Ações da corretora Wiz caem após saída do CEO Heverton Peixoto

Com agências

As ações da Wiz despencam 14% na manhã de ontem, após a companhia anunciar na noite de sexta-feira a saída do CEO Heverton Peixoto. Há quase cinco anos no comando da corretora de seguros, ele transformou a Wiz em um grande conglomerado, liderando M&As (fusões e aquisições) e parcerias e diversificando a receita. Dado o sua importância para o sucesso recente de Wiz, vemos sua saída como negativa, mas mantemos nossa recomendação de ‘compra’ devido à avaliação barata da ação”, diz o BTG em relatório.

O conselho de administração da Wiz decidiu romper o contrato com o atual CEO da empresa, Heverton Peixoto, que ficará à frente da companhia até 15 de janeiro. Em comunicado, a empresa diz que a decisão foi tomada em comum acordo. Segundo o portal NeoFeed, os conselheiros estavam descontentes com a estratégia agressiva de M&A da companhia. Um novo CEO deve ser anunciado em breve. Após 15 de janeiro, assume interinamente Marcus Vinicius de Oliveira, atual diretor financeiro, que acumulará as duas funções.

Peixoto está na Wiz desde janeiro de 2017. Mas assumiu como CEO em março de 2018. O executivo teve que lidar com o fim do contrato da Caixa, um dos acionistas de referência da empresa, e que representava boa parte do faturamento da empresa de seguros. Sua tática foi implementar uma agressiva estratégia de joint ventures, na tentativa de ir reduzindo gradualmente a dependência da Caixa – hoje, na casa dos 50%.

Sua gestão é marcada por associações com Banco de Brasília (BRB), Banco Inter e Bmg, Galapagos, Capital, Paraná Branco e até com concessionárias de automóveis, a exemplo da Caoa, e varejistas, como a Polishop.

Em nota, a companhia informou que o “momento agora é de consolidação dos negócios firmados e recém-adquiridos. No terceiro trimestre deste ano, a Wiz obteve um lucro líquido de R$ 68,2 milhões, alta 163,9% maior que a registrada antes. A receita líquida do período foi R$ 238,6 milhões, com alta de 22,9% em relação ao terceiro trimestre de 2021. A expectativa da empresa era obter uma receita bruta entre R$ 920 milhões e R$ 1 bilhão em 2022.

Nilton Molina enfatiza a importância do setor viabilizar seguros de vida para pessoas acima de 60 anos

Fonte: MAG

O presidente do conselho de administração da MAG Seguros, Nilton Molina, participou como debatedor do evento “Conexão Futuro Seguro”, promovido pela Fenacor, no painel “Perspectivas com o novo Governo e a Iniciativa do Mercado de Seguros (IMS)”. Na ocasião, Molina falou da importância do setor segurador para o PIB brasileiro e que se trata de um mercado em expansão, com muitas oportunidades devido, sobretudo, às pessoas estarem vivendo melhor e por mais tempo.


“Os seguros de vida individuais, aqueles que efetivamente garantem proteção para uma família, produtos de uma competente venda ética e consultiva, não alcançam sequer 5% da população brasileira”, disse Molina. O executivo destacou duas oportunidades primordiais para o avanço e futuro do mercado de seguros: a longevidade e o seguro de vida. Reforçou ainda como reflexão que o mercado precisa pensar em mais produtos voltados às pessoas da 3ª idade já que, no futuro de curto prazo, o número de idosos será muito maior do que crianças até 15 anos no Brasil. 


Molina disse, também, que como serviço à comunidade, a MAG criou o Instituto de Longevidade que tem como propósito ajudar o cidadão brasileiro a entender e por isso garantir a sua longevidade financeira em todas as fases da vida. “O Instituto de Longevidade MAG tem ainda a missão de levar a sociedade a discutir de forma virtuosa os impactos sociais, econômicos e comportamentais do aumento da expectativa de vida no Brasil”, reverberou.


O Conexão Futuro Seguro 2022 teve, no total, quatro etapas virtuais, além do evento híbrido desta quinta-feira, e atraiu mais de oito mil pessoas que acompanharam todos os debates promovidos com a participação de profissionais renomados do setor segurador.

Operadoras de saúde acumulam perdas de R$ 5,5 bi até setembro de 2022

Fonte: ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, na última quinta-feira (8), os resultados contábeis das operadoras de saúde no terceiro trimestre de 2022. Os planos médico-hospitalares tiveram prejuízo operacional de R$5,5 bilhões. De janeiro a setembro deste ano, o setor registrou resultado líquido negativo de R$ 2,5 bilhões, concentrado, especialmente, em operadoras de assistência médica de grande porte. No total, as operadoras médico-hospitalares apresentaram resultado líquido negativo de R$ 3,4 bilhões. Já as operadoras exclusivamente odontológicas e administradoras de benefícios tiveram resultado líquido positivo de R$ 958,5 milhões. 

