A Superintendência Geral do Cade aprovou, sem restrições, a fusão da Rede D’Or com a SulAmérica, que cria empresa de R$ 76 bilhões em valor de mercado. A informação foi antecipada por Lauro Jardim, de “O Globo”. Enquanto aguardava o aval, a Rede D’Or conversou com interessados na compra de sua operação de corretagem de seguros, pelo qual estaria pedindo R$ 1 bilhão, apurou o Pipeline, site de negócios do Valor.
Munich Re lucra € 1,9 bilhão nos primeiros nove meses de 2022
A resseguradora global Munich Re reportou lucro de € 527 milhões e € 1,9 bilhão no terceiro trimestre e nos primeiros nove meses de 2022, respectivamente, apesar de um aumento nas grandes perdas em resseguros de propriedade e acidentes (P&C) devido às perdas do furacão Ian de cerca de 1,6 mil milhões de euros. O lucro do trimestre aumentou ano a ano, embora tenha diminuído ligeiramente nos nove meses 2022, uma vez que a resseguradora observa gastos acima da média para catástrofes naturais.
De fato, as principais perdas de mais de € 10 milhões cada atingiram mais de € 2,6 bilhões no terceiro trimestre de 2022, correspondendo a 26,9% dos prêmios ganhos líquidos e acima do valor médio esperado de longo prazo de 13% para o terceiro trimestre e 9M 2022. O evento nat cat mais caro para a resseguradora foi o furacão Ian, com € 1,6 bilhão. Ao todo, os gatos nat custaram à resseguradora € 1,8 bilhão no terceiro trimestre de 2022, em comparação com € 1,7 bilhão no terceiro trimestre de 2021. Ao mesmo tempo, a Munich Re registrou perdas causadas pelo homem de € 489 milhões no período, em comparação com € 245 milhões um ano antes.
Olhando para o futuro, a Munich Re diz que, à luz do desempenho “muito positivo” dos negócios até agora em 2022, elevou sua orientação para prêmios brutos emitidos em resseguro para € 48 bilhões dos € 45 bilhões anteriores e em ERGO para € 19 bilhões dos anteriores 18,5 bilhões de euros. Em todo o grupo, a meta aumentou de € 64 bilhões para € 67 bilhões.
Além disso, a resseguradora ainda tem como meta um resultado consolidado de € 3,3 bilhões para o ano de 2022, mas alerta que isso será muito mais difícil de alcançar devido à experiência de sinistros e ao ambiente de negócios. A empresa prevê um resultado consolidado de € 2,5 bilhões em resseguros para o ano, abaixo da meta anterior de € 2,7 bilhões. No entanto, na ERGO, a empresa espera um resultado consolidado de € 800 milhões para o ano, acima da meta anterior de € 600 milhões.
Em resseguro de P&C, a Munich Re agora espera produzir um índice combinado de aproximadamente 97% dos prêmios ganhos líquidos para o ano inteiro, em comparação com a meta anterior de 94%. No resseguro L&H, a empresa diz que agora antecipa um resultado técnico muito maior de € 800 milhões para 2022.
“A solidez financeira e a expertise profissional são de fundamental importância para nossos clientes em tempos de crise e orientam a Munich Re em suas ações. O furacão Ian corresponde ao padrão que a ciência esperaria de um mundo em aquecimento. Portanto, a probabilidade crescente de tais tempestades extremas é parte integrante de nossos modelos e deve ser refletida nos preços. A oferta sustentável e confiável que nossos clientes esperam de nós é baseada em análises realistas, não apenas de riscos de catástrofes naturais, mas também de riscos cibernéticos e pandêmicos. E embora o furacão Ian e o ambiente macroeconômico estejam tornando-o significativamente mais desafiador para nós, estamos aderindo firmemente ao nosso guidance anual de € 3,3 bilhões. Todos os campos de negócios estão contribuindo para um desempenho positivo e sustentável”, comentou o diretor financeiro (CFO), Christoph Jurecka.
