Grupo Generali reforça liderança em sustentabilidade ao integrar índices globais da Dow Jones 

Consolidando sua posição entre as líderes globais em sustentabilidade, o Grupo Generali foi incluído pelo oitavo ano consecutivo no Índice Dow Jones Best-in-Class World e pelo sétimo no Índice Dow Jones Best-in-Class Europe, anteriormente conhecido como Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI). O reconhecimento ressalta a abordagem integrada da seguradora em ESG, refletida em seu desempenho consistente e incorporado à governança, estratégia, gestão de riscos e processos de tomada de decisão operacional.
 

Além disso, o compromisso da Generali com a sustentabilidade foi mais uma vez reconhecido pelas classificações MSCI ESG Ratings, que avaliam a resiliência das empresas diante de riscos e oportunidades relacionados a práticas ESG. A análise da MSCI, que abrange mais de 17 mil empresas em todo o mundo, confirmou a classificação ESG “AAA”, mantida pelo Grupo desde 2022. Isso posiciona a Generali entre as empresas líderes.
 

Marco Sesana, diretor-geral do Grupo, comentou: “A Generali integrou plenamente a sustentabilidade ao seu modelo de negócios e às suas operações, continuando a atuar como uma seguradora, investidora, empregadora e agente corporativo responsável. Estamos extremamente orgulhosos por sermos novamente confirmados como líderes globais em sustentabilidade pelos índices Dow Jones e pela MSCI, o que reconhece os fortes resultados que continuamos a alcançar nesta área”.
 

Sesana destacou que, no âmbito da estratégia “Lifetime Partner 27: Driving Excellence”, a Generali está acelerando ainda mais essa ambição. “Temos metas claras voltadas para apoiar a transição verde e justa e fortalecer a resiliência social, com o objetivo de continuar a gerar crescimento lucrativo com impacto positivo nas pessoas, no planeta e em todas as nossas partes interessadas”.
 

O Índice Dow Jones Best-in-Class World Index é composto por líderes globais em sustentabilidade identificados pela S&P Global por meio da Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (Corporate Sustainability Assessment – CSA) e representa os 10% melhores entre as 2,5 mil empresas incluídas no S&P Global BMI Index, com base em critérios econômicos, ambientais e sociais de longo prazo. Já o Dow Jones Best-in-Class Europe Index reúne as empresas europeias líderes em sustentabilidade.
 

A MSCI ESG Research fornece análises de milhares de empresas em todo o mundo, avaliando sua exposição a riscos ambientais, sociais e de governança específicos de cada setor, bem como a capacidade de gerenciá-los em comparação com os concorrentes. As classificações, também integradas aos Índices MSCI ESG, auxiliam os investidores institucionais na avaliação de riscos e oportunidades que não são destacados nas análises de investimento tradicionais. 

Cooperativas e associações entram oficialmente no mercado de seguros

Sonho Seguro e Valor Econômico

A publicação das Resoluções CNSP 491 e 492 marca um dos movimentos mais relevantes da modernização do mercado segurador brasileiro nas últimas décadas ao abrir espaço formal para a atuação de cooperativas de seguros e entidades de proteção patrimonial mutualista, conhecidas popularmente como associações de proteção veicular. As normas regulamentam a Lei Complementar 213/2025 e consolidam um novo desenho institucional para o setor, ampliando o alcance da supervisão da Superintendência de Seguros Privados sobre modelos que até então operavam parcialmente à margem da estrutura tradicional de seguros.

A expectativa do governo e da autarquia é que a regulamentação estimule maior concorrência, amplie a inclusão securitária e leve proteção financeira a regiões e públicos historicamente menos atendidos pelas seguradoras tradicionais. O tema ganha relevância em um país ainda marcado por baixa penetração de seguros, especialmente em segmentos patrimoniais e de proteção individual.

“O Brasil possui um déficit de proteção patrimonial e a expectativa é que o novo arcabouço favoreça o surgimento de atores que possam oferecer soluções adaptadas para o seu público específico”, afirmou Regis Dudena, secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda e presidente do Conselho Nacional de Seguros Privados ao Valor.

Para Alessandro Octaviani, superintendente da Susep, a regulamentação inaugura um novo ciclo para o setor. Segundo ele, o marco “possibilitará um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico, inclusão e acesso ao seguro, com vistas à construção de um mercado mais amplo, sólido e sustentável”.

Embora o cooperativismo de seguros esteja previsto na legislação brasileira há mais de seis décadas, o segmento nunca conseguiu se desenvolver de forma significativa no país. Agora, com regras prudenciais, operacionais e de governança mais claras, a avaliação da autarquia é que o modelo finalmente ganha condições de expansão.

