Fenaprevi apresenta dados inéditos do mercado de previdência privada

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Fonte: Fenaprevi

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi passa a disponibilizar um novo formato do relatório mensal que agora passará a trazer dados inéditos do mercado de previdência privada aberta no país. O documento, no entanto, continuará a apresentar as informações de rotina, tais como os resultados da captação bruta, resgates, captação líquida, provisões técnicas e ativos.

O novo modelo irá apresentar já, a partir de dezembro, o número total de brasileiros que possuem previdência privada, filtrado pelo CPF dos proprietários, divididos em “total de participantes”, além das categorias “planos individuais e coletivos”.

Será possível verificar ainda a quantidade de planos comercializados, que além de possuírem as mesmas aberturas para total, individual e coletivo, serão segmentados pela fase em que se encontram – de acumulação ou de recebimento. Também estão detalhados os percentuais de planos separados por tipo de produto (PGBL, VGBL, Tradicionais, etc).

Os resgates também estarão mais detalhados no levantamento, que trará os volumes total e parcial resgatados, por tipo de produto e o número de participantes que solicitaram a retirada dos valores. Outra novidade da publicação é a quantidade de beneficiários e o valor pago em benefícios por tipo de renda (sobrevivência, pensão, renda por invalidez e pecúlio). 

Por fim, também estarão disponíveis mais gráficos, tabelas e quadros que irão melhorar a leitura e demonstrar de maneira ainda mais simples os indicadores apresentados.

De acordo com a Fenaprevi, a ideia de reformatar a publicação veio para “facilitar mais a compreensão dos dados do mercado de previdência privada aberta não somente para as empresas associadas poderem visualizar as informações consolidadas, como para melhor utilizá-las a fim de aperfeiçoar as discussões técnicas e a tomada de decisões”.

A Federação ainda explica que a iniciativa vem para atender às demandas de parceiros, publicações setoriais e da própria imprensa, “que poderão ter uma melhor percepção do quanto é expressivo esse mercado no Brasil e o tamanho de seu potencial”.

MAG Seguros oferece Programa de Educação e Planejamento Financeiro a seus colaboradores

Fonte: MAG 
 

Conceitos econômicos, investimentos, planejamento sucessório: esses são alguns dos temas que os profissionais da MAG Seguros, companhia de 187 anos especializada em seguro de vida e previdência, poderão aprender no mais recente programa de capacitação da companhia. O Programa de Educação e Planejamento Financeiro, que vai ser realizado a partir do ano que vem, será oferecido gratuitamente para funcionários do grupo Mongeral Aegon que façam parte do quadro de colaboradores da empresa há pelo menos seis meses.

Oferecido pela MAG Universidade, o curso exigirá a conclusão de três módulos (Elementar, Intermediário e Avançado) num prazo inicial de oito meses – as disciplinas serão ministradas de forma remota, com aulas online (disponíveis na plataforma), aulas ao vivo (transmitidas via Zoom e posteriormente disponibilizadas para consulta) e atividades de avaliação.

“É indispensável que os profissionais de seguros se especializarem cada vez mais, ampliando a visão sobre Educação e Planejamento Financeiro. Com o Programa, estamos oferecendo a nossos colaboradores a possibilidade de aprender mais sobre o negócio. Para o corretor, em especial, é uma oportunidade de ampliar a atuação, tornando-se ponto focal do cliente para toda e qualquer necessidade de proteção financeira”, explica Luciana Rosa, gerente de desenvolvimento comercial da MAG Seguros.

O módulo Elementar, por exemplo, apresentará aos participantes conceitos de economia, investimentos, aposentadoria e planejamento financeiro. Já os alunos do Intermediário verão aulas com foco direcionado ao planejamento sucessório familiar e empresarial, além de longevidade financeira. Já no último módulo, o Avançado, as disciplinas tratarão de prospecção de negócios e gestão de carreira. Profissionais que não façam parte da área comercial também podem optar por participar do programa somente até o módulo Intermediário, sem a obrigatoriedade de conclusão do Avançado (voltado mais diretamente para a oferta de soluções).

