FIDES RIO 2023: Ex-presidente do BID é presença confirmada

Fonte: CNseg

O ex-presidente do BID Luis Alberto Moreno é o primeiro palestrante de renome internacional confirmado para a 38ª. Conferência Hemisférica de Seguros, que reunirá representantes de entidades do setor segurador privado de 20 países da América Latina, mais Estados Unidos e Espanha no Rio de Janeiro, de 24 a 26 de setembro de 2023.

Moreno é internacionalmente conhecido por sua liderança como presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) por 12 anos (entre 2005 e 2020) conduzindo uma agenda de modernização da instituição com foco em investimentos em infraestrutura, urbanização e desenvolvimento dos países latino-americanos.

O executivo também é uma das vozes mais qualificadas nas áreas de finanças para o desenvolvimento, políticas públicas e desenvolvimento social, econômico e institucional. Tem ampla experiência na defesa dos objetivos de gênero e diversidade, e lidera numerosas iniciativas para beneficiar a comunidade global: desde avanços em matéria de energia renovável e proteção do meio ambiente, acesso ao atendimento médico, resiliência e adaptação climática, cidades sustentáveis, até conectividade e inovação digital.

Para Moreno, as mudanças climáticas podem ser uma oportunidade para a América Latina: “a América Latina tem cerca de 8% da geografia global, com pouco mais de 40% da biodiversidade do mundo. Somos, quando comparados com outros países, uma região de matriz energética bastante limpa. Embora ainda utilizemos combustíveis fósseis, também temos avançado muito nas novas fontes energéticas, energias solares ou de vento. A América Latina deve reivindicar perante o mundo como nós podemos trazer todas essas tecnologias novas que estão a emergir para poder realizar com sucesso uma transformação energética como a que o mundo precisa”.

Anteriormente à sua entrada no BID, Moreno atuou como embaixador da Colômbia nos Estados Unidos, fortalecendo as relações entre os dois países e apoiando a criação de programas de assistência bilateral.

Atualmente, é membro do Conselho de Administração do Fórum Econômico Mundial (WEF), do Comitê Olímpico Internacional, entre outros. Também é membro do Conselho de Administração da Dow Chemical, Nubank e FEMSA.

O diplomata recebeu inúmeros prêmios e distinções por sua liderança na América Latina, como o Atlantic Council Leadership Award, o Woodrow Wilson Award e o Inter American Dialogue.

Daniel Castillo completa um mês à frente da subscrição do IRB Brasil RE

Executivo, que acumula mais de 35 anos de experiência, conta como desembarcou no maior ressegurador do país e fala de sua carreira

No dia 19 de fevereiro, Daniel Castillo completará um mês na vice-presidência de Subscrição do IRB Brasil RE. Eleito para o novo cargo pelo Conselho de Administração (CA) da companhia em janeiro, ele ocupava até então uma cadeira no colegiado. Nessa entrevista, o executivo, que acumula mais de 35 anos dedicados ao mercado ressegurador, atuando em diversos países e empresas, conta como desembarcou no maior ressegurador do país e fala de sua carreira. Confira:

Como chegou ao IRB Brasil RE?

Voltei ao Brasil, em 2020, achando que ia me aposentar e viver na Bahia. Mas isso durou pouco. Meses após o início da pandemia, recebi um convite para retornar ao mundo do resseguro, desta vez como conselheiro do IRB. A primeira dica que me deram é que deveria ser ‘nose in, fingers out’. Confesso que não imaginei que ‘aconselhar’ seria tão difícil. Ainda me sentindo muito ativo, senti uma necessidade enorme de ser mais executivo. Foi aí que o novo CEO, Marcos Falcão, meu colega de CA, me chamou para liderar a subscrição do maior ressegurador brasileiro.

Que estratégia deve ser seguida pela área de subscrição?

Para subscrever não precisamos de grandes fórmulas, precisamos apenas saber somar e subtrair. Ou seja, o prêmio que recebemos deve ser suficiente para pagar os sinistros, as despesas, os tributos, os salários e sobrar uma porção para nossos acionistas. Se essa simples equação não for positiva, o negócio não sobreviverá.

Nesse contexto, qual papel do subscritor?

O subscritor precisa ser um analista de riscos. Deve determinar um clausulado que proteja aquele bem e precificar pela exposição que vai assumir. Não tem segredo. Se for um conjunto de riscos individuais, deverá analisar a carteira de riscos com responsabilidade e determinar o preço justo pela exposição que vai assumir.