Carlos Queiroz, diretor da Susep, destaca que as cooperativas poderão operar de forma ampla em seguros de danos, pessoas e responsabilidade civil, com exceção de segmentos vedados pelo CNSP, como capitalização, previdência, riscos aeronáuticos, marítimos, nucleares e ligados à indústria de petróleo.

“As cooperativas de seguros poderão atuar de forma ampla, garantindo danos patrimoniais, pessoais e de responsabilidade civil em todos os segmentos do mercado relevantes para a atuação do cooperativismo”, afirmou o diretor ao Valor.

A regulamentação estabelece uma estrutura em três níveis para o cooperativismo segurador: cooperativas singulares, centrais de cooperativas e confederações. A norma também disciplina a relação entre essas entidades, criando uma arquitetura semelhante à existente em outros ramos do cooperativismo brasileiro, como crédito e agropecuário.

Outro ponto considerado estratégico é a possibilidade de integração entre cooperativas de crédito e cooperativas de seguros. As regras permitem que cooperativas singulares de crédito participem de cooperativas centrais de seguros, respeitados limites de capital e poder de voto. A medida pode ampliar a oferta de soluções financeiras integradas aos associados e fortalecer o modelo cooperativista no interior do país.

Além disso, as cooperativas de seguros passam a ter autorização para contratar resseguros, em condições semelhantes às demais cedentes do mercado, desde que observadas as normas específicas da Susep. O dispositivo é considerado essencial para garantir capacidade operacional e diluição de riscos.

As resoluções também trazem exigências robustas de governança corporativa. As cooperativas deverão contar com Conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal, além de políticas formais aprovadas em assembleia, regras de transparência, segregação de funções e critérios para renovação de mandatos.

Na área financeira, foram definidos critérios para capital social mínimo, integralização de cotas-partes, distribuição de sobras e restituição de capital, sempre condicionados ao cumprimento de requisitos prudenciais. As cotas-partes foram classificadas como impenhoráveis, reforçando a proteção patrimonial dos cooperados.

Paralelamente, as associações de proteção patrimonial mutualista também passam a integrar oficialmente o sistema supervisionado pela Susep. O modelo, bastante disseminado no segmento automotivo, especialmente entre veículos de menor valor e em regiões de menor renda, terá regras próprias de funcionamento.

Pela regulamentação, o consumidor deverá integrar uma associação, que contratará uma administradora de operações de proteção patrimonial mutualista. Caberá a essa administradora realizar a gestão técnica, operacional, financeira e contábil dos grupos mutualistas.

Nesses grupos, os prejuízos decorrentes de sinistros serão rateados entre os participantes, conforme regras previamente estabelecidas. Diferentemente do seguro tradicional, em que a seguradora assume integralmente o risco mediante pagamento do prêmio, no mutualismo os próprios associados compartilham coletivamente os custos das indenizações.

O novo segmento poderá atuar apenas na cobertura de danos patrimoniais relacionados a veículos terrestres, automotores ou não, responsabilidade civil decorrente de acidentes envolvendo esses veículos e assistências vinculadas diretamente a esses danos.

Segundo a Susep, as administradoras mutualistas terão de observar normas prudenciais, de governança, produto e conduta muito próximas às exigidas das seguradoras tradicionais, numa tentativa de elevar a proteção ao consumidor e reduzir assimetrias regulatórias.

O próximo passo será o recebimento dos pedidos de autorização para funcionamento das administradoras mutualistas. Após a aprovação das primeiras operações, as associações poderão migrar oficialmente para o novo modelo supervisionado, concluindo o processo de regularização.

A expectativa do mercado é que a regulamentação abra espaço para novos modelos de negócios, maior competição e expansão da cultura de proteção no país, especialmente em nichos e regiões ainda pouco explorados pelas seguradoras tradicionais.

Seguradora Zurich ajusta estratégia para avanço de carros chineses e eletrificados no Brasil

Zurich Seguros - 23/08/2022 - Executivos. Foto: Leonardo Rodrigues

A aceleração das exportações de veículos chineses para o Brasil — que somaram US$ 2,16 bilhões no primeiro trimestre de 2026, quase o triplo dos US$ 763,8 milhões registrados no mesmo período de 2025, segundo dados antecipados pelo Valor — começa a se refletir de forma concreta também no mercado de seguros. O movimento, que inclui tanto modelos elétricos quanto a combustão, já altera a dinâmica de risco e exige adaptações operacionais e comerciais das seguradoras.

Na Zurich Seguros, essa transformação aparece de forma clara nos números da carteira. No primeiro trimestre de 2026, a companhia registrou crescimento de 15,1% em itens no seguro automóvel, enquanto os veículos de marcas chinesas avançaram cerca de 75% em apólices emitidas, evidenciando uma mudança relevante na composição do portfólio.

