Inflação extrema e desastres naturais exigem gestão de risco disciplinada, enfatiza a resseguradora Munich Re

As perspectivas tanto para a economia quanto para a inflação tornaram-se mais sombrias nas últimas semanas, especialmente na Europa. Isso, juntamente com o aumento dos riscos de ataques cibernéticos e desastres naturais, coloca as seguradoras em uma situação difícil e complexa, onde a solidez financeira e a experiência em riscos serão o que compensa. As expectativas de inflação e os riscos em mudança devem ser refletidos em nossos preços de cobertura de seguro. Ao adotar essa abordagem, podemos permanecer um parceiro forte para nossos clientes e, junto com eles, apoiar a resiliência econômica.

A citação é de Thomas Blunck, membro do conselho da Munich Re, que divulgou hoje um comunicado alertando o mundo sobre o cenário desafiador previsto para 2022 e 2023. De acordo com a nota, o impacto combinado de crises econômicas e geopolíticas está causando níveis de complexidade praticamente sem precedentes no ambiente de negócios para seguradoras primárias e resseguradoras em todo o mundo. A inflação alta, em particular, está tendo um efeito profundo na expectativa de perda em muitos segmentos operacionais. Também contribuem para a equação o cenário em mudança para riscos como as mudanças cibernéticas e climáticas, e as consequências da pandemia de coronavírus, que ainda é perceptível em algumas áreas.

Em resposta à alta inflação, os bancos centrais aumentaram suas taxas básicas, o que, por sua vez, pode impactar os balanços das (res)seguradoras como resultado da desvalorização dos títulos de juros fixos. O aumento das taxas de juros pode desencadear inicialmente um declínio nas bases de capital das (res)seguradoras e afetar sua capacidade, apesar de taxas mais altas terem um efeito positivo no poder de lucro no médio prazo.

A incerteza econômica é especialmente alta. Recentemente, os analistas tiveram que revisar repetidamente as previsões de crescimento para baixo e as previsões de inflação para cima. Como muitos institutos de pesquisa, a unidade de Pesquisa Econômica da Munich Re está trabalhando na suposição de que a zona do euro entrará em recessão neste inverno. Olhando para o ano de 2023 como um todo, o PIB a prazo real na zona do euro deverá estagnar. Uma desaceleração econômica significativa também está se aproximando nos EUA.

Uma preocupação ainda maior para as seguradoras no curto prazo é a inflação, que continuou a subir nos últimos meses – em alguns casos consideravelmente. Muitos mercados estão agora vendo as taxas de inflação atingirem seus níveis mais altos em 40 ou mesmo 50 anos. Na Europa, os preços estão sendo impulsionados principalmente pelos custos de energia e alimentos. Ainda assim, a situação na Europa é semelhante à já observada nos EUA: como os preços estão subindo de forma cada vez mais generalizada, o núcleo da inflação também está sendo forçado a subir. Para as seguradoras, a situação é agravada pelo fato de que as taxas de inflação para os principais componentes de perda, como custos de construção, são em muitos casos mais altas do que a inflação geral.

Todos esses fatores estão levando a um aumento constante da demanda por resseguro. Ao mesmo tempo, porém, as resseguradoras estão vendo suas bases de capital e, por extensão, sua capacidade declinar. “A Munique Re continua em uma posição financeiramente forte, com um índice de solvência que subiu para pouco mais de 250% no final de junho de 2022. Apesar da inflação, dos riscos em mudança e dos altos níveis gerais de incerteza, estamos prontos com nossa capacidade. O que é crucial é que garantimos, junto com nossos clientes, que todos esses desenvolvimentos sejam adequadamente cobertos na precificação”, disse Thomas Blunck, cujas responsabilidades no Conselho de Administração da Munich Re incluem a Divisão Europa/América Latina, à frente da Reunião de resseguros Baden-Baden.

