Os resultados da Generali nos nove meses do ano mantêm o ritmo de crescimento com uma posição de capital extremamente sólida construída sobre a implementação efetiva do plano estratégico “Lifetime Parnter24: Driving Growth”. As informações financeiras do grupo em 30 de setembro de 2022 demonstram os efeitos positivos da estratégia, apesar de um cenário macroeconômico em evolução. As iniciativas estratégicas e as ações de negócios implementadas desde os últimos anos garantem que a Generali esteja bem posicionada para atingir suas metas.
Os prêmios brutos emitidos aumentaram para 59,8 bilhões de euros (+1,3%), impulsionados pelo crescimento em P&C (+10,3%), liderados pela linha non-motor. Prêmios de Vida contratados (-2,9%). As entradas líquidas de Vida foram de 7,7 bilhões de euros, impulsionadas pelas linhas unit-linked e de proteção, consistente com a estratégia de reposicionamento do portfólio de negócios de Vida.
O resultado operacional continuou a subir para 4,8 bilhões de euros (+7,8%), graças ao desempenho positivo dos segmentos Vida e P&C. O Índice Combinado foi de 93,3% (+2 p.p.). A Margem de Novos Negócios foi excelente e atingiu 5,42% (+0,68 p.p.).
Resultado líquido estável em 2.233 milhões de euros (-0,8%). Excluindo os impactos dos investimentos russos, o resultado líquido teria crescido para 2.374 milhões de euros (+5,5%).
O CFO do Grupo Generali, Cristiano Borean, comentou: “Os resultados dos primeiros noves meses refletem a solidez de nosso Grupo construída sobre os fundamentos de nossa estratégia de focar nas linhas de negócios mais rentáveis e em nossas fontes diversificadas de ganhos. Isso nos permite continuar gerando valor apesar do ambiente macroeconômico. A Generali está alcançando com sucesso um crescimento sustentável e aumentando continuamente seu resultado operacional, refletindo a implementação efetiva de nosso plano estratégico ‘Lifetime Partner 24: Driving Growht’”.
Os proprietários de veículos devem ficar pelo terceiro ano consecutivo sem pagar DPVAT. Isso porque o imbróglio deste seguro obrigatório de veículos ainda é uma das pendências para a Susep (Superintendência de Seguros Privados) resolver neste ano. “Estamos finalizando a minuta de uma medida provisória que será discutida na reunião de final de ano do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados). Se for aprovada, o seguro não precisará ser pago com o IPVA”, contou o titular da autarquia, Alexandre Camillo, em conversa com jornalistas em Santiago do Chile, palco de vários eventos do setor segurador nesta semana.
Esta é uma das agendas que Camillo pretende finalizar neste ano. Com eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente da República a partir de 2023, há expectativa de troca de comando da Susep, uma vaga sempre disputada pelos partidos políticos. Por enquanto, a briga está nos cargos mais elevados, como ministérios e secretarias, mas logo deve chegar às agências e autarquias como a Susep. “É algo que sempre acontece, mas creio que está claro para o governo a importância do mercado de seguros para o desenvolvimento do Brasil e a necessidade de ter uma nomeação técnica para este importante órgão regulador de uma industria que representa 4,5% do PIB”.
Em 2021, o governo federal transferiu a gestão e operação do DPVAT para a Caixa Econômica Federal (CEF) e deixou de cobrar o seguro dos proprietários de veículos motorizados no País. Em 2022, nada foi cobrado também. A não cobrança em 2023 tem a mesma fundamentação dos anos anteriores. Apesar de a cobrança do seguro obrigatório ter sido suspensa nos últimos dois anos, o DPVAT continua existindo e pode ser acionado em caso de acidente de trânsito – vale para motoristas, passageiros ou pedestres e seus beneficiários.
Há excedente de recursos na operação para arcar com a cobertura do seguro no próximo ano. O excedente foi formado com os valores pagos pelos proprietários de veículos ao longo dos últimos anos. Em fevereiro de 2021, houve a transferência do excedente de recursos de cerca de R$ 4,3 bilhões do Consórcio das seguradoras que integravam a Seguradora Líder para o FDPVAT (fundo administrado pela Caixa Econômica Federal). Naquele ano também as seguradoras anunciaram suas saídas do consórcio.
Segundo Camillo, a Caixa também concorda com os termos iniciais da minuta sobre seguir com o atendimento e com a não cobrança do seguro em 2023. Há uma concordância entre o setor público e privado sobre a importância de se manter o seguro para a população, porém nao mais de uma forma universal, onde todos teriam direito a indenizações, mas sim por meio de uma oferta privada a ser discutida, que pode contar com uma câmara de compensação para lidar com a inadimplência do pagamento, geralmente atrelado ao pagamento do IPVA do veículo.