“A Zurich entende que o avanço da eletrificação da frota, aliado à expansão das montadoras chinesas, vem redefinindo de maneira estrutural o mercado automotivo brasileiro e a dinâmica do seguro”, afirma João Merlin, diretor de Negócios em Automóvel da companhia.

A seguradora afirma que vem se antecipando a esse cenário. Pioneira na oferta de seguros para veículos elétricos e híbridos desde 2019, a empresa ampliou sua estrutura com serviços específicos, como assistência 24 horas com frota elétrica — incluindo guinchos e motos 100% eletrificados — lançada no fim de 2024.

O avanço dos eletrificados, porém, traz desafios técnicos relevantes para o setor. O custo elevado de componentes, especialmente baterias, a necessidade de mão de obra especializada e a ainda limitada disponibilidade de peças tornam a subscrição e a precificação mais complexas. Esse cenário se intensifica com o crescimento acelerado da frota: o Brasil registrou aumento de quase 89% nas vendas de veículos eletrificados em 2024, superando 177 mil unidades, seguido por alta de 26,2% em 2025 e avanço superior a 110% no primeiro trimestre de 2026, com cerca de 90 mil veículos emplacados.

Diante desse contexto, a companhia afirma que tem reforçado o monitoramento de dados e o ajuste gradual de preços e coberturas, buscando equilibrar competitividade e sustentabilidade técnica. “A leitura de risco exige acompanhamento constante, e nossa abordagem é evoluir junto com o desenvolvimento desse segmento, com uma visão de longo prazo”, aponta o executivo.

A mudança também alcança a operação de sinistros. A Zurich vem ampliando a capacitação da rede credenciada e estabelecendo parcerias com oficinas preparadas para veículos eletrificados, além de adotar iniciativas como o Selo Auto Eco e o uso de oficinas certificadas com práticas ambientais.

No campo comercial, a estratégia passa por fortalecer o papel consultivo dos corretores em um ambiente mais técnico e sofisticado. A seguradora já conta com produtos específicos para veículos híbridos e elétricos, com coberturas como proteção para cabos de carregamento, carro reserva eletrificado e assistência diferenciada.

Para a companhia, o avanço das importações — puxado especialmente pelos modelos chineses — já começa a alterar o perfil de risco do mercado, sobretudo pela maior severidade potencial dos sinistros. “Esses veículos apresentam maior complexidade técnica e custo de reparação, o que exige atenção no curto e médio prazo”, afirma Merlin.

A expectativa é que, com o ganho de escala e a evolução da infraestrutura — como rede de oficinas e disponibilidade de peças —, o mercado caminhe para maior previsibilidade. Até lá, o setor deve seguir ajustando suas estratégias para acompanhar uma transformação que, ao que tudo indica, não é pontual, mas estrutural.

Allianz Lounge marca o início de novo modelo de relacionamento com corretores de seguros

Em um movimento pioneiro e inovador, que busca estreitar e aperfeiçoar o relacionamento com os corretores, a Allianz Seguros lançou o Allianz Lounge, um local exclusivo para parceiros dos segmentos Private, Diamante e Rubi de todo o Brasil. Localizado na sede da companhia em São Paulo, em Pinheiros, o espaço foi desenhado para proporcionar um ambiente propício a encontros estratégicos, trocas e conexões.

O evento de inauguração contou com a presença de Eduard Folch, presidente da seguradora; Nelson Veiga, diretor executivo Comercial; Fábio Morita, diretor executivo de Auto, Massificados e Vida; Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos; diretores regionais e corretores de diversas regiões do país.

Eduard Folch, presidente da Allianz Brasil, durante o evento de inauguração do Allianz Lounge. Crédito: Julia Sipereck

De acordo com o presidente, essa ação surge a partir da intenção de aprimorar o modelo de relacionamento da companhia com os profissionais. “O Allianz Lounge está totalmente alinhado à nossa estratégia de crescimento e desenvolvimento, que tem como foco a proximidade com os parceiros de negócios. Escutamos ativamente os corretores e sentimos que era importante termos um espaço para estarmos mais conectados no dia a dia. Ao idealizar um local dedicado ao intercâmbio de conhecimento e à valorização do corretor como protagonista, materializamos os pilares de confiança e parceria de longo prazo que tanto incentivamos”, ressalta.

Para Nelson, o lounge deve se consolidar como um importante ponto de conexão, promovendo o diálogo, a troca de experiências e a ampliação de relações comerciais. “Acreditamos que parcerias sólidas são a base para resultados consistentes. Esse novo espaço representa a nossa intenção de estar cada vez mais próximo da nossa rede de corretores. Ele foi desenvolvido especialmente para os nossos parceiros, para que eles possam aproveitar toda a estrutura da Allianz e contar com o nosso apoio em tudo o que precisarem.”