Para efeitos comparativos, em 2018 e 2019, que antecederam a pandemia de Covid-19, o resultado líquido acumulado até o 3° trimestre de cada ano girava em torno de R$ 8 bilhões. Atingiu pico de R$ 15,9 bilhões em 2020, já influenciado pela questão sanitária, e apresentou queda a partir de 2021. As dificuldades de o mercado obter retorno exclusivamente na operação de planos vem sendo observado pela ANS desde o 2º trimestre de 2021. 

A sinistralidade acumulada do ano registrou aumento, passando de 88,84% no 2º trimestre de 2022 para 90,30% no terceiro trimestre. A mediana dos últimos doze meses (valor central de uma amostra) ficou estável em cerca de 84,5%, com patamar superior ao período pré-pandemia, quando oscilou entre 80% e 82%. 

“Esses números indicam que praticamente 90% do arrecadado com os planos é gasto com assistência à saúde”, explica Jorge Aquino, Diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS. 

Em uma análise geral dos números, retirado o efeito da inflação (IPCA), nota-se queda de receita de planos (-3%) e de despesa assistencial (-2%) no último trimestre, apesar do aumento do número de beneficiários, que ficou em 50,1 milhões (planos médico-hospitalares) e 30,5 milhões (planos exclusivamente odontológicos) em setembro de 2022. A comparação da receita de planos e despesas assistenciais reforça os movimentos de estagnação da receita e sugere mudança dos beneficiários para planos mais baratos desde o 4º trimestre de 2021. 

O principal compensador de desempenho com a operação de planos continua sendo o resultado das aplicações financeiras, que, favorecido por taxas de juros mais altas, apresentou o melhor resultado acumulado da série para o 3º trimestre: R$ 7,3 bilhões entre as médico-hospitalares. Este número já é maior do que o setor registrou no ano inteiro de 2021.

MSCI atualiza classificação ESG da Generali para AAA

A MSCI, empresa referência em rating ESG, avaliou a Generali como líder na mitigação de riscos climáticos, investimento responsável, práticas de segurança cibernética e governança. A consultoria, que avalia quase três mil empresas globalmente, elevou a Assicurazioni Generali para AAA, classificação mais alta da MSCI.

Na avaliação, constatou-se que a Generali adota as melhores práticas do setor para diminuir os riscos relacionados ao clima em subscrição, modelagem e produtos relacionados à adaptação e amenização das mudanças climáticas. Também citaram a liderança da Generali em questões sociais, incluindo privacidade e segurança de dados, capital humano, gestão e investimento responsável.

Outros pontos receberam destaque:

  • Liderança da Generali em governança corporativa entre seus pares de mercado;
  • Independência do Conselho Administrativo e da Presidência;
  • Divisão de papéis entre Presidente e CEO;
  • Equilíbrio de gênero no Conselho de Administração.

A Generali colocou a sustentabilidade no centro de seu plano estratégico “Lifetime Partner 24: Driving Growth”, pois está empenhada em atuar na construção de uma sociedade mais resiliente e justa, como seguradora, investidor e empregadora responsável.

Philippe Donnet, CEO do Grupo Generali, disse: “Estamos integrando a sustentabilidade em todas as nossas atividades como definido no plano estratégico. A MSCI reconheceu nossa excelência. A atualização para AAA, a classificação mais alta da MSCI, é uma conquista da qual todo o pessoal da Generali pode se orgulhar.”

A MSCI ESG Research fornece pesquisas, classificações e análises aprofundadas dos impactos ambientais, sociais e práticas de negócios relacionadas à governança de milhares de empresas em todo o mundo. Sua pesquisa é projetada para fornecer insights críticos que podem ajudar os investidores institucionais a identificarem riscos e oportunidades.

Reuters: Novo presidente do IRB quer mais disciplina financeira e afasta chance de outro follow-on

IRB Brasil re

Fonte: Reuters

A resseguradora IRB Brasil não planeja fazer uma novo aumento de capital, mesmo depois de novos resultados negativos, e aposta numa melhora de gestão e dos números operacionais nos próximos meses para voltar ao azul em 2023, disse o presidente da empresa nesta quinta-feira. O IRB realizou em setembro deste ano um aumento de capital de 1,2 bilhão de reais para reenquadramento de indicadores regulatórios, após uma série de prejuízos mensais, impactados por efeitos climáticos que levaram a quebras de safra.

Mesmo após a operação, o IRB divulgou mais prejuízos o que gerou especulações no mercado sobre um potencial novo aumento de capital, penalizando os papéis da companhia na bolsa. “Ela (a chamada de capital) foi feita para cobrir o passivo mas não falamos em outra não. Se acontecer uma catástrofe, tem que chamar capital, mas não está no cenário a catástrofe. O passado não deve se repetir e provavelmente não vai precisar de novo capital”, disse o presidente do IRB, Marcos Falcão, à Reuters, em evento do setor de seguros.