O Programa de Educação e Planejamento Financeiro será realizado com turmas cíclicas, permitindo uma maior flexibilidade e a adequação do conteúdo ao nível do conhecimento do participante. A princípio, foram oferecidas 100 vagas para os módulos Elementar e Intermediário, mediante prova de avaliação. O curso dará direito a certificado e as aulas começam em fevereiro. 

ag“Nossa expectativa é que os participantes apliquem os conhecimentos em suas funções profissionais, mas temos certeza de que o aprendizado ainda trará a eles um melhor entendimento da gestão de suas próprias finanças, com benefícios para suas vidas pessoais e a perspectiva de planejar um futuro mais tranquilo e seguro”, conclui Luciana Rosa.

Alper realiza a 14a aquisição e adquire startup de agronegócio

marcos couto alper corretora de seguros

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros realiza sua 14a aquisição e compra a “Me sinto seguro” – startup de tecnologia orientada a transformar a experiência de distribuição e gestão de seguros agro, e ainda oferece o serviço de cotação de seguro agrícola em várias seguradoras. A startup é a primeira aquisição da AlperTech, empresa lançada em novembro, com uma estrutura totalmente voltada para tecnologia e inovação, para que a companhia possa desenvolver e investir no que há de mais disruptivo no mercado para oferecer aos seus clientes soluções de vanguarda.

O CEO da Alper, Marcos Couto, ressalta que há um grande mercado carente de tecnologia. Ele lembra que uma aquisição como essa, além de facilitar a cotação, acelera a contratação do seguro, além de criar benchmarkings de mercado que podem auxiliar até o nível de aceitação de riscos das seguradoras.

“Com essa aquisição nós queremos modernizar e ampliar a nossa atuação e serviços para diversas culturas, oferecendo novas soluções que possam auxiliar o produtor rural, entregando produtos mais tecnológicos para o ecossistema do agronegócio.”, reforça André Lins, VP de Agro da Alper.

De acordo com Gustavo Croitor, Chief Digital Officer da Alper, responsável pela transformação digital da companhia, a AlperTech nasceu com o objetivo de investir em tecnologia e inovação em toda a cadeia de seguros para oferecer soluções e facilidades a todos os perfis de clientes. Ele lembra que hoje, o processo de contratação do seguro agrícola é “manual” e precisa de muito envolvimento humano.
“Com tecnologia focada no agronegócio, a Me Sinto Seguro é uma startup com soluções bem desenvolvidas que facilitam a gestão e contratação de seguros rurais. Agora, após a aquisição, a AlperTech vai acelerar o desenvolvimento do produto agro ampliando a gama de serviços disponíveis nas plataformas digitais – web e app”, explica Croitor.

Vale ressaltar, que essa aquisição reflete todos os investimentos e incentivos que foram feitos nos últimos anos, e colocou a empresa no patamar atual de corretora mais disruptiva do mercado.

Open Insurance promete melhorar a experiência dos clientes na aquisição de produtos de seguro

Fonte: CNseg

O Open Insurance é uma iniciativa regulatória que promete uma melhor experiência para os clientes na hora de adquirir um produto de seguro, facilitando também o processo de tomada de decisão frente aos produtos e serviços das seguradoras.

No vídeo abaixo, a superintendente de Acompanhamento Técnico da CNseg, Karini Madeira, explica um pouco mais sobre esse novo canal de atendimento para o consumidor, que terá acesso a uma oferta de produtos que poderão ser mais aderentes às suas necessidades e capacidade financeira.

Ambiente de negócios para seguradoras segue desafiador em 2023, afirma presidente da Sompo Seguros

Alfredo Lalia Neto, presidente da Sompo Seguros, fala sobre os desafios enfrentados pelo mercado segurador em 2022 e dos que estão na pauta do setor para 2023. “Infelizmente, muitos dos fatores que exerceram influência negativa e tornaram o ambiente mais desafiador ainda não foram solucionadas. As expectativas são de que o PIB brasileiro aponte para o crescimento a partir de 2023. Já a própria necessidade de dinamizar a economia vai abrir espaço para medidas de fomento para projetos de infraestrutura, logística, energia e construção civil; que podem aquecer a economia e trazer novas oportunidades de negócios no segmento de seguros. Por isso, acredito que o ambiente de negócios vai seguir de uma maneira que o setor de seguros vai, mais uma vez, demonstrar competência e seriedade para ser bem sucedido nas oportunidades que virem a surgir”, disse ele ao Sonho Seguro.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:

