Allianz faz parceria com o Rappi para vender seguro residência

Luiz Cartolano, diretor executivo de Marketing_cred. Túlio Vidal (7)

A Allianz Seguros juntou forças com o Rappi para levar o seguro residência aos seus clientes através do canal digital. O serviço, disponível para os assinantes do Rappi Prime, visa facilitar o acesso para contratação de soluções de proteção para casas e apartamentos de todo o Brasil. 

Os clientes Rappi Prime acessam uma página de benefícios exclusivos e lá encontram a landing page da Allianz. Nela, o cliente preenche alguns dados básicos, e basta aguardar o contato do corretor para concluir a compra. Todo o processo deve ocorrer de maneira ágil e simplificada.

Luiz Rodrigo Cartolano, diretor executivo de Marketing e Transformação da Allianz Seguros, comenta sobre a relevância da iniciativa para a Allianz e o mercado de seguros. “A compra do seguro pelos clientes Rappi Prime faz parte da nossa estratégia de inovação e ajuda a transformar o mercado, alcançando o cliente onde ele estiver e gerando mais negócios para nosso corretor parceiro. Os clientes Prime buscam exclusividade, e aqui na Allianz nosso corretor selecionará uma oferta customizada para atender à sua necessidade.”

A Allianz é a primeira empresa de seguros no país a fechar este tipo de parceria com o serviço de delivery Rappi. O acesso ao produto da seguradora, pela página de benefícios Rappi Prime, já está disponível. 

Para o Head de Parcerias da Rappi, da Rappi, João Bastos, essa é uma parceria que só tende a se fortalecer. “A Rappi quer trazer cada vez mais produtos e serviços relevantes aos seus clientes Prime, e a parceria com a Allianz só fortalece a seleção de ofertas exclusivas.”

A oferta especial do Allianz Residência é um benefício ao cliente Prime e a Rappi não recebe qualquer remuneração adicional com a venda do seguro.

EZZE é a seguradora oficial do Forte Noronha, em PE

Tombado como patrimônio histórico, o Forte de Nossa Senhora dos Remédios, atual Forte Noronha, conta com a EZZE como seguradora oficial de toda a sua estrutura, que acaba de ser totalmente revitalizada para receber turistas que passam pela região de Fernando de Noronha, arquipélago de Pernambuco (PE), bem como acolher toda a comunidade noronhense, que agora tem mais um atrativo de cultura e entretenimento na Ilha.

Um investimento de mais de R$ 11 milhões foi destinado à ampla reforma e reestruturação do ambiente que reúne museu interativo e museu a céu aberto, auditório e sala multifuncional para eventos e convenções, restaurante e bar, mirante e projetos socioambientais.

Um dos pontos que chamam a atenção é o foco na sustentabilidade: o Forte Noronha é o primeiro patrimônio tombado a neutralizar 100% as emissões de carbono no Brasil e recebeu o selo “Tesouro Verde”, que representa um importante passo em direção à gestão sustentável da Ilha.

Para o vice-presidente Comercial e de Marketing da EZZE Seguros, Ivo Machado, mais que assegurar o Forte, participar do projeto significa valorizar o patrimônio histórico, natural e cultural de nosso país. “A EZZE tem muito orgulho de fazer parte desta importante intervenção que reconhece a biodiversidade presente na região. Promover espaços que unem história, meio ambiente e cultura é uma grande oportunidade de proporcionar uma experiência única a todos que visitam esse incrível museu a céu aberto”, considera o executivo.

Com essa parceria, a EZZE espera abrir portas e se consolidar na Ilha como um importante parceiro na preservação e no cuidado de bens e patrimônios.

Hackers russos pedem US$ 50 milhões em resgate para não expor dados de seguradora argentina

riscos cibernéticos hackers

Os ataques hackers são uma realidade no mundo. Vão desde causar acidentes como inundações e colisão de trens, como mostra a série “Conexões” da Apple TV, até expor dados sigilosos de consumidores. Na semana passada, um entre centenas de casos no mundo, aconteceu com um seguradora argentina. Os cibercriminosos da LockBit, cuja principal base fica na Rússia, pediram resgate de US$ 50 milhões para não divulgar dados obtidos da seguradora argentina La Segunda Seguros, uma das seguradoras mais importantes da região central do país, relatam as agências de notícias locais.