Fides Rio 2023 promete debates, tendências e negócios para o setor de seguros na América Latina
Com uma agenda lotada em Santiago, Chile, para conectar o mercado de seguros brasileiro com outros países da América Latina, Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, realizou o lançamento internacional da 38ª Conferência Hemisférica de Seguros (#FIDESRio2023), que acontecerá de 24 a 26 de setembro de 2023, no Rio de Janeiro, Brasil.
“Estimados receber mais de 1,5 mil participantes. Será uma oportunidade valiosa para ampliar a rede de contatos profissionais, atualizar conhecimento e viabilizar novos negócios com as maiores seguradoras e resseguradoras do Brasil, da América Latina e do mundo”, disse Oliveira durante coquetel para mais de 150 convidados no centro financeiro da capital do Chile.
Essa importante conferência é uma oportunidade para o setor segurador se reunir em grande escala depois da pandemia. “Entre os temas que iremos explorar durante a conferência, destaco o Open Insurance, um movimento em que o Brasil está na vanguarda; a transformação digital do mercado segurador; as iniciativas ASG e o cenário macroeconômico mundial. A agenda da Fides Rio 2023 está alinhada às diretrizes da CNseg e ao seu posicionamento no setor de seguros brasileiro de zelar pela imagem institucional do setor, estimular seu desenvolvimento, promover o intercâmbio entre os mercados regionais e realizar pesquisas e programas de educação em seguros”, disse Oliveira.
Ex-ministro do Planejamento, Oliveira impõe um estilo de reposicionamento da CNseg no cenário internacional de seguros, trazendo novos interlocutores para incrementar negócios para as suas associadas. A programação do evento está em construção, mas já se sabe que contará com lideranças globais, especialistas de renome internacional e autoridades governamentais do Brasil, América Latina, Espanha e Estados Unidos.
Na agenda no Chile, o presidente da CNseg tem encontros com empresários por meio de entidades setoriais, associações de seguradoras, agência de promoção de investimentos, órgãos reguladores de seguros e do mercado financeiro, bem como com empresas exportadoras e importadoras. O que se vê é a construção de um ecossistema sofisticado que tem como contexto a promoção do setor de seguros que envolve a sociedade e nao apenas o universo de seguros.
Paulo Roberto Soares, embaixador do Brasil no Chile, destacou o tamanho da indústria de seguros do Brasil aos empresários chilenos presentes no coquetel para pontuar a importância da presença de todos em sua cidade natal, o Rio, em setembro de 2023.
De acordo com ele, o Chile representa um grande potencial de negócios para as seguradoras do Brasil, ostentando uma renda per capita de US$ 28 mil, num país com 20 milhões de habitantes. “As seguradoras brasileiras representam 41% das vendas de seguros na América Latina, com US$ 151 bilhões, 11,4% maior em relação a 2020. Certamente há muitas oportunidades de negócios que podem ser descobertas no relacionamento que a Fides Rio 2023 proporcionará aos participantes”, disse o embaixador.
Rodrigo Bedoya, presidente da Federação Interamericana de Empresas e Seguros (Fides), afirmou que 2023 representa oportunidade de se reencontrar, confraternizar, debater as principais tendencias para os próximos anos e fazer negocio. “Nenhum ambiente será mais propicio para isso do que a Fides Rio 2023, com ambição de ser a maior plataforma ibero-americana de negócios e relacionamento do setor de seguros”.
As inscrições podem ser realizadas pelo site www.fidesrio2023.com, onde os participantes também podem acompanhar as novidades do evento. Segundo a CNseg, neste primeiro lote de vendas, a inscrição está com valores mais atraentes para os participantes. O desconto do 1º para o 2º lote de inscrições é de 33% e do 1º para o 3º lote (último) chega a 67%. Até 25 de janeiro, o valor da inscrição para associado Fides é de US$ 700 e US$ 900 para não associados.
