Zurich premiará corretores junto a clientes no seguro de vida individual 

Rodrigo Barros Zurich
Rodrigo Barros

A partir do dia 1º de outubro, os corretores parceiros da Seguradora Zurich que comercializarem o produto Zurich Vida Para Você podem ganhar R$ 2 mil a cada cliente que adquirir o seguro. Isso porque a seguradora passará a premiar os corretores cujos clientes forem contemplados nos sorteios de capitalização desse produto. 

Funciona assim: ao contratar o seguro de vida individual da Zurich, o segurado ganha automaticamente um título de capitalização, com o qual concorre a quatro sorteios mensais no valor de R$ 10 mil. A partir de agora, a cada cliente contemplado, seu corretor também será premiado com um valor de R$ 2 mil. 

Rodrigo Barros, Diretor Executivo de Vida, Previdência e Capitalização da Seguradora Zurich, destaca que a premiação é uma forma de valorizar o trabalho consultivo prestado pelo corretor.  “O Zurich Vida para Você é um produto que traz uma série de benefícios para os segurados. Ele foi pensando para ser utilizado em vida e é totalmente flexível e customizável. A capitalização é mais um incentivo para o cliente adquirir o seguro, e queremos valorizar o papel do corretor, nosso parceiro estratégico, que presta uma ótima consultoria de riscos e leva as melhores opções aos seus clientes”, ressalta. 

O executivo explica que o seguro de vida individual da Zurich pode ser utilizado em vida porque traz a marca da flexibilidade. Ele conta com coberturas tradicionais, como Morte e Invalidez, mas a contratação delas não é obrigatória. O produto oferece proteção completa e customizável, disponibilizando benefícios como cobertura para doenças graves, cirurgias e diárias por internação hospitalar, contratadas de acordo com a necessidade e momento de vida dos clientes.  

“Somado a isto, disponibilizamos mais de 15 assistências para que o cliente escolha até três sem custo adicional, como telemedicina, orientação psicológica, rede de descontos com mais de 20 mil estabelecimentos em todo país e até assistências pet e bike”, comenta Rodrigo. 

Além de todos os benefícios do produto, a Zurich disponibiliza, ainda, uma ferramenta de análise financeira por meio da qual o corretor pode calcular e apresentar uma proposta totalmente customizada para cada cliente, chamada Zurich Análise Financeira (ZAF) – mais uma facilidade para o corretor que busca trabalhar com o produto. 

“Concebemos um seguro muito completo e flexível, e queremos ajudar o corretor a prestar a melhor consultoria de riscos possível de maneira fácil e simples. Através deste trabalho, ele selecionará as coberturas mais adequadas às necessidades dos clientes, que podem ser muito específicas”, finaliza o executivo. 

Zurich premiará corretores junto a clientes no seguro de vida individual

Rodrigo Barros Zurich Seguros
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

A partir do dia 1º de novembro, os corretores parceiros da Zurich que comercializarem o produto Zurich Vida Para Você podem ganhar R$ 2 mil a cada cliente que adquirir o seguro. Isso porque a seguradora passará a premiar os corretores cujos clientes forem contemplados nos sorteios de capitalização desse produto.

Funciona assim: ao contratar o seguro de vida individual da companhia, o segurado ganha automaticamente um título de capitalização, com o qual concorre a quatro sorteios mensais no valor de R$ 10 mil. A partir de agora, a cada cliente contemplado, seu corretor também será premiado com um valor de R$ 2 mil.

Rodrigo Barros, diretor Executivo de Vida, Previdência e Capitalização da empresa, destaca que a premiação é uma forma de valorizar o trabalho consultivo prestado pelo corretor. “O Zurich Vida para Você é um produto que traz uma série de benefícios para os segurados. Ele foi pensando para ser utilizado em vida e é totalmente flexível e customizável. A capitalização é mais um incentivo para o cliente adquirir o seguro, e queremos valorizar o papel do corretor, nosso parceiro estratégico, que presta uma ótima consultoria de riscos e leva as melhores opções aos seus clientes”, ressalta.

