Seguradora HDI oferta apólice de seguro transporte sob medida para garantir bens e mercadorias

Fonte: HDI

A retomada da economia brasileira no período pós-pandemia tem se refletido em diversos segmentos, incluindo o de caminhões, principalmente pelo desenvolvimento do setor de agronegócio no Brasil. Atualmente, o país está entre os seis países do mundo que mais produz caminhões, segundo a OICA (Organização Internacional de Veículos Automotores). Este cenário também influencia o transporte de cargas do país, já que 62% de todas as mercadorias são transportadas por caminhão. No país, a produção de caminhões atingiu em 2022 um crescimento de 75% em comparação com os anos de 2021 e 2020. A estimativa do mercado é que 2023 siga neste mesmo cenário. 

Dentro deste contexto, visando a proteção e a segurança do transporte de bens e mercadorias, a HDI Seguros, uma das principais seguradoras do país, conta com o HDI Transporte. Este seguro é ideal para segurar as mercadorias com proteção e tranquilidade até o local de destino, abrangendo diferentes tipos de trajetos, como terrestre, aéreo e marítimo. 

O HDI Transporte possui duas linhas de seguro. A primeira delas é destinada aos Embarcadores, disponível para pessoas físicas e jurídicas, com três tipos de contração de apólice: Avulsa, voltada para uma viagem exclusiva; Aberta, a qual garantirá, mensalmente, todas as viagens realizadas dentro do mês em que ocorreram os embarques; e a Ajustável, que através da previsão de movimentação anual, tem o objetivo de cobrir todas as viagens realizadas no período de sua vigência, cujo prêmio depósito definido será reajustado ao final do vencimento da apólice.

A outra linha é destinada aos Transportadores de Cargas com a finalidade de proteger as cargas sob sua responsabilidade, com possibilidade de contratação apenas por pessoa jurídica, e através de apólice do tipo Aberta. “O HDI Transporte busca oferecer condições acessíveis ao cliente, com alternativas sob medida para os bens e mercadorias. Vale ressaltar que o seguro possibilita a simplificação operacional por meio de sistemas eletrônicos de transferência de dados nas apólices convencionais por averbação, bem como na formatação de apólices do tipo ajustável ou prêmio fixo, baseada na previsão anual de transporte do Embarcador (segurado)”, esclarece Igor Di Beo, vice-presidente Técnico da HDI Seguros. 

Para os embarcadores, a HDI disponibiliza três modalidades de cobertura básica, sendo Ampla, Restrita B e Restrita C, que asseguram casos de colisão, capotagem, incêndio ou explosão, abalroamento e tombamento, dentre outros eventos. Além dos serviços de cobertura básica, o cliente pode optar pela contratação de coberturas adicionais, de acordo com as suas necessidades (risco apresentado). 

Já para os Transportadores de Cargas, as coberturas básicas estão disponíveis para o transportador rodoviário, transportador aéreo, transportador aquaviário e o transportador ferroviário. Para essas modalidades, também há a possibilidade de contratar coberturas adicionais, de acordo com as necessidades específicas de cada segmento para garantir a proteção contra riscos. 

“O segmento de transportes de mercadorias vem crescendo de maneira significativa em todo o país. Portanto, sempre olhamos de forma estratégica para o nosso portfólio, implementando soluções que atendam favoravelmente nossos clientes em todas as suas demandas. Diante disso, o HDI Transporte é um seguro com função crucial para proteger os bens e mercadorias durante todo o trajeto de transporte seja marítimo, seja aéreo, seja terrestre”, explica Di Beo.

Alessandro Octaviani assume Susep e agrada mercado de seguros

Alessandro Octaviani Susep

O Ministro da Casa Civil da Presidência da República, por meio da nº 1.951, publicada no Diário Oficial da União de hoje, nomeou Alessandro Serafin Octaviani Luis como novo Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Octaviani é Bacharel em Direito, Mestre em Ciência Política e Doutor em Direito Econômico e Financeiro  pela Universidade de São Paulo (USP), possui larga experiência na prática jurídica, especialmente em temas de direito econômico, como o Direito Econômico da Concorrência e o Direito Econômico do Seguro. Foi Conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e é Professor Doutor de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da USP.

