EZZE Seguros comemora avanço da lucratividade e das vendas em 2022

Bruno Cals_EZZE Seguros

Os resultados financeiros da EZZE Seguros, com apenas três anos de operação, mostram crescimento em vendas e lucratividade. O lucro líquido saltou de R$ 6,2 milhões em 2021 para R$ 22,6 milhões em 2022. As vendas avançaram consistentemente. Em 2020, R$ 153 milhões; em 2021, R$ 427 milhões, e no ano passado ultrapassaram R$ 743 milhões. 

“Nossos resultados mostram que temos uma estratégia assertiva em ser uma seguradora multiprodutos e multicanais. Quando algum nicho do setor de seguros enfrenta alguma adversidade, como Vida durante a pandemia, não nos afeta tanto por termos diversificação de produtos e de canais de distribuição”, afirma o vice-presidente financeiro da EZZE, Bruno Cals. 

O executivo destaca que a companhia vem crescendo sendo especialista em produtos e nas regiões que elege para atuar. “Entramos em ramos que mostram potencial e investimos para sermos o melhor naquilo que fazemos. Iniciamos a operação da companhia com o Seguro Garantia, que significava 100% das vendas. Hoje ele representa 15%, com o avanço em linhas de negócios como seguros Patrimoniais, Linhas Financeiras, Transportes, entre outros”, acrescenta.

Em canais, os corretores de seguros são os principais distribuidores de seguros, bem como bancos digitais e empresas que vendem seguros para o seu público final, nicho conhecido pelo jargão “Afinidades”. São sete filiais e 130 funcionários para atender os mais de 5 mil corretores cadastrados. 

O bom desempenho de 2022 é creditado também ao controle de custos e investimentos em tecnologia. “A relação risco X retorno é o nosso foco. Temos programas que nos ajudam a controlar sinistralidade, comissão e despesas administrativas”, cita Cals. Ele comenta que para contratar alguém é preciso justificar o retorno que a vaga trará para a companhia. “Tudo pensado para que a seguradora cresça de forma sustentável.” 

Para 2023, Cals diz que a estratégia é consolidar a atuação da EZZE nos ramos em que ela já opera e ingressar em novos mercados. Um importante lançamento está previsto no setor de automóvel ainda para este semestre: o Seguro Auto Frota. “Temos muito espaço para crescer neste segmento. Tanto pela baixa penetração de seguros, com menos de 30% da frota circulante segurada, como também para agregar serviços e atendimento diferenciados. Prestação do serviço é o segredo do jogo. O corretor tem de receber sua comissão de forma ágil e o cliente ser indenizado de forma justa”, menciona o vice-presidente financeiro da EZZE.

O CEO da EZZE Seguros, Richard Vinhosa, também avalia positivamente os números da companhia. “O desempenho excepcional da EZZE em 2022 é reflexo das pessoas que aqui trabalham que foram brilhantes em planejar e executar a estratégia de multiprodutos e multicanais. Tenho certeza que continuaremos nesta trajetória para fazermos o nosso melhor para os nossos clientes, colaboradores e acionistas”, finaliza o executivo.

Zurich lança seguro de responsabilidade civil profissional

Fonte: Zurich

Com a simplificação e flexibilização das regras para o seguro de responsabilidade civil profissional – permitida pela circular 637/2021 da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) – a Zurich está lançando um novo produto para este segmento no mercado, que é conhecido na companhia como E&O (Erros & Omissões). 

O E&O é uma modalidade de seguro de responsabilidade civil que tem por objetivo cobrir perdas financeiras decorrentes de falhas profissionais causadas por ações e/ou omissões inerentes à atividade profissional desenvolvida pelo segurado, tais como advogados, arquitetos e engenheiros, notários entre outros. 

Com a oportunidade de personalizar o produto, a seguradora multinacional passa a oferecer a estes e outros segmentos um seguro E&O mais alinhado com o que oferece globalmente.  

