Porto abre mais de 40 vagas de emprego para pessoas com deficiência

porto seguros

Fonte: Porto

A Porto está com mais de 40 vagas de emprego para as áreas de seguros, negócios financeiros, tecnologia da informação e comercial. As oportunidades são exclusivas para pessoas com deficiência, que nos últimos dois anos tiveram um crescimento de 14% no número de colaboradores.

“Temos buscado ampliar cada vez mais as oportunidades às pessoas com deficiência, não apenas no oferecimento de vagas, mas também buscando entender na nossa base de colaboradores as suas principais necessidades, por meio do programa Juntos, nosso programa de Diversidade e Inclusão, que propicia que diversos grupos de pessoas possam se reunir para propor soluções relacionadas à diversidade na Companhia”, destaca Carolina Zwarg, diretora de Pessoas e Sustentabilidade da Porto.

As oportunidades são para os regimes presencial e home office, atuando como Atendimento Receptivo, Operacional de Vendas de Seguros, Analista de Formulários Júnior, Analista de Suporte Comercial e Analista SysOps Junior, na área de TI da Porto. O processo seletivo será integralmente online e, além da inscrição, contará com testes de português, raciocínio lógico, fit cultural e entrevista online.

Além das remunerações mensais, os contratados e contratadas terão comissão (no cargo de vendas), e os benefícios de vale-refeição, vale-alimentação, auxílio-creche ou babá, vale-transporte, plano odontológico e de saúde, seguro de vida, participação nos lucros da empresa, previdência privada e desconto em produtos e serviços. Os profissionais ainda irão contar com programa de bolsas de estudos e treinamentos oferecidos pela área de recursos humanos.

Veja abaixo a descrição das vagas:

Atendimento Receptivo: Ensino Médio completo, foco no atendimento e relacionamento com clientes, além de boa comunicação, desenvoltura e facilidade com tecnologia;

Para se inscrever na vaga, basta acessar:

https://jobs.kenoby.com/porto-seguro/job/operador-de-atendimento—pessoas-com-deficincia/632b238fb7c6c284db64a16e?x-token-internal=1276beb2500edce3c3dc0b62771bb45c2315eeb516f106269398a33989923b70b18785c2815e8396190d50161ee6d02bec203fafde18ae9aa19cbf4515eaed33&utm_source=internal

Vendas de Seguros: Segundo grau completo, desejável superior/cursando; Necessário ter conhecimentos de informática e internet; e necessário experiência em vendas e Desejável conhecimento em seguros.

Para se inscrever na vaga, basta acessar:

https://jobs.kenoby.com/porto-seguro/job/operador-comercial-exclusivo-para-pessoas-com-deficiencia/6231052e1b3150986e230997?utm_source=website

Analista SysOps Júnior: Conhecimentos em Processos Ágeis; Desejável certificação Microsoft; Conhecimentos nos processos ITIL; e Conhecimentos em infraestrutura de servidores Linux e Windows.

Para se inscrever na vaga, basta acessar:

https://jobs.kenoby.com/porto-seguro/job/analista-sysops-jr-exclusivo-para-pessoas-com-deficincia/62750eecfc6f7e26bac6a1ec?x-token-internal=cef53cb3f95111b30ee821629e5ec307326ad0952c26e528bf3aa082b63234686cbfb01dae6fbd42dc9929489cc3c188414dd409688d1c7b41e88739631cd473&utm_source=internal

Analista Formulários Júnior: Superior em andamento; e Conhecimentos em diagramação Adobe InDesign.

Para se inscrever na vaga, basta acessar:

https://wwws.portoseguro.com.br/gerenciadorinterfaceweb/rh_detalhe_vaga.do?id=630e5ab2e390816ce7b24675&flagElo=true

Analista Suporte Comercial (Rio de Janeiro): Superior completo; Experiência na área comercial; e Desejável conhecimento em seguros.

