Na MAG Seguros, 58% dos funcionários são mulheres; já no time comercial, elas representam 60,6%

patricia campos mag seguros

A equidade de gênero em seguros tem ano a ano se aproximado do equilíbrio. Em algumas seguradoras, o time feminino já ultrapassou a meta de metade da equipe. O Sonho Seguro conversou com a especialista em gente, Patrícia Campos, diretora executiva de Gente e Gestão na MAG Seguros, para contar um pouco da estratégia do grupo centenário nesta jornada sobre a diversidade no setor de seguros. Os percentuais estão acima da média do setor. No mercado de seguros, as mulheres representam 55% do total de trabalhadores, segundo pesquisa da Escola de Negócios e Seguros (ENS), divulgada em setembro de 2022. 

Quais as principais estratégias de seleção, recrutamento, treinamento e preparação e de promoção das mulheres?

Acreditamos que a entrada das mulheres no mercado segurador alavancou o crescimento de nossa indústria. Na MAG fomentamos uma cultura que não vê a mulher como empecilho, e também as desenvolvemos para se tornarem líderes. Promovemos ações internas e benefícios que diminuem os efeitos das dificuldades que a mulher ainda enfrenta no mercado de trabalho e criamos um canal ativo de escuta que presta todo o suporte necessário e melhorias para uma jornada de trabalho mais leve, sem preconceitos e de crescimento profissional. Não abrimos vagas que dão opção da liderança definir se quer contratar um homem ou uma mulher, eles descrevem as competências requeridas e o salário inicial está definido independente de quem será aprovado. 

Como evolui o percentual de mulheres dentro da empresa e quais as metas?

Na MAG, 58% do nosso quadro de colaboradores são mulheres e 48% dos nossos cargos de gestão são ocupados por elas. Já no time comercial, 60,67% são mulheres e elas representam 51,5% das lideranças comerciais.Construímos um ambiente em que a presença feminina não é uma meta, tornou-se natural atrairmos mulheres para o negócio porque elas tem em quem se referenciar e encontram aqui um ambiente propício ao seu desenvolvimento e crescimento profissional.   

E a participação em cargos de liderança?

Atualmente, na MAG, 22% das mulheres ocupam posição de liderança estando bem representadas em todos os níveis.Nossa Universidade Corporativa promove assessment e a formação de novas lideranças que nos últimos anos têm apresentado um virtuoso equilíbrio entre homens e mulheres.Uma das ações para promover o desenvolvimento de carreira foi a implementação do Programa “Impulsionando Mulheres na Liderança”. O objetivo foi preparar as mulheres que estão em cargos de níveis táticos (média gestão) para assumir futuras posições mais estratégicas (superintendência e diretoria), aliado à mentoria. Comprovamos que a ampliação e consolidação de competências elevou o nível de prontidão para assumir essas posições. 

Cite outras práticas de inclusão da empresa.

Trazemos o tema Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) como prioridade estratégica da companhia há alguns anos. Em 2021, criamos o Programa Plural com o objetivo de organizar ações e disseminar o tema em nossa cultura e temos nossa política amplamente divulgada. A empresa não tolera nenhum tipo de discriminação, faz parte dos nossos inegociáveis, por esse motivo, dissemina o Código de Ética e Conduta entre os novos e atuais colaboradores.Realizamos campanhas de conscientização interna e externamente, projetos com Grupos de Afinidade com temática LGBTQIA+ e PcD, Momento Plural no MAG Day, Palestra específica para C-levels sobre DE&I e vieses inconscientes, promovemos workshops sobre grupos minorizados para as lideranças e webinares sobre o tema para preparar a força de vendas durante as visitas aos clientes e engajamos com frequência todos os colaboradores nessa temática, deixando claro que garantir um ambiente diverso e inclusivo deve ser um compromisso de todos. Além disso, realizamos um programa de formação de novos corretores com apoio financeiro que serve de inspiração para quem deseja começar uma nova carreira no mercado de seguros de vida e previdência. Oferecemos todo o suporte necessário no processo de formação, incluindo uma bolsa integral e preparo com profissionais experientes do setor. Em março ingressaram cerca de 140 novos corretores e com 50% de mulheres, absolutamente equilibrado.Reconhecemos que se há um fator que promove equidade é a remuneração variável, os ganhos são determinados pelo nível de dedicação e desempenho, sejam funcionárias ou autônomas, e temos acompanhada o crescimento da renda das mulheres e a conquista de premiações. 