O executivo explica que o seguro de vida individual da companhia pode ser utilizado em vida porque traz a marca da flexibilidade. Ele conta com coberturas tradicionais, como Morte e Invalidez, mas a contratação delas não é obrigatória. O produto oferece proteção completa e customizável, disponibilizando benefícios como cobertura para doenças graves, cirurgias e diárias por internação hospitalar, contratadas de acordo com a necessidade e momento de vida dos clientes.

“Somado a isto, disponibilizamos mais de 15 assistências para que o cliente escolha até três sem custo adicional, como telemedicina, orientação psicológica, rede de descontos com mais de 20 mil estabelecimentos em todo país e até assistências pet e bike”, comenta Barros.

Além de todos os benefícios do produto, a Zurich disponibiliza, ainda, uma ferramenta de análise financeira por meio da qual o corretor pode calcular e apresentar uma proposta totalmente customizada para cada cliente, chamada Zurich Análise Financeira (ZAF), mais uma facilidade para o corretor que busca trabalhar com o produto.

“Concebemos um seguro muito completo e flexível, e queremos ajudar o corretor a prestar a melhor consultoria de riscos possível de maneira fácil e simples. Através deste trabalho, ele selecionará as coberturas mais adequadas às necessidades dos clientes, que podem ser muito específicas”, finaliza Barros.

Um empurrão para o seguro paramétrico

O seguro paramétrico ganhou mais um empurrão para decolar no Brasil. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio de seu Instituto, inaugurou o HUB CNA Digital e lançou um edital com cinco desafios para que empresas de tecnologia encontrem soluções que auxiliem os produtores rurais de todo o País. A iniciativa inédita do Sistema CNA/Senar terá duração de 12 meses e visa promover a digitalização do campo ao resolver problemas pontuais dos produtores rurais em cima de cinco desafios: Conectividade, Seguro Paramétrico, Rastreabilidade Animal, Crédito de Carbono e Comércio Eletrônico. 

O seguro paramétrico é um seguro feito sob medida para atender às necessidades específicas do negócio do cliente, protegendo os resultados do negócio de oscilações climáticas, não sendo preciso ocorrer o dano material para sua utilização. Miguel Ivan Lacerda de Oliveira será o mentor do desafio Seguro Paramétrico. Economista com mestrado em Agronegócio pela Universidade Federal de Goiás e doutorando em Bioenergia pela Universidade Estadual de Campinas, é atualmente é diretor do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, desenvolvendo produtos de mitigação de riscos associados à mudanças climáticas. Acredita que a agropecuária pode desempenhar um papel cada vez mais importante para o Brasil e para o mundo como estratégia de desenvolvimento econômico, social e ambiental.

A CNA vai financiar o desenvolvimento das soluções com o investimento de R$ 750 mil, sendo um ticket médio de até R$ 150 mil para as cinco empresas que serão selecionadas na primeira rodada. Além da estrutura física do HUB, as empresas selecionadas terão acesso a uma série de ações como o programa de educação para desenvolvimento das equipes (Passos para o Agro), possibilidade de visitas a feiras e eventos do setor, contato com especialistas do agro e acesso ao mercado. 

Cada desafio terá um mentor para contribuir com as empresas com esclarecimentos e informações sobre o setor. O desafio da Rastreabilidade Animal terá o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e pecuarista, Antônio Pitangui de Salvo. No da Conectividade Rural, será o presidente da Comissão Nacional de Irrigação da CNA, David Schmidt. O diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O desafio Comércio Eletrônico terá o produtor rural Osvaldo Martins de Barros Filho como mentor e no desafio Crédito de Carbono será o coordenador de pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), Daniel Barcelos Vargas.

