Artigo: A importância do seguro na prevenção de doenças graves

Por Thiago Levy, head do pilar de Bem-Estar, do grupo MAG Seguros


NA MAG, temos como objetivo aproximar a proteção do mercado securitário ao acesso à saúde privada no Brasil. Por isso, temos uma vertical dedicada a produtos de vida correlacionados a condições de saúde, centrado no que chamamos de pilar de Bem-Estar. Nele, encontramos os produtos que cobrem diagnósticos de uma doença grave (como por exemplo diagnóstico de câncer); Seguro Cirurgias (cobertura para procedimentos realizados em ambiente hospitalar); DIH (diária por internação hospitalar); DIT (diária de incapacidade temporária); e Assistência Bem-Estar (telemedicina + descontos em medicamentos, consultas e exames em rede credenciada).

Esses produtos existem não apenas porque são procurados pelos nossos clientes, mas porque percebemos que nenhuma cobertura seria realmente completa sem esse leque de opções. Os produtos de seguro de vida não são mais apenas coberturas para morte, mas também podem funcionar com o objetivo de garantir alguma tranquilidade financeira aos segurados nos momentos mais delicados que eles enfrentam com eventos que comprometem a sua saúde.

Nos meses do Outubro Rosa e Novembro Azul, o mercado de saúde trata da importância e da necessidade de se falar sobre o processo de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de próstata. Da nossa parte, temos divulgado materiais de apoio nas redes sociais, live com médicas mastologistas, mas, principalmente, uma rodada de apresentações com as unidades comerciais e maiores parceiros. Afinal, o principal papel do corretor é conscientizar os nossos clientes por meio de informações úteis a respeito da importância de contratar seguros para se proteger nos momentos de maior necessidade.

Os números de incidência de cânceres em homens e mulheres são grandes: segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados mais de 600 mil novos casos de câncer no Brasil por ano, sendo, aproximadamente, 65 mil novos casos de câncer de mama e o mesmo número para câncer de próstata. Curiosamente, a mortalidade também é semelhante em ambos os casos, atingindo cerca de 12 mil homens e mulheres em cada uma das condições. No total, considerando ambos os sexos e todos os tipos de câncer, foram quase 180 mil mortes no Brasil por câncer no ano de 2020.

É por isso que temos partilhado a mensagem que o maior propósito do pilar Bem-Estar — e dos seguros em geral — é auxiliar financeiramente nossos clientes e suas famílias na sua sobrevivência, funcionando como uma recomposição da renda e/ou como capital necessário para dar sequência ao seu tratamento da melhor forma possível, inclusive permitindo que ele acesse uma saúde privada de qualidade. Existe algum propósito mais potente ou recompensador que esse?

Não estamos falando de um capital pós-morte, e sim da possibilidade de ajudar aquela família a se manter junta, mesmo após um evento que afete a saúde de um dos seus integrantes. Em mal se comparando a um seguro de carro para facilitar o entendimento, tal qual você realiza a vistoria anual, trocando pneus e óleo quando necessário e abastecendo de gasolina periodicamente, as pessoas também sentem a necessidade de fazer um seguro contra grandes riscos ao veículo (roubo/furto, perda total, necessidade de reboque). Entendo que devemos nos proteger dos eventos de saúde de forma similar, senão de forma mais completa. Ou seja, você deve fazer o seu check-up anual, realizar os exames preventivos, nutrir hábitos saudáveis, e, também, deve contratar um seguro de doenças graves para o risco de acontecer o imprevisível, o diagnóstico de um câncer, por exemplo.

Assim, defendo que ter um seguro de doenças graves deveria fazer parte do pacote de prevenção de todos nós, pois, infelizmente, existem situações que fogem do nosso controle, e é justamente para elas que o seguro existe.

Vale lembrar aos leitores que, apesar dos números alarmantes apresentados, o câncer de mama deixou de ser uma sentença de morte no Brasil. Atualmente, dependendo do estágio em que ele for diagnosticado, a chance de cura é superior a 95%. Mais um motivo para todos incentivarem a realização de os exames preventivos e dar luz ao tema para que cada vez mais pessoas consigam transpor esse desafio. Aos poucos, esperamos passar a real necessidade da proteção “ainda em vida” para os todos os possíveis segurados.

