Banestes firma parceria com Zurich para oferta de produtos de seguros

Fonte: Baneste

O Banco do Estado do Espírito Santo firmou parceria comercial com a Zurich Minas Brasil Seguros S.A para potencializar os produtos de seguridade do Banestes. A seguradora multinacional venceu o processo seletivo, que tem por objetivo fortalecer a atuação da Banestes Seguros e da Banestes Corretora no mercado. Ao todo, 15 empresas participaram da concorrência.

Segundo o fato relevante, a parceria com a seguradora multinacional vai aprimorar a experiência dos clientes e usuários por meio da oferta de um portfólio de produtos de seguridade mais completo e soluções mais modernas. Com a ampliação da lista de produtos, a expectativa é aumentar a lucratividade do banco estadual.

“Estamos felizes em concretizarmos o acordo. Há uma diversidade de serviços a serem explorados na seguridade e firmar essa parceria acelera nosso processo de crescimento. O aumento nos resultados virá como consequência”, destacou o presidente do Banestes, José Amarildo Casagrande.

Atualmente, o Banestes já mantém parcerias de sucesso para oferecer produtos de terceiros nas áreas de capitalização e previdência privada, com a Icatu; uma plataforma de investimentos, com o Banco Genial; oferta de uma família completa de cartões de crédito, com a Visa; e consórcios, com a Embracon.

A iniciativa por meio do acordo e cooperação técnica para novos produtos visa fortalecer as empresas Banestes Seguros e Banestes Corretora. Também, servirá para expandir sua capilaridade regional, ofertar produtos mais competitivos e trazer resultados financeiros expressivos para as instituições ligadas ao Banestes.

Lucro das seguradoras volta ao patamar pré-pandemia em novembro de 2022

Depois de indenizar quase 300 mil famílias por mortes relacionadas a Covid-19, outros bilhões para produtores rurais com perdas pelas intempéries do tempo como seca e excesso de chuvas e milhares de motoristas de automóvel envolvidos em acidentes ou roubos, as seguradoras conseguiram retomar o patamar de lucratividade de 2019. Até novembro de 2022, o ganho ultrapassou R$ 15,7 bilhões, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), consolidados pela consultoria Siscorp. O valor mais do que dobrou, considerando os R$ 7,12 bilhões em mesmo período de 2021. Em 2020 e 2019, o ganho médio situou-se em R$ 16 bilhões no mesmo período analisado.

A Bradesco, que representou R$ 2 bilhões do lucro total até novembro de 2021, avançou para R$ 3,8 bilhões até novembro de 2022. O Banco do Brasil passou de R$ 1,98 bilhão para R$ 3,7 bilhões. A Caixa de R$ 1,97 bilhão para R$ R$ 2,4 bilhões. Somadas as três maiores que compõem o clube do bilhão, representam R$ 10 bilhões em ganho, restando cerca de R$ 5,7 bilhões para as outras 50 seguradoras ativas no país.

O número de seguradoras amargando prejuízo recuou. Em novembro de 2021, a lista somava 14. Em 2022, sete. É um resultado expressivo e mostra que todo o mercado de seguros colheu frutos dos reajustes de preços em seguro rural e em automóvel, do lançamento de produtos como proteção para roubo e furto de PIX e celulares, da melhora da jornada do cliente, excepcionalmente em vida e residência, e da expansão da base de distribuição de corretores, bancos digitais e varejistas.

Parabéns aos envolvidos. Principalmente para aqueles que investem em políticas sustentáveis, como o treinamento incansável e gratificações para a equipe de funcionários e para os corretores, dois times que, comprometidos, são essenciais para levar proteção de seguros para toda a sociedade. E também ao time de comunicação, que finalmente ganhou status de prioridade na estratégia das companhias, com uma importância similar ao do marketing.

2023 está apenas começando e estamos ansiosos para divulgar tantas novidades colocadas nos planejamentos de todos que compõem este setor formado por 161 seguradoras, 119 empresas de resseguros, 16 sociedades de capitalização, 13 entidades abertas de previdencia complementar, 937 seguradoras e planos de saúde. Juntas, geram 225 mil empregos, de acordo com dados da CNseg, a confederação nacional das seguradoras.

