Lucro da Porto recua para R$ 1,1 bilhão em 2022

porto seguros

A Porto registrou lucro líquido de R$ 1,1 bilhão em 2022, queda de 26,5% ante os R$ 1,54 bilhão de 2021. O volume de vendas chegou a R$ 28 bilhões em receitas totais, com alta de 29,5% frente a 2021. O resultado financeiro em 2022 alcançou R$ 604,3 milhões, com avanço anual de 28,9%. De acordo com a Porto, a melhora foi decorrente do maior retorno das aplicações financeira. O índice de sinistralidade do seguro auto consolidado fechou o ano passado em 58,3%. Houve melhora de 4,8 pontos percentuais frente ao mesmo período de 2021.

No quarto trimestre, o lucro recorrente foi de R$ 555,6 milhões alta de 87,6% em relação ao resultado recorrente do mesmo período de 2021. Na comparação com o lucro líquido total, que inclui a receita não recorrente de reversão de IR e contribuição social sobre lucro líquido sobre depósitos judiciais no quarto trimestre de 2021, a alta foi de 4,3%.

As receitas do grupo cresceram 31,1% no quarto trimestre ante igual período de 2021 para R$ 7,884 bilhões. Na vertical Seguros, as receitas trimestrais aumentaram 26,7% na comparação anual, impulsionadas pelo avanço do seguro auto, de 30,7%. Segundo a Porto, a recomposição de margens e esforços realizados para acelerar as vendas em determinadas praças foram os principais fatores que impulsionaram o crescimento.

O índice combinado de seguros, que indica a relação entre os prêmios arrecadados e as despesas, incluindo sinistros, atingiu 89,6%. A melhora ocorreu pela melhor sinistralidade alcançada nos seguros auto, patrimonial e vida.

Na Porto Saúde, o crescimento das receitas do trimestre alcançaram 35,1% ante o quarto trimestre de 2021. Houve expansão de 38,6% nos prêmios do seguro saúde. A carteira obteve um incremento de 64 mil vidas em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 413 mil vidas no período.

No Porto Bank, as receitas aumentaram em 21,1%. As operações de crédito avançaram 31,3% com ampliação de mais de 250 mil negócios, principalmente em cartão de crédito, consórcio e fiança locatícia. A inadimplência acima de 90 dias aumentou 0,2 pontos em comparação a o trimestre imediatamente anterior.

Zurich lucra US$ 4,6 bilhões em 2022 e vendas de seguros superam US$ 43 bilhões

A Zurich reportou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 4,6 bilhões em 2022, uma redução de 12% em relação aos US$ 5,2 bilhões em 2021, impulsionado principalmente por um nível mais baixo de ganhos de capital, perdas líquidas na alienação de negócios e encargos de hiperinflação relacionados ao mercado latino-americano.

No entanto, a Zurich teve seu maior lucro operacional (BOP) desde 2007, com US$ 6,5 bilhões para o ano de 2022, um aumento de 12% em relação aos US$ 5,7 bilhões em 2021. A empresa também superou suas metas financeiras pela segunda vez consecutiva.
Menores sinistros relacionados a catástrofes e condições climáticas foram parcialmente compensados pelo ambiente inflacionário experimentado nos negócios de varejo e PME no segundo semestre de 2022, em particular no ramo automotivo, enquanto o seguro comercial continuou a se beneficiar da maior taxa de ganho e expansão da margem, segundo comunicado do grupo suíço.

“Foram anos difíceis com desafios inesperados durante os quais tivemos que nos manter muito ágeis e focados em nossos objetivos. Continuamos a executar nossa estratégia com forte disciplina e conduzimos com sucesso nossos resultados para cumprir as metas”, de acordo com o CEO do Grupo, Mario Greco.

O segmento de negócios de Property & Casulty (P&C) registrou “índice combinado de 94,3% e níveis recordes de prêmios”, disse Greco durante uma ligação com analistas para discutir os ganhos. O índice combinado do ano passado estava no mesmo nível de 2021.

