Austral Seguradora inova com novo formato para apólice de grandes riscos

Fonte: Austral

A Austral Seguradora modernizou o design e a arquitetura da informação de suas apólices de Grandes Riscos. A iniciativa está em linha com as novas proposições da Superintendência de Seguros Privados (Susep) – Resolução 407/2021, que dispõe sobre a comercialização de contratos de seguro para cobertura de grandes riscos. 

Tendo em vista os novos normativos e a oportunidade de adaptação, a companhia optou por rever a estrutura do documento e fazer as mudanças necessárias para tornar a leitura mais clara e objetiva. Através de um processo de imersão, o usuário pontuou as deficiências que o documento apresentava e que causavam confusão no entendimento. Considerado extenso, confuso e complexo, o documento agora apresenta as informações de forma inteligente, com base no que há de mais relevante no contrato.

As melhorias foram desenhadas por um time multidisciplinar que envolveu equipes do Jurídico, Marketing, Produtos e Subscrição, que já atuam em um intenso processo de transformação e melhoria da experiência do usuário na Companhia. O intuito da Squad era criar um parâmetro disruptivo de comunicação, quebrando paradigmas para desenhar uma nova forma de comunicação com o mercado.  

O projeto é pioneiro e reforça a essência da Austral Seguradora. O objetivo foi desmistificar o “segurês” não apenas em uma estratégia de comunicação, focando diretamente no documento mais importante da relação com o cliente: a apólice. Para isso, as equipes utilizaram conceitos de Design Thinking, Legal Design e Visual Law.

“Este é um dos maiores cases de inovação do setor e o mercado certamente vai se beneficiar como um todo, evoluindo nas entregas para o consumidor. Estamos satisfeitos em contribuir para este processo, em que o cliente receberá informações de forma mais clara e objetiva. Esperamos inspirar outras companhias com este modelo, que valoriza a experiência do usuário.”, afirma Carlos Frederico Ferreira, CEO da Companhia. 

A proposta da empresa é estender a metodologia para demais ramos, como as apólices de Financial Lines. “A ideia surgiu em um momento de pensar em melhorias da experiência como um todo, nesse processo começamos a pesquisar sobre Legal Design e Visual Law e como as empresas estão trabalhando com isso. Não queríamos apenas uma melhoria no layout, e sim todo um repensar de estrutura e terminologias para tornar a apólice mais funcional e objetiva. Fomos a fundo para entender qual era a dor do nosso cliente e o que poderíamos fazer para tornar o entendimento da apólice mais simples.” diz Claudia Novello, Diretora Atuarial, Produtos e Inteligência de Negócios. 

A Austral entende que o papel das seguradoras vai além de oferecer soluções em seguros, é preciso estar em sintonia com as novas necessidades do mercado, das empresas e das pessoas, simplificando interações e criando, ao lado dos clientes, as melhores soluções.

Artigo: Humanização no atendimento: realidade na MAG Seguros

MAG Seguros
Leonardo Secundo

por Leonardo Secundo, diretor de Marketing Digital e Growth da MAG Seguros

Quem nunca passou por uma situação negativa quando entrou em contato com uma empresa para tirar dúvidas ou reclamar de um produto e/ou serviço?


Hoje, muito se fala da “humanização no atendimento”, que nada mais é do que um atendimento que trata o cliente com respeito e empatia e que, independentemente do canal, tenha suas necessidades colocadas em primeiro lugar.


Nós vivemos em uma era dos bots e muito se fala em inteligência artificial e esse é um ponto muito questionado quando falamos sobre a humanização no atendimento. Na minha opinião deveríamos nos importarmos bem mais com a humanização dos processos do que SOMENTE pensar em automatizar tudo.


É importante criar um ambiente em que o cliente se sinta compreendido, onde haja alguém em que possa confiar. E certamente é o que trazemos na cultura da MAG Seguros.


Para que isso seja possível, atuamos em quatro frentes fundamentais. A primeira delas é o investimento em treinamentos contínuos. As equipes precisam passar por capacitações, baseadas tanto nas informações dos produtos/serviços quanto na atenção com as pessoas que buscam solução.


É preciso também desenvolver uma referência de atendimento humanizado e baseado na necessidade do seu cliente. Ou seja, saudações onde o cliente é chamado pelo seu nome, tempo para ele contar o que está ocorrendo, adaptação da linguagem e tentar resolver problemas da melhor forma possível.


Outro ponto é ensinar a sua equipe criar relacionamento com o seu cliente. Afinal são eles que irão adquirir seus serviços/produtos ou indicá-los.