Casos como este ocorridos com a seguradora La Segunda Seguros demonstram o quanto é fundamental ter segurança da informação como tema prioritário nas empresas. Quando ocorre um ataque, os impactos negativos na imagem da empresa, as consequências regulatórias e os prejuízos financeiros são significativos, afirma Claudio Macedo Pinto, especialista em riscos cibernéticos e sócio da corretora Clamapi.

O ataque foi possível pela vulnerabilidade do computador da empresa. Aconselhada por especialistas em cibercrime, a direção da La Segunda Seguros informou que não pagaria um único centavo e reconheceu publicamente que enfrentava “uma situação complexa, com a firme convicção de não ceder a pedidos ilegais”. Os hackers internacionais, diante da negativa, publicaram em 3 de março os dados por meio do método chamado Snap2HTML, uma ferramenta digital para criar listas de diretórios da web.

Informações sigilosas de pessoas físicas aparecem nessas listas porque os computadores afetados pelo ransomware tratavam de arquivos da medicina do trabalho, do setor jurídico da empresa e até de assuntos administrativos. Foram expostos online processos com perfis psicológicos, diagnósticos médicos para questões laborais, relatórios sobre pessoas afetadas pela Covid-19, bem como processos judiciais, reclamações e peritagens realizadas para causas diversas que tramitam em tribunal.

Muitas empresas ainda desconhecem os perigos que enfrentam hoje na web e não têm um plano de ação para saber como agir diante de uma invasão de seus dados, acrescenta Macedo Pinto.

Douglas Nascimento é o novo Superintendente de Resseguros da MDS Brasil

Fonte: MDS

A corretora MDS Brasil anuncia a contração de Douglas Nascimento no cargo de Superintendente de Resseguros da companhia. Com 22 anos de experiência no setor, o executivo chega para assumir o maior desafio de sua carreira, após passagens pelos principais grupos seguradores e resseguradores do mundo como Bradesco, Marítima (atual Sompo), Alfa, Royal & SunAlliance (atual Sura), Liberty, Allianz e Mapfre RE.

“Ano novo chegou com, sem dúvidas, uma das minhas maiores oportunidades profissionais até agora. Terei a chance de colocar em prática toda a experiência adquirida nesses anos de mercado numa empresa que é referência e cresce a cada ano. Por isso, traço como principal objetivo o crescimento da área de resseguros de 20% a 30%, focando em atender não só os riscos facultativos da MDS, mas do mercado que, apesar das dificuldades do momento, ainda é repleto de possibilidades, especialmente sendo a maioria dos resseguradores internacionais”, afirma o executivo.

Esta é mais uma novidade significativa para a companhia, que vem seguindo seu plano de expansão e consolidação no segmento de intermediação de produtos de proteção no país. No final de 2022, a MDS Brasil foi adquirida pelo Grupo Ardonagh, maior grupo de corretagem independente do Reino Unido e, em seguida, anunciou a incorporação da Brokers, corretora especializada no setor de benefícios, voltada principalmente para o mercado de médias empresas.

Para Thiago Tristão, vice-presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO Brasil da MDS Reinsurance Solutions, o mercado de resseguros é gigante e a capacidade técnica da equipe, somada ao aumento do apetite de riscos das seguradoras no Brasil, abre precedente para um aumento do número de negociações. “A chegada do Douglas nos permitirá ampliar os negócios, relacionamentos entre parceiros e clientes e a competitividade da marca, oferecendo soluções ainda melhores e mais diversificadas aos nossos clientes”, diz Tristão.

Douglas é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE), além de colecionar diversos cursos de especialização em seguros de P&C. Ele também traz em sua bagagem expertise em subscrição de property e resseguro facultativo, além de experiência em produtos, subscrição e relacionamento com clientes (cedentes, brokers), adquiridos ao longo destas duas décadas no mercado. 

