Grupo Bradesco Seguros reforça tradição com patrocínio à 21ª edição do Jogo das Estrelas

Em mais um capítulo da sua história com o esporte brasileiro e com o público carioca, o Grupo Bradesco Seguros patrocinou a 21ª edição do Jogo das Estrelas, evento beneficente criado por Zico que já faz parte do calendário de final de ano da cidade. Realizado no último sábado, 27, no estádio do Maracanã, o encontro reuniu cerca de 37 mil torcedores em uma celebração que misturou futebol, entretenimento e solidariedade.

Além do anfitrião, a partida contou com diversos astros da bola, como Adriano Imperador, Júnior, Renato Gaúcho, Djalminha; e craques do atual time do Flamengo, com destaque para Arrascaeta, Pedro, Jorginho e Léo Ortiz.

O Jogo dos Artistas abriu a programação do evento, às 16h, com participações ilustres, sendo que a abertura do espetáculo contou com apresentação da G.R.E.S. Portela.

A partida principal, entre os times do Time Vermelho e do Time Branco terminou com vitória do time Vermelho (de Zico), pelo placar de 11 a 6. Nesta edição, os troféus dos recentes campeonatos vencidos pelo Flamengo, como a Copa Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro foram apresentados ao público.

Executivos do Grupo Bradesco Seguros estiveram presentes no Maracanã acompanhando de perto a celebração, que encerra o calendário anual de eventos da companhia e reforça sua conexão histórica com o Rio. “A cada edição, o Jogo das Estrelas reforça o papel do esporte como ferramenta de conexão entre gerações. Estar ao lado de um evento tão simbólico reforça o compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a valorização de experiências que unem lazer, solidariedade e bem-estar”, destacou Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Segurador.

Com mais de duas décadas de apoio ao evento, o Grupo Bradesco Seguros marca a sua participação como incentivador de experiências que unem esporte, responsabilidade social e cultura carioca, além de fortalecer a presença da marca em um dos palcos mais emblemáticos do país e mais queridos pelos brasileiros.

Allianz atinge R$ 1 bilhão em prêmios em massificados e também em frotas

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros_cred.Arnaldo Kikuti

Pela primeira vez, a Allianz Seguros, uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo e detentora do naming rights do Allianz Parque, atinge a marca de R$ 1 bilhão em Massificados e também R$ 1 bilhão em Frotas em menos de um ano. De janeiro a novembro de 2025, a carteira de Massificados registrou alta de 29% sobre o mesmo período de 2024. De acordo com os últimos dados divulgados pela Susep, o market share da seguradora nesse segmento chegou a 8,9% nos primeiros nove meses do ano. Os principais produtos que contribuíram para esse resultado foram Residência (com aumento de 34% no faturamento), Empresa PME (expansão de 31% em prêmios) e Condomínio (avanço de 24% em receitas). O seguro de Frotas, por sua vez, avançou 37% nos primeiros nove meses do ano frente ao mesmo intervalo do ano anterior.

As conquistas são resultado de diversos aprimoramentos promovidos pela companhia ao longo do ano. Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, ressalta a importância do envolvimento de toda a equipe nesse processo. “Esses marcos são fruto de um trabalho construído por nossos colaboradores e corretores, reforçando a nossa capacidade de superar desafios e alcançar resultados extraordinários quando trabalhamos juntos e alinhados.”

Em Massificados, foram implementados mais de 100 aprimoramentos, como Oferta Personalizada para Residência; cobertura de até R$ 20 milhões em Empresa PME, com condições de pagamento facilitadas e inclusão de novas atividades; lançamento de processo simplificado e exclusivo de abertura de sinistro 100% digital para Residência, Condomínio e Empresa PME; e novas coberturas para Coletivo Patrimonial Residência e Coletivo Patrimonial Empresa.

O seguro de Frotas é um dos principais produtos dentro da estratégia de crescimento da empresa em 2025 e tem impulsionado, inclusive, o desempenho de Auto. No início deste ano, a Allianz criou uma diretoria específica para o segmento e ampliou a aceitação da importância segurada dos veículos para até R$ 1,5 milhão, além de reformular o cotador ao incluir novas perguntas para uma avaliação de risco mais precisa, seguindo as sugestões dos próprios parceiros de negócios. A companhia também investiu no aperfeiçoamento de produtos e serviços, no uso de inteligência artificial generativa e na otimização de processos.