Nelson Veiga, diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, durante o evento de inauguração do Allianz Lounge. Crédito: Julia Sipereck

Boris Ber, diretor da Asteca Corretora de Seguros, parabenizou a iniciativa e disse que o lounge é um espaço emblemático. “É muito bom termos um local específico para corretores, onde podemos estar próximos da Allianz. Irei usar muito esse ambiente e tenho certeza de que outros profissionais também.” Ana Cláudia Assis, da Indústria do Seguro, no Rio de Janeiro, complementa que “saber que há uma área para trabalhar em São Paulo traz uma sensação de acolhimento. Esse é o diferencial de atuar com uma companhia que pensa no profissional de forma ampla e faz suas ações com carinho e dedicação.”

Com capacidade para até 40 pessoas, o lounge possui salas de reunião e estações de trabalho para uso profissional dos corretores, além de infraestrutura tecnológica e recursos audiovisuais, permitindo reuniões, atendimentos e encontros de relacionamento em um ambiente moderno e funcional. Ele seguirá o horário comercial regular da companhia e as diretrizes de funcionamento do prédio. A Allianz também mantém áreas para corretores em suas filiais regionais, incluindo modelos de coworking fixo ou rotativo, que cumprem o papel de proximidade e apoio à rede, respeitando as características e dinâmicas de cada local.

CNseg: seguros obrigatórios podem ser acionados em acidentes com aeronaves em áreas urbanas

A queda de uma aeronave em área urbana, como no caso ocorrido nesta segunda-feira (4), em Belo Horizonte, evidencia a importância dos seguros obrigatórios para garantir proteção financeira a vítimas, moradores e terceiros afetados. Em situações como essa, dois tipos de seguro ganham destaque: o seguro aeronáutico RETA e o seguro condominial.
 

O Seguro RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo) é obrigatório no Brasil e tem como objetivo cobrir danos causados a passageiros, tripulantes e a terceiros em solo. Entre as principais coberturas estão indenizações por morte ou invalidez de passageiros e tripulantes, além de danos materiais e corporais a pessoas e bens atingidos fora da aeronave, como imóveis, veículos ou estruturas impactadas pelo acidente.
 

“O seguro RETA é fundamental para garantir que vítimas, estejam elas dentro da aeronave ou em solo, tenham respaldo financeiro em uma situação tão grave. Ele cobre tanto danos pessoais quanto materiais causados a terceiros, cumprindo um papel essencial de proteção social e de responsabilidade civil”, explica Carlos Polizio, presidente da Comissão de Cascos Marítimos e Aeronáuticos da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).
 

Dados da CNseg mostram que o seguro RETA arrecadou R$ 24,8 milhões em 2025, alta de 10,2%, com indenizações de R$ 2,5 milhões no período. Em 2026, considerando o primeiro bimestre, a arrecadação somou R$ 3,9 milhões, avanço de 23,4%, enquanto as indenizações alcançaram R$ 1,9 milhão, refletindo o aumento de 421% dos eventos indenizáveis no período. Em Minas Gerais, a arrecadação foi de R$ 1,8 milhão em 2025, com indenizações de R$ 12,7 mil em 2025. 
 

Já o seguro condominial, também obrigatório por lei, protege a edificação contra uma série de riscos, incluindo incêndio, explosão e outros danos estruturais. Em um evento dessa natureza, ele pode ser acionado para cobrir prejuízos ao prédio atingido, como danos à estrutura e áreas comuns.
 

“O seguro condominial é a principal ferramenta para garantir a recomposição do patrimônio do edifício diante de eventos inesperados. Em um caso como esse, ele pode ser acionado para reparar danos estruturais e restabelecer as condições de uso do condomínio com mais agilidade”, afirma Jarbas Medeiros (FOTO), presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg.
 

Segundo a CNseg, o seguro condominial arrecadou R$ 1,1 bilhão em 2025, crescimento de 29%, com indenizações de R$ 471,6 milhões. No primeiro bimestre de 2026, a arrecadação foi de R$ 170,4 milhões, enquanto as indenizações somaram R$ 96,8 milhões. Em Minas Gerais, o segmento registrou arrecadação de R$ 69,5 milhões em 2025 e indenizações de R$ 23,4 milhões. Já nos primeiros dois meses de 2026, arrecadou R$ 11,3 milhões e pagou R$ 3,7 milhões em indenizações.
 

É importante destacar que os seguros atuam de forma complementar: enquanto o RETA cobre a responsabilidade civil do operador da aeronave perante terceiros, o seguro condominial garante a recomposição do patrimônio do edifício segurado.
 

A atuação desses mecanismos é fundamental para dar suporte financeiro imediato em situações de alta complexidade, contribuindo para a reparação de danos e para a proteção das vítimas.