SulAmérica anuncia parceria com startup SAKS para contratação digital de planos de previdência
Fonte: SulAmérica
A SulAmérica e a SAKS – primeira savetech da América Latina- fecharam uma parceria que permite que a startup disponibilize os planos de previdência da seguradora em sua plataforma.
O serviço promete otimizar e inovar o processo de contratação de previdência privada para quem procura uma experiência 100% digital. Por meio da plataforma, será possível contratar planos de mensalidades de previdência privada utilizando PIX e cartão de crédito, assim como ocorre com os streamings.
Um dos principais destaques da parceria entre a SulAmérica e a SAKS é que a comercialização dos produtos pela plataforma não se restringe apenas aos clientes, mas também pode ser utilizada por corretores e corretoras que desejam agilizar sua oferta de produtos e serviços.
A parceria com a SAKS está em sintonia com uma série de ações tomadas pela SulAmérica, que pretende digitalizar os processos da companhia para ganhar eficiência, porém sem impactar em seu atendimento humanizado e personalizado. “Vivemos em uma realidade cada vez mais conectada, com clientes e parceiros buscando constantemente novas ferramentas que desburocratizem processos e facilitem o dia a dia. Essa parceria representa mais um passo no nosso ciclo de transformação digital, que permanece em pleno movimento de inovação”, finaliza Patrícia Disconsi, Superintendente Comercial da SulAmérica.
CNseg e países da região Sul da FIDES assinam cooperação técnica
Foi assinado, em encontro realizado nesta manhã (7/11), em Santiago, no Chile, um acordo de cooperação técnica entre os cinco países integrantes da Comissão Regional Sul da FIDES – Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai – para fomentar o desenvolvimento de seguros na região, com um conjunto de ações e iniciativas de troca de informações, boas práticas e eventos de capacitação técnica que promovam o desenvolvimento do mercado segurador da América Latina.
A capital chilena será palco do lançamento internacional da Conferência Hemisférica da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), que ocorrerá no Rio de Janeiro, em setembro de 2023 e também reuniões da Assembleia Geral da Global Federation of Insurance Associations (GFIA), bem como da reunião do Conselho da Presidência e da Assembleia Geral da FIDES e também da Conferência Anual da International Association of Insurance Supervisors (IAIS).
O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, que preside a Comissão Regional Sul da FIDES destacou a importância desta iniciativa. “Temos desafios e oportunidades semelhantes em nossos países, o que faz deste acordo de cooperação técnica uma alavanca para desenvolvermos o crescimento do mercado de seguros na região Sul”, disse. Ele destacou uma das similaridades dos mercados, como o baixo consumo dos produtos e serviços na região. “No Brasil, apenas automóvel e saúde exibem uma penetração acima de 30%. Outros ramos, como residencial, vida e pequenas e médias empresas são inferiores a 15%”, comentou.
Outros temas relevantes e que terão ganhos com o acordo de cooperação, segundo o presidente da CNseg, são regulação, compliance, ASG e Open Insurance. “Somos o primeiro país a implementar o modelo aberto de seguros e podemos contribuir com os países que certamente seguirão este caminho para se adaptarem a mudança de hábito de consumo trazido pela tecnologia”.
Em ASG, sigla para ações sociais, ambientais e de governança, Oliveira mencionou que o órgão regulador brasileiro, a Susep (Superintendência de Seguros Privados) divulgou uma regulamentação que faz diversas exigências. A gestão dos riscos de sustentabilidade deve ser integrada à estrutura de gestão de riscos e aos processos operacionais, em especial no que se refere à precificação e subscrição de riscos, seleção de investimentos e seleção de prestadores de serviços, podendo estabelecer limites para concentração de riscos e/ou restrições para a realização de negócios.