Falcão, que foi eleito para a presidência do IRB no mês passado após renúncia de Raphael de Carvalho, disse que 2022 foi um ano marcado por grandes sinistros e, com e, a tendência é que os seguros subam de preço, o que beneficiaria a receita do segmento. A grande aposta dele para a guinada no IRB é foco na melhora da gestão operacional, no chamado ‘underwriting’ e na continuidade da venda de ativos. A proposta da nova gestão é dar um perfil ao IRB típico de um banco de investimento. “A gente era muito bonzinho. Vamos fazer ‘underwriting’ mais duro e disciplinado. Talvez seja algo cultural de ex-estatal”, disse ele. “Temos que ser um business mais com cara de banco de investimento, com mais disciplina financeira, cobrando mais comprometimento das pessoas”, afirmou.

Dessa forma, de acordo com o executivo, o IRB pretende voltar a operar no azul em 2023. “O IRB tinha muitos ativos que estavam mal utilizados…Para ter mais dinheiro precisamos ter resultado operacional, lucro operacional”, afirmou Falcão. A empresa vendeu em agosto sua sede no Rio de Janeiro. “Este ano é para arrumar a casa e começar 2023 em uma outra velocidade. O primeiro trimestre vai ser um grande trimestre de ajuste…e a partir do segundo trimestre o negócio já estar encaminhado” com relação a seus objetivos, acrescentou ele. O IRB vem de período turbulento desde que enfrentou um escândalo de fraude revelado em 2020. As ações da companhia fecharam a 0,68 real cada na próximas de mínimas históricas.

Na semana passada, a empresa propôs aos acionistas um grupamento de ações na relação 30 para 1 de modo a elevar a cotação dos papéis e enquadrar os ativos à regras da B3. Falcão assumiu a presidência do IRB com objetivo de mudar os rumos da resseguradora. Ele, que tem passagem pela Icatu Seguros, já era conselheiro da resseguradora desde 2020. Questionado, o executivo ainda comentou rebaixamento do rating de escala nacional do IRB nos últimos dias pela agência de classificação de risco S&P. “Normal, acho que os resultados explicam a reclassificação.

“Uma resseguradora é um navio e os movimentos são lentos. O rating é uma reação aos resultados que aconteceram neste ano com as catástrofes no agronegócio por causa da seca enorme. Isso afetou IRB e resseguradoras mundialmente”, avaliou ele. “Foi um fator pontual e não estrutural”, adicionou.

Até o Padre Fabio de Melo reclama do preço para renovar o seguro de carro

Enquanto todos comentavam sobre os novos ministros e os motivos que levaram o Brasil a sair da disputa dos jogos, Padre Fábio de Melo, que tem mais de 25,8 milhões de seguidores no Instagram, mostrou seu susto e pesar ao ler a mensagem do corretor de seguros sobre a renovação do seguro de carro. Com a música de fundo “Socorro Deus”, ele posta o print da mensagem do corretor de seguros:

Ele tem razão. O seguro de carro encareceu substancialmente, ainda mais se considerarmos que o poder de compra do trabalhador diminuiu. Para alguns, chega a ser até inviável. E qual a explicação do setor para isso? Aumento dos custos de indenizações e reparos.

Segundo tem dito em entrevistas o CEO da Porto, a maior seguradora de carros do Brasil, o reajuste do seguro foi necessário para equilibrar a rentabilidade da carteira. A seguradora previa pagar um valor X ao cliente que tivesse perda total do carro. Mas com a inflação teve de pagar um valor que em alguns casos chegou a ser 40% superior, o que gerou prejuízos. A justificativa é a falta de peças para as montadoras entregarem carros zero quilômetro nas concessionárias, o que aumentou a demanda — e o preço — dos carros novos e dos usados. Além do custo maior para reparar veículos com perda parcial.

Segundo Santos, o impacto no valor de mercado de seminovos já está voltando a um patamar adequado. Ainda elevado, mas deixou de subir. Em sua opinião, a indústria agiu de forma responsável fazendo adequação de preços, porém o consumidor sentiu no bolso. E como sentiu. Muitos deixaram de fazer o seguro ou buscaram opções mais acessíveis.

As vendas de seguro automóvel da Porto alcançaram R$ 5,1 bilhões no terceiro trimestre, com alta anual de 25%. De acordo com a Porto, o crescimento reflete os reajustes de preços realizados. A frota segurada total apresentou leve recuo, com queda de 1,8% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado e recuo de 0,3% frente ao segundo trimestre deste ano. A base de veículos segurados ficou em 5,67 milhões ante 5,78 milhões um ano antes. 

Antonio Trindade, presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais, também cita a inflação e falta de peças. “As companhias venderam um contrato calculando um valor de indenização e tiveram de pagar outro maior. Os preços foram reajustados para o equilíbrio da carteira. Mas já percebemos a normalização da situação e acreditamos que em 2023 os preços do seguro de carro fiquem estáveis”, disse Trindade.