Quais são as metas para inclusão de mulheres?

Acreditamos que a mulher tem o direito de equilibrar a sua vida profissional com a vida familiar, afinal aqui na MAG 55% delas são mães, por isso, além dos benefícios como plano de saúde diferenciado e auxílio creche e babá, promovemos práticas que suportam esse equilíbrio: modelo híbrido de trabalho, programa família segura, licença maternidade estendida, e isenção de coparticipação nos exames de prevenção em outubro.Temos construído juntos uma empresa que as mulheres têm voz e vez, crescem por sua competência e indicam outras e, naquilo que podemos aprimorar, elas tem espaço para nos indicar caminhos. 

MetLife se consolida no mercado de Gig Economy 

GIG economia Metlife

Fonte: MetLife

A MetLife intensificou os investimentos em tecnologia e está cada vez mais antenada às oportunidades de oferecer produtos e serviços focados em empresas e trabalhadores da Gig Economy. Esse termo, tão falado ultimamente, engloba diversas formas de trabalhos autônomos, profissionais que buscam flexibilidade e valorização de seus serviços, como motoristas de aplicativos e corretores de imóveis. A necessidade e a busca por esse tipo de trabalho, principalmente durante a pandemia, fizeram com que as empresas de tecnologia se desenvolvessem para apoiar o novo cenário.

De acordo com os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do final de 2021, aproximadamente 1,5 milhão de pessoas estavam trabalhando na Gig Economy no setor de transportes do país. Desses, 61,2% eram motoristas de aplicativo e/ou taxistas, 20,9% entregavam mercadorias via motocicletas, 14,4% atuavam como mototaxistas e o restante exercia a atividade de entrega de mercadoria via outro meio de transporte.

Gustavo Romero, diretor de Novos Negócios da MetLife Brasil, enfatiza “essa é uma frente de negócios que queremos explorar e que está, inclusive, mapeada nos objetivos do negócio da empresa para 2023”. Romero é responsável pelo relacionamento da seguradora com parceiros como o iFood, Bee Delivery e a Teddy que, recentemente, ampliou o escopo de produtos MetLife oferecidos não só aos clientes, como, também, aos entregadores parceiros. 

“A MetLife tem apoiado também Insurtechs inovadoras que estão focadas nesse mercado. Acaba de lançar produtos em parceria com a Teddy, que começou sua operação em 2022 focada em Gig Economy. A Teddy é uma plataforma de benefícios que permite que trabalhadores independentes tenham acesso a proteções desenhadas para suas reais necessidades, e está ajudando as empresas a valorizarem esses trabalhadores.”, comenta Isaac Matznet, Co-Founder da Teddy.

Indo mais além e, pensando em todos os tipos de atividades desses profissionais, a MetLife desenvolveu produtos e benefícios para diversas frentes de negócios. Coberturas em caso de Doença ou Acidente, seguros voltados ao público feminino, Assistência Funeral, Proteção Volta para Casa, Orientações Psicológicas e diversos outros serviços que podem ser utilizados em vida. Todos os produtos podem ter vigência mensal, ou intermitente. A ideia é atender a todos de forma que esses trabalhadores tenham benefícios similares àqueles com contratos de trabalho formais. 

“Nosso trabalho consiste em entender as necessidades de cada tipo de parceiro comercial e desenvolver produtos que atendam as especificidades deles. Um exemplo é a cobertura de despesas médicas hospitalares, um produto inovador, que vai muito além de uma apólice de seguro, pois são serviços de cuidado e bem-estar que podem ser utilizados em vida. Percebemos que os entregadores do iFood precisavam de mais apoio com serviços médicos e ambulatoriais em eventuais sinistros. Com isso, criamos um ecossistema, que dará maior conveniência e autonomia aos segurados. Em parceria com algumas empresas de assistências, disponibilizamos atendimentos em clínicas e hospitais particulares, com um fluxo simples e claro para que eles possam realizar consultas médicas, exames e terapias em mais de 4 mil pontos de atendimentos espalhados pelo país. Tais procedimentos podem ser feitos após o processo de análise pela MetLife e desde que o valor esteja dentro das coberturas e regras do seguro. “O nosso objetivo é dar maior acolhimento, suporte e, principalmente, desburocratizar o atendimento” explica Natália Pedrosa – Executiva de Novos Negócios na MetLife.