Prejuízo do IRB recua para R$ 630 milhões em 2022

IRB Brasil re

O IRB Brasil RE apurou prejuízo líquido de R$ 630,3 milhões em 2022, comparado aos R$ 682,7 milhões verificados em 2021. Relatório divulgado pela companhia na noite desta quarta-feira (08/03) mostra que a redução de 7,7% das perdas anuais ocorreu mesmo com o forte impacto negativo de sinistros recentes, decorrentes de eventos climáticos atípicos na linha Agro e da covid-19 em Vida, que totalizaram cerca de R$ 1,2 bilhão em 2022.

No quarto trimestre do ano passado (4T22), o ressegurador ficou próximo de atingir o ponto de equilíbrio, com prejuízo de R$ 38,8 milhões. Os números do 4T22 foram impactados pelo resultado negativo de subscrição, de R$ 152,8 milhões, e pelo resultado financeiro positivo, de R$ 153 milhões. Além da redução na base anual, a comparação com o 2T22 (-R$ 373,3 milhões) e o 3T22 (-R$ 298,7 milhões) mostra melhora significativa do resultado líquido em relação aos trimestres mais afetados em 2022 pelas linhas Agro e Vida.

Mercado com taxas atrativas em 2023 e 82% dos contratos-alvo renovados

“2022 foi desafiador para todo o setor de seguros e resseguros. A administração trabalhou ao longo de todo o ano, aprimorando a carteira, o que permitiu a geração de caixa positivo no último trimestre e o quase atingimento do break-even. Iniciamos 2023 acelerando as mudanças promovidas no ano passado, no que diz respeito à revisão das políticas de subscrição e processos, buscando eficiências e estreitando o relacionamento com os clientes. Em janeiro desse ano, renovamos 82% dos contratos que desejávamos reter, prosseguindo com a estratégia de diluição de riscos. Além disso, as condições de mercado seguem atrativas, com o aumento de taxas em todas as linhas. Olhando para frente, acreditamos que a nossa equipe, que é muito capacitada e experiente, com metas claras e disciplina financeira, levará o IRB de volta à lucratividade recorrente”, afirma o CEO do IRB Brasil RE, Marcos Falcão. 

Prêmios emitidos no Brasil crescem e chegam a 68% do portifólio

O volume total de prêmios emitidos em 2022 decresceu 9,9% em relação a 2021, totalizando R$ 7,892 bilhões. A emissão no Brasil totalizou R$ 5,377 bilhões (68% do portifólio), o que representou um incremento de 0,9%, refletindo a estratégia de focar os negócios no mercado local. Já os prêmios emitidos no exterior alcançaram R$ 2,514 bilhões (31% do portifólio), com redução de 26,7% em relação a 2021. A menor contribuição dos prêmios emitidos no exterior em 2022 decorre, principalmente, da estratégia de re-underwriting.

Em 2022, os prêmios retrocedidos apresentaram uma redução de 8,8%, acompanhando a queda nos prêmios emitidos. Assim, o total dos prêmios retidos foi de R$ 4,968 bilhões, com decréscimo de 10,6% em relação ao ano anterior. Já o total de prêmios ganhos nos 12 meses do ano fechou em R$ 5,097 bilhões, redução de 13,6% em relação a 2021, devido aos efeitos da variação das provisões técnicas e da redução nos prêmios emitidos.

“Continuamos ajustando nosso portifólio, como mostra o resultado do 4T22. O volume total de prêmios emitidos caiu 13,2% em relação ao 4T21, alcançando R$ 1,789 bilhão. Houve leve decréscimo no Brasil (0,5%) por conta da descontinuidade de alguns negócios no segmento Vida. Esse movimento, no entanto, foi compensado pelo incremento dos prêmios na linha Agro, pois os contratos da Safra Verão 2022-23 tiveram reajuste superior a 30% nas taxas, além das reduções nas garantias dos seguros, refletindo os recentes resultados do setor. No exterior, reduzimos em 32,8% a emissão de prêmios, considerando a base anual, em linha com a nossa estratégia”, explica o vice-presidente de Subscrição do IRB, Daniel Castillo.