  1. Chegamos ao final de um ano desafiador para o país. Como foi para a empresa?

O ano de 2022 foi desafiador o setor de seguros brasileiro e global sob diversos aspectos. O conflito entre Rússia e Ucrânia, os fenômenos climáticos e as eleições em nosso país foram alguns dos fatores que exerceram uma certa pressão sobre a economia e fizeram o mercado segurador focar bastante nos aspectos relacionados à gestão e subscrição de riscos, bem como nas estratégias de resseguro. Mesmo assim, o setor de seguros fez a sua parte e apresentou crescimento. Tratando especificamente da Sompo Seguros, foi um ano de grandes transformações. Concluímos o processo de venda da Sompo Saúde para a SulAmérica e estabelecemos o acordo de venda da nossa Linha de Varejo para a HDI. Isso vai nos permitir num futuro próximo estabecer foco em ramos em que já temos expertise e condições importantes de vantagem competitiva frente à concorrência. Além disso, trabalhamos fortemente junto ao mercado para esclarecer essas mudanças e as estratégias da companhia. Com isso, tanto eu quando os demais executivos da companhia participamos de diversos encontros com representantes de entidades e corretores de seguros de todo o País. No quesito relacionamento, um aspecto importante é que nossas equipes comerciais também vem trabalhando substancialmente junto aos parceiros corretores de seguros com o objetivo de fomentar negócios e incrementar a nossa participação em diferentes regiões do país. Eu mesmo visitei as nossas operações e estive em encontros organizados para apresentarmos os planos da companhia e o potencial de oportunidades de negócios em cada localidade. E isso, aliado ao trabalho das nossas equipes das filiais, resultou no aumento da participação da companhia em mercados locais ou no aumento de market share em determinados ramos em mercados regionais, haja vista o crescimento de 32,6% de nossa filial voltada especificamente a negócios de Seguros Corporativos no Norte e Nordeste do País referente ao período de janeiro a outubro de 2022. Já em Minas Gerais, a Sompo Seguros registrou um aumento de 35,6% nos Prêmios Emitidos desse mesmo período e deve fechar o ano em posições de destaque nos rankings estaduais para produtos como Transporte, Benfeitorias e Penhor Rural e Compreensivo Empresarial. Vale considerar que, em âmbito nacional, só até o mês de Outubro de 2022, a Sompo Seguros registrou mais de R$ 3,2 bilhões em Prêmios de Seguros, o que representa um crescimento de cerca de 23%. 

  • E as parcerias com insurtechs?

Na Sompo Seguros, nossas equipes técnicas e nossa área de Inovação acompanham as tendências e trabalham traçando cenários que nos permitem implementar novidades que venham a agregar valor no uso do seguro e experiência do cliente junto à seguradora. Implementamos recentemente uma série de ferramentas que trouxeram uma nova dinâmica nos processos de subscrição, análise, regulação de sinistro e atendimento 24 horas. Por exemplo, a Sompo Seguros desde 2020 já realiza a Vistoria de Campo Mobile, um serviço de vistoria de sinistro por meio do qual o perito de campo vai até a propriedade, preenche e envia o laudo via tablet ou aparelho celular, utilizando recursos de geolocalização e imagens via satélite. Esse é um dos processos que conferiu mais agilidade e comodidade ao segurado, além de mais confiabilidade nas informações prestadas.  Vale ressaltar que nosso foco principal é o cliente. Todo e qualquer produto ou serviço existe ou será lançado para atender ao cliente.

  • Quais segmentos mais se destacaram?