Para se inscrever na vaga, basta acessar:

https://wwws.portoseguro.com.br/gerenciadorinterfaceweb/rh_detalhe_vaga.do?id=6323845ad7c41527c8bcd621&flagElo=true

MetLife e Route Institute fazem 2ª ação de coleta de lixo e plantio de árvores na Billings em 2022

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, se uniu a Route Institute – organizações da sociedade civil autônoma, sem fins lucrativos – para coletar lixo e plantar mudas de árvores nativas às margens da Represa Billings, em São Paulo. Cerca de 55 voluntários, entre colaboradores da empresa e da ONG, participaram da ação de impacto social e sustentável no dia 23 de setembro. No total, 10.445 itens foram retirados, a maioria plástico (7.802), 908 de isopor, 631 de vidro, 248 de papel, 127 de metal e 539 de não recicláveis que serão destinados para a Cooperativa Cooperpac para reciclagem e reaproveitamento. Na ocasião, 10 mudas nativas de espécies como Ipê, Jacarandá, Pau Brasil, Ameixa do Pará e Jatobá foram plantadas ao redor da represa, almejando contribuir com o reflorestamento e a formação da flora local. 

A iniciativa faz parte de uma série de ações que estão sendo implementadas no Brasil pela MetLife para fortalecer a agenda ESG no país e efetivamente proporcionar um impacto positivo contra a mudança global do clima. “Em abril realizamos a nossa primeira ação de coletiva de lixo e conseguimos recolher mais de 1.740 itens, como canudos, garrafas plásticas, tampinhas, bitucas de cigarro, sacolas e embalagens longa vida, que foram destinados à Valquíria Recicladora, pela Route Institute. Agora, mais que sextuplicamos o volume coletado e isso nos orgulha muito.”, comenta Thais Catucci, gerente de comunicação interna, responsabilidade social e sustentabilidade da MetLife Brasil.

Esta é apenas uma das ações colocadas em prática pela MetLife nos últimos anos, com o intuito de avançar no cumprimento das 11 metas ambientais globais da ONU e efetivamente atender aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com programas para saúde e bem-estar, igualdade de gênero, trabalho descente e crescimento econômico, redução das desigualdades e contra a mudança global do clima. “Esta ação especificamente nos ajuda com o comprometimento do ODS 13, que trata de tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos e proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da Terra e deter a perda da biodiversidade; respectivamente”, acrescenta Thais.

No Brasil, a MetLife possui um Comitê de Sustentabilidade, pautado por uma agenda ativa de discussões para escolha de projetos, criação de ações internas e melhorias que visam gerar menos impacto ao meio ambiente. Em 2022, a empresa segue com pipeline de projetos em andamento, como: o patrocínio ao Autismo Tech; as ações de reforma de casas apoiadas pela Habitat para Humanidade Brasil; o Carta e Carreira, projeto de troca de cartas e incentivo a jovens em vulnerabilidade; o patrocínio do projeto Sonhar, Planejar e Alcançar, em parceria com a Sésamo; o apoio ao programa JáÉ de Educação para Equidade Racial com o Fundo Baobá, que visa dar oportunidades para jovens negros de comunidades; o Floresta MetLife, projeto de plantio de árvores e recuperação de florestas, entre tantos outros.

Prudential do Brasil lança produto para doenças graves

Carlos Cortes Prudential

Uma pesquisa realizada pela Prudential em 2021 aponta que mais de 40% dos clientes buscaram a proteção em vida como motivação para contratação do seguro. Atenta a essa necessidade,

A Prudential do Brasil lança o Prudential Proteção em Vida, onde clientes podem contratar a cobertura para doenças graves de forma direta, e não apenas como proteção adicional de um seguro de vida básico. A partir de agora, dois tipos de proteção para doenças graves poderão ser contratados de maneira individual ou com opcionais, como a cobertura Renda Hospitalar e um pacote exclusivo de assistências para auxiliar no acompanhamento da saúde: desconto em medicamentos, telemedicina, orientação nutricional e esportiva, psicoterapia, segunda opinião médica, orientação gestacional e acesso ao Prudential Vitality, plataforma de bem-estar exclusiva da seguradora.