Como não cair em armadilhas?

O grande desafio é não se deixar levar apenas pelo volume de negócios. A precificação deve ser mais ciência do que arte. A análise do passado e a previsão do futuro são essenciais. Não devemos cair na tentação de acreditar que, sem uma base sólida, desta vez será melhor. Parece simples, mas não é. Manter a disciplina em alguns ramos exige uma análise completa do que pode acontecer, aquilo que pode ser reclamado anos depois, reservando adequadamente os riscos que assumimos no passado para tentar prever o improvável: o famoso ‘tail risk’. Como diz o Waren Buffett, ‘somente após a maré saberemos quem eram aqueles que nadavam nus’.

Toda essa tranquilidade vem da experiência acumulada ao longo dos anos? Como tudo começou?

Aprendi muito com as oportunidades que tive ao longo da carreira. Sou formado em Engenharia Civil, pela PUC-RS, e meu primeiro emprego foi na SulAmérica, como inspetor de riscos. Depois, assumi a mesma posição na Bradesco Seguros. Logo vieram os anos de alta inflação no Brasil e, recém-casado, decidi embarcar com a minha família para o Canadá. Lá, fui subscritor de engenharia na Munich Re. Aprendi muito. Típico ressegurador alemão, me mandaram para a Alemanha para aprender o idioma e a cultura da empresa. Mas, pouco tempo depois, assumi a posição de gerente de facultativos em Montreal, cujo idioma predominante é o francês. Mais uma língua, mais uma cultura, mais um aprendizado.

Você também atuou na General Re. Conte um pouco

Quando achei que a família já estava estabelecida no Canadá, a General Re, resseguradora americana, me ofereceu uma oportunidade em Londres, centro mundial do seguro e resseguro, para desenvolver de lá as operações facultativas do continente europeu. Ali, aprendi sobre o incrível mercado do ‘Lloyds of London’, experiência única para um subscritor de riscos. Já nos anos 90, o assunto era o fim do monopólio de resseguros no Brasil. Em 1997, tive a alegria de retornar ao nosso país, para abrir o escritório de representação da General Re, mas veio a ação de inconstitucionalidade e a abertura do mercado foi adiada. Em seguida, depois da difícil experiência na Argentina, em 2001, voltei para a Alemanha com a missão de gerenciar os negócios de resseguros na Europa, América Latina, Oriente Médio e África do Sul. Fui o único latino-americano a fazer parte do ‘board of directors’ da General Re, experiência única e de imenso aprendizado em um mundo altamente competitivo e com as novidades de Sarbanes-Oxley e Solvência 2.

MDS é a corretora de seguros oficial do Baile da Vogue 2023

A corretora de seguros MDS Brasil é pelo terceiro ano consecutivo a corretora de seguros oficial do Baile da Vogue 2023.  A tradicional festa carnavalesca tem como tema em 2023 “Sonho de uma Noite de Verão” e acontecerá nesta sexta-feira, dia 10, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. A seguradora responsável é a ESSOR.

Para atender às diferentes necessidades das organizações de evento, eventualidades e demandas que surgem, a corretora disponibiliza o Seguro Responsabilidade Civil Eventos, mais conhecido como RC Eventos.  Feito sob medida, este produto auxilia de forma precisa na identificação, gestão, controle e minimização dos incidentes.  

Segundo Thiago Tristão, Vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO da MDS Reinsurance Solutions, o RC Eventos é um aliado fundamental para o gerenciamento de riscos, como cancelamento, roubo e perda de equipamentos, acidentes, despesas médicas e muitas outras variáveis.  A proteção é um investimento indispensável, é uma oportunidade de ressignificar a relação com o consumidor, por meio de eventos memoráveis.  

Tradição 

O tradicional Baile da Vogue é realizado há 18 anos com edições em São Paulo e, desde 2020, também no Rio de Janeiro.  Neste ano, dividido em cinco ambientes, o baile terá um conceito lúdico com traços surrealistas, hipnóticos e vibrantes, que podem ser vistos ao longo dos atos. A abertura do baile ficará por conta da diretora de conteúdo da Vogue Brasil Paula Merlo, do ator Jonathan Azevedo e da atriz Mônica Martelli. A noite ainda terá shows de Pedro Sampaio, do cantor Silva, da bateria da Grande Rio e da grande atração da noite, Ludmilla.