Índice de sinistralidade cai cerca de 30 p.p. no 4T22

Em 2022, o IRB registrou R$ 5,314 bilhões no volume de sinistro retido, diminuição de 11,2% em relação a 2021. Os principais impactos foram os eventos climáticos atípicos que afetaram a linha Agro e os efeitos da covid-19 em Vida. O índice de sinistralidade aumentou de 101,5% em 2021 para 104,3% em 2022, embora tenha havido redução nominal no sinistro retido no ano de 2022, mas que não compensou a queda no prêmio ganho. Vale destacar que, no 4T22, o índice de sinistralidade total foi de 93,8%, apresentando uma redução de 29,7 p.p. ante o mesmo trimestre do ano anterior, de 123,5%.

“O índice de sinistralidade reflete os eventos climáticos atípicos que afetaram o segmento Agro doméstico e os impactos da pandemia na linha de Vida. No exercício de 2022, o IRB registrou perdas incrementais de R$ 975,1 milhões com sinistros no Agro e de R$ 228,2 milhões com sinistros relacionados à covid-19 em Vida. Vale ressaltar que, em 2021, esses sinistros ligados à pandemia totalizaram R$ 383,7 milhões. Ou seja, há tendência de arrefecimento. Se excluirmos ambos os eventos, que totalizam R$ 1,2 bilhão, o resultado da companhia seria positivo”, diz o vice-presidente Técnico e de Operações do IRB, Wilson Toneto.

Resultado financeiro e patrimonial cresce 11,7% e despesas caem

O resultado financeiro e patrimonial do IRB foi de R$ 690,1 milhões em 2022, 11,7% maior do que em 2021, decorrente do aumento da taxa Selic, além do efeito não-recorrente de ganhos de ação judiciais, venda do imóvel sede da companhia no Rio de Janeiro e da participação de 20% no CasaShopping. 

Após quatro trimestres, a companhia voltou a gerar caixa positivo no 4T22: R$ 220,1 milhões, comparado a um consumo de caixa de R$ 1,182 bilhão no 4T21. “A geração de caixa nesse trimestre deu-se, principalmente, pelo menor volume de pagamento de sinistros e menor repasse de prêmios por cessão de riscos, ou seja, retrocessão”, explica Falcão.

Em 2022, as despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 329,7 milhões, redução de 14,9% em relação a 2021, principalmente devido à redução de despesas com pessoal próprio e de despesas judiciais. O índice sobre os prêmios ganhos variou de 6,6% em 2021 para 6,5% em 2022.

Suficiência nos indicadores regulatórios

O IRB deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. Em 31/12/2022, a companhia apresentou suficiência em ambos.

“Nosso patrimônio líquido ajustado (PLA) correspondeu a 101% do capital mínimo requerido (CMR) na data de 31/12/2022, enquanto no indicador de cobertura de provisões técnicas apresentou suficiência de R$ 332,1 milhões, diz o vice-presidente de Riscos, Conformidade e Jurídico, Carlos Guerra.

AXA é reconhecida no Prêmio Sou Segura por cultura de desenvolvimento de mulheres

AXA Erica Medici

Fonte: AXA

A AXA no Brasil foi reconhecida pelo Prêmio Sou Segura na categoria “Foco Nela” como empresa do mercado segurador com a mais completa estratégia para o desenvolvimento de mulheres. A cerimônia de premiação aconteceu neste dia 07 de março e premiou também Erika Medici, CEO da companhia, pelo trabalho desempenhado na liderança.

O Prêmio Sou Segura valoriza e incentiva os esforços das empresas e profissionais de seguros que promovem a cultura da equidade de gênero e o empoderamento de mulheres. Na AXA, as mulheres representam 52% dos colaboradores e ocupam 47% dos cargos de liderança e a empresa conta com metas para equiparar o corpo diretivo.

Para a AXA, a igualdade de gênero não é apenas uma questão de justiça social, mas também de negócios. A empresa entende que, ao valorizar e investir no desenvolvimento das colaboradoras, está criando um ambiente mais produtivo, inovador e competitivo.

“Na AXA temos um compromisso forte com a inclusão e a equidade de gênero. Acreditamos que ter uma cultura inclusiva é fundamental para garantir a igualdade de oportunidades e desenvolvimento profissional para todas as pessoas, independentemente de gênero. Esse prêmio é um reconhecimento importante do nosso trabalho e do nosso compromisso em apoiar o crescimento profissional das mulheres”, afirma Erika Medici.