O crescimento da companhia foi potencializado pelo excelente desempenho em alguns ramos, como o de Transporte, por exemplo, que é o segmento em que a companhia mantém a liderança nacional desde 2017. Até outubro desse ano, nossa carteira de Transportes evoluiu 42% e totalizou R$ 638 milhões em Prêmios Emitidos. Já em Benfeitorias e Penhor Rural, que são ramos em que estamos entre as três seguradoras mais expressivas do mercado, acumulamos R$ 237 milhões em Prêmios Emitidos e 43% de crescimento no período. Até o segmento de Seguro Rural, que é um ramo em que investimos a partir de 2019, temos alcançado boa aceitação. E isso nos permitiu um crescimento de 36% e R$ 84 milhões em Prêmios Emitidos até outubro deste ano. 

  • 2023 promete ser novamente desafiador. Quais as suas expectativas para o setor de seguros?

Infelizmente, muitos dos fatores que exerceram influência negativa e tornaram o ambiente mais desafiador ainda não foram solucionadas. A guerra entre Rússia e Ucrânia, por exemplo. Acima do aspecto econômico, é uma questão humana que precisa ser logo resolvida. Cada novo dia de conflito tem uma repercussão muito séria na vida das pessoas diretamente afetadas por aquela situação. Já em termos do setor de seguros brasileiro, teremos, sim, alguns desafios. Mas como já acabaram as eleições e a Copa do Mundo, nosso segmento encontra um cenário mais favorável do que o observado em 2022. A cadeia produtiva do seguro no Brasil é muito engajada na entrega de resultados. Tanto é que não houve recessão ou pandemia que fizesse nosso segmento registrar resultados negativos nos últimos 28 anos, pelo menos. As expectativas são de que o PIB brasileiro aponte para o crescimento a partir de 2023. Já a própria necessidade de dinamizar a economia vai abrir espaço para medidas de fomento para projetos de infraestrutura, logística, energia e construção civil; que podem aquecer a economia e trazer novas oportunidades de negócios no segmento de seguros. Por isso, acredito que o ambiente de negócios vai seguir de uma maneira que o setor de seguros vai, mais uma vez, demonstrar competência e seriedade para ser bem sucedido nas oportunidades que virem a surgir. 

  • Como a Sompo Seguros se prepara para fazer a diferença para corretores e clientes em 2023?

Até a conclusão do processo que envolve a venda da Linha de Varejo para a HDI, seguimos da mesma forma, fomentando negócios tanto nos ramos massificados quanto nos Corporativos. Recentemente implementamos tecnologias e lançamos campanhas de incentivo que trouxeram mais oportunidades de negócios para nossos parceiros corretores de seguros que atuam em ramos massificados. Por isso, como já adiantamos em muitos fóruns ao longo de 2022, esse parceiros de negócios podem seguir contando com a equipe da Sompo Seguros. Já na área de Seguros Corporativos, recentemente, a Sompo Seguros alinhou os apetites de risco e as oportunidades em seguros e resseguro com a Sompo International, que está de olho na captação de negócios no Brasil. Isso nos coloca em uma posição de vantagem competitiva em termos de capacidade de subscrição de riscos e nos permite estruturar modelos de contrato que venham a atender às diferentes particularidades de cobertura dos clientes em segmentos como Automotivo, Logística, Energia, Mineração, Varejo, entre outros. Além da estratégia de se valer de nossa expertise em gerenciamento de riscos, vamos seguir trabalhando para a entrega de qualidade superior que nos fez líder no segmento de Transporte, mas também investir em novas soluções para conquistar market share em ramos como Garantia, Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Engenharia, Property, Responsabilidade Civil e Agronegócio. Entre as medidas para 2023, prevemos a expansão do portfólio de seguros corporativos e a atuação forte de nossas equipes comerciais. A ideia é alcançarmos um crescimento anual entre 20% e 25% e, em cerca de quatro anos, atingirmos a marca de R$ 4 bilhões em Prêmios Emitidos só em produtos corporativos. 

MetLife facilita a venda de plano odontológico para melhorar a saúde bucal dos brasileiros

metlife

A pauta é ter um sorriso lindo. O segmento odontológico conta hoje com 30,4 milhões de clientes, o que corresponde a 14% da população. Vamos falar dos planos odontológicos oferecidos pela MetLife e que tem o propósito de melhorar a saúde bucal dos brasileiros. 