Zurich reforça apoio ao flag football com projeto social para crianças e adolescentes em Campinas

A Zurich Seguros reforça a atuação da companhia no esporte com o apoio ao Primeira para o Sonho, frente social realizada em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol Americano, que chega a Campinas como parte de sua respectiva expansão nacional. O projeto oferece aulas gratuitas de flag football para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos.

A ação amplia o alcance de um programa que já passou por Belo Horizonte e seguirá para outras regiões do país. Em Campinas, as atividades acontecem na Faculdade de Educação Física da Unicamp e atendem 60 crianças, com prioridade para alunos da rede pública de ensino.

O Primeira para o Sonho está alinhado à estratégia da Zurich de apoiar modalidades acessíveis e conectadas às novas gerações. A companhia utiliza o esporte como ferramenta para gerar oportunidades, estimular o desenvolvimento e fortalecer vínculos com as comunidades. A atuação nesse campo vai além do patrocínio e prioriza iniciativas com impacto consistente ao longo do tempo.

“Para nós, investir no flag football é investir em um futuro mais inclusivo e promissor. A modalidade está alinhada aos pilares da Zurich, pois é diversa, democrática e acessível, além de ter uma forte conexão com os jovens. Acreditamos no esporte como uma ferramenta concreta de transformação social e de ampliação de oportunidades”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros.

Patrocínio

O apoio ao projeto está conectado ao patrocínio da Zurich à Confederação Brasileira de Futebol Americano, anunciado no ano passado. Esse movimento marcou a entrada da companhia no universo do flag football no Brasil. Derivada do futebol americano, a modalidade possui contato físico reduzido, não exige equipamentos complexos e tem ganhado espaço entre jovens. A expectativa é de maior visibilidade com sua estreia como esporte olímpico nos Jogos de Los Angeles, em 2028.

Por meio dessa parceria, a Zurich contribui para o fortalecimento das seleções brasileiras masculina e feminina, além do desenvolvimento dos campeonatos nacionais e da ampliação de iniciativas sociais ligadas ao esporte. 

A atuação da Zurich no esporte no Brasil inclui o apoio a diferentes modalidades e projetos com foco em impacto social. No início deste ano, a companhia foi, pelo segundo ano consecutivo, patrocinadora do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul. A seguradora também incentiva jovens atletas e modalidades conectadas às novas gerações. 

“Nosso objetivo é construir iniciativas com continuidade e impacto real nas comunidades. Ao apoiar o esporte dessa forma, ampliamos o acesso, fortalecemos o desenvolvimento dos jovens e contribuímos para um futuro com mais oportunidades”, conclui Lucía Sarraceno.

Google e Porto Serviço anunciam parceria para agendamento de serviços na busca

O Google e a Porto Serviço anunciam uma parceria em que usuários poderão agendar serviços – como elétrica, hidráulica, limpeza de sofá, instalação de ar-condicionado etc – diretamente na Busca do Google, utilizando o Perfil da Empresa (antigo Google Meu Negócio). A funcionalidade já está disponível tanto para clientes Porto quanto para o público em geral que busca por praticidade e confiança. A Porto Serviço é a primeira empresa de Home Services a habilitar a função no Brasil.

A integração, que abrange 52% das cidades brasileiras, conecta a vasta rede de prestadores da Porto Serviço à funcionalidade de agendamento do Google. Ao pesquisar por uma solução – por exemplo: “limpeza de sofá”, “limpeza de sofá perto de mim”, ”instalar ar-condicionado” -, o usuário visualiza o botão “Agendar on-line”, que o redireciona instantaneamente para a finalização do pedido no site. 

“Para a Porto Serviço, quanto mais prática for a experiência do cliente com a marca, melhor. Nosso objetivo é marcar presença no dia a dia das pessoas e resolver os problemas da casa com a qualidade e a confiança já reconhecidas da Porto”, comenta Luiz Nunes, diretor de Negócios Digitais e Tecnologia da Porto.

Personalização

A parceria surge em resposta a uma mudança no comportamento do consumidor. Segundo dados do Google, as buscas contendo o termo “eu” (como “eu estou precisando…” ou “eu quero…”) dobraram nos últimos dois anos. Isso demonstra que os brasileiros buscam soluções cada vez mais personalizadas, detalhadas e imediatas.

“Com essa evolução, a Busca do Google deixa de ser apenas um motor de respostas para se tornar um facilitador de transações, oferecendo uma experiência contextualizada que economiza tempo para o consumidor e gera eficiência para o prestador”, Leandro Esposito, diretor no Google de Parcerias para Busca e Gemini América Latina.