Seguradoras acertam parceira com Amazon para evitar concorrência com empresas de tecnologia

A Amazon.com lançou um portal de seguro residencial no Reino Unido e acertou acordo com três grandes seguradoras à medida que avança nos serviços financeiros em todo o mundo, traz a Reuters. Ageas UK, Co-op e LV, General Insurance, da seguradora alemã Allianz, fornecerão serviços de terceiros inicialmente, disse a Amazon nesta quarta-feira.

“A Amazon será uma grande ameaça se investir seriamente e concentrar seus esforços neste mercado”, disseram analistas da Peel Hunt em relatório. Os analistas acrescentaram que o seguro – incluindo seguro residencial – representa cerca de 43% dos negócios da Moneysupermarket.

As seguradoras temem que as empresas de tecnologia roubem seus negócios e desejam fazer parceria com elas, oferecendo-lhes comissões pela venda de seus produtos. O novo portal, Amazon Insurance Store, também incluirá avaliações e classificações de clientes sobre companhias de seguros e a taxa de aprovação de pedidos de reembolso de sinistros, disse a Amazon.

Alper é a única consultoria no Top 5 do segmento de seguros

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros é a única consultoria no Top 5 do segmento de seguros, premiação realizada pela 100 Open Startups, plataforma pioneira e líder em open innovation na América Latina. O Ranking TOP 100 Open Corps 2022 foi divulgado no dia 18 de outubro e reconhece as corporações que mais praticaram inovação aberta com startups no país no último ano, a partir de dados gerados pelo próprio mercado. 

“Estar neste ranking demonstra nosso reconhecimento como referência em inovação aberta no país e no setor de seguros. Esse é um trabalho que vem sendo construído e nos colocando na vanguarda da disrupção dentro do nosso mercado”, afirma Gustavo Croitor da Alper, CDO Consultoria em Seguros.

De acordo com Croitor, nos últimos anos a empresa vem investindo fortemente em inovação e tecnologia. Além disso, a Alper é a única consultoria de seguros do mercado com um programa próprio de aceleração de startups, a Alper Digital, que já está na 4ª rodada de aceleração, oferecendo mentoria para ajudar a gerar valor por meio de negócios, relacionamento e infraestrutura. 

“A Alper está sempre na vanguarda e, para isso, é preciso ampliar as soluções digitais oferecidas aos nossos clientes e incentivar a inovação no mercado. As iniciativas digitais são um importante nicho da companhia, que vem investindo fortemente em serviços e soluções, para transformar o mercado de seguros e as entregas para os nossos clientes”, afirma Croitor.

O Ranking mostra que, em 2022, as corporações fecharam mais negócios com startups do que nunca. Segundo o levantamento, realizado entre julho/21 e junho/22, o valor total de contratos de Open Innovation fechados entre corporações e startups alcançou o montante de R$ 2,7 bilhões, representando um valor médio de R$ 260 mil por contrato. 

O Ranking TOP Open Corps é parte do Ranking 100 Open Startups, que é publicado desde 2016 e chega a sua sétima edição em 2022. Além das TOP 100, também foram reconhecidas as corporações TOP 5 e TOP 10, em 25 categorias setoriais. As startups premiadas como líderes em open innovation no ano serão anunciadas em novembro.

 “Sou Segura Insurance Meeting” discute saúde mental 

sou segura mulheres em seguro

Fonte: Sou Segura

Saúde mental e Saúde Suplementar. Esse foi o tema debatido na primeira edição do “Sou Segura Insurance Meeting”, que aconteceu ontem (terça, dia 18 de outubro), no auditório da Escola de Negócios e Seguros (ENS), no Rio de Janeiro. O evento, organizado pela Sou Segura, contou com a participação das palestrantes Clarice Pires, CEO na Scirama Psychedelic Scienc; Katia Weber, gerente de Gestão de Saúde Populacional da SulAmérica; e Cristina Vidal, diretora de Benefícios RJ-MG e Nordeste na MDS Group. A apresentação ficou a cargo da conselheira Fiscal da Sou Segura, a advogada Liliana Caldeira; e da conselheira Consultiva, Marcia Ribeiro. 

