Neon lança seguro de proteção de dinheiro e itens pessoais em parceria com a BNP Paribas Cardif

O banco digital Neon, em parceria com a seguradora BNP Paribas Cardif, anunciam o lançamento da proteção financeira a partir de R$4,90 por mês. O novo seguro, chamado “Proteção pra Bens e Dinheiro” está disponível para todo o público por meio do app Neon e é o primeiro produto do gênero comercializado pela empresa. Ele difere dos demais seguros padrões do mercado, já que, para acionar a cobertura para bens, basta que o cliente esteja de posse dos itens no momento do roubo ou furto qualificado e eles não precisam estar dentro da bolsa ou junto com o cartão físico na ocorrência.

Segundo Victor Loyola, diretor de Crédito Pessoal e Seguros na Neon, a solução faz parte da missão e estratégia da fintech. “Nosso objetivo, com a entrada no mercado de seguros e lançamento da solução, é que brasileiras e brasileiros trabalhadores, formais e informais, possam proteger aquilo que conquistaram com muito trabalho, por um custo que não seja um empecilho para eles no final do mês”, explica. 

Na carteira da fintech, 80% dos clientes não possuem seguros e a principal causa é o alto custo do serviço. Além disso, muitos dos clientes da Neon que já contrataram o produto de outras empresas no passado, justificam que não renovaram por conta de questões financeiras (37%) e experiências ruins (12%). Com isso, a proposta é oferecer uma alternativa para esse público, com um preço justo e um amplo pacote de serviços.

A cobertura para bens engloba indenização em casos de roubo ou furto qualificado de pertences pessoais, como: celular, notebook, tablet, mochila e relógio. O cliente Neon tem disponível dois planos: ao custo de R$ 4,90 por mês, contrata uma cobertura de R$ 1,5 mil para bens pessoais e de R$ 5 mil na modalidade dinheiro. Na mensalidade de R$ 8,90, o valor assegurado dos bens pessoais passa para R$ 3 mil.
 
No caso do dinheiro, a cobertura protege contra situações que envolvam saque, compra, Pix e outras transferências feitas sob ameaça, além de transações feitas no App Neon após roubo, qualquer tipo de furto ou perda de dispositivo móvel e ainda o roubo do dinheiro após saque da conta Neon. Em ambos os planos, os clientes concorrem a sorteio mensal de R$10 mil.

“Um produto moderno, completo e acessível – esse é um resumo do seguro que desenvolvemos com a Neon. Ele faz parte do nosso programa de proteção, que ainda terá outras novidades esse ano, e garante ao cliente tranquilidade no mundo físico, em relação aos seus pertences pessoais, e no digital, ao movimentar o seu dinheiro. Estamos muito felizes com mais essa conquista da parceria!”, enfatiza Marcel Dorf, Diretor Executivo Comercial, Marketing e Digital da BNP Paribas Cardif.

Americanas: catástrofe total, afirmam executivos do mercado de seguros

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Catástrofe total. Assim os executivos de seguros definem a situação do seguro de crédito, o primeiro que será mais afetado no caso Americanas, liderada pelo trio de acionistas Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Afinal, são R$ 43 bilhões em dívidas com mais de 16,3 mil credores citados no pedido de recuperação judicial (RJ) aprovado pela Justiça do Rio de Janeiro no dia 19 de janeiro. O pedido de recuperação judicial inclui além da Americanas as empresas B2W, JSM Global e ST Importações, deixando de fora a fintech Ame, que vinha recebendo forte impulso do ecossistema de lojas físicas e online do grupo.

Este caso é muito interessante pela abrangência das consequências. O mercado de seguros está envolvido em diversos produtos. Desde contratos para seguradoras explorarem o balção de vendas da varejistas — que antigamente contava com luvas bilionárias pagas como adiantamento e agora tem como praxe a negociação com base no desempenho das vendas– até contratos de seguro de crédito para os lojistas. E é aqui que o prejuízo começa.

O seguro de crédito dá garantia para a indústria fornecedora da rede varejista. “O pedido de RJ já é gatilho para execução das apólices. A exposição estimada está em R$ 3 bilhões, com pagamento de indenizações certos, o que equivalente a quatro anos do volume de vendas deste nicho do setor de seguros”, afirmou um executivo sob a condição de anonimato. “Problema é que sem seguro de crédito a indústria não vende à prazo. E sem prazo a Americanas não tem competitividade. Então a chance de sair da RJ e sobreviver é pequena”, acrescenta. Desde ontem, os lojistas passaram a aumentar consideravelmente os seus preços nos sites da empresa para tentar impedir uma venda maior e ficar com recebíveis de cartões presos na companhia.

