Executivos da Europ Assistance ajudarão corretores a venderem mais durante conferência

Fonte: Europ

Ajudar os corretores a venderem mais. É com esse objetivo que a Europ Assistance – uma das maiores empresas de assistência e seguro viagem do país – participará nesta semana da Conferência Seguros na Prática. Apontada como o maior evento online para corretores do Brasil, o encontro será realizado nesta semana, entre os dias 07 e 11 de novembro.

Promovido gratuitamente pela Educa Seguros, o evento reunirá alguns dos principais executivos do mercado para debater diversos temas relacionados ao dia a dia do corretor, como vendas, marketing, gestão, tecnologia, mercado e desenvolvimento pessoal. 

A ideia é que esses profissionais ensinem aos corretores de seguros as estratégias que podem ajudá-los a superar seus desafios e contribuam de alguma forma para o desenvolvimento de suas corretoras e negócios. A organização espera que mais de cinco mil profissionais participem e acompanhem os debates online.

Para ajudar os corretores, dois dos principais executivos da Europ Assistance Brasil participarão do evento. No dia 09/11, às 10h30, Rogerio Guandalini, diretor Comercial e Marketing, participará do painel “Assistência 24h: Um Bom Negócio para o Corretor de Seguros”

“Nossas soluções não são apenas para momentos de emergência, mas também para garantir a comodidade e tranquilidade aos nossos clientes, em qualquer momento de suas vidas, seja no nascimento de um bebê ou até em um momento difícil com a perda de um ente querido, estamos prontos para atendê-los, o canal corretor é democrático e acessível”, afirma Guandalini.

Já no dia 11/11, também às 10h30, Gabriel Rego, Head Travel Brazil, debaterá o tema “Seguro Viagem: Recuperação, Crescimento e Oportunidades”. “O mercado de viagens está bem aquecido pós pandemia e as pessoas querem se sentir seguras, para desfrutar de uma viagem tranquila, seja à trabalho, por motivos de estudo ou por lazer”, comenta Gabriel.

“Estamos felizes de participar do evento porque faz parte do nosso DNA ajudar e cuidar das pessoas. Por isso, será um prazer contribuir de alguma forma para o desenvolvimento e aprimoramento dos corretores de seguros, seja nas áreas de marketing, tecnologia ou mesmo de produtos, como o seguro viagem”, completou.

MAPFRE atinge R$ 1 bilhão em vendas de seguros rurais

mapfre seguro

Com raízes no Agronegócio desde a sua fundação na Espanha, em 1933, a MAPFRE está comemorando um marco na sua história de mais de 30 anos de atuação no Brasil. A companhia atingiu recentemente o montante de R$ 1 bilhão de prêmios emitidos em seguros rurais pela primeira vez no País, incluindo todos os ramos, de Agrícola a Patrimonial Rural, consolidando-se ainda mais na liderança de mercado.

Patrícia Siequeroli, diretora de Seguros Gerais da MAPFRE, contextualiza que o marco foi alcançado, principalmente, pois os eventos e mudanças climáticas dos últimos anos resultaram em secas ou períodos longos de chuvas em diferentes regiões do Brasil, afetando muitas propriedades rurais durante as safras. E diante do cenário impactante, os produtores rurais compreenderam de forma definitiva o papel fundamental dos seguros rurais em seu dia a dia. “Tivemos duas safras consecutivas com perdas históricas e os produtores que não tinham nenhum tipo de seguro tiveram um impacto financeiro significativo, obrigando alguns deles a saírem da atividade. Os fenômenos climáticos vão continuar impactando o Agronegócio e, diante da previsão de safras catastróficas, a importância do seguro rural para gestão de risco do agricultor se torna ainda mais evidente”, afirma. “O produtor que ainda permaneceu ativo observou que não há mais opção, ou seja, é fundamental ter pelo menos um tipo de seguro rural para a sustentabilidade dos seus negócios daqui em diante”, comenta.
 