Segundo Marcelo Tomei, diretor comercial da MetLife, as vendas estão em crescimento no mercado e a MetLife está atenta e tem se consolidado como um importante player na distribuição de planos odontológicos para empresas e em vendas aos clientes finais através das parcerias. “Como resultado crescemos 40% nos planos individuais no último ano, devido a uma forte expansão dos canais de distribuição e o maior acesso das pessoas as nossas soluções”, conta ele nesta conversa do podcast.

O brasileiro está cada vez mais preocupado com a saúde. De acordo com o “Painel da Odontologia Suplementar”, levantamento realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de beneficiários vinculados a planos exclusivamente odontológicos cresceu mais de 10 vezes entre 2000 e 2018.

“O setor saltou de 2,3 milhões de beneficiários para 23,6 milhões no período analisado. Além disso, a quantidade de procedimentos preventivos aumentou 52,3% entre 2014 e 2018. Acreditamos que o custo cada vez mais acessível, a comunicação assertiva e a facilidade na contratação estejam entre os principais impulsionadores”, comenta Paula Toguchi, diretora de produtos da MetLife.

Atualmente os planos odontológicos MetLife estão disponíveis para milhões de pessoas através dos mais diversos canais, incluindo os Corretores de Seguros, Bancos, Plataformas de Investimentos, Carteiras Digitais, Fintechs e redes de varejo.

Ouça abaixo o podcast com Paula Toguchi disponível no SpotifyApple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.

MDS Brasil adquire corretora Brokers

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Fonte: MDS

Seguindo seu plano de expansão e consolidação no segmento de intermediação de produtos de proteção no país, a MDS Brasil, que recentemente foi adquirida pelo Grupo Ardonagh, fecha o ano de 2022 com a incorporação da Brokers, corretora especializada no setor de benefícios, voltada principalmente para o mercado de médias empresas. A aquisição é a sétima feita pela filial brasileira do grupo global nos últimos quatro anos.  

Com uma carteira que inclui mais de 120 mil vidas asseguradas e prêmios que somam cerca de R$ 280 milhões, operando há 32 anos no mercado, a Brokers atua como uma consultoria-boutique e oferece soluções inovadoras e personalizadas para uma gestão adequada às necessidades dos seus segurados.   

Para Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Américas Regional Manager da Brokerslink, a compra da Brokers traz significativos ganhos na geração de valor para ambas as empresas e seus clientes. “A aquisição reforça a nossa unidade de negócios de Saúde e Benefícios e nos consolida entre as maiores corretoras desse segmento. Além de uma equipe altamente qualificada, a Brokers nos agrega forte conhecimento e experiência na gestão de clientes do segmento middle – estratégico para nós. Ainda que possua, também, negócios em riscos patrimoniais, responsabilidades riscos financeiros, seu portfólio é majoritariamente composto por clientes no segmento de benefícios que passam a ter acesso a todos os nossos produtos e serviços. É uma iniciativa que, assim como as demais, visa tornar a companhia melhor, e não apenas maior”, afirma o executivo. 

Na visão do Vice-Presidente de Saúde e Benefícios da MDS, Paulo Loureiro, a aquisição é estratégica porque o segmento tem tido um crescimento muito forte nos últimos anos. De acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), entidade que reúne as seguradoras que atuam no mercado brasileiro, o seguro saúde saltou 11,9% em 2021, um crescimento de apenas 1,3% em 2020. Com isso, as companhias do segmento alcançaram 49 milhões de beneficiários nos planos de saúde, em sua melhor marca desde 2015.   

“Apesar da ascensão desse setor, apenas 20% da população possui seguro saúde. Isso nos mostra que o mercado tem grande potencial para seguir em expansão e a integração com a Brokers será essencial para mantermos um crescimento sustentável e fortalecer ainda mais a MDS como um dos principais players desse setor, nos destacando com um atendimento consultivo, próximo e personalizado, trabalhando com o conceito de saúde mais ampla, que vai além de somente a saúde física. Nossa missão, também, é de zelar pela saúde mental, intelectual, financeira, familiar, social e profissional dos beneficiários, ou seja, ter uma população ativa saudável e cuidar do maior ativo de uma empresa, que são as pessoas”, comenta Loureiro. 