MAG Seguros automatiza processos de pagamento de benefícios em 24 horas com tecnologia de IA

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com mais de 188 anos de atuação ininterrupta no Brasil., está investindo pesado em automação de processos com o objetivo de acelerar o pagamento de benefícios aos seus clientes. Desde 2022, a empresa utiliza inteligência artificial (IA) em uma parte dos seus processos, com modelos preditivos que ajudam na análise automática dos pagamentos de benefícios. Isso tem permitido uma comunicação mais assertiva e processos mais simples.
 

O projeto mais recente da MAG Seguros é o “BenLev”, que tem a missão de fazer o pagamento de benefícios em 24 horas. Hoje, em média, esses pagamentos ocorrem em 10 dias. Para isso, a empresa está redesenhando todo o processo e redefinindo o papel humano na tomada de decisão da compra do seguro de vida.
 

Aluanda Kok Tang, Gerente Operacional de Comissões e Benefícios da MAG Seguros, explica que “a ideia é usar a tecnologia para agilizar os processos e torná-los mais eficientes, para que o cliente tenha uma experiência mais satisfatória”.
 

A MAG Seguros também está utilizando ferramentas de análise de imagem para verificar a identidade, número e preenchimento correto dos dados dos clientes. Antes, essa tarefa era realizada manualmente, mas agora é feita pela IA, o que garante mais agilidade e precisão.
 

Além disso, a empresa está investindo em treinamento com as ferramentas que já possui, o que tem permitido reduzir significativamente o prazo de pagamento. Segundo Aluanda, “só o treinamento permitiu que o prazo de pagamento dos produtos de previdência baixasse de 10 para quatro dias. O projeto ainda está em implementação e o processo começa em 2023, com produção prevista para junho/julho”.
 

Por fim, a empresa está orquestrando seus processos internos, com redesenho, automatização e direcionamento automático para torná-los mais eficientes e ágeis. Com essas iniciativas, a MAG Seguros espera oferecer uma experiência de atendimento cada vez mais satisfatória para seus clientes e se consolidar ainda mais como líder no setor de seguros de vida e previdência.

Com 59% de mulheres, Zurich quer maior participação feminina em áreas específicas e na liderança 

Ficou instituído que o dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher. Um estudo anual do Fórum Econômico Mundial (FEM) concluiu que, antes da pandemia, o período esperado para que o planeta alcançasse a equidade de gênero seria de aproximadamente 99,5 anos. Porém, haverá um aumento de 36 anos neste atraso devido às mudanças provocadas pela Covid-19, segundo o estudo. 
 

Quando se fala do mercado de trabalho, o desafio é maior em algumas áreas do que em outras. Embora haja uma crescente conscientização sobre a importância da diversidade, ainda são poucas as mulheres que atuam em áreas como tecnologia, por exemplo — cenário que algumas empresas estão tentando mudar com iniciativa específicas para aumentar a participação das mulheres nessa área. 
 

“Percebemos uma evolução recente no mercado, mas há anos estamos atentos à questão da diversidade, tanto que buscamos alimentar a pluralidade nas nossas áreas”, comenta Carlos Toledo, Diretor Executivo de Pessoas & Cultura da Seguradora Zurich. 
 

A Zurich vem trabalhando para mudar a desigualdade do acesso à educação e treinamento em tecnologia, que pode impedir as mulheres de adquirir as habilidades necessárias para trabalhar na área. A companhia quer aumentar o número de profissionais do gênero feminino atuando em tecnologia na empresa. 
 

“Nosso quadro de colaboradores é composto em 59% de mulheres, mas ainda há desafios em vários segmentos”, aponta Carlos. “Atualmente, por exemplo, 21% da área de tecnologia é do gênero feminino, sendo que nos cargos de liderança de TI da companhia, 17% são mulheres. Queremos maior equilíbrio, e por isso, estamos investindo em parcerias com instituições que também se preocupam com a formação feminina nesse segmento, que ainda é cheia de tabus”, explica.
 