A executiva considera também que a capacidade da MAPFRE em disponibilizar as soluções mais adequadas aos produtores rurais contribuiu para uma melhor percepção sobre os seguros para o Agronegócio e, com isso, para alcançar a marca histórica. “Estamos muito felizes e realizados por termos alcançado um número nunca atingido pela MAPFRE no Brasil. Disponibilizamos coberturas para mais de 70 tipos de culturas e para o patrimônio do agricultor. Além disso, possuímos processos de subscrição precisos e aproximadamente 400 especialistas em todo País capazes de oferecer o suporte mais adequado às necessidades imediatas dos clientes”, pontua. “Nossa estimativa é continuar crescendo em 2023, tanto que estamos ampliando nossa capacidade técnica, com novas vagas disponíveis aos profissionais do setor”, revela.

Ainda de acordo Patrícia, o valor agregado da MAPFRE é percebido pois a companhia possui um plano de contingência montado para situações de muitos acionamentos de sinistros no mesmo período. “O seguro agrícola é para cobrir eventos catastróficos e é esperado que algumas safras sejam mais catastróficas que outras. Sendo assim, é necessário que haja uma estrutura de campo montada para atuar nesses tipos de situação”, explica. “Nos casos de sinistros registrados no fim de 2021 devido à seca nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul, por exemplo, a MAPFRE comprovou sua solidez desde o processo de atendimento até as vistorias e pagamento das indenizações”, ressalta.

Por fim, Patrícia Siequeroli recomenda que o agricultor deve se atentar ao momento da contratação de um seguro agrícola, para que não perca a época adequada e saiba escolher o produto ideal para assegurar sua lavoura. “O produtor rural deve procurar um corretor especializado em seguros rurais o quanto antes possível, que poderá apoiá-lo em caso de dúvidas e na contratação do seguro. Ainda assim, é necessário que o agricultor leia atentamente a proposta de seguro, as condições gerais do produto e, paralelamente, pesquise sobre as seguradoras”, alerta.

Setor de seguros arrecada R$ 265,1 bilhões até setembro de 2022, alta de 18,2%

Fonte: Susep

O setor de seguros continua em crescimento, contendo arrecadação acumulada de R$ 265,1 bilhões até o mês de setembro, o que representa aumento de 18,2% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Superintendência de Seguros privados (Susep). Segundo o superintendente da Susep, Alexandre Camillo, o setor de seguros vai continuar em crescimento e desenvolvimento. “Mesmo diante de crises, o setor se mostrou competente e ágil, garantindo resultados positivos. Acredito que essa característica vá se manter nos anos que estão por vir, trazendo crescimento ao mercado de seguros.”

De acordo com os dados de setembro, nos seguros de pessoas, o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu a quantia de R$ 19,84 bilhões. O valor é referente a um crescimento de 16,4% em relação ao mesmo período de 2021.

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 27,3% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até setembro de 2022 com o mesmo período de 2021. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 36,97 bilhões no acumulado até o nono mês de 2022, elevando para 34,3% comparado com o mesmo período de 2021.

Com uma pequena redução, a sinistralidade fechou o mês em 49,0%. Em agosto, o valor foi de 51,8%. A sinistralidade dos seguros de danos, em setembro de 2021, foi de 52,5%.

Nos seguros de pessoas, a sinistralidade de setembro de 2022 foi de 32,8%, perto de 32,6% do mês anterior, mas abaixo dos 41,9% observados em setembro de 2021.

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 42,0% na arrecadação de prêmios no acumulado até setembro de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais também se destacaram, obtendo crescimento de 35,2%.

Europ Assistance Brasil afirma que setor de assistência supera desafios do pós-pandemia

Os constantes aumentos nos preços dos combustíveis, a falta de peças de reposição e a escassez de mão de obra. Todos esses itens somados resultaram na crise do setor de assistência 24h. Ao longo deste ano, as empresas precisaram se reinventarem para superar os desafios e voltarem aos padrões normais de atendimento.

O mesmo aconteceu com a Europ Assistance Brasil (EABR), que além de fazer parte da comissão da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg) a respeito do assunto, se reuniu com prestadores para renegociar contratos, buscou novos parceiros, usou tecnologia para diminuir custos operacionais e implantou um novo sistema de atendimento. 

“Superamos o maior desafio da história do setor de assistência 24h. Não foi fácil, tivemos que mudar e desenvolver muitas soluções, mas quando recebemos um prêmio como esse, percebemos que todo esse trabalho e o esforço valeu a pena”, disse Newton, agradecendo em seguida a todos os colaboradores da EABR por sua dedicação.