Seguradoras alertam clientes sobre os riscos com paralisação dos caminhoneiros

Enquanto os manifestantes fecham estradas e o ministro Supremo Tribunal Federal e ministro do e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e polícias militares tomem medidas para liberar imediatamente as rodovias interditadas.

Mesmo assim, os bloqueios seguem nesta terça-feira. Seguradoras e corretores correm para ajudar seus clientes a gerenciar a crise e acionar um plano de contingência para mitigar perdas. Os bloqueios podem afetar diversos segmentos da economia. Principalmente o transporte de mercadorias e empresas aéreas. Mercadorias podem estragar, prateleiras ficarem desabastecidas, entre outros tantos problemas como violência, saques, quebra de contratos, além do stress em todos os envolvidos.

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Existe a preocupação de afetar a cadeia de distribuição nacional com transtornos, limitações, desabastecimento e aumento do risco logístico, gerados pela paralisação. Independentemente da cobertura securitária contratada, existem riscos a que estão sujeitas as mercadorias, os quais não são indenizáveis pelo seguro, tais como: atraso na entrega dos produtos ou mesmo exposição da marca e manipulação dos produtos de forma inapropriada e, portanto, a fim de mitigar tais ocorrências.

“É importante definir em comum acordo com a Área de Logística e Gerenciadora de Risco, um plano de ação, evitando as áreas de bloqueio do tráfego”, comunica a corretora Lockton aos seus clientes. Ela sugere que seus segurados programem horário de saídas dos veículos de carga; a roteirização do embarque: horários e rotas para tráfego diurno; e desvios de regiões bloqueadas pelo movimento.

Na impossibilidade de evitar a região controlada pelo eventual movimento, a Lockton sobre que busquem, quando possível, locais seguros (pátio de transportadores e postos homologados) para paradas e/ou pernoites, aguardando até que a situação se normalize e permita a continuidade segura da viagem. “Por fim, não obstante a ocorrência do evento nacional, a Lockton está preparada para atender aos clientes com as mais complexas soluções”, afirma em nota.

Entre as dicas, a corretora destaca que a transportadora repasse as informações da viagem junto ao motorista, enfatizando a necessidade de cumprimento do PGR, inclusive, se necessário, fazer assinar o plano de embarque com todas as regras e diretrizes do transporte. Importante também dar preferência para veículos que possuam redundância (segunda tecnologia). É importante caso o veículo tenha problemas na tecnologia principal por conta dos protestos. “Antes da saída para viagem, além dos itens de segurança do caminhão, devem ser checados os sensores, atuadores e outros dispositivos que auxiliam o gerenciamento de risco”, complementa.

Denis Teixeira, diretor nacional Alper Cargo/Transportes, informou que foram reforçadas as medidas de segurança a vida e a carga para todos os clientes e também uma cartilha com dicas e recomendações de como prevenir e mitigar perdas.

Como prevenir:

  • Evite rodar nas regiões com manifestações;
  • Faça um planejamento da viagem buscando rotas alternativas;
  • Dê preferência ao tráfego diurno;
  • Pernoite em local protegido e longe dos pontos de manifestações;
  • Procure parar em local iluminado e próximo de câmeras de segurança;
  • Redobre a atenção na condução do veículos
  • Não tente furar bloqueios que por ventura encontrar durante a vigem.
  • Motorista, lembre-se ainda de não iniciar ou reiniciar a sua viagem sem autorização e liberação por parte dos responsáveis (embarcadores, transportadores, e gerenciadores de riscos)

Latam montou “War room”

“Os bloqueios podem não só dificultar a chegada dos passageiros, mas afetam a chegada dos tripulantes, do combustível, do material de bordo entre outras coisas. “Abrimos mesa de crise, garantimos a chegada de informação atualizada para a tomada de decisão de todos (informação é tudo!), avisamos os clientes para verificar o status do voo no site e evitar ligar para o call center, pois os atendimentos devem ser priorizados para aqueles que foram afetados”, informa Jerome Cardier, CEO da Latam Airlilnes, que conta com um bem elaborado plano de gerenciamento de risco apresentado às seguradoras e resseguradoras.