Os prêmios brutos de P&C do grupo somaram US$ 42,3 bilhões, aumento de 8% em relação aos US$ 40,1 bilhões em 2021. Greco disse que um forte crescimento foi alcançado em seguros comerciais e negócios de varejo. “Os preços ajustados ao risco mais altos no seguro comercial e o progresso medido contínuo em direção às nossas ambições de crescimento levaram os prêmios brutos subscritos da P&C a um nível recorde”, disse ele.

“Embora esperemos que os aumentos das taxas no seguro comercial sejam moderados em relação aos 8% observados em 2022, esperamos ver mais expansão de margem em 2023”, acrescentou. Greco disse que a empresa continua focada nos clientes, o que se reflete no fato de que a taxa de retenção de clientes aumentou dois pontos percentuais, para 82%, com mais de 2,1 milhões de novos clientes líquidos adicionados em 2022.

Tokio Marine patrocina a 17ª edição da corrida SP Run

A Tokio Marine, uma das principais seguradoras do Brasil, é uma das patrocinadoras da 17ª SP Run, que acontecerá neste domingo, 12/02, no Shopping SP Market, em São Paulo. Os trajetos são de 4km ou 8km, que poderão ser percorridos por corrida ou caminhada.

O patrocínio ao evento está alinhando com o compromisso da Seguradora em estimular a prática de atividades físicas, saúde e bem-estar, iniciativas que fazem parte da ação Tokio Marine – Movimento Vida Saudável, que está atrelado aos benefícios do Seguro de Vida que podem ser usufruídos em vida. A SP Run é a primeira de uma série de eventos de corrida e caminhada que serão patrocinados pela Companhia durante o ano. 

Em 2022, a Tokio Marine patrocinou a 5ª Pink Run, corrida exclusiva para mulheres que tem como objetivo conscientizar sobre a importância da prevenção do câncer de mama e a Latam Airport Run, que aconteceu no terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo. No total, ao longo de 2023, a Tokio Marine apoiará dez corridas, que, além de São Paulo, acontecerão nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Sul. 

Serviço:

17ª SP RUN

Data: 12/02/2023

Local: Shopping SP Market

Largada: a partir das 8h30

Mais informações: https://sprun.com.br/  

Susep destaca iniciativas para levar cultura do seguro à sociedade, no Prêmio de Jornalismo em Seguros

Fonte: Susep

O superintendente interino da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Carlos Queiroz, participou na noite de ontem, 08 de fevereiro, em São Paulo, da cerimônia de premiação da 6ª edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, iniciativa que incentiva e dissemina a cultura do seguro em todo o País. 

A premiação realizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) conta com apoio da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Na ocasião, Queiroz parabenizou os organizadores: “A CNseg também foi parceira e apoiadora da Susep na realização do 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros, cuja premiação foi entregue agora em janeiro. Outra iniciativa importante da ENS, próxima à essa nossa, foi o Concurso de Artigos Acadêmicos em Seguros, realizado no ano passado. Projetos como esses são de extrema relevância para ao setor, pois fomentam a produção de material, seja jornalístico ou acadêmico, estimulam a pesquisa e contribuem para o desenvolvimento do setor, além de promover o setor à sociedade e incentivar educação financeira em nosso país”, destacou.

Participaram do evento lideranças do setor como o presidente da ENS, Lucas Vergílio, o diretor da ENS, Tarcísio Godoy; o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; o presidente da CNseg, Dyogo de Oliveira – junto a diversas lideranças dos mercados supervisionados pela Susep; o presidente do Instituto Brasileiro de Autorregulação da Corretagem de Seguros (Ibracor), Joaquim Mendanha; e o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, Boris Ber – junto a presidentes de Sincors de diversos outros estados.

O superintendente declarou que não é fácil para a sociedade entender a linguagem do seguro. “O jornalismo, aqui, tem um papel fundamental, que vai além da informação. A imprensa tem e sempre terá um papel educacional importantíssimo”, disse.