“A demanda por proteções em vida, ou seja, nas quais o benefício possa ser aproveitado em vida, cresce de forma acelerada no último ano. Destaque para o ramo de doenças graves que cresceu 24% no mercado em 2021. Por isso, passamos a oferecer a cobertura de maneira direta, facilitando o acesso das pessoas a uma proteção que pode fazer a diferença nos momentos mais desafiadores da vida, como um tratamento ou procedimento médico”, explica o vice-presidente de Marketing e Digital da seguradora, Carlos Cortez. “Esses serviços permitem que o cliente tenha um cuidado 360° com a saúde e bem-estar, já que ele poderá utilizar quando precisar”.

A cobertura Doenças Graves Modular possui quatro módulos de proteção com até 25 doenças e procedimentos cobertos, como câncer e doenças cardiovasculares e neurológicas. Um dos diferenciais da cobertura é o pagamento de até duas indenizações quando o cliente tem aceitação para os quatro módulos do produto. Além disso, em casos de câncer de mama em mulheres e de próstata em estágios avançados, o seguro paga um valor de 50% adicional ao capital segurado, quantia que pode ser usada para custear o tratamento, na recuperação ou como o cliente desejar. Já a cobertura Doenças Graves Plus inclui 13 doenças e procedimentos, como câncer, infarto, AVC, insuficiência renal e cirurgia da aorta.

O cliente tem acesso a descontos de até 70% em medicamentos em mais de 35 mil farmácias pelo país. Além dos descontos, o segurado poderá adquirir medicamentos genéricos de forma totalmente gratuita todo mês.

Por meio de uma plataforma virtual de saúde, é possível realizar consultas médicas emergenciais ou agendadas, receber orientação nutricional e esportiva, com plano de treino e plano alimentar, atendimento com psicoterapia e segunda opinião médica. Além disso, clientes grávidas podem receber orientação gestacional por meio de um acompanhamento mensal.

O Prudential Proteção em Vida também pode dar acesso ao Vitality, programa em que o cliente é recompensado pela prática de atividades físicas e pelos seus cuidados regulares com a saúde. A plataforma já ajudou mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo a terem uma vida mais saudável.

Tokio Marine apoia o Instituto Quimioterapia e Beleza

Luciana Amaral_Diretora de Pessoas e Planejamento da Tokio Marine Seguradora

O Instituto Quimioterapia e Beleza – IQeB, com o apoio da Tokio Marine, lança o projeto “Abre Portas”, plataforma digital que conecta pacientes oncológicos e empresas contratantes. “Temos observado que, cada vez mais, mulheres jovens, com idade entre 30 e 40 anos, são diagnosticadas e curadas do câncer de mama. Porém, o pós-diagnóstico, tratamento e pós-tratamento causam muitas mudanças, sejam elas físicas, emocionais e externas, como no mercado de trabalho”, afirma Deborah Duarte, presidente do IQeB. 

Para Diana Vilas Boas, psicóloga e diretora de Relações Humanas do IQeB, que lidera o projeto, o mercado ainda é preconceituoso e tem pouco conhecimento sobre o câncer e até mesmo sobre as condições, habilidades e potencial de uma pessoa que recebeu o diagnóstico da doença e já se curou. “Após superarem a doença, surgem as dúvidas: como voltar ao trabalho? Como fazer currículos tendo se afastado do emprego, ou como se preparar para entrevistas de regresso ao mercado de trabalho?”, questiona.


Segundo dados do Instituto, cerca de 70% das mulheres relataram necessidade de um novo emprego, ou interesse em uma nova profissão após terem ficado sem trabalhar por conta da doença. Para dar apoio a essas pacientes, a iniciativa “Abre Portas” atua com objetivo de orientar, capacitar e oferecer oportunidades em empresas e em suas vagas abertas. O processo acontece por meio de uma plataforma digital e é onde são feitas as conexões entre pacientes e empresas. Além da Tokio Marine Seguradora, o projeto contará com a parceria de outras instituições para cursos e treinamentos. 