Até a posse do novo titular no cargo de Superintendente, o que ocorrerá nas próximas semanas, a Autarquia segue sob o comando de Carlos Queiroz, Superintendente Substituto, conforme Portaria GMF nº 21, de 2 de janeiro de 2023.

A presidência da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) enviou mensagem parabenizando Octaviani. “O setor de seguros se coloca totalmente à disposição do novo gestor da autarquia para desenvolver ações em benefício dos segurados e do seguro no Brasil. Externamos os melhores votos de sucesso nesta nova trajetória e também a nossa confiança de que importantes contribuições serão oferecidas em favor da promoção e do crescimento do mercado privado de seguros”, destaca o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, na correspondência. Oliveira espera se reunir com Octaviani em breve e afirma que a equipe da CNseg está disponível para atualizações e outros entendimentos que sejam necessários.

Ernesto Tzirulnik, diretor do IBDS e da Comissão de Direito do Seguro e Resseguro da OAB-SP, afirmou em nota que Alessandro conhece profundamente o direito do seguro. “Há 22 anos, ajudou a fundar o Instituto Brasileiro de Direito do Seguro – IBDS e sempre cooperou ativamente. Conhece os problemas que afetam o funcionamento tanto dos seguros populares, quanto dos seguros de grandes riscos. É um homem honesto e independente acima de tudo. Tem conhecimento, cultura, experiência administrativa e vontade de melhorar o funcionamento dos seguros no Brasil”. 

EZZE Seguros reforça time feminino com nova executiva de RH

A EZZE Seguros, seguradora focada em soluções customizadas para diferentes tipos de negócios, completa quatro anos de operação em 2023. E claro que gerar oportunidades para todos os gêneros é uma pauta importante dentro da estratégia da companhia, que acaba de anunciar a contratação de Vanessa Oliva, nova Diretora de Recursos Humanos e Facilities. A área passa a contar também com as profissionais Daniele Cruz e Leticia Silva.

“Somos uma empresa muito jovem e em formatação de processos e práticas. Como essência da EZZE, temos a diversidade e inclusão como premissas presentes no dia a dia da organização”, conta a vice-presidente de Bancassurance da EZZE, Juliana Fonseca. Segundo ela, como exemplo, hoje o comitê executivo da seguradora é composto por mais de 30% de mulheres. “A contratação da nova diretora de RH, Vanessa Oliva, agregará muito na formalização do programa de diversidade e inclusão da EZZE”, acrescenta.

A executiva ressalta que a proposta vai além do respeito e da aceitação das diferenças e não é apenas um programa social. “Uma empresa com representatividade tem mais oportunidades de se destacar no mercado de trabalho e alcançar melhores resultados. Nosso foco é na competência efetiva, independentemente do gênero”, avalia Juliana Fonseca.

Nesta semana em que se comemora o Dia da Mulher, a EZZE é uma das apoiadoras do “Sou Segura Summit 2023”, evento que busca a equidade na sociedade e no mercado de trabalho. A companhia será representa pela vice-presidente do Jurídico e Compliance, Marcia Tiemi Takakura. Ela participará do painel Posicionamento da Mulher Executiva, nesta quarta-feira, 8, das 14h30 às 15h30. A proposta é discutir a importância do posicionamento executivo e como desenvolvê-lo em benefício da carreira feminina.  O painel tem o objetivo de debater fatores preponderantes para o sucesso, apesar de pouco discutido no ambiente corporativo. 

Trajetória da EZZE – Nesses três anos, a EZZE investiu em digitalização para aproximar sua relação com os corretores, além de expandir suas filiais físicas para sete novos estados brasileiros, como São Paulo, Fortaleza, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Seguindo o seu plano de expansão, 20% de seus negócios são representados pela região sul do país, que tem uma forte perspectiva de crescimento.