O segundo mais afetado é o seguro garantia judicial, muito concentrado em uma grande corretora de seguros multinacional. Segundo fontes do setor, a Americanas, assim como Ambev, são péssimas pagadoras de impostos. Questionam tudo e judicializam tudo, o que fez deles grandes usuários do seguro garantia judicial fiscal. A exposição é altíssima. Estimada entre R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões. “Se a empresa falir, será também uma ‘hecatombe’ (massacre, matança, carnificina) no seguro garantia.

A Americanas é a quarta maior RJ do Brasil, superada por Odebrecht, com R$ 98,5 bilhões em dívidas em 2019; Oi, com R$ 65,4 bilhões em 2016; e Samarco com R$ 50 bilhões em 2021. Destas, a que mais assuntou o mercado de seguros garantia judicial, que vivia seu momento de maior crescimento no Brasil, foi a OI, diante da exposição deste seguro estimada na época em R$ 4 bilhões. O impacto foi amenizado quando o STJ vetou o pagamento de dívidas trabalhistas da OI por meio de seguro-garantia judicial. Os valores do caso julgado foram incluídos no processo de recuperação judicial da empresa.

O garantia passou por um período muito ameaçador quando a OI pediu recuperação judicial. Mas os executivos garantem que desta vez a situação é bem pior. Nas análises feitas ao Sonho Seguro, a OI acabou comportando-se bem perante as seguradoras de garantia. Pagou as apólices de seguros em dia, aceitou taxas mais altas e reduziu as exposições sempre que possível. Americanas é diferente: perante os resseguradores, seguro de crédito e garantia estão na mesma caixinha. “Se doer em crédito, rapidamente há restrição no garantia. Ainda mais que Americanas já não pagava nenhum prêmio em dia, o que desencadeia ainda mais a má vontade das seguradoras em ajudar”, contou um segurador.

No caso OI, algumas vitórias na Justiça também trouxeram alívio. Na época, em janeiro de 2019, Cassio Gama Amaral e Maricí Giannico, do escritório Mattos Filho, afirmaram em uma reportagem publicada pelo Valor Economico, “que se as seguradoras e os bancos arcarem com as garantias, eles vão se voltar contra a empresa e não no âmbito da recuperação judicial. Será uma ação individual, porque esse crédito não se sujeita ao processo de recuperação, e eles vão exigir 100% do valor. Já se a apólice não for acionada e a dívida for incluída no plano de recuperação, a empresa geralmente terá desconto e conseguirá pagar o ex-funcionário de forma parcelada”.

Em responsabilidade civil dos executivos, seguro conhecido como Directors & Officers e também Erros e Omissões, a situação é tranquila, com a apólice de R$ 50 milhões liderada pela seguradora Zurich, segundo informações arquivadas na CVM. Como a fraude é um fato citado com veemência em todo o processo, a empresa perde a cobertura. Até que seja julgado, no entanto, as despesas e serviços prestados aos executivos eventualmente acionados por acionistas, devem ser pagos.

O mercado de resseguros que já estava “hard” para recuperar as perdas com a pandemia, consequências da guerra da Ucrânia e Rússia e catástrofes naturais, já mostra sinais de piora para o Brasil, que ainda conseguia boa negociação exceto em agronegócios e riscos cibernéticos. Com a crise de credibilidade desencadeada pela Americanas, agora o Brasil enfrenta condições ainda mais duras de negociação de seguros financeiros, principalmente de crédito, e de responsabilidade civil de executivos. “Mas não paramos de vender. Neste Day After de Americanas estamos atendendo dezenas de pedidos de seguro de crédito, tanto de novos clientes como dos atuais que querem maior cobertura para o programa”, disse um dos principais corretores do país.

A crise de credibilidade tem fundamento para os resseguradores e seguradores estrangeiros, que são chamados pela matriz que precisa responder questionamentos dos principais acionistas. Não é para menos. O lendário grupo de investidores brasileiros que além de serem acionistas de referência da Americanas, controlam Ambev; Kraft Heinz; e Zamp, nome oficial da operadora do Burger King no Brasil. A CVM constituiu uma força-tarefa de áreas técnicas para analisar o caso Americanas e tem sete procedimentos abertos para analisar o assunto, incluindo a conduta do trio de acionistas: Lemann, Sicupira e Telles. Segundo o Valor, o Instituto Ibero-americano Empresa, associação que reúne investidores do mercado de capitais, entrou nesta quinta-feira (19) com requerimento para o início de uma arbitragem coletiva contra a Americanas na Câmara da B3. O pedido de indenização é de R$ 500 milhões.

Assim como a OI sobreviveu, alguns executivos apostam na volta da Americanas. “O grupo de acionistas tem caixa. Certamente vão reformular o negócio”, afirmou uma especialista em seguros financeiros com mais de 15 anos de atuação neste segmento, a única mulher e a mais otimista. Ninguém espera que o plano de recuperação judicial da Americanas seja aprovado antes de dois anos. “Vamos ver o que sobra no final” foi a principal frase no final de cada uma das entrevistas sobre Seguros da Americanas.