A atual equipe de gestão da Brokers, liderada pelos sócios principais Marcelo Schaimberg, Ricardo J. Levy e Paulo Chut continuará à frente da operação da empresa, assim como os demais executivos. “Ao longo de mais de 30 anos de mercado, a Brokers se tornou uma corretora bem-sucedida, mas temos certeza de que essa integração ao Grupo MDS permitirá à corretora acelerar ainda mais o seu plano de crescimento”, afirma Schaimberg.  

Segundo Paulo Chut, “o Grupo MDS tem muito a agregar à operação da Brokers e aos seus clientes e colaboradores, uma vez que os clientes terão à disposição um leque ainda maior de produtos e serviços e os colaboradores da Brokers passam a ter mais oportunidades para o seu desenvolvimento e crescimento profissional”. 

Para Ricardo J. Levy, esta operação representa uma oportunidade extraordinária. “Enxergamos na MDS um alinhamento perfeito com a nossa visão e ambição de crescimento.  Não podia estar mais entusiasmado com a possibilidade de nos unirmos a um grupo com escala global, como a MDS, o que certamente contribuirá para uma entrega ainda melhor dos serviços que prestamos aos nossos clientes”, destaca o Levy.  

Apenas 8% da população brasileira têm planos de previdência, revela estudo da Fenaprevi

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Fonte: Fenaprevi

Novo levantamento realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, referente a outubro de 2022, revela que apenas 8% da população brasileira possui algum plano de previdência privada aberta. Em números absolutos, são cerca de 10,8 milhões de pessoas, sendo 8,6 milhões contratando planos individuais, enquanto 2,2 milhões nas modalidades coletivas.

Para a Fenaprevi, o dado indica um “enorme potencial de crescimento para o setor, em especial ao considerar que atualmente 10% da população brasileira possui mais de 65 anos, percentual que daqui a 25 anos irá dobrar”. A entidade também alerta que o rápido envelhecimento dos brasileiros amplia a urgência das famílias se prepararem para o futuro e pensarem na saúde financeira o quanto antes.

O levantamento ainda aponta que, ao todo, são 13,8 milhões de planos de previdência privada aberta comercializados (lembrando que uma pessoa pode possuir mais de um plano), sendo 80% na modalidade individual e 20% coletivos.

Apenas 0,5% dos planos de previdência aberta se encontram na fase de recebimento de benefícios, ou seja, os proprietários já fizeram o aporte dos recursos ao longo do tempo e hoje usufruem dos valores acumulados – o que também, segundo a Fenaprevi, revela o quanto ainda é jovem esse mercado.

Números de outubro

De acordo com o relatório, 271 mil participantes dos planos de previdência efetuaram resgates no mês de outubro. Por tipo de produto, 87% dos valores foram resgatados em planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), 10% no PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e 3 % nas demais modalidades.

O volume resgatado no ano (de janeiro a outubro) superou os R$ 101 bilhões. Somente no mês 10/2022, foi de R$ 9 bilhões, valor 2,4% acima do montante registrado no mesmo mês de 2021.

Em termos de captação bruta, os planos de previdência privada aberta seguem em tendência de crescimento. Foram alcançados R$ 129,7 bilhões em aportes no ano, uma alta de 13,9% sobre o mesmo período do ano anterior. Considerando apenas outubro de 2022, o resultado foi de R$ 12,3 bi, número 6,9% maior do que o mesmo mês em 2021.

Dessa forma, a captação líquida somou R$ 3,3 bilhões em outubro, saltando 21,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já no acumulado dos dez primeiros meses de 2022, a captação líquida totalizou R$ 28,7 bi, ligeiramente superior ao mesmo período de 2021.

Atualmente, o setor de previdência aberta conta com R$ 1,2 trilhão de ativos no Brasil, o equivalente a 12,7% do PIB nacional.