“As empresas de Gig Economy, assim como o iFood, possuem uma grande quantidade de clientes, entregadores, e, para que os nossos produtos consigam atender todo esse ecossistema, necessitamos atuar com tecnologias capazes de integrar a nossa grande base de dados, trazendo inovações e buscando melhorias contínuas. E é exatamente por isso que escolhemos seguir junto à seguradora MetLife, por virem se disruptando no mercado segurador, investindo e apostando cada vez mais em tecnologia e crescimento de portfólio, seguindo a mesma cultura que exercemos hoje na empresa”, diz Erica Lopes – Coordenadora de Seguros do iFood.

A Gig Economy é uma tendência mundial – nos Estados Unidos, por exemplo, os ‘gig workers’ consistem em um pilar importante e contribuíram com US$ 1,2 trilhão à economia americana em 2020, de acordo com a plataforma Upwork. O estudo ‘Global Gig-Economy Index’, realizado pela Payoneer em 2019 em dez países, incluindo o Brasil, mostrou que somos a terceira nação onde essa modalidade mais cresce no mundo. Por aqui, a Gig Economy vem aumentando 48% ao ano, atrás apenas de Estados Unidos (78%) e Reino Unido (59%).

Resseguradoras dos EUA emitem US$ 81 bilhões em 2022

As resseguradoras de Property & Casualty (P&C) emitiram US$ 81 bilhões em prêmios líquidos em 2022, um aumento de 8,6% em relação aos US$ 74,6 bilhões em 2021, de acordo com dados de final de ano divulgados na sexta-feira pela Reinsurance Association of America.

O grupo da associação de 17 resseguradores de P&C dos EUA registrou uma taxa combinada de 99,8% para 2022, inalterada em relação a 2021.

O índice combinado do grupo decorre de um índice de sinistralidade de 76,5% em 2022 contra 75,3% em 2021 e um índice de despesas de 2022 de 23,3% em comparação com 24,5% em 2021.

O superávit dos segurados foi de $ 254,4 bilhões em 31 de dezembro de 2022, um aumento de 6,4% em comparação com $ 239 bilhões no trimestre anterior.

IRB quer voltar à lucratividade, concentrar negócios no Brasil e afasta novo aumento de capital

Fonte: InfoMoney

Com sinistralidade mais baixa no quarto trimestre de 2022 (4T22) e quase um breakeven (equilíbrio entre despesas e receitas), o IRB ([ativo=IRB3]) quer mirar em 2023 na volta à lucratividade. Segundo o CEO Marcos Falcão, a expectativa é que a melhora gradual ocorra trimestre a trimestre ao longo deste ano. O foco será concentrar 80% dos negócios no Brasil e a manutenção e melhora dos índices regulatórios. Após o balanço do 4T22, as ações de IRB subiam 8,93%, a R$ 21,47, às 12h20 (horário de Brasília), após chegarem a avançar mais de 10% durante a manhã desta quinta-feira (9).

Segundo Falcão, as renovações de seguros em janeiro deste ano já foram a taxas melhores do que no ano passado. Com o cenário de juros mais altos no Brasil e no mundo, as reservas serão mais bem aplicadas, impactando em um resultado financeiro melhor, na avaliação do CEO.

Mas Falcão destaca que é preciso tempo para voltar ao nível de resultados que a empresa pode entregar. “Vamos atender o mercado com disciplina financeira e com objetivo de trazer retorno ao acionista”, afirma.

Com sinistralidade, comissionamento e despesas menores, reduziu-se também o índice combinando no 4T22, indicador importante para o setor de resseguros. O índice combinado caiu de 174% em 4T21 para 118% no 4T22.