Rodrigo Bedoya, presidente da Fides, disse que a iniciativa em um momento importante. “Estamos voltando à normalidade pouco a pouco e esta troca de experiência profissional é enriquecedora para compartilharmos as inquietudes dos países e seguirmos avançando no crescimento do setor, com laços de colaboração fortalecidos para fazermos mais negócios”.
Jorge Claude, vice-presidente executivo da Asociación de Aseguradores de Chile, ressaltou que o acordo é de muita valia para os países, que enfrentam desafios e oportunidades semelhantes, principalmente a necessidade de se adaptar às demandas dos consumidores com novos hábitos de consumo. O Chile tem a maior penetração de seguros entre os países aqui representados e pagamos bilhões em indenizações ao ano. Mas um ponto importante para nós é a regulação. Estamos sendo arrastados para ser uma regulação bancária. Temos de ser capazes de conscientizar a todos de que a indústria de seguros é distinta da bancária e tem de ter uma regulação de seguros e não de banco”.
Gonzalo Santos Mendiola, presidente da Asociación Argentina de Companias de Seguros, agradeceu a iniciativa em trabalhar em conjunto. “Estamos num momento único do mundo em transformação. Precisamos elevar a penetração de seguros, entender mais o que o consumidor precisa e temos o desafio de atrair talentos para as companhias. Neste fórum de debates que damos início teremos grande responsabilidade em ajudar as companhias com o treinamento das pessoas”, disse.
Antonio Vaccaro, presidente da Associacion Paraghuaya de Companhias de Seguros, disse que formar pessoas é o grande objetivo. “Temos tido excelentes resultados com grupos de trabalho que ajudam a entender outros mercados e ficarmos um passo à frente dos acontecimentos. É crucial estarmos mais preparados para lidar com os novos riscos e com as mudanças que afetam nosso negócio, como aconteceu com a pandemia. Temos particularidades e podemos contribuir muito com os debates”.
Alejandro Veiroj, da Asociación Uruguaya de Empresas Aseguradoras Uruguai, disse estar ansioso para começar os trabalhos desta parceria técnica. “Temos negócios em comum e estamos entusiasmados com o que acontece no Brasil, um país que lidera o mercado da América Latina”.
Antonio Trindade, presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), afirmou ser este um momento espetacular. “A pandemia trouxe para a população a percepção do tema seguro, e temos de aproveitar este momento para entregar a sociedade produtos que atendam às necessidades. O segmento massificado tem baixa penetração. O de PMEs tem uma tremenda oportunidade de negócios. Temos muita experiência para trocarmos e para avançarmos, juntos, no desenvolvimento do setor”.
Denis Morais, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), explicou que o setor tem uma grande capacidade de se acoplar a outros produtos e mercados, com diversidade de produtos. “Temos experiência com produtos de bancassurance para compartilhar. Já trabalhamos com um título ligado à filantropia com apelo ao social, que tem grande oportunidade de crescimento. Bom podermos trocar informações e trazermos o seguro para o lugar de destaque que ele merece na sociedade”.
Executivos da Europ Assistance ajudarão corretores a venderem mais durante conferência
Fonte: Europ
Ajudar os corretores a venderem mais. É com esse objetivo que a Europ Assistance – uma das maiores empresas de assistência e seguro viagem do país – participará nesta semana da Conferência Seguros na Prática. Apontada como o maior evento online para corretores do Brasil, o encontro será realizado nesta semana, entre os dias 07 e 11 de novembro.
Promovido gratuitamente pela Educa Seguros, o evento reunirá alguns dos principais executivos do mercado para debater diversos temas relacionados ao dia a dia do corretor, como vendas, marketing, gestão, tecnologia, mercado e desenvolvimento pessoal.
A ideia é que esses profissionais ensinem aos corretores de seguros as estratégias que podem ajudá-los a superar seus desafios e contribuam de alguma forma para o desenvolvimento de suas corretoras e negócios. A organização espera que mais de cinco mil profissionais participem e acompanhem os debates online.