Na abertura do encontro, Liliana Caldeira falou sobre os números da Saúde Suplementar hoje no Brasil. São 49,9 milhões de beneficiários registrados em agosto de 2022. Em relação ao ano passado, houve um aumento de 1,6 milhão de vínculos nos planos de saúde. Os dados contrastam com o desempenho financeiro do segmento: as operadoras de planos médico-hospitalares tiveram seu pior resultado operacional da série histórica no segundo trimestre de 2022. Nesse período, o prejuízo foi de R$ 4,4 bilhões e os planos de saúde apresentaram um resultado líquido negativo de R$ 1,7 bilhão (setembro de 2022).  

“Temos um cenário de tempestade perfeita. As pressões de custo causadas entre outros, pelas intervenções e procedimentos eletivos que deixaram de ser feitos na pandemia, o piso salarial de enfermagem, o fim do rol taxativo e também a epidemia de problemas de saúde mental que estamos vivenciando no momento”, afirmou Liliana, que em seguida mostrou um gráfico em que mostra que a preocupação com a saúde mental no Brasil tem aumentado entre a população. “A preocupação com câncer, por exemplo, está abaixo das preocupações com saúde mental”.  

Logo depois da apresentação da conselheira fiscal do Sou Segura, Marcia Ribeiro iniciou o debate com a pergunta para as palestrantes: “como vocês definem o que é saúde mental”. Clarice Pires, da Scirama Psychedelic Scienc, tomou a palavra para explicar um pouco da atuação da healthtech. “Somos uma startup de base biotecnológica para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação com foco no estudo de substâncias psicodélicas. Buscamos tornar realidade pesquisas científicas que possam trazer qualidade de vida à parcela da sociedade que aguarda por abordagens terapêuticas mais eficientes, especialmente em saúde mental”, disse Clarice.  

Cristina Vidal, da MDS Group, fez questão de salientar que o tema saúde mental tem deixado de ser tabu nas empresas, principalmente depois da pandemia. “Entendemos que saúde mental é mais do que doença mental, está ligada ao bem-estar do indivíduo e da sua capacidade de lidar com as emoções que nos acometem no dia a dia. Estamos num país que é o mais ansioso do mundo, nove entre dez pessoas sofrem de ansiedade. Somos também o segundo país mais depressivo do mundo”, ressaltou.  

Já a gerente da SulAmérica, Katia Weber, falou sobre a iniciativa da empresa de criar um programa dedicado à saúde mental. O Única Mente surgiu entre em 2018, para oferecer apoio profissional na prevenção, diagnóstico e tratamento de algumas das doenças que atingem a vida moderna, como ansiedade, depressão, síndrome do pânico e burnout. “Há alguns anos, falar sobre esses temas era um tabu. Depois da pandemia, algumas barreiras foram quebradas. Saúde mental para mim tem a ver com auto gerenciamento da nossa vida, como podemos contribuir para a nossa sociedade, conhecer nossos limites e fragilidades”, citou Katia.  

Em seguida, Marcia Ribeiro fez outra pergunta para as três convidadas: “o que suas empresas estão fazendo em relação à saúde mental dos profissionais, de maneira corretiva e preventiva?”. Quem falou primeiro foi Katia Weber, que destacou o programa Única Mente e também o In Company, que leva para gestores e colaboradores de empresas clientes da SulAmérica informações valiosas sobre lidar com esse problema. “Fazemos um mapeamento das características das empresas, o que dá subsídios para um programa assertivo para cuidar da saúde mental das equipes. Cada empresa é única no que diz respeito a essa questão de saúde mental”.  

Cristina Vidal compartilhou da mesma visão, afirmando que é imprescindível entender o perfil das empresas para a elaboração de um plano de saúde mental mais direcionado para os colaboradores. “Fazemos perguntas que às vezes parecem bobas, por exemplo, sobre o sono da pessoa, mas que são fundamentais para entendermos o espectro”.  

Já Clarice Trindade falou sobre uma pesquisa que a Scirama vai iniciar no primeiro trimestre de 2023, em parceria com a PUC-Rio. “Vamos recrutar 90 pacientes com sintomas de depressão, para receber compostos. Pretendemos levar os resultados e dialogar com a Anvisa depois disso. O Brasil é referência no meio acadêmico mundial em ciência psicodélica”.      