Universal Assistance e Z Zurich Foundation lançam o programa Transforming The Future

A Universal Assistance , empresa do grupo Zurich, com mais de 40 anos de atuação no segmento de seguro viagem e líder no mercado brasileiro, lança em conjunto com a Z Zurich Foundation, o programa social Transforming The Future. O objetivo principal é gerar impacto positivo, nas comunidades vulneráveis localizadas em alguns dos principais destinos turísticos latino-americanos. 

O projeto social tem como meta impactar a vida de mais de 12 mil pessoas em um período de três anos, aprimorando as habilidades das pessoas e apoiando o empreendedorismo local. Além do Brasil, mais quatro países serão contemplados com a iniciativa: Argentina (Puerto Iguazú), Chile (Puerto Montt), Colômbia ( Melgar) e México ( Vera Cruz). 

No Brasil, foi escolhida a Comunidade Pesqueira de Zacarias, localizada na região metropolitana do Rio de Janeiro, em Maricá. A ideia é integrar a comunidade pesqueira de Zacarias, respeitando seu patrimônio cultural e criando novas oportunidades econômicas e de trabalhos: como a venda de peixes para turistas, restaurantes e visitas guiadas à Lagoa de Maricá.

“Um importante passo que demos em direção à responsabilidade social, nossa expectativa com o Transforming The Future, é gerar um impacto relevante na Comunidade Pesqueira de Zacarias e criar novas possibilidades de trabalhos para as pessoas”, conclui Federico Siri presidente da Universal Assistance Brasil.

O projeto será executado em etapas: a primeira fase começou em dezembro de 2022, os trabalhos de campo em Puerto Iguazú e Zacarias duram três anos. Já no Chile, Colômbia e México a implementação começa no final de 2023. Os destinos serão certificados com o selo Biosfera – um importante reconhecimento internacional alinhado aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), que garante a sustentabilidade dos projetos locais. 

“Transforming The Future é, sem dúvida, o programa de responsabilidade social mais importante que lançamos. Temos orgulho de apoiar essas iniciativas que oferecem oportunidades às comunidades que precisam de nossa ajuda e permitem que as pessoas aprimorem suas habilidades e desenvolvam seus empreendimentos, ou ainda, adquiram conhecimentos para empreenderem em novos negócios”, afirma o Fernando García Ruiz, CEO Regional da Universal Assistance.

29 resseguradoras e seguradoras lançam protocolo de emissão zero com a ONU em Davos

A Net-Zero Insurance Alliance (NZIA), convocada pelas Nações Unidas, lançou o primeiro protocolo de definição de metas da Aliança na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça.

Como gerentes de risco, seguradoras e investidores, o setor de seguros tem um papel importante a desempenhar na transição para uma economia global com emissões zero, apoiando seus clientes na tomada de medidas concretas para alcançar tal objetivo.

A versão 1.0 do Protocolo de definição de metas da NZIA (o Protocolo) permitirá que os membros da NZIA comecem a definir de forma independente metas intermediárias com base científica para seus respectivos portfólios de subscrição de seguros e resseguros de acordo com um caminho de transição líquido-zero consistente com uma temperatura máxima aumento de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais até 2100. Com o lançamento do Protocolo, os membros existentes da NZIA são obrigados a definir e divulgar sua(s) meta(s) inicial(is) até 31 de julho de 2023.

Este importante marco ocorre 18 meses após o lançamento da Aliança na Cúpula do Clima do G20 de 2021 em Veneza por oito das principais seguradoras e resseguradoras do mundo. Desde então, a aliança cresceu para 29 seguradoras e resseguradoras, representando cerca de 15% do volume mundial de prêmios globalmente.

“Temos muito orgulho de estar entre os pioneiros na luta contra as mudanças climáticas no setor de seguros. O protocolo de definição de metas da NZIA nos levará a sermos ainda mais ambiciosos.”

Thomas Buberl, CEO, AXA

“O primeiro protocolo de definição de metas da NZIA é um avanço histórico. Pela primeira vez, seguradoras e resseguradoras entre as maiores do mundo construíram uma estrutura e ferramentas de medição para avaliar o impacto de suas atividades nas mudanças climáticas. O protocolo de definição de metas da NZIA servirá como um catalisador para definir metas ambiciosas e sem precedentes para o zero líquido”, disse Renaud Guidée, presidente da NZIA e diretor de risco do grupo na AXA.