Icatu leva plataforma Casa do Corretor para o Metaverso no CQCS Insurtech & Innovation 2022

ICATU metaverso seguros

Fonte: Icatu

Com o objetivo de ser reconhecida como a melhor plataforma de seguros de pessoas para os corretores, a Icatu estará presente no CQCS Insurtech & Innovation 2022, considerado o maior evento de inovação em seguros da América Latina, que acontece entre os dias 25 e 26 de agosto, em São Paulo. No evento, que propõe discutir as inovações no mercado segurador, a companhia inova com uma experiência imersiva no Metaverso que materializa a Casa do Corretor – sua plataforma digital 360º desenvolvida exclusivamente para a gestão de vendas e carteira dos corretores parceiros – navegando por diferentes salas com estética inspirada na arquitetura dos escritórios da Icatu. A iniciativa representa o início do seu Metaverso centralizado, com um ambiente construído de forma personalizada, com a possibilidade de expandir e agregar novas experiências futuras em um ambiente único.

Com o conceito “A Icatu inova para você realizar seus sonhos”, na experiência Metaverso, o participante poderá, por meio de um óculos de realidade virtual, navegar por ambientes que apresentam diferentes funcionalidades da Casa do Corretor, onde será possível acessar conteúdos sobre produtos, campanhas, além de ferramentas para acompanhamento e gestão de carteira. 

O CEO da Icatu, Luciano Snel, participou do painel Gestão da Transformação em um mundo de Mudanças Constantes, que discutiu os desafios de liderar grandes organizações, sobretudo em tempos desafiadores, como foram os últimos anos. “O desafio das seguradoras em todo o mundo tem sido criar experiências e ofertas mais simples e intuitivas, em todos os pontos de contato, proporcionando mais conveniência, tanto do ponto de vista do cliente quanto do corretor. E a Icatu sempre esteve na vanguarda da experiência digital, investindo fortemente em inovação e tecnologia para melhorar a jornada de corretores, parceiros e clientes”, comentou em nota.

Segundo ele, o grupo conta com cerca de 9 mil corretores parceiros que participam ativamente deste movimento de transformação digital que está desburocratizando os processos de corretagem, e reforçam o compromisso com agilidade, flexibilidade, excelência de operação e humanização na oferta de serviços financeiros. “Nosso foco é disseminar a cultura do seguro no Brasil e os corretores são fundamentais para ampliarmos cada vez mais essa missão”, afirma Snel.

A Icatu hoje executa uma diversidade de ações e estratégias com foco em jornada digital, graças ao investimento nos últimos cinco anos. Foram mais de R$1 bi em iniciativas de tecnologia, transformação digital, inovação e experiência digital, sendo que, deste montante, R$200 milhões foram em 2021. Agora, em 2022, a companhia reforçou sua estratégia investindo mais de R$360 milhões.

“Muito do que falamos de inovação e tecnologia está atrelado aos investimentos que fizemos ao longo dos últimos anos. Mas entendemos que a transformação digital não é apenas sobre tecnologia, mas diz respeito à união do poder da tecnologia com uma cultura que abrace a mudança. Cada vez mais, a Icatu aposta no estabelecimento da cultura ágil, que garante adaptabilidade, responsividade, leveza e aprendizado contínuo. Acreditamos que a partir dessa cultura conseguiremos evoluir diariamente com o negócio e estar cada vez mais próximos dos nossos corretores e clientes”, conclui o executivo.

Méliuz e Chubb firmam parceria para expandir seguro embarcado, ou “embedded insurance”, no Brasil

chubb leandro martinez

O Méliuz, ecossistema digital que integra a experiência de compra dos consumidores com a oferta de serviços financeiros em uma jornada prazerosa, e a Chubb, maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo, anunciaram hoje sua aliança para fornecer ofertas de seguros personalizadas para os 25,2 milhões de clientes do Méliuz no Brasil.