Ele destacou que o tema educação financeira vem sendo tratado pela Susep como uma pauta estratégica. “É nossa missão, também enquanto autarquia, promover a educação financeira para despertar a consciência da população quanto às suas decisões individuais e familiares relacionadas a seus recursos. E, junto com a pauta de inovação, vêm consistindo em verdadeiros pilares que norteiam o planejamento estratégico da nossa autarquia”. 

No que tange à inovação, apontou que muitos trabalhos finalistas desta premiação já mostram que estamos só no início da jornada. “Tivemos, nos últimos anos, muitas matérias sobre insurtechs, open insurance, sandbox, inovações tecnológicas, SRO e novos produtos. Elas relatam a revolução pela qual passa o setor de seguros, e ações da Susep para o desenvolvimento. E alguns desses trabalhos estão aqui, concorrendo como finalistas do prêmio”, afirmou. “Merecem destaque, ainda, temas como seguro rural ou seguro agrícola, e o tema do impacto da pandemia no setor, que, de maneira geral, demonstrou a importância, a seriedade, a resiliência do setor e a sua capacidade de recuperação”.

Outro ponto observado por Queiroz foi a representatividade feminina. “Assim como ocorreu no Prêmio Susep, em que tivemos participação feminina em 5 dos 6 trabalhos vencedores, aqui, no VI Prêmio de Jornalismo em Seguros, pude observar que, dos 25 trabalhos indicados, temos a participação feminina, como autoras ou coautoras, em 19 deles. É uma felicidade ver que esses números não apareceram isoladamente, o que corrobora a capacidade técnica das mulheres e indica a sua grande força para o setor”.

Além da participação feminina, também notou a representatividade de diversos Estados brasileiros entre os finalistas, com veículos regionais do Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. “É um bom sinal. Sinal de que a informação sobre seguros está chegando em todo Brasil. E essa informação torna-se ainda mais relevante quando advém de um jornalista, um player fundamental para a educação financeira, securitária e previdenciária, tendo em vista o seu papel de facilitador nas comunicações entre o setor e a sociedade”.

Mercado de capitalização cresceu 16,9% em 2022, com receita de R$ 28,39 bilhões 

Fonte: Fenacap

Com 93 anos de atuação no Brasil,  o setor de Capitalização comemora bons resultados em 2022 com receita de R$ 28,39 bilhões, alta de 16,9% no acumulado se comparada a 2021. As reservas técnicas, que medem a robustez financeira do setor, totalizaram R$ 37,19 bilhões, com alta significativa de 12,10%. Injetou na economia mais de R$ 21,60 bilhões entre resgates e premiações de sorteios.

Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), a expectativa de crescimento de dois dígitos foi confirmada, construída dia a dia, a partir das respostas de um ambiente econômico positivo. “Nossa força vem do papel  social da Capitalização como reserva de valor, capaz de suportar planos e desejos, tornando-os realidade. Registramos no período o crescimento de consumidores, focados em sustentabilidade e responsabilidade social. Estes, entre outros fatores, confirmaram o otimismo com os resultados de 2022 e projetam novos planos para 2023”, declara o presidente da FenaCap, Denis Morais.

Todas as regiões do país também tiveram aumento de dois dígitos. O Norte ganhou a liderança com maior crescimento (29,90%) – tendo o Acre como protagonista, com evolução de 46,74% (a segunda maior do Brasil). Em seguida, há Nordeste (25,99%) e a performance de Alagoas – maior do Brasil – com 56,57%. Na sequência: Centro-Oeste (21,46%), Sul (16,29%) e Sudeste (13,90%). 

Os títulos da modalidade Tradicional continuam liderando as vendas, com 74% da receita, seguidos pela Filantropia Premiável e  Instrumento de Garantia (ambas com 11%), Incentivo (3%) e Popular (1%).  A modalidade Tradicional também de destaca com o maior crescimento de 22,4% e receitas de R$ 20,90 bilhões. 