“Nenhuma empresa pode superar a crise climática sozinha. Deve ser um esforço global e nosso setor, pilar de toda economia bem-sucedida, tem um papel fundamental a desempenhar. O marco de hoje é um compromisso claro de seguradoras e resseguradoras em todo o mundo, à medida que passamos da aspiração para a definição clara de metas. Tive a honra de lançar a Net-Zero Insurance Alliance, convocada pela ONU, dezoito meses atrás, na Cúpula do Clima do G20 em Veneza. Essa aliança representa cerca de 15% dos prêmios globais e está pronta para escalar e acelerar a contribuição do setor de seguros para uma economia mais verde e inclusiva”.

Philippe Donnet, CEO, Generali

O Protocolo baseia-se no lançamento do primeiro padrão contábil global para medir as emissões de gases de efeito estufa associadas às carteiras de subscrição de seguros (“emissões associadas a seguros”) desenvolvido pela Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF) em colaboração com a NZIA.

“A mudança climática é um dos maiores desafios que enfrentamos como sociedade global e as resseguradoras desempenham seu papel na transição para uma economia de baixo carbono. Definir metas para descarbonizar carteiras de re/seguro é, portanto, um passo crucial, servindo como uma estrela do norte no caminho para zero líquido”, disse Thierry Léger (foto), diretor de subscrição do grupo, Swiss Re, cuja organização lidera o grupo de trabalho de definição de metas da NZIA .

“A descarbonização econômica é essencial para o planeta. O nosso compromisso ambiental é elevar gradual e progressivamente a fasquia da sustentabilidade, com objetivos específicos definidos para 2023 que contribuam para a redução das emissões de gases com efeito de estufa da nossa carteira de seguros e resseguros e que nos facilitem acompanhar a sociedade numa transição justa, ajudando tanto nossos clientes quanto aquelas pessoas cujos meios de subsistência estão interligados com atividades relacionadas ao carbono também convergirem nessa direção”.

Antonio Huertas, CEO, MAPFRE

O Protocolo descreve cinco tipos de metas dentro de três categorias de metas (ou seja, dois tipos dentro da categoria de redução de emissões, dois tipos dentro da categoria de engajamento e um para ressegurar a categoria de transição). Os membros existentes da NZIA deverão definir pelo menos um dos cinco tipos de alvo até 31 de julho de 2023 e pelo menos um tipo de alvo em cada uma das três categorias de alvo até 31 de julho de 2024. Aqueles que ingressarem na Aliança após janeiro de 2023 terão seis meses para definir sua primeira meta e um ano depois para definir um tipo de meta em cada uma das três categorias de meta.

“Metas claras são parte integrante da estratégia climática da Munich Re. Apoiamos o papel de liderança da NZIA na definição de uma estrutura comum para metas climáticas no setor de seguros, que destaca o papel das seguradoras como facilitadoras de uma transição sustentável”.

Joachim Wenning, CEO, Munich Re

“O lançamento do Protocolo sinaliza a passagem do compromisso para a implementação. Agora é a hora de as seguradoras estabelecerem metas de descarbonização ambiciosas e credíveis com base científica para seus respectivos portfólios de seguros e apoiar uma transição justa para uma economia de emissões líquidas zero para evitar uma catástrofe climática e garantir um futuro sustentável”, disse Butch Bacani, que lidera Princípios da Iniciativa de Seguros Sustentáveis do PNUMA, que criou a NZIA no ano passado.

A NZIA também anunciou recentemente que a Alliance continuará a colaborar com a Science Based Targets Initiative (SBTi) no desenvolvimento de sua abordagem para definição de metas para carteiras de subscrição de seguros e resseguros de acordo com o próximo Padrão Net-Zero para Instituições Financeiras da SBTi (FINZ ).

“Uma transição bem-sucedida para net-zero depende em grande parte da ação das empresas. As seguradoras têm o conhecimento e as ferramentas para apoiá-las nessa transição e ajudar as empresas a mitigar e se adaptar às consequências físicas de um planeta em aquecimento. O protocolo inicial de definição de metas permite que a Zurich desenvolva nossos compromissos existentes, comunique de forma transparente o caminho do grupo para o lucro líquido em seguros e trabalhe com nossos clientes para atingir suas próprias metas”.

Mario Greco, CEO, Zurich Insurance Group

Daniel Castillo deixa conselho para assumir a vice-presidência de subscrição do IRB Brasil Re

daniel castillo

O Conselho de Administração do IRB-Brasil Re elegeu Daniel Castillo para ocupar o cargo de diretor vice-presidente de subscrição, posição que vinha sendo interinamente ocupada por Marcos Falcão, cumulativamente ao cargo de diretor-presidente. Castillo tomou posse do cargo na data da sua eleição, em 2020, com mandato pelo prazo remanescente da diretoria estatutária da companhia. Ainda nesta mesma data, o Castillo renunciou ao seu cargo de membro titular do Conselho de Administração do IRB Brasil RE.