“Com a flexibilização promovida pela circular, pudemos alinhar nosso produto nacional ao que comercializamos em outras unidades da Zurich no mundo. Além de ter acesso a um produto mais moderno e personalizado, nossos clientes no Brasil podem contar com programas internacionais de seguros com as mesmas coberturas em vários países, guardadas as devidas particularidades locais”, explica Marck Sá, Superintendente de Linhas Financeiras da Seguradora Zurich. 

Com uma linguagem mais acessível, o seguro oferecido pela Zurich é um dos únicos do mercado coberturas especiais para atividades profissionais específicas, como engenharia, advocacia, tecnologia, entre outras. 

“Com o amplo universo de atividades que podem demandar o seguro, cláusulas gerais não são suficientes e sempre geraram muitas dúvidas para o corretor. Com menos restrições para elaborar as apólices, há mais clareza do que de fato está incluso já nas coberturas básicas para cada atividade profissional, trazendo mais facilidade para o corretor oferecer o produto aos seus clientes”, aponta o executivo. 

Além disso, o E&O da Zurich traz agora uma cobertura afirmativa para cyber na apólice básica, com descrição detalhada do que é um evento cibernético e o que de fato está coberto nesse caso. Isso dá maior segurança aos clientes e, também, serve como argumento de venda para os corretores de seguros. 

“O seguro de responsabilidade civil profissional garante o reembolso das quantias pelas quais o segurado possa vir a ser responsabilizado civilmente em decorrência de danos causados a terceiros. Por isso, ele é ferramenta importante para profissionais e empresas. As coberturas de cyber, nesse caso, visam complementar este seguro de responsabilidade civil contratado”, pontua Marck.  

O executivo ressalta que o E&O é uma ótima oportunidade para os corretores diversificarem o seu portfólio, uma vez que se trata de um produto com ticket médio relativamente baixo e que pode ser contratado por profissionais liberais, que em grande parte, já fazem parte da carteira de clientes do corretor para produtos massificados como auto e vida. 

“Atualmente, o E&O é o produto com maior número de emissão de apólices em toda a carteira de linhas financeiras da Zurich. É um seguro muito necessário para diversas atividades profissionais, e o corretor pode oferecê-lo com sucesso à medida que conhece mais a fundo o produto e seu cliente. Nós, da Zurich, estamos à disposição para apoiar o corretor nessa empreitada”, finaliza Marck. 

CNseg: estatística gerais do setor

cnseg, seguradoras

A CNseg acaba de lançar uma nova versão do seu folder “O setor de seguros brasileiro”. A publicação, editada em versões em português, inglês e espanhol, apresenta a missão, visão e valores da Confederação Nacional das Seguradoras, a composição do mercado segurador e a estrutura do sistema de seguros privados e da saúde suplementar.

Além disso, o folder também traz números do setor, que em 2022 retornou à sociedade, em benefícios, indenizações, resgates, sorteios e despesas médicas e odontológicas, R$ 454 bilhões, valor que é sete vezes maior que o orçamento do Bolsa Família. Somente a Saúde Suplementar, retornou, em despesas, a cifra de R$234, 7 bilhões.

SURA apoia o primeiro circuito de corrida e caminhada da Cruz Vermelha de Nova Iguaçu (RJ)

sura seguros

A Seguros SURA, anuncia que será uma das apoiadoras dá 1° edição da Corrida e Caminhada da Cruz Vermelha de Nova Iguaçu (RJ), a seguradora será uma das patrocinadoras do evento beneficente que promete ser um dos maiores já realizado na região. A largada da corrida está programada para às 8h, na Via Light, Baixada Fluminense e também contará com palestras de psicólogos e assistentes sociais. 

Parte da arrecadação da corrida e caminhada humanitária será destinada para a compra de um caminhão baú para receber e distribuir as doações para a população. Outros objetivo também, será a arrecadação de doações de cestas básicas e a Campanha de Doação de Sangue Cruz Vermelha. 