O Ministério da Economia criou um grupo de trabalho para estudar e apresentar possíveis cenários e propostas alternativas ao atual modelo operacional do DPVAT. A equipe atualmente analisa pontos positivos e negativos do atual modelo, seguros hoje disponíveis nas seguradoras privadas, e também alguns dos principais modelos internacionais de seguro obrigatório do mesmo tipo. Outra tarefa deste grupo é propor legislações que deveriam ser alteradas, propor mudanças legislativas para viabilizar um novo modelo – caso sejam necessárias – e apresentar solução, mesmo que temporária, para a continuidade da operacionalização do DPVAT.
Nenhuma conclusão foi dada ao assunto desde a formação da equipe, em maio deste ano. “Acreditamos que em 2023 o assunto será amplamente debatido, para quem em 2024 este tema seja solucionado. Até lá, a perspectiva é que não haja cobrança e que a Caixa siga na administração no atendimento dos segurados vítimas de acidentes de transito”, afirmou Alexandre Camillo.
Vale lembrar um problema a mais para quem opera com este seguro: a inclusão de cobertura para riscos antes excluídos. Recentemente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fixou duas teses sobre as indenizações do DPVAT, o seguro obrigatório, direcionado a vítimas de acidentes de trânsito. Ficou definido que há cobertura mesmo nos casos caracterizados como acidentes de trabalho e que podem gerar indenização previdenciária. Os ministros entenderam que uma situação não anula a outra, segundo divulgou o Valor. Também decidiram que acidentes envolvendo veículos agrícolas capazes de transitar em vias públicas, seja em zona urbana ou rural, e aptos à locomoção humana e transporte de carga – como trator e pequenas colheitadeiras – estão cobertos pelo seguro.
A Akad Seguros, seguradora investida pela GP Investimentos e pela CyberLabs, se juntou à PSafe, líder em segurança digital na América Latina, para desenvolver um produto pensado para pequenas e médias empresas. O Cyber Risk Pro já vem sendo testado por um grupo de corretores desde agosto e deve ser lançado ainda este ano acompanhado de um software de segurança empresarial que protege o segurado contra ransomware, vazamentos e outras ameaças.
O lançamento é a grande aposta da Akad para atender mais de 6,4 milhões de pequenas e médias empresas ativas no Brasil, como escritórios, mercados de bairro, restaurantes, clínicas médicas, entre outros negócios. A seguradora alerta que os alvos dos cibercriminosos já não se restringem mais a grandes varejistas e instituições financeiras, estando as PMEs cada vez mais exposta a riscos de vazamento e roubo de informações.
“Chegaremos a empresas que muitas vezes não podem investir em um time de segurança especializado para se proteger das ações dos invasores”, explica o CEO Danilo Gamboa. Com a estratégia de democratização em mente, a seguradora volta suas atenções para companhias que podem ter de dois até 500 funcionários, com limite de faturamento anual em R$ 300 milhões.
Na visão dos especialistas em segurança digital da Akad, a diversificação dos ataques expõe 60% das pequenas e médias empresas a riscos cada vez maiores. Esta é a estimativa da PSafe da quantidade de PMEs no Brasil que já tiveram informações roubadas ou dados vazados. Em um teste realizado com 2,4 mil sites corporativos brasileiros no ano passado, a empresa identificou que 98% possuem alguma vulnerabilidade para sofrer ataques virtuais.
A partir da contratação do seguro pelo cliente, a Akad se compromete a cobrir lucros cessantes e despesas sofridas durante o período em que ocorrer uma eventual interrupção dos negócios até o momento da total restauração do sistema na empresa. A apólice cobre ainda danos à reputação, prejuízos sofridos por terceiros, multas, além de custos de defesa, reparação, perícia e avaliação.
Educação e prevenção
Além da oferta tradicional do seguro, Akad e PSafe vão priorizar iniciativas educativas e informativas para garantir a proteção dos futuros segurados. A intenção é ter uma abordagem preventiva, ou seja, criar condições para que as empresas consigam manter seus ambientes de rede mais seguros para mitigar riscos e evitar eventuais sinistros.
Junto com a apólice, a Akad oferecerá uma licença gratuita do dfndr enterprise, sistema de proteção de dados para empresas para proteger os usuários contra ransomware, phishing, malwares, conexões inseguras e até vulnerabilidades em sites web. Com a solução, o Cyber Risk Pro escaneia o ambiente digital da empresa segurada para encontrar vulnerabilidades no momento da cotação e ao longo da apólice.
As empresas contratantes do seguro poderão utilizar o scanner completo de vulnerabilidade para todos os dispositivos corporativos, como computadores, notebooks, smartphones, tablets. Segundo a PSafe, três em cada quatro empresas que efetuam a verificação descobriram o vazamento de algum dado sensível.