Castillo possui trajetória de quatro décadas no setor de resseguros, tendo atuado em áreas técnicas de sinistros (em seguradoras) e de subscrição (em resseguradoras), e assumido posições de liderança nacional e regional em diversas partes do mundo, em companhias globais como Munich Re e General Re.

Exerceu diversos cargos de destaque na General Reinsurance AG até 2020, quando ingressou como Conselheiro do IRB Brasil RE, tendo ocupado as posições de Head Regional de P&C para América Latina, Espanha e Portugal; Membro do Conselho Executivo Global e Vice-Presidente Executivo de P&C Treaty para Europa Continental, Oriente Médio, África do Sul e América Latina; Presidente da Gen Re no México; Vice-Presidente Sênior – Head Regional Europa Continental, Africa e América Latina; Presidente da General Cologne Re Correduria de Seguros na Espanha e Presidente da General Re Sur na Argentina. Antes atuou na Munich Re Canadá, com passagens ainda pela Bradesco e SulAmerica Seguros. É graduado em Engenharia Civil pela PUC do Rio Grande do Sul, com MBA da Queens University em Ontário, Canadá.

Bradesco Vida e Previdência lança Fundos de Previdência Data Alvo

Fonte: Bradesco

A Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, inicia 2023 anunciando uma novidade: o lançamento de uma família de fundos de previdência Target Date (Data Alvo). Alinhado às melhores práticas internacionais de alocação de ativos de Previdência, o novo produto tem como principal caraterística o ajuste automático da carteira ao longo da fase de acumulação, sem necessidade de realocação de fundos, reduzindo a exposição ao risco e a taxa de administração à medida que se aproxima a data alvo fixada para a conversão dos recursos.

Administrados pela Bradesco Asset Management, os novos fundos estão disponíveis nas modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), com quatro vencimentos programados: 2030, 2040, 2050 e 2060. Para cada data alvo, haverá uma combinação de, no máximo, dois produtos, que entregará a alocação ideal para o período determinado.

De acordo com Estevão Scripilliti, diretor da Bradesco Vida e Previdência, as alocações de ativos vão muito além do mix entre renda fixa e renda variável dos produtos mais antigos dessa modalidade.

“Dadas as relações entre risco e retorno muito particulares no mercado brasileiro, as fronteiras eficientes no mercado local pedem uma combinação de alocações com classes de ativos mais ampla, com o uso, por exemplo, de ativos internacionais como mitigadores de risco na formação das carteiras”, destaca.

Scripilliti observa, ainda, que a modelagem dos fundos Target Date se adapta à nova concepção de vida pessoal e profissional, menos linear e uniforme do que no passado, segundo apontam pesquisas relacionadas à longevidade.

“Nesse sentido, o produto vai muito além da aposentadoria, podendo ser programado para atender a objetivos predefinidos, como prover respaldo financeiro a um intercâmbio, uma especialização no exterior, um período sabático, uma transição de carreira, a aquisição de um imóvel em prazo determinado ou a realização de uma viagem, entre outras inúmeras possibilidades, utilizando as opções de conversão de renda disponíveis”, explica o executivo

Somada à recente modernização da Família PrevJovem, de planos de previdência voltados para crianças e jovens, e à crescente sofisticação de sua grade de produtos para a fase de acumulação promovida nos últimos anos, a nova iniciativa reforça o compromisso da Bradesco Vida e Previdência de oferecer soluções completas em previdência privada para todos os momentos de vida e anseios de cada cliente, valorizando aspectos intergeracionais e de planejamento sucessório característicos dos produtos do setor.

2023 será um ano de muito trabalho e crescimento, prevê a seguradora Fairfax

Carlos Eduardo Silvestre FF Seguros Fairfax

O ano de 2022 foi desafiador. Crise sanitária da Covid-19 ainda preocupando as seguradoras, a guerra da Rússia contra a Ucrânia, que provocou a crise de energia global e acelerou o custo de vida em todo o mundo. Se não bastasse, um clima de guerra no Brasil com a polarização política, inflação elevada, juros em alta, freando novos financiamentos. Um cenário tão adverso fez com que as seguradoras reavaliassem suas estratégias.

Carlos Eduardo Silvestre, diretor comercial da Fairfax (FF Seguros), conta nesta entrevista um pouco do que aconteceu em 2022 e o que o grupo espera para 2023. “Será mais um ano de muito trabalho e continuidade da nossa estratégia de crescimento dentro do que, desde 2021, chamamos de Visão 2025. Atualizamos a nossa marca e comunicação visual com o objetivo de transmitir os principais atributos e essências da empresa: transparência, sustentabilidade, inovação, credibilidade e empatia com nossos parceiros”.

Chegamos ao final de um ano desafiador para o país. Como foi para a seguradora?

