Alper Seguros mantém pipeline ativo de aquisições após investimento de R$ 850 milhões da Warburg Pincus

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Com 15 anos recém completados, a Alper Seguros, uma das maiores corretoras independentes do país, vive uma nova fase de consolidação e crescimento. Desde 2017, sob a gestão de Marcos Couto (CEO), a companhia mais que triplicou de tamanho, saltando de R$ 77mi para R$ 550mi de faturamento, além da administração em prêmios ter saltado de R$1.2bi para R$6bi em 2026, expansão impulsionada por aquisições estratégicas e crescimento orgânico.

Em 2023, a Warburg Pincus (WP), um dos maiores e mais antigos fundos globais de private equity dos EUA, com mais de US$ 80 bilhões em ativos sob gestão e um histórico robusto de investimentos em empresas de alto crescimento, assumiu o controle da Alper com um investimento de R$ 850 milhões, impulsionando um novo ciclo de expansão, digitalização e inovação.

Com a entrada da WP, os dois principais executivos da companhia, Marcos Couto e André de Barros Martins, tornaram-se também seus dois principais acionistas pessoa física, ao lado dos fundos Warburg Pincus e Axxon Group. Esses quatro nomes — Couto, Martins, WP e Axxon — compõem hoje a base acionária da Alper Seguros.

“A tese de investimento da Warburg Pincus é pautada em apoiar líderes de mercado em suas jornadas de crescimento. Vemos na Alper uma combinação única de atributos: a maior corretora independente do Brasil, com amplo potencial de expansão orgânica e de consolidação via M&A. Há um forte alinhamento entre os acionistas e a liderança executiva da Companhia, com o objetivo de continuar transformando o mercado de seguros no país”, afirma Marcelo Otero, Vice President da Warburg Pincus e membro do Conselho da Alper.

O investimento sucede um ciclo anterior de capitalização conduzido pelo Patria Investimentos, que ingressou na companhia em 2020, adquirindo 18% de participação e liderando o movimento que reposicionou a Alper entre as líderes do setor. Sob essa fase, foram realizadas aquisições relevantes, o lançamento da AlperTech — divisão dedicada à inovação e soluções digitais — e uma profunda reestruturação operacional.

“O Patria foi fundamental para a virada de chave da Alper. Trouxe capital, governança e visão de longo prazo, apoiando um plano que combinava crescimento orgânico e consolidação inteligente. Esse legado foi essencial para a chegada do Warburg Pincus”, destaca Luis Felipe Cruz, presidente do Conselho da companhia à época e sócio do Patria Investimentos.

Um ano após a entrada da WP, a Alper acelera novamente: projeta encerrar 2025 com seis novas aquisições e já prepara um 2026 ainda mais agressivo, com pelo menos dez operações de M&A no radar e investimentos estimados em cerca de R$ 400 milhões. O apetite de crescimento segue em alta — e a consolidação no setor, mais do que uma meta, tornou-se parte do DNA estratégico da Companhia.

“Estamos em um ciclo de expansão contínua, combinando disciplina financeira, análise de dados e eficiência operacional. Nossa meta é consolidar a Alper como a principal e maior corretora de seguros 100% nacional”, afirma Marcos Couto, CEO da Alper Seguros.

Essa estratégia de M&A foca não apenas na consolidação de mercado, mas também no aumento da capilaridade da Alper em território nacional. Hoje a Companhia conta com 28 filiais, mas os planos são para chegar a 50, com foco em aquisições por todo o país. buscando maior proximidade com os clientes em diversas regiões. “Já fizemos aquisições em todo o Brasil, como Cruz Alta no Rio Grande do Sul e em Lucas do Rio Verde no Mato Grosso, e temos apetite para fazer em qualquer região ou estado, do Oiapoque ao Chuí”, afirma André de Barros Martins, Sênior VP da Alper.

A Alper já realizou mais de 70 aquisições desde sua fundação — 25 delas nos últimos anos — e mantém um pipeline ativo de targets, sustentado por um sistema interno de inteligência que monitora mais de 5 mil corretoras em todo o país.

Além do avanço em M&A, a Companhia se fortalece também com a Alper Network, uma unidade focada na geração e ampliação de negócios, permeando todos os tipos de seguros, através de executivos associados e corretores parceiros.

Em tecnologia, área de grande atenção da Companhia, a aplicabilidade está no trabalho de identificação e redução do mau uso de recursos, que hoje representam 20% dos custos, segundo o IESS. As inovações ainda resultaram em 40% de gastos evitáveis identificados em cirurgias ortopédicas e 50% de ganho em eficiência operacional com telemedicina e triagem digital.

Liderança e governança

Marcos Couto, CEO e acionista desde 2017, tem 39 anos de experiência no mercado segurador. Foi presidente da Tempo Assist e Ace Seguradora (atual Chubb Seguros). Couto também é cofundador da Duxx Investimentos e membro do Conselho ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência.