Já em São Paulo, Newton subiu ao palco para receber o XXII Prêmio Mercado de Seguros, troféu Gaivota de Ouro, na categoria “Liderança e Motivação Organizacional”, por seu trabalho à frente da companhia. Nesta mesma cerimônia, a Europ Assistance também foi premiada, mas na categoria “Destaque em Melhoria nos Processos de Atendimento e Canais Digitais”, prêmio recebido por Tiago Massarico, novo diretor operacional da companhia.

BB Seguridade divulga lucro de R$ 1,65 bi no terceiro trimestre

BB Seguridade

O lucro líquido da BB Seguridade cresceu quase 70% no terceiro trimestre de 2022, em comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 1,65 bilhão. No acumulado até setembro, o lucro líquido evoluiu 57%, totalizando R$ 4,24 bilhões. O resultado gerado nos nove primeiros meses do ano já supera os R$ 3,93 bilhões registrados em todo o ano de 2021.

O resultado financeiro consolidado, líquido de impostos, de todo o conglomerado – BB Seguridade e de suas investidas – atingiu R$ 232,4 milhões no 3T22, ante saldo de R$ 14,1 milhões registrado no mesmo período de 2021. A elevação da taxa Selic, combinada com o aumento do volume de ativos financeiros e o fechamento da estrutura a termo de taxa de juros real foram os principais fatores que contribuíram para esse desempenho.

No trimestre, o resultado operacional não decorrente de juros (ex-holdings) chegou a R$ 2,2 bi, crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2021. No acumulado do ano, esse resultado é de R$ 5,5 bi, crescimento de 31% sobre os R$ 4,2 bi registrados no período 9M21.

Segundo a empresa, com a contínua melhora da sinistralidade e a superação na expectativa de vendas, principalmente no segmento de seguros, a BB Seguridade decidiu, pela segunda vez este ano, revisar para cima a sua estimativa de crescimento do resultado operacional não decorrente de juros (ex-holdings), que agora passa a prever uma evolução entre 24% e 27% este ano.

O guidance de crescimento de prêmios emitidos da Brasilseg também foi incrementado, prevendo agora uma expansão entre 25% e 28%.

Seguros: com crescimento de 45%, volume de prêmios emitidos chega a R$ 5,0 bi no trimestre

Na comparação 3T22 x 3T21, o volume de prêmios emitidos registrou evolução em todas as linhas de negócio: (i) rural (+72,6%), amparado pelo crescimento da demanda; (ii) prestamista (+46,2%), decorrente de maior volume de vendas, com aumento da penetração no desembolso de crédito consignado, expansão das vendas no estoque e redução do cancelamento; (iii) vida (+1,9%), com crescimento de tíquete médio; e (iv) residencial (+13,3%), empresarial/massificados (+35,6%) e habitacional (+3,2%). 

Previdência: captação líquida chega a R$ 1 bi nos primeiros nove meses do ano

No trimestre, o volume de contribuições chegou a R$ 15,1 bilhões, que representa crescimento de 29% em relação ao mesmo período de 2021, tendo sido observado aumento tanto em quantidade como em ticket médio das contribuições esporádicas. Como resultado do elevado aumento das contribuições (+18,4%), a captação líquida no acumulado do ano apresentou saldo positivo de R$ 1 bilhão, deixando para trás os R$ 237 milhões de resgate líquido registrados no 9M21. Com o forte desempenho de captação do terceiro trimestre, o crescimento anualizado das reservas de planos PGBL e VGBL acelerou para 9,9% ao final de setembro/2022, ante alta de 7,5% registrada no primeiro semestre.

Capitalização: arrecadação sobe quase 43% e totaliza R$ 1,6 bi no 3T22

Com impulso dado pelo maior ticket médio dos títulos de pagamento único e pela evolução da quantidade de títulos de pagamento mensal, o total de arrecadação com títulos de capitalização cresceu 42,6% sobre o 3T21, chegando ao volume de R$ 1,6 bi. No acumulado do ano, a arrecadação totaliza R$ 4,2 bi, crescimento de 31,8%.