ABGR: Aposta no ecossistema financeiro e seguros, inovação e conteúdos de vanguarda

Por Carlos Alberto Pacheco

Considerado como um evento diferenciado de gerenciamento de riscos na América Latina, a Expo ABGR & XIV Seminário de Gestão de Riscos e Seguros vem repaginados em 2022. A expo e seminário serão realizados na mesma data e local do Financial Innovation – Expo & Conference: no ProMagno Centro de Eventos, em São Paulo, nos dias 16 e 17 de novembro. Juntos, o objetivo é duplicar a presença de lideranças do segmento financeiro e de seguros. 

A feira de negócios terá mais expositores com a apresentação de soluções inovadoras e promoção de networking entre os participantes. Os organizadores esperam receber cerca de 4 mil pessoas tanto nas palestras, quanto na feira de negócios. O tema do seminário é “Open Insurance e ESG: os desafios da inovação e sustentabilidade para o risk management”. Serão diversos eixos temáticos, entre os quais Gestão de Riscos, Insurtech e Novo Mercado, ESG & Sustentabilidade, Transportes – Logística e Diversidade & Inclusão, além de trilhas paralelas de conteúdos em variados ambientes.

O público qualificado está dividido em dois pilares distintos: consumidores de vários setores – energia, mineração, transporte & logística, gás natural, saneamento básico, oil & gás, delivery, etc. – e provedores – seguradoras, corretores, brokers, resseguradoras, consultorias, engenharias de risco, tech, cyber security. Haverá oportunidade para plena interação com os principais players e tomadores de decisão do setor de risk management, financeiro e seguros.

Instituto SulAmérica é apoiador do Encontro Nacional de Voluntários 2022 da TETO Brasil

Fonte: SulAmérica

O Instituto SulAmérica, organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de possibilitar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade social a informações e serviços de cuidado da Saúde Integral, esteve presente como apoiadora do Encontro Nacional de Voluntários da TETO Brasil que aconteceu nos dias 08 e 09 de outubro em São Paulo, e que este ano teve como tema “Favela em pauta nos 100 primeiros dias de 2023”. 

Assim como o Instituto trabalha a questão da saúde emocional, combatendo o estigma e preconceito e mostrando que saúde emocional importa e é um direito para todos, a TETO Brasil atua pela superação da pobreza em comunidades vulneráveis do país, proporcionando moradias dignas à população com a ajuda de moradores da comunidade e voluntários. 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, uma moradia digna foi um dos fatores mais relevantes para a melhoria na saúde emocional de quem recebeu apoio da TETO. O sentimento de solidão, por exemplo, de pessoas que vivem em favelas, diminuiu diante de uma moradia digna. 

“Nosso apoio para o Encontro Nacional da TETO Brasil simbolizou o início de uma parceria. Acreditamos que o suporte emocional será muito importante não só para os moradores das comunidades, como também para todos os colaboradores e voluntários da TETO. São pessoas que lidam diariamente com situações extremas e ficamos muito honrados pela oportunidade de apoiá-los emocionalmente. Acreditamos que uma moradia digna, assim como saúde emocional é um direito de todas as pessoas e precisamos colocar o assunto em pauta”, afirma Luiz Pires, diretor executivo do Instituto SulAmérica. 

Como parte da parceria, o Instituto irá oferecer para os voluntários da TETO e líderes comunitários um pacote de ajuda em saúde mental que incluirá um curso de socorrista em saúde emocional para prevenção do suicídio ministrado pelo Instituto Vita Alere e o acesso gratuito às teleconsultas por seis meses.

Capitalização avança em todos os estados e setor projeta crescimento de dois dígitos para 2022

Fonte: Fenacap

De janeiro a agosto, o mercado de títulos de Capitalização cresceu 15,7% sobre igual período de 2021, com receitas que totalizaram R$ 18,31 bilhões. Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), o resultado é uma consolidação das ações implementadas nos últimos anos. O setor diversificou produtos, canais, meios de pagamento, condições de preço, prazo, volumes e valores de sorteios.