Se mesmo com todos os cuidados o segurado for vítima de invasão com paralisação total ou parcial do sistema, o segurado poderá recorrer ao Cyber 911, um suporte 24 horas para contato direto com um especialista em segurança digital. Além disso, terão à disposição um manual de boas práticas de segurança, onde poderão consultar as estratégias de invasão mais utilizadas pelos criminosos, aprender como se proteger de um malware e entender o que está por trás de fraudes eletrônicas como o phishing.
A estratégia da Akad para democratizar o acesso ao seguro de cibersegurança passa ainda pela criação de um produto com linguagem simples e interface didática, o que deve facilitar o trabalho de corretores e a adesão de futuros segurados. A seguradora já confirmou que todo processo de cotação, contratação e emissão da apólice poderá ser feito totalmente online em uma questão de minutos pelo site da companhia.
A Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, anuncia o lançamento da quinta edição da Academia Digital, treinamento da companhia criado para engajar e capacitar corretores a venderem seguros por meio das redes sociais. Este ano, a seguradora dará dicas sobre as melhores práticas de produção de vídeo mobile para os parceiros participantes, além de recapitular as aulas de módulos anteriores do curso.
A Liberty deu início à Academia Digital em 2018 e, desde então, ensinou os corretores a ofertarem seguros por meio de mídias como Facebook, Instagram, Google Ads, WhatsApp Business e LinkedIn Ads, além de instruí-los a gerir leads no ambiente digital. E, para relembrar os participantes e responder possíveis perguntas sobre temas passados, a empresa criou grupos no Telegram, nos quais os parceiros podem ainda trocar sobre boas práticas de mercado.
A quinta edição, que ocorrerá entre os dias 8 e 17 de novembro, será dividida em 10 episódios, cada um com um foco diferente, entre eles:
1º episódio: Do cinema mudo ao vídeo mobile
2º episódio: O corretor de seguros videomaker
3º episódio: Um roteiro seguro, aprenda a construir o seu
4º episódio: Cenário, luz e som ideais para seus vídeos
5º episódio: Caixinha de ferramentas do corretor videomaker
6º episódio: Luz, celular, AÇÃO!
7º episódio: Vídeos no Instagram para corretores
8º episódio: Tik Tok é sim para corretores de seguros
9º episódio: Inshot, Mojo Pro e + apps para criação de vídeos
10º episódio: Mensuração de métricas e audiência
Além de promover as aulas, a Liberty vai incentivar o uso do filtro de Instagram personalizado para os participantes do projeto, que poderá ser usado sempre que os corretores fizerem posts relacionados à ação.
Concurso cultural
Ao final da temporada, a companhia realizará um concurso cultural entre os dias 18 e 30 de novembro, que irá premiar os cinco parceiros que mostrarem que aprenderam tudo sobre produção de vídeos para mobile por meio da Academia Digital. Nesta fase, serão considerados os profissionais que concluírem todas as aulas do treinamento e criarem um vídeo com o tema “Como o corretor usa o digital para aumentar a eficiência na corretora”, no qual serão avaliados roteiro criativo, efeitos e edição.
Para selecionar os parceiros vencedores, a Liberty formou uma banca julgadora, que irá ranquear os participantes que se destacarem no tema proposto. Os escolhidos receberão quantias em um cartão de crédito – de R$ 5.000 para os 1º e 2º lugares, R$ 3.000 para os 3º e 4º lugares e R$ 2.000 para o 5º lugar.
“Estamos muito felizes em lançar mais uma edição da Academia Digital, treinamento que ajuda os corretores a crescerem junto à Liberty e expandir suas carteiras”, comenta o vice-presidente comercial da Liberty Seguros, Marcos Machini. ”Na edição de 2021, impactamos mais de 750 pessoas e, por meio das aulas sobre produção de vídeo, esperamos que ainda mais profissionais possam se desenvolver e ampliar os negócios por meio do digital”, completa.
O lucro líquido do grupo Bradesco Seguros cresceu 28,1%, alcançando R$ 4,9 bilhões, e o resultado financeiro, 20,6%, nos primeiros nove meses de 2022. O desempenho foi favorecido pelo faturamento, que teve expansão de 18,9% no trimestre e de 17,1% em nove meses, ultrapassando R$ 70 bilhões no ano. Houve evolução em todas as linhas de negócios. Em indenizações e benefícios, foram pagos R$ 13 bilhões no trimestre. No acumulado do ano, o total de indenizações e benefícios atingiu R$ 36 bilhões.
As provisões técnicas cresceram 9,5% na comparação anual, alcançando R$ 316,6 bilhões – maior nível histórico, com destaque para os ramos de Saúde, Vida e Previdência -, e os ativos financeiros evoluíram 7,8%, totalizando R$ 343 bilhões. No que diz respeito aos indicadores de desempenho, o Índice de Eficiência Administrativa atingiu 3,6% em nove meses, com melhora de 0,1 pp, atingindo a marca mais favorável dos últimos anos. Na mesma direção, o Índice de Sinistralidade recuou 2,0 pp, atingindo 80,5%.