A empresa aérea também pede para que os clientes cheguem antes. Buscamos formas alternativas de fazer nossa equipe chegar aos aeroportos, usamos as equipes reserva para operar voos para os quais a tripulação não conseguiu chegar, buscamos reacomodar os clientes dos voos afetados recombinando operação e usando aeronaves maiores, carregamos mais combustível nos aviões que vão para aeroportos que tem menos estoque. Enfim, toda a empresa se volta para tratar da crise”, explica ele em sua página no LinkedIn. “Espero que os clientes compreendam que a operação pontual do seus voos depende de muitas coisas sobre as quais não temos total previsibilidade. Saibam que a equipe está 100% dedicada a minimizar o impacto em todos. Muita calma e vamos em frente!”.

Zurich oferece assistência odontológica emergencial no Vida Individual

Rodrigo Barros Zurich Seguros
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

Agora, os clientes do “Zurich Vida Para Você”, o produto de vida individual da Zurich, passarão a contar com a opção de incluir gratuitamente a assistência odontológica emergencial em suas apólices.

O novo serviço integra um rol de 18 opções de assistências, entre as quais o cliente pode escolher três, sem nenhum custo adicional, para utilizar ao longo da vigência do seu seguro de vida individual. As assistências, que incluem benefícios como telemedicina, orientação psicológica, rede de descontos com mais de 20 mil estabelecimentos em todo país e até assistências pet e bike, são um dos grandes diferenciais do produto, já que permitem que o seguro seja utilizado pelos clientes ao longo de toda a sua vida.

A nova assistência odontológica emergencial tem o objetivo de atender aos segurados que se encontrem em situação emergencial, decorrente de dor, infecção ou trauma gerado por acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda, ocasionada em dentes naturais, e que exija consulta com um dentista. Também estão cobertos episódios de crise, ocasionados por doença preexistente ou crônica, quando gerarem quadro clínico de emergência ou urgência. O cliente que optar pelo serviço de Odontológico Emergencial terá à disposição quatro formas de atendimento, conforme o grau de emergência, sendo eles telefone, chat, videochamada e atendimento presencial em clínica ou domicílio.

O serviço é válido em todo território nacional e poderá ser solicitado mesmo que o segurado esteja fora de sua residência. Caso o segurado encontre-se em localidade que que não possua infraestrutura de atendimento, ele será orientado pela central de atendimento sobre como proceder, respeitando sempre os limites previstos para o serviço solicitado.

“Na Zurich, sempre colocamos o cliente no centro de nossas ações e, ao oferecer essa nova assistência, proporcionamos mais segurança, tranquilidade e qualidade no atendimento aos nossos clientes”, explica Rodrigo Barros, Diretor Executivo de Vida, Previdência e Capitalização da seguradora.

Segundo o executivo, além de ser um produto flexível, o capital segurado pode ser de até R$ 5 milhões, valor acima da média praticada para seguros de vida. “Além das tradicionais coberturas, que não são obrigatórias, nosso seguro de vida individual oferece proteções customizáveis, que podem ser utilizadas pelo cliente durante toda sua vida”, pontua Barros. “Desenvolvemos e aprimoramos um seguro completo e flexível que protege o segurado e permite ao corretor fazer uma boa consultoria de riscos, já que ele pode selecionar as opções mais adequadas às necessidades dos clientes, que podem ser muito específicas”, finaliza.

Artigo: Por que os profissionais da saúde estão muito mais interessados na contratação do seguro de responsabilidade civil profissional?

walter polido

por Walter A. Polido, consultor e árbitro em seguros e resseguro

Esta pergunta, quinze ou vinte anos atrás, sequer seria formulada. Os profissionais da saúde, especialmente os médicos, não só deixavam de contratar o referido seguro, como também repercutiam massivamente contra o instrumento. Entendiam, equivocadamente, que estariam muito mais expostos a ações judiciais e com valores indenizáveis superestimados, na hipótese de disporem de uma apólice E&O. Ora, o patrimônio seja ele pessoal, se se tratar de profissional autônomo, seja empresarial, no caso de pessoa jurídica (clínicas, hospitais e afins), sempre esteve à mercê de possíveis reclamações indenizatórias e por conta, principalmente, do disposto no ordenamento jurídico nacional: artigo 927, do Código Civil “Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.