CNseg comemora mais de 188 milhões de visualizações da campanha “Seguro para tudo e para todos”

Fonte: CNseg

A campanha de comunicação realizada pela CNseg com apoio das Federações em 2022 gerou resultados surpreendentes: as ações resultaram em mais de 188 milhões de impactos. Ou seja, foram mais de 188 milhões de vezes em que a campanha foi visualizada nos diferentes canais na qual foi veiculada. Cada visualização da campanha, seja em TV, mídia social, mobiliário urbano, aeroporto ou pesquisa do Google, conta como um impacto.

O rádio e o digital (que inclui, não apenas as mídias sociais, mas também o site da campanha e ações no Google) foram destaque, trazendo a maior contribuição para os indicadores apresentados. Esse desempenho foi seguido de perto pelo metrô – a campanha incluiu peças em estações do Rio de Janeiro e nas linhas mais movimentadas de São Paulo.

Para aumentar alcance e repercussão já no lançamento da campanha, foram negociadas inserções do filme principal na Globo, nas praças de São Paulo, Rio e Brasília, assim como na Band, com alcance nacional. Esse esforço permitiu que a campanha atingisse mais de 13 milhões de espectadores na TV aberta. A campanha também foi reforçada na TV paga, onde alcançou o Brasil através de CNN e Globo News, aproveitando a alta na audiência durante o período eleitoral. Diversas outras capitais do país foram atingidas através de GNT, Viva, Multishow, Megapix e Universal Channel.

Como saldo final, somando ações online e offline, a campanha conseguiu atingir todos os estados do Brasil. O site da campanha recebeu, inclusive, acessos de todos os demais países da América Latina. A campanha nasceu dos insights produzidos por uma pesquisa do Datafolha, realizada pela Confederação em 2018, e que demonstrou a distância da população para com o universo dos seguros. Foi percebido grande desconfiança e uma percepção de que os produtos do setor são caros e inacessíveis, quando isso não é verdade.

O próprio Conselho Diretor da CNseg entendeu à época que havia a necessidade de uma ação de comunicação robusta para educar a população. Para Carla Simões, Superintendente de Comunicação e Imprensa da CNseg: “Nosso grande desafio estava em lançar uma campanha que não era focada em produto, mas no conceito do seguro, em seus benefícios. A ideia de ‘Seguros. Pra tudo e pra todos’, nasce dessa necessidade de mostrar que o seguro é democrático e abrangente, que ele cabe em todos os bolsos e necessidades.

Esse movimento contou não apenas com os esforços do time de comunicação da Confederação, mas também com as Federações que compõem a CNseg e as empresas que integram a Comissão de Comunicação e Marketing. No lançamento da campanha foi realizado um esforço junto às seguradoras para que reverberassem nossa mensagem. Esse ‘Dia D’ ficou marcado nas mídias sociais e aconteceu no mesmo dia de estreia do filme na TV, para criar uma grande onda em prol de desmistificar e aproximar o seguro da população.

Mas esse foi apenas o começo. O desafio de educar a população e desmitificar os produtos de seguros é constante e não pode ser resumido em uma única ação. Colhemos bons resultados em 2022 e, justamente por isso, vamos estender e sustentar a campanha nos primeiros meses de 2023. Queremos que todos os brasileiros tenham a certeza de que Seguros, Previdência Privada, Saúde e Capitalização, são pra tudo e pra todos.”

Open Finance é destaque no planejamento das seguradoras de previdência e vida em 2023

O Open Finance foi uma das pautas relevantes em 2022 para as seguradoras que atuam com previdência e vida e segue no radar em 2023. Leia o que alguns executivos do setor dizem sobre os impactos do mercado aberto, que promete intercâmbio de dados entre investimentos, seguros, previdência, e certamente acirrará ainda mais a competição entre as seguradoras. Até setembro de 2023 já será possível que os clientes autorizem que as informações relacionadas ao seu cadastro e aos seus produtos, como o histórico de pagamento de prêmios, as coberturas contratadas, os sinistros ocorridos, possam ser compartilhadas entre as empresas participantes do open insurance.