André de Barros Martins, Sênior Vice-Presidente, e um dos principais acionistas da Companhia junto com Couto, possui 25 anos de experiência nos mercados financeiro e de seguros, é um dos responsáveis pela expansão da vertical de Benefícios Corporativos, maior unidade de negócio da empresa, e também pela área de Client Advocate, fundamental para o crescimento contínuo.

Com presença nacional, atuação diversificada e governança compartilhada, a Alper se consolida como um dos principais vetores de transformação e consolidação do mercado de seguros no Brasil.

Prêmio Zurich de Sustentabilidade destaca inovação e compromisso na cadeia de suprimentos

A Zurich realizou sua primeira edição do Prêmio de Sustentabilidade para Fornecedores, reunindo três iniciativas: O Programa Transformar, que representa a certificação ESG baseada em critérios de avaliação global com em avaliação externa realizada pelo Instituto de Qualidade Automotiva (IQA) e em diagnósticos individualizados que orientam a evolução de cada fornecedor. A Rede Sustentável, responsável por avaliar fornecedores de sinistros de Afinidades a partir de scorecards que contemplam custo, qualidade e sustentabilidade, além de promover treinamentos e workshops. E a Garagem dos Campeões, que reconhece oficinas automotivas que se destacam em eficiência, experiência do cliente e práticas sustentáveis atestadas pelo Selo Verde. 

O prêmio, definido no Comitê de Sustentabilidade, reforça o alinhamento estratégico da companhia ao integrar projetos complementares que avaliam desempenho, maturidade ESG e evolução contínua na cadeia de suprimentos. Ao todo, 11 fornecedores foram reconhecidos em um encontro que reuniu cerca de 90 participantes na sede da Zurich, em São Paulo (SP). 

A criação desse prêmio permite uma visão ampliada sobre o impacto gerado pelos diferentes perfis de fornecedores, que incluem oficinas automotivas, assistências técnicas e parceiros estratégicos auditados por critérios ESG. Essa integração também reforça a ambição da Zurich em fortalecer práticas responsáveis em toda a cadeia de valor, promovendo melhoria contínua em aspectos ambientais, sociais, de governança e de qualidade operacional. 

Mensagem institucional da liderança

Durante o evento, Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil, reconheceu o caráter estratégico da celebração. “Este é o primeiro evento do Prêmio de Sustentabilidade para Fornecedores da Zurich. É fundamental elevar o nível de consciência social e ambiental de toda a nossa rede, porque o impacto que geramos também acontece por meio dos nossos parceiros. Estou muito orgulhoso por reconhecer fornecedores que evoluem conosco.” 

Depoimentos dos premiados

O encontro foi marcado por relatos que revelam o impacto concreto do reconhecimento e a relevância da parceria com a Zurich para a consolidação de práticas sustentáveis em diferentes segmentos da cadeia. 

Pelo Programa Transformar, a Ernst & Young ressaltou o papel da sustentabilidade como diretriz estratégica de negócios. “Na EY, prezamos pelas boas práticas de sustentabilidade em tudo que fazemos. Nosso compromisso com as práticas socioambientais está incorporado ao nosso DNA e orienta cada decisão que tomamos. Participar de uma premiação que reconhece a busca pelos mais altos padrões de qualidade em sustentabilidade é uma verdadeira honra. Ficamos muito felizes com o reconhecimento e com a parceria contínua com a Zurich, que vem estimulando conversas, práticas e caminhos que elevam o nível de compromisso de todo o setor”, afirmou Patrícia Bircak, líder Latam de Sustentabilidade Corporativa. 

Premiado da Garagem dos Campeões, Gesiel Couto da Silva, da S.L. Gusk Estética de Veículos, reforçou o significado da conquista após um período desafiador. “É uma grande alegria ser reconhecido entre as melhores oficinas do Brasil. Este prêmio tem um peso especial para nós, porque 2024 foi um ano muito difícil no Rio Grande do Sul, e mesmo assim conseguimos nos reerguer, reorganizar o trabalho e manter a qualidade que sempre buscamos. Esta conquista representa o esforço de toda a nossa equipe, que se dedicou ao máximo para oferecer o melhor ao cliente.” 

Na Rede Sustentável, fornecedores do segmento de Afinidades também valorizaram o impacto da iniciativa na transformação de processos internos. “O prêmio mostra que fizemos um trabalho bem-feito e que estamos avançando na implementação de práticas sustentáveis. Reparar um produto, em vez de descartá-lo, tem um impacto enorme na redução de resíduos, e esse é um princípio que levamos muito a sério. O programa da Zurich incentiva todos a buscar melhoria contínua e a entender que sustentabilidade não é um conceito abstrato, mas algo presente nas decisões diárias.”, destacou Tiago Vieira, CEO da AssistPrime Solutions, vencedora na categoria Móveis & Demais. 