Bradesco Seguros responde por mais de 30% do lucro do banco, com ganho de R$ 6,8 bilhões em 2022

O grupo Bradesco Seguros registrou lucro líquido de R$ 6,8 bilhões no acumulado de 2022, alta de 27,2%, o que representa mais de 30% do lucro de R$ 20,6 bilhões divulgados pelo banco, uma queda de 21,1% comparado a 2021. O ROAE em seguridade passou de 15,6% para 18,9%. O resultado foi favorecido pela expansão do faturamento de 16,7%, totalizando R$ 95,4 bilhões em 2022, com evolução em todas as linhas de negócios. Em indenizações e benefícios, foram pagos R$ 12 bilhões no trimestre e R$ 48 bilhões no acumulado do ano. Segundo o banco, o resultado da operação de seguros crescerá entre 6% e 10% em 2023.

O resultado financeiro atingiu 8,5% no trimestre e 16,6% no acumulado, influenciado pelo comportamento dos índices econômico-financeiros do período. Já o resultado das operações de seguros, previdência e capitalização atingiu R$ 4,3 bilhões no 4T22 (+21,9% vs. 4T21 e +28,9% vs. 12M21), superando o guidance estabelecido para o ano, de 18% a 23%.

As Provisões Técnicas do Grupo cresceram 10,6% na comparação anual, alcançando R$ 324 bilhões, com destaque para os ramos de Saúde, Vida e Previdência, e os Ativos Financeiros evoluíram 7,5%, alcançando R$ 343 bilhões. No que diz respeito aos indicadores de desempenho, o Índice de Eficiência Administrativa ficou em 3,6% no ano, o que representa melhora de 0,3 p.p. frente a 2021, e o Índice de Sinistralidade registrou recuo de 1,4 p.p., atingindo cerca de 80%.

Ao longo de 2022, os investimentos em inovação e tecnologia dobraram em relação a 2021, atingindo a casa de R$ 1 bilhão, em três frentes: desenvolvimento e infraestrutura, incluindo melhoria dos canais de atendimento; contratação de novos profissionais, com o objetivo de acelerar o processo de transformação digital da companhia; e aquisição de novas plataformas de CRM.

Também foi impulsionado o modelo de inovação aberta, que incentiva a colaboração de parceiros que estejam desenvolvendo produtos e serviços capazes de contribuir com os negócios do grupo segurador. Como resultado, o número de empresas prospectadas em 2022 superou os três dígitos, crescendo mais de 62% se comparado ao ano anterior.

O resultado da expansão e aprimoramento dos canais digitais, com soluções que visam simplificar e agilizar as interações de clientes e corretores no processo de contratação e atendimento, pode ser medido em números. As vendas na modalidade cresceram 57% de janeiro a dezembro de 2022, alcançando R$ 2,6 bilhões, com aumento de 45% na quantidade de itens distribuídos, superando 3,6 milhões. Os aplicativos Bradesco Seguros já acumulam mais de 14 milhões de downloads. Além disso, 96% dos reembolsos de saúde e 76% das vistorias de sinistros de Seguro Auto foram concluídos por processo digital, e 98% das vendas de Previdência Privada foram assinadas digitalmente por meio do aplicativo Bradesco, Internet Banking e Biometria.

Na Bradesco Saúde, os segurados ganharam em dezembro um novo plano da modalidade Efetivo, o Pantanal, com cobertura nacional e prestadores locais de qualidade em diversas especialidades, para atendimento aos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Com o lançamento, sobe para 17 o total desses produtos, desenvolvidos com o intuito de atender necessidades regionais específicas.

Lucro da Porto recua para R$ 1,1 bilhão em 2022

porto seguros

A Porto registrou lucro líquido de R$ 1,1 bilhão em 2022, queda de 26,5% ante os R$ 1,54 bilhão de 2021. O volume de vendas chegou a R$ 28 bilhões em receitas totais, com alta de 29,5% frente a 2021. O resultado financeiro em 2022 alcançou R$ 604,3 milhões, com avanço anual de 28,9%. De acordo com a Porto, a melhora foi decorrente do maior retorno das aplicações financeira. O índice de sinistralidade do seguro auto consolidado fechou o ano passado em 58,3%. Houve melhora de 4,8 pontos percentuais frente ao mesmo período de 2021.

No quarto trimestre, o lucro recorrente foi de R$ 555,6 milhões alta de 87,6% em relação ao resultado recorrente do mesmo período de 2021. Na comparação com o lucro líquido total, que inclui a receita não recorrente de reversão de IR e contribuição social sobre lucro líquido sobre depósitos judiciais no quarto trimestre de 2021, a alta foi de 4,3%.