Com o apoio da Chubb como parceira de seguros exclusiva, a aliança marca a estreia do Méliuz no mercado de seguros como uma das pioneiras entre as empresas de tecnologia a oferecer embedded insurance no Brasil. Esse modelo inovador e flexível de venda de seguros leva a oferta de cobertura diretamente ao consumidor no momento da compra. Além disso, torna o serviço mais relevante, acessível e customizado às necessidades do cliente – uma das diretrizes do Méliuz como empresa que oferece uma experiência de compra integrada à vida financeira dos seus usuários.

Nos próximos meses, os usuários do Méliuz terão acesso a uma ampla gama de produtos de seguros para proteger seus bens pessoais, seu estilo de vida, sua pegada digital, bem como suas experiências.

“Estamos entusiasmados por entrar no mercado de seguros trabalhando com a Chubb. Essa aliança combina a grande expertise da Chubb em embedded insurance, um modelo revolucionário com potencial para transformar o padrão de distribuição de seguros, com o ecossistema completo do Méliuz que atende hoje a mais de 25 milhões de usuários. Esperamos oferecer uma solução de seguros única aos nossos clientes de forma fluida e fácil, cumprindo nossa missão de construir relacionamentos onde todos ganham”, afirma Israel Salmen, Fundador e CEO do Méliuz.

“Estamos muito satisfeitos em fazer parceria com uma empresa com tanto espírito pioneiro para co-inovar a proteção de seguros personalizada para seus clientes em todo o país”, diz Leandro Martinez, presidente da Chubb Brasil. “É incrivelmente emocionante ver empresas de tecnologia e nativas digitais como o Méliuz expandirem sua proposta de valor para oferecer a seus clientes experiências de proteção personalizadas”, completa o executivo.

A premiada plataforma tecnológica de integração da Chubb, o Chubb Studio, aliada à excelência da empresa em subscrição, à abordagem de design centrada no cliente e à análise de dados com inteligência artificial, torna a Chubb a parceira ideal para apoiar o Méliuz em sua jornada de fornecer aos clientes ofertas de proteção de seguro relevante e contextualizada em seu próprio ambiente nativo digital. O Chubb Studio deu à empresa acesso a um mercado potencial de mais de 300 milhões de clientes em todo o mundo, por meio de parceiros de negócios estratégicos.

Village Capital, com o apoio da MetLife Foundation, seleciona oito startups latino-americanas 

Village Capital selecionou as oito startups que farão parte do programa de aceleração ‘ADAPT: Inovação Social para um Futuro mais Resiliente na América Latina’ para escalar suas soluções nas áreas de mudanças climáticas, saúde e mobilidade econômica. O ADAPT, lançado com o apoio da MetLife Foundation, é um programa acelerador que opera nos Estados Unidos e na América Latina.

O programa de aceleração ADAPT é impulsionado pelo foco em questões transversais ou interseccionais que afetam diretamente a capacidade de um indivíduo ou comunidade de alcançar resiliência e se adaptar aos desafios ambientais, sociais e econômicos contínuos.

A chamada foi focada no apoio a startups que atuam na resiliência da comunidade, incluindo a preparação para desastres naturais, preparação financeira e oportunidade econômica; e resiliência individual, incluindo saúde e bem-estar, trabalho e aprendizagem, e saúde financeira. Mais de 120 startups de 17 países da América Latina e Caribe se inscreveram para fazer parte da aceleradora.