Por último, é importante ter funcionários que entendam que estarão atuando na empresa em uma posição estratégica com os demais funcionários: eles fazem parte do todo, se a empresa ganhar, ele ganha junto.


A ideia central é se dedicar e se comprometer em solucionar as demandas de forma célere, com leveza e humanização para melhor experiência dos clientes.

Associação beneficente da Allianz Seguros apresenta resultados do último triênio 

Fonte: Allianz

A Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz Seguros (ABA) apresenta um relatório com as atividades desenvolvidas pela entidade nos últimos três anos. Disponível no site da Allianz Seguros, o documento consolida as ações realizadas no período para suporte educacional e emocional dos frequentadores e o apoio às famílias da comunidade Santa Rita, zona leste de São Paulo, sobretudo durante a reclusão provocada pela covid-19. 

Fundada em 1994 por colaboradores da Allianz Brasil, a ABA contribui com a educação de crianças e adolescentes da região em situação de vulnerabilidade social. A entidade mantém um acompanhamento constante desse público com o objetivo de auxiliá-lo no processo educacional e no desenvolvimento para o mercado de trabalho. Em 28 anos de atuação, a ABA já contribuiu com o desenvolvimento de mais de 9 mil pessoas por meio de ações de arte-educação, artes digitais, audiovisual, cultura digital, esportes e programas socioemocional, de capacitação para adolescentes e de ações sustentáveis. Todos os trabalhos são feitos em horário complementar à escola regular, por meio de um time de educadores. 

“O relatório mostra à sociedade e a todos que contribuem para manter a ABA ativa e viva como a Associação se reinventou e demonstrou ainda mais o seu valor social, especialmente nos últimos três anos. Nos orgulhamos de apresentar os resultados mensuráveis e consistentes deste trabalho, que só foi possível graças ao apoio e à generosidade dos colaboradores da Allianz Brasil e de nossos parceiros de negócios”, declara Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros. 

Diretor de Recursos Humanos e Comunicação da Allianz Seguros e atual presidente da Associação, Marco Campos reafirma que a Allianz Seguros e seus colaboradores acreditam e se mantêm engajados com os princípios e causas da entidade. “A ideia principal da ABA é assegurar meios e condições para que crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade tenham acesso a bens culturais, tecnologias, ampliação de conhecimento e vivências sustentáveis, fazendo desse acesso um instrumento de conquista social”, pontua. 

Um dos principais feitos do último triênio foi a expansão da capacidade de atendimento físico da ABA, em 2019. O número de crianças, adolescentes, adultos e idosos beneficiados anualmente passou de 520 para 1.010 pessoas assistidas. Com isso, também foram ampliados os espaços de atividades e aulas para aumentar o atendimento e atender às necessidades da comunidade. 

No mesmo ano, a Associação realizou a mostra dos trabalhos desenvolvidos por seus frequentadores em diversas frentes, reunindo o aprendizado adquirido por crianças e adolescentes e transformando-as em protagonistas. A ação seguiu de forma remota durante o isolamento social em decorrência da covid-19. 

Atuação à distância e retorno presencial 

Entre 2020 e 2021, a ABA realizou, ainda, seis ações de distribuição de cestas básicas aos moradores da comunidade Santa Rita. Com o apoio da Allianz Brasil, 156 toneladas – entre alimentos e itens de higiene pessoal e limpeza – foram doadas a mais de 6 mil famílias, suprindo as necessidades básicas geradas pela quarentena. 

Mesmo enfrentando os desafios da covid-19, a entidade manteve a proximidade e o vínculo com a comunidade Santa Rita por meio do portal ABA Digital, possibilitando o acompanhamento remoto das aulas pelas pessoas atendidas. Desde março de 2020, foram promovidas mais de 3,1 mil videoaulas, 47 lives e 16 mostras virtuais. Com o intuito de ajudar os frequentadores no autoconhecimento, autocontrole, empatia e resolução de problemas, a ABA também promoveu rodas de conversa virtuais com pais e alunos, totalizando cerca de 7 mil encontros desde o início de 2020. 

Em novembro de 2021, a Associação retomou às atividades 100% presenciais, seguindo todas as normas e protocolos de segurança sanitária. Acolhimento, escuta e diálogo foram as palavras-chave do retorno, que contou com atendimentos individuais entre a equipe da ABA e as famílias assistidas pela entidade. “Dinâmicas em grupo, rodas de conversa e atividades artísticas foram essenciais para que os participantes verbalizassem seus sentimentos e escutassem uns aos outros. Ficou nítido que, juntos, conseguimos avançar, realizar e crescer como cidadãos mais conscientes e empáticos”, avalia Rose Oliveira, diretora da ABA. “Seguiremos com o nosso compromisso e propósito de apoiar e desenvolver todos aqueles que integram a comunidade Santa Rita”, finaliza.