Os diferentes depoimentos revelam uma narrativa comum: a evolução conjunta entre Zurich e seus fornecedores, impulsionada por critérios claros, programas estruturados e oportunidades constantes de desenvolvimento. 

Confira todos os vencedores

A primeira edição do Prêmio Zurich de Sustentabilidade para Fornecedores reconheceu parceiros que se destacaram em critérios objetivos de desempenho, qualidade, governança e práticas ESG. Veja os vencedores de cada categoria: 

Programa Transformar

Fornecedores estratégicos avaliados por avaliação externa do IQA, com base em critérios ambientais, sociais e de governança. 

  • EY 
  • JS Real Estate Multigestão FII 
  • Pluxee 

Rede Sustentável

Prestadores de serviço do segmento de Afinidades avaliados por scorecard que considera custo, qualidade e sustentabilidade. 

  • Centro Técnico Eletrônico Duso – linha branca 
  • CSP JMV Filial Manutenção em Informática – linha marrom 
  • Fast Repair Comércio e Manutenção – linha celular 
  • Repair Center Manutenção e Eletrônica e Telecomunicação – linha informática 
  • Assist Prime Solutions Serviços e Comércios – móveis e demais categorias 

Garagem dos Campeões

Oficinas automotivas referenciadas que se destacaram em eficiência, experiência do cliente e práticas sustentáveis reconhecidas pelo Selo Verde. 

  • Coronato Veículos 
  • Sandes Car 
  • S&L Gusk 

MetLife celebra 11ª Feijoada no Rio de Janeiro e reforça parceria com corretores para um 2026 de crescimento

A MetLife Brasil realizou a 11ª edição da já tradicional Feijoada MetLife, no Rio Scenarium. O encontro, que se tornou uma marca registrada da companhia e é aguardado pelos corretores parceiros, reuniu dezenas de profissionais para uma tarde de celebração, networking e troca de experiências.
 

Mais do que um momento de confraternização, a Feijoada MetLife reforça o compromisso da companhia com seus parceiros para impulsionar os negócios em 2026. Entre os destaques deste ano, a chegada de Vanessa Kischner, nova diretora da Regional Rio de Janeiro, Espírito Santo e Nordeste, que assume com a missão de dar continuidade ao crescimento da região e fortalecer ainda mais a relação com os corretores.
 

“Estamos muito felizes em receber a Vanessa no time. Sua experiência e visão estratégica serão fundamentais para seguirmos crescendo e apoiando nossos parceiros no Rio de Janeiro”, afirmou Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife Brasil.
 

Com uma combinação de tradição, proximidade e visão de futuro, a MetLife reafirma seu compromisso de estar ao lado dos corretores, oferecendo soluções que impulsionem negócios e fortaleçam relações.

“A Feijoada MetLife é sempre um momento especial para nós. É a oportunidade de reconhecer a parceria com os corretores, celebrar conquistas e construir juntos o caminho para o próximo ano. Seguiremos investindo em inovação, ampliando nosso portfólio e fortalecendo o atendimento aos nossos parceiros e clientes”, completou Gomez.

Sompo registra crescimento de 29% na área de seguros de propriedades e reforça estratégia de valor agregado

A Sompo anuncia um expressivo crescimento na área de Seguros de Propriedades. Entre janeiro e outubro de 2025, a companhia alcançou R$ 711,9 milhões em prêmios emitidos, frente aos R$ 551,5 milhões registrados no mesmo período do ano anterior, o que representa um aumento de 29%.

Esse resultado inclui Seguros de Grandes Riscos no segmento de Propriedades, que abrange ramos como Riscos de Engenharia, Seguro Empresarial (para apólices acima de R$ 30 milhões) e Riscos Nomeados e Operacionais. O desempenho foi impulsionado pelo fechamento de contas de grandes empresas em setores estratégicos como Indústria de Base, Saneamento, Energia, Metalurgia, Cimentos e Varejo, entre outros.

Segundo Maria Cristina Bettencourt, Diretora de Precificação e Produto Patrimonial da Sompo, o crescimento reflete uma estratégia focada em soluções personalizadas.
“Nosso objetivo é oferecer mais do que proteção. Trabalhamos para entender profundamente o negócio do cliente e propor soluções que agreguem valor e tragam segurança operacional. A combinação entre expertise técnica, inovação e relacionamento próximo com clientes e corretores é o que sustenta esse desempenho positivo. Esse movimento fortalece nossa posição no mercado e amplia a confiança dos parceiros e segurados”, afirma a executiva.

A Sompo projeta manter o ritmo de crescimento em 2026 com investimentos contínuos em inovação tecnológica, consultoria especializada em gerenciamento de riscos e expansão do portfólio de produtos. A companhia também planeja fortalecer parcerias estratégicas e ampliar sua atuação em segmentos de alta complexidade, consolidando sua posição como referência em soluções para grandes riscos no mercado brasileiro.