Estáveis no pico de alta? Para alguns sim, para outros talvez não. Tudo vai depender da análise do perfil e da temperatura da concorrência entre as seguradoras. Se alguma companhia precisa fazer caixa, é no seguro de carro que ela encontra o mais rápido retorno para elevar as vendas, por este produto ser muito procurado pelos consumidores, que temem sair de casa sem uma proteção financeira que os livre de danos causados a terceiros e também ao próprio bem.

De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA-IBGE), no acumulado dos últimos 12 meses considerando setembro deste ano, a alta é de 43,63% na média nacional. A última variação negativa foi em junho do ano passado, quando o seguro caiu 1,59%. Segundo o Índice de Preços do Seguro Automóvel (IPSA), realizado pela TEx, a variação mensal dos preços do seguro auto é determinada de acordo com gênero, região, faixa etária e idade do veículo. Em janeiro deste ano, ao contratar o serviço para um automóvel de R$ 50 mil, o cliente pagava R$ 2.850 pelo seguro, na média do cálculo. Em outubro, o preço ficou em R$ 3.250. Uma diferença de R$ 400 no bolso dos motoristas.

Mas esta é apenas uma média. Os consumidores com carros até cinco anos de uso e sem registro de acidentes, devem sofrer menos. Já aqueles com veículos mais velhos e com registro de acidentes, certamente serão mais penalizados com alta de preços. Mas como de praxe, se o consumidor não aceitar o preço e passar a cortar o seguro, o preço tende a cair. A certeza que temos é que haverá muita guerra de preços em 2023 e que o consumidor deve ficar atento e pedir aos corretores de seguros uma avaliação mais vantajosa na negociação.

O post do Padre Fabio mostra que as pessoas estão muito atentas ao seguro de carro. Mais de 270 mil pessoas curtiram o post, que registrava mais de 8,1 mil comentários em dois dias no ar (sexta a domingo), alguns deles de corretores de seguros prometendo uma melhor negociação. Um seguidor tenta amenizar, mas é uma voz solitária no sofrimento dos brasileiros com as contas a pagar. “Padre, pense pelo lado bom. Já que a seleção não venceu, o seguro vence.” E as respostas, unânimes, criticam e mostram o peso do seguro no orçamento: “Chutou a cabeça do defunto”. “E ainda enfiou o chumaço de algodão na goela”.

Havia uma expectativa de que as insurtechs apresentariam preços mais baratos que as apólices tradicionais, com os seguros flexíveis ainda. Mas a realidade que se vê é que os consumidores não compraram ainda a ideia dos seguros liga e desliga, que monitoram o como os motoristas dirigem e onde trafegam. O modelo foi autorizado há um ano pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão federal que regulamenta o setor. Há contratos que cobrem, por exemplo, apenas roubo e furto ou apenas colisões. As seguradoras tradicionais, no entanto, lançaram versões mais enxutas, que apresentam bom desempenho de vendas, como na Liberty Seguros, que criou a marca Aliro Seguros, numa versão mais acessível ao consumidor, e na Porto, que tem na marca Azul opções de seguros com coberturas mais restritas e, por isso, mais barato.

Seguradoras criticam inclusão do setor na lista de alto risco da AI Act sem avaliação prévia de impacto

William Vidonja Insurance Europe

Fonte: Insurance Europe

O Conselho da UE incluiu o seguro em uma lista de casos de uso de alto risco em sua abordagem geral da Lei de Inteligência Artificial (IA), que foi adotada no dia 6 de dezembro. William Vidonja, chefe de conduta e negócios da Insurance Europe, comentou: “As seguradoras da Europa desejam expressar sua decepção com a decisão do Conselho. Com exceção de um caso de uso restrito relacionado a componentes de segurança em infraestrutura digital, os seguros são o único setor a ser incluído pelo Conselho na lista de alto risco do Anexo III sem a devida análise ou avaliação de impacto. Esta decisão vai contra os objetivos da agenda da UE para legislar melhor e não promove a elaboração de políticas da UE baseadas em evidências”, disparou.

“As seguradoras já estão usando IA para melhorar o atendimento ao cliente, aumentar a eficiência, fornecer mais informações sobre as necessidades dos clientes e melhorar a detecção de fraudes. Estão também sujeitos a um robusto quadro regulamentar da UE em termos de regras prudenciais e de conduta. Isso é então complementado por estruturas nacionais e requisitos legais da UE em uma ampla gama de áreas diferentes, como direitos fundamentais e proteção de dados. E estão sujeitos a estrita supervisão das autoridades de supervisão”, acrescentou.

“Deveria ter sido realizada uma avaliação de impacto para avaliar se a estrutura regulatória e de supervisão existente já aborda adequadamente os riscos potenciais resultantes do uso de IA em seguros. Isso teria evitado inconsistências e duplicação de regras que só atrapalhariam a inovação sem trazer nenhum benefício para os consumidores.”