“O ‘Abre Portas’ visa reforçar a importância do apoio para que pacientes recuperados de câncer deem continuidade às suas histórias de vida e jornadas profissionais. Nesse sentido, a sensibilidade das empresas é muito importante no momento de volta ao mercado de trabalho destas pessoas”, afirma a presidente do IQeB, Deborah Duarte.

Para a Tokio Marine, patrocinadora da plataforma, a Abre Portas contribui para a redução de desigualdades, além da promoção de saúde e bem-estar. “Estamos sempre em busca de oportunidades para ampliar e disseminar boas práticas. Essa iniciativa integra uma estratégia abrangente, sob a assinatura Tokio ESG, e está alinhada ao propósito da Companhia de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e transparente. Patrocinar a volta de mulheres curadas de câncer ao mercado de trabalho é de extrema importância para diminuir o estigma sobre a doença”, explica a diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral.

O lançamento oficial da plataforma Abre Portas será realizado no 9º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, que acontecerá entre os dias 27 e 29 de setembro, em São Paulo. 

Fator Seguradora contrata Liliana Márquez como superintendente de Garantia

Liliana Marquez Fator Seguradora seguro garantia

A Fator Seguradora contratou Liliana Márquez como superintendente de Garantia. A economista e administradora de empresas chega para agregar sua experiência a uma jornada digital que está em curso na seguradora. “Chego num momento importante, com o fatorconnect, novo canal digital da seguradora com emissões 100% on-line, com processos bem desenhados, desde a cotação, subscrição de risco, emissão da apólice, o que contribui muito para a massificação do Seguro Garantia, ramo em que atuo há mais de 20anos”, conta.  

Em agosto deste ano, a Fator Seguradora bateu seu recorde de vendas. “Ultrapassamos 1 mil apólices vendidas em Garantia, sendo 90% delas emitidas na plataforma on-line – o fatorconnect. Estamos orgulhosos do resultado obtido e que é consequência dos investimentos em tecnologia e em nossa equipe, que vêm crescendo de maneira expressiva e hoje conta com 18 especialistas”, comentou Pedro Mattosinho, diretor de Seguro Garantia da companhia.

Ambos estão otimistas com esse mercado, que enfrentou nos últimos anos discussões importantes voltadas para a sua modernização, e movimentou em 2021 cerca de R$ 3 bilhões em prêmios, sendo praticamente 80% das vendas referentes a garantias judiciais e 20% a garantia contratual. 

Liliana e Mattosinho apontam que 2023 traz grandes desafios para as seguradoras do ponto de vista de adaptação às novas legislações. Em 1º. de janeiro entra em vigor a resolução da Susep (Superintendência de Seguros Privados), que acaba com clausulados padronizados e dá liberdade para seguradora e clientes desenharem um contrato em comum acordo. Já em abril do próximo ano, começa valer a Lei de Licitações, promulgada em abril de 2021, com um capítulo especial sobre Seguro Garantia. 

Leia mais – Especialistas debatem o futuro do seguro garantia em webinar promovido pela Fator Seguradora

“Estamos preparados para as mudanças, pois somos especialistas em garantia, tanto contratual, que exige especialistas desde a subscrição do risco até o acompanhamento da obra, como judicial, que exige uma exímia gestão de crédito de empresas e uma entrega praticamente on-line ao corretor de seguros em consulta e emissão de apólice”, afirma Liliana.  

A expectativa é seguir crescendo na carteira de Garantia como um todo. Em 2021, a Fator Seguradora movimentou R$ 135 milhões, sendo 65% de apólices judiciais e 35% de contratos tradicionais. “Independentemente do governo que vencer as próximas eleições, investimentos em infraestrutura são urgentes para o Brasil seguir seu crescimento. E o seguro é um aliado para garantir o cumprimento dos contratos”, afirma Liliana. 