Wilson Toneto, Vice-Presidente Técnico e de Operações, apontou ainda que 75% dos sinistros retidos em 2021 eram de contratos firmados antes de 2020. A mesma leitura para 2022 apresenta índice de 17%. “Com isso, o chamado efeito cauda foi arrefecido e a representatividade desses contratos será muito menor para os próximos anos”, aponta ele.

Dentro do padrão regulatório

Ao longo de 2022, o IRB foi desenquadrado do padrão regulatório por conta da Suficiência de Patrimônio Líquido e da Cobertura de Provisões Técnicas. Nos últimos dois trimestres, a empresa conseguiu se reenquadrar. O desenquadramento não deve voltar a acontecer em 2023, segundo Carlos Guerra, Vice-Presidente Jurídico, de Governança e Facilities. “As projeções indicam que os indicadores permanecerão dentro do padrão regulatório”, afirmou Guerra.

A Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado, que deve ser acima de 100%, ficou em 101% em dezembro, e o Índice de Solvência Total encerrou o ano em 260% (contra 245% em setembro de 2022).

Foco no Brasil

A diretoria reforçou o objetivo de, cada vez mais, concentrar os negócios no Brasil, até atingir um índice de 80%. Se em 2021, os prêmios emitidos no país somavam 61%, esse índice subiu para 68% em 2022. Agora, a meta é alcançar os 80% no Brasil em 2023.

Segundo Daniel Castillo, Vice-Presidente de Subscrição, é no Brasil que o IRB tem mais experiência, mas outros mercados não devem ficar de fora. “Vamos concentrar esforços em alguns mercados da América Latina. Subscrever 15% da carteira na América Latina, e 5% apenas no mercado global”, afirma.

Sem novo aumento de capital

Após o follow on de R$ 1,2 bilhão em 2022, que foi fundamental para o reenquadramento regulatório de IRB, a diretoria não vê agora a necessidade de outro aumento de capital.

O CEO afirmou que o aumento realizado no ano passado foi uma resposta à catástrofe do agronegócio no Brasil. “Olhando para a frente, vemos o IRB com volume menor de prêmios, vemos a companhia no hard market e não prevemos nenhuma catástrofe. Volta a lucratividade e também melhora a margem de solvência”, destaca.

Allianz anuncia fusão de negócios unindo empresas de seguros de grandes e médias empresas

A Allianz Global Corporate & Specialty SE (AGCS) anuncia a incorporação de dois novos membros ao Conselho de Administração, bem como mudanças nas responsabilidades de alguns dos membros atuais. Estas mudanças refletem mudanças na AGCS, consolidará os negócios Mid Corporate (MidCorp) das entidades organizacionais nacionais (OEs) da Allianz e a AGCS, conforme anunciado hoje.

Joachim Mueller liderará o negócio integrado ‘Allianz Commercial’ como parte de suas responsabilidades de CEO da AGCS SE. Com o novo modelo de colaboração, os clientes e parceiros de distribuição terão uma abordagem consistente de subscrição e acesso a soluções de seguros harmonizadas, coordenadas globalmente e entregues localmente, mediante uma única interface de mercado. Esta mudança é central para a estratégia do Grupo Allianz de expandir sua posição de líder em seguros property & casualty e crescer através de plataformas escaláveis.

Os dois novos membros da Diretoria são Jon-Paul Jones como Chief Operating Officer (COO), sucedendo Betting Dietsche, que integrará a Allianz SE como Chief People and Culture Officer, e Dirk Vogler como Chief MidCorp Transformation Officer, uma posição recém-criada na Diretoria da AGCS SE em resposta à estratégia comercial integrada. Vogler foi nomeado em 1 de fevereiro de 2023 e a nomeação de Jones será efetivada após aprovação regulatória. 

Como Diretor de Transformação da MidCorp, Dirk Vogler será responsável por desenvolver o novo modelo de colaboração entre a AGCS e a Mid Corporate Business das EOs nacionais da Allianz, começando com a parceria da AGCS com as EOs da Allianz na França, Alemanha, Reino Unido e Austrália. Vogler se junta à AGCS, após a sua experiência na Allianz Versicherungs AG na Alemanha, onde foi membro do Conselho de Administração responsável pela Divisão Corporativa, cargo que ocupou por mais de quatro anos. Ele ingressou no Grupo Allianz em 2016 e anteriormente ocupou vários cargos executivos no setor de seguros.