2022 foi um ano intenso para o mercado de seguros brasileiro de forma geral, disto não temos dúvida. Para nós da Fairfax não foi diferente. Podemos dizer que um dos mais desafiadores desde 2010 quando iniciamos a nossa operação no Brasil. Hoje somos uma seguradora que atua em várias frentes e analisa todas as boas oportunidades de crescimento, com parceiros que visam a perenidade das relações. Nos consolidamos como uma das principais seguradoras nos segmentos que atuamos como por exemplo Property Energy e Power, Riscos de Engenharia, seguros Aeronáuticos, Cascos Marítimos, Operador Portuário entre outros. Desde 2020 segmentamos a empresa em cinco “Business Units” – Property & Casualty, Agribusiness, Personal Lines, Financial Lines e Cargo que distribuem seus produtos em Canais de Distribuição que definidos como Corporate (brokers), Corretores Especialistas, Clientes e o mais recente Digital. Isto nos trouxe uma visão clara de como atuar e se relacionar com cada um deles e, hoje, sabemos bem quais são as dores e oportunidades que podemos trabalhar.

Vamos começar então pelo desemprenho dos seguros corporativos…

Nos Canais Corporate e Especialistas o crescimento vem sendo construído pelo forte relacionamento com os corretores e, também, pela disciplina de subscrição. Nossos times técnico e comercial têm trabalhado de forma integrada e os processos internos ajustados para ganho de produtividade. Até novembro, de acordo com ranking Susep, ocupamos o terceiro lugar em Riscos de Engenharia com crescimento de 59% e sinistralidade que reflete a nossa boa política de subscrição. Vale destaque para outras carteiras que tiveram forte e consistente crescimento como Responsabilidade Civil Geral (29%), Aeronáutico (22%), Riscos Diversos (167%) e Transportes (38%). Mesmo diante de um cenário econômico bastante desafiador, a Fairfax angariou até novembro mais de R$ 1,1 bilhão em prêmios emitidos.

Em agronegócio?

Na linha do Agronegócio, com os adventos climáticos (e porque não dizer catastróficos) que afetaram o Brasil e também várias outras partes do mundo, demonstramos a nossa solidez financeira, capacidade e competência de todo o nosso time para enfrentar uma situação jamais vista até então na empresa. Saímos fortalecidos e com grandes aprendizados, capazes de seguir adiante numa linha de negócios que representa mais de um terço do PIB nacional e que podemos explorar toda a cadeia produtiva.  

E como está o varejo digital?

Na outra face estratégica está o Varejo digital e com ela a nossa FF Orbi que vai muito bem, obrigado! Com pouco tempo de vida e atuando como um marketplace, ela vem fortalecendo a nossa expansão territorial. Já alcançou mais de 1,5 mil corretores nas cinco regiões do país, que puderam ter acesso aos nossos produtos e serviços de forma fácil e ágil. A iniciativa de atuar no mundo digital, até pouco desconhecido para nós. Agora sabemos bem para quem vender, o que vender e como vender. Temos grandes clientes no portfolio que transacionamos tudo de forma “no touch”. Nossa unidade de Linhas Pessoais já registra, até novembro, um crescimento de 73% em relação ao mesmo período de 2021.

2023 promete ser novamente desafiador. Quais as suas expectativas para o setor de seguros?

Quando falamos de desafios, acredito que vale enfatizar que o mercado segurador brasileiro e seus executivos se mostraram extremamente resilientes com o advento da pandemia do Covid-19. Superamos desafios jamais enfrentados pela nossa geração. Num curto espaço de tempo, conseguimos implementar politicas e ações que puderam manter as nossas empresas ativas e, assim, garantimos a segurança, tranquilidade e continuidade dos negócios dos nossos clientes e parceiros. Com muitas coisas acontecendo simultaneamente ao redor do mundo, como a guerra da Ucrânia, as disputas comerciais entre China e Estados Unidos e, no Brasil, a instalação do novo governo, as expectativas sempre são elevadas. Afinal de contas, tudo está muito interligado e qualquer peça faltante o quebra cabeças do mundo não fecha! Um exemplo claro disto é o impacto no seguro de transportes marítimos na região onde a guerra se desenvolve. Muito se deixou de fazer pela insegurança que o conflito traz.

Como está o tema ESG dentro da seguradora?

O tema ESG ganha força nas estratégias das empresas a médio e longo prazos. Não há como se discutir de forma isolada, já que o ganho será de forma coletiva. O mercado de seguros precisa estar engajado na causa. No que se refere à economia, havendo confiança o consumo aumenta, as empresas vendem mais, empregam mais, a renda das famílias sobe e o governo arrecada mais. Por isto, muitas das expectativas vão em direção às agendas governamentais que precisam seguir, com fortes investimentos em áreas importantes como infraestrutura, educação, saúde, entre outras. O mercado segurador, de forma geral, está preparado para apoiar o desenvolvimento do país com capacidade e competência. O histórico crescimento que o setor obteve ao longo do tempo mostra que a expectativa é de crescer mais uma vez.