CNseg reformula a comunicação para dar voz a causas que apoiem o avanço do setor de seguros em 2023

cnseg

2023 promete ser um ano de muito trabalho e de grandes conquistas para o setor de seguros, que veio ao longo de 2022 driblando os efeitos da pandemia, da inflação com parrudos investimentos em tecnologia, que dia a dia mostra seus benefícios na jornada do cliente, o grande protagonista do crescimento estimado pela CNseg, a confederação nacional das seguradoras, para os próximos anos. 

Em 2022, a previsão é de crescimento da arrecadação é de 17%, o que equivale a uma participação no PIB (que projeta alta de 2,6%, segundo o Boletim Focus), de 6,4%. Em 2023, 6,6%. “Em 2008 era 4,7%, o que mostra a evolução consistente até agora. Chegamos a 6,7% em 2020 e em 2021 recuamos para 6,4%. Acreditamos que com a estabilização da economia o setor volta a ganhar participação em termos de PIB”, comentou o presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira, em coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro, no dia 8 de dezembro. “Em países desenvolvidos esse indicador supera 10%, o que sinaliza o grande potencial que temos para conquistar”.

Leia Mais Setor segurador projeta crescimento da arrecadação de 17,1% em 2022, com participação de 6,4% do PIB

Enquanto a Susep (Superintendência de Seguros Privados) moderniza o arcabouço regulatório para dar vazão ao crescimento, e as seguradoras fazem o trabalho duro de conquistar os consumidores com produtos acessíveis e uma jornada fluida, base para impulsionar o crescimento do setor, a CNseg as apoia com a comunicação institucional, dentro e fora do Brasil, num amplo discurso, que vai do relacionamento com o novo governo, passando pelo judiciário, até levar o seguro para o dia a dia do consumidor final.  “Levar o seguro para uma camada da população que não possui seguro. Esse é o propósito que nos motiva a investir. A nossa ambição para 2023 é oferecer seguro para tudo e para todos”, diz Roberto Santos, presidente do conselho da CNseg e CEO da Porto. 

No Brasil, a CNseg lançou recentemente a campanha Seguro para tudo e para todos. No exterior, tem tido uma política de aproximação com diversas entidades do setor, principalmente para mostrar ao mundo um pouco do que 161 seguradoras, 119 resseguradoras, 937 operadoras de planos de saúde, mais de 100 mil corretores de seguros, além de prestadores de serviços para esta indústria tem feito para levar proteção financeira e serviços para os mais de 220 milhões de brasileiros. Carla Simões, superintendente-executiva de comunicação e imprensa da CNseg, apresentou nesta semana o plano de comunicação do próximo ano para as associadas. Assim que aprovado, será divulgado com mais detalhes.

Em 2023, além de campanhas que valorizem a importância do seguro para toda a sociedade, uma das grandes apostas na divulgação da CNseg é a Fides Rio 2023, que será realizada no Windsor Convention, na Barra, de 24 a 26 de setembro, e reunirá personalidades do mundo inteiro para debates sobre as principais tendências do setor. A maior Conferência de Seguros do Hemisfério Sul reunirá lideranças empresariais globais, executivos, formadores de opinião e autoridades, com debates sobre as tendências e transformações do mercado segurador. “Vamos destacar que a agenda da #FidesRio2023 está totalmente alinhada às diretrizes da CNseg e ao seu posicionamento no setor de seguros brasileiro de zelar pela imagem institucional do setor, estimular seu desenvolvimento, promover o intercâmbio entre os mercados regionais e realizar pesquisas e programas de educação em seguros”, afirma Oliveira.

Presente no almoço das lideranças, Rodrigo Bedoya, presidente da Federação Interamericana de Seguradoras (FIDES), que conta com 20 países membros da América Latina, Estados Unidos e Espanha, afirmou que o Brasil é o maior mercado de seguros da América Latina e por isso de grande importância para a região. “Temos o desafio de recuperar um caminho de crescimento rentável em todas as linhas, num contexto marcado por grande instabilidade”, afirma. O valor dos prêmios de seguros nos países da América Latina cresceu 6% em 2021, atingindo a cifra de US$ 137,8 bilhões, após uma queda de 15% no ano anterior. 

Saúde busca o equilíbrio financeiro – Vera Valente, diretora da Fenasaúde, afirmou que o cenário atual da saúde suplementar no Brasil é desafiador. “A saúde está num momento mais desafiador da história do setor, agravado com a pandemia. Em 2022 ainda vivemos rescaldos deste processo”, disse. Atualmente, segundo ela, 262 operadoras estão em dificuldades financeiras, o que equivalente a 40% do setor em número de operadoras, que atendem a 20 milhões de beneficiários. Até o terceiro trimestre deste ano, as despesas aumentaram 5,4%, enquanto as receitas subiram bem menos, 0,3%. 