No trimestre, o grupo seguiu intensificando esforços e investimentos em inovação e tecnologia, tais como a nova versão do aplicativo, que incorpora novas funções e evolução em usabilidade. As vendas na modalidade digital cresceram 55% de janeiro a setembro de 2022, alcançando R$ 1,8 bilhão (mais de 80% em Previdência Privada), com aumento de 56% na quantidade dos itens distribuídos, que superaram 2,7 milhões. Já o aplicativo Bradesco Seguros Corretor, criado como complemento de mobilidade ao Portal do Corretor, também foi reformulado e consolida mais de 30 funcionalidades voltadas para os produtos Dental, Auto, Ramos Elementares, Saúde e Vida.
Na Bradesco Saúde, os segurados ganharam novas versões dos aplicativos com componentes de usabilidade mais funcionais e navegação intuitiva, incorporando aprimoramentos na experiência do usuário. Para levar prevenção e cuidados para dentro das empresas que são suas clientes, a Bradesco Saúde também lançou a Health Box, uma cabine móvel ambientada como consultório que disponibiliza, em períodos determinados, profissionais de saúde para a realização de exames.
Com relação a produtos, a empresa lançou em agosto o plano Efetivo São Paulo Interior, expandindo o modelo de produtos desenvolvidos com olhar regional, com uma nova combinação de rede e preço, para atender às necessidades de municípios locais. O novo plano concilia uma relação planejada de prestadores qualificados em cerca de 130 cidades do interior paulista, em diversas especialidades, e cobertura nacional, garantindo atendimento também a quem viaja.
Também no segmento de Saúde, merece destaque a superação da marca de um milhão de atendimentos pela rede de clínicas Meu Doutor Novamed, criada em 2015 com o objetivo de ampliar o acesso à Atenção Primária à Saúde.
No segmento de Previdência Privada, a Bradesco Vida e Previdência manteve a estratégia de evolução contínua em sua grade de produtos, com destaque para ampliação da disponibilidade de fundos espelhos de gestoras renomadas no mercado. Atualmente, a empresa já possui mais de R$ 15 bilhões de reservas de previdência com gestão de parceiros externos. Houve um reforço das ações de CRM, com ofertas assertivas para fidelização da base de clientes, com mais diversificação de produtos, incluindo renda fixa, multimercados, crédito privado, fundos ESG e com exposição global.
No ramo Vida, a Bradesco Vida e Previdência anunciou três novidades em seu portfólio de produtos: o lançamento do Seguro de Vida em grupo Empresarial Flexível Capital Global, destinado a empresas de pequeno e médio portes, com coberturas facultativas e assistências que podem ser personalizadas; a inclusão da cobertura de sobrevivência no seguro resgatável ‘Novo Vida Segura Premiável’, que já oferecia cobertura de morte e doenças graves, além de benefícios, como sorteios semanais e assistência funeral individual; e a reformulação do Seguro Viagem, que ficou ainda mais completo e acessível, passando a oferecer 20 planos com as mais diversas coberturas e assistências.
Em Seguro Auto, a Bradesco Auto/RE anunciou novas coberturas para carros de passeio e picapes leves e pesadas, com valor a partir de R$ 150 mil, segmento que vem registrando aumento de vendas desde 2021. As novidades incluem, em caso de indenização integral, reembolso ao segurado dos valores de bens pessoais deixados no interior do veículo, além de vidros blindados e carro reserva premium pelo período de 7, 15 ou 30 dias.
Já em Ramos Elementares, a empresa efetuou a migração, para a área de Sinistros Residenciais, do projeto de Descarte Ecológico, que tem como objetivo recolher aparelhos eletrônicos danificados na casa de clientes do Seguro Residencial e dar um destino socioambiental correto ao resíduo. Com a mudança, o processo de apuração de danos elétricos ganha mais assertividade. Denominado ‘Sinistro Sustentável’, o projeto piloto foi realizado em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tendo coletado cerca de oito toneladas em apenas dois meses, volume correspondente à metade de todos os materiais recolhidos ao longo de 2021.
A Prudential do Brasil alcançou, no mês de setembro, um faturamento recorde em 24 anos de atuação no país. A companhia registrou R$ 410 milhões em prêmios emitidos no seguro de pessoas, alta de 23,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado fortalece a Prudential como líder entre as seguradoras independentes no segmento de pessoas do país com participação atual de 7,9% do mercado.
Todos os ramos de seguro comercializados pela companhia apresentaram bom desempenho, com destaque para Vida Individual, que representa 82% da carteira individual da companhia e teve incremento de 24,2%. Já no segmento coletivo, que oferece produtos e coberturas para empresas e seus funcionários, a Prudential cresceu acima da média do mercado: 25,5% contra 15,5%. Assim como no segmento individual, a companhia observou aumento em todos os ramos do segmento coletivo, especialmente, nos produtos Vida em Grupo (+22%), Acidentes Pessoais (+34%) e Seguro Viagem (+275%).