A modalidade de Filantropia Premiável direcionou um volume recorde de recursos de R$ 1,48 bilhão às organizações filantrópicas, um crescimento de 12% e se posicionando entre os maiores financiadores de projetos sociais do Brasil. 

Outra modalidade em sintonia com o cenário atual é o Instrumento de Garantia, que apresentou evolução de 4,6%, somando R$ 3,03 bilhões. Nela, as reservas do titular podem ser vinculadas como garantia de uma operação de crédito, de locação de imóveis (em substituição ao fiador) ou qualquer outro tipo de contrato entre as partes. 

“É um mercado aquecido. Os títulos de garantia fiduciária e dos de venda direta para empresas que por meio deles têm a chance, em um mercado mais competitivo, de fidelizar clientes. São cenários que já começam a ser desenhados e nos quais o mundo digital terá forte presença. É nessa direção que todas as empresas estão investindo e o mercado de capitalização não está ausente disso. Ao contrário: tem se focado para atender esses novos consumidores com pesados investimentos”, destaca o presidente da FenaCap, apontando a tecnologia como aliada para expansão dos negócios, em 2023.

AXA no Brasil leva 440 colaboradores para passeio na Roda Rico

Fonte: AXA

Esta semana, os colaboradores da AXA no Brasil estão reunidos em São Paulo para um encontro anual dedicado ao alinhamento de estratégias e ao planejamento da companhia para 2023 a 2027. Além da oportunidade de integração e fortalecimento da cultura, por ser o primeiro encontro presencial que reúne toda a companhia desde a pandemia, o ponto alto do evento foi levar os 440 colaboradores à Roda Rico, maior roda-gigante da América Latina, segurada e patrocinada pela AXA no Brasil. 

Outra novidade é a presença de dois executivos internacionais: Antimo Perretta, CEO da AXA na Europa e América Latina, Nuria Fernández París, Gerente Geral do AXA Madrid International Hub, que tem entre suas atribuições o desenvolvimento da operação brasileira, uma das prioridades do Grupo AXA entre países emergentes. Encontros com os parceiros e corretores também fazem parte da agenda. A presença de ambos representa a confiança do grupo na operação do Brasil, além de um apoio importante para a realização das ações previstas.

“A presença de Antimo e Núria é motivo de celebração, são dois executivos muito importantes dentro do Grupo e tê-los aqui é uma validação importante do nosso plano estratégico 22-27. Além disso, levar os colaboradores na Roda-Gigante é importante para que eles vejam a grandeza do projeto e também sintam-se orgulhosos por sermos a seguradora oficial do mais novo cartão postal de São Paulo.”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil.

BB Seguridade lucra R$ 6 bilhões em 2022, alta de 53%


Impulsionado principalmente pelo forte desempenho comercial e crescimento do resultado financeiro, o lucro líquido da BB Seguridade fechou 2022 em R$ 6 bi, crescimento de 53,7% em relação ao ano anterior. Em 2022, o resultado operacional não decorrente de juros, antes de impostos, evoluiu 27,9% e superou a projeção de crescimento de 24% a 27% divulgada no guidance da companhia.

O crescimento do lucro ocorreu mesmo com as adversidades enfrentadas no seguro agrícola, decorrentes do evento climático La Niña, que afetou principalmente o estado de Mato Grosso do Sul e a região Sul do país, perfazendo em 2022 um total de R$ 3,2 bilhões em indenizações aos produtores rurais.

No 4T22, o lucro líquido evoluiu 47,3%, totalizando R$ 1,8 bi, e o resultado operacional não decorrente de juros (ex- holdings) cresceu 21,0% em relação ao mesmo período de 2021. O resultado financeiro combinado das empresas do grupo, após impostos, atingiu R$ 457 milhões, superando em mais de 3 vezes o resultado gerado no 4T21.