Entre os avanços na pauta de 2023, Vera Valente cita a modernização do marco legal, reestabelecimento do rol taxativo, estímulo ao uso racional do sistema, redução de fraudes e desperdícios e avanço na complementariedade da saúde suplementar com o SUS. “Nossos desafios estão em lidar com as interferências legislativas no setor e buscar o equilíbrio do resultado financeiro”. Em termos de crescimento de beneficiários, o setor atingiu 50,2 milhões em outubro deste ano, próximo ao recorde registrado em 2014, de 50,5 milhões. 

Aposta em agro, riscos cibernéticos e massificados – No segmento de seguros de bens e responsabilidades, conhecido mundialmente como Property & Casulty (P&C), há uma grande expectativa de crescimento das vendas de seguro rural, cibernético e massificados, bem como na retomada das obras públicas, o que estimulará seguros financeiros, com o seguro garantia contratual, de engenharia, de riscos operacionais entre outros.

Em riscos cibernéticos, o setor avançou 79%, para R$ 144 milhões. “Este é um segmento que passa por ajustes, diante do imenso volume de ataques de hackers, mas certamente vai evoluir muito a partir de um consenso sobre o tema”. Já em grandes riscos, com avanço de 24,7% até outubro, para R$ 2,9 bilhões, a expectativa é grande. Somente um dado mostra o potencial. Um levantamento do Tribunal de Contas da União aponta que, dos mais de 38 mil contratos de obras federais, 14 mil estão parados. Quando retomados, estimulará a compra de seguros garantia, engenharia civil, riscos operacionais entre outros.

O seguro rural é um dos mais promissores. Avançou 41%, para R$ 11,8 bilhões. Porém, boa parte veio do aumento do preço diante de dois anos de resultados ruins, diante das perdas recordes registradas pelos produtores diante de oscilações climáticas. Somente até outubro, as indenizações somam R$ 9,95 bilhões, frente a uma arrecadação de R$ 11,8 bilhões. “A participacao de seguro rural ainda é baixa, correspondendo a 20% da área plantada. A Fenseg tem feito um trabalho de disseminação da importância desta proteção para o agronegócio junto ao governo federal. Em 2022, o subsídio chegou a R$ 1 bilhão e a expectativa é dobrar este volume em 2023.

“Uma vez que a economia volte a crescer, seguros como um todo avançam, pois há riscos e proteção para consumidores, investidores e empresas”, ressalta Antonio Trindade, presidente da Fenseg. Até outubro, o setor de seguros gerais registrou crescimento de 27,5% na receita com prêmios diretos, totalizando R$ 93,5 bilhões no acumulado de janeiro a outubro, sem incluir o DPVAT, que deixou de ser cobrado desde 2021. As indenizações avançaram 38,8%, para R$ 49,4 bilhões.

De acordo com o presidente da FenSeg, o seguro de automóvel representou 44% dos seguros de danos até outubro deste ano. “Mas era 50%, o que mostra que os outros ramos avançam”, citou. Até outubro, foram R$ 41,3 bilhões em vendas, alta de 34%. Em 2021 e 2022, o seguro automóvel sofreu com os efeitos da inflação, o que trouxe prejuízos para a carteira, que, consequentemente foram parar no bolso do consumidor com a alta de preço.

Os vilões deste episódio está inflação e na oferta reprimida de carros novos com a falta de peças para a produção de veículos. Isso gerou uma demanda nunca vista pelos carros seminovos, com alta de preços que chegaram a superar 30%. “As companhias venderam um contrato calculando um valor de indenização e tiveram de pagar outro maior. Os preços foram reajustados para o equilíbrio da carteira. Mas já percebemos a normalização da situação e acreditamos que em 2023 os preços do seguro de carro fiquem estáveis”, disse Trindade.

Previdência e vida em busca dos excluídos – A grande aposta da Fenaprevi, federação de previdencia privada e vida, é reduzir o gap de proteção dos brasileiros, que segundo ele é grande. “Apenas 8% da população possuem algum tipo de previdência privada ou seguro de vida. Ter uma proteção financeira é essencial para que as famílias protejam seu patrimônio. Em caso de falecimento do responsável financeiro, por exemplo, a família terá de vender seus bens para se reorganizar”, comenta.

Um ingrediente importante no sucesso desta empreitada é o crescimento da economia e da renda das famílias. “A queda na renda real da população ainda se faz sentir e a captação líquida dos VGBLs e PGBLs não voltou aos níveis anteriores à pandemia”, citou. Os saques em VGBL e PGBL totalizaram R$ 98,6 bilhões até outubro deste ano, uma alta de 11%, enquanto os depósitos totalizaram R$ 127 bilhões. “O aumento do resgate é reflexo da retomada da economia lenta e renda média deprimida, o que faz as pessoas a recorrerem as reservas de longo prazo.”