MAPFRE Assistência aprimora atendimento digital e serviços para aumentar sua fatia de mercado no Brasil

mapfre assistencia

Se tem um segmento do mercado segurador que está em verdadeira evidência e transformação é o de assistência 24 horas. A pandemia foi um divisor de águas para as empresas que atuam no Brasil. De um lado, os clientes passaram a valorizar mais os serviços que agregam valor, criando um vínculo de fidelização com as empresas. De outro, os contratos passaram a ser renegociados numa base mais madura, com muita tecnologia embarcada e valores mais calibrados diante do aumento dos custos impostos pela inflação. “Com serviços sendo um dos principais elos na relação de nossos clientes com o seu público final, investimos muito em tecnologia e hoje nos orgulhamos das soluções que entregamos aos nossos parceiros de negócios”, conta Fabiano Sardá, que está à frente da MAPFRE Assistência desde janeiro deste ano. 

O executivo retorna ao Brasil depois de uma temporada trabalhando nas unidades na Venezuela, Colômbia, Espanha e Uruguai. “Assumi a MAPFRE Assistência Brasil em janeiro e encontrei uma empresa reestruturada e consolidada. Somos hoje uma boutique de assistência, condição ‘sine qua non’ para acompanharmos as transformações de consumo do consumidor e da estratégia de nossos parceiros, onde o atendimento ao cliente é prioridade e não mais o formato e distribuição dos produtos. Estamos posicionados entre as cinco maiores do mercado e apostamos em um crescimento significativo em 2022 e 2023”, conta. 

A MAPFRE Assistência, com história de mais de 30 anos, atua em 27 países atendendo diversas filiais do grupo segurador espanhol, seguradoras, instituições financeiras, montadoras e redes de varejo com mais de 83 soluções de serviços digitais. No Brasil, atua com mais de 15 milhões de consumidores e registra cerca de 400mil atendimentos por ano. Em 2021, foram mais de 14 mil provedores credenciados em mais de 3,3 mil municípios atendidos, sendo que cerca de 80% dos acionamentos se realizaram de forma automática.

Com importantes investimentos em tecnologia para atender o cliente em qualquer canal de comunicação, Sardá afirma que uma das bandeiras de sua gestão é crescer com sustentabilidade. A pandemia evidenciou como as margens são pequenas e como é fácil perder dinheiro se a operação não estiver tecnicamente equilibrada”, disse. 

O segmento como um todo enfrentou problemas nos dois últimos anos, como a demora no atendimento aos clientes pela falta de prestadores, o que agilizou a mudança deste modelo de negócio. Muitos contratados pelas empresas de assistência sofreram com o lockdown imposto para a contenção da disseminação da pandemia, e partiram para outros negócios. Os que ficaram, enfrentam alta do custo de vida, especialmente do combustível, que só no segundo trimestre deste ano começou a ceder.

“Nosso propósito é encantar os clientes com boas assistências, preços acessíveis e um atendimento de excelência para retê-los e serem indicados por ele a outros, o que faz a jornada do cliente ser o nosso guia em todas as decisões. Nossa estratégia é oferecer uma solução 360º, que proporcione aumento do faturamento e da rentabilidade e maior taxa de retenção e de fidelização. Por isso, investimos em bons produtos, digitalização e em aprimorar a experiência do cliente”, afirma. 

A MAPFRE Assistência desenha uma solução sob medida para o atendimento de seus clientes finais. “Nossa plataforma tecnológica é modulável e personalizável com as características da empresa que nos contrata e na qual o cliente final tem uma experiência multicanal, onde pode gerenciar todas as suas assistências”. As assistências, antes basicamente voltadas a serviços ligados a mobilidade, hoje têm um leque bem mais amplo. 

Segundo o executivo, os atendimentos para residência, como serviços de manutenção doméstica e relacionados ao cuidado da saúde, tiveram uma explosão nos últimos dois anos, com destaque também aos serviços de assistência bike, pets e kids, sempre focados no cuidado da família e do bem. “Trabalhamos para fornecer ótimas experiências que geram impactos positivos e aumentam a percepção de valor do cliente”, diz. 