VGBL é o preferido dos brasileiros

Dos 13,8 milhões de planos comercializados, 60% são VGBL, 21% PGBL, 12% planos Tradicionais de risco e 7% Tradicionais de acumulação e FAPI (Fundos de Aposentadoria Programada Individual).

Em prêmios e contribuições, o VGBL continua como o produto de maior volume de aportes, com R$ 11,1 bilhões no mês (outubro) e R$ 118,6 bi no acumulado de 2022, crescimento 14,8% em relação ao apresentado no mesmo período de 2021.

Na sequência vêm o PGBL, com R$ 8,4 bilhões acumulados nos dez primeiros meses de 2022, seguido pelos planos Tradicionais de Risco, que totalizaram R$ 2 bi no mesmo período, e pelos planos Tradicionais e FAPI que somaram R$ 670 milhões em captação bruta neste ano.

Valor: TRF de São Paulo reduz PIS e Cofins de seguradoras 

Fonte: Valor

Duas das maiores seguradoras do país, a Porto Seguro e a Zurich Santander, obtiveram autorização da Justiça para retirar da base de cálculo do PIS e da Cofins os valores das comissões que são repassadas aos corretores.

As decisões foram proferidas pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), com sede em São Paulo.

São as primeiras de segunda instância que se têm notícias e, segundo advogados, devem servir como precedente para outras empresas do setor que também discutem o tema na Justiça.

Sempre que fecham contrato com o cliente, um percentual do prêmio precisa ser destinado ao corretor. Mesmo nos casos de venda direta – quando não há corretor envolvido – as seguradoras são obrigadas por lei a pagar a comissão.

Os valores, nessa segunda hipótese, são direcionados ao Fundo de Desenvolvimento Educacional do Seguro, que é administrado pela Fundação da Escola Nacional do Seguro (Funenseg).

“Afeta todo e qualquer contrato de seguro. Por isso, o impacto dessa tese é bastante significativo”, diz o advogado Guilherme Yamahaki, do escritório Schneider e Pugliese, que atua para a Zurich Santander nesse caso.

Tanto a Zurich como a Porto Seguro relacionaram o tema ao julgamento da chamada “tese do século”, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.

Os ministros afirmaram, na “tese do século”, que PIS e Cofins incidem sobre faturamento e que o conceito de faturamento abrange as receitas que se incorporam ao patrimônio da empresa. Com o ICMS isso não acontece. A empresa recebe o imposto do cliente e repassa para os governos estaduais. Os valores apenas transitam pelo seu caixa.

“O racional, aqui, é o mesmo. As seguradoras são obrigadas a vender o seu produto por meio de um corretor e quando recebem o prêmio obrigatoriamente têm que repassar a parcela da comissão”, afirma Newton Domingueti, do Velloza Advogados, que atuou para a Porto Seguro.

As duas empresas defenderam, com base nesse argumento, que o conceito de faturamento não deve englobar a totalidade do prêmio recebido – como ocorre atualmente. A obrigação de utilizar corretores de seguros como intermediários dos contratos está previsto no artigo 1º da Circular Susep nº 510, de 2015, e no artigo 725 do Código Civil.

Os pedidos feitos pela Zurich Santander e pela Porto Seguro para retirar a parcela referente às comissões do cálculo do PIS e da Cofins havia sido negado em primeira instância. O juiz considerou que esses valores fazem parte da comercialização do serviço e, sendo assim, integram as receitas das seguradoras, o que impediria a exclusão.

As duas empresas recorreram, então, ao tribunal. Os recursos foram julgados no mesmo dia e tiveram decisão unânime na 4ª Turma do TRF-3 (processos nº 5014732-45.2019.4.03.6100 e nº 5025293-31.2019.4.03.6100).

“O valor arrecadado a título de comissão de corretagem não se incorpora ao patrimônio das seguradoras. Em razão disso, sobre referidos montantes não se pode exigir PIS e Cofins por não constituírem faturamento das seguradoras”, diz o desembargador André Nabarrete em seus votos. Ele é o relator dos dois casos.

Ficou definido, além disso, que as duas empresas terão o direito de cobrar da União os valores que foram repassados de forma indevida aos cofres públicos nos últimos cinco anos.