Como a FF Seguros se prepara para fazer a diferença para corretores e clientes em 2023?

Para nós da Fairfax, 2023 será mais um ano de muito trabalho e continuidade da nossa estratégia de crescimento dentro do que, desde 2021, chamamos de Visão 2025. Além de nos consolidarmos como uma das principais seguradoras corporativas do país, seremos referência em tecnologia e inovação para nossos corretores e parceiros de nossas “business units” e canais de distribuição. Atualizamos a nossa marca e comunicação visual com o objetivo de transmitir os principais atributos e essências da empresa: transparência, sustentabilidade, inovação, credibilidade e empatia com nossos parceiros. 

E na linha de varejo digital?

A FF Orbi oferecerá ao longo do próximo ano vários outros produtos de fácil comercialização (como o Bike por exemplo). O corretor pode acessá-la de qualquer lugar e a qualquer tempo. Em poucos minutos pode ter a apólice emitida e enviada ao seu cliente. Tudo de forma digital e descomplicada. Posso dizer que há muita novidade boa chegando por ai!

No segmento Corporate…

Nos dedicaremos à melhoria dos nossos processos internos, cada vez mais alicerçados na inovação. Queremos nosso pessoal dedicado ao desenvolvimento de negócios, ao relacionamento com o corretor e não ao processo. Está no plano também a atualização de vários produtos. Vamos torna-los mais aderentes às necessidades do nosso cliente.

Tudo isso com treinamento dos corretores?

Sim, um intenso programa de treinamento e capacitação dos nossos times, que visa prepará-los para atuar de forma onde o corretor perceba que o produto/preço no mercado até podem ser iguais, mas que ele nos prefira porque temos os melhores profissionais que fazem a diferença na sua escolha.

Tokio Marine apoia lançamento da CO-LEAGUE, novo projeto do voleibol brasileiro que une esporte e educação

Fonte: Tokio Marine

Ter o esporte como mola propulsora da educação. Essa é uma das premissas da CO-LEAGUE, novo projeto do voleibol brasileiro que coloca o esporte e a educação na mesma trilha. A iniciativa nasce com apoio da Tokio Marine, uma das principais Seguradoras do Brasil, e integra a série de ações que a Companhia desenvolve ou contribui em prol das melhores práticas sociais.

Para a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral, o esporte é um instrumento de transformação. “Como premissa de nosso pilar Tokio ESG, estamos sempre atentos a oportunidades focadas no desenvolvimento de jovens porque acreditamos no potencial do esporte como um fator importantíssimo para o desenvolvimento de cidadãos engajados por um mundo mais justo”, avalia a executiva.

Sob o aspecto de oportunidades de carreira, uma das fundadoras da CO-LEAGUE, Fernanda Pasquarelli, chama atenção para o fato de que o projeto contempla a participação em torneios tanto no Brasil como no exterior. “Nascemos com a missão de apresentar a jovens atletas uma diversidade de caminhos que podem ser trilhados dentro do próprio esporte. Contar com a Tokio Marine como patrocinadora master no nosso primeiro ano de atuação é um privilégio e um grande incentivo”, celebra.

O lançamento oficial da CO-LEAGUE foi realizado no dia 18 de janeiro e o projeto também contempla uma plataforma digital. Nela, jogadoras de voleibol e treinadores podem cadastrar seus perfis para ampliar suas respectivas redes de contatos e oportunidades a longo prazo.

SulAmérica firma compromisso com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica acaba de anunciar a assinatura do compromisso com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Ao se tornar signatária do movimento, a companhia reforça seu comprometimento com ações de inclusão e diversidade. Ainda em 2022, a seguradora anunciou a assinatura de outros três compromissos em linha com essa agenda, são eles: Movimento Elas Lideram 2030, Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero e do WEPs (Princípios de Empoderamento das Mulheres, sigla em inglês).

Por meio dou

Esses movimentos são parte das ações realizadas pelo programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica, que tem como objetivo garantir ações cada vez mais inclusivas para as pessoas colaboradoras e público externo.

Jornada de Inclusão e Diversidade

Nos últimos anos, a SulAmérica tem colocado em prática diversas iniciativas com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo para seus mais de 4 mil colaboradores e colaboradoras. Ações como jornada de trabalho flexível, salas de amamentação, licença familiar que vai além do programa empresa-cidadã – concedendo 180 dias para cuidadoras(es) de primeiro nível e 40 dias (20 a mais do previsto) para cuidadores(as) de segundo nível, treinamentos para as lideranças sobre variados temas da pauta de inclusão e diversidade como, por exemplo, vieses inconscientes, além de processos de atração, seleção e contratação de profissionais de grupos minorizados fazem parte das iniciativas da empresa.