Fábio Morita, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz, destaca a escuta ativa como um pilar essencial para criar conexões e soluções mais assertivas. “Quando ouvimos com atenção o que nossos corretores e colaboradores têm a dizer, transformamos insights em estratégia. Foi essa postura que nos levou a alcançar os resultados expressivos que celebramos”, pontua.

Projeto de aceleração e transformação

Desde o início de 2024, a companhia está empenhada em uma jornada estratégica com o projeto de aceleração e transformação, que estabeleceu a meta de dobrar o faturamento até 2027, em relação à base de 2023.

Para viabilizar esse plano, foram estruturadas 14 frentes de trabalho multidisciplinares, cada uma com um líder responsável, envolvendo mais de 200 colaboradores de diferentes níveis hierárquicos. As iniciativas estão alinhadas a três pilares estratégicos do Grupo Allianz: crescimento inteligente, resiliência e produtividade. Todas possuem uma ambição clara, passam por avaliações constantes e visam atender às novas demandas do mercado de seguros.

“A Allianz conduz um amplo projeto de aceleração e transformação, que inclui a adoção de novas tecnologias, a reconfiguração de processos e o aprimoramento de produtos e serviços, gerando maior eficiência operacional e aumento de valor em prêmios”, explica Eduard.

A matriz da empresa, na Alemanha, acompanha de perto todas as etapas. Em uma recente análise do Grupo, presente em 70 países, a Allianz Brasil se destacou pela qualidade da governança. “Entre todas as unidades em aceleração e transformação, fomos a que mais surpreendeu”, conclui.

Porto Seguro e JCDecaux se juntam para fornecer iluminação pública automática em casos de apagão em regiões de São Paulo 

JCDecaux, líder global em mídia Out-of-Home (OOH), e a Porto Seguro anunciam o lançamento do projeto-piloto Light Up, uma iniciativa que transforma um relógio de rua em ponto de iluminação pública se houver interrupção no fornecimento de energia elétrica na cidade de São Paulo.
 

O Light Up propõe uma solução simples, inovadora e de impacto positivo na sensação de segurança. Com quase 12 milhões de habitantes, a capital paulista sofre apagões durante a temporada de chuvas de verão. Embora São Paulo seja destaque mundial pela grande quantidade de lâmpadas LED – mais de 541 mil, de acordo com a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) -, os episódios de falta de energia à noite comprometem a sensação de segurança e a mobilidade urbana.
 

O modelo de relógio de rua entrou em operação no cruzamento entre as avenidas Brasil e Brigadeiro Luís Antônio, próximo ao Parque Ibirapuera. O equipamento conta com uma bateria subterrânea fixa que armazena energia da rede elétrica. Em caso de apagão, o sistema aciona automaticamente o modo lanterna, ativando iluminação LED de alta potência e visibilidade por até cinco horas. O projeto pode ser expandido para outros pontos da capital paulista em breve. 
 

Ao transformar o relógio de rua em uma espécie de luz de emergência, a JCDecaux fortalece a sensação de segurança urbana, criando locais de apoio e visibilidade para as pessoas que circulam pela cidade à noite ou de madrugada. O conceito de suporte imediato também integra as iniciativas do projeto “15min!” da Porto Seguro, que visa garantir um atendimento rápido e eficiente para os segurados durante a madrugada de São Paulo entre 22h e 5h. Entre os serviços contemplados estão situações como pane elétrica, troca de pneus e até envio de combustível.
 

“A parceria estratégica com a Porto Seguro reforça o compromisso da JCDecaux de prestar serviços e melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio dos mobiliários urbanos, promovendo o conceito de cidades inteligentes. O Light Up é um exemplo prático de como a união entre tecnologia, sustentabilidade e mobilidade urbana, em colaboração com o poder público, soluciona problemas reais do dia a dia das pessoas”, afirma Ana Célia Biondi, CEO da JCDecaux Brasil.
 