As receitas do grupo cresceram 31,1% no quarto trimestre ante igual período de 2021 para R$ 7,884 bilhões. Na vertical Seguros, as receitas trimestrais aumentaram 26,7% na comparação anual, impulsionadas pelo avanço do seguro auto, de 30,7%. Segundo a Porto, a recomposição de margens e esforços realizados para acelerar as vendas em determinadas praças foram os principais fatores que impulsionaram o crescimento.

O índice combinado de seguros, que indica a relação entre os prêmios arrecadados e as despesas, incluindo sinistros, atingiu 89,6%. A melhora ocorreu pela melhor sinistralidade alcançada nos seguros auto, patrimonial e vida.

Na Porto Saúde, o crescimento das receitas do trimestre alcançaram 35,1% ante o quarto trimestre de 2021. Houve expansão de 38,6% nos prêmios do seguro saúde. A carteira obteve um incremento de 64 mil vidas em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 413 mil vidas no período.

No Porto Bank, as receitas aumentaram em 21,1%. As operações de crédito avançaram 31,3% com ampliação de mais de 250 mil negócios, principalmente em cartão de crédito, consórcio e fiança locatícia. A inadimplência acima de 90 dias aumentou 0,2 pontos em comparação a o trimestre imediatamente anterior.

Zurich lucra US$ 4,6 bilhões em 2022 e vendas de seguros superam US$ 43 bilhões

A Zurich reportou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 4,6 bilhões em 2022, uma redução de 12% em relação aos US$ 5,2 bilhões em 2021, impulsionado principalmente por um nível mais baixo de ganhos de capital, perdas líquidas na alienação de negócios e encargos de hiperinflação relacionados ao mercado latino-americano.

No entanto, a Zurich teve seu maior lucro operacional (BOP) desde 2007, com US$ 6,5 bilhões para o ano de 2022, um aumento de 12% em relação aos US$ 5,7 bilhões em 2021. A empresa também superou suas metas financeiras pela segunda vez consecutiva.
Menores sinistros relacionados a catástrofes e condições climáticas foram parcialmente compensados pelo ambiente inflacionário experimentado nos negócios de varejo e PME no segundo semestre de 2022, em particular no ramo automotivo, enquanto o seguro comercial continuou a se beneficiar da maior taxa de ganho e expansão da margem, segundo comunicado do grupo suíço.

“Foram anos difíceis com desafios inesperados durante os quais tivemos que nos manter muito ágeis e focados em nossos objetivos. Continuamos a executar nossa estratégia com forte disciplina e conduzimos com sucesso nossos resultados para cumprir as metas”, de acordo com o CEO do Grupo, Mario Greco.

O segmento de negócios de Property & Casulty (P&C) registrou “índice combinado de 94,3% e níveis recordes de prêmios”, disse Greco durante uma ligação com analistas para discutir os ganhos. O índice combinado do ano passado estava no mesmo nível de 2021.

Os prêmios brutos de P&C do grupo somaram US$ 42,3 bilhões, aumento de 8% em relação aos US$ 40,1 bilhões em 2021. Greco disse que um forte crescimento foi alcançado em seguros comerciais e negócios de varejo. “Os preços ajustados ao risco mais altos no seguro comercial e o progresso medido contínuo em direção às nossas ambições de crescimento levaram os prêmios brutos subscritos da P&C a um nível recorde”, disse ele.

“Embora esperemos que os aumentos das taxas no seguro comercial sejam moderados em relação aos 8% observados em 2022, esperamos ver mais expansão de margem em 2023”, acrescentou. Greco disse que a empresa continua focada nos clientes, o que se reflete no fato de que a taxa de retenção de clientes aumentou dois pontos percentuais, para 82%, com mais de 2,1 milhões de novos clientes líquidos adicionados em 2022.

Tokio Marine patrocina a 17ª edição da corrida SP Run

A Tokio Marine, uma das principais seguradoras do Brasil, é uma das patrocinadoras da 17ª SP Run, que acontecerá neste domingo, 12/02, no Shopping SP Market, em São Paulo. Os trajetos são de 4km ou 8km, que poderão ser percorridos por corrida ou caminhada.

O patrocínio ao evento está alinhando com o compromisso da Seguradora em estimular a prática de atividades físicas, saúde e bem-estar, iniciativas que fazem parte da ação Tokio Marine – Movimento Vida Saudável, que está atrelado aos benefícios do Seguro de Vida que podem ser usufruídos em vida. A SP Run é a primeira de uma série de eventos de corrida e caminhada que serão patrocinados pela Companhia durante o ano. 