O art. 942, do mesmo CC, preconiza mais o seguinte: “os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação”. Os artigos 948 e 949, também do CC, determinam os tipos de reparações devidas pelo profissional, no caso de homicídio e de lesão ou outra ofensa à saúde, respectivamente. Desse modo, os profissionais sempre estiveram obrigados a indenizar, em sobrevindo danos e/ou lesões aos seus pacientes. O contrato de seguro E&O, em face dessa exposição legal permanente, se apresenta como instrumento garantidor, cuja eficácia é incontestável. Negar isso, resultará apenas na exposição do patrimônio pessoal, sem qualquer vantagem para o profissional.

A falta de cultura da sociedade brasileira acerca dos seguros, não se limita ao campo dos riscos profissionais. Apesar dessa realidade, já avançou bastante e atualmente quase nenhum profissional da saúde exerce a sua atividade sem estar garantido por uma apólice E&O. 

Também tem contribuído para o desenvolvimento dos seguros E&O da área médica, o fenômeno da horizontalização, ou seja, a exigência feita pela parte requerida da comprovação, pelo requerente, da existência de apólice E&O em vigor para situações diversas. Com este procedimento, os hospitais que disponibilizam centros cirúrgicos para profissionais não do quadro, têm exigido a comprovação do seguro, até mesmo como garantia de que, na hipótese de uma reclamação de terceiro, sabe-se de antemão que existe um contrato de seguro garantindo o pagamento da indenização devida. Ainda que de alguma forma o hospital possa ser responsabilizado quanto ao pagamento, pela via da solidariedade, por exemplo, a existência de uma apólice de E&O contratada pelo profissional que utilizou as instalações, garante a ele que o ressarcimento será facilitado. 

A doutrina e a jurisprudência dos tribunais ampliam, cada vez mais, os conceitos acerca da responsabilização dos agentes da área médica e de forma irreversível. Atualmente é temerário os profissionais atuarem sem a garantia do seguro E&O individual, ainda que eles possam contar com a apólice contratada pelos estabelecimentos nos quais desenvolvem as suas respectivas atividades. O vínculo com os referidos estabelecimentos nem sempre representa a única atividade exercida, sendo que o profissional médico pode também atuar de forma autônoma ou em clínicas que não possuem o correspondente seguro. Há vários entendimentos com relação à responsabilidade civil dos diferentes agentes que atuam na área médica: as seguradoras e operadoras de Seguro Saúde, por exemplo, enquanto prestadoras de serviços podem não ser, em princípio, responsabilizadas por E&O dos profissionais médicos, na hipótese de elas apenas reembolsarem os gastos, com a livre escolha dos profissionais.

O mesmo já não acontece, todavia, se os profissionais fizerem parte da rede por elas credenciada, cujo contrato de adesão repercute em solidariedade. No caso de equipe médica, a responsabilidade pode ser atribuída a cada profissional isoladamente e desde que essa separação de tarefas seja inequívoca. Todavia, se um determinado médico controlar e/ou coordenar todo o processo cirúrgico, ele será o responsável pelos danos causados ao paciente. Assim, o médico-chefe da equipe responde solidariamente. No tocante ao médico anestesista, considerando a especialidade e a individualização da atividade, pode acontecer de ele ser responsabilizado isoladamente, apesar da responsabilidade objetiva dos estabelecimentos, com a correspondente solidariedade.  Enfim, os diversos tipos de relações encontradas na atividade médica, apenas reforçam a indicação acerca da necessidade de o seguro E&O ser contratado, individualmente e pelos estabelecimentos. 