Em seguro de vida, o segmento registrou avanço de 14%, para R$ 48 bilhões. Apesar do número, isso representa apenas a 0,6% do PIB. Somente em decorrência da Covid-19, as seguradoras indenizaram 190 mil famílias, com R$ 7 bilhões, de abril de 2020 a outubro de 2022. “Temos um grande caminho a percorrer para conquistarmos clientes e avançamos muito na oferta de produtos para todos os bolsos e ciclos de vida das pessoas. Apenas 26% da população tem seguro funeral, 17% um seguro de vida e 9% seguro para invalidez”.

Uma outra lembrança do gestor, no evento, foi o andamento dos debates quanto à regulamentação definitiva, no Brasil, do produto de Seguro de Vida Universal. “Lá fora, nos Estados Unidos, ele representa 42% dos seguros de vida atuais, combinando risco e acumulação. É um produto moderno e maleável. E isso pode ajudar no gap de proteção securitária existente no país”, finalizou. 

Franco destacou a chegada de novos produtos e o aperfeiçoamento das normas. “A SUSEP aprovou as consultas públicas que tratarão do novo marco regulatório dos planos PGBL e VGBL, e estamos aguardando a publicação das minutas., fizemos nossas contribuições a esse arcabouço, dentre elas a necessidade do desenvolvimento de um mercado de renda no Brasil. O modelo atual possui pouca flexibilidade, sendo ou vitalícia ou temporária. Buscamos que sejam mais flexíveis a fim de que a população se anime para aderir e contratar mais esse tipo de produto”, disse.

Em relação a uma futura reforma da previdência, como tem sido levantado pela equipe de transição do novo governo, Franco acredita que a longevidade e a queda da natalidade criam um grande desafio para o sistema previdenciário em todo o mundo. “A última reforma feita no Brasil foi insuficiente para fazer frente a esses dois fatores, sendo o Brasil um país que vem envelhecendo. Por isso, todo esforço neste sentido pode ajudar a equilibrar um sistema que enfrentará nos próximos anos um pais que terá um grande número de idosos para um número cada vez menos de jovens”. A expectativa do IBGE é de que o número de pessoas com 65 anos ou mais praticamente triplique, chegando a 58,2 milhões em 2060 – o equivalente a 25,5% da população. Em 2018, essa proporção é de 9,2%, com 19,2 milhões de idosos.

R$ 40 bilhões em reservas na Capitalização – Denis Morais, presidente da Fenacap, aposta no crescimento das modalidades dos produtos de capitalização, que ainda tem grande participação do modelo tradicional, com 74%. Até outubro, o crescimento foi de 16,8%, com R$ 23,4 bilhões de arrecadação. As reservas ficaram na casa de R$ 36,2 bilhões, alta de 9,4% A projeção é encerrar 2022 com R$ 40 bilhões em reservas. O mercado de capitalização tem um baixíssimo nível de reclamações, o que indica uma grande compreensão do público sobre o produto”, destacou Morais, que também é diretor da BB Capitalização.

“Passamos por uma grande reorganização do setor, que está pronto para abraçar as oportunidades de crescimento em 2023. Além do modelo tradicional, as modalidades de garantia, como aluguel, e filantropia premiável, cada um responsável por quase 12% da receita, possuem potencial de expansão. “As 18 empresas que atuam no setor investem em tecnologia e a comunicação, para popularizar os títulos de capitalização”, diz Morais, que tem mais de 35 anos de experiência no setor de seguros e capitalização e que assumiu a presidência da Fenacap em agosto de 2022.

Fairfax Brasil turbina a plataforma digital e conquista parceiros para vender seguros


Com o Open Finance, que permitirá o compartilhamento de dados sobre produtos e informações financeiras, a Fairfax Brasil (FF Seguros) avança para ser mais do que uma seguradora. O plano é ser uma prestadora de soluções que protegem e mitigam riscos dos mais diversos públicos ligados a corretores, instituições financeiras e empresas de diversos segmentos da economia. Para isso, lançou em março deste ano a plataforma digital FF ORBI, que já conta com quatro produtos. O mais recente produto incluído neste mundo digital é o D&O (Directors & Officers), seguro que visa proteger administradores de acusações de terceiros por perdas.

“O corretor é especialista e digital. Precisa de uma seguradora que entregue mais do que desconto na renovação ou pagamento de indenização, uma vez que tem captado negócios em diversos parceiros de negócios como bancos digitais, redes de varejo e startups”, dispara Eduardo Pitombeira, head de canais digitais da FF Seguros. 

Para atender um público que já nasceu digital foi preciso transformar a jornada de seguros. A seguradora conta com um exército de pessoas dedicadas a apresentar uma nova forma de vender seguros, tanto equipe local e apoio internacional da matriz, como de hubs de invocação como a Cubo, que tem a missão de inspirar, educar e conectar pessoas brilhantes para fomentar o empreendedorismo tecnológico.  