Como Chefe de Operações da AGCS, Jon-Paul Jones  as Operações Comerciais Globais, TI, Proteção e Resiliência, Transformação de Serviços Corporativos, Gerenciamento Global de Processos e o Escritório Global de Dados, bem como os principais projetos de transformação de TI. Anteriormente ele foi Chefe Global de Transformação na unidade de Seguro Comercial Global da Allianz SE, e ingressou na Allianz como COO Regional da Allianz Asia Pacific em 2020. Sua carreira profissional anterior inclui mais de 15 anos no setor de seguros em diversas posições de liderança focadas em tecnologia da informação, modernização e serviços compartilhados, e também foi CEO de uma seguradora na Ásia.  

Além dessas duas nomeações, uma série de mudanças nas responsabilidades de alguns dos atuais membros do Conselho de Administração da AGCS SE entram em vigor: 

  • Renate Strasser, atualmente Diretora Especializada em Subscrição, ocupará o cargo de Diretora Técnica, uma nova função na Diretoria da AGCS SE. Ela será responsável por todas as funções globais focadas na excelência técnica de subscrição, preços, gerenciamento de portfólio, consultoria de risco e resseguro, assim como ESG/Soluções Climáticas. 
  • Shanil Williams assumirá novas responsabilidades e liderará as nove linhas de negócios globais da AGCS, tanto Corporate como Specialty, como Diretor de Subscrição.
  • As áreas de Conformidade, Recursos Humanos e o NOVO Escritório do Programa de Transformação da AGCS passarão do Diretor Executivo Joachim Mueller para Diretor Financeiro Claire-Marie Coste-Lepoutre. Ela também assumirá o cargo de CEO Adjunto no Conselho da AGCS SE de Joachim Mueller.
  • Joachim Mueller, em apoio ao seu papel como líder da Allianz Commercial, também assumirá a responsabilidade pelo negócio do Reino Unido, França e Austrália. Estes três países têm um amplo portfolio de Allianz MidCorp e são fundamentais para a parceria comercial integrada GATS/OE. 
  • Os outros países/regiões continuarão sob o comando de  Henning Haagen, Chief Regions & Markets Officer 1, ou Tracy Ryan, recém-nomeada Chief Regions & Markets Officer 2.

O CEO Joachim Mueller comenta sobre estas mudanças: “Dou as boas-vindas a Dirk e Jon-Paul como novos membros do Conselho de Administração da AGCS SE, além de Tracy Ryan, cuja nomeação anunciamos há alguns dias. Com esses novos reforços e a redistribuição de responsabilidades, nós, como líderes, estamos prontos para começar um novo capítulo na história corporativa da AGCS: a implantação do novo modelo de parceria da Allianz Commercial. Vamos colaborar estreitamente com o Mid Corporate das entidades nacionais da Allianz para oferecer uma abordagem de subscrição e distribuição coordenada globalmente e entregue localmente através de uma única interface de mercado”.

Pacheco quer desarquivar projeto de 20 anos sobre mercado de seguros

Fonte: Folha

O mercado segurador fecha a semana com perspectivas de mudanças pela frente. Além da nomeação do novo superintendente para a Susep (Superintendência de Seguros Privados), na quarta (8), abriu-se um debate sobre o regramento do setor.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), protocolou requerimento para desarquivar um projeto sobre o setor de seguros que tramita no Congresso há quase 20 anos.

A proposta aborda obrigações e direitos de corretores, seguradoras e clientes. Os temas abrangem desde a formatação dos contratos, para dar maior transparência nas regras e nos termos usados, até o pagamento de prêmios, valores da garantia e da indenização.

O projeto foi elaborado em 2004 pelo então deputado federal José Eduardo Cardozo (PT) junto com o IBDS (Instituto Brasileiro de Direito do Seguro), entidade que tem entre seus fundadores o agora superintendente da Susep, Alessandro Octaviani.