CNseg destaca agenda regulatória da Susep para 2026 e desafios na implementação de novas leis do setor

CNseg STF
Legenda: Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg: definição da Selic como taxa para atualização de débitos civis está em linha com o momento econômico do país.

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) avalia que o Plano de Regulação 2026 da Superintendência de Seguros Privados, publicado no Diário Oficial da União por meio da Resolução nº 72/2025, consolida a agenda prioritária do setor ao colocar no centro do debate a regulamentação das novas leis que reestruturam o mercado de seguros no país.
 

O documento organiza as diretrizes regulatórias da autarquia e estabelece os principais temas a serem desenvolvidos ao longo do próximo exercício, com foco em seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguro. Entre os itens classificados como Prioridade 1, eixo central da agenda, está a continuidade da regulamentação da Lei nº 15.040/2024 e da Lei Complementar nº 213/2025, além da revisão de normativos vigentes.
 

As duas legislações são consideradas estruturantes para o setor, ao introduzirem novos conceitos contratuais e promoverem alterações relevantes no desenho institucional do sistema de seguros brasileiro.
 

No caso da Lei nº 15.040/2024, que trata dos contratos de seguro, um dos pontos centrais do debate jurídico é sua eficácia imediata. O entendimento predominante é de que a norma possui aplicabilidade direta desde sua entrada em vigor, em 11 de dezembro do ano passado.
 

“A Lei nº 15.040/2024 possui eficácia plena desde a sua entrada em vigor, o que impõe à regulação infralegal um processo de adaptação e revisão das normas existentes, garantindo coerência com o novo marco legal e segurança jurídica nas relações contratuais”, afirma Glauce Carvalhal, diretora jurídica da CNseg.
 

A consequência prática desse entendimento é a necessidade de revisão de resoluções e circulares incompatíveis com a nova legislação, conforme previsto na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), o que deve demandar uma análise detalhada por parte da Susep no âmbito do plano regulatório.
 

Outro ponto relevante diz respeito à aplicação da nova lei aos contratos anteriores à sua vigência. Estudos jurídicos indicam que a norma não deve retroagir para alcançar contratos firmados antes de sua entrada em vigor, preservando o princípio da segurança jurídica.
 

Já a Lei Complementar nº 213/2025 introduz mudanças significativas ao ampliar o escopo de atuação das cooperativas de seguros e ao estabelecer regras para a proteção patrimonial mutualista. No caso das cooperativas, a nova legislação permite sua atuação mais abrangente no mercado, mantendo restrições apenas para operações estruturadas em regimes financeiros específicos.
 

No campo da proteção patrimonial mutualista, a lei cria um modelo regulatório que distingue essas operações dos contratos de seguro. As associações passam a organizar grupos de participantes para rateio de riscos, sem transferência direta para a entidade, e devem contratar administradoras responsáveis pela gestão técnica das operações.
 

Essas administradoras, obrigatoriamente constituídas como sociedades anônimas, terão papel central na governança do sistema, incluindo o cálculo de contribuições, regulação de eventos e pagamento de indenizações, sob supervisão da Susep.
 

“A expectativa do setor é de que a regulamentação assegure padrões adequados de solvência, transparência e proteção ao consumidor, ao mesmo tempo em que permita a integração dessas novas estruturas ao Sistema Nacional de Seguros Privados”, explica Carvalhal. A implementação dos dispositivos previstos nas duas legislações é apontada como o principal desafio regulatório para 2026, exigindo coordenação técnica e jurídica para harmonizar normas existentes e garantir previsibilidade ao mercado.

CNseg: garantia estendida ganha força no Dia das Mães com crescimento de 12,4% no início de 2026

Sidemar Zurich Seguros

Com a proximidade do Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, o varejo brasileiro se prepara para uma das datas mais relevantes do calendário comercial. Nesse contexto, o seguro de garantia estendida reforça seu papel como complemento estratégico na compra de presentes, especialmente os de maior valor agregado, como eletrodomésticos, eletrônicos e eletroportáteis.

Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que o produto manteve trajetória de crescimento no início de 2026. No primeiro bimestre, a arrecadação somou R$ 764 milhões, alta de 12,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. As indenizações pagas ficaram em R$ 70 milhões, em linha com a média histórica recente. Em 2025, o seguro de garantia estendida arrecadou R$ 4,1 bilhões, enquanto os pagamentos de indenizações totalizaram R$ 403 milhões.


O desempenho acompanha o ritmo do varejo, que segue em expansão moderada no país. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que o setor acumulou crescimento entre 2% e 3% ao longo de 2025. Para este ano, projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo apontam alta de cerca de 4% a 6% nas vendas para o Dia das Mães. A expectativa é de que cerca de 70% a 75% dos consumidores realizem compras na data, com destaque para itens como eletrodomésticos, eletrônicos e vestuário, categorias diretamente associadas à contratação da garantia estendida.