As pequenas e médias empresas também têm os serviços 24 horas, que agora vão muito além de chaveiros, vidraceiros, vigias, consertos de bens de linha branca, serviços de emergências, entre outros. A oferta de serviços para colaboradores de empresas também ganhou relevância. A telemedicina se consolidou como uma cobertura importante para os produtos, diante do Covid-19, e agora faz parte da grade de serviços ofertados por diversas empresas. 

“A MiA Heath é um exemplo prático da nossa proposta de valor para o cliente final”, cita. É uma plataforma que incorpora serviços de prevenção, manutenção e melhoria da qualidade de vida do cliente e seus familiares e permite a gestão dos serviços de saúde de forma proativa. Assim como descontos em medicamentos, preços acessíveis em clínicas e laboratórios e assistência funeral.

A novidade em assistência é a proteção digital, com serviços de manutenção e prevenção da infraestrutura das empresas, além dos cuidados com os colaboradores e o negócio. A MAPFRE Assistência oferece consultoria para a proteção do patrimônio digital, com análises de vulnerabilidades de rede, de IP, de web, serviço de segurança antivírus, localização de dispositivo, assistência especializada no local e monitoramento de dados. “Temos uma plataforma de cibersegurança que possibilita a recuperação de informações em caso de aparelhos ou equipamentos danificados”, detalha. 

Apesar da possibilidade dos atendimentos serem 100% digitais e da “uberização” do prestador, onde o cliente vê o prestador chegando para atendê-lo, o 0800 segue entre as diversas opções de atendimento. “O atendimento via robôs e WhatsApp cresce, mas, em alguns casos, as pessoas ainda necessitam falar com um humano”, comenta o executivo.  

A MAPFRE Assistência monitora diversos indicadores para fazer a gestão de risco do atendimento. Em feriados, por exemplo, quando a demanda de serviços aumenta, reforça sua estrutura. “Nos dias entre Natal e Ano Novo, Carnaval, Páscoa entre outros há estudos de logísticas para atuar em cidades estratégicas para garantir o atendimento de qualidade”, explica. 

“Acreditamos que o investimento em pessoas, tecnologia e processos é essencial para o posicionamento sólido de uma marca. Ancorados na marca MAPFRE, que tem reconhecimento global, ganhamos força e relevância em um mercado dinâmico como o de Assistências. Nossa modernização, marcada pelo uso massivo de tecnologia, é chave em nosso processo contínuo de crescimento”, finaliza Fabiano Sardá.

VOKAN Seguros contrata dois novos gestores para as áreas de agronegócios e finanças

Fonte: Vokan

A VOKAN Seguros contratou Adriana Silva, que vai cuidar do segmento de linhas financeiras, e Weverton Candido, que responderá pelo setor de seguros agrícolas. O desafio para os novos contratados é impulsionar a atuação da VOKAN nestes segmentos.

Adriana Silva é formada em Administração de Empresas,  especializada na carteira de seguro-garantia e atua no mercado de seguros há 20 anos. Possui passagens em empresas como J. Malucelli – atual Junto Seguros, Itaú XL/ Itau Unibanco, Berkley, Fairfax e mais recentemente como Superintendente Comercial na Ezze. Na VOKAN, Adriana vai atuar como head de financial lines e atender o  mercado corporativo de São Paulo. 

“É uma honra me unir à família VOKAN e desenvolver novos contratos, incluindo seguro-garantia para empresas que participam de licitações e privatizações. O país vive um boom de obras de infraestrutura e nossos clientes terão um atendimento especializado na área de seguro-garantia, incluindo o acompanhamento individual deste complexo processo de seguro”, afirma a nova executiva. 

Para a área de agrobusiness, que representa 30% da economia brasileira, a VOKAN buscou Weverton Candido, que atende o setor há 20 anos no interior do país. Formado em processos gerenciais e com MBA em liderança de pessoas, Weverton atuava na diretoria de estratégia de grande seguradora do mercado e agora passa a ser o head de seguros agrícola da VOKAN.  Além de levar produtos para a safra agrícola, a linha irá prover soluções para máquinas e implementos. 

“Entendemos que o produtor precisa proteger sua fonte de renda e a saúde financeira familiar, por isso, nossos produtos irão desde as safras sazonais ao maquinário e implementos, incluindo silos, placas fotovoltaicas etc. Estou muito feliz em encontrar um propósito profissional na VOKAN que se concilia ao meu. O momento é de crescimento do setor e da consolidação do Brasil como o primeiro provedor alimentar do mundo.”