O número de produtos de seguros oferecidos pela EZZE também cresceu. Até 2021, a seguradora contava com 69 produtos e, atualmente, mais de 80 já foram cadastrados na Susep (Superintendência de Seguros Privados), entre eles, o Seguro Garantia, Transportes, Vida em Grupo, D&O, E&O, Patrimonial, Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia e Massificados. Mesmo em um período marcado pela pandemia da COVID-19, algumas áreas ganharam relevância e maior participação nos negócios feitos pela empresa, que também planeja para 2023, iniciar as operações do seguro para automóveis.

Mulheres representam 68% do quadro de funcionários da Alper Consultoria em Seguros

A Alper Consultoria em Seguros comemora o Dia da Mulher sendo um dos destaques do setor de seguro na busca pela igualdade de gênero em postos de comando. No Brasil, as mulheres ocupam 38% dos cargos de liderança — quarto lugar no ranking global, segundo pesquisa da Grant Thornton, divulgada em março deste ano. No mercado de seguros, as mulheres representam 55% do total de trabalhadores, segundo pesquisa da Escola de Negócios e Seguros (ENS), divulgada em setembro de 2022. Em cargos de liderança há muito a avançar: há dois executivos homens em cargos executivos para uma mulher. Na Alper, 68% da equipe são mulheres, comemora Gabriela Rosati Pereira, diretora de marketing.

Em cargo de liderança a corretora já conta com 65 mulheres, sendo quatro diretoras, 29 coordenadoras, 24 gerentes e oito superintendentes. Entre elas, nenhuma estatutária no momento, mas isso deve mudar em breve. “Trabalho com seguros há 20 anos e posso afirmar que nossas conquistas são relevantes. A Alper é uma empresa que traz oportunidade para as mulheres, que conquistam suas posições com o apoio dos programas oferecidos em toda a empresa. Aqui não há uma guerra entre homens e mulheres. Cada profissional conquista sua posição de forma fluída, suave”, conta. 

Marcos Couto, CEO e presidente da Alper Seguros, é um dos principais incentivadores da igualdade de gênero. Ele é mentor do projeto Sou Segura. “É motivo de muito orgulho ter sido escolhido e poder contribuir para a evolução e maior presença das mulheres no mercado de seguros”, comenta.

Segundo ele, o que torna uma mulher imperdível para um cargo de liderança, além de competências e skills necessários para exercer a função, são duas características muito particulares nas mulheres. “A sensibilidade especial com as pessoas, que se traduz na capacidade de captar detalhes em tudo o que acontece, trazendo eficácia no cuidado com pessoas e tarefas, com um alto grau de comprometimento. Além da sensibilidade, as mulheres possuem a incrível habilidade de executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo, sendo multitasking, sempre de forma eficaz, com excelentes resultados. Não importa se são tarefas simples ou complexas”. 

Carolina Lima, diretora de gente e gestão, afirma que o modelo de Gestão de Gente (programa de desenvolvimento anual) proporciona feedbacks mais eficazes e ainda garante que o plano de desenvolvimento individual seja montado por uma equipe multidisciplinar. “Com isso, oferecemos, cursos, coaching e desafios alinhados ao momento de carreira de cada uma, proporcionando melhor aderência e resultado sustentável. Vejo como as principais características de uma líder a paixão em servir, proporcionar apoio e direcionamento para seus liderados em busca de resultados que equilibrem as motivações dos envolvidos. Uma liderança forte é aquela que fornece inspiração positiva ao seu time”.

Márcia Cruz dos Santos, acaba de assumir como diretora de benefícios filiais e filial Rio de Janeiro. “Embora a representatividade feminina tenha aumentado consideravelmente no setor, ainda há muitas oportunidades a serem desenvolvidas e as mulheres precisam sentir-se empoderadas para tal. O engajamento, empatia e sensibilidade das lideranças são fundamentais para incentivar as frentes de trabalho que trazem cada vez mais equidade nas organizações. Parte disso é o reconhecimento das habilidades do profissional, independente do gênero.”