Líquido de impostos, o resultado operacional contribuiu com R$ 1,1 bilhão para a variação do lucro. Os principais destaques para esse desempenho foram a redução da sinistralidade, com a dissipação dos efeitos da COVID-19 nos produtos com cobertura de morte, o forte crescimento de vendas de seguro rural e prestamista e o aumento da arrecadação com títulos de capitalização e previdência.

O resultado financeiro consolidado, líquido de impostos, de todo o conglomerado – BB Seguridade e de suas investidas – atingiu R$ 1,1 bilhão em 2022 e contribuiu com um aumento de R$ 978 milhões para o lucro líquido, com elevação na taxa de retorno dos ativos, favorecida pela alta da taxa Selic e menor impacto de marcação a mercado, expansão do volume de ativos financeiros e recuperação do resultado financeiro da Brasilprev.

A companhia divulgou estimativas de crescimento para 2023, prevendo novamente uma expansão de dois dígitos em todos os indicadores do seu guidance. Para o resultado operacional não-decorrente de juros (ex- holdings), a expectativa da BB Seguridade é crescer entre 12% e 17%. Já para os prêmios emitidos da Brasilseg, a evolução projetada está entre 10% e 15%. Por fim, com relação às reservas de previdência – PGBL e VGBL da Brasilprev, a companhia espera uma alta entre 10% e 14%.

Seguros: com crescimento de 30,7%, volume de prêmios emitidos supera as projeções de crescimento e chega a R$ 15 bilhões no ano

Os prêmios emitidos superaram o intervalo projetado de crescimento de 25% a 28%, apresentando forte desempenho em praticamente todas as linhas de negócio: (i) rural (+51,8%), devido ao aumento da demanda e expansão do Plano Safra 2022/2023; (ii) prestamista (+26,3%), reflexo de aumento da penetração no desembolso de crédito do Banco do Brasil e maior volume de vendas nas operações de crédito em estoque, além de redução do cancelamento; (iii) vida (+4,5%), com a evolução de vendas novas e melhora do cancelamento; e (iv) residencial (+18,3%) e empresarial/massificados (+33,1%).

Previdência: captação líquida fecha 2022 em R$ 1,7 bi, ante resgate líquido de R$ 783 milhões em 2021

A captação líquida em 2022 foi positiva em R$1,7 bilhão, ante resgate líquido de R$783 milhões em 2021, impulsionada pelo expressivo aumento das contribuições (+15,7%). No 4T22, a captação foi positiva em R$676 milhões, com crescimento da arrecadação, que somou R$13 bilhões no trimestre (+8,1% s/ 4T21), e redução do índice de resgate (-0,8 p.p. s/ 4T21 | -0,4 p.p. s/ 3T22).

Capitalização:arrecadação sobe 38% e encerra ano com volume de R$ 5,9 bilhões

Com incremento do ticket médio dos títulos de pagamento único e expansão de 37,5% nas vendas de títulos de pagamento mensal, a arrecadação com títulos de capitalização cresceu 38% em 2022, totalizando R$ 5,9 bi. Na comparação 4T22 x 4T21, o crescimento foi de 55,8%, totalizando o volume de R$ 1,7 bilhão.

Seguradora Mapfre avança 45% em vendas em 2022, para € 4,8 bilhões, e lucro avança 93%

O grupo segurador Mapfre registrou crescimento de 45% em emissão de prêmios na comparação com 2021, atingindo 4,8 bilhões de euros em volume total, informa comunicado global. O lucro líquido atingiu 144 milhões de euros, 93% acima do registrado em 2021. De acordo com comunicado, o forte resultado foi impulsionado, principalmente, pela evolução da diversificação dos negócios firmados pela companhia ao longo dos últimos 12 meses e pela valorização do real no período – cerca de 18%.