“O crescimento na área de Propriedades reforça nossa capacidade de atender grandes riscos com soluções robustas e inovadoras. Estamos preparados para acompanhar a evolução do mercado e oferecer produtos que atendam às demandas mais complexas”, destaca Adailton Dias, Diretor Executivo da Sompo. “Nosso foco é alcançar crescimento, mas sempre entregando valor agregado ao segurado. A combinação entre expertise técnica, inovação e relacionamento próximo com clientes e corretores é o que sustenta esse desempenho positivo”, conclui.

Novo marco legal do seguro exige mais transparência e reduz disputas, diz Márcio Malfatti

MARCO LEGAL DE SEGUROS

“Exigir maior transparência das seguradoras é o maior avanço do novo marco legal, porque reduz a assimetria de informação e tende a diminuir a litigiosidade”, afirma o advogado Márcio Malfatti, um dos autores de “Lei de Seguros Comentada”. Para ele, embora temas complexos — como a cobertura de invalidez por doença — ainda devam gerar debate e decisões judiciais divergentes, a Lei 15.040/2024 representa um passo decisivo para a segurança jurídica no mercado de seguros.

A obra foi lançada na última segunda-feira, 8 de dezembro, com a presença da nata do setor de seguros, no restaurante Santo Colomba, em São Paulo. Escrito por Malfatti ao lado de Adilson José Campoy e Thais de Cássia Rumstain, o livro analisa artigo por artigo o novo marco jurídico, resultado de meses de estudo e reflexão após a sua sanção. A seguir, os principais destaques da entrevista exclusiva com o autor.

O novo marco legal dos seguros surge com a promessa de reduzir conflitos e dar mais segurança jurídica ao mercado. Na sua visão prática, quais eram os pontos que mais geravam litígio e como a nova lei endereça essas lacunas?

Em seguros massificados, pensamos que as principais fontes de litígio se situavam na denominada “cláusula perfil”, presente em seguros de automóvel, e na cobertura de invalidez por doença, em seguro de pessoas. Quanto a esta última, não vemos como a nova lei possa minorar os litígios, dado que se trata de cobertura complexa por sua natureza e de difícil compreensão por consumidores e até mesmo por parte do judiciário.
De toda forma, a lei exige agora uma maior transparência por parte das Seguradoras, exigência que, se atendida, tende a diminuir a assimetria informativa entre mercado segurador e consumidores, e, por consequência, a litigiosidade.

O livro aborda a lei artigo por artigo. Qual foi o dispositivo que vocês consideraram mais desafiador de interpretar — e por quê? Há algum ponto que ainda poderá gerar debate regulatório ou jurisprudencial?

O artigo 1º da lei, que inclui a figura do beneficiário como detentor de interesse. Embora nobre o propósito do legislador, ao pretender dissipar dúvidas acerca de quem detém interesse segurado, é possível que elas se multipliquem.
Do órgão regulador, espera-se que apenas atue nos limites da nova lei, sem criar regras que não tenham, nela, amparo. Muitos imaginam que a atuação do órgão regulador pode trazer soluções que a lei não trouxe. Se fizer isso, no entanto, estará esse órgão agindo para além de sua competência. Se a lei, para sua melhor aplicação, merece alteração o caminho para isto passa pelo Poder Legislativo. Sobre a jurisprudência, espera-se que ele demore a se assentar, principalmente sobre alguns temas, como, por exemplo, o exato significado de agravamento continuado. Lembremos que o Superior Tribunal de Justiça, só mais de 15 anos após o início de vigência do Código Civil, alterou a leitura que fazia do artigo 798 desse Diploma.

O mercado brasileiro tem forte presença de seguradoras estrangeiras. Como a nova lei dialoga com as práticas internacionais? Você acredita que ela aproxima o Brasil dos padrões globais ou ainda há distância a percorrer?

Nossa compreensão quanto a isto é que a lei brasileira é bem-vinda e está alinhada, de maneira geral, às práticas internacionais, embora muitos critiquem a abordagem que ela faz sobre o resseguro. É preciso compreender que o capítulo do Código Civil que trata do contrato de seguro foi escrito na década de 70, quando a figura do consumidor era praticamente ignorada para a feitura de leis. E, de resto, foi escrito por Fabio Konder Comparato, um dos maiores juristas que este país tem e profundo conhecer do contrato de seguro, mas que enxergava esse contrato sob a ótica do mercado segurador, ao qual pertencia.

Do ponto de vista dos clientes — tanto seguradoras quanto grandes empresas seguradas — quais mudanças terão efeito imediato no dia a dia dos contratos? Houve algum tema que surpreendeu positivamente na redação final da lei?