“Esse apoio a primeira Corrida e Caminhada da Cruz Vermelha de Nova Iguaçu, só demostra o quanto a companhia está disposta a amparar importantes causas sociais. Esperamos que o evento beneficente seja um sucesso e para nós da SURA, sempre será uma honra poder fazer parte desse projeto que já auxilia muitas famílias na região” afirma Adriana Costa, Gerente Comercial da Sucursal Rio de Janeiro da Seguros SURA. 

Seguro de vida: por que os mercados são mais ou menos inclusivos?

De um total de 16 mercados estudados, o Brasil ocupa o 11º lugar na inclusão de seguros de saúde e vida, a frente de países como Egito e Colômbia, mas atrás de mercados como Indonésia, Austrália e Índia. É o que conta o novo relatório do Swiss Re Institute, L&H Insurance Inclusion Radar, publicado hojeO material também revela como tornar o seguro de vida e saúde mais barato, disponível e acessível, ajudando a reduzir a lacuna de proteção.

Em relação à América Latina, o mercado de seguros do Brasil cresce apesar dos desafios na capacidade de pagamento, enquanto o México enfrenta desafios no respaldo regulatório e na capacidade de pagamento. “Como muitos mercados emergentes, a inclusão de seguros no Brasil tem dificuldades nos indicadores que compreendem a capacidade de pagamento. O país está entre os que mais carecem de incentivos fiscais para a compra de seguros de vida. Nos últimos anos, no entanto, houve um respaldo regulatório destinado a reduzir os prêmios de seguro e a aumentar o número de segurados”, comenta Fred Knapp, Head Reinsurance Brazil & Southern Cone.

Confira alguns destaques:

. Melhorar a inclusão de seguros requer uma abordagem multifacetada que começa com uma melhor compreensão das necessidades do consumidor por meio de pesquisas de mercado que priorizam comunidades carentes

. Re/seguradoras devem explorar alianças inovadoras e estratégicas, para diversificar os canais de distribuição e usar a tecnologia digital para maior alcance

. A inovação contínua no design do produto deve ser acompanhada por práticas de subscrição mais eficientes e inclusivas

. A colaboração com órgãos reguladores é fundamental para manter o equilíbrio entre a proteção do consumidor e a inovação inclusiva necessária para incentivar uma maior oferta na cobertura de risco

. A estrutura do L&H Insurance Inclusion Radar nos permite ir além da medição do tamanho da mortalidade e das lacunas de proteção à saúde para considerar os fatores que as causam. Isso nos fornece um novo recurso para orientar os esforços de re/seguradoras em fechar as lacunas de proteção e expandir a proteção para grupos carentes

CNseg: Ana Paula Almeida Santos assume a diretoria de Sustentabilidade e Relações de Consumo

A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), entidade que congrega as Federações que representam as empresas integrantes dos segmentos de Seguros, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização, acabou de anunciar Ana Paula Almeida Santos como a nova diretora da Superintendência de Sustentabilidade e Relações de Consumo.

Ana Paula possui uma extensa trajetória no mercado de seguros e reconhecimento internacional pelo trabalho realizado em prol da diversidade. Foi diretora Jurídica e de Compliance de grandes empresas e seguradoras e, em 2016, recebeu os prêmios: Women Worth Watching Award, pela Diversity Journal, e o Chambers Women in Law Award: Latin America, por “Outstanding Contribution to Advancing Gender Diversity in the Legal Profession”, pela Chamber and Partners. Atualmente, é presidente e membro fundador do Idis (Instituto pela Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros), além de integrar o Comitê de Startups do IBGC.

Na CNseg, a executiva já havia participado das Comissões de Sustentabilidade e de Relações de Consumo, sendo agora efetivada como executiva da Confederação.