Aprovado na Câmara em 2017, o texto foi arquivado no ano passado. A proposta chegou a ter um relatório favorável de Rodrigo Pacheco na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas foi arquivada depois que o parlamentar se tornou presidente do Senado.

Além de Pacheco, outros 26 senadores pedem a retomada da tramitação do texto.

CNseg: governador do Rio de Janeiro participará da FIDES 2023

fides 2023 cnseg

O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, confirmou presença na 38a. Conferência Hemisférica de Seguros, a Fides Rio 2023. O evento reunirá executivos do setor segurador de 20 países da América Latina, Estados Unidos e Espanha, no Rio de Janeiro, de 24 a 26 de setembro de 2023. Castro recebeu no Palácio Guanabara, nesta quinta-feira, 9, o presidente da Confederação Nacional de Seguros (CNseg), Dyogo Oliveira, que o convidou para participar da abertura oficial da Conferência.

O governador se dispôs a colaborar da melhor maneira possível com a realização da conferência, segundo Oliveira. São esperados cerca de 1.500 participantes nos três dias de encontro em que serão abordados os desafios e oportunidades para o setor de seguros nas Américas e na Península Ibérica.

Sob o tema central “Seguros para um mundo mais sustentável”, a Fides Rio 2023 terá debates e palestras de alto nível que tratarão de assuntos como a maior longevidade das pessoas, mudanças climáticas, transformação digital, ASG (ambiental, social e governança), Open Insurance, aperfeiçoamento regulatório e ambiente de negócios, cenário macroeconômico e aceleração do crescimento.

Palestrantes de renome internacional já estão confirmados como o economista e ganhador do Prêmio Nobel, Paul Krugman, e o ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luís Alberto Moreno.

Mais sobre a FIDES

A Conferência Hemisférica de Seguros (Fides) consolidou-se como a principal plataforma de conteúdo e de relacionamento da indústria de seguros nas Américas e Península Ibérica. O encontro é organizado a cada dois anos pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros, entidade sem fins lucrativos que agrega as associações de seguros privados de 20 países membros, tendo a CNseg entre as entidades fundadoras e representantes do Brasil.

Na Fides Rio 2023, a primeira edição presencial após a pandemia, os conferencistas terão oportunidade de ficar frente a frente com lideranças empresariais globais, executivos, formadores de opinião e autoridades, de conhecer as tendências e as transformações do mercado segurador, além de explorar uma ampla agenda de negócios.

Allianz faz parceria com o Rappi para vender seguro residência

Luiz Cartolano, diretor executivo de Marketing_cred. Túlio Vidal (7)

A Allianz Seguros juntou forças com o Rappi para levar o seguro residência aos seus clientes através do canal digital. O serviço, disponível para os assinantes do Rappi Prime, visa facilitar o acesso para contratação de soluções de proteção para casas e apartamentos de todo o Brasil. 

Os clientes Rappi Prime acessam uma página de benefícios exclusivos e lá encontram a landing page da Allianz. Nela, o cliente preenche alguns dados básicos, e basta aguardar o contato do corretor para concluir a compra. Todo o processo deve ocorrer de maneira ágil e simplificada.

Luiz Rodrigo Cartolano, diretor executivo de Marketing e Transformação da Allianz Seguros, comenta sobre a relevância da iniciativa para a Allianz e o mercado de seguros. “A compra do seguro pelos clientes Rappi Prime faz parte da nossa estratégia de inovação e ajuda a transformar o mercado, alcançando o cliente onde ele estiver e gerando mais negócios para nosso corretor parceiro. Os clientes Prime buscam exclusividade, e aqui na Allianz nosso corretor selecionará uma oferta customizada para atender à sua necessidade.”

A Allianz é a primeira empresa de seguros no país a fechar este tipo de parceria com o serviço de delivery Rappi. O acesso ao produto da seguradora, pela página de benefícios Rappi Prime, já está disponível. 

Para o Head de Parcerias da Rappi, da Rappi, João Bastos, essa é uma parceria que só tende a se fortalecer. “A Rappi quer trazer cada vez mais produtos e serviços relevantes aos seus clientes Prime, e a parceria com a Allianz só fortalece a seleção de ofertas exclusivas.”