A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 49,2 milhões no terceiro trimestre, com queda de 82,5% frente a igual período de 2021. Em relação ao período imediatamente anterior, houve recuo de 61,5%. Em nove meses de 2022, o lucro alcançou R$ 212,3 milhões, com recuo de 41,6% comparado a igual período do ano passado. “Estamos vivendo um dos momentos recentes mais desafiadores no sistema de saúde suplementar e acreditamos que o maior e melhor alinhamento entre os agentes do setor irá permitir um crescimento sustentável consistente para os próximos trimestres e anos”, Ricardo Bottas, CEO da SulAmérica, em nota divulgada.
Mesmo em um período econômico ainda bastante desafiador para o setor de saúde, a SulAmérica segue em sua trajetória de crescimento, com melhoria nas receitas totais, aumento no número de beneficiários(as) e clientes em seguro de saúde, odonto, de vida e acidentes pessoais, além de maiores volumes de reservas de previdência e ativos sob gestão. Em paralelo, segue também recuperando seu resultado, apresentando melhora sequencial da sinistralidade consolidada, na comparação com o segundo trimestre de 2022, e ganhos de eficiência em despesas administrativas, como apontam os números do balanço trimestral da companhia divulgados nesta quarta-feira (9).
No trimestre, a companhia viu suas receitas operacionais crescerem 16,4%, impulsionadas principalmente pelo segmento de saúde e odonto. A base de segurados(as) deste segmento atingiu a marca de 4,9 milhões, aumento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas desta carteira também subiram, chegando a R$ 5,7 bilhões (aumento de 17% vs. 3T21).
Já a sinistralidade consolidada melhorou 1,2 p.p. na comparação com o 2T22, enquanto o índice de despesas administrativas foi de 6,0%, ganho de 1,8 p.p. na comparação com igual trimestre de 2021, o que configura um dos melhores índices da série histórica e reflete as iniciativas da Companhia na busca por maior eficiência operacional, melhor utilização de recursos e maior otimização de despesas.
“Em saúde e odonto, a sinistralidade também melhorou 1.4p.p em relação ao trimestre anterior, mas segue acima dos níveis que consideramos regulares, impactados pelo comportamento de frequências e custos de procedimentos eletivos que permanecem em patamares elevados”, destaca o executivo.
“Nossa força comercial combinada com os ganhos de eficiência e a evolução positiva do resultado financeiro contribuíram para a melhora no resultado operacional antes dos impostos em relação a períodos anteriores. Também evidenciaram que as ações para retomada dos resultados às nossas referências do pré-pandemia indicam o caminho da recuperação nos próximos trimestres”, afirma Bottas.
No período que compreendeu julho a setembro, a Companhia registrou avanços em sua estratégia de Cuidado Coordenado, que oferece uma melhor experiência e uma jornada mais custo-efetiva, abrangendo diversas ações focadas no(a) beneficiário(a), com um NPS (Net Promoter Score) de 84, que segue em ótimo patamar.
Ainda buscando uma maior promoção de saúde, a SulAmérica fechou uma parceria inovadora e exclusiva com o Gympass, maior plataforma corporativa de bem-estar do mundo. Pela promoção, as empresas clientes dos planos de saúde da SulAmérica podem oferecer o acesso ao Gympass para seus(suas) colaboradores(as), sem custo adicional, em mais uma ação para promover acesso à Saúde Integral, combinando prevenção e incentivo ao cuidado para nossos(as) beneficiários(as).
Também com foco em ampliar o acesso à saúde para cada vez mais pessoas, a SulAmérica segue avançando com a sua estratégia midticket, que busca oferecer produtos mais acessíveis, mas mantendo alta qualidade assistencial. Neste nicho, a linha de produtos Direto segue em franca expansão, somando cerca de 82 mil vidas no trimestre, praticamente dobrando de tamanho nos últimos 12 meses. A fim de alavancar ainda mais este portfólio, a Companhia lançou, em setembro de 2022, o Direto Mais, uma evolução da linha que passa a oferecer também uma solução com abrangência e cobertura nacional, disponibilizando uma rede assistencial inteligente e com excelente custo-efetividade para nossos(as) clientes. Além de uma rede ambulatorial e hospitalar de alta qualidade, os(as) beneficiários(as) do Direto Mais contam também com uma estrutura própria de gestão clínica e ações integradas com a área de Cuidado Coordenado.
No segmento midticket, também vale destacar o desempenho da Paraná Clínicas, operadora semi-verticalizada da SulAmérica no Sul do País, que segue em plena evolução e cresceu 52% no número de beneficiários(as) em relação a 2021. “Destaco ainda o plano de expansão desta operação para outras regiões do Estado do Paraná, onde já estamos inaugurando nas próximas semanas e meses as novas unidades em Londrina, Maringá e Cascavel, que devem alavancar o crescimento de nossa estratégia no segmento do midticket nestas regiões”, enaltece Bottas.