Ana Paula é formada em Ciências Jurídicas pela Universidade Mackenzie, possui LLM – Masters in Law pelo Ibmec e MBA em Inovação pela FIA – Business School

Mapfre anuncia Afonso Arinos para comandar a área comercial de agronegócio

Fonte: Mapfre

São Paulo, 13 de março de 2023 — A Mapfre anuncia a chegada do executivo Afonso Arinos para liderar o departamento Comercial da divisão de seguros agrícola e patrimonial rural da companhia. Engenheiro de formação, com especialização em marketing e serviços pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Arinos acumula mais de 20 anos de experiência em posições de liderança na área comercial e de relacionamento, estruturando canais de vendas de grandes multinacionais e startups. Nos últimos seis anos, teve atuação destacada como superintendente de Operações e diretor de Negócios e Soluções de Seguros, com foco no segmento Agro.

Com experiência no atendimento às demandas do agronegócio, Arinos vai gerenciar em conjunto com a equipe especialista de agro toda estratégia comercial de distribuição dos produtos de seguros agrícola e patrimonial rural em todos canais como cooperativas, corretores, bancos assim como a estratégia conjunta de formação especializada, eventos agro e apoio a mais de 400 comerciais em todo o país. A companhia possui coberturas para mais de 70 tipos de culturas e para o patrimônio do agricultor, tendo superado recentemente o montante de R$ 1 bilhão em prêmios emitidos no setor.

“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas ao Afonso Arinos, que é um líder experiente e altamente qualificado para comandar a frente comercial de Agro da Mapfre a partir do seu histórico bem-sucedido na área de negócios. Ele tem um profundo conhecimento do mercado de seguros agrícola e está comprometido em oferecer soluções inovadoras para ajudar nossos clientes a proteger suas propriedades e ativos”, afirma o diretor geral Comercial da Mapfre, Raphael Bauer.

“Com raízes no agro, o grupo conhece o segmento rural como poucas seguradoras. Estou entusiasmado com a oportunidade de somar meu conhecimento a uma equipe altamente especializada, que é referência no segmento, tem conhecimento sólido e está em constante evolução”, afirma Arinos.

A importância de ter os seus sonhos seguros

denise bueno colunista infomoney

por Denise Bueno

Quem já viu uma família ou uma empresa se reinventar depois de uma tragédia sentiu na alma a importância de ter um seguro, tema desta coluna de estreia no InfoMoney. E ter um seguro de verdade e não qualquer coisa que se vê por aí. É um assunto que merece seriedade de todos. De quem desenha o produto, quem vende, quem fiscaliza o setor e quem compra.

Sou repórter especializada em seguros há quase 30 anos. Meu dia a dia é escrever sobre este setor que administra reservas de R$ 1,5 trilhão no Brasil. No mundo, são mais de US$ 30 trilhões. Em vendas, o setor registrou cerca de R$ 355 bilhões em 2022, sendo o seguro de vida e o de carro os principais no Brasil. No mundo, as seguradoras faturaram mais do que US$ 7 trilhões, sendo US$ 3 trilhões com apólices de vida e aposentadoria, e US$ 4 trilhões e com seguros de bens e de responsabilidades.

Os números impressionam, mas o que me chama mais a atenção são as indenizações pagas para ajudar clientes a se reerguerem após um imprevisto. As quase 100 seguradoras que atuam no Brasil desembolsaram R$ 219 bilhões no ano passado. No mundo, dados disponíveis mostram apenas as indenizações por catástrofes naturais: US$ 132 bilhões em 2022. Quase 30% dos US$ 313 bilhões das perdas econômicas geradas por inundações, furacões, incêndios entre outros eventos climáticos.

Muita gente me perguntou se as seguradoras tinham dinheiro para pagar tantos carros boiando nas inundações em diversas partes do país neste início do ano. Sim, as seguradoras fazem seguro para grandes perdas com as resseguradoras. Por isso, não vemos casos de falência mesmo quando acontece uma grande tragédia. E as resseguradoras também dividem, com investidores, ao negociarem títulos financeiros atrelados a catástrofes (ou cat bonds).