Alexandre Camillo, titular da Susep – Não acredito que o consumidor tenha a percepção do benefício da concorrência do Open Finance, pois no setor a grande maioria das apólices tem renovação anual, o que dá ao cliente a chance de rever as condições e buscar uma oferta a cada renovação. O sistema aberto de informações financeiras veio para ficar e vai sim estimular a concorrência nos produtos financeiros. Ainda há muita insegurança em compartilhar dados financeiros. À medida que as pessoas forem testando e tendo boas experiências acredito que o Open Finance vai decolar e será uma referencia para diversos países como é hoje o PIX. O Brasil está a frente desta inovação e há muito interesse do mundo sobre este tema. O mundo nos observa e temos muito a acrescentar neste tema. 

Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg – Esse ecossistema ampliará a competitividade no setor que hoje conta com 160 seguradoras e 140 resseguradoras no País. Os consumidores terão uma forma padronizada de compartilhar suas informações com seguradoras, entidades abertas de previdência e empresas de capitalização, permitindo a formulação de propostas mais adequadas às suas necessidades. As empresas terão um novo canal de distribuição e a possibilidade de desenvolvimento de produtos próprios para o meio digital. Teremos uma indústria mais dinâmica e um ambiente propício ao desenvolvimento de produtos, processos e serviços com custos menores para o segurado.

Jorge Nasser, diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência – A competição no mercado de previdência vem sendo intensa nos últimos anos, com um processo de portabilidade bastante simplificado e mais agentes em ação. É uma das poucas modalidades de investimento que possibilitam essa transição sem ônus tributário. Esse talvez tenha sido o primeiro teste a caminho de um negócio concorrencial mais aberto. O compartilhamento de dados será um ingrediente adicional de fomento à competição.  

Nesse cenário, as seguradoras vêm se preparando tanto com grades mais diversificadas de produtos, quanto no aprimoramento de serviços e jornadas para atendimento mais próximo e célere ao cliente. Cada empresa está ajustando suas ferramentas para o melhor uso das novas informações disponíveis, pois o ambiente competitivo estará um degrau acima quando a escala de compartilhamento de dados se intensificar.

Na Bradesco Vida e Previdência, temos buscado ampliar e facilitar, cada vez mais, a comunicação com o cliente. Reforçamos nossas ações de CRM, com ofertas assertivas para fidelização da base de clientes, pois acreditamos a capacidade de entender o cliente e seus principais anseios, necessidades e objetivos em cada etapa de sua vida será um poderoso diferencial.

Além disso, sempre com a coordenação da Bradesco Asset Management, estamos ampliando a participação de gestores terceiros, de forma a possibilitar uma oferta ainda mais sofisticada e customizada de produtos. Atualmente, a empresa já possui mais de R$ 15 bilhões de reservas de previdência com gestão de mais de 30 parceiros externos. Nos últimos três anos, realocamos cerca de 50% de nossa base para carteiras mais diversificadas, com planos modernos e taxas mais competitivas, em reavaliações sistemáticas das alocações de cada indivíduo.

Sandro Bonfim da Costa, superintendente de Produtos da Brasilprev – A Brasilprev entende que o Open Finance terá um importante impacto no mercado financeiro e de seguros, possibilitando atingir cada vez mais pessoas e garantindo produtos mais personalizados. Entendemos que o Open Finance pode configurar uma nova forma de relacionamento com os clientes e potenciais clientes. Assim, estamos desenvolvendo nossa estrutura corporativa, sistemas e processos tanto para cumprimento de todas as exigências legais quanto para aproveitar as oportunidades que essa nova forma de fazer negócio trará, pois vemos o sistema como uma possibilidade de ampliar nossos canais de prospecção e de atendimento, para, ao final do dia, trazer produtos e serviços cada vez mais personalizados às necessidades e objetivos dos clientes. Com aumento significativo da oferta de fundos e da complexidade de teses de investimento nos planos de previdência, além da rentabilidade, outro fator crítico de sucesso para o Open Finance será o apoio dado ao cliente para escolha do fundo mais adequado. 

Considerando esses fatores, a Brasilprev tem trabalhado fortemente a questão da importância da diversificação de investimentos junto aos seus clientes, apoiando na seleção dos melhores fundos frente ao cenário econômico, objetivo e perfil, e isto não deve mudar com o Open Finance, pois o conceito está relacionado com a importância de fomentar a cultura previdenciária do brasileiro.