Em seguro de vida e acidentes pessoais, as receitas operacionais atingiram R$161 milhões, crescimento de 15,2% na comparação com igual período do ano passado. Já na Previdência, as reservas somaram cerca de R$9,9 bilhões, crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período de 2021.
Na SulAmérica Investimentos, gestora de ativos do grupo SulAmérica, os números seguem animadores, chegando à marca recorde de R$54,6 bilhões em ativos sob gestão, número 29,7% maior do que o observado nesta mesma época do ano anterior e que reflete principalmente a boa dinâmica em recursos de terceiros, com boas captações nos fundos de crédito privado e foram responsáveis por destacar a SulAmérica Investimentos como a 2ª maior gestora e administradora de recursos independentes do Brasil.
A companhia conquistou marcos relevantes no que diz respeito aos aspectos ESG. Além de aderir ao Movimento Elas Lideram 2030, iniciativa do Pacto Global da ONU Brasil e da ONU Mulheres para engajar empresas na luta pela igualdade de gênero, a Companhia lançou, por meio do Instituto SulAmérica, o movimento #BemAmarelo para reforçar a importância da saúde emocional como forma de prevenção ao suicídio não apenas no mês de setembro, mas em todos os outros meses do ano. Outra importante iniciativa neste trimestre veio pela SulAmérica Investimentos, que aderiu ao Código Brasileiro de Stewardship (CBS), iniciativa para promover o senso de responsabilidade nos investidores institucionais e reforçar o compromisso de incorporar aspectos ESG na estratégia de gestão de ativos.
A Coface, líder global em seguro de crédito comercial e em serviços especializados, prevê uma forte desaceleração do PIB brasileiro, em linha com desempenho da economia mundial que deve ser impactada pela recessão na Europa. A expectativa é que o Brasil encerre o próximo ano praticamente estável, com uma leve alta de 0,2%, após uma expansão do PIB projetada para 2022 de 2,6% e de 4,6% em 2021.
A América Latina como um todo também terá uma forte desaceleração, com avanços de 3,1% em 2022 e 0,9% em 2023, após expansão de 6,9% no ano passado. Para Argentina e Chile, a expectativa é de recessão, com quedas de -0,5% e -1% no PIB, respectivamente, no ano que vem.
Segundo Patrícia Krause, economista-chefe da Coface América Latina, a inflação permanece perto ou no pico na maioria dos mercados da região. Para ela, o aperto monetário nos países latino-americanos está chegando ao fim, mas seus efeitos serão sentidos em 2023.
“O que pesa na região são fatores comuns ao cenário externo. Ainda que seja esperada uma desaceleração, a inflação ainda vai estar elevada e continuará acima das metas nos países que adotam esse sistema. A taxa de juros seguirá alta e há uma expectativa de acomodação dos preços das commodities”, disse a economista no webinar “O aumento da inflação e das taxas de juros serão o gatilho para a queda da economia?” , realizado pela Coface Brasil.
Para a economista, essa conjuntura de taxa de juros elevada e acomodação de preços de commodities terá impacto na economia brasileira, mas há viés de alta para as projeções da Coface de crescimento do PIB tanto para este ano como para o próximo. “No Brasil, chegamos ao final do ciclo de alta de juros. O BC salientou que continuará monitorando o cenário e mudará de posição se for surpreendido, mas em princípio a ideia é que taxa continue em 13,75% pelo menos até o final do primeiro semestre, podendo lentamente haver alguma redução. Mesmo com uma queda dos juros no ano que vem, continuaremos, no entanto, com uma taxa real positiva ”, complementou.
Patrícia ressaltou, por outro lado, que as taxas de juros elevadas na região fazem soar o alerta sobre o nível de endividamento de empresas, famílias e do governo. “A América Latina até está com um nível de endividamento abaixo dos demais mercados emergentes. O que preocupa principalmente é o endividamento público aqui, que está acima da média dos emergentes em muitos países da região, incluindo o Brasil. Com certeza com a expectativa de desaceleração do crescimento no ano que vem, com os preços das commodities menos favoráveis, é um ponto de atenção como será a condução da política fiscal”, disse. “Apesar da insolvência ainda sob controle, há sinais de alerta no Brasil, como os índices elevados de endividamento das famílias e a alta da inadimplência das famílias e empresas”, acrescentou.