Para ajudar os corretores, dois dos principais executivos da Europ Assistance Brasil participarão do evento. No dia 09/11, às 10h30, Rogerio Guandalini, diretor Comercial e Marketing, participará do painel “Assistência 24h: Um Bom Negócio para o Corretor de Seguros”.
“Nossas soluções não são apenas para momentos de emergência, mas também para garantir a comodidade e tranquilidade aos nossos clientes, em qualquer momento de suas vidas, seja no nascimento de um bebê ou até em um momento difícil com a perda de um ente querido, estamos prontos para atendê-los, o canal corretor é democrático e acessível”, afirma Guandalini.
Já no dia 11/11, também às 10h30, Gabriel Rego, Head Travel Brazil, debaterá o tema “Seguro Viagem: Recuperação, Crescimento e Oportunidades”. “O mercado de viagens está bem aquecido pós pandemia e as pessoas querem se sentir seguras, para desfrutar de uma viagem tranquila, seja à trabalho, por motivos de estudo ou por lazer”, comenta Gabriel.
“Estamos felizes de participar do evento porque faz parte do nosso DNA ajudar e cuidar das pessoas. Por isso, será um prazer contribuir de alguma forma para o desenvolvimento e aprimoramento dos corretores de seguros, seja nas áreas de marketing, tecnologia ou mesmo de produtos, como o seguro viagem”, completou.
MAPFRE atinge R$ 1 bilhão em vendas de seguros rurais
Com raízes no Agronegócio desde a sua fundação na Espanha, em 1933, a MAPFRE está comemorando um marco na sua história de mais de 30 anos de atuação no Brasil. A companhia atingiu recentemente o montante de R$ 1 bilhão de prêmios emitidos em seguros rurais pela primeira vez no País, incluindo todos os ramos, de Agrícola a Patrimonial Rural, consolidando-se ainda mais na liderança de mercado.
Patrícia Siequeroli, diretora de Seguros Gerais da MAPFRE, contextualiza que o marco foi alcançado, principalmente, pois os eventos e mudanças climáticas dos últimos anos resultaram em secas ou períodos longos de chuvas em diferentes regiões do Brasil, afetando muitas propriedades rurais durante as safras. E diante do cenário impactante, os produtores rurais compreenderam de forma definitiva o papel fundamental dos seguros rurais em seu dia a dia. “Tivemos duas safras consecutivas com perdas históricas e os produtores que não tinham nenhum tipo de seguro tiveram um impacto financeiro significativo, obrigando alguns deles a saírem da atividade. Os fenômenos climáticos vão continuar impactando o Agronegócio e, diante da previsão de safras catastróficas, a importância do seguro rural para gestão de risco do agricultor se torna ainda mais evidente”, afirma. “O produtor que ainda permaneceu ativo observou que não há mais opção, ou seja, é fundamental ter pelo menos um tipo de seguro rural para a sustentabilidade dos seus negócios daqui em diante”, comenta.
A executiva considera também que a capacidade da MAPFRE em disponibilizar as soluções mais adequadas aos produtores rurais contribuiu para uma melhor percepção sobre os seguros para o Agronegócio e, com isso, para alcançar a marca histórica. “Estamos muito felizes e realizados por termos alcançado um número nunca atingido pela MAPFRE no Brasil. Disponibilizamos coberturas para mais de 70 tipos de culturas e para o patrimônio do agricultor. Além disso, possuímos processos de subscrição precisos e aproximadamente 400 especialistas em todo País capazes de oferecer o suporte mais adequado às necessidades imediatas dos clientes”, pontua. “Nossa estimativa é continuar crescendo em 2023, tanto que estamos ampliando nossa capacidade técnica, com novas vagas disponíveis aos profissionais do setor”, revela.