Em 2022, a Tokio Marine patrocinou a 5ª Pink Run, corrida exclusiva para mulheres que tem como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção do câncer de mama e a Latam Airport Run, que aconteceu no terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo. No total, ao longo de 2023, a Tokio Marine apoiará dez corridas, que, além de São Paulo, acontecerão nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Sul. 

Serviço:

17ª SP RUN

Data: 12/02/2023

Local: Shopping SP Market

Largada: a partir das 8h30

Mais informações: https://sprun.com.br/  

Susep destaca iniciativas para levar cultura do seguro à sociedade, no Prêmio de Jornalismo em Seguros

Fonte: Susep

O superintendente interino da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Carlos Queiroz, participou na noite de ontem, 08 de fevereiro, em São Paulo, da cerimônia de premiação da 6ª edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, iniciativa que incentiva e dissemina a cultura do seguro em todo o País. 

A premiação realizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) conta com apoio da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na ocasião, Queiroz parabenizou os organizadores: “A CNseg também foi parceira e apoiadora da Susep na realização do 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros, cuja premiação foi entregue agora em janeiro. Outra iniciativa importante da ENS, próxima à essa nossa, foi o Concurso de Artigos Acadêmicos em Seguros, realizado no ano passado. Projetos como esses são de extrema relevância para ao setor, pois fomentam a produção de material, seja jornalístico ou acadêmico, estimulam a pesquisa e contribuem para o desenvolvimento do setor, além de promover o setor à sociedade e incentivar educação financeira em nosso país”, destacou.

Participaram do evento lideranças do setor como o presidente da ENS, Lucas Vergílio, o diretor da ENS, Tarcísio Godoy; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; o presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira – junto a diversas lideranças dos mercados supervisionados pela Susep; o presidente do Instituto Brasileiro de Autorregulação da Corretagem de Seguros (Ibracor), Joaquim Mendanha; e o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, Boris Ber – junto a presidentes de Sincors de diversos outros estados.

O superintendente declarou que não é fácil para a sociedade entender a linguagem do seguro. “O jornalismo, aqui, tem um papel fundamental, que vai além da informação. A imprensa tem e sempre terá um papel educacional importantíssimo”, disse.

Ele destacou que o tema educação financeira vem sendo tratado pela Susep como uma pauta estratégica. “É nossa missão, também enquanto autarquia, promover a educação financeira para despertar a consciência da população quanto às suas decisões individuais e familiares relacionadas a seus recursos. E, junto com a pauta de inovação, vêm consistindo em verdadeiros pilares que norteiam o planejamento estratégico da nossa autarquia”. 

No que tange à inovação, apontou que muitos trabalhos finalistas desta premiação já mostram que estamos só no início da jornada. “Tivemos, nos últimos anos, muitas matérias sobre insurtechs, open insurance, sandbox, inovações tecnológicas, SRO e novos produtos. Elas relatam a revolução pela qual passa o setor de seguros, e ações da Susep para o desenvolvimento. E alguns desses trabalhos estão aqui, concorrendo como finalistas do prêmio”, afirmou. “Merecem destaque, ainda, temas como seguro rural ou seguro agrícola, e o tema do impacto da pandemia no setor, que, de maneira geral, demonstrou a importância, a seriedade, a resiliência do setor e a sua capacidade de recuperação”.

Outro ponto observado por Queiroz foi a representatividade feminina. “Assim como ocorreu no Prêmio Susep, em que tivemos participação feminina em 5 dos 6 trabalhos vencedores, aqui, no VI Prêmio de Jornalismo em Seguros, pude observar que, dos 25 trabalhos indicados, temos a participação feminina, como autoras ou coautoras, em 19 deles. É uma felicidade ver que esses números não apareceram isoladamente, o que corrobora a capacidade técnica das mulheres e indica a sua grande força para o setor”.

Além da participação feminina, também notou a representatividade de diversos Estados brasileiros entre os finalistas, com veículos regionais do Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. “É um bom sinal. Sinal de que a informação sobre seguros está chegando em todo Brasil. E essa informação torna-se ainda mais relevante quando advém de um jornalista, um player fundamental para a educação financeira, securitária e previdenciária, tendo em vista o seu papel de facilitador nas comunicações entre o setor e a sociedade”.