A oferta especial do Allianz Residência é um benefício ao cliente Prime e a Rappi não recebe qualquer remuneração adicional com a venda do seguro.

EZZE é a seguradora oficial do Forte Noronha, em PE

Tombado como patrimônio histórico, o Forte de Nossa Senhora dos Remédios, atual Forte Noronha, conta com a EZZE como seguradora oficial de toda a sua estrutura, que acaba de ser totalmente revitalizada para receber turistas que passam pela região de Fernando de Noronha, arquipélago de Pernambuco (PE), bem como acolher toda a comunidade noronhense, que agora tem mais um atrativo de cultura e entretenimento na Ilha.

Um investimento de mais de R$ 11 milhões foi destinado à ampla reforma e reestruturação do ambiente que reúne museu interativo e museu a céu aberto, auditório e sala multifuncional para eventos e convenções, restaurante e bar, mirante e projetos socioambientais.

Um dos pontos que chamam a atenção é o foco na sustentabilidade: o Forte Noronha é o primeiro patrimônio tombado a neutralizar 100% as emissões de carbono no Brasil e recebeu o selo “Tesouro Verde”, que representa um importante passo em direção à gestão sustentável da Ilha.

Para o vice-presidente Comercial e de Marketing da EZZE Seguros, Ivo Machado, mais que assegurar o Forte, participar do projeto significa valorizar o patrimônio histórico, natural e cultural de nosso país. “A EZZE tem muito orgulho de fazer parte desta importante intervenção que reconhece a biodiversidade presente na região. Promover espaços que unem história, meio ambiente e cultura é uma grande oportunidade de proporcionar uma experiência única a todos que visitam esse incrível museu a céu aberto”, considera o executivo.

Com essa parceria, a EZZE espera abrir portas e se consolidar na Ilha como um importante parceiro na preservação e no cuidado de bens e patrimônios.

Hackers russos pedem US$ 50 milhões em resgate para não expor dados de seguradora argentina

riscos cibernéticos hackers

Os ataques hackers são uma realidade no mundo. Vão desde causar acidentes como inundações e colisão de trens, como mostra a série “Conexões” da Apple TV, até expor dados sigilosos de consumidores. Na semana passada, um entre centenas de casos no mundo, aconteceu com um seguradora argentina. Os cibercriminosos da LockBit, cuja principal base fica na Rússia, pediram resgate de US$ 50 milhões para não divulgar dados obtidos da seguradora argentina La Segunda Seguros, uma das seguradoras mais importantes da região central do país, relatam as agências de notícias locais.

Casos como este ocorridos com a seguradora La Segunda Seguros demonstram o quanto é fundamental ter segurança da informação como tema prioritário nas empresas. Quando ocorre um ataque, os impactos negativos na imagem da empresa, as consequências regulatórias e os prejuízos financeiros são significativos, afirma Claudio Macedo Pinto, especialista em riscos cibernéticos e sócio da corretora Clamapi.

O ataque foi possível pela vulnerabilidade do computador da empresa. Aconselhada por especialistas em cibercrime, a direção da La Segunda Seguros informou que não pagaria um único centavo e reconheceu publicamente que enfrentava “uma situação complexa, com a firme convicção de não ceder a pedidos ilegais”. Os hackers internacionais, diante da negativa, publicaram em 3 de março os dados por meio do método chamado Snap2HTML, uma ferramenta digital para criar listas de diretórios da web.

Informações sigilosas de pessoas físicas aparecem nessas listas porque os computadores afetados pelo ransomware tratavam de arquivos da medicina do trabalho, do setor jurídico da empresa e até de assuntos administrativos. Foram expostos online processos com perfis psicológicos, diagnósticos médicos para questões laborais, relatórios sobre pessoas afetadas pela Covid-19, bem como processos judiciais, reclamações e peritagens realizadas para causas diversas que tramitam em tribunal.

Muitas empresas ainda desconhecem os perigos que enfrentam hoje na web e não têm um plano de ação para saber como agir diante de uma invasão de seus dados, acrescenta Macedo Pinto.