Carolina Oliveira é diretora da filial Cruz Alta, Rio Grande do Sul. E é uma referência em todo o mercado de seguros por ter a gestão de uma carteira tão volumosa em clientes e em recursos, no segmento de agronegócios. Ela dá a receita de sucesso: “O cliente é nosso foco e quem sustenta nossa atividade, especialmente numa carteira de varejo do agronegócio. Servir é o nosso propósito genuíno. A partir desse entendimento, transformamos esse propósito em atendimento personalizado, competitividade comercial e em uma equipe comprometida com resultados. Todos na equipe pensando e, principalmente, agindo dessa forma, o fator multiplicador entre os clientes e o resultado financeiro fala por si, gerando um círculo virtuoso de prosperidade”.

Equidade e inclusão são compromissos da CNseg, diz Dyogo Oliveira

cnseg mulheres seguros

Fonte: CNseg

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março em todo o Brasil, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, assumiu o compromisso com a agenda de inclusão das mulheres dentro da indústria de seguro. O comprometimento foi chancelado hoje (07), durante a abertura do Sou Segura Summit 2023.

Durante o evento, Oliveira destacou que, embora a segregação e a menorização de grupos, gêneros, raças e origens exista há milênios, a sociedade não pode demorar séculos para corrigir essa questão. “Temos que agir permanentemente. No caso do seguro, temos as melhores condições de liderar esse processo de transformação, que tem que acontecer pela alegria de viver em uma sociedade mais equitativa e inclusiva”. A CNseg, por sua vez, já está profundamente ligada ao tema, pois, atualmente, 70% dos cargos de liderança da entidade são ocupados por mulheres.

A programação do Sou Segura Summit 2023, que será realizado nos dias 7 e 8 de março de 2023, também conta com a participação de duas executivas da CNseg: Ana Paula Santos, diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo, que palestrará sobre o tema “Investimentos em Negócios femininos”; e Karini Madeira, superintendente de Acompanhamento Técnico, que participará do painel “Mulheres no Gerenciamento de Riscos”.

Além disso, durante o evento, também serão anunciadas as vencedoras da edição 2022- 2023 do “Prêmio Sou Segura”, que conta com duas representantes da Confederação Nacional das Seguradoras: Luciana Dall’Agnol, superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade, e Ana Paula Santos, diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo. Essa premiação tem como objetivo valorizar e incentivar os esforços das empresas e profissionais de seguros que melhor desenvolvem a cultura da equidade de gênero e promovem o empoderamento de mulheres.

Swiss Re fecha transação de stop loss de US$ 700 milhões liderada por J.P. Morgan

Fonte: Reinsurance News

A gigante global de resseguros Swiss Re garantiu sua segunda transação de stop loss plurianual com financiamento liderado pelo J.P. Morgan, fornecendo ao ressegurador US$ 700 milhões em proteção de subscrição, uma vez que visa o crescimento lucrativo em um atraente mercado de resseguros.

O financiamento se baseia em uma transação híbrida inovadora concluída com o J.P. Morgan em abril de 2022, que foi a primeira desse tipo a reunir financiamento bancário e títulos vinculados a seguros (ILS).

Na transação anterior, o J.P. Morgan forneceu US$ 1 bilhão em financiamento por meio de um empréstimo sênior, enquanto uma série de investidores institucionais participou por meio de um investimento de US$ 150 milhões em títulos juniores vinculados a seguros. Forneceu ao ressegurador proteção contra graves perdas de subscrição para os exercícios financeiros de 2022 a 2026. É possível aumentar para US$ 1 bilhão, se necessário no futuro.

Este novo acordo de stop-loss oferece proteção para graves perdas de subscrição em todo o Grupo Swiss Re para os anos financeiros de 2023 a 2027. A transação permite que o ressegurador expanda seus negócios em condições de mercado favoráveis e espera-se que tenha um benefício positivo para os requisitos de capital regulatórios e de classificação da empresa.