Ainda de acordo Patrícia, o valor agregado da MAPFRE é percebido pois a companhia possui um plano de contingência montado para situações de muitos acionamentos de sinistros no mesmo período. “O seguro agrícola é para cobrir eventos catastróficos e é esperado que algumas safras sejam mais catastróficas que outras. Sendo assim, é necessário que haja uma estrutura de campo montada para atuar nesses tipos de situação”, explica. “Nos casos de sinistros registrados no fim de 2021 devido à seca nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul, por exemplo, a MAPFRE comprovou sua solidez desde o processo de atendimento até as vistorias e pagamento das indenizações”, ressalta.
Por fim, Patrícia Siequeroli recomenda que o agricultor deve se atentar ao momento da contratação de um seguro agrícola, para que não perca a época adequada e saiba escolher o produto ideal para assegurar sua lavoura. “O produtor rural deve procurar um corretor especializado em seguros rurais o quanto antes possível, que poderá apoiá-lo em caso de dúvidas e na contratação do seguro. Ainda assim, é necessário que o agricultor leia atentamente a proposta de seguro, as condições gerais do produto e, paralelamente, pesquise sobre as seguradoras”, alerta.
Setor de seguros arrecada R$ 265,1 bilhões até setembro de 2022, alta de 18,2%
Fonte: Susep
O setor de seguros continua em crescimento, contendo arrecadação acumulada de R$ 265,1 bilhões até o mês de setembro, o que representa aumento de 18,2% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Superintendência de Seguros privados (Susep). Segundo o superintendente da Susep, Alexandre Camillo, o setor de seguros vai continuar em crescimento e desenvolvimento. “Mesmo diante de crises, o setor se mostrou competente e ágil, garantindo resultados positivos. Acredito que essa característica vá se manter nos anos que estão por vir, trazendo crescimento ao mercado de seguros.”
De acordo com os dados de setembro, nos seguros de pessoas, o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu a quantia de R$ 19,84 bilhões. O valor é referente a um crescimento de 16,4% em relação ao mesmo período de 2021.
Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 27,3% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até setembro de 2022 com o mesmo período de 2021. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 36,97 bilhões no acumulado até o nono mês de 2022, elevando para 34,3% comparado com o mesmo período de 2021.
Com uma pequena redução, a sinistralidade fechou o mês em 49,0%. Em agosto, o valor foi de 51,8%. A sinistralidade dos seguros de danos, em setembro de 2021, foi de 52,5%.
Nos seguros de pessoas, a sinistralidade de setembro de 2022 foi de 32,8%, perto de 32,6% do mês anterior, mas abaixo dos 41,9% observados em setembro de 2021.
A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 42,0% na arrecadação de prêmios no acumulado até setembro de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais também se destacaram, obtendo crescimento de 35,2%.

Europ Assistance Brasil afirma que setor de assistência supera desafios do pós-pandemia
Os constantes aumentos nos preços dos combustíveis, a falta de peças de reposição e a escassez de mão de obra. Todos esses itens somados resultaram na crise do setor de assistência 24h. Ao longo deste ano, as empresas precisaram se reinventarem para superar os desafios e voltarem aos padrões normais de atendimento.
O mesmo aconteceu com a Europ Assistance Brasil (EABR), que além de fazer parte da comissão da Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg) a respeito do assunto, se reuniu com prestadores para renegociar contratos, buscou novos parceiros, usou tecnologia para diminuir custos operacionais e implantou um novo sistema de atendimento.
“Superamos o maior desafio da história do setor de assistência 24h. Não foi fácil, tivemos que mudar e desenvolver muitas soluções, mas quando recebemos um prêmio como esse, percebemos que todo esse trabalho e o esforço valeu a pena”, disse Newton, agradecendo em seguida a todos os colaboradores da EABR por sua dedicação.