Europa e economia global
Para Patrícia, a chegada do inverno no final de 2022 coloca a Europa no centro da crise energética. Embora os países europeus tenham abastecido os estoques de gás para se proteger da interrupção dos fluxos russos, o volume pode não ser suficiente se o inverno for muito rigoroso. Nesse sentido, a expetativa é de recessão na Europa e desaceleração acentuada no resto do mundo. “Os estoques até se mantiveram elevados e, agora se aproximando o inverno, estão em um patamar de cerca de 94%, o que é bom. Há, entretanto, um custo de importação mais elevado e uma preocupação mais à frente porque o clima está ameno, mas pode chegar em dezembro, janeiro e fevereiro mais rigoroso e reduzir esses estoques mais rápido. Isso é um ponto importante e até como será a recomposição desse estoque para o ano que vem ”, afirmou a economista
Nas projeções da Coface, o PIB mundial, que fechou o ano passado com crescimento de 5,8%, deve avançar 2,8% em 2022 e 1,9% em 2023. No caso da Europa, países como Alemanha (-0,5%), Itália (-0,4%) e Reino Unido (-0,8%), por exemplo, devem registrar queda da atividade em 2023. Para os EUA, a previsão é de expansão de 1% e 1,7% em 2022 e 2023, respectivamente, após avanço de 5,7% no ano passado.
A expectativa para China, por sua vez, é de alta de 3,2% neste ano e 4% no próximo, depois do crescimento de 8,1% em 2021. “Na China, é um dos poucos cenários em que esperamos alguma aceleração do crescimento, mas vemos riscos crescentes como o mercado imobiliário local, que ainda não apresenta uma reação significativa. Além disso, sabemos que o país continua com a política de Covid zero”, disse.
A inflação elevada, em especial nas economias avançadas, continua sendo um grande desafio. Em resposta à escalada de preços, os bancos centrais seguem aumentando as taxas de juros. “Há ainda uma pressão muito importante nos países avançados, quando olhamos a evolução mais recente da inflação no Reino Unido, Estados Unidos e a Zona do Euro. No Estados Unidos, a desaceleração da inflação tem sido mais lenta do que a esperada anteriormente. Outro ponto importante é que o núcleo da inflação mostra que ela está espalhada. Tudo isso reforça a política monetária de alta de juros nos mercados avançados”, analisou Patrícia.
Diante do cenário, segundo a economista, uma pergunta importante é como ficam as insolvências corporativas. Isso porque as medidas de apoio às empresas são, em geral, menos generosas do que durante a pandemia, ao mesmo em tempo em que a posição de caixa das empresas já está afetada pelo aumento dos custos de insumos e as condições de empréstimo bancário ficaram mais rígidas com a alta das taxas de juros. Além disso, o cenário aponta para uma demanda mais fraca, gerando queda nas receitas, e um aumento dos custos – ao contrário do que aconteceu durante a pandemia quando os fechamentos levaram a uma queda nos custos variáveis. “Assim, esperamos, sim, uma elevação das insolvências corporativas”, disse.
“O Brasil tomou a dianteira na implementação do Open Insurance e somos pioneiros no mundo de uma estrutura tão avançada para o setor de seguros”. Assim Dyogo Oliveira começou a sua apresentação sobre esta nova plataforma em processo de implementação no País para os conselheiros participantes da Assembleia da Fides – Federação Interamericana de Empresas de Seguros, em Santiago, no Chile.
Por decisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as seguradoras brasileiras estão implementando um ambiente digital em que todas as operações de seguros poderão ocorrer. A primeira fase do OPIN, que deu acesso as informações dos produtos, já foi concluída. Neste momento está em operação a fase de dois que é o carregamento de dados pessoais e produtos contratados. A previsão da Susep é que o OPIN esteja pronto para operar em setembro de 2023.
Dyogo ressaltou aos executivos da Fides que o desenho final do Open Insurance vai permitir que consumidores, seguradoras e corretores tenham as mesmas informações e realizar operações como cancelamento, contratação e portabilidade em um único ambiente. Para o presidente da CNseg e membro da Fides, o OPIN é uma grande transformação para os produtos de varejo de seguros.
“Quais os resultados esperados? É ter uma maior competividade do setor e naturalmente uma queda dos preços, preços esses mais adequados ao perfil do cliente. Esperamos também que o acesso a produtos e canais tradicionais passem a ser cada vez mais digitais”, disse o presidente da CNseg na reunião em que estavam executivos da Costa Rica, Paraguai, Bolívia, Argentina, Venezuela, Chile, entre outros.
#FidesRio2023
Dyogo também compartilhou com os membros da assembleia detalhes da Fides Rio 2023, que acontecerá em setembro. Deu detalhes dos temas que serão debatidos e destacou a relevância dos participantes, da feira e dos negócios que ocorrerão durante este evento, considerado o maior encontro iberoamericano do setor.
Susan K. Neely deixa de ser a vice-presidente para ser a nova presidente da Federação Global de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês), que representa as associações de seguradoras do mundo, em substituição a Don Forgeron. Ter uma mulher no comando da Federação já era esperado pelo setor, diante da importância da pauta da indústria de seguros, vista como muito conservadora e tradicional, em avançar na equidade de gênero. Como vice-presidente da GFIA desde novembro de 2020, Susan vinha atuando na comissão responsável por finanças e infraestrutura.