Desde que a profissão médica perdeu o manto protetor que existia no século passado e a atividade passou a ser olhada como outra qualquer e sob o viés econômico-capitalista, a possibilidade de o profissional ser acionado em face de erros ou omissões que podem repercutir em lesões ou em alegadas lesões a pacientes, foi maximizada. Fala-se, até mesmo, que a medicina foi desumanizada, devendo se rehumanizar! Convém destacar, ainda, que apenas o fato de ser alegada uma lesão sofrida em razão de um suposto erro ou omissão médica, já determina para o profissional a necessidade de constituir advogado para a sua defesa, o que pode representar cifras consideráveis; neste sentido, a importância de o seguro E&O ser contratado é preponderante.

Além disso, o profissional médico, um litigante eventual, estará muito mais protegido pelo serviço que a seguradora lhe prestará também nessa área de assistência jurídica especializada, sendo ela uma litigante profissional. Não só na atividade profissional médica, assim como também em outras, como a advocacia, tabelionato, empresas de engenharia de projetos, certificadoras, corretores de seguros e de resseguro, a exposição ao risco de sofrer demanda judicial está muito presente e se acentua a cada dia.

Finalizando, diante do possível questionamento acerca do porquê da contratação do seguro E&O, a resposta é muito simples: para preservar o patrimônio do profissional, o qual, muito provavelmente, foi construído ao longo de uma carreira de trabalho. Se for olhado, ainda, de uma maneira mais altruísta e sob o viés da socialidade que deve estar presente nas nações desenvolvidas, o seguro E&O também visa garantir que o terceiro prejudicado será efetivamente indenizado, sobrevindo o sinistro. A função social do seguro, na sua plenitude.


*O seguro de RC Profissional, também conhecido por Erros & Omissões (E&O), garante a responsabilidade civil do segurado decorrente dos erros e omissões na prática da profissão, com repercussão de danos e/ou lesões a pacientes.

CNseg parabeniza Lula, o presidente eleito

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) parabenizou o novo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, pela vitória nestas eleições de 2022. “Desejamos um enorme sucesso neste novo mandato. Estamos confiantes que os senhores trarão contribuições valiosas para o crescimento econômico e social do Brasil assim como uma melhor qualidade de vida para a população. O setor de seguros está à disposição do novo governo para ajudá-los nesta importante jornada”, afirmou Dyogo Oliveira, presidente-executivo da CNseg

A diretoria da FENACOR também parabenizou o presidente e o vice-presidente eleitos. “Desejamos pleno sucesso no mandato que inicia dia 1º de janeiro e manifesta a convicção de que a vitória nas eleições realizadas neste domingo, dia 30 de outubro, será o ponto de partida para uma nova era de amplo crescimento econômico. Esta Federação, que representa mais de 120 mil Corretores de Seguros, está a postos para colaborar na concepção e na execução das ações e projetos governamentais que visem a ampla proteção e amparo da população brasileira, dos negócios e da viabilização das grandes obras, públicas ou privadas, tão necessárias para o nosso País.O resultado dessa eleição foi, acima de tudo, uma vitória da democracia!”.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), na condição de representante dos principais grupos de planos e seguros de assistência à saúde privados do país, se coloca à disposição do governo eleito para construir soluções e oferecer respostas que colaborem para ampliar acesso a tratamentos, curar e salvar vidas, gerar mais qualidade de vida e bem-estar para os brasileiros. “Manifestamos nossos votos de parabenização, almejando que a saúde dos brasileiros seja tratada com cada vez mais cuidado e atenção”, escreve Manoel Peres, presidente da FenaSaúde, em nota divulgada.

Artigo: “Oferta crescente de serviços de assistência é oportunidade de ganho extra ao corretor de seguros”

Por Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance Brasil

No mês em que celebramos o trabalho do Corretor de Seguros, alguns números chamam a atenção. Com mais de 94 mil profissionais atuando em todo o Brasil, esses profissionais são o principal motor da indústria do seguro, que responde atualmente por cerca de 6,7% do PIB do país. Apesar de ser um dos setores mais importantes da economia, os negócios ainda patinam com a falta de produtos mais acessíveis e adequados às necessidades da população, o que afeta a rentabilidade do corretor.