Antes do julgamento desses dois casos havia, em favor dos contribuintes, uma decisão liminar da desembargadora Consuelo Yoshida, que atua na 3ª Turma do mesmo tribunal. Ela atendeu, no mês de agosto, um pedido do BTG Pactual Seguros (processo nº 5011736-36.2022.4.03.0000).

A desembargadora detalha, na decisão, a função dos corretores de seguros. Afirma que esse profissional é o intermediário legalmente autorizado a angariar e promover os contratos entre as seguradoras e as pessoas e empresas interessadas. “Atua na defesa dos interesses dos segurados e sua comissão é paga pelo segurado”, frisa.

Acrescenta, ainda, que a seguradora não integra a relação jurídica entre o segurado e a corretora e que não é a titular da parcela do prêmio que corresponde à comissão de corretagem. Ela recebe o pagamento do prêmio, com o valor do serviço de corretagem destacado, e repassa tal comissão ao corretor.

“Não se pode exigir PIS/Cofins das seguradoras considerando-se o valor das comissões de corretagem e os valores destinados ao Funenseg, na medida em que não são receitas delas”, conclui Consuelo Yoshida.

Essas discussões vêm ocorrendo exclusivamente no TRF-3. É que as empresas têm optado por recorrer ao Judiciário por meio de mandado de segurança e, segundo advogados, esse tipo de ação só pode ser ajuizado na competência da autoridade coatora – que, nesse caso, é a Delegacia de Instituição Financeira da Receita Federal, a Deinf, que fica em São Pauo.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) afirma em nota enviada ao Valor, no entanto, que os contribuintes não estão vivendo só de vitórias. A 3ª Turma tem duas decisões de mérito contra a exclusão das comissões do cálculo do PIS e da Cofins (processos nº 0002436-92.2009.4.03.6111 e nº 50023034220214030000).

Afirma existir ainda um terceiro caso que teve pedido de tutela de urgência negado pelo desembargador Souza Ribeiro, que integra a 6ª Turma (processo nº 5004233-02.2019.4.03.6100).

A PGFN considera que no conceito de receita bruta estão compreendidos todos os custos que contribuem para a percepção da receita e são repassados para o preço final do produto ou do serviço. “PIS e Cofins incidem não sobre o lucro, e sim, sobre o faturamento (ou parcela dele)”, frisa na nota. “Admitir-se a exclusão de custos e despesas conduziria, no limite, à tributação do lucro, e não mais do faturamento/receita.”

Folha: Seguradora do caso da Chape sofre revés, e processo de R$ 4,8 bi volta aos EUA

Fonte: Folha

Em uma derrota para a seguradora do voo da tragédia da Chapecoense, a Tokio Marine Kiln, a Justiça da Inglaterra decidiu que o caso deve ser analisado pela Corte dos Estados Unidos, onde as sentenças foram estipuladas em US$ 844 milhões (R$ 4,77 bilhões na cotação do momento).

As famílias vítimas da tragédia reivindicam que a seguradora pague a indenização pelo acidente, uma vez que a empresa é detentora da apólice de seguro do voo da companhia aérea LaMia, que caiu na Colômbia em 2016 quando transportava os atletas que iam disputar a final da Copa Sul-Americana.

Como mostrou a Folha, em 2020 um juiz de Miami expediu, pela primeira vez, sentenças contra a companhia. O valor somado delas é de R$ 4,8 bilhões.

No processo em Londres, a Tokio Marine Kiln lista outras 12 corporações do ramo como “resseguradoras e/ou […] agentes gestores” de resseguro.

No mercado de seguros, uma mesma apólice pode ser dividida entre concorrentes, com porcentagens diferentes entre elas. O dado é importante porque a Bisa não tem capacidade financeira para arcar com o pagamento do seguro. Este, então, seria responsabilidade das resseguradoras.

Caso as famílias das vítimas e sobreviventes ganhem o processo, essas 13 empresas teriam de dividir a quitação da apólice. Ainda não está claro qual a porcentagem de cada uma no resseguro da LaMia.

Leia a matéria completa na Folha.