Denis Morais, presidente da FenaCap, explica que o setor tem uma grande capacidade de se acoplar a outros produtos e mercados. Ao longo dos anos, a Capitalização se desenvolveu a partir das necessidades dos públicos de interesse e passou a oferecer soluções simples que, combinadas com sorteios, são capazes de atender de maneira diferenciada a novas e crescentes demandas da sociedade. “Hoje, somos capazes de atender às demandas de praticamente todos os segmentos de negócios”, complementa.

Por regiões, o Nordeste apresentou maior crescimento (24,3%), seguido do Norte (24,2%), Centro-Oeste (20,7%), Sul (14,9%) e Sudeste (13,1%). As reservas técnicas, que medem a robustez financeira do setor, totalizaram R$ 36,2 bilhões, alta de 7,1%.

Outro ponto importante foi o aumento nos recursos pagos em sorteios e resgates, um relevante incremento e injeção de recursos à economia, cujo montante superou R$ 14,5 bilhões, o maior já registrado na Capitalização.

Os títulos tradicionais continuam liderando as vendas, com 73% da receita, seguidos pela modalidade de Filantropia Premiável (12%), Instrumento de Garantia (11%), Incentivo (3%). Popular e Compra Programada somam 1%.  

Nos títulos de Filantropia Premiável, o consumidor cede o direito de resgate de sua reserva para uma instituição previamente credenciada pelas empresas de Capitalização, permanecendo com o direito de concorrer a prêmios. De janeiro a agosto, esses produtos contribuíram com um apoio recorde de mais de R$ 978 milhões às entidades que realizam ações voltadas ao trabalho social. A Capitalização figura entre os setores que mais direciona recursos às causas sociais.

Liberty Seguros é destaque no ranking Great Place to Work 2022

A Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, foi, pela terceira vez consecutiva, destaque no ranking da Great Place to Work, consultoria que reconhece companhias com os melhores ambientes de trabalho em todo o mundo. Após garantir o 33° lugar na categoria de Grandes Empresas do Brasil (entre mil e 9999 funcionários) em 2021, a seguradora celebra neste ano a 10ª colocação, subindo 23 posições no ranking geral.

Além do bom resultado geral e do segundo lugar na categoria de seguradoras, a Liberty foi classificada como a 4ª melhor empresa para se trabalhar em São Paulo, uma das principais praças da seguradora no País. A conquista e reconhecimento são frutos de um forte trabalho para inclusão, bem-estar e desenvolvimento dos colaboradores, por meio de diversas iniciativas internas com foco neste público.

“É muito gratificante estar, pelo terceiro ano consecutivo, entre as melhores empresas para se trabalhar no ranking Great Place to Work, pois nossas pessoas são uma parte indispensável do que a Liberty Seguros é”, afirma Delane Giannetti, Diretora de Talentos da Liberty Seguro. “Nosso principal objetivo com os colaboradores é que eles sintam que trabalham em uma empresa na qual podem ser quem realmente são e que oferecemos um ambiente seguro para isso, com um olhar amplo e holístico, e que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento de todas e todos”, completa. 

Diversidade e equidade de gênero

O trabalho de diversidade, equidade e inclusão na Liberty não se limita a raça, gênero ou orientação sexual. A companhia também avalia ritmos, modelos mentais, faixa etária, entre outros pontos, a fim de olhar para as pessoas de forma ampla. Atualmente, a empresa atua com um quadro diverso, com PCDs, pessoas LGBTQIAP+ e acima dos 55 anos, pretos e refugiados. 

Para pôr essa premissa em prática, a companhia desenvolveu uma área global totalmente dedicada a esses temas. Assim, a Liberty garante que todas as operações e lançamentos sigam os compromissos do grupo, e fomenta um ambiente cada vez mais inclusivo. Um bom exemplo desse trabalho foi a criação de grupos de afinidade dentro da Liberty, como por exemplo de gênero e LGBTQIAP+, que conta com membros desses grupos que atuam como protagonistas de seus temas e trabalham em planos de ação para tornar a Liberty uma empresa ainda mais igualitária.