HDI anuncia parceria com o Sem Parar para ofertas exclusivas aos seus clientes 

Fonte: HDI

Em linha com o propósito de ser ainda mais forte e centrada nas necessidades dos clientes e corretores, a HDI Seguros – a 5ª maior seguradora do País no ramo de automóveis – anuncia parceria com o Sem Parar, empresa do Grupo Fleetcor, líder em meios de pagamentos automáticos no Brasil.  

O negócio tem abrangência nacional e entra em vigor a partir de hoje, 26 de setembro. A partir de agora, clientes HDI poderão adquirir a tag do Sem Parar com condições especiais e de forma simplificada.  

Já os clientes Sem Parar poderão, através do APP da empresa, ter acesso à cotação simplificada e contratação do Seguro Auto HDI, apenas fornecendo três dados do consumidor (CPF, placa e CEP), por meio de uma experiência 100% digital.  

“Fechar essa parceria com o Sem Parar é extremamente importante para nós, da HDI. Estamos sempre atentos às oportunidades estratégicas de negócio – que nos ajudem a diversificar produtos e serviços –, com foco em aprimorar nossa entrega aos clientes e corretores – nosso principal e mais importante canal de vendas”, diz Eduardo Dal Ri, CEO da HDI. 

“Com essa nova parceria com a HDI, ampliamos nosso portfólio de soluções de forma muito estratégica. Duas empresas referência de mercado unidas para trazer mais praticidade, segurança e serviços relevantes para os clientes”, completa Rogério Pezelli, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Sem Parar.   

“Olhar para o futuro e falar com a sociedade” foi a mensagem de presidente da CNseg na 8ª edição do Enconseg

Fonte: CNseg

O evento que marca o encontro de corretores de seguro, realizado pelo SINCOR-RJ, reuniu representantes do setor de seguros e teve a participação do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, e do presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos.

A 8ª edição da Enconseg aconteceu após um hiato provocado pela pandemia e trouxe como tema a “Confiança no Futuro”, que foi tratado em uma palestra inicial comandada pelo empresário e professor Arthur Igreja. O economista Ricardo Amorim também participou do evento trazendo uma apresentação sobre macroeconomia.

Durante o painel apresentado pela CNseg, SINCOR-RJ e FENACOR, os corretores participaram através de perguntas. O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, disse que o setor de seguros ainda precisa olhar mais para o futuro. Segundo ele, é preciso se comunicar mais e o corretor de seguros precisa falar com a sociedade e estar muito preparado para ouvir também.

“Temos feito grandes mudanças na nossa comunicação, focando nos benefícios para a comunidade e no quanto a gente tem de benefícios para a sociedade. vemos muito positivamente o fortalecimento da profissão de corretor. No fundo, uma apólice de seguro é uma promessa. isso exige uma relação de confiança, difícil de passar pelo digital”

O presidente do conselho diretor da CNseg, Roberto Santos, comentou que o momento é um dos mais importantes do mercado de seguros. Ele destacou a união entre corretores e seguradoras para superar momentos difíceis no setor, seja por ameaças na legislação ou na digitalização dos processos e empresas. “A função do corretor foi colocada à prova durante muito tempo por causa da mudança na gestão da legislação e conseguimos passar por isso. O papel do corretor também foi colocado à prova por causa da chegada da digitalização. No entanto, duas plataformas que foram criadas nos Estados Unidos para vender seguros sem corretores já estão tendo que contratar corretores”, afirmou.

O presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão, chamou a atenção para a dificuldade do cadastramento de corretores de seguros pequenos e de cidades do interior nas seguradoras. Segundo ele, esse tem sido um grande empecilho para o desenvolvimento dos profissionais da área. “Em anos que sou presidente do sindicato, passo 30% do meu tempo lutando para cadastrar esses corretores nas seguradoras. Eu mesmo ligo e tento fazer esse cadastramento. Seria simples: a seguradora poderia informar com qual tipo de corretor ela trabalha, porque aí o profissional não ficaria de 5 a 6 meses esperando para se cadastrar e não conseguir.”, disse ele.