Riscos cibernéticos: com perdas anuais de US$ 945 bilhões, 90% do risco permanece sem seguro, afirma Swiss Re

ataques cibernéticos

O cenário de risco cibernético evolui rapidamente, com ataques cibernéticos aumentando em gravidade e sofisticação. Os hackers agora usam técnicas de extorsão tripla e o ransomware como serviço reduziu as barreiras de entrada para os cibercriminosos. Além disso, o aumento da digitalização da infraestrutura crítica a tornou mais vulnerável a ameaças cibernéticas – com potencial de consequências sistêmicas caso um ataque cibernético interrompa o fornecimento de água potável, energia ou serviços de internet por um longo período de tempo.

Esta nova era de risco requer uma abordagem diferente para o seguro cibernético, sugere um novo estudo do Swiss Re Institute. “À medida que os ataques cibernéticos aumentaram, também aumentou a conscientização sobre o risco – e com isso, a demanda por seguro cibernético está crescendo. No entanto, devido ao alto grau de incerteza em relação às perdas esperadas e à natureza evolutiva dos o risco, sua segurabilidade é limitada. Isso, por sua vez, restringe a capacidade de mercado, levando a uma lacuna de proteção de cerca de 90%”, comenta Jérôme Haegeli, economista-chefe do Swiss Re Group.

O estudo sugere três áreas de melhoria em que o setor de resseguros pode ajudar a gerenciar o risco cibernético com mais eficiência e aumentar a segurabilidade: aumentar a consistência e a clareza do contrato, usar dados padronizados e melhor modelagem e identificar novas fontes de capital.

De acordo com o estudo, é fundamental melhorar a compreensão do risco, pois isso ajudará a mitigar as exposições gerais e tornar a sociedade mais resiliente a ataques cibernéticos com consequências devastadoras e potencialmente sistêmicas. A natureza humana e em rede do cibernético significa que o risco evoluirá continuamente e exigirá uma resposta coordenada. O aprimoramento da resiliência cibernética exigirá a colaboração entre corporações, seguradoras e governos.

“O mercado de seguros cibernéticos tem um tremendo potencial de crescimento. No entanto, o mercado precisa amadurecer ainda mais para garantir que haja proteção de seguro suficiente. Nosso setor tem um papel fundamental a desempenhar ao abordar três questões: melhorar dados e modelagem, aumentando a consistência e clareza do contrato e identificando novas fontes de capital”, afirma John Coletti, chefe de resseguros cibernéticos da Swiss Re, em nota divulgada.

As principais conclusões da publicação do Swiss Re Institute sobre o mercado de seguros cibernéticos são:

O aumento da frequência e gravidade dos ataques cibernéticos tem sido um dos principais impulsionadores do crescimento do mercado de seguros cibernéticos. Os prêmios globais de seguro cibernético atingiram estimados US$ 10 bilhões em 2021 e o Swiss Re Institute prevê um crescimento anual de 20% até 2025, com prêmios totais de US$ 23 bilhões. O mercado tem um potencial de crescimento significativo além dessas projeções. Dadas as estimativas de perdas cibernéticas globais anuais em torno de US$ 945 bilhões, aproximadamente 90% do risco permanece sem seguro.

Apesar de ter crescido rapidamente, os prêmios continuam sendo apenas uma fração das perdas anuais. Isso se deve a limitações de segurabilidade: perdas sistêmicas podem sobrecarregar resseguradoras, perdas cibernéticas são causadas principalmente por humanos e, portanto, não são aleatórias ou acidentais, e o risco é difícil de quantificar devido a restrições de dados e modelagem. Além disso, o risco de acumulação representa um desafio. Devido à interconectividade da economia, um único ataque cibernético pode gerar impacto generalizado e afetar potencialmente todo o portfólio de uma resseguradora.

A segurabilidade limitada restringe a capacidade apesar da crescente demanda, colocando em dúvida a sustentabilidade do mercado. Para melhorar a segurabilidade e estabelecer um mercado sustentável, o Swiss Re Institute propõe três medidas principais: padronização de dados e modelagem de otimização, atualizar a linguagem da política para maior clareza e consistência e identificar novas fontes de capital.

EZZE Seguros contrata Gabriel Bugallo como vice-presidente comercial e técnico

Gabriel_Bugallo EZZE Seguros

A EZZE Seguros anuncia a contratação de Gabriel Bugallo, de 56 anos, como vice-presidente comercial e técnico. “Estou muito animado com o convite do CEO Richard Vinhosa para fazer parte da equipe da EZZE, uma seguradora jovem, que acaba de completar 3 anos, e que almeja chegar entre as 20 maiores do mercado em 2024 apostando na estratégia de ser multicanal e multiproduto”, disse.  