“Para nós, inovar sempre significou cuidar das pessoas. O recente lançamento do ‘15 min!’ foi um marco para a Porto Seguro por oferecer uma resposta rápida nos períodos mais desafiadores para os clientes. Criar produtos e serviços para melhorar a vida das pessoas e apoiar o projeto Light Up é uma combinação do nosso compromisso com a segurança na cidade de São Paulo. Essa ação chegou na hora certa e reflete os mesmos valores que orientam o nosso novo projeto: agilidade, proximidade e cuidado”, pontua Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto.

CAIXA Vida e Previdência lança Seguro Viagem Protegida

gustavo portela caixa

A CAIXA Vida e Previdência anuncia o lançamento do Seguro Viagem Protegida, marcando a entrada da companhia no segmento de seguro viagem e ampliando seu portfólio de soluções voltadas à proteção dos brasileiros em diferentes momentos da vida. O lançamento reforça a estratégia da CAIXA Seguridade de ampliar soluções digitais e acessíveis, alinhadas às novas demandas do consumidor e sinalizando ao mercado sua capacidade de inovar em segmentos estratégicos.

O Seguro Viagem Protegida foi desenvolvido para atender tanto viagens nacionais e internacionais, com planos específicos para Brasil, Europa e demais destinos globais, garantindo cobertura completa para deslocamentos terrestres, aéreos e marítimos.

Entre os principais diferenciais do Seguro Viagem Protegida está a jornada 100% digital, que garante uma contratação simples, rápida e segura diretamente pelo site https://www.caixavidaeprevidencia.com.br/seguroviagemprotegida. O seguro pode ser adquirido até no dia da viagem, garantindo praticidade e agilidade com opções de pagamento como débito em conta ou cartão de crédito, oferecendo flexibilidade para quem precisa viajar de última hora. Para quem prefere boleto bancário, essa opção também está disponível para contratações realizadas com antecedência.

Com planos a partir de R$ 17, o seguro oferece cobertura para os principais imprevistos de viagem, incluindo despesas médicas, hospitalares e odontológicas, cancelamento, extravio ou danos à bagagem. Além disso, disponibiliza assistências que garantem mais tranquilidade ao viajante, como telemedicina 24 horas, concierge, apoio jurídico, orientação em caso de perda de documentos, hospedagem pet e acesso à sala VIP, conforme o plano contratado.

“Este lançamento representa um passo estratégico para a CAIXA Vida e Previdência. O Seguro Viagem Protegida é o primeiro produto desenvolvido prioritariamente no canal digital, representando um avanço importante na experiência do cliente. É uma solução que complementa o portfólio da CAIXA, combinando praticidade, proteção em toda a jornada e preço acessível, sem abrir mão da robustez das coberturas e do padrão de qualidade da companhia”, afirma Rafael Conessa, diretor Comercial, Marketing e de Clientes da CAIXA Vida e Previdência.

O lançamento ocorre em um contexto de forte expansão do mercado. De acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), o seguro viagem arrecadou R$ 488 milhões até junho de 2025, impulsionado pelo aumento das viagens e maior conscientização dos viajantes sobre riscos e imprevistos. No mesmo período, as indenizações pagas cresceram de forma significativa, refletindo essa tendência. No primeiro semestre de 2025, o seguro viagem, dentro da categoria de seguros de pessoas, registrou crescimento de 13,1%, evidenciando o fortalecimento desse segmento no mercado brasileiro.

“A entrada da CAIXA Vida e Previdência no segmento de seguro viagem reforça a estratégia da CAIXA Seguridade de ampliar o acesso à proteção, combinando soluções digitais, preços competitivos e a força da marca CAIXA. O cliente pode contratar de forma simples e rápida, garantindo cobertura para imprevistos e assistência especializada em qualquer lugar do mundo. É mais um passo para continuarmos aprimorando a experiência e fortalecendo a relação com nossos clientes”, destaca Gustavo Portela, Presidente da CAIXA Seguridade.

Com esse lançamento, a CAIXA Vida e Previdência amplia sua presença no segmento e reforça o compromisso de tornar a proteção mais acessível, prática e aderente aos diferentes perfis de viajantes brasileiros.

Susep inclui Capitalização como prioridade regulatória na agenda de 2026

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciou na quarta-feira (17/12), durante reunião do Conselho Diretor, que a Capitalização fará parte da agenda prioritária do órgão regulador em 2026. A definição integra o Plano de Regulação do próximo ano e prevê a revisão dos normativos do segmento, incluindo a avaliação do arcabouço regulatório vigente e sua adequação às melhores práticas de defesa do consumidor e de funcionamento do mercado. A decisão ocorre em um momento de expectativa positiva para o setor que, de acordo com projeção divulgada neste mês pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), deverá crescer 8,5% em 2026.

Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), a inclusão da Capitalização entre as prioridades da Susep representa um avanço muito aguardado pelo setor e reforça a importância do diálogo institucional com o órgão supervisor. A Capitalização foi destacada no plano como tema de prioridade máxima, refletindo o amadurecimento do debate regulatório e a necessidade de atualização das normas que regem o segmento, em linha com a evolução do mercado e com as novas demandas econômicas e sociais.

Segundo o presidente da FenaCap, Denis Morais, a decisão da Susep sinaliza a retomada de uma agenda estruturante para o setor:

“A Capitalização volta a ocupar um espaço central na agenda regulatória da Susep, o que é fundamental para garantir previsibilidade, segurança jurídica e um ambiente favorável ao desenvolvimento do mercado. A FenaCap vê essa priorização como um passo importante para aprofundar a discussão, fortalecer o setor e sustentar seu crescimento nos próximos anos”, afirmou.

A iniciativa da Susep abre espaço para avanços regulatórios em diferentes modalidades da Capitalização, com potencial para ampliar a eficiência, a funcionalidade e o alcance dos produtos. Entre os temas que podem ser beneficiados estão o aprimoramento do uso do Título de Capitalização como Instrumento de Garantia, a evolução da modalidade Tradicional como ferramenta de planejamento patrimonial e sucessório, o fortalecimento da Filantropia Premiável com maior abrangência de entidades habilitadas e a modernização das modalidades de Incentivo e de Compra Programada, de forma a reduzir entraves operacionais e ampliar o acesso de empresas e consumidores às soluções do setor.

Esses aprimoramentos regulatórios contribuem para consolidar o papel estratégico da Capitalização, que ao longo de 2025 já avançou de forma consistente, impulsionada por mudanças na legislação. Com ampla diversidade de produtos, o segmento permite a formação de reservas financeiras individuais, é utilizado como garantia em contratos de licitações públicas, como parcerias público-privadas (PPPs) e concessões, respalda operações de crédito de pessoas e empresas e contribui para causas sociais, destinando recursos a entidades beneficentes nas áreas de saúde e assistência social.

A Federação destaca que esse fortalecimento regulatório ocorre em um contexto de desempenho consistente do mercado. Até setembro, a Capitalização registrou crescimento de 9,7% na receita e expansão de 9% nas reservas técnicas, indicadores que evidenciam a solidez do setor e sua relevância para a economia brasileira.

Provisões técnicas de seguradoras superam R$ 2 trilhões em outubro e arrecadação recua 4% até outubro

Alessandro Octaviano SUsep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou a edição de outubro do Boletim Susep, que apresenta os principais dados do setor supervisionado até o décimo mês de 2025. Um dos destaques do período é o estoque de provisões técnicas, que alcançou R$ 2,02 trilhões em outubro, correspondendo a 16,1% do Produto Interno Bruto (PIB) da economia brasileira no acumulado de 12 meses.

As provisões técnicas são valores estimados pelas supervisionadas para assegurar a capacidade de honrar seus compromissos futuros com segurados, participantes e beneficiários. O Boletim apresenta a evolução desse estoque ao longo do tempo, permitindo acompanhar o comportamento das reservas mantidas pelo setor.

De acordo com Alessandro Octaviani, superintendente da Susep, o patamar alcançado pelas provisões técnicas ganha relevância adicional no contexto regulatório recente. “A Resolução Conjunta CNSP/CMN nº 12, de 2024, regulamentou a faculdade de utilização do direito de resgate de determinados produtos — como planos de previdência complementar aberta, seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência e títulos de capitalização na modalidade tradicional — como garantia em operações de crédito”, afirma em nota.

O superintendente destaca que esses produtos possuem, em sua estrutura, reservas matemáticas individualizadas, que integram o estoque de provisões técnicas do setor supervisionado.

De janeiro a outubro de 2025, o setor supervisionado pela Susep obteve receitas de R$ 346,33 bilhões, montante 4,09% menor, em termos nominais, que o registrado no mesmo período de 2024, quando as receitas somaram R$ 361,09 bilhões.