O Enconseg contou ainda com representantes das seguradoras SulAmérica, Bradesco Seguros, MAG Seguros e Porto no painel “Roda viva com o corretor”. Para fechar o evento, a escritora e pensadora digital Marta Gabriel fez uma apresentação sobre “Phygital e relacionamento com o cliente”; e o professor e escritor Leandro Karnal comandou o último painel com o tema “O futuro começa hoje”.

Seguradoras caminham para pagamentos de sinistros em tempo real 

Fonte: Valor

Uma das principais demandas de consumidores de seguros, os pagamentos instantâneos de sinistros caminham para se tornar uma realidade no mundo. No entanto, isso depende de existir no país uma infraestrutura de transferência de valores em tempo real, como o Pix no Brasil, traz o Valor Econômico.

Nos EUA, os pagamentos são feitos por meio das redes de cartões de crédito e pela própria infraestrutura das instituições financeiras, além da possibilidade de o cliente escolher plataformas digitais como PayPal e Venmo, conforme explicou o CEO da insurtech de pagamentos One Inc., Ian Drysdale, durante painel sobre pagamentos no InsurTech Connect (ITC), em Las Vegas, nesta quarta-feira (21). O especialista também mencionou o futuro FedNow, que será a versão americana do Pix brasileiro.

No mesmo evento, o sócio e diretor-executivo de parcerias da área de pagamentos do J.P. Morgan, Ray Nazloomian, afirmou que “cerca de 70% dos clientes de seguradoras mudariam de marca se pudessem ter uma experiência digital mais rápida no recebimento de indenizações”. Segundo o especialista, a possibilidade de realizar pagamentos em tempo real existe tanto para as insurtechs quanto para seguradoras incumbentes.

A experiência da seguradora Liberty mostra ser importante oferecer opções ao cliente sobre a forma como ele quer receber o valor.

O CEO da One Inc. acrescentou que as seguradoras vivem no mesmo mundo que as companhias digitais de várias indústrias. “Então os consumidores querem experiências que sejam como aquelas que eles têm com a Netflix ou a Amazon”, disse. “Isso significa ser capaz de trabalhar nesse mundo”, complementou.

Parte dessa experiência, avaliou Drysdale, é a oferta de pagamentos multicanais. “Globalmente há uma guinada em direção a sistemas de pagamentos em tempo real. O seguro tem de ser capaz de pagar sinistro em menos de 24 horas e mesmo em minutos.”

Segundo ele, esse tipo de solução envolve a possibilidade de o cliente escolher como e onde quer receber o dinheiro. “As seguradoras precisam ser capazes de enviar a indenização para uma conta com cartão de débito, mas também para cartões de crédito ou carteiras digitais”, afirmou.

De acordo com Nazloomian, do J.P.Morgan, mesmo as companhias com sistemas legados muito antigos conseguem implementar soluções de pagamentos instantâneos. “As empresas só precisam de APIs [protocolos para conexão de aplicações e sistemas]”, apontou. “Bancos e empresas de pagamentos têm focado bastante nos últimos anos em desenvolver um ecossistema de APIs e é realmente importante fazer essas plataformas de fácil conexão, seja para insurtechs ou grandes seguradoras.”

MAG Seguros comemora a valorização do corretor de seguros no evento ITC Vegas 2022

Entre os 7 mil inscritos para o InsureTech Connect (ITC), em Las Vegas, maior evento do mundo de seguros e inovação que aconteceu dias 21 e 22 de setembro, estavam Helder Molina, CEO da MAG Seguros, juntamente com Nuno David, diretor comercial e de marketing. Ambos voltam impressionados com a quantidade de informações compartilhadas nas dezenas de palestras simultâneas realizadas ao longo dos dois dias. “Feira bem organizada, muito grande, de curta duração, mas que contou a curadoria da equipe brasileira especializada neste evento”, contou David. Ele se refere ao CQCS Experience, que organizou a ida de uma comitiva de 80 executivos brasileiros para Vegas.