Não esperamos grandes mudanças no cotidiano seja de seguradoras, seja de grandes empresas seguradas. Claro que as seguradoras terão que rever seus contratos, mas foi assim também quando da entrada em vigor do atual Código Civil. Mas, o dia a dia das operações não deve enfrentar obstáculos merecedores de maiores considerações.
O maior avanço da lei, e já nos referimos à exigência de maior transparência por parte das seguradoras, está em colocar em relevo os interesses do consumidor de seguros.

A lei foi construída com base em anos de discussões entre reguladores, seguradoras, resseguradoras, advogados e consumidores. Depois dessa consolidação, qual você acredita ser o próximo desafio jurídico do setor de seguros no Brasil? O que ainda falta evoluir?

O avanço doutrinário sobre a matéria certamente contribuirá para a formação de uma jurisprudência que considere, para a aplicação da nova lei, os aspectos técnicos do contrato de seguro. Já dizia Fabio Konder Comparato que, desconhecendo-se a estrutura técnica do contrato de seguro, não se atinge uma interpretação jurídica adequada. Sobre a doutrina brasileira sobre seguro, e embora tenhamos ainda muito a caminhar, há uma evolução sensível e notável. Mais uma vez citando-o, há 50 anos dizia Fabio Konder Comparato que o seguro, no Brasil, era terra ignota. De fato, se na Argentina já se tinha consolidada doutrina a respeito, aqui não havia uma só obra jurídica que tratasse especificamente do contrato de seguro. Havia, sim, civilistas de estofo a tratar do tema, sendo inestimáveis, por exemplo, as contribuições de Pontes de Miranda, cujo Tratado de Direito Privado, de 1970, cuidou do contrato de seguro com profundidade, e de Pedro Alvim, cuja primeira obra publicada remonta a 1972 (Responsabilidade civil e seguro obrigatório, depois, O Contrato de Seguro, no início dos anos 80). Mas doutrina construída por especialistas no tema não tínhamos, e hoje temos. Mesmo renomados civilistas dedicam aprofundados estudos e escrevem, hoje, obras inteiras e dedicadas exclusivamente à matéria (recentemente viu-se notícia de obra a ser publicada proximamente pelo renomado jurista Bruno Miragem comentando a nova lei de seguros).

Roubo na Biblioteca Mário de Andrade reacende debate sobre seguro de arte e práticas de segurança em exposições

O roubo das gravuras de Matisse e Portinari na Biblioteca Mário de Andrade, no último domingo (7), trouxe à tona um tema pouco discutido fora do meio especializado: como funciona o seguro de obras de arte em exposições temporárias e qual é o papel das corretoras e seguradoras na proteção de acervos culturais. O caso, que mobilizou a Polícia Civil, reforça a importância dos mecanismos de transferência de risco e das exigências técnicas de segurança aplicadas pelo mercado segurador.

Embora normas de confidencialidade impeçam a divulgação de detalhes contratuais, o corretor de resseguro Ricardo Minc, da Howden Brasil, explica ao Sonho Seguro os princípios gerais que regem esse tipo de seguro – desde a avaliação técnica do acervo até a rotina de atuação em sinistros de grande relevância. Ele afirma que, apesar de envolver valores culturais e financeiros expressivos, o seguro de arte é historicamente um dos ramos mais acessíveis em termos de custo, o que torna a contratação ainda mais necessária diante do aumento de vulnerabilidades.

Quais critérios costumam ser priorizados ao estruturar a apólice de uma mostra?
“De forma geral, quando uma corretora especializada em arte atua na análise técnica de uma exposição, os critérios prioritários costumam incluir: a valoração adequada das obras, a definição de um escopo de cobertura compatível com riscos de roubo, furto e danos acidentais, a avaliação das condições de transporte, montagem e desmontagem, e o atendimento aos requisitos mínimos de segurança previstos pelas seguradoras e pelas melhores práticas internacionais. Esses elementos são fundamentais para que a apólice reflita tanto o valor cultural das obras quanto as particularidades operacionais da mostra.”

Por que algumas instituições seguram apenas parte das obras expostas?
“A prática do mercado — no Brasil e no exterior — é que todas as peças expostas ao público sejam seguradas, mesmo quando pertencem ao próprio acervo da instituição. Muitos museus não dispõem de orçamento para manter seguro integral e permanente de todo o acervo e, por isso, adotam políticas de risco diferenciadas: quando as obras estão na reserva técnica, sob condições controladas e segurança reforçada, o risco é reduzido; porém, quando entram em exposição ao público, o risco aumenta significativamente, tornando necessária a contratação do seguro específico para aquele período. É importante reforçar que a cobertura não se limita a roubo: danos acidentais são uma das principais causas de sinistro em museus.”