Este ano, a empresa usou o Dia Internacional da Mulher para promover palestras e trazer informação por meio das mulheres, ouvindo histórias e dicas para identificar vieses inconscientes que as pessoas podem ter no dia a dia. Além disso, a companhia celebrou, em setembro, o Dia da Igualdade Feminina, com um encontro liderado por especialistas em liderança feminina que teve como temática a equidade de gênero.

Crescimento e flexibilidade

Outra frente de atuação da companhia é garantir oportunidades de crescimento e dar todo o suporte para o desenvolvimento das carreiras dos colaboradores. Para colocar esse objetivo em prática, a Liberty disponibiliza centenas de treinamentos para o acesso de todos, ferramentas como programas de coaching e diversas ações voltadas à capacitação constante.

Um projeto dessa lente foi o Escritório Digital, desenvolvido no ano passado para preparar os líderes da companhia a trabalhar no home office e instruir os colaboradores a lidarem com os desafios do momento. Ao todo, foram realizados 39 encontros com líderes e mais de 3 mil horas de desenvolvimento registradas, com um total de 3900 participações, em uma média de 100 participantes por encontro. Entre os assuntos abordados, houve comunicação colaborativa em ambientes virtuais, dicas de como se manter saudável, importância da preservação da saúde mental e diversos temas relacionados às melhores práticas de gestão a distância.

Em 2021, a seguradora também anunciou um novo modelo de trabalho: transformou os espaços em Hubs físicos e usou o mesmo conceito para os demais locais de trabalho remoto, os chamados de Hubs digitais. O modelo promove jornadas de trabalho que podem variar de acordo com a rotina de cada equipe – a fim de beneficiar e proporcionar uma maior conexão entre os colaboradores. Os formatos foram definidos a partir da estratégia da companhia, das tendências de mercado e da opinião de seus colaboradores, que expressaram uma preferência por um modelo mais flexível.

Já em 2022, a Liberty fez uma série de modificações nos prédios, buscando uma melhor adaptação dos funcionários que retornam ao trabalho presencial ou híbrido, com mais espaços para o trabalho colaborativo. No processo, a companhia manteve o foco de contribuir cada vez mais com questões de sustentabilidade e cuidado ambiental, substituindo as luzes por LED, e reduzindo equipamentos como impressoras.

Bem-estar como prioridade

A Liberty Seguros sempre colocou as pessoas em primeiro lugar e esse pilar se manteve forte entre 2021 e 2022, principalmente após as mudanças que o mundo passou. Cuidar dos colaboradores é indispensável, por isso, a companhia deu continuidade às iniciativas implementadas em 2020 e lançou projetos novos para proporcionar acolhimento e qualidade de vida para o quadro de funcionários. 

Hoje, a empresa tem mais de 40 iniciativas em diversas frentes com esse propósito, como a Happy Friday, que permite aos funcionários fazer uma jornada mais curta às sextas-feiras, e a extensão das licenças maternidade e paternidade, por exemplo. A Liberty também realiza diversas atividades com foco na saúde física e mental dos funcionários – mesmo no home office – como exercícios de mindfulness e ginástica laboral -, bem como ações de integração e co-criação nos próprios Hubs. 

Roberto Takatsu deixa HDI para criar a vertical de seguros da Galapagos Capital

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Roberto Takatsu deixou a diretoria de Planejamento Financeiro da seguradora alemã HDI para assumir um novo desafio. Ele foi convidado pela Galapagos Capital para estruturar toda a vertical de seguros. “A ideia é explorar todo o ecossistema da Galapagos que hoje é composto, principalmente, por uma Asset Management, Wealth Management e estruturação de operações de crédito”, contou ao blog Sonho Seguro. “Vamos atuar principalmente em seguros ligados a linhas financeiras, explorando um mercado pouco desenvolvido no Brasil. Queremos ser referência tanto para o mercado financeiro como mercado securitário nos seguros financeiros que englobam crédito, garantia e prestamista”.