O CEO da VOKAN, Luiz Eduardo Moreira, afirma que as contratações vêm para atender ao mercado sedento por soluções que acompanhem o desenvolvimento econômico. “Os mercados de seguro agro e seguro de linhas financeiras movimentam mais de R$ 12 bilhões em prêmios de seguros por ano e não podíamos deixar de explorar estas carteiras. Escolhemos profissionais a dedo para liderarem essas áreas dentro da VOKAN e com isso prestar um atendimento de qualidade aos nossos clientes. A expertise de mais de 20 anos de mercado do Weverton e da Adriana certamente nos coloca em outro patamar no mercado. Desejo sorte e sucesso a eles neste desafio.” 

SulAmérica organiza em Curitiba a última edição do Mo2ve em 2022

SulAmerica

Fonte: Sulamerica

No próximo dia 21 de agosto, a cidade de Curitiba receberá a quinta edição do Mo2ve, uma iniciativa patrocinada pela SulAmérica, aberta ao público e que oferece diversas atividades para ajudar a cuidar da saúde. O evento é gratuito e acontece das 8h às 14h, no Parque das Águas, em Pinhais, Curitiba (PR).

Voltado para toda a família, a realização do Mo2ve está alinhada ao propósito da SulAmérica de levar Saúde Integral para um maior número de pessoas, conscientizando sobre o cuidado com a saúde e bem-estar por meio da prática esportiva. Para isso, o evento vai contar com atividades para todas as gerações.

“Queremos incentivar a busca pela qualidade de vida por meio de atividades esportivas, em linha com o nosso posicionamento de levar Saúde Integral para as pessoas. Por essa razão, a SulAmérica está patrocinando 100% a arena Mo2ve e oferecendo, gratuitamente, aulas de pilates, alongamento, funcional e zumba, avaliação física com medição de IMC e pressão arterial, atividades circenses e ainda circuitos de caminhada e corrida”, finaliza Simone Cesena, Diretora de Marketing da SulAmérica.

A edição Mo2ve em Curitiba será a quinta e última de 2022. Para saber mais sobre o evento e participar das atividades, acesse: https://www.mo2ve.com.br/

Iniciativa Mo2ve pelo Brasil 2022

As primeiras edições do Mo2ve foram realizadas em São Paulo (SP), Recife (PE), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) – juntas reuniram mais de 7 mil pessoas. E, agora, a quinta e última etapa de 2022, será em Curitiba (PR).

Propósito de Saúde Integral 

A SulAmérica acredita no cuidado com a Saúde Integral das pessoas. E esse é um conceito proprietário da companhia que engloba um olhar 360º para a saúde física, emocional e financeira. O conceito de Saúde Integral da SulAmérica começou em 2020 e ganhou, em 2021, uma campanha disruptiva, “A Geração Saúde Integral”, com foco em uma geração composta por diferentes idades, mas que se une na preocupação em cuidar do corpo, da mente e das suas finanças. Esse posicionamento inclui levar a experiência do cuidado integral com a saúde para clientes e beneficiários, com foco no propósito de melhorar a vida das pessoas. 

 Novos riscos em concertos e festivais ao vivo

Fonte: AGCS

Após o fim dos lockdowns e restrições, organizadores e artistas estão ansiosos por um novo boom no mercado de concertos e festivais. “Estamos vendo atualmente uma enorme demanda por eventos ao vivo”, relata Michael Furtschegger, Diretor Global de Entretenimento da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), “a fome dos fãs por eventos ao vivo é alta e os maiores promotores desse tipo de evento estão vendo números recordes”.

Novas circunstâncias, novos riscos

Uma temporada de verão tão positiva no hemisfério norte é motivo de otimismo para o mercado global, mas o cenário de risco do entretenimento ao vivo também apresenta novos desafios para os organizadores: o setor de entretenimento também está enfrentando escassez de pessoal. De acordo com uma pesquisa da Organização Profissional de Luz e Som (PLASA), quase 70% das empresas pesquisadas no final de 2021 relataram uma escassez de trabalhadores qualificados. Engenheiros, técnicos e trabalhadores de altura em tecnologia de palco foram os mais procurados. “A escassez de pessoal pode se tornar um problema particularmente preocupante quando se trata de pessoal de segurança”, diz Furtschegger. “Em alguns casos, isso pode significar inclusive a não realização de um evento”. Em termos de outras tarefas críticas para a segurança, os organizadores precisam se certificar de que eles avaliem corretamente os fornecedores para garantir que o evento seja realizado de forma profissional. “