Mesmo com esta complexa estrutura financeira, é possível ter perdas significativas, como mostrou a guerra entre Rússia e Ucrânia. Um exemplo é o seguro aéreo. Algumas seguradoras deixaram de operar no segmento diante das bilionárias indenizações pagas em razão das aeronaves confiscadas pelo governo russo. E quem ficou elevou de forma significativa o preço.

E não importa se isso aconteceu lá do outro lado do planeta. Afeta o segmento com um todo e empresas aéreas brasileiras sofreram para negociar o seguro em 2022, com um reajuste superior a 40%. Para compensar o aumento de custo, as passagens estão mais caras. E, como quase tudo na vida, quem paga é o consumidor final, obrigado a fazer malabarismos para proteger suas finanças e ter a tão sonhada aposentadoria com dinheiro para pagar o plano de saúde e viajar.

O Brasil está na mira do mundo para atrair investimentos pelo potencial de crescimento e ausência de catástrofes, com exceção das enchentes, inundações e das catástrofes provocadas pelo homem, como o caso Americanas e a tragédia da Samarco, para citar dois exemplos.

A prioridade das seguradoras é melhorar a comunicação para que mais gente se interesse pelos milhares de produtos disponíveis na palma da mão dos mais de 220 milhões de brasileiros, que vão do aparelho celular ao satélite que nos traz o sinal para usá-lo. Para tudo que está entre eles – carros, imóveis, pessoas, empresas, plantações, animais, florestas e as responsabilidades de cada um por danos causados a terceiros – existe um seguro sob medida.

Meu objetivo é trazer informações para tornar o setor tão claro como é a internet para nós hoje. Apenas usamos, sem saber de tudo que existe nos bastidores girando essa imensa engrenagem. O sonho estratégico das seguradoras é que o cliente dê um clique no celular para ativar seu seguro quando sair casa para ter seu computador protegido enquanto vai de bicicleta para o trabalho. E se cair da magrela, apertar outro botão para receber a indenização na conta corrente sem praticamente ter de falar com alguém.

É sobre isso esta coluna. Contar o desenrolar da revolução tecnológica em curso, os investimentos para tornar a experiência do consumidor cada dia melhor, bem como a dedicação na especialização dos corretores de seguros para ofertarem produtos a todos, independentemente da idade ou classe social. Há também, ainda engatinhando, uma política das práticas sociais, ambientais e de governança, conhecidos como ESG (inglês) ou ASG (em português), pontos cada vez mais valorizados pelo consumidor.

Espero poder contribuir para que todos tenham seus sonhos seguros.

Rodrigo Pacheco pede desarquivamento de projeto de lei sobre o setor de seguros

A jornalista Gilmara Santos, do InfoMoney, conta que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), protocolou um requerimento para desarquivar projeto de lei que trata do setor de seguros. Além de Pacheco, outros 27 senadores assinam o documento.

O texto, que tramita desde 2004 no Congresso Nacional, trata das obrigações e direitos de corretores, seguradoras e clientes, com temas que vão desde a formatação dos contratos, para dar maior transparência nas regras e nos termos usados, até o pagamento de prêmios, valores da garantia e da indenização.

O texto diz, por exemplo, que:

  • a atividade seguradora será exercida de modo que se viabilizem os objetivos da República, os fins da ordem econômica e a plena capacidade do mercado interno, nos termos da Constituição Federal;
  • estipula que o Poder Executivo da União terá competência para expedir atos normativos, atuando em proteção dos interesses dos segurados e seus beneficiários;
  • considera integrantes da atividade seguradora, além dos contratos de seguro, também os contratos necessários à sua plena viabilidade, como o resseguro e a retrocessão; e
  • aponta instrumentais à atividade seguradora, às corretagens de seguros e resseguros.