Um bom exemplo é o seguro Auto, que mesmo sendo um dos produtos com maior aceitação entre os brasileiros, apenas 30% da frota brasileira está segurada. Isso vale também para outros seguros, que também são bastante conhecidos, mas ainda possuem pouca penetração como o Residencial, o Vida e o Viagem.

Esse cenário piorou nos últimos anos com a pandemia e a crise econômica internacional, que afetou especialmente o Brasil, tirando empregos e reduzindo o poder de compra da população. De forma indireta, tudo isso atingiu também os rendimentos dos corretores de seguros, que viram muitos dos seus clientes adquirindo cada vez menos proteção para seus bens.

Como toda crise traz também oportunidades, o setor de serviços de assistência se tornou uma alternativa interessante para que o corretor de seguros tenha outras possibilidades de comercialização junto ao seu cliente, sem a necessidade de ampliar a sua carteira. Primeiro porque são produtos que não concorrem com os seguros; e segundo porque, de maneira geral, são mais acessíveis e oferecem algum tipo de proteção para quem não tem mais condições de arcar com uma apólice tradicional (e não quer ficar desassistido), ou pode ser uma cobertura complementar para quem já é segurado.

Hoje existem diversos tipos de serviços, que vão desde o Arquiteto Virtual, por exemplo – que de forma online ajuda o cliente no desenvolvimento de um projeto de decoração de ambientes – até o Assistência Celular Roubado, que auxilia as pessoas que tiveram celulares roubados (furtados, clonados ou mesmo perdidos) a se protegerem de golpes e crimes pela internet. Isso sem falar em outros serviços mais conhecidos, como as assistências Funeral e Pet, produtos que tem despertado o interesse cada vez maior dos brasileiros pelo seu excelente custo x benefício. 

Por tudo que foi dito acima, acho que fica claro que os produtos de assistência possuem uma série de vantagens e precisam ser percebidos pelo corretor como uma oportunidade de ganhos extras. Em breve, finalmente lançaremos o Portal do Corretor, que após uma grande fase de testes e ajustes permitirá que o corretor de seguros comercialize assistências independentemente do cliente dele tenha algum seguro ou não.

Dessa forma, acredito que estaremos dando passos significativos na expansão do mercado de proteção, além de oferecer serviços diferenciados e alinhados às principais demandas do segmento. Isso sem falar na ampliação das oportunidades de negócios para o corretor, engajando esses profissionais por meio da oferta de produtos atraentes para o consumidor, o que representa um novo ecossistema de negócios para o setor de seguros.

2022 tem sido exigido muita dedicação para conseguir bons seguros para clientes, diz diretora da corretora Sanyuu

Sofia Banuls Scatena corretora de seguros

2022 tem sido um ano desafiador para o mundo. Assim também como para os corretores de seguros. “O endurecimento da aceitação de risco por parte das seguradoras aumentou muito o trabalho de colocação dos seguros dos nossos clientes, sem mencionar o realinhamento do prêmio imposto pelas seguradoras em algumas linhas especificas”, comenta Sofia Banuls Scatena, diretora comercial da Sanyuu Corretora de Seguros, uma corretora hoje independente, mas que nasceu como cativa da seguradora japonesa Mitsui Sumitomo.

Muitos resseguradores e investidores avaliam suas posições estratégicas ao contabilizarem perdas com a pandemia e segmentos com elevada sinistralidade. No Brasil, as perdas recordes no seguro rural assustaram os resseguradores, que já vinham buscando novos negócios com a estagnação de novos investimentos corporativos e governamentais. O resultado é elevação de taxas, de franquias e menor apetite pelos contratos, mesmo aqueles sem histórico de sinistros.