O grupo final é composto pelas oito melhores startups de quatro países: Brasil, Chile, Guatemala e México, e 50% delas têm uma mulher como fundadora ou CEO. São elas:

  1. AInwater (Santiago, Chile) é uma plataforma que combina inteligência artificial com engenharia para controlar e otimizar o consumo de energia durante o tratamento de efluentes.
  2. Reciclapp (Santiago, Chile) opera uma plataforma que facilita o processo de reciclagem e promove a inclusão entre empresas, usuários e catadores.
  3. Isana Health Tech (Guanajuato, México) é uma farmácia digital que oferece preços mais baixos do que as farmácias regulares e uma API para integrar os clientes à sua clínica digital ou física.
  4. CITRUS (Querétaro, México) vende usinas de geração solar e oferece ‘Heat as a service’ onde os clientes pagam pela energia que consomem.
  5. Aquaservex (Santiago, Chile) oferece tecnologia que ajuda os edifícios a economizarem água que normalmente é desperdiçada pelas redes internas.
  6. Rokin (Santiago, Chile) trabalha com empresas para melhorar a saúde financeira de seus funcionários, oferecendo uma plataforma onde os usuários podem poupar e investir seu dinheiro em instrumentos seguros e de baixo risco, promovendo a educação financeira por meio da gamificação.
  7. Tu Consejería (Cidade de Guatemala, Guatemala) oferece uma ferramenta de comunicação acessível que inclui chat e vídeo, o que permite que comunidades carentes tenham acesso a apoio psicológico de profissionais de saúde mental.
  8. WeConnecta (Porto Alegre, Brasil) oferece uma plataforma digital de saúde com foco na saúde preventiva, promovendo o rastreamento e o diagnóstico precoce de doenças crônicas não transmissíveis entre seus usuários.

De outubro a dezembro de 2022, as startups selecionadas participarão de quatro workshops on-line e receberão orientação de colaboradores da MetLife, potenciais parceiros estratégicos, investidores, clientes e outros fundadores da América Latina e dos Estados Unidos. Além disso, os empreendedores realizarão sessões individuais com um analista de investimento para feedback e apoio. 

As duas empresas mais bem classificadas por seus pares receberão uma doação da MetLife Foundation de US$ 20 mil para serem investidos em suas operações locais.

Omint Seguros expande distribuição dos seguros de vida individual em parceria com o BTG Pactual

Fonte: Omint

A Omint Seguros e o BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, anunciam parceria para a expansão da distribuição dos seguros de vida individual por meio dos escritórios de investimentos do banco. Alguns produtos e coberturas já são oferecidos aos clientes da instituição pelo aplicativo, e podem ser contratados de forma simples e prática. A parceria reforça a proposta de expansão da Omint Seguros em oferecer produtos e serviços alinhados aos seus pilares de qualidade e foco em pessoas, ampliando o acesso aos seguros de vida individual.

“Duas grandes marcas se unem para oferecer seguro de vida individual ao mercado. Para nós, a parceria com o BTG traduz a essência do Grupo Omint na excelência dos serviços prestados aos seus clientes e a modernidade que somente organizações do porte da Omint e do BTG Pactual podem oferecer”, declara Cícero Barreto, diretor Comercial e de Marketing da Omint.Para o diretor de Vida e Previdência do BTG, Gabriel Escabin, a parceria possibilita o acesso de clientes e parceiros a soluções de seguro de modo simples e prático.

“Acreditamos que a oferta de seguros será um diferencial muito positivo dentro da nossa plataforma, temos um produto que agrega eficiência ao BTG, e com boa análise de risco”, afirma o executivo.

A Omint oferece produtos e soluções de acordo com as necessidades individuais, evidenciando a qualidade nos serviços, atendimento, processos e coberturas. “As soluções em seguro de vida individual da Omint são assertivas e contemplam perfis financeiros em diferentes fases da vida: desde quem está iniciando a construção de um legado até aquele que já está na fase de planejar a sua sucessão patrimonial”, afirma o diretor de Vendas de Seguros na Omint, José Florippes.

Com mais de 40 anos no país, a Omint se consolidou como uma marca de excelência e com as suas soluções de seguros não é diferente. “Nós temos a expertise em desenvolver produtos e serviços aderentes aos hábitos e estilos de vida de cada segurado, com atendimento diferenciado e coberturas ideais, que tornam, de fato, o seguro um instrumento indispensável dentro de um planejamento financeiro bem estruturado”, explica Florippes.