Entre tantos temas debatidos, David citou tecnologias relacionadas à distribuição. “Há um protagonismo renovado para o corretor/agente. É como se houvesse uma retomada de consciência subliminar do papel importantíssimo que um consultor/advisor tem na venda de um seguro de vida. Desapareceram da feira as grandes plataformas de venda direta B2C, com Lemonade ou Metromille. Fala-se muito do embedded insurance, ou seguro embarcado, para fazer essa venda B2C “dentro” de outros produtos, que vão de crédito, passam por transporte e seguem para comida. Literalmente tudo. Mas não havia nada de venda direta pura de B2C”, contou.

Segundo publicou o Valor, o seguro “embedded”, ou seja, proteções embutidas ou invisíveis podem se tornar um mercado trilionário no mundo nos próximos anos. De acordo com o CEO e co-fundador da Next Insurance, Guy Goldstein, o seguro embarcado pode preencher uma lacuna de proteção globalmente que alcança US$ 1,3 trilhão. O que é muito, tendo os US$ 7 trilhões de vendas totais no mundo em 2021, segundo estudo da Fundação Swiss Re. O CEO da insurtech Pattern, Meitav Harpaz, explica que a tendência abrange coberturas que ficam embutidas em produtos ou serviços, como viagens, reservas em hotéis ou aquisição de bens. “Uma das tendências trazidas pelo seguro embutido é que os produtos de proteção tem de se tornar experiências em tempo real e não apenas serem sobre bens”, disse.

Em tecnologia, David afirma que a palavra da moda é lowcode/nocode. São plataformas utilizáveis por qualquer leigo em código na empresa, que operam diretamente na configuração do sistema sem necessidade de desenvolvedores ou equipes multidiciplinares para resolver problemas específicos, ou no jargão do setor, devs ou squads.

Quanto ao “Analytics”, a palavra mais falada em entrevistas de seguros, David informa que segue em alta. “O mercado deste tipo de soluções segue totalmente pulverizado. Há centenas de estandes de empresas que apresentam soluções, mas não há, ainda, empresas que consolidem soluções para consumo mais fácil de algoritmos e soluções. Talvez nunca isso venha a acontecer. É uma área de altíssima customização e dependente muito de talento. E este profissional dificilmente quer se transformar em um funcionário”, comenta.

Ainda em Analytics, “Inteligência Artificial” é outra expressão que deu uma sumida. “Acho que o pessoal finalmente deixou de achar que as máquinas vão pensar sozinhas e isso trouxe a AI para um plano mais instrumental e terráqueo, menos “sexy”. Possivelmente menos “marqueteiro” e mais útil”, segundo o executivo.

Uma palavra praticamente inexistente em Las Vegas foi Open Insurance. “Nada. Zero. De lado nenhum da feira, de nenhum país. O que nos surpreendeu. Nem levantando o assunto a conversa se desenvolve. O que nos deixou a impressão que tem qualquer coisa errada nesta história. Ou no Brasil ou no mundo. Ou nos dois”, brincou.

Outros temas que os executivos acompanharam durante o evento envolviam UX, ou experiencia do usuário, e segurança cibernética (cibersecurity). São temas em alta, mas sem grandes novidades sobre os debates em curso até agora. Como publicou a Revista Apólice, Billy Gouveia, fundador, e Brian Dykstra, diretor forense, ambos da Surefire Cyber, afirmaram que no mundo cibernético, a infraestrutura é a primeira defesa. Se não acharem uma fraqueza externa, os cibercriminosos mandam emails com malware. Phishing é muito comum e pode ser bem genérico”, destacou Dykstra. A saída é usar filtros de email para evitar o risco de phishing, com multi níveis de autenticação.