Além da escassez de pessoal, as restrições nas verbas para os eventos também podem se tornar um problema para o setor. “À medida que mais apresentações ocorrem e algumas produções correm em paralelo, aumenta a demanda por equipamentos de turnê, muitas vezes alugados de empresas com recursos limitados. Idealmente, isto requer um planejamento minucioso para a compra de equipamentos. O mesmo se aplica a reparos e peças de reposição”. A escassez global de semicondutores diminuiu por enquanto, mas se houver escassez de outros componentes, ou se forem impostas restrições à movimentação de mercadorias para dentro e para fora dos portos devido a lockdowns ou à guerra na Ucrânia, os organizadores terão que aceitar prazos de entrega mais longos e planejar para mais contingências. Isto também prolonga os tempos de planejamento.

Além disso, os muitos novos festivais que estão surgindo atualmente exigem uma nova avaliação de risco: “A indústria é inovadora; nos últimos anos temos visto eventos de sucesso em novos locais, como o antigo aeroporto de Tempelhof, em Berlim, que têm sido colocados a novos usos para eventos ao vivo.Organizadores de festivais estabelecidos como Coachella nos EUA ou o Rock In Rio estarão relativamente familiarizados com os riscos de seus locais; espaços novos e não testados, porém, exigem uma avaliação de risco diferente”, diz Furtschegger.

Apesar de alguns desses desafios, a indústria do entretenimento está otimista quanto ao futuro: “Estou confiante de que o setor de eventos de entretenimento ao vivo continuará aquecido como neste verão europeu”.

Tokio Marine chega à marca de 2,5 milhões de veículos segurados no Brasil

Fonte: Tokio

A Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, acaba de atingir a marca de 2,5 milhões de veículos segurados no Brasil, se consolidando como a terceira maior frota protegida do país. Apenas no primeiro semestre de 2022, a companhia registrou um crescimento de 62% de receita, além de ter alcançado mais de R$ 1 bilhão de produção adicional.

“Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo e integrado de diversas áreas da companhia, sempre com o objetivo de fidelizar clientes e aprimorar o trabalho junto aos nossos Parceiros de Negócios, os Corretores e Assessorias”, explica o diretor de Automóvel, RD Massificados e Precificação da Tokio Marine, Arnaldo Bechara. O executivo, que assumiu recentemente a diretoria de Automóvel e atua há mais de uma década na companhia, ressalta que os investimentos realizados por meio de uma precificação bastante assertiva e tendo como foco a customização de produtos, foram a mola propulsora para o alcance desse marco.

Sempre atuando na vanguarda no mercado segurador, a Tokio Marine, pioneira no lançamento de vários produtos, como por exemplo o seguro Auto Popular, iniciou 2022 com novidades para o segmento. Ainda em janeiro, trouxe ao mercado o Tokio Marine Auto Econômico, produto completo, amparado pelas novas diretrizes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), e com preço cerca de 30% abaixo do seguro tradicional. Na sequência, a companhia apresentou o Auto Você Escolhe, com coberturas essenciais e assistência 24h, além de contratação simplificada e digital.

O diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman, comemora a conquista de crescimento orgânico que já dura mais de uma década e atribui a posição da companhia à resiliência de todo o time. “Mesmo em momentos desafiadores, como os períodos mais críticos da pandemia, temos mantido um desempenho expressivo. Prova disso é o fato de que, mesmo durante esse período desafiador, registramos um incremento de 500 mil veículos na nossa carteira”, pontua.

Ajuste monetário começa a fazer efeito, mas incerteza permanece forte, avalia CNseg

Pedro Simoes CNseg

Momentos de virada nos ciclos econômicos são, geralmente, difíceis de serem detectados, ainda mais quando os diversos indicadores de atividades apontam em direções opostas, como vem ocorrendo nas economias mundiais e no Brasil. O IBC-Br, indicador de atividade agregada do Banco Central, apresentou alta de 0,69% em junho na comparação com maio e de 3,09% com relação a junho de 2021, acima do esperado pela mediana do mercado. Com esse resultado, o crescimento do indicador que é uma aproximação do PIB no 2º trimestre em relação aos três primeiros meses do ano é de 0,57%.