Atuário de formação, o argentino decidiu investir numa carreira internacional diante das sucessivas crises econômicas que abalaram a Argentina. Deixou a carreira empreendedora como atuário, para entrar no mercado de seguros corporativo, onde atua há 16 anos, com passagens por diversos países como Turquia, Itália, Portugal e América Latina. Em 2010, foi convidado para montar a área atuarial da Zurich Vida para América Latina sediado em Buenos Aires e em 2013 foi transferido para a unidade brasileira. Em 2015, fui convidado para ser diretor do canal corretor daRSA, atual Sura, onde ficou até este ano, como vice-presidente de seguros. “Agora começo minha jornada na EZZE, com muita alegria. Comecei minha experiência no Brasil com Richard, que presidia a Zurich Vida na época, e espero terminar minha jornada ao seu lado”, diz. 

A experiência profissional de Bugallo é disputada em seguros, setor que busca aliar técnica com práticas comerciais dentro de um universo totalmente tecnológico. “O desafio da indústria de seguros é manter a rentabilidade. Queremos crescer com resultado, mesmo num cenário global de aumento de riscos na sociedade, com eventos climáticos mais frequentes e imprevisíveis, e riscos cibernéticos, agravados com o avenço da tecnologia. Ambos têm afetado o resultado de muitas companhias globalmente. Acreditamos numa visão técnica comercial para ter o equilíbrio financeiro entre os riscos assumidos e a competitividade em vendas”, afirma.  

A diversidade de produtos e de canais já é uma realidade para a EZZE. Em 2021, os corretores e os parceiros como bancos digitais e plataformas contavam com 21 produtos da seguradora, que atua até agora apenas com seguros corporativos para o canal corretor, para ofertarem aos seus clientes. Hoje são mais de 80. Em 2023 o grupo prevê sua estreia no ramo Frotas para completar a proposta de valor no segmento empresas e começar o desenvolvimento dosegmento de pessoas. “Nos preparamos para entrar no segmento automóvel, que é o maior na área de seguros de bens individuais, vida e residencial”, conta. “  

“A expectativa é encerrar 2022 com vendas de R$ 800 milhões, praticamente o dobro de 2021, e chegar a R$ 1,3 bilhão até 2023”, disse. Segundo ele, mesmo se a economia do país não avançar em 2023, o mercado de seguros cresce. “Temos um mercado potencial muito grande para conquistar. Certamente se o Brasil crescer, cresceremos ainda mais”, aposta o vice-presidente comercial e técnico da EZZE Seguros, presente em sete capitais brasileiras.  

Zurich completa 150 anos com Brasil em destaque na estratégia global

 “Zurich startup since 1872”. Este é o título do livro digital que marca a comemoração dos 150 anos do grupo suíço. “Foram duas guerras mundiais, duas pandemias, várias guerras civis e um contexto de transformação cultural e tecnológica. O grupo não só sobreviveu como se transformou e se adaptou”, comemora Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, em encontro com jornalistas na sede de São Paulo.

E o Brasil foi bem representado na festa realizada em Zurique, com o concerto Amazonia, com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP).  País estratégico para o grupo suíço, a filiam brasileira é a quarta maior do ranking, sem considerar saúde, capitalização e DPVAT. Os investimentos aqui se destacam, como a compra da seguradora Minas Brasil, na joint venture com o banco Santander e outras milhares de reais em parcerias de canais de distribuição. Hoje é a maior operação da Zurich na América Latina, onde o grupo está presente em outros países há mais de 60 anos. 

Se depender da subsidiária brasileira, o grupo terá muitos motivos para comemorações nos próximos anos. Franco afirma que a seguradora está munida com ferramentas e capacidade de distribuição no que ele classifica como “state-of-the-arts (algo que é bastante avançado e moderno em termos de tecnologia). “A nossa grande alavanca de crescimento orgânico nos próximos três anos é principalmente no varejo tradicional, com seguro automóvel, residencial e, principalmente, no seguro de vida para pequenas e médias empresas”, conta Franco. 