“O seguro garantia estendida acompanha uma mudança importante no comportamento do consumidor, que está mais atento à durabilidade dos produtos e ao impacto de um eventual imprevisto no orçamento familiar”, afirma o presidente da Comissão de Seguros Gerais Afinidades da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Sidemar Spricigo.


Segundo ele, a data reforça o valor emocional e prático da proteção. “No Dia das Mães, incluir o seguro no presente é uma forma de ir além da compra. É garantir mais tranquilidade no uso do produto e prolongar sua vida útil, especialmente em itens de maior valor, como eletrodomésticos e eletrônicos”, destaca.


Além de estender a garantia original em até três anos, o seguro oferece assistência técnica especializada e cobertura para defeitos funcionais após o término da garantia de fábrica. Em alguns casos, pode incluir substituição do produto, o que contribui para reduzir custos inesperados ao consumidor.


Para o varejo, a garantia estendida também se consolida como um diferencial competitivo, agregando valor à venda e fortalecendo o relacionamento com o cliente. Em um ambiente de consumo mais racional, soluções que ampliam a segurança e a durabilidade dos produtos ganham relevância, especialmente em datas simbólicas como o Dia das Mães. “Para quem escolhe um presente, a garantia estendida é também uma forma de cuidado que vai além do momento da entrega, um gesto silencioso de proteção que acompanha o uso no dia a dia e prolonga, na prática, o carinho de quem presenteia”, conclui o porta-voz da FenSeg.

De especialista em Garantia a plataforma de riscos: a nova fase da Fator Seguradora aos 18 anos

A Fator Seguradora chega à maioridade no próximo dia 26 de maio consolidando uma trajetória marcada pela especialização em grandes riscos — e iniciando uma nova fase. Aos 18 anos, a companhia entra em um ciclo de inflexão estratégica, com o objetivo de reduzir a dependência histórica do seguro garantia e avançar na diversificação de produtos, canais e receitas.

Ao longo dessas quase duas décadas, a Fator construiu sua relevância em nichos de maior complexidade técnica, com forte atuação em seguro garantia e grandes riscos corporativos. Esse posicionamento deu à companhia profundidade em subscrição e disciplina de risco, mas também trouxe concentração em poucos produtos e clientes — movimento que agora passa a ser revisto à medida que a seguradora busca ampliar sua presença em linhas mais pulverizadas.

Segundo o CEO Luís Eduardo Assis, a companhia estruturou, ao longo dos últimos anos, um plano para pulverizar riscos e ampliar sua atuação, movimento que já começa a se refletir na composição do faturamento — o seguro garantia, que por anos foi o principal produto, hoje responde por cerca de 20% da receita.

A mudança, afirma o executivo, não é trivial. “Diversificar significa reduzir a dependência de grandes apólices e grandes corretores, mas também aumentar a complexidade operacional”, afirma. Segundo ele, esse movimento marca a entrada da companhia em uma nova fase, mais compatível com o tamanho e a maturidade alcançados ao longo dos últimos 18 anos. A seguradora passou de uma estrutura enxuta, focada em grandes riscos, para uma operação com cerca de 150 funcionários e mais de 45 mil apólices emitidas por ano, exigindo investimentos em processos, tecnologia e gestão de cobrança — área que ganhou reforço diante de uma base que supera 100 mil boletos em circulação.

Nesse contexto, o canal digital ganhou papel central. A plataforma fatorconnect, voltada à integração com corretores, permite a emissão automatizada de apólices em diferentes linhas, incluindo Seguro Garantia Judicial e Tradicional, e produtos de responsabilidade civil, como RCP Profissional (E&O) e RC Geral. Com mais de 7 mil corretoras cadastradas, a ferramenta é parte da estratégia de ganho de escala em segmentos pulverizados e de menor tíquete, mas com potencial relevante de crescimento. “Ao automatizar processos e integrar funcionalidades comerciais, financeiras e de acompanhamento de riscos, a ferramenta sustenta a estratégia de diversificação da companhia e reposiciona sua atuação, aproximando-a de um modelo mais orientado a dados, eficiência operacional e ganho de escala em segmentos de menor tíquete”, afirma Assis.

A diversificação também passa por novas frentes técnicas. A companhia tem ampliado sua atuação em nichos como responsabilidade civil para médicos, um mercado ainda pouco explorado no Brasil, mas pressionado pelo aumento da judicialização da saúde. A empresa estruturou uma oferta com cobertura para mais de 90 especialidades médicas e vem investindo na capacitação de corretores para desenvolver esse mercado, apoiada no fatorconnect para dar escala à distribuição. Nesse modelo, o produto combina proteção patrimonial e cobertura de custos de defesa judicial em casos de falhas profissionais, ao mesmo tempo em que exige maior sofisticação na subscrição, com análise mais granular de risco. “É um segmento que exige evolução na subscrição. Não pode mais ser baseado apenas em percepção ou experiência. É preciso incorporar evidências e estamos avançando muito neste tema com o uso de inteligência artificial”, diz.