Um exemplo de produto da Brasilprev que tem como foco facilitar a decisão do cliente e gestão do plano é o chamado de Ciclo de Vida. Essa família de fundos proporciona a gestão automática da alocação entre renda fixa e renda variável, sendo que a alocação em renda variável é reduzida gradativamente à medida que se aproxima o prazo para uso dos recursos acumulados, visando reduzir o risco. Hoje, oferecemos fundos Ciclo de Vida com datas-alvo para 2030, 2040 e 2050. Todos têm em comum a aplicação maior em renda variável no começo e redução gradativa do grau de risco da carteira na medida em que for chegando o prazo definido pelo cliente para utilização dos recursos.

José Paulo Vasconcelos, diretor de Planejamento Projetos e Processos, da MAG Seguros – Assim como o open insurance, o open finance visa a proporcionar mais facilidade e praticidade para o público diante dos produtos e serviços financeiros. Deste modo, ele abrirá oportunidades para que novas soluções sejam criadas e, assim, não só atender, mas superar as expectativas dos clientes. O open finance sempre foi uma boa notícia para a MAG porque nossos produtos têm condições específicas bem interessantes. Nosso portfólio de produtos é reconhecidamente um dos melhores do mercado tanto em quantidade quanto em qualidade. 

Dentro deste contexto de open finance destacamos três pontos: o primeiro é que a partir do momento em que o cliente final conseguir acessar mais informações pelo open finance, a MAG Seguros entende que será uma vantagem competitiva importante a fim de trazer solidez para nossa posição mercadológica. Já a segunda questão vai além dos produtos. A companhia possui uma arquitetura de tecnologia bastante flexível e escalável o que nos permite criar soluções em tempo real, sendo está também uma vantagem competitiva muito importante neste movimento causado pelo open finance. E, por fim, vale ressaltarmos que a MAG trabalha, neste momento, com mais afinco nas tratativas e as qualidades dos dados que irão compor as informações das ofertas e das condições dos nossos produtos para que quando o mercado vir para o open insurance e, consequentemente também para o open finance, estejamos prontos tecnologicamente para atender essa demanda.

Rachel Ferreira Bonel, diretora de controles internos da Icatu –  Acreditamos que, do ponto de vista do mercado de previdência, através não somente do Open Insurance, mas sobretudo do Open Finance (que inclui o Open Investment), o mercado passará por uma transformação digital, que deve proporcionar mais autonomia e assertividade no processo de contratação e portabilidade dos consumidores. Considerando que o cliente é o detentor dos seus dados pessoais, ele poderá buscar as opções que mais condizem com o seu perfil de investimento e ao mesmo tempo, espera-se que as participantes desenvolvam análises e ferramentas que as permitirão oferecer produtos cada vez mais personalizados e adequados à realidade de cada indivíduo. Esses movimentos, de ambos os lados, possivelmente provocarão portabilidades entre as seguradoras, bem como a angariação de novos clientes ao mercado de Previdência.  A rentabilidade é certamente muito importante. Embora a previdência privada venha ganhando mais notoriedade, ainda há muitas dúvidas em relação ao produto.

Roberto Teixeira, responsável por seguros na XP – O Open Finance pode ser um catalisador deste processo de portabilidade, trazendo um arcabouço tecnológico mais moderno para as seguradoras e ao mesmo tempo permitindo de fato a inserção do planejamento para investimentos de longo prazo dentro de um único contexto. Com o Open Finance será possível prover uma assessoria financeira completa para os clientes considerando investimentos, previdência, banking, financiamentos e muito mais. Será de fato um momento ímpar onde toda vida financeira do cliente pode ser tornar visível para a prestação de uma assessoria de excelência. Obviamente tudo isso com segurança e privacidade garantidas.

Samuel Torres, consultor financeiro da fintech Onze – Acredito que com o Open Finance e o consequente aumento da competição e facilitação da portabilidade, a rentabilidade se tornará sim mais importante. Em um estudo recente da Onze, verificamos que 88% dos fundos de previdência de renda fixa e multimercado apresentaram performance inferior ao CDI nos 10 anos findos em 31 de maio de 2022. Assim, saber selecionar e oferecer os melhores fundos para os clientes tende a ficar ainda mais importante com o Open Finance. Mas com o acesso cada vez mais amplo aos produtos de investimento, acredito que apenas oferecer produtos com boa rentabilidade pode não ser suficiente. Agregar serviços adicionais, como suporte de especialistas não enviesados (que não ganham comissão por vender produtos de investimento) para a auxiliar na escolha dos investimentos mais adequados a cada investidor e em outras decisões financeiras, tende a ficar cada vez mais importante.”