“Hoje as pequenas e médias empresas já representam 30% do portfolio e a minha meta é dobrar informou Rodrigo Barros, diretor executivo de Vida, Previdência e Capitalização. Segundo Barros, o mundo do pequeno e médio empresário é complexo. “Fizemos um estudo amplo juntamente com uma consultoria e agora iniciaremos uma jornada junto aos corretores para entender mais este mundo para fazer ofertas diferenciadas, começando pelo seguro de vida”, pontuou. 

Márcio Benevides, diretor executivo de distribuição, tem o olhar de mais longo prazo. “Temos hoje 9 mil corretores ativos e queremos ter 15 mil corretores nos próximos cinco anos. Investimos em plataformas e treinamento para empoderar o corretor de seguros para que ele seja o protagonista do crescimento de vendas de seguros no Brasil. Existe ainda um grande gap de proteção securitária no país e os corretores têm papel central na educação financeira dos brasileiros”, disse. Com foco no crescimento em outras regiões, a seguradora já ampliou sua presença para mais estados. A expansão é feita por meio de assessorias que dão suporte comercial aos corretores. “Este modelo é fundamental para dar amplitude comercial aos nossos parceiros. As assessorias complementam nossa rede de 27 filiais físicas”. 

Uma novidade para 2023 em grandes riscos é disponibilizar aos clientes locais um serviço lançado em 2021 pela matriz e disponível para alguns países, conta José Bailone, diretor executivo de seguros corporativos e de subscrição de ramos elementares. Trata-se de uma unidade de serviços de resiliência com 800 engenheiros de risco trabalhando em 40 países para ajudar as empresas a avaliar e mitigar seus riscos. Em razão da intensificação da frequência e gravidade das tempestades, este serviço é tido como um fator-chave para a adoção de medidas de resiliência entre as empresas. 

Um case relatado em uma matéria do jornal inglês Financial Times conta que um dos clientes de Zurich é a montadora Audi, cuja fábrica de Neckarsulm, no sudoeste da Alemanha. Em 2016, ela foi atingida pelas chuvas torrenciais que atingiram a Europa, enviando lama e água para dentro da fábrica, danificando equipamentos e interrompendo a produção. A Audi então trabalhou com os engenheiros de risco de Zurich, bem como autoridades locais, serviços de emergência e outras partes interessadas para fortalecer as defesas da planta e da área circundante, incluindo a instalação de novas bacias de retenção. No ano passado, quando as chuvas intensas castigaram novamente a Alemanha, a fábrica estava pronta. Alertados por um sistema de alerta precoce, os trabalhadores se uniram aos serviços de emergência para inflar longas barreiras cheias de água ao redor da instalação. Graças às contramedidas, a conta final do reparo ficou mais leve e a produção não precisou parar.

Exemplos como este mostram o quanto as práticas ESG norteiam o grupo. Fábio Leme, que se juntou ao time Zurich neste ano como diretor executivo de Personal Lines, Marketing e Comunicação, destacou o comprometimento do grupo suíço com o planeta. “A ambição da Zurich é ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no planeta. Estamos comprometidos em várias iniciativas e nos empenhamos em ajudar nossos clientes e parceiros na transição para uma nova economia de baixo carbono, por meio de gestão de riscos e desenvolvimento de seguros, coberturas complementares, produtos de investimentos e serviços de consultoria que os apoiem em suas práticas ambientais, sociais e econômicas”, afirma.

Em relação a “ir a compras no Brasil”, Franco afirmou que faz uma gestão ativa deste assunto, principalmente com foco em parceiros de distribuição. “Temos mais de 100 parceiros e seguimos investimos muito em plataformas para que possamos democratizar a oferta de seguros por meio dos pequenos e médios varejistas, que ainda não têm produtos do setor como uma fonte de renda. Levar o seguro aos consumidores por meio do varejo, dos bancos digitais e das fintechs, sempre com a intermediação dos corretores, é um item importante em nossa estratégica de diversificação. Somos cada vez mais uma empresa de ecossistema e queremos crescer mais nos canais digitais. Neste modelo de distribuição, parcerias com startups e empresas da nova economia se somam as alianças com o varejo tradicional, abrindo novas oportunidades”, avalia o executivo.

Fairfax e SmartLoad juntas para averbação de cargas multiplataforma

Fonte: SmartLoad

A seguradora Fairfax (FF Seguros) fez parceria com insurtech SmarthLoad para oferecer a solução de averbação de cargas SmartBox, disponível para os mais de 2 mil transportadores e embarcadores clientes da Fairfax. O processo agrega ainda mais segurança à mobilidade de carga ao permitir que os motoristas façam a averbação via smartphone e tenham as cargas asseguradas durante toda a jornada, de ponta a ponta.