Diante de um cenário extremamente competitivo em seguro e em corretagem, a prioridade de 2023 da corretora Sanyuu é investir em pessoas para blindar atuais clientes e conquistar novos. “Investimos muito no desenvolvimento individual de cada colaborador. Definimos anualmente uma verba obrigatória que para esse desenvolvimento que pode ser desde cursos de idiomas até cursos para a Certificação de Corretor. No próximo ano aumentaremos esse valor em 50%”, contou a executiva. Segundo ela, a pandemia ajudou a valorizar ainda mais os colaboradores. “O esforço de todos para manter as operações foi muito importante. Hoje empoderamos mais os colaboradores, temos horários flexíveis, comemoramos todas as conquistas e o melhor de tudo, a idade média dos nossos colaboradores é de 30 anos.”

O investimento na equipe e em parceiras é recompensado. Com 80% das vendas em seguros dos segmentos de seguros gerais e riscos financeiros, a corretora treina seu departamento comercial em linhas especificas, o que garante um atendimento diferenciado. “Temos uma equipe muito ativa na captação de clientes, mas boa parte do nosso crescimento tem vindo por sermos indicados pelos nossos clientes a outras companhias”, conta. Outro orgulho, cita a executiva, é ter em carteira clientes com os quais trabalhamos desde a fundação da Sanyuu”. Outra fonte de crescimento vem das parcerias internacionais. “Fazemos parte de quatro redes internacionais de corretores que nos indicam clientes para atendimento de programas mundiais no Brasil”.

A Sanyuu foi fundada em 1969 para ser a corretora cativa da Mitsui Corporation no Brasil e em 2003, se tornou independente. Tem clientes em quase todos os segmentos da atividade econômica, localizados nos diversos estados brasileiros. Atualmente, a Sanyuu trabalha com 45 seguradoras e tem 39 colaboradores. Para ela, a sigla ESG, que se traduz em investimento em social, ambiental e governança, faz parte do dia a dia. “Além de cuidarmos da nossa equipe, investimos tempo e recursos em 13 instituições de caridade, impactando diretamente mais de 1 mil pessoas por ano. No próximo ano, aumentaremos essa verba em 30%”, finaliza a executiva que atua há 18 anos no mercado de seguros.

Seguro de carro apresenta queda em setembro, após 11 meses de alta consecutiva

Fonte: TEx

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, divulga os números de setembro do IPSA – Índice de Preços do Seguro Automóvel. De acordo com o estudo, o índice geral de Seguro Auto apresentou queda após 11 meses consecutivos de aumento, caindo de 6,6%, em agosto, para 6,5% em setembro. Mesmo com a redução, o índice apresenta aumento acumulado de 27,5% nos últimos 12 meses. Para baixar o IPSA completo acesse o link.

Para Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx, a tendência é que o IPSA siga estável ou com leve queda nos próximos meses de 2022. “A queda da sinistralidade das seguradoras nos últimos meses é decorrente do aumento dos preços do seguro e não da redução dos sinistros. Em São Paulo por exemplo, o roubo e furto no terceiro trimestre de 2022 aumentou 4,6% em relação ao trimestre anterior de acordo com a SSP/SP”.

Em relação ao IPSA por gênero é possível verificar que o índice seguiu a tendência do Índice geral, apresentando uma leve queda. “O sexo feminino caiu de 6,2%, agosto, para 6,1%, setembro. Já o masculino passou de 6,8% para 6,7%”, explica o executivo.

Dados regionais – A região onde o segurado reside é um fator muito importante na precificação do seguro, pois interfere diretamente nas taxas de roubo e furto. Neste mês, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RJ) segue com a maior taxa, sendo 47% superior na comparação à Região Metropolitana de Belém (PA).

Especificamente na cidade de São Paulo, o IPSA revela que o seguro na Zona Norte é 70,8% superior à região central. Já na capital fluminense, a Zona Norte segue com o maior índice, sendo 80,4% maior na comparação com a Zona Sul do Rio de Janeiro.

Já em relação ao ranking dos carros mais cotados pelo TELEPORT, o Chevrolet Onix segue na liderança com 6,4% do volume total, seguido por Hyundai HB20 com 4,8%. Vale lembrar que o top 10 dos carros mais cotados representa 31,8% do total de automóveis cotados no mês de setembro.