Alper contrata Marcelo Elias como diretor de Cativas, Programas Internacionais e Risk Management

A Alper Consultoria em Seguros anuncia a contratação de Marcelo Elias como diretor de Cativas, Programas Internacionais e Risk Management, que faz parte da vice-presidência de Bancassurance, Cativas e Canais.  A VP foi criada este ano com o objetivo de ampliar a geração de negócios por meio dos canais – corretoras cativas, bancos, varejo, entre outros. 

No segmento de Cativas, o executivo vai assessorar grandes grupos empresariais na estruturação, contratação e colocação de seguros, gerenciamento de riscos complexos e gestão de sinistros. Elias também será responsável pela estruturação e implantação de programas internacionais para clientes da Alper, incluindo desenvolvimento da rede de trabalho e de atendimento aos clientes. Também será responsável pela área de Risk Management, ou Gestão de Riscos, cujo objetivo é apoiar os clientes Alper na análise de sua matriz de riscos, estimativas de perdas, entre outros serviços, como suporte na definição da estratégia de retenção e transferência de riscos dos clientes visando a estruturação adequada de seus programas de seguros. 

 “É uma grande satisfação entrar numa empresa de alta performance que está promovendo inúmeras ações disruptivas no mercado de seguros, com o propósito de ampliar a qualidade de entrega e oferta de soluções customizadas que possam agregar ao negócio dos seus clientes”, afirma o executivo. 

Marcelo Elias tem 35 anos de experiência no setor de Seguros e Resseguros, incluindo posições de liderança técnica e comercial em Ramos Elementares, como Garantia, Crédito, D&O, Transportes, Patrimonial, RC, dentre outros; e com especialização em setores como Infraestrutura, Energia, PE/Instituições Financeiras e Agribusiness.

“A Alper á uma companhia que está na vanguarda da tecnologia e estou muito feliz em poder contribuir com a minha experiência para a continuidade desse sucesso”, conclui.

O executivo é economista pela FAAP com diversos cursos e treinamentos realizados no exterior. É membro da ANSP e do IBGC, e Conselheiro Curador da Fundação Visconde Porto Seguro.

Artigo: A Susep precisa de ajuda. E só as seguradoras podem salvar 

ATUALIZAÇÃO em 5 de novembro de 2022:

Em relação a citação do autor deste artigo sobre a oferta dos seguros citados, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) esclarece que atualmente 27 seguradoras comercializam o seguro D&O (Directors and Officers Liability Insurance) e 12 empresas oferecem os riscos cibernéticos (Cyber Security), segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão oficial de regulação e fiscalização do setor.

Por Edivar Queiroz Filho*

O mercado de seguros tem crescido e se aprimorado, independentemente de quem esteja à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). E, mais importante, a sociedade deveria olhar com atenção para esse segmento, pois é ele que toma riscos em nosso nome, protege nossas casas, carros, instalações industriais etc.

É evidente que o mercado precisa evoluir: as reformas realizadas pelas duas recentes administrações da Susep devem continuar. Apesar de representar 3,5% PIB, existe muito espaço a ser conquistado. Por exemplo, o mercado oferece poucas opções quando falamos de seguros mais sofisticados. É o caso do D&O ou do Cyber Security, duas modalidades restritas a uma opção para o segurado. 

Essa escassez de oferta é ruim, pois, quando há concorrência, o mercado se torna mais saudável, eficiente e beneficia toda a sociedade. Como a Susep deve estimular o mercado para servir a sociedade, é uma questão que cabe a autarquia analisar.

Como iniciativa para essa evolução, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), por meio da Resolução CNSP nº 383, de 2020, instituiu o Sistema de Registro de Operações (SRO) e introduziu a figura das entidades registradoras. Com a Circular SUSEP nº 599, também de 2020, a Susep definiu, como um dos requisitos mínimos para credenciamento dessas registradoras, a observação dos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro (PFMI), que regulamentam as infraestruturas do mercado financeiro (IMFs) no mundo todo.