No ano, o crescimento acumulado é de 2,24%.  “Confirma-se a continuidade da recuperação dos serviços, que já haviam surpreendido positivamente em seu desempenho de junho na divulgação da PMS (Pesquisa Mensal dos Serviços, do IBGE), na semana passada. No entanto, a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio, também divulgada recentemente) mostra que o comércio varejista perdeu algum fôlego, principalmente naqueles grupos de produtos mais ligados ao crédito, indicando que a política monetária mais restritiva já tem algum efeito na atividade”, avalia o economista Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Simões destaca ainda que, no primeiro semestre, o varejo teve crescimento de 1,4%, mas o varejo de móveis e eletrodomésticos, mais dependente de crédito e que veio de uma base favorável durante a pandemia, caiu 9,3% no mesmo período.  “A alta inflação também restringe o crescimento do comércio, com um mix de produtos mais caros, como mostra a queda das vendas de hiper e supermercados no mês de junho. O IPCA de julho, entretanto, confirmou a deflação esperada para o mês desde a divulgação do IPCA-15 e dos IPCs dos IGPs, com queda de 0,68%. Com esse resultado, o IPCA acumulado em 12 meses passou de 11,89% para 10,07%”, explica o economista.

Como esperado, destacou-se a deflação da energia elétrica (5,78%) e da gasolina (15,48%). O resultado do IPCA teria sido ainda mais baixo não fosse a forte alta do grupo Alimentação e Bebidas, que subiu 1,30% por conta da inflação do preço do leite e derivados. Mas há sinais de que o forte ajuste nos juros também começa a fazer efeito nos preços mais sensíveis à política monetária: núcleos e índices de difusão, apesar de ainda estarem em patamares altos, desaceleraram. O mesmo ocorreu com os serviços subjacentes.

As projeções dos analistas para o resultado de agosto são de nova deflação, ainda que de menor intensidade. Em meio a sinais tão diversos dos indicadores de atividades e inflação e da divulgação da ata da última reunião do Copom, confirma-se um cenário em que o BCB é mais data-dependent, “esperando para ver” os efeitos da conjuntura e do forte ajuste monetário já promovido desde março do ano passado.

Atualmente, a mediana do mercado aponta que a Selic deve permanecer em 13,75% até o final deste ano, caindo para 11% até o final de 2023, números que não se alteraram no Focus desta semana. Houve alterações também marginais nas projeções de crescimento do PIB e de inflação, mas de valência um pouco mais positiva, com a interrupção do movimento de revisões negativas para o crescimento em 2023. Na agenda econômica da semana, destaque para o Monitor do PIB de junho, amanhã (16/08), que com o IBC-Br de hoje, ajudará os analistas a formar um quadro para possíveis revisões de crescimento do PIB este ano.

IRB Brasil Re divulga prejuízo de R$ 292,8 milhões no 1o. semestre

O IRB Brasil RE divulgou prejuízo líquido de R$ 292,8 milhões no primeiro semestre de 2022 (1S22). Os efeitos climáticos que provocaram a quebra de safras importantes do agronegócio e resultaram em sinistros vultosos para seguradoras e resseguradoras, além de sinistros decorrentes da covid-19, impactaram negativamente nos números da companhia. No segundo trimestre, o prejuízo líquido foi de R$ 373,3 milhões.

De acordo com a Análise de Desempenho divulgada pelo IRB, tais efeitos, principalmente na linha Rural, comprometeram a recuperação dos resultados iniciada no primeiro trimestre do ano. Normalizando os efeitos climáticos atípicos e de covid-19, a companhia teria fechado o primeiro semestre com resultado positivo, graças ao resultado financeiro e à redução significativa do prejuízo operacional, fruto do processo de melhoria da subscrição iniciada em meados de 2020.  

O IRB Brasil RE deve observar dois indicadores regulatórios importantes. De acordo com reportagem da agência ‘Bloomberg”, citando pessoas familiazarizadas com o assunto, o IRB está preparando uma oferta subsequente de ações que deve movimentar cerca de R$ 1 bilhão. A reportagem diz ainda que a resseguradora está em conversas com bancos incluindo Itaú BBA e Bradesco BBI para a possível transação, que pode acontecer nos próximos 30 dias.

Em junho deste ano, apresentou insuficiência do patrimônio líquido ajustado em relação ao capital mínimo requerido no montante de R$ 613,8 milhões. O patrimônio líquido ajustado correspondia a 64% do capital mínimo requerido na data. A companhia também apresentou insuficiência no enquadramento da cobertura de provisões técnicas de R$ 729,7 milhões na mesma data. O IRB apresentou à Susep plano de regularização de cobertura, que deverá sanar a suficiência de ambos os indicadores regulatórios no horizonte temporal definido pela legislação. 

A companhia publicou, na manhã desta segunda-feira (15/08), fato relevante informando que estuda a possibilidade de realização de uma operação de captação de recursos que, em princípio, consiste em uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações ordinárias, a ser realizada no Brasil e com esforços de colocação no exterior, respeitado o limite de aumento de capital autorizado pelo Estatuto Social do IRB. 