SulAmérica lança novo fundo de previdência em parceria com a Quasar Asset

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica Investimentos, uma das maiores gestoras independentes do país, está lançando um novo fundo de previdência em parceria com a Quasar Asset. O produto SulAmérica Quasar Prev FI RF Crédito Privado promete o retorno de 100% do CDI e mais 1% ao ano, por meio de alocação em ativos como debêntures, letras financeiras, CDB’S e FIDC’s de baixo risco de crédito (limitado a 20%).

Com taxa de administração de 0,9% a.a., o fundo possui alocação em caixa limitada entre 10% e 20% do patrimônio, liquidez em D+7, classificação de risco baixo e é destinado a investidores no geral. A novidade surge como uma opção para aqueles que buscam retornos significativos e uma carteira diversificada. 

“Estamos passando por um período positivo tanto para a renda fixa quanto para o crédito privado, e a SulAmérica Investimentos conta com uma equipe especializada em ambas as classes de ativos. A colaboração de profissionais seniores garante que a gestora ofereça produtos cada vez mais sofisticados”, destaca Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

Capitalização cresce 16,8% até novembro e caminha para encerrar 2022 com resultado recorde

Fonte: Fenacap

O mercado de Capitalização cresceu – no acumulado janeiro-novembro de 2022 –, 16,8% sobre igual período de 2021, com receitas que totalizaram R$ 25,9 bilhões. Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), esse desempenho reforça a retomada do setor e a perspectiva animadora para 2023. As reservas técnicas, que demonstram a solidez financeira do segmento, atingiram R$ 36,8 bilhões, alta de 10,8%. Elas ajudam para a formação de reserva interna e nos investimentos econômicos e sociais. 

Por região, o Norte apresentou maior crescimento (29,3%), seguido do Nordeste (25,7%), Centro-Oeste (21,3%), Sul (16,2%) e Sudeste (14,0%). Denis Morais, presidente da FenaCap, explica que a Capitalização cumpriu o seu papel como um instrumento de geração de reserva de emergência, ao mesmo tempo que injetou R$ 19,8 bilhões oriundos de recursos provenientes de resgates e sorteios na economia brasileira. 

Foram cerca de R$ 5,8 milhões liberados na economia a cada dia útil deste ano. “O nosso objetivo é manter o crescimento em dois dígitos no próximo ano e voltar aos índices de desempenho verificados nos anos anteriores à pandemia. O desempenho foi positivo em todos os estados do país”, explica Denis Morais.

Outro ponto importante verificado no período foi o volume de recursos pagos pela modalidade Filantropia Premiável, em que o consumidor cede o direito de resgate de sua reserva para uma instituição previamente credenciada pelas empresas de Capitalização, permanecendo com o direito de concorrer a prêmios. Nestes 11 meses de 2022, os produtos contribuíram com um aporte de mais de R$ 1,36 bilhão  às entidades que realizam ações voltadas ao trabalho social.

Os títulos tradicionais de Capitalização continuam liderando as vendas, com 74% da receita, seguidos pelas modalidades Filantropia Premiável (11%), Instrumento de Garantia (11%) e Incentivo (3%). Popular e Compra Programada somam o 1% restante. 

“É importante ressaltar que um dos diferenciais competitivos da Capitalização é a sua diversidade e a sua capacidade de se reinventar. Com os avanços regulatórios, o setor deixou de ter praticamente uma única opção de produto para se transformar em um segmento capaz de criar outros modelos de negócios, com atuação de produtos em garantia de aluguel, filantropia, ações de marketing voltadas à retenção de clientes, só para citar alguns exemplos”, complementa Denis Morais.

Depois das resseguradoras, seguradoras de navios cancelam cobertura de riscos de guerra na Rússia, Ucrânia e Belarus

guerra seguros

Fonte: Reuters

Os resseguradores, que seguram companhias de seguros, costumam renovar seus contratos de 12 meses com clientes de seguros em 1º de janeiro, dando-lhes a primeira oportunidade de reduzir a exposição desde o início da guerra na Ucrânia, depois de sofrer este ano com perdas relacionadas ao conflito e estragos provocados por catástrofes naturais como o furacão Ian.