Após um sinistro como o roubo ocorrido em São Paulo, qual é o protocolo de atuação da corretora?
“Em eventos dessa gravidade, as corretoras especializadas seguem um protocolo técnico bem estabelecido. As etapas incluem: formalização do sinistro junto à seguradora, organização da documentação necessária, acompanhamento da nomeação de peritos especializados e orientação contínua à instituição e aos proprietários das obras. As obras roubadas são tratadas como perda total para fins de indenização. Já as peças danificadas passam por avaliação técnica para determinar possibilidade de restauro, custos de conservação e eventual depreciação residual — que também pode ser objeto de indenização.”

O episódio deve alterar exigências de segurança no setor cultural brasileiro?
“Casos como este naturalmente levam o setor cultural a reavaliar práticas de gestão de risco e protocolos de segurança. O mercado segurador já utiliza critérios rigorosos para análise de risco em museus, mas eventos dessa natureza normalmente estimulam o aprimoramento de controles de acesso, redundâncias operacionais, tecnologias de vigilância e requisitos mínimos de prevenção. Um ponto importante, que muitas vezes é desconhecido pelo público, é que o seguro de obras de arte está entre as linhas de seguro com menor taxa de prêmio dentro da indústria seguradora. Ou seja, o custo não deveria ser um obstáculo para instituições culturais adotarem políticas adequadas de proteção e transferência de risco.”

Porto Seguro reforça a segurança na madrugada de São Paulo com atendimento em até 15 minutos

A Porto Seguro lançou, neste domingo (7/12), sua nova campanha publicitária para dar escala a iniciativa 15min!, que garante atendimento aos segurados Porto Seguro Auto em até 15 minutos durante a madrugada na cidade de São Paulo. O filme fez sua estreia na TV Globo, durante o intervalo do Fantástico, e, na sequência, continuará sendo exibido na programação da emissora. A campanha também terá inserções na TV Band, ampliando ainda mais o alcance da ação.

Produzido pela produtora Rebolucion, o filme mostra que imprevistos com o carro podem acontecer a qualquer momento, mas que, durante a madrugada, o atendimento especializado da Porto Seguro faz toda a diferença para que os clientes cheguem em casa em segurança. Pensando nisso, a companhia se compromete a oferecer proteção e cuidado em todos os horários. A chegada antecipada da moto também destaca um atendimento humanizado, marca registrada da Porto Seguro.
 

“Com a iniciativa 15min!, estamos unindo o cuidado que sempre nos guiou com a força da nossa rede e tecnologia para trazer ainda mais valor e segurança aos nossos clientes. Completamos um mês de atuação em São Paulo e o retorno tem sido extremamente positivo. Nossa expectativa é em breve expandir o atendimento para outras cidades”, pontua Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto.
 

Além das exibições em TV, a campanha terá forte presença em OOH pela capital paulista, ocupando relógios digitais e estáticos.


Projeto “15min!”

Lançado em 1 de novembro, o serviço está disponível, nesta primeira fase, para segurados Porto Seguro Auto na cidade de São Paulo. Durante o período da madrugada, das 22h às 5h, o atendimento é priorizado com tempo máximo de chegada de 15 minutos após a abertura do chamado. Caso o atendimento ultrapasse os 15 minutos, o cliente terá 15% de desconto na renovação do seguro da Porto Seguro.
 

Entre os serviços contemplados estão as assistências mais frequentes nesse horário, como troca de bateria, pane elétrica, troca de pneus, envio de combustível e abertura do veículo em caso de chave trancada. A operação é conduzida pela Porto Serviço, garantindo qualidade técnica e rastreamento em tempo real.

O lançamento segue um movimento contínuo de busca por inovação em prestação de serviço. Com 80 anos de história, a Porto é reconhecida no mercado de seguros por antecipar tendências e criar soluções que unem tecnologia, agilidade e proximidade.
 

Ao longo dessa história, a companhia se destacou com a campanha “Trânsito Mais Gentil”, que promoveu uma direção mais consciente e segura. Além disso, foi a primeira a contar com uma frota própria de guinchos e a introduzir no Brasil, ainda na década de 80, a tecnologia “Brake Light”, que acende automaticamente a terceira luz de freio quando acionado o pedal, aumentando a segurança no trânsito.

Afeto e conexão marcam a campanha de fim de ano do Grupo Bradesco Seguros

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O Grupo Bradesco Seguros apresenta sua nova campanha de fim de ano, intitulada “A Descoberta”, que traz uma reflexão sensível sobre o papel da amizade e das conexões humanas. Criado pela AlmapBBDO, o filme acompanha a história de uma menina tímida que encontra um lápis mágico e passa a desenhar pequenos seres que ganham vida, tornando-se companhia para ela e para outras pessoas. A narrativa ilustra, de forma simbólica, como o cuidado e a empatia podem transformar realidades. 