As registradoras são entidades já conhecidas do Banco Central (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e sua função social, conforme os PFMI, tem, basicamente, dois objetivos: prover transparência das transações registradas para o público e reguladores; e evitar abusos. Em resumo, as registradoras são entidades que deveriam auxiliar na supervisão do mercado, por meio da análise dos dados de construção das apólices pelas seguradoras.

É importante salientar que essa missão difere de forma fundamental de uma atuação da registradora como hub de informação. Esses hubs utilizam algoritmos para identificar padrões de comportamento, a partir dos dados registrados das apólices, para impulsionar as vendas, inclusive para seus clientes, que são entidades supervisionadas pela Susep. 

É evidente que isso gera um conflito com a missão das registradoras. Caso uma operação registrada de um grande cliente de um hub seja passível de supervisão, o report da registradora para a Susep poderia gerar um problema comercial. Por esse motivo, esses dados deveriam ser utilizados estritamente de acordo com a missão das registradoras, sem espaço para enriquecimento ou qualquer outra forma de negociação de dados.

Recentemente, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) fez uma crítica ao SRO pedindo seu adiamento. A crítica procede em vários aspectos, dentre os quais destaco a falta de padronização dos dados e a falta de conhecimento de seguros por parte das registradoras.

As duas críticas, na verdade, têm causa única: a falta clara de especificações técnicas dos ramos, considerando o que deveria ser obrigatório e como os dados das apólices deveriam ser armazenados nos sistemas internos das seguradoras. 

Comparando minha experiência de mais de 25 anos com o sistema financeiro e de quatro anos no segmento de seguros, garanto que o setor está defasado na parte de sistemas e controles em comparação com o sistema financeiro. Isso não poderia acontecer, dada a importância e relevância do segmento segurador para a sociedade.

Em seus normativos, a Susep estabeleceu que as registradoras são responsáveis pelo desenvolvimento, atualização e operação da base de dados centralizada (Plataforma Integrada) do SRO, que armazenará as informações de todas as operações de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros, com seu custo dividido entre todas.

A base não pertence à Susep, pertence às registradoras. Imagine que, por competência, dumping comercial ou por outra razão, tenhamos em algum momento somente uma registradora como dona da Plataforma Integrada. Isso não seria bom para a sociedade, que não se beneficia do monopólio; as seguradoras terão seus dados e sua continuidade nas mãos de apenas uma registradora; e a Susep estaria refém dessa registradora, que poderia dificultar melhorias do sistema, em um potencial desalinhamento com o interesse público.

A ideia de o SRO ser custeado pelas registradoras está no fato que a Susep não tem verba para esse fim. Ora, como pode a autarquia que regula um setor tão relevante econômica e socialmente não ter verba suficiente para construir sua própria base de dados para fiscalização, que resolveria todos os problemas apresentados acima?

Está mais do que claro que a Susep carece e merece essa dotação! Precisamos, como sociedade e como seguradoras, conceder à Susep recursos para que possa aumentar seu quadro técnico; investir na qualificação de seu pessoal; e ter a propriedade de suas ferramentas.

No caso específico do SRO, estimo que essa contribuição seria de aproximadamente R$ 1.000 por mês, por seguradora, em um modelo simples! Esse valor irrisório deveria ser cobrado das seguradoras, via taxa de fiscalização, para seu próprio bem, garantindo melhores condições e manutenção da independência de seu órgão fiscalizador. Se dobrarmos o valor, já teríamos o suficiente para um aumento de quadro e investimento em qualificação. 

Acredito que com medidas simples e gestão resolveríamos muito, e poderíamos criar um mercado muito maior, mais dinâmico e mais inclusivo para a sociedade como um todo.