Os clubes de P&I (Proteção e Indenização) dos EUA, Norte, Reino Unido e Oeste não podem mais oferecer cobertura de risco de guerra para certas responsabilidades na região a partir de 1º de janeiro, disseram eles em avisos recentes em seus sites. A Clubs está entre as maiores seguradoras de P&I, cobrindo cerca de 90% das embarcações oceânicas do mundo.

O Clube de Proteção e Indenização do Reino Unido disse em 23 de dezembro que o problema surgiu porque as resseguradoras, também conhecidas como resseguradoras, não estavam disponíveis para resseguro.

Ela acrescentou: “As companhias de resseguro do clube não são mais capazes de segurar o resseguro da exposição ao risco de guerra aos riscos regionais russos, ucranianos ou bielorrussos”.

A US P&I disse em 23 de dezembro que havia recebido um “aviso de cancelamento” para a região de resseguradoras de risco de guerra e estava cancelando seu seguro como resultado.

As embarcações geralmente têm seguro P&I, que cobre reivindicações de responsabilidade de terceiros, incluindo danos e lesões ambientais. A documentação separada do casco e do maquinário cobre as embarcações contra danos físicos.

Três fontes de seguro P&I disseram que a retirada da cobertura para a Ucrânia e a Rússia se aplica a alguns, mas não a todos os tipos de apólices oferecidas pelos clubes P&I.

“Isso é impulsionado pelo resseguro”, disse Stephen Ripert, vice-diretor global de subscrição da North, acrescentando que os resseguradores estão limitando sua exposição à região e “essas exceções precisam ser repassadas”.

Fontes da indústria dizem que as exclusões tornarão mais difícil para os afretadores encontrar seguro e aumentar as taxas e podem significar que alguns navios navegam sem seguro.

Provedores de resseguros incluem Hannover Re, Munique Re, e Swiss Re, bem como sindicatos no Lloyd’s Market of London. Todas as empresas se recusaram a comentar.

A Reuters informou no início deste mês que uma cláusula contratual proposta por resseguradoras exclui reivindicações relacionadas à guerra para aeronaves e embarcações na Ucrânia, Rússia e Bielo-Rússia.

Em meio a essas restrições, o governo do Japão cobrou da seguradoras que aceitem continuem oferecendo seguro marítimo para embarcações que transportam gás natural e liquefeito pelos mares da Rússia.

Estadão: Tesouro lança título de ‘aposentadoria’

Fonte: Estadão

No aniversário dos 20 anos do programa Tesouro Direto, o governo criou um novo título público voltado especialmente para funcionar como uma renda adicional à aposentadoria. O título, que recebeu o nome de Tesouro RendA+, poderá ser comprado pelas pessoas físicas a partir de 30 de janeiro. O pagamento poderá ser feito por Pix.

É um título que entrará na cesta de papéis do programa Tesouro Direto de venda pela internet para atender investidores que querem complementar sua aposentadoria. Hoje, o valor máximo de aposentadoria que o INSS paga aos beneficiários é de pouco mais de R$ 7 mil.

Há um período de acumulação, no qual o aplicador não recebe o pagamento pelo Tesouro do fluxo de juros do papel, como ocorre com papéis com características semelhantes. Com o Tesouro RendA+, o aplicador escolhe uma data de aposentadoria e garante renda complementar por 20 anos (240 parcelas) após o vencimento do papel.

Essas parcelas funcionam como aposentadoria complementar ou salário extra quando as pessoas estiverem mais velhas.

O decreto de criação do Tesouro RendA+ foi publicado, na semana passada, no Diário Oficial da União. Ele é um título da série NTN-B, que são papéis que garantem ao investidor a inflação oficial, o IPCA, mais uma taxa de juros. Hoje, os juros estão acima de 6% ao ano.

O valor recebido por 20 anos é mensalmente corrigido pela inflação, garantindo assim o poder de compra. Se a data da aposentadoria for em 2060, por exemplo, o investidor compra títulos com esse prazo de vencimento. Nessa data, ele passa a receber a renda até 2080. Serão ofertados oito prazos de vencimento, com intervalos de cinco anos, de 2030 a 2065.