A campanha reforça o posicionamento da companhia como parceira em todos os momentos, por meio de uma abordagem emocional, acessível e próxima às pessoas, além de ser embalada por “You’ve got a friend”, icônica música de James Taylor. A trilha sonora mostra como a amizade é uma grande fonte de inspiração e tem como objetivo mostrar à audiência que é no sentimento de união e fraternidade que ela é encontrada. A música alcançou o 1º lugar na Billboard Hot 100 e figurou posições de destaque na ocasião do lançamento, sendo um grande sucesso de público.

“Acreditamos que campanhas humanizadas têm o poder de sensibilizar de forma leve e verdadeira. ‘A Descoberta’ é um convite à reflexão sobre a importância da empatia e amizade, de estar presente na vida do outro, algo que o Grupo Bradesco Seguros faz todos os dias com seus clientes. Queremos que esse filme gere identificação, toque corações e seja compartilhado como um gesto de afeto nesse momento especial do ano”, afirma Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. “Como temos ressaltado ao longo dos últimos anos em nossas campanhas, o seguro é aquele amigo que pode te amparar em momentos inesperados”, finaliza o executivo.

Com uma proposta visual lúdica, a produção exigiu um trabalho técnico detalhado para dar vida aos personagens e ambientações, resultando em uma peça que combina inovação e sensibilidade. A campanha terá exibição nacional em diversos meios, integrando os principais canais de comunicação com foco em alcance e fortalecimento da percepção de marca.

Tokio Marine e DENSO firmam parceria estratégica para elevar a experiência do Cliente em casos de sinistro

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 Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do país, anuncia parceria estratégica com a DENSO, líder global na fabricação de autopeças, com o objetivo de oferecer aos Corretores e Clientes mais agilidade, qualidade e confiança no atendimento em casos de sinistro.

A iniciativa reforça o compromisso da Tokio Marine em garantir que seus Segurados tenham acesso a peças originais, com garantia de fábrica e toda a confiabilidade de um serviço de qualidade superior. A DENSO disponibilizou ao mercado reparador um kit completo composto por radiador, condensador e eletroventilador, que assegura um reparo mais rápido, seguro e econômico para os veículos.

De acordo com o Diretor de Sinistros da Tokio Marine, Laur Diuri, a parceria proporciona benefícios para a cadeia de atendimento. “Além de garantir peças originais e serviços de alta qualidade, essa iniciativa representa um ganho real para Corretores e Clientes. Ao utilizar distribuidores autorizados da DENSO, asseguramos a aplicação de componentes confiáveis e, nos casos possíveis, a adoção do kit completo, que reduz a chance de erros na montagem, agiliza o reparo e oferece um custo mais competitivo em relação à compra dos itens separadamente”, afirma.

Com essa parceria, Tokio Marine e DENSO unem forças para transformar um momento delicado – o sinistro – em uma experiência mais simples e segura. A iniciativa reforça a visão das duas empresas de oferecer soluções inovadoras que agreguem valor, confiança e tranquilidade para Segurados.

Terceirizar a função-chave do risco: quando o seguro deixa de ser custo e vira governança

Ter um programa de seguros robusto não significa estar protegido. Em muitas empresas brasileiras, o seguro ainda é tratado apenas como custo ou ato de compra — sem vínculo direto com estratégia, governança ou continuidade do negócio. Nesse cenário, lacunas de cobertura, processos reativos e sinistros negados continuam sendo uma realidade, mesmo em grandes companhias com operações complexas.

A boa notícia é que já existe um caminho para mudar esse jogo — e ele vem de mercados mais maduros como Estados Unidos e Europa: o Risk Manager as a Service (RMaaS). Trata-se de terceirizar a gestão de riscos e seguros com profundidade técnica e independência, garantindo disciplina, governança e alinhamento entre todos os atores do ecossistema (áreas internas, corretores e seguradoras). Um modelo que está ganhando espaço no Brasil e pode elevar a maturidade do setor sem demandar estruturas internas caras e difíceis de formar.

A consultora Izabela Dias é uma das vozes pioneiras desse movimento. Sócia-proprietária da Izabela Dias Consultoria Empresarial, formada em Administração com pós-graduação em Finanças pela Fundação Dom Cabral e Seguros & Resseguros pela ENS, ela acumula mais de 25 anos de experiência em áreas financeiras de grandes grupos e passou 15 anos como Risk Manager do Grupo Cosan — um dos maiores conglomerados do país. Na entrevista a seguir, Izabela explica como funciona o RMaaS, para quem faz mais sentido, os ganhos imediatos e os desafios de adoção no mercado brasileiro.

O que exatamente significa “Risk Manager as a Service” — e em que ele difere de um gestor interno ou de uma corretora de seguros?