Já em São Paulo, Newton subiu ao palco para receber o XXII Prêmio Mercado de Seguros, troféu Gaivota de Ouro, na categoria “Liderança e Motivação Organizacional”, por seu trabalho à frente da companhia. Nesta mesma cerimônia, a Europ Assistance também foi premiada, mas na categoria “Destaque em Melhoria nos Processos de Atendimento e Canais Digitais”, prêmio recebido por Tiago Massarico, novo diretor operacional da companhia.
BB Seguridade divulga lucro de R$ 1,65 bi no terceiro trimestre
O lucro líquido da BB Seguridade cresceu quase 70% no terceiro trimestre de 2022, em comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 1,65 bilhão. No acumulado até setembro, o lucro líquido evoluiu 57%, totalizando R$ 4,24 bilhões. O resultado gerado nos nove primeiros meses do ano já supera os R$ 3,93 bilhões registrados em todo o ano de 2021.
O resultado financeiro consolidado, líquido de impostos, de todo o conglomerado – BB Seguridade e de suas investidas – atingiu R$ 232,4 milhões no 3T22, ante saldo de R$ 14,1 milhões registrado no mesmo período de 2021. A elevação da taxa Selic, combinada com o aumento do volume de ativos financeiros e o fechamento da estrutura a termo de taxa de juros real foram os principais fatores que contribuíram para esse desempenho.
No trimestre, o resultado operacional não decorrente de juros (ex-holdings) chegou a R$ 2,2 bi, crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2021. No acumulado do ano, esse resultado é de R$ 5,5 bi, crescimento de 31% sobre os R$ 4,2 bi registrados no período 9M21.
Segundo a empresa, com a contínua melhora da sinistralidade e a superação na expectativa de vendas, principalmente no segmento de seguros, a BB Seguridade decidiu, pela segunda vez este ano, revisar para cima a sua estimativa de crescimento do resultado operacional não decorrente de juros (ex-holdings), que agora passa a prever uma evolução entre 24% e 27% este ano.
O guidance de crescimento de prêmios emitidos da Brasilseg também foi incrementado, prevendo agora uma expansão entre 25% e 28%.
Seguros: com crescimento de 45%, volume de prêmios emitidos chega a R$ 5,0 bi no trimestre
Na comparação 3T22 x 3T21, o volume de prêmios emitidos registrou evolução em todas as linhas de negócio: (i) rural (+72,6%), amparado pelo crescimento da demanda; (ii) prestamista (+46,2%), decorrente de maior volume de vendas, com aumento da penetração no desembolso de crédito consignado, expansão das vendas no estoque e redução do cancelamento; (iii) vida (+1,9%), com crescimento de tíquete médio; e (iv) residencial (+13,3%), empresarial/massificados (+35,6%) e habitacional (+3,2%).
Previdência: captação líquida chega a R$ 1 bi nos primeiros nove meses do ano
No trimestre, o volume de contribuições chegou a R$ 15,1 bilhões, que representa crescimento de 29% em relação ao mesmo período de 2021, tendo sido observado aumento tanto em quantidade como em ticket médio das contribuições esporádicas. Como resultado do elevado aumento das contribuições (+18,4%), a captação líquida no acumulado do ano apresentou saldo positivo de R$ 1 bilhão, deixando para trás os R$ 237 milhões de resgate líquido registrados no 9M21. Com o forte desempenho de captação do terceiro trimestre, o crescimento anualizado das reservas de planos PGBL e VGBL acelerou para 9,9% ao final de setembro/2022, ante alta de 7,5% registrada no primeiro semestre.
Capitalização: arrecadação sobe quase 43% e totaliza R$ 1,6 bi no 3T22
Com impulso dado pelo maior ticket médio dos títulos de pagamento único e pela evolução da quantidade de títulos de pagamento mensal, o total de arrecadação com títulos de capitalização cresceu 42,6% sobre o 3T21, chegando ao volume de R$ 1,6 bi. No acumulado do ano, a arrecadação totaliza R$ 4,2 bi, crescimento de 31,8%.