Takatsu iniciou sua carreira como trainee no banco Pactual em 1994 e ingressou em seguros em 1995, como analista da Seguradora Brasileira de Fianças. Em 1998 assumiu como gerente na Real Seguros, onde ficou até a compra da Real pela Tokio Marine, em  2005, por quase R$ 900 milhões na época. O executivo sempre atuou com investimentos, sendo o “head” da diretoria desde 2012 até o hoje na Tokio Marine.

Seguradoras registram crescimento de 29,4% em agosto, revela estudo do IRB

Fonte: IRB

O mercado de seguros teve crescimento recorde em agosto. É o que revela a 24ª edição do Boletim IRB+Mercado, relatório mensal da plataforma IRB+Inteligência, produzido com base nos dados publicados pela Susep – órgão que regula o setor – em 03/10. No oitavo mês do ano, o faturamento das seguradoras teve alta de 29,4% em relação ao mesmo período de 2021 e alcançou R$ 16,3 bilhões. É o maior crescimento nominal do ano. No acumulado, os prêmios emitidos em 2022 já superam em R$ 19,3 bilhões o faturamento registrado em igual período do ano passado, chegando a de R$ 111,25 bilhões.

Os dados apontam ainda recuo no índice de sinistralidade (sinistros ocorridos sobre o faturamento do mês) em agosto. Houve baixa de 7,9 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o mesmo mês de 2021. A recuperação foi impulsionada pelos segmentos Vida (-17,7 p.p.) e Corporativos de Danos e Responsabilidades (-19,6 p.p.), que compensaram o crescimento da taxa nos demais segmentos. No acumulado do ano, o índice cresceu 2,8 p.p. em relação à taxa registrada nos oito primeiros meses do ano passado, impactado principalmente por Rural (52,8 p.p.) e Automóvel (13,7 p.p.)

Por segmento

Em agosto, Vida, que representa 33,7% do total arrecadado pelo setor nos primeiros oito meses do ano, registrou faturamento de R$ 5,4 bilhões, alta de 17,4%. No ano, totaliza R$ 37,5 bilhões (+12%). A sinistralidade até agosto registrou queda de 18,2 p.p. e, com isso, atingiu 32,1%, em conformidade com o observado desde o início do ano.

A alta nos preços de veículos e de peças ainda impacta os prêmios emitidos no segmento Automóvel. Em agosto, houve alta de 45,5% frente ao mesmo mês do ano anterior, com faturamento de R$ 5 bilhões. Já no acumulado de 2022, alcançou R$ 32,5 bilhões, alta de 33,9%. A sinistralidade acumulada de janeiro a agosto foi de 72,6%.

Já o segmento de Danos e Responsabilidades faturou R$ 2,5 bilhões em agosto (+27,6%) e R$ 20,3 bilhões (+18,1%) no acumulado de 2022. A sinistralidade do ano recuou 4,2 p.p., ficando em 40,8%. Individuais contra Danos faturou, no oitavo mês do ano, R$ 1,2 bilhão (+11,5%). O acumulado de 2022 foi de R$ 8,4 bilhões (+8,9%). A taxa de sinistralidade de janeiro a agosto foi de 37,9%, aumento de 7,8 p.p. em relação a igual período de 2021.

Rural obteve avanço, em agosto, de 51,7%, no comparativo com o mesmo mês em 2021, ao arrecadar R$ 1,9 bilhão, maior faturamento de 2022. No acumulado, atingiu R$ 9,1 bilhões e registrou variação positiva de 43%. A sinistralidade mensal caiu 12,3 p.p. e ficou em 51,2%. No ano, atingiu 131,8%.

Por fim, Crédito e Garantia obteve, em agosto, arrecadação de R$ 465 milhões (+16,8%). No acumulado do ano, o progresso do segmento foi de 18%, com cerca de R$ 3,5 bilhões. A taxa de sinistralidade cresceu 5,2 p.p. de janeiro a agosto, atingindo 25,4%, como reflexo da variação positiva de 42,3% dos sinistros ocorridos frente ao mesmo período do ano passado.