Essa mudança de abordagem, segundo ele, é um dos principais desafios do setor. A agenda climática aparece como vetor central dessa transformação. Eventos extremos, como as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, expuseram defasagens nos modelos tradicionais de avaliação de risco, com perdas significativas para a economia local. Das perdas econômicas estimadas em mais de R$ 100 bilhões, menos de R$ 6 bilhões contavam com cobertura de seguros, sendo boa parte desse valor relacionada a indenizações de seguro prestamista. “A subscrição no Brasil ainda é muito baseada em práticas de décadas atrás. Com as mudanças climáticas, isso deixa de ser suficiente”, afirma.

Para o executivo, a resposta passa por uma aproximação mais estruturada com centros de pesquisa no Brasil e no exterior. A expectativa é de aumento na frequência e intensidade de eventos como vendavais, o que exigirá revisão de premissas e maior sofisticação técnica. “O setor precisa ter humildade para aprender e incorporar ciência nos processos. O custo não é o principal obstáculo; o desafio é cultural. Quanto custa financiar teses de estudos de cientistas brasileiros? É muito pouco diante do ganho que ele pode agregar ao setor”, afirma. Há muitos estudos globais, mas, segundo ele, o Brasil precisa desenvolver sua própria base de dados, dada a especificidade de seus riscos.

Além das mudanças climáticas, o ambiente de negócios no Brasil adiciona pressão extra. O mercado de seguros corporativos vive um ciclo mais competitivo, com maior oferta de resseguro e entrada de novos players, especialmente no seguro garantia e em linhas financeiras como D&O. O resultado tem sido a redução de preços e um ambiente mais “soft”, que, na avaliação de Assis, tende a se ajustar ao longo do tempo conforme a sinistralidade evolua.

Ao mesmo tempo, o cenário macroeconômico impõe riscos adicionais. Juros elevados e aumento do endividamento das empresas têm elevado o número de recuperações judiciais, exigindo maior rigor na análise de crédito. Antecipando essa tendência, a Fator Seguradora desenvolveu um modelo próprio de rating para estimar a probabilidade de inadimplência, inspirado em práticas bancárias, como forma de aprimorar a gestão de risco em seguros de garantia e crédito.

Outro vetor de crescimento da seguradora está na área de infraestrutura. A companhia tem investido em capacidade técnica para analisar projetos de concessão, que diferem dos riscos tradicionais por não terem histórico financeiro consolidado. “É uma análise baseada em projeto, matriz de risco e estrutura contratual. Exige especialização”, afirma. O avanço das concessões é visto como estrutural, diante da limitação fiscal do Estado para financiar investimentos.

No campo regulatório, o executivo destaca um ambiente de mudanças intensas, que consome tempo e recursos das seguradoras. A reforma tributária, com impacto direto sobre operações e sistemas, e o novo marco legal de seguros exigem adaptações relevantes. “São transformações que afetam tecnologia, processos e modelos de negócio. Não são ajustes marginais”, afirma.

A transição para o novo modelo, que substituirá o IOF por tributos como IBS e CBS e enquadrará o setor no regime de serviços financeiros, exige das seguradoras não apenas avaliação de impacto de carga, ainda incerta, mas uma revisão profunda de sistemas, processos e modelos operacionais. Trata-se de um movimento que consome recursos e tempo das companhias e reforça a necessidade de investimento em tecnologia, em um contexto em que múltiplas mudanças regulatórias avançam simultaneamente e elevam o nível de exigência para atuação em linhas de grandes riscos.

Apesar do contexto desafiador, a companhia projeta continuidade do crescimento. Após registrar em 2025 o melhor desempenho de sua história, a expectativa é de um 2026 ainda mais robusto, sustentado pela expansão das novas linhas e pela maior diluição de riscos. Para Assis, o potencial do mercado brasileiro permanece elevado, mas depende de uma mudança mais ampla de mentalidade. “O setor ainda tem baixa penetração em diversas linhas, inclusive em riscos evidentes. Para crescer, será preciso evoluir em tecnologia, em subscrição e, principalmente, na forma de pensar o negócio”, afirma.

Aos 18 anos, a Fator chega a esse novo ciclo menos como uma seguradora em fase de consolidação e mais como uma companhia em transição — que busca transformar a experiência acumulada em grandes riscos em base para ganhar escala, diversificar receitas e reposicionar seu papel em um mercado em rápida transformação.