Susan, recebeu a notícia nesta tarde de quarta-feira, 9, durante a Assembleia Geral da GFIA, que acontece em Santiago, no Chile, juntamente com a reuniao do Conselho da Presidência e da Assembleia Geral da FIDES, lançamento da FIDES Rio 2023 pela CNseg e também a Conferência Anual da International Association of Insurance Supervisors (IAIS). “Ficamos felizes com a eleição da Susan e colocamos o Brasil e a CNseg completamente à disposição da GFIA para colaborar nos trabalhos da federação”, disse Dyogo Oliveira, presidente da CNseg.
Tim Grafton, executivo-chefe do Conselho de Seguros da Nova Zelândia, assumirá o cargo anterior de Neely como vice-presidente. Além disso, Norma Alicia Rosas, diretora geral da Associaciòn Mexicana de Instituciones de Seguros, que é membro da Federaciòn Interamericana de Empresas de Seguros, substitui Grafton como executiva de associação. Todos os cargos são de dois anos.
Neely comentou: “Estou honrada por ser eleita presidente da GFIA e estou ansiosa para aproveitar o sucesso de Don Forgeron na liderança da organização nos últimos dois anos. Don e outros líderes melhoraram significativamente a missão da GFIA de apresentar uma voz unificada em questões globais de seguros. Aproveitaremos esse momento em 2023 com um estudo explorando as lacunas de proteção e desenvolvendo recomendações de políticas com base em suas descobertas”, comentou em nota enviada pela GFIA.
“As seguradoras fazem contribuições importantes para as sociedades e economias em todo o mundo por meio da proteção que oferecem e dos investimentos que fazem. Juntos por meio da GFIA, avançaremos em soluções para os desafios de proteção contra riscos que os países enfrentam e trabalharemos com formuladores de políticas globais e normatizadores que buscam maneiras de ajudar seu povo a prosperar.”
A nova presidente da GFIA tem uma trajetória profissional intensa e invejável. Tanto que faz parte de uma seleta lista de pessoas mais influentes na liderança de associações. Ela é foi reconhecida em premiações duas vezes uma das “pessoas mais influentes” de Washingtonian e “100 mulheres mais poderosas de Washington”. Também recebeu o “Prêmio Luminar” da Diversity & Flexibility Alliance pela dedicação vitalícia à paridade, diversidade e inclusão de gênero.
Presidente e CEO da American Council of Life Insurers (ACLI), é descrita como uma criadora de mudanças. Ela tem um histórico de transformar indústrias, construir consenso e usar parcerias bipartidárias para revolucionar os negócios e a política. Em seu cargo na ACLI, a executiva lidera um setor cuja missão é ajudar as famílias a viverem melhor, alcançando segurança financeira. As empresas associadas da ACLI representam 94% dos ativos do setor e fornecem produtos e serviços de segurança financeira para 90 milhões de famílias.
Em uma missão tão complexa e difícil, Susan construiu pontes e desenhou parcerias inovadoras em política de segurança tributária e de aposentadoria, incluindo a aprovação do SECURE Act em 2019, a primeira legislação de segurança de aposentadoria aprovada em uma década. Sob sua liderança, a ACLI anunciou a formação de uma iniciativa histórica do setor, 360 Community Capital, para expandir exponencialmente a capacidade de investimento de impacto, começando com moradias acessíveis para atender às necessidades de comunidades carentes.
Antes de ingressar na ACLI, Susan liderou a American Beverage Association, onde ajudou empresas como Pepsi e Coca-Cola a navegar na guerra do açúcar, com parcerias improváveis com a Iniciativa Global do presidente Clinton e a campanha Let’s Move da primeira-dama Michelle Obama. Antes disso, Neely foi assistente especial do presidente George W. Bush na linha de frente da criação do Departamento de Segurança Interna após o 11 de setembro, servindo como o primeiro secretário assistente do DHS para Assuntos Públicos. Antes da liderança da associação, foi consultora sênior de dois membros do Congresso, bem como do governador Terry Branstad de Iowa. Ela foi uma das primeiras mulheres nacionalmente a gerenciar uma campanha estadual.
Ela é ex-presidente do Comitê da Associação da Câmara de Comércio dos EUA de 100 das maiores associações comerciais e da Sociedade Americana de Executivos de Associações. Neely também foi eleita a primeira mulher presidente do Washington Rotary Club de 105 anos e do University Club de Washington, D.C., de 113 anos. Ingressou no Conselho de Consultores do Conselho Americano de Formação de Capital. Ela também atua como presidente do Congressional Coalition on Adoption Institute e como diretora do conselho da Global Child Nutrition Foundation.
Natural de Iowa, Susan possui graduação em jornalismo e civilização francesa pela Universidade de Iowa e mestrado em administração pública pela Drake University. Ela é mãe de dois filhos adultos, Eve e Ben.
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