*Edivar Queiroz Filho é CEO da CSD BR, uma registradora de ativos financeiros autorizada por Bacen, CVM e Susep que utiliza tecnologia de ponta para simplificar transações complexas e aumentar a transparência e a eficiência operacional gerando redução de custos para os participantes do mercado.

Seguradoras na lista das melhores empresas para trabalhar no Brasil

Fonte: CNseg

Chance de crescimento profissional, qualidade de vida no ambiente de trabalho, alinhamento de valores e boa estabilidade funcional foram alguns dos critérios que levaram diversas empresas do setor segurador a se destacarem no ranking das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, elaborado pela consultoria Great Place to Work (GPTW), com base em votação popular. 

Em 2º lugar na categoria de empresas nacionais e multinacionais entre 1.000 e 9.999 funcionários, a Tokio Marine entende o prêmio como uma consequência do compromisso de tornar os seus 2,3 mil colaboradores protagonistas em suas respectivas áreas de atuação, oferecendo os subsídios necessários para seu desenvolvimento. Segundo a diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da seguradora, Luciana Amaral, “um colaborador motivado possibilita que os resultados da companhia sejam alcançados naturalmente, o que vem se comprovando na prática, com o excelente desempenho da Tokio Marine no Brasil nos últimos anos”. 

A Porto Seguro ficou em 3º lugar na categoria das empresas nacionais e multinacionais com mais de 10 mil funcionários e, de acordo com seu diretor-presidente, Roberto Santos, que também é o presidente do Conselho Diretor da CNseg, o objetivo da empresa é ser um porto seguro para as pessoas. Segundo ele, “esse prêmio reforça ainda mais a nossa missão de ser um lugar onde as pessoas tenham orgulho de trabalhar”. 

Na mesma categoria, a Liberty Seguros alcançou a 10ª colocação, estando, pelo terceiro ano consecutivo, entre as melhores empresas para se trabalhar no ranking geral, o que, segundo a sua diretora de Talentos, Delane Giannetti, é algo muito gratificante.  “Nosso principal objetivo em relação aos colaboradores é que eles sintam que trabalham em uma empresa onde podem ser quem realmente são e que ofereça um ambiente seguro para isso, com um olhar amplo e holístico, que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento de todas e todos”, afirmou.  

Entre as empresas nacionais entre 100 e 999 funcionários, quem se destacou foi a Capemisa Seguradora, com seu 4º lugar. Para o presidente da Capemisa Seguradora e da Capemisa Capitalização, Jorge Andrade, este reconhecimento mostra que “assim como somos especialistas em proteger nossos clientes, estamos atentos, olhando sempre com cuidado os nossos funcionários e nossos corretores, que são partes fundamentais de toda a engrenagem do nosso negócio, pois, sem esses agentes, a companhia não existe”. 

Na premiação dos vencedores, que ocorreu na última segunda-feira, dia 17/10, em São Paulo, também se destacaram a Zurich Santander Seguros e Previdência, que ficou em 35º lugar entre as empresas internacionais entre 100 e 999 funcionários, além da Mag Seguros, da Unimed Fortaleza e da Zurich Seguros, que ficaram, respectivamente, na 20ª, 28ª e 55ª posição na categoria das empresas internacionais entre 100 e 999 funcionários. (confira a lista completa clicando aqui) 

Apesar de ainda não possuir uma visibilidade na proporção de sua importância, o setor segurador, que representa cerca de 6,5% do PIB nacional e cresce consistentemente acima da média da economia, é um segmento altamente inovador e preocupado com as questões ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) e com o bem-estar de seus funcionários.   

A CNseg, que representa institucionalmente as seguradoras e tem a valorização dos colaboradores como um de seus valores, também oferece uma série de benefícios para os seus funcionários, além de programa de estágio e de Jovem Aprendiz. Recentemente, a Confederação Nacional das Seguradoras também disponibilizou em seu portal uma página com oferta de empregos.