Ao Estadão, o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, diz que o título dá opção de planejamento para a aposentadoria, demanda dos investidores do Tesouro Direto, que há duas décadas ampliou a base de investidores em papéis do governo federal. Até então, os títulos públicos não podiam ser comprados diretamente por pessoas físicas.

O foco do Tesouro RendA+, afirma ele, é a simplicidade. “É um produto simples. O investidor só tem de saber quando quer se aposentar e quanto quer receber”, diz. Um simulador no portal do Tesouro Direto faz a conta para o investidor e diz quantos títulos precisam ser adquiridos para o investidor receber a “aposentadoria” desejada. “Nosso foco era fazer um produto simples que qualquer cidadão entendesse, como o celular, que é um aparelho complexo mas todo mundo sabe utilizar.”

O título foi inspirado no trabalho dos professores Robert Merton (Nobel Economia em 1997) e Arun Muralidhar, que introduziu o conceito de SeLFIES. Os SeLFIES são produtos financeiros que facilitam o processo de poupar para uma previdência complementar.

Arrecadação do setor de seguros avança 16,6% até novembro, para R$ 321 bilhões

O setor de seguros teve arrecadação de R$ 321,05 bilhões no acumulado até novembro de 2022, crescimento de 16,6% em relação ao mesmo período em 2021. “O setor de seguros segue evidenciando sua capacidade de crescimento ano após ano. Acredito que essa tendência deverá se manter e o setor manterá uma participação importante no PIB brasileiro.” afirma o superintendente da Susep, Alexandre Camillo.  

De acordo com os dados de novembro, nos seguros de pessoas e danos, o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante acumulado de R$ 24,42 bilhões. O valor é referente a um crescimento de 15,8% em relação ao mesmo período de 2021. 

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 25,8% na arrecadação de prêmios em relação do acumulado até novembro de 2022 com o mesmo período de 2021. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 44,99 bilhões no acumulado até o décimo primeiro mês de 2022, obtendo um valor de 31% a mais do que o mesmo período de 2021.  

A sinistralidade do seguro de danos em novembro de 2022 fechou com 50%, tendo um aumento comparado ao mês passado, que teve o valor de 44,8%. Em contrapartida, houve uma redução importante em comparação ao mesmo mês de 2021, que teve a sinistralidade de 56,3%.  

No seguro de pessoas, a sinistralidade de novembro de 2022 foi de 30,1%, um pouco inferior dos 31,5% do mês anterior, e bem abaixo dos 35,5% observados em novembro de 2021.  

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 40% na arrecadação de prêmios no acumulado até novembro de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais também se destacaram, obtendo crescimento de 34,1%. 

SulAmérica prioriza qualidade da rede e benefícios para cliente ter um plano de saúde que caiba no bolso

O plano de saúde está entre os principais desejo de consumo da população por um motivo obvio: ele nos ajuda a gerenciar nossa saúde física e mental e financeira. Com saúde, vamos atras de tudo. Sem um plano de saúde, podemos perder a qualidade de vida. Quantas pessoas vocês conhecem que estão vivas porque tiveram o apoio do plano de saúde para se tratar de doenças e se recuperar de acidentes? Eu conheço várias. E quantas morreram porque não tiveram a chance de ter um atendimento no tempo certo? Muitas também.

Só que não está fácil pagar um plano de saúde. E a SulAmérica sabe disso e tem investido para levar ao consumidor uma proposta de valor, com custo benefício relevante ao consumidor. Por isso eu chamei aqui hoje três feras do setor para conversar com o Sonho Seguro News, o podcast da Denise Bueno: Luciano Lima, diretor comercial, Adriana Lins, superintendente de Relacionamento com clientes Saúde e Odonto SulAmerica Seguros, e Edu Nascimento, fundador & CEO da corretora de seguros CBN WellTech Benefícios.

Entre as iniciativas da SulAmérica estão os lançamentos de produtos regionais, a qualidade na rede de hospitais credenciados, dos médicos e dos laboratórios, bem como benefícios como o programa Saúde Integral, que ajudam os clientes a gerenciar a saúde para que possam apreciar a vida com mais qualidade, e o Gympass, entre tantos outros.

Ouça abaixo o podcast disponível no SpotifyApple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.