“As insurtechs que se apresentam aqui têm um papel estruturante no mercado que vai para além das proposições de valor que cada uma apresenta. Elas trazem um enorme desconforto e impulso para o mercado das tradicionais/grandes. E isso instiga todos a se mexeram, seja na busca de associação, criando fundos de Venture capital, mudando formas de remuneração, criando sandboxs internos entre outras possibilidades. Realmente o panorama nos leva a olhar para a frente e a pensar diferente. E digo isso com base nas conversas que tivermos. Todas as resseguradoras e as grandes seguradoras globais estavam presentes de alguma forma este evento. Realmente foi incrivel”, finalizou David.

E em outubro tem mais. O CQCS Experience realiza nos dias 25 e 26, em São Paulo, a quarta edição do CQCS Insurtech & Innovation, o maior evento Latino Americano de Inovação em Seguros. O evento tem uma jornada matinal com Keynote Speakers da América Latina, Europa, Ásia e América do Norte, onde referências globais em inovação em seguros e proteção, compartilharão suas experiências e visões com o público presente.

As tardes estão reservadas para os painéis compartilhados divididos em quatro trilhas. Serão mais de 40 painéis com palestrantes dos mais importantes países latino americanos e convidados dos outros continentes, criando o hub para ampliar as possibilidades de solidificação do ecossistema de inovação e seguros com foco em repensar o seu negócio, fortalecer parcerias e encontrar possibilidades de desenvolvimento para um mercado de seguros maior, melhor e mais justo para todos, informa o idealizador, Gustavo Doria.

Debates sobre mudanças no seguro garantia mobilizam equipe da EZZE Seguradora

A equipe da EZZE Seguradora está debruçada nas mudanças regulatórias do seguro garantia para sair na frente neste ramo no qual é especializada. Luiz Paulo Lorencini, Superintendente de Subscrição, explica quem em 2023 entram em vigor dois importantes normativos. Um de esfera federal, com a Lei de Licitações, promulgada em abril de 2021 e que entra em vigor a partir de abril de 2023. “Diferentes órgãos dos governos federal, estadual e municipal já promovem debates e consultas públicas para explicar o que deverá constar no clausulado de seguros”, conta o especialista. 

Outra mudança importante que requer atenção das seguradoras é com a Resolução 662 da Susep (Superintendência de Seguros Privados), que entra em vigor no início do próximo ano. “Apesar das dúvidas sobre deveres e direitos, consideremos o fim do clausulado padrão positivo. O normativo refina as regras e diretrizes do segmento, aumenta a precisão técnica, reforça os mecanismos de transparência, adota redações mais adaptadas à realidade do mercado e reduz significativamente a assimetria de informações entre as partes interessadas no seguro”.

As discussões avançam entre resseguradores, clientes e tomadores, bem como as esferas institucionais do setor de seguros e órgãos públicos para a construção de clausulados de contratos aderentes para as partes. 

A nova regulamentação 662, praticamente já entra em vigor em contratos negociados neste segundo semestre. “A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), por exemplo, já está adequando os editais que divulgam neste momento, pois o seguro garantia de performance terá validade a partir do primeiro trimestre de 2023. A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) também já chamou o mercado segurador para conversar sobre este tema”, explica. 

Lorencini alerta que este é um momento crucial para o seguro garantia, que envolve várias empresas, como corretores, seguradoras, resseguradores, advogados e órgãos públicos. “Ainda restam dúvidas sobre as garantias que as licitantes vão exigir e as garantias que as seguradoras e seus contratos de resseguros vão ofertar, com muitas prerrogativas em estudo. As definições de clausulados serão importantes para estimular as vendas e garantir que esta importante proteção financeira seja um mitigador de riscos em contratos com o poder público”. 

Lorencini afirma que a concorrência será acirrada em 2023. “Cada seguradora terá um clausulado e vencerá aquele que for mais aderente às necessidades dos clientes, com um preço compatível, o que exige especialização e tecnologia para reduzir custos, aumentar a capilaridade e trazer agilidade na entrega e monitoramento das obras”, finaliza.