Mercado de capitalização cresceu 16,9% em 2022, com receita de R$ 28,39 bilhões 

Fonte: Fenacap

Com 93 anos de atuação no Brasil,  o setor de Capitalização comemora bons resultados em 2022 com receita de R$ 28,39 bilhões, alta de 16,9% no acumulado se comparada a 2021. As reservas técnicas, que medem a robustez financeira do setor, totalizaram R$ 37,19 bilhões, com alta significativa de 12,10%. Injetou na economia mais de R$ 21,60 bilhões entre resgates e premiações de sorteios.

Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), a expectativa de crescimento de dois dígitos foi confirmada, construída dia a dia, a partir das respostas de um ambiente econômico positivo. “Nossa força vem do papel  social da Capitalização como reserva de valor, capaz de suportar planos e desejos, tornando-os realidade. Registramos no período o crescimento de consumidores, focados em sustentabilidade e responsabilidade social. Estes, entre outros fatores, confirmaram o otimismo com os resultados de 2022 e projetam novos planos para 2023”, declara o presidente da FenaCap, Denis Morais.

Todas as regiões do país também tiveram aumento de dois dígitos. O Norte ganhou a liderança com maior crescimento (29,90%) – tendo o Acre como protagonista, com evolução de 46,74% (a segunda maior do Brasil). Em seguida, há Nordeste (25,99%) e a performance de Alagoas – maior do Brasil – com 56,57%. Na sequência: Centro-Oeste (21,46%), Sul (16,29%) e Sudeste (13,90%). 

Os títulos da modalidade Tradicional continuam liderando as vendas, com 74% da receita, seguidos pela Filantropia Premiável e  Instrumento de Garantia (ambas com 11%), Incentivo (3%) e Popular (1%).  A modalidade Tradicional também de destaca com o maior crescimento de 22,4% e receitas de R$ 20,90 bilhões. 

A modalidade de Filantropia Premiável direcionou um volume recorde de recursos de R$ 1,48 bilhão às organizações filantrópicas, um crescimento de 12% e se posicionando entre os maiores financiadores de projetos sociais do Brasil. 

Outra modalidade em sintonia com o cenário atual é o Instrumento de Garantia, que apresentou evolução de 4,6%, somando R$ 3,03 bilhões. Nela, as reservas do titular podem ser vinculadas como garantia de uma operação de crédito, de locação de imóveis (em substituição ao fiador) ou qualquer outro tipo de contrato entre as partes. 

“É um mercado aquecido. Os títulos de garantia fiduciária e dos de venda direta para empresas que por meio deles têm a chance, em um mercado mais competitivo, de fidelizar clientes. São cenários que já começam a ser desenhados e nos quais o mundo digital terá forte presença. É nessa direção que todas as empresas estão investindo e o mercado de capitalização não está ausente disso. Ao contrário: tem se focado para atender esses novos consumidores com pesados investimentos”, destaca o presidente da FenaCap, apontando a tecnologia como aliada para expansão dos negócios, em 2023.

AXA no Brasil leva 440 colaboradores para passeio na Roda Rico

Fonte: AXA

Esta semana, os colaboradores da AXA no Brasil estão reunidos em São Paulo para um encontro anual dedicado ao alinhamento de estratégias e ao planejamento da companhia para 2023 a 2027. Além da oportunidade de integração e fortalecimento da cultura, por ser o primeiro encontro presencial que reúne toda a companhia desde a pandemia, o ponto alto do evento foi levar os 440 colaboradores à Roda Rico, maior roda-gigante da América Latina, segurada e patrocinada pela AXA no Brasil. 

Outra novidade é a presença de dois executivos internacionais: Antimo Perretta, CEO da AXA na Europa e América Latina, Nuria Fernández París, Gerente Geral do AXA Madrid International Hub, que tem entre suas atribuições o desenvolvimento da operação brasileira, uma das prioridades do Grupo AXA entre países emergentes. Encontros com os parceiros e corretores também fazem parte da agenda. A presença de ambos representa a confiança do grupo na operação do Brasil, além de um apoio importante para a realização das ações previstas.

“A presença de Antimo e Núria é motivo de celebração, são dois executivos muito importantes dentro do Grupo e tê-los aqui é uma validação importante do nosso plano estratégico 22-27. Além disso, levar os colaboradores na Roda-Gigante é importante para que eles vejam a grandeza do projeto e também sintam-se orgulhosos por sermos a seguradora oficial do mais novo cartão postal de São Paulo.”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.