O crescimento das vendas foi o mais alto entre todas as regiões em que o grupo opera no mundo, posicionando-se à frente do crescimento que a seguradora obteve na América do Norte (25%), América Latina Sul (23%) e Ibéria (0,4%). Na análise sobre ramos, os Seguros Gerais foram os que mais contribuíram para os negócios da companhia no Brasil, com 2,7 bilhões de euros em prêmios, um aumento de 58% no período de um ano. O segmento de Vida também obteve um bom desempenho em prêmios, com 1,5 bilhão de euros arrecadados (crescimento de 30%), seguido pelos seguros de Automóvel, com 623 milhões de euros (35,1%).

Na avaliação do CEO da Mapfre no Brasil, Fernando Pérez-Serrabona, os resultados positivos refletem a solidez da companhia, que, com eficiência operacional e resiliência frente aos desafios econômicos, conseguiu realizar investimentos que tornaram seu modelo de negócios competitivo. “O Brasil é estratégico para os negócios da companhia e um dos mercados com maior potencial de crescimento no setor de seguros. Temos objetivos claros para seguir com precisão e sustentabilidade em nossos ramos de atividade. Nossos investimentos em melhoria de processos internos e na experiência do cliente, principalmente, com modelos de tarifação e subscrição adequados a realidade do mercado e incremento da oferta multicanal, contribuíram de forma significativa para os resultados observados em 2022, traçando um horizonte promissor para 2023”, explica o executivo. 

Brasil em destaque 

Em 2022, o Brasil se firmou como a segunda região mais relevante para as receitas globais do grupo Mapfre, com pouco mais de 24% de participação em prêmios, atrás de Portugal e Espanha, que detém, juntos, 37% da fatia dos negócios globais. Os números refletem a evolução dos negócios no segmento Vida Risco, cujo lucro cresceu consideravelmente, passando de 2 milhões para 54 milhões de euros, fruto da diminuição da taxa de sinistralidade derivada do Covid-19. Da mesma forma, o lucro do negócio agrícola cresceu 143% frente a 2021, apesar do impacto da seca no norte e sul do país.

Resultado global

No consolidado de 2022, o grupo Mapfre atingiu globalmente 24,5 bilhões de euros em prêmios, o que representa um aumento de quase 11% na comparação com 2021. O resultado reflete uma melhora geral do negócio de seguros em praticamente todas as regiões, com aumentos significativos na América Latina e América do Norte, bem como nos negócios de resseguro e grandes riscos, além da valorização de quase todas as moedas em relação ao euro.

Já com relação aos lucros, a Mapfre atingiu a cifra de 642 milhões de euros, uma redução de 16% na comparação com 2021. As elevadas taxas de inflação nos mercados e o aumento da sinistralidade de automóveis e decorrente de eventos climáticos impactaram as contas da companhia. Do lado positivo, contribuíram a evolução de novos negócios na América Latina e os resultados da Mapfre RE, a resseguradora do grupo, além do desempenho nos ramos de Seguros Gerais e Vida.  

Allianz anuncia 6 milhões de euros para ajudar na recuperação dos estragos do terremoto na Turquia e na Síria

Oliver Batt CEO do Grupo Allianz (6)

O Grupo Allianz anunciou hoje que disponibilizará 6 milhões de euros para apoiar os esforços de socorro e recuperação após os terremotos na Turquia e na Síria, incluindo até um milhão de euros para igualar as doações de seus funcionários e agentes vinculados. “O compromisso decisivo de seis milhões de euros da Allianz é uma expressão de nossa solidariedade com nossos colegas e clientes, bem como com seus entes queridos, que foram afetados por os terremotos na região. Esses recursos também são uma expressão de nossa confiança inabalável na capacidade das sociedades e dos indivíduos de se reconstruir e prosperar após desastres naturais. O pessoal da Allianz, em todo o mundo, está pronto para fazer nossa parte no apoio a esses esforços”, disse Oliver Bäte, CEO e presidente do Conselho de Administração da Allianz SE.

