, com um sistema logístico que favorece o escoamento da produção. Essa migração tem feito a região aumentar sua participação no Produto Interno Bruto (PIB), e é um leque aberto de oportunidades para investir na proteção que pessoas e empresas necessitam”, finalizou.

Liberty Seguros anuncia Robson Petersen do Amaral como Chief Risk and Compliance Officer

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia Robson Petersen do Amaral como o novo Chief Risk and Compliance Officer da companhia. O executivo tem mais de 15 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais do setor de seguros, e se junta à Liberty vindo da AIG Seguros, na qual atuou como Risk Officer para América Latina e Caribe e Compliance Officer para o Brasil. Anteriormente, foi Diretor Atuarial da Traveler Seguros Brasil.

Após consolidar sua carreira no mercado segurador, Amaral chega na Liberty Seguros com grande experiência e alinhamento com a cultura e propósito da empresa, e será responsável por liderar a equipe que desenvolve e mantém a Estrutura de Gestão de Riscos e Compliance da Liberty no Brasil.

“Agir com responsabilidade é um dos principais valores da Liberty globalmente. Por isso, meu maior objetivo é garantir que nossos negócios sejam conduzidos com transparência e comprometimento para continuar melhorando constantemente os processos de compliance da Liberty e contribuir para uma estratégia pautada pela seriedade, respeito e ética”, diz Robson.