SulAmérica lança FOF de alocação visando público institucional

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Fonte: SulAmérica

Buscando ampliar o forte relacionamento já existente com os investidores institucionais, como fundos de pensão, a SulAmérica Investimentos, gestora com mais de R$ 54 bilhões sob gestão e administração, criou um produto para reforçar sua atuação no segmento: o SulAmérica Alocação FIC FIM Crédito Privado.

O novo fundo Alocação da SulAmérica tem como objetivo ajudar as EFPCs (Entidades Fechadas de Previdência Complementar) a terceirizar a escolha dos melhores gestores do mercado, assim como a diversificar suas alocações em fundos classificados como “estruturados” de acordo com a CMN nº 4.994, por meio de um FOF (fundo de fundos) com uma exposição média de 8 a 12 fundos, isso a partir de uma análise inicial de macroalocação das mais diversas estratégias.

“O objetivo é montar uma carteira que os fundos apresentem uma baixa correlação entre si. Ou seja, enquanto um fundo, em dado momento, pode não estar performando tão bem, outros tendem a performar melhor, gerando equilíbrio nesta carteira e assim apresentando consistência de performance. A ideia é que esse FOF também proteja o investidor, em cenários de stress de mercado, dada a baixa correlação entre os fundos investidos. Estamos facilitando a vida dos clientes dos fundos de pensão oferecendo essa estrutura”, afirma Marcel Andrade, gestor responsável pela área de fundos de fundos.

O produto, que tem 0,50% de taxa de administração, resgate D+30 e aplicação mínima de R$1.000, buscando entregar uma rentabilidade de CDI + 4% ao ano.

“Com o cenário de juros para o ano que vem, a classe de multimercados deve se beneficiar, podendo aproveitar tanto o movimento de fechamento de juros do segundo semestre quanto o resultado mais positivo esperado para os ativos de renda variável”, explica Marcelo Mello, VP de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

Porto e Bradesco vencem “Top of Mind” da Folha

Marcas tradicionais do setor de finanças mais uma vez reafirmaram sua liderança no Top of Mind. A competição tem ficado acirrada em algumas categorias. Em seguros, apesar da competitividade, a Porto ainda reina. Segundo a Folha, Porto, com 10%, e Bradesco Seguros, com 8%, dividem a vitória na categoria. Tecnicamente empatadas, dada a margem de erro, elas permanecem na liderança pelo desempate, o awareness: cada uma registrou 13% das menções. A pesquisa mostra que só 20% declararam ter algum tipo de seguro.

Em abril, a antiga Porto Seguro anunciou a mudança de nome da empresa para Porto e seu desmembramento em Porto Seguros, Porto Saúde e Porto Seguro Bank. O objetivo foi dar visibilidade aos diferentes negócios, com marcas distintas para cada segmento.

A Porto Saúde patrocinou o Rock in Rio e fez uma campanha em parceria com Osgêmeos e empreendedores reais. Na área de seguros, deu-se mais foco ao produto para celulares, com investimentos direcionados a influenciadores digitais. No mais, ênfase na transformação digital e na experiência omnicanal, com o cliente escolhendo o canal que mais lhe convém. Atualmente, 44% dos acionamentos de serviço são realizados por WhatsApp.

Luiz Arruda, vice-presidente de marketing, clientes e dados da Porto, diz que a companhia tem indicadores trimestrais de sustentabilidade. Assim, procura medir eficiência energética e hídrica, redução de uso e reciclagem de recursos, e emissões de gases de estufa. Em 2021, veículos mais sustentáveis representaram cerca de 47,16% da distância percorrida em atendimentos.

Quais os motivos recentes que podem ter ajudado a Bradesco Seguros a continuar na dianteira? Na comunicação, o diretor de marketing Alexandre Nogueira ressalta campanhas como a “Amigo”, baseada na canção de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, “pensada para lembrar que o seguro também é o amigo certo nas horas incertas”.

Na área ambiental, o combate às mudanças climáticas é um pilar estratégico para o grupo, segundo Valdirene Secato, diretora de recursos humanos, ouvidoria e sustentabilidade. “O grupo neutralizou 100% das emissões de gases de efeito estufa decorrentes de atividades operacionais”, diz.