No mesmo intervalo, as indenizações, resgates, benefícios e sorteios totalizaram R$ 221,98 bilhões, o que representa um aumento nominal de 9,93% na comparação com os dez primeiros meses do ano passado.

Os seguros de danos e de pessoas (excluindo o VGBL) arrecadaram R$ 184,58 bilhões de janeiro a outubro de 2025, registrando crescimento nominal de 7,51% frente ao mesmo período de 2024.
 

Entre os seguros de danos, o seguro automóvel manteve a maior participação no acumulado do ano até outubro, respondendo por 42% das receitas do segmento, com crescimento nominal de 6,52% e real de 1,29% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
 

Nos seguros de pessoas, o seguro de vida registrou crescimento de 12,43% em termos nominais e de 6,89% em termos reais nos dez primeiros meses de 2025, em relação ao mesmo período de 2024.
 

Gallagher anuncia Wagner Sicoli como Head de Power no Brasil e fortalece liderança no setor de energia

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A Gallagher, uma das maiores corretoras de seguros e consultoria de riscos do mundo, anuncia a nomeação de WagnerCom uma equipe altamente capacitada, a companhia reforça seu compromisso com excelência e expansão no mercado brasileiro Sicoli como Head de Power no Brasil, consolidando sua estratégia de crescimento e liderança no segmento de energia. Wagner, que continuará atuando como Diretor da Filial Rio de Janeiro e Espírito Santo, traz para a nova posição sua sólida experiência no mercado e profundo conhecimento técnico no setor com vasta experiência e liderança nas principais contas de Power do Brasil, fundamentais para atender às demandas complexas do setor. 

Com mais de duas décadas de atuação em seguros corporativos e gestão de riscos, Wagner construiu uma carreira marcada por resultados consistentes e relacionamento próximo com grandes players do setor elétrico. Sua trajetória inclui liderança em projetos estratégicos e desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas de geração, transmissão e distribuição de energia. 

Para fortalecer ainda mais a sua equipe, a Gallagher conta com Marcus Macedo como Superintendente de Power, profissional reconhecido por sua expertise técnica e visão estratégica, possui ampla experiência em programas de seguros para projetos de infraestrutura e energia, incluindo riscos de engenharia, garantias e soluções customizadas para operações complexas.

A nomeação reforça a solidez da equipe e a capacidade da Gallagher de oferecer consultoria especializada e soluções completas para clientes em um mercado em constante transformação. Em 2025, a área de Power & Energy da Gallagher Brasil registrou crescimento, novamente, de dois dígitos e intermediou mais de R$ 700 milhões em prêmios.

Visão para 2026

A Gallagher é referência global em consultoria de riscos para o setor de energia, atuando em projetos de geração, transmissão e distribuição, incluindo fontes renováveis. A companhia combina expertise internacional e conhecimento local para oferecer soluções inovadoras que atendem às demandas mais críticas do mercado. Alinhada às principais tendências do setor – como digitalização, descarbonização e leilões de flexibilidade e potência – a Gallagher reafirma seu compromisso em apoiar clientes na gestão de riscos em um cenário cada vez mais dinâmico e desafiador.

“A liderança de Wagner Sicoli, ao lado de Marcus Macedo e todo o time de Power, representa um passo decisivo na nossa estratégia para o setor de energia. Continuamos fortalecendo nossa capacidade de oferecer soluções que antecipam tendências, protegem investimentos e impulsionam a transformação sustentável do mercado. A Gallagher está preparada para liderar esse movimento com inovação, expertise e proximidade com nossos clientes”, afirma Luiz Araripe, Country Manager das operações da Gallagher no Brasil.

Com presença global e atuação local estratégica, a Gallagher reforça sua posição como parceira de confiança para empresas que buscam excelência na gestão de riscos e seguros. A companhia seguirá investindo em pessoas, tecnologia e parcerias para entregar soluções que acompanham as transformações do mercado e geram valor de longo prazo para clientes e stakeholders.

Benefícios inclusivos fortalecem relações de trabalho e sentimento de pertencimento dos colaboradores

Debora Pinto, Diretora de RH da Generali.