Apesar de ter ficado parado por quase 20 anos, o projeto de lei serviu de base para países como Portugal, França, Itália, Argentina e Peru, enumera o advogado Ernesto Tzirulnik, presidente do IBDS (Instituto Brasileiro de Direito do Seguro).

Tudo o que você precisa saber para evitar o bloqueio do seu CPF, sem pagar 1 centavo a mais sobre o valor correto na tributação dos seus investimentos.EmailConcordo que os dados pessoais fornecidos acima serão utilizados para envio de conteúdo informativo, analí­tico e publicitário sobre produtos, serviços e assuntos gerais, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados.

“Houve muitas discussões e muitas audiências públicas, e o texto foi sendo aperfeiçoado por uma série de substitutivos”, explica o advogado.

Elaborado por uma comissão do IBDS coordenada por Ernesto Tzirulnik e Flávio Queiroz de Bezerra Cavalcanti, o Projeto de Lei de Contrato de Seguro, de autoria do então Deputado Federal José Eduardo Cardozo (PT–SP), foi apresentado na Câmara dos Deputados em maio de 2014. Em de abril de 2017, o PL obteve um parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça, mas foi arquivado no Senado Federal no ano passado.

Procurada pelo InfoMoney, a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) informou que vai aguardar a decisão do Senado sobre o desarquivamento. “Caso isso ocorra, vamos estar à disposição dos senadores para contribuir para o debate do projeto”, diz nota da entidade.

HDI: seguro de carro e casa em uma só apólice

Fonte: HDI

A HDI Seguros oferece proteção em dobro aos segurados com o HDI DUO, que combina, em uma única proposta de contratação, proteção para o automóvel e para a residência, seja casa, seja apartamento. Com isso, a seguradora visa facilitar a vida do cliente, proporcionando comodidade e segurança com dupla proteção. 

Ao optar pela contratação do HDI DUO, o segurado garante a cobertura para seu veículo em decorrência de colisão, incêndio, roubo e furto, além de danos materiais e corporais ocasionados a terceiros. Já para a residência, são oferecidas as coberturas de incêndio, raio, explosão, queda de aeronave e fumaça.

Outros benefícios para os clientes são as diversas opções de coberturas adicionais que ambos os seguros oferecem. No caso do veículo, há a possibilidade de contratação de danos morais, reposição de veículo zero-quilômetro, acessórios, higienização, proteção contra buracos e muito mais. Paralelamente, as coberturas adicionais para a residência englobam situações de alagamento, danos elétricos, desmoronamento, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos, e quebra de vidros, entre outras.

Desconto para o cliente

Um dos diferenciais do HDI DUO é que, em caso de sinistro, há um desconto para o cliente na franquia do automóvel. O desconto é calculado a partir do dobro do prêmio líquido do seguro residencial. Confira o exemplo: se o valor do seguro residencial for R$ 150,00 e a franquia do veículo for R$ 2.500,00, o segurado terá R$ 300,00 de abatimento (2x R$ 150,00) e o valor da franquia cairá para R$ 2.200,00.

Além disso, o segurado pode se beneficiar dos diversos serviços de assistência 24 horas desse seguro, que incluem, para o automóvel, auto socorro, troca de pneus, guincho, pane seca, vidros etc. Para a residência, chaveiro, mão de obra hidráulica, desentupimento de tubulação de esgoto ou caixa de gordura, mão de obra elétrica, vidraceiro, conserto de ar-condicionado e muito mais.

“O HDI DUO é um produto completo, versátil e prático para os nossos clientes. Por unir duas contratações, seguro para o carro e seguro para a residência, o cliente se beneficia com os seus diferenciais nos momentos em que tiver um sinistro ou imprevisto. Acredito também que esse tipo de seguro pode atrair mais possibilidades de negócios para os corretores, permitindo a eles atenderem aos seus clientes de forma mais completa”, comenta Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI Seguros.