Ressalta-se que, até o momento, a companhia não definiu ou aprovou a efetiva realização ou estruturação da potencial captação, bem como seus termos e condições, em especial os critérios de fixação do preço de emissão das novas ações, e, portanto, na presente data, não está sendo realizada qualquer oferta pública de distribuição de ações de sua emissão no Brasil ou em qualquer outra jurisdição. 

Prêmios emitidos  

No 2T22, o volume total de prêmios emitidos pelo IRB apresentou redução de 22% em relação ao 2T21, alcançando R$ 1,685 bilhão, ante R$ 2,160 bilhões no mesmo período do ano anterior. O prêmio emitido no Brasil totalizou R$ 1,154 bilhão no 2T22, com decréscimo de 7% em relação ao mesmo período de 2021, principalmente em razão de ajustes nas linhas Patrimonial, Rural e de Aviação. O prêmio emitido no exterior totalizou R$ 530,9 milhões no 2T22, o que representou uma queda de 42,2% em relação ao 2T21. Essa redução está em linha com a estratégia de re-underwriting

Já no 1S22, o volume total de prêmios emitidos recuou 9,8% em relação ao 1S21, totalizando R$ 3,689 bilhões. No acumulado do ano, o prêmio emitido no Brasil totalizou R$ 2,394 bilhões, o que representou um incremento de 4,8% em relação ao mesmo período de 2021, refletindo o maior volume de prêmios emitidos nos segmentos Patrimonial (+6,3%), Rural (+9,3%) e Outros (+13,8%). O prêmio emitido no exterior foi de R$ 1,295 bilhões, com uma queda de 28,2% ante o 1S21. A menor contribuição do prêmio emitido no exterior decorre, principalmente, das linhas de Aviação (-71%), Rural (-59%) e Vida (-26,3%), em linha com a estratégia da companhia. 

Sinistralidade 

O sinistro retido total no 2T22 foi de R$ 1,663 bilhão, em linha com o 2T21, de R$ 1,658 bilhões. O índice de sinistralidade total no 2T22 foi de 124,2%, apresentando uma alta de 28,5 p.p. ante o mesmo trimestre do ano anterior, de 95,7%.  

Em termos nominais, o sinistro retido no Brasil saiu de R$ 769,6 milhões no 2T21 para R$ 1,056 bilhão no 2T22. O índice de sinistralidade saltou de 91,7% para 143,9% quando comparamos o 2T21 com o 2T22. Os sinistros reconhecidos no período, majoritariamente, acompanham as perdas com o cultivo de grãos ocorridas principalmente na região Sul e parte do Mato Grosso do Sul.  

O índice de sinistralidade no exterior ficou em 100,2%, comparado a 99,5% no 2T21, impactado pelos efeitos de sinistros de Vida, principalmente no Peru, e efeito de cauda dos contratos descontinuados de Aviação. 

No acumulado dos seis meses de 2022, o sinistro retido total foi de R$ 2,596 bilhões, com o índice de sinistralidade apresentando um acréscimo de 19,3 p.p. comparado aos 85% do mesmo período do ano anterior. A sinistralidade nos seis meses de 2022 normalizada dos efeitos climáticos atípicos e da covid-19 foi de 78%, uma melhora de 7 p.p. comparado ao mesmo período do ano anterior. 

Resultado financeiro e patrimonial 

No 2T22, o resultado financeiro e patrimonial foi positivo em R$ 104,3 milhões, crescimento de 17% em relação ao mesmo período de 2021, mesmo negativamente afetado pelo recálculo de alguns passivos, que trouxe efeito negativo de R$ 65,1 milhões no trimestre. Sem esse ajuste, o resultado financeiro teria sido de R$ 169,5 milhões no trimestre, 90% acima do mesmo trimestre de 2021, impulsionado pela performance de 107% em relação ao CDI da carteira de investimentos no Brasil. 

Nos seis primeiros meses de 2022, o resultado financeiro foi positivo em R$ 364 milhões, comparado a R$ 192,8 milhões no 1S21, beneficiado pelo aumento da taxa Selic, que impulsionou o crescimento da rentabilidade da carteira em reais de 2,8% no 1S21 para 6,5% no 1S22. 

As despesas gerais e administrativas no 2T22 totalizaram R$ 79,4 milhões, um decréscimo de 25,1% em relação ao 2T21. Assim, o índice de despesa administrativa caiu para 5,9% no 2T22.