Ser uma empresa plural significa reconhecer e valorizar as necessidades das pessoas em suas singularidades. Com os novos arranjos familiares, a Generali Brasil tem adotado práticas inclusivas, fortalecendo sua responsabilidade social e engajamento de seus colaboradores. É uma prioridade para a empresa manter um pacote de benefícios que atenda às mais diversas necessidades, promovendo saúde e bem-estar de seus colaboradores e familiares. 

Para a diretora de RH da Generali Brasil, Débora Pinto, um dos principais papeis das empresas é observar seus quadros e suas necessidades na dinâmica social contemporânea. “Além de oferecer vantagens, precisamos entender se elas fazem sentido para as realidades do colaborador. Temos arranjos familiares muito diversos no Brasil, não podemos pensar apenas em benefícios heteronormativos”, afirma a executiva. 

Nesse sentido, uma das ações da seguradora foi a ampliação da inclusão de dependentes no plano de saúde oferecido pela companhia para casais de qualquer gênero, como uma forma de acolhimento destas famílias. Outra iniciativa da companhia é a extensão do direito à Licença Maternidade ou Paternidade para estes grupos diante da adoção. E, ainda com os pais e mães em mente, introduziu a possibilidade de reembolso de fórmula láctea para recém-nascido em caso de internação materna. 

A empresa também oferece a seus colaboradores o Generali Contigo, um programa de apoio psicológico, financeiro e jurídico, do qual parceiros do mesmo gênero podem ser incluídos para usufruir destes serviços. Outro benefício incluso no pacote da companhia é o auxílio creche/babá para crianças até 6 anos incompletos ou 14 anos, em caso de deficiência.  

A executiva destaca que as medidas da empresa vão além do exigido por lei. Um exemplo prático é o caso de colaboradores que já tinham o direito de acompanhar familiares em uma consulta médica por ano, mas a companhia percebeu que, muitas vezes, isso não era suficiente. “Muitos dos nossos funcionários são responsáveis por seus pais idosos, que precisam ir ao médico com certa recorrência. Ampliamos o direito para uma vez ao mês, assim essas pessoas podem estar mais presentes com seus cônjuges, pais e filhos”, explica. 

Ações concretas para necessidades reais

Há dois anos a empresa realizou um Censo de Diversidade e Inclusão para mapear as principais demandas dos diferentes grupos minorizados na sociedade, em busca de oportunidades de expandir as ações de inclusão deles. Com os resultados, a seguradora redesenhou práticas de gestão e alguns de seus benefícios, que hoje são aplicados na companhia. 

A preocupação com a inclusão vai além do campo dos benefícios. A empresa está fechando parcerias com consultorias de RH voltadas para o recrutamento de diferentes grupos minorizados para aumentar sua capacidade de atração e retenção desses públicos e já pretende relançar seu Censo de Diversidade em 2026.  

Débora também salienta a importância da realização de treinamentos, palestras e rodas de conversa, com intuito de promover uma maior compreensão da diversidade, equidade e inclusão: “queremos capacitar toda empresa nestes temas e combater os chamados vieses inconscientes que criam as barreiras entre as pessoas.” 

Débora relembra que para a seguradora, as pessoas são o mais importante: “Facilitar que nossos colaboradores possam cuidar e passar mais tempo com quem amam é uma grande conquista para nós. Nossos benefícios foram desenhados para acompanhar a diversidade das famílias e para dar suporte real a elas. Essas ações concretas nos tornam um espaço mais seguro e acolhedor para todos”, conclui. 

Bradesco Vida e Previdência: oportunidades para o seguro de vida em 2026

Estevão Scripilitti, diretor da Bradesco Vida e Previdência

A Bradesco Vida e Previdência acredita que 2026 será um ano estratégico para a expansão do segmento de seguro de vida no país. O movimento é impulsionado por clientes cada vez mais atentos à necessidade de um planejamento financeiro completo e integrado. 

Nesse contexto, uma pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada pela companhia, mostra que a adesão ao seguro de vida é 2,5 vezes maior entre brasileiros mais organizados financeiramente. Quatro em cada dez pessoas que possuem previdência privada também contam com a proteção de um seguro de vida. 

Já no cenário global, no estudo World Life Insurance Report 2026, conduzido pela Capgemini, é observada uma mudança expressiva na percepção dos clientes. Entre os mais jovens, especialmente os com idade inferior a 40 anos, cresce o interesse por seguros “para viver”, que entregam valor imediato, benefícios tangíveis e flexibilidade. 