A empresa afirma que esta transação está totalmente garantida com os recursos a serem mantidos em notas emitidas pelo Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, que possui ratings sólidos e estáveis da Moody’s, S&P e Fitch.

Philipp Rüede, chefe da Swiss Re Alternative Capital Partners, comentou em nota: “Esta transação com o J.P. Morgan efetivamente fornece à Swiss Re capital econômico que pode ser implantado no atual mercado atraente. Este acordo também representa outro passo importante na jornada dos parceiros de capital alternativo da Swiss Re, onde estamos usando cada vez mais capital alternativo para atender às nossas necessidades mais amplas de gerenciamento de capital, com o objetivo de reduzir o custo de capital da Swiss Re”.

A unidade Alternative Capital Partners da resseguradora é composta por suas capacidades de ILS sell-side e sua gestão de retrocessão, permitindo-lhe utilizar uma ampla gama de capital de terceiros à medida que expande seus negócios.

Busca por seguro cibernético cresce no país, mas análise das apólices fica mais burocrática

A jornalista Gilmara Santos, do InfoMoney, conta que o Brasil está entre os alvos preferidos quando o assunto é ataque cibernético, sendo o segundo país da América Latina mais atingido por essas ocorrências, ficando atrás apenas do México.

Levantamento do “FortiGuard Labs”, laboratório de inteligência e análise de ameaças da Fortinet, aponta que o país contabilizou, em 2022, 103,16 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, um aumento de 16% na comparação com o ano anterior.

A ampliação no número de ataques tem levado mais empresas a buscar proteção por meio do seguro para riscos cibernéticos ao mesmo tempo que as seguradoras adotam critérios mais rígidos para a liberação de apólices.

De acordo com dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), os prêmios (valores que os segurados pagam à seguradora) saltaram de R$ 21 milhões, em 2019, para R$ 174 milhões, em 2022. Os sinistros (riscos cobertos durante a vigência do seguro), por sua vez, saíram de R$ 1 milhão para R$ 64 milhões no mesmo período.

João Fontes, presidente da subcomissão de linhas financeiras da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e líder de linhas financeiras da AIG no Brasil, destaca que o segmento vive um crescimento exponencial no país. Ao mesmo tempo que o mercado teve uma elevação no número de prêmios emitidos, aumentou também a taxa de sinistralidade.

Leia a matéria na íntegra na vertical Seguros, do InfoMoney.

Como as empresas se protegem de eventos climáticos?

infomoney seguros

A jornalista Jamille Niero, do InfoMoney, conta que as enchentes que todo ano assolam o Brasil cobram um preço alto da população, ceifando vidas e deixando milhares de desabrigados, além de prejuízos financeiros para as empresas. Em 2022, as enchentes foram responsáveis por cerca de 1,3 bilhão de dólares em perdas financeiras, aponta a edição mais recente do relatório “Weather, Climate and Catastrophe Insight” elaborado pela gestora de riscos corporativos Aon. Os estados mais impactados foram Pernambuco e Alagoas, que sofreram inundações em maio e julho, e o Rio de Janeiro, no mês de fevereiro, com mais de 200 vítimas.

Leia a matéria na íntegra no vertical Seguros, do InfoMoney.

Zurich alerta para impacto das mudanças climáticas  

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Fonte: Zurich

O mercado de seguros segue atento aos efeitos das mudanças climáticas no Brasil e no mundo, que têm provocado o agravamento de eventos como inundações, fortes chuvas, secas e furacões. As ocorrências têm afetado direta e indiretamente empresas de todos os segmentos, causando prejuízos, interrupção de negócios e danos econômicos e à segurança de pessoas. 

As tendências apontam para um futuro em que a questão ganhará ainda mais relevância. Na 18ª edição do Global Risks Report, estudo produzido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich Insurance Group, Marsh McLennan, Universidade de Oxford, Universidade de Singapura e Universidade da Pensilvânia, divulgado em janeiro, os riscos relacionados às mudanças climáticas aparecem entre os 10 principais que a humanidade terá de enfrentar, tanto no curto quando no longo prazo.