O resultado é o corretor ter, em menos de um minuto, a aprovação do seguro para atender seu cliente de forma ágil e simples. Uma experiencia que já conquistou novos players, frutos da economia digital. O banco digital C6 e a startup de locação e venda de imóveis Quinto Andar já adotaram a FF ORBI em suas estratégias para ofertarem aos seus milhões de clientes proteções para residência e para garantias financeiras (seguro fiança), respectivamente.

A plataforma FF ORBI conta com um ecossistema digital que permite cotação instantânea, emissão 100% digital em poucos minutos e disponibilização de inteligência de performance através de dados e dashboard de controle. E não se trata de uma oferta massiva. Tudo para todos. Pelo contrário. Os dados são analisados e a oferta direcionada de forma personalizada para os clientes. “Queremos conquistar os clientes e mudar a imagem de que seguro é algo inacessível ou difícil de ser contratado e usado. Não os perder com uma oferta que não faz qualquer sentido para ele.  Queremos conquistá-los com um produto que faz sentido e traz benefícios além do pagamento de uma indenização”.

Com o D&O, a Fairfax espera elevar o número de corretores inscritos na FF ORBI. Em agosto deste ano, a seguradora lançou o seguro para bicicletas tradicionais e elétricas e o seguro de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) para os médicos e dentistas. “A plataforma já conquistou mais de 1.500 corretores por oferecer uma solução integrada de forma ágil e segura para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros”, afirma o executivo. 

Em breve, novos produtos serão incorporados na FF ORBI, como seguros de riscos diversos para construção civil e fiança locatícia. “Temos uma equipe de mais de 20 pessoas dedicadas a criar soluções para uma variada oferta de produtos de varejo, com benefícios exclusivos para os corretores e parceiros, além de abrir espaço no futuro para a participação de novos canais de distribuição”, conta. 

A seguradora trabalha em um serviço diferenciado para estreitar o relacionamento com seus parceiros para além da renovação do seguro ou pagamento de uma indenização. “Vamos apresentar uma solução preventiva e preditiva para mitigar riscos criada por um ecossistema digital. Queremos estar presente no dia a dia do negócio e ajudá-los com informações que fazem sentido tanto na gestão como na prevenção de riscos”, promete. 

Alper lança a marca AlperTech

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros lança a marca AlperTech, nova empresa que será responsável por todos os projetos de tecnologia e inovação digital do grupo. Esse movimento fará da AlperTech uma estrutura totalmente voltada para tecnologia e inovação, para que a companhia possa desenvolver e investir no que há de mais disruptivo no mercado para oferecer aos seus clientes soluções de vanguarda.

A nova empresa nasce com desafios e ambições relevantes para os próximos anos. Em 2023, projetos e parcerias transformacionais serão entregues aos clientes e colaboradores da Alper. O que demonstra que a nova empresa foi criada não somente para oferecer novas soluções e sistemas para clientes, como também para digitalizar e melhorar a eficiência operacional, transformando a gestão da companhia.

“O movimento da AlperTech vem não somente para dar foco e governança sobre o tema de tecnologia e inovação, mas também para potencializar todo o potencial que a Alper tem de ajudar o mercado a se transformar, entregando mais valor aos seus clientes, colaboradores e acionistas”, explica o Gustavo Croitor, Chief Digital Officer da Alper, responsável pela transformação digital da companhia.

“Com um cronograma robusto e ágil, deveremos lançar no primeiro trimestre alguns projetos estratégicos e outros de fundação tecnológica como: a plataforma de gestão e segurança de APIs próprias e de parceiros; nossa primeira plataforma de vendas de seguros online multiproduto com contratação end-to-end digital; e a nossa parceria com o Google que nos dará mais produtividade no dia a dia e reforçará a nossa cultura data-driven”, complementa o executivo.

Nos últimos anos, a companhia vem investindo fortemente em inovação, tornando-se pioneira em várias iniciativas, como o aplicativo healthtech Dr Alper, lançado em fevereiro de 2020, um mês antes do início do isolamento social por conta do avanço da Covid-19. O Dr. Alper passa

também a fazer parte do portfólio de produtos digitais da Alper Tech. “Nosso app de telemedicina reconhecido pelos nossos clientes como um dos produtos mais relevantes da categoria também terá novidades no início do ano que vem”, revela.

De acordo com o CEO da Alper, Marcos Couto, essa iniciativa vem como resultado de todos os investimentos e incentivos que foram feitos nos últimos anos, e colocou a empresa no patamar atual de corretora mais disruptiva do mercado. “Inclusive, fomos reconhecidos TOP 5 Corps – Segmento de Seguros pela TOP 100 startups, como uma das companhias do mercado de seguros que mais incentiva inovação aberta, sendo a única corretora no ranking. A

AlperTech vem para ser, além do nosso hub de tecnologia e disrupção, também uma nova fonte de negócios da empresa”, conclui Couto.