O primeiro ano do programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica marcou a estruturação de diversas outras ações para garantir que o tema seja reforçado em todas as frentes. Durante esse período, a empresa promoveu treinamentos e sensibilizações com aprofundamentos no assunto para os diversos níveis da liderança, bem como para toda sua força de trabalho. Atualmente, conta com Grupos de Polinização que atuam na Equidade de Gênero, Raça e Etnia, LGBTI+, Pessoas com Deficiência e Gerações. Esses grupos garantem a execução e ações relacionadas aos temas.

Em 2022, a SulAmérica foi reconhecida pelo comprometimento com a equidade de gênero pelo índice da Bloomberg (GEI – Bloomberg Gender Equality Index), que avalia a transparência e o desempenho da companhia em 5 pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. Essa evolução foi reconhecida também pelo mercado financeiro, uma vez que a companhia foi incluída no fundo de índices ELAS11, lançado em março de 2022, ETF que monitora 350 empresas listadas na bolsa brasileira, identificando aquelas com melhores índices de presença feminina no Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria, Comitê de Auditoria, dentre outros comitês.

Especialista em seguros de bike cria diário de viagem com os procedimentos para pedal internacional

Fonte: Thais Ruco

O corretor de seguros Luiz Morales, proprietário da Lar Corretora de Seguros (São Paulo-SP), há 15 anos se apaixonou pelo ciclismo e de lá para cá se tornou especialista em seguro de bike ao oferecer proteção aos parceiros de pedal. Agora, ele se prepara para praticar o esporte em mais uma viagem internacional: embarca no dia 19 de janeiro de 2022 para Montevideo, no Uruguai, e dos dias 20 a 28 fará um percurso de aproximadamente 360 km, chegando até Buenos Aires, na Argentina. Defensor da importância do seguro para cobrir quaisquer riscos aos equipamentos e ao ciclista que faz um pedal em outra localidade, principalmente internacional, ele teve a ideia de criar um diário de viagem com publicações diárias em suas redes sociais e de sua empresa no Facebook e no Instagram: @luizalvarezmorales e @larcorretoradeseguros.

“Em meio à correria de nossas vidas, nos deparamos com algumas atividades que se tornam paixão, como foi a bicicleta para mim. Mas, como corretor de seguros, não esqueço de que antes de nos distrair e curtir novos lugares temos que pensar em nossa segurança, bem como dos amigos e familiares”, declara Luiz Morales.

Entre os muitos amigos que conquistou com a bike, Luiz Morales irá acompanhado do segurado Windsor Veiga. Além de mostrar cenas da viagem, o corretor dará dicas sobre o funcionamento do seguro, e também o que levar em uma viagem que tem como objetivo pedalar, desde alimentos e repositores importantes, até materiais para manutenção da bicicleta, medicamentos, roupas especiais e cosméticos importantes para a proteção pessoal. Este é o segundo pedal internacional de Luiz Morales, que em 2019 fez o percurso da ciclovia Claudia Augusta, na Europa – inicia na Alemanha, em Munique, e segue um roteiro até chegar na Itália. 

Em um pedal internacional são relevantes alguns seguros:

– Seguro de Bike – Cobre roubo, responsabilidade civil, acidentes pessoais e danos à bike. “Caso viaje com a bike para outro país, é possível contratar a cobertura adicional de ‘Garantia internacional’, que garante as coberturas contratadas também fora do país”, explica o especialista.

– Seguro Viagem – Tem cobertura para o atendimento médico e despesas hospitalares. Além disso, a seguradora também concede o amparo nos casos em que o segurado estiver com Covid-19 inclusive hospedagem, de acordo com o plano contratado, e a remarcação de passagem. “O cicloturismo é considerado para as seguradoras um esporte de aventura, por isso é fundamental contratar uma cobertura específica chamada ‘Mundo Aventura’”, orienta.

– Seguro de Vida – “Tem cobertura mundial, sendo assim, o segurado ou a família poderão acionar em qualquer lugar do mundo de acordo com as coberturas contratadas”, explica. As coberturas que se destacam são: morte natural, morte acidental, invalidez parcial ou total por acidente e assistência funeral.

Para quem pedala somente dentro do país, pode ser uma boa opção incluir uma cobertura acessória no seguro residencial:

– Seguro Residencial – Com a contratação da cobertura adicional de subtração de bike, o bem tem cobertura em caso de roubo em todo o território nacional. “É importante se lembrar de incluir esta cobertura opcional no seguro de sua residência, a cobertura básica não inclui”, alerta.

Acompanhe a viagem pelas redes sociais (@luizalvarezmorales e @larcorretoradeseguros) e veja como ir além com o seguro.