Para Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência, os dados convergem para uma mesma direção. “Percebemos uma maior consciência sobre riscos, o que coloca o seguro de vida em uma agenda estratégica para 2026. O produto passa a ocupar um papel mais amplo no planejamento financeiro e no bem-estar familiar ao longo da vida”, analisa o executivo. 

No Brasil, esse potencial é ainda maior, considerando o gap de proteção. “Quem se antecipa às expectativas do cliente e atua de forma consultiva, amplia a participação de mercado, fortalecendo relações de longo prazo. Em 2026, nosso compromisso segue em integrar inovação, educação financeira e soluções cada vez mais completas”, sinaliza Malavazi. 

radeA Bradesco Vida e Previdência reforça que o seguro de vida vai além de ser uma proteção para situações extremas. O produto ocupa um papel central no planejamento financeiro e na construção de patrimônio com coberturas como doenças graves e relacionadas à perda de renda. O seguro de vida possui, ainda, benefícios que podem aumentar a eficiência na transferência patrimonial, como impenhorabilidade e isenção de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), quando pago aos beneficiários. 

STF inicia julgamento da ADI da CNseg e Dino vota para derrubar obrigação de crédito de carbono para seguradoras

Começou no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento, em plenário virtual, da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.795, proposta pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) contra o artigo 56 da Lei 15.042/2024 — norma que instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) e, no ponto questionado, determinou que seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais adquiram créditos de carbono (ou cotas de fundos desses ativos) para compor reservas técnicas e provisões, em percentual mínimo anual de 0,5% (reduzido de 1% após alteração legislativa).

O relator, ministro Flávio Dino, abriu a votação com voto pela procedência do pedido da CNseg, para declarar inconstitucional o artigo 56 (caput e parágrafo único), tanto na redação original quanto na redação posterior. A sessão virtual permanece aberta para coleta dos demais votos até 6 de fevereiro, às 23h59.

No voto, Dino afasta as alegações de inconstitucionalidade formal (incluindo a tese de matéria reservada a lei complementar e a suposta quebra do devido processo legislativo), mas acolhe a inconstitucionalidade material. Na leitura do relator, o dispositivo cria um ônus concentrado sobre setores que não são, por sua natureza econômica, os principais emissores de gases de efeito estufa, sem demonstrar nexo lógico entre o critério de diferenciação e o objetivo ambiental pretendido. Com isso, aponta violação ao princípio da isonomia e ao princípio do poluidor-pagador, além de restrição desproporcional à livre iniciativa e à livre concorrência, por impor alocação compulsória de ativos garantidores sem espaço para avaliação prudencial, considerando segurança, liquidez e adequação à natureza das obrigações.

Dino também destaca a ausência de um período de adaptação (vacatio) compatível com o impacto regulatório da medida: a lei foi publicada em dezembro de 2024 e, ainda assim, estabeleceu exigências com efeitos imediatos, afetando planejamento de investimentos e a previsibilidade regulatória, o que, segundo o voto, afronta a segurança jurídica e a proteção da confiança.

A ADI foi ajuizada pela CNseg em 2025 e questiona especificamente a obrigação de “carimbar” parcela das reservas e provisões para crédito de carbono — um universo que a própria confederação estimou em cerca de R$ 9 bilhões, dado o volume de recursos sob regulação prudencial. A entidade sustenta, entre outros pontos, que a imposição pode gerar distorções de oferta e demanda em um mercado ainda em consolidação, com risco de liquidez e efeitos indiretos sobre a proteção dos segurados e participantes, já que esses recursos têm destinação vinculada ao pagamento de indenizações e benefícios.

Com o voto inaugural do relator pela procedência, o resultado dependerá da formação de maioria no plenário virtual. Se o entendimento prevalecer, o artigo 56 será retirado do ordenamento (com efeitos a serem definidos no julgamento, caso haja debate sobre modulação), mantendo-se, por outro lado, a possibilidade de o Congresso revisitar o tema por outro desenho normativo — desde que amarrado a critérios técnicos e constitucionais, inclusive quanto à transição e aos parâmetros prudenciais aplicáveis ao setor.