O Risk Manager as a Service é um modelo em que a empresa passa a contar com um gestor de riscos experiente — de forma contínua ou sob demanda — sem precisar arcar com a estrutura e o custo fixo de um departamento interno. Em mercados mais maduros, como EUA e Europa, já é comum trabalhar com gestores independentes. No Brasil, o modelo ainda está ganhando espaço, impulsionado pela crescente compreensão de que seguro não é só compra de produto, mas parte central da governança corporativa. As corretoras têm papel essencial na intermediação, na estruturação comercial e na colocação das apólices. O RMaaS é complementar: atua na estratégia de riscos, conectando necessidades operacionais, regulatórias e financeiras ao desenho do programa de seguros. O papel não é substituir ninguém, mas harmonizar as visões — quando todos estão alinhados, o cliente e o mercado ganham.

Quais atividades estão incluídas nesse modelo e como isso se compara ao trabalho de um gestor interno?
O escopo contempla atividades semelhantes às exercidas por um Risk Manager empregado: construção ou revisão do framework de riscos, mapeamento e priorização de exposições críticas, revisão técnica de apólices, identificação de gaps, apoio em renovações, interação com corretores, preparação de relatórios executivos e monitoramento contínuo.
A diferença está no formato. O RM interno é fundamental em operações maiores e mais complexas. Já o RMaaS traz a mesma senioridade de forma flexível e economicamente viável — podendo complementar o gestor interno em projetos específicos, demandas extraordinárias ou aprofundamento técnico em temas mais complexos.

Quais são os principais ganhos para uma empresa que adota esse modelo — especialmente no Brasil?

O modelo entrega profissionalização instantânea, com método, governança e visão estratégica — essenciais para evitar lacunas de cobertura e sinistros negados. Além do ganho técnico, há redução de custos com estrutura interna e contratações mais inteligentes, baseadas em coberturas adequadas. A independência técnica amplia a segurança das decisões e fortalece a governança. Outro benefício é a agilidade: renovações mais previsíveis, sinistros mais eficientes e decisões baseadas em dados e benchmark. Em resumo: RMaaS eleva a maturidade, otimiza custos e fortalece a resiliência da empresa.

Em que tipos de empresas ou setores o RMaaS faz mais sentido?

A demanda está mais ligada à complexidade do negócio do que ao porte. Vejo maior necessidade em empresas de médio e grande porte, especialmente acima de R$ 300 milhões em faturamento anual. Muitas têm demandas relevantes de seguros, mas não contam com um Risk Manager interno. Na consultoria, atendo empresas de vários perfis — listadas ou não, de serviços, infraestrutura e indústrias em geral. Algumas precisam de acompanhamento contínuo; outras, de projetos pontuais como revisão de apólices críticas, análise de riscos em contratos ou suporte em governança.

Como funciona, na prática, a prestação desse serviço?

Adoto uma metodologia estruturada, mas sempre customizada. Começa com um diagnóstico detalhado para avaliar maturidade, apetite de risco e exposições críticas. A partir daí, o trabalho pode assumir diferentes formatos: construção de um framework completo, revisão do programa de seguros, mapeamento e priorização de riscos, definição de controles, apoio em renovações ou suporte regulatório e operacional. O método é consistente — diagnóstico, apetite, identificação e priorização de riscos, desenho de controles, monitoramento contínuo e revisões periódicas — mas o escopo se ajusta totalmente ao estágio de evolução da empresa.

Quais são os desafios para implementar esse modelo no Brasil — tanto para quem oferece quanto para quem contrata?

O principal obstáculo nas empresas é a falta de visão estratégica sobre risco e seguro. Ainda se trata esses temas como custo e não como governança, o que leva a decisões tardias e reativas. Além disso, processos pouco integrados e baixa disponibilidade de dados exigem um trabalho inicial mais profundo. Do lado do provedor, o desafio é disseminar o conceito. Como o papel estratégico do Risk Manager ainda não é amplamente entendido, o modelo “as a Service” naturalmente gera dúvidas. Por isso, parte do trabalho envolve educar o mercado — mostrando que não é uma consultoria pontual, mas uma função contínua que fortalece finanças, operação e governança.

Você pode citar exemplos ou cenários em que o RMaaS evita perdas ou garante maior resiliência?

Um caso frequente é o de empresas com programa robusto, mas sem gestor dedicado. Nessas situações, avalio riscos seguráveis, identifico lacunas ou excessos, recomendo coberturas e proponho estratégias de mitigação. Muitas vezes encontro inconsistências em apólices já contratadas, custos que podem ser otimizados ou cláusulas obrigatórias ausentes. Também gero valor ao apoiar a definição do modelo de atuação com corretores — ajudando a alinhar expectativas e fortalecer a concorrência saudável. Há ainda projetos em processos de bid ou licitação, garantindo que apólices e garantias sejam estruturadas corretamente e não corram risco de impugnação — algo crítico para evitar atrasos, penalidades e perda de contratos. No fim das contas, o RMaaS funciona como um catalisador: acelera processos, reduz riscos e traz clareza técnica para decisões que têm impacto direto no caixa e na continuidade do negócio.