Até o momento, 1 milhão de euros já foi mobilizado por meio de uma colaboração da Allianz Türkiye, Allianz Partners e Allianz Trade na Turquia para apoiar um fundo local especial que fornece alívio imediato às pessoas diretamente afetadas pela crise. O escopo da primeira onda de apoio varia de busca e salvamento a moradia, realocação e fornecimento de outros suprimentos necessários. Deste montante, 500.000 euros já foram aplicados.

A Allianz vai também igualar os donativos dos seus colaboradores até um milhão de euros, estando já em curso uma campanha interna de donativos. A empresa tem mais de 2.000 funcionários baseados na Turquia. O Programa de Assistência ao Funcionário da Allianz – disponível para todos os colegas globalmente 24 horas por dia – tem apoiado ativamente os colegas da Allianz após o desastre. “À medida que as consequências devastadoras do terremoto continuam a se desenrolar, a única resposta apropriada é tomar medidas imediatas – tanto por meio de apoio financeiro quanto ativando as várias redes de apoio que já temos. no lugar”, comentou Sirma Boshnakova, Membro do Conselho de Administração da Allianz SE. “A Allianz mantém laços fortes e históricos com a Turquia e suas comunidades há um século, e estamos fazendo o possível para garantir a segurança e o suporte de nossos clientes e colegas que contribuem diretamente no local”.

“Estamos em contato próximo com todo o nosso ecossistema, inclusive com nossos colegas de equipe na Allianz Türkiye, Allianz Partners e Allianz Trade, e com autoridades públicas, ONGs, municípios e associações médicas. Juntos, vamos superar este momento difícil e reconstruir mais fortes do que nunca”, acrescentou o CEO da Allianz Türkiye, Tolga Gurkan.

Ricardo Brockmann é nomeado CEO da Marsh McLennan América Latina e Caribe

A Marsh McLennan (NYSE: MMC), empresa líder mundial em serviços profissionais nas áreas de risco, estratégia e pessoas, anunciou hoje a nomeação de Ricardo Brockmann como CEO da Marsh McLennan América Latina e Caribe (LAC), além de suas responsabilidades liderando a Marsh na região, a partir de 1º de março 2022.

Brockmann liderará um novo esforço colaborativo na região para entregar soluções inovadoras e maior impacto ao cliente nas interseções dos quatro negócios da empresa: Marsh, Mercer, Guy Carpenter e Oliver Wyman. Ele se reportará ao CEO da Marsh McLennan International, Flavio Piccolomini, e continuará baseado na Cidade do México. Andre Maxnuk, Presidente da Mercer América Latina, se reportará ao Brockmann e continuará se reportando a Martine Ferland, Presidente e CEO Global da Mercer.

“Com uma carreira de mais de 40 anos na Marsh, Ricardo é um dos líderes empresariais mais respeitados e experientes da América Latina”, diz Piccolomini. “Tendo ocupado cargos de liderança sênior em toda a região, tem um profundo conhecimento da ampla gama de problemas que as organizações enfrentam. Sob sua liderança, estaremos bem posicionados para apoiar os clientes a enfrentar as incertezas impostas pelo cenário de risco em rápida mudança”, complementa.

“Os clientes nas economias dinâmicas da América Latina estão enfrentando desafios econômicos e empresariais significativos para manter seu crescimento e prosperar. Para abordá-los de forma eficaz, nossos clientes precisam de uma gama de recursos de todos os nossos negócios que possam ajudá-los a encontrar estabilidade e crescimento, e é isso que vamos entregar juntos – maior valor para o cliente”, afirma Brockmann.

Brockmann é o líder da Marsh na América Latina e no Caribe desde 2010 e atuou por oito anos como CEO da Marsh México. Ele é membro do conselho de administração de várias empresas e diferentes organizações não governamentais (ONGs). 

Maxnuk foi nomeado em seu cargo de liderança na América Latina em 2018, adicionalmente ao seu cargo de CEO da Mercer no México, que assumiu em 2015. Ele tem mais de 25 anos de experiência em liderança e consultoria no Brasil, EUA e México, em diferentes linhas de negócios da Mercer.