 Nesse cenário, o gerenciamento de riscos é fundamental, já que mitigá-los deve ser parte importante do planejamento, ao mesmo tempo em que aumenta a resiliência ao longo do tempo. A Seguradora Zurich, que se diferencia no mercado por contar com uma equipe de engenharia de riscos que oferece expertise para diversas linhas de negócios, ressalta que a proteção deve ir além da transferência de riscos através de apólices de seguro.  

“Para as empresas, o risco de terem suas operações impactadas nos próximos anos, mesmo em locais que geralmente não eram afetados por eventos semelhantes, começa a se mostrar evidente”, avalia Andressa Meireles, Superintendente de Engenharia de Riscos da Seguradora Zurich. “Por isso, a gestão de riscos é fundamental para mitigar a ameaça à segurança dos funcionários, a interrupção de negócios da cadeia produtiva, seja da própria empresa ou de seus fornecedores, e o comprometimento do patrimônio”, pontua. 

O que fazer diante desse quadro? 

Segundo Andressa, a gestão de riscos, com foco em uma atuação preventiva, além de apenas protetiva (como possuir uma apólice de seguros), é o melhor caminho, visto que isso ajudará as empresas a se prepararem contra os riscos oriundos das mudanças climáticas e também tornará as coberturas de seguro mais eficientes, uma vez que medidas de redução dos riscos sejam adotadas. 

No Brasil, Andressa explica que Zurich está atuando, principalmente, em avaliações de alagamento e vendaval. “Contamos com mapas de risco climáticos próprios, engenheiros de riscos especializados em fornecer aos clientes insights para gestão dos riscos e soluções práticas por meio de uma metodologia de avaliação bem definida. Esse serviço ajuda a identificar as principais exposições aos riscos atuais”, pontua Andressa.  

A Superintendente acrescenta ainda que a companhia possui recursos que simulam os impactos das mudanças climáticas, considerando como as projeções de aquecimento global podem se comportar para os próximos 20 ou 30 anos para eventos de alagamento, seca, vendaval e temperaturas extremas, entre outros. Para ela, a atuação dos corretores é fundamental para orientar seus clientes a aproveitarem essas soluções e se preparem para enfrentar e mitigar os riscos relacionados às mudanças climáticas. 

“A avaliação de mudanças climáticas traz insumos para as empresas melhorarem a resiliência e a desenvolver uma estratégia que inclua medidas físicas e organizacionais, além da transferência de riscos através de produtos de seguro” diz. “Ter clareza das ameaças climáticas do futuro é também um importante recurso para o processo de tomada de decisão e planejamento estratégico das empresas. O corretor, como consultor de seguros, tem papel fundamental para levar esse conhecimento aos seus clientes e ajudá-los a manter negócios, pessoas e patrimônio protegidos”, finaliza Andressa. 

 

Gallagher & Co adquire corretora de resseguros inglesa para impulsionar expansão global

O grupo Arthur J. Gallagher & Co. informou nesta segunda-feira, 6, que sua divisão de resseguros, Gallagher Re, adquiriu a Bay Risk Services Ltd., com sede em Londres. Os termos da transação não foram divulgados.

A Bay Risk, fundada em 2016, é especializada na estruturação e colocação de contratos de subscrição delegada para gerentes de programas de nicho, agentes gerais, detentores de cobertura do Lloyd’s e seguradoras que buscam canais alternativos de distribuição, disse Gallagher em comunicado.

A empresa se tornará parte da prática de programas globais da Gallagher Re e será liderada pelos diretores administrativos conjuntos Andrew Smallshaw e Robin Barker-Hahlo. Espera-se que a equipe de cerca de 10 funcionários da Bay Risk se junte a Gallagher.

J. Patrick Gallagher Jr., presidente do conselho, presidente e CEO da Arthur J. Gallagher, disse no comunicado que o acordo apóia a expansão da prática de programas globais da Gallagher Re.