Usando alta tecnologia, como machine learning (tecnologia na qual os computadores têm a capacidade de aprender por meio associações de diferentes dados), o SmartLoad App permite que já no momento da coleta os motoristas dos transportadores clientes da Fairfax escaneiem a Nota Fiscal via aplicativo disponível para Android, realizando então a averbação digital da carga, evitando assim ter trechos de sombra em que a carga esteja exposta a prejuízos e sem cobertura securitária.

O processo de averbação mobile feito por motoristas com apenas alguns cliques garante a cobertura securitária caso a carga sofra algum sinistro até a chegada no galpão da transportadora para a consolidação, levando ainda mais segurança para o processo. Além disso, com o SmartLoad App, o motorista tem a possibilidade de notificar eventos de sinistro, anexar fotos do veículo e todas as evidências necessárias. 

“Contar com um fornecedor parceiro e com soluções tecnológicas diferenciadas é fundamental para o crescimento dos negócios”, afirma Marcello Van Cleef, Superintendente da Fairfax.

Sylvio Bispo, CEO e cofundador da SmartLoad e empreendedor com mais de 15 anos de experiência em seguros de transportes destaca: “Estamos muito animados em poder contribuir com inovação para a carteira de segurados da Fairfax e, principalmente, de podermos juntos construirmos esse legado de integração e simplicidade por meio de alta tecnologia”. 

Sonho Seguro no Chile: discussões sobre o futuro do setor pautam encontros que reúnem seguradores e reguladores

CNseg, Fides 2023, Chile

A CNseg, confederação nacional das seguradoras do Brasil, realiza na próxima segunda-feira, dia 7 de novembro, no Chile, a cerimônia de lançamento internacional da Conferência Hemisférica da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), que ocorrerá no Rio de Janeiro, em setembro de 2023.

A cerimônia coincide com a realização, na capital chilena, da Assembleia Geral da Global Federation of Insurance Associations (GFIA), bem como da reunião do Conselho da Presidência e da Assembleia Geral da FIDES e também da Conferência Anual da International Association of Insurance Supervisors (IAIS).

O lançamento da FIDES 2023, ocorrerá em coquetel no Hotel DoubleTree by Hilton, na capital chilena, a partir das 19h30, reunindo cerca de 150 pessoas, entre executivos de seguradoras, resseguradoras, corretoras, representantes de órgãos de regulação e autoridades governamentais. O evento também será transmitido ao vivo, pela plataforma Zoom.

Clique aqui para se inscrever para acompanhar o lançamento da FIDES 2023

A FIDES, promotora da Conferência de mesmo nome, é uma organização sem fins lucrativos que reúne as associações de seguros privados das Américas e da Espanha, visando promover a dimensão estratégica do mercado segurador e destacar sua importância para o crescimento econômico da região.

Esta será a terceira vez na história da Federação Interamericana das Empresas de Seguros (Fides) que a cidade do Rio de Janeiro é escolhida como sede da próxima edição de sua Conferência Hemisférica. A 38ª edição – a Fides Rio 2023 – ocorrerá em setembro próximo (de 24 a 26) e reunirá um total de 20 delegações de seguradores e resseguradores da América Latina, dos Estados Unidos e da Espanha.

Desde 1946, a Fides promove o encontro bienal, convertendo-se na principal plataforma de conteúdo e de relacionamento da indústria de seguros nas Américas e Península Ibérica. O Rio promoveu outras duas edições: em 1954, aconteceu em território carioca a 5ª edição e, em 1979, quando realizou-se a 17ª.

O primeiro encontro da Fides ocorreu em Nova York, nos Estados Unidos. Desde então, a Fides chama para si a missão de promover o desenvolvimento do seguro e do resseguro, ao destacar os grandes benefícios que o setor traz para as economias e pessoas dos vinte países membros representados.

Realizada a cada dois anos – mas adiada em virtude da pandemia, de 2021 para o próximo ano – a Conferência Hemisférica é apontada como um dos principais eventos do mercado global de seguros, promovendo debates sobre temas sensíveis e estratégicos para o futuro da atividade.