A Zurich mantém parceria com a SoulCode Academy, uma edtech brasileira que tem como propósito a educação tecnológica, inclusão digital, impacto social, diversidade e empregabilidade. Contratada há dez meses, a analista de dados Taís Santos é uma das profissionais da área de tecnologia da Zurich que foi admitida por meio da parceria. Formada em engenharia de produção, ela viu durante a pandemia uma oportunidade de fazer transição de carreira, já que houve aumento na necessidade de profissionais de TI. Foi nesse momento que ela conheceu a SoulCode. 
 

“Escolhi engenharia de dados e fiz cursos para aperfeiçoar soft skills para competência de engenharia de dados”, revela. Na SoulCode, Taís passou por mentoria até ser direcionada para o processo seletivo que a levou até a Zurich. “Foi uma experiência enriquecedora e hoje posso colocar em prática tudo o que estudei. Tem sido um momento de grandes aprendizados e oportunidades”, comemora. 
 

Pronta para liderar 
 

Como explica o Diretor de Pessoas & Cultura da companhia, Carlos Toledo, a Zurich tem um olhar voltado não apenas para a equidade de gênero de maneira geral na companhia, mas também de maneira segmentada, olhando para áreas específicas e especialmente para a liderança. Não à toa, a companhia, que já realizou programas de mentoria voltados a mulheres em anos anteriores, agora está lançando um programa de liderança com um olhar específico para diversidade, contemplando grupos como mulheres e pessoas pretas. 
 

Na opinião de Zilea Barrilari, que ocupa o cargo de CIO da Zurich, a educação é fundamental para desmistificar os estereótipos de gênero que influenciam a forma como as meninas são incentivadas a se engajar com a tecnologia. “Em TI, temos carreiras de todos os tipos, como em qualquer outra indústria. Cada vez mais precisamos de perfis diversos para trazer os melhores resultados. Isso precisa ser mais divulgado para atrair talentos e superarmos a crise atual de falta de profissionais, pois vivemos um apagão de talentos, com vagas que chegam a 800 mil postos no país”, assinala. 
 

A executiva da Zurich está lançando o livro “TI de Salto”, volume III, em que junto com outras mulheres, expõe suas experiências atuando na área de tecnologia. Ela conta no livro que começou a carreira dando aulas e sempre estranhou a desproporção entre homens e mulheres. “Observei que os professores que me inspiraram desde sempre eram mulheres fortes e que utilizavam cada momento de suas vidas para iluminar e transformar a vida de seus alunos. Creio que elas me inspiraram e me inspiram até hoje. Com esse projeto, que já está em seu terceiro volume, espero inspirar meninas como aconteceu comigo no passado”, revela. 
 

Além de liderar uma equipe na Zurich, Zilea diz que busca sempre contribuir com as mulheres nos grupos em que participa. Para ela, é preciso ver além. “As ciências exatas – a tecnologia – permitiram ao ser humano chegar aonde chegou e vislumbrar um futuro sem limites, humano e próspero para todos. Nós, mulheres, ao ocuparmos essas posições, podemos promover tudo isso de forma firme, forte, inteligente e doce”, finaliza.

Executiva da CNseg ganha prêmio Sou Segura 2023

Fonte: CNseg

A superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Luciana Dall’Agnol, foi a ganhadora do “Prêmio Sou Segura” edição 2022-2023. A cerimônia de entrega da premiação aconteceu na noite da última terça-feira (07), durante o evento Sou Segura Summit 2023, realizado nos dias 7 e 8 de março de 2023, em São Paulo.  

Essa premiação tem como objetivo valorizar e incentivar os esforços das empresas e profissionais de seguros que melhor desenvolvem a cultura da equidade de gênero e promovem o empoderamento de mulheres. 

“Na semana do Dia Internacional da Mulher, felicidade em dobro por ter recebido o prêmio, promovido pela Sou Segura, que é uma grande liderança no engajamento e reconhecimento das mulheres e da luta pela igualdade de gênero nas seguradoras”, comentou Luciana.   

“Desejo e luto para que a próxima geração encontre um mercado de trabalho mais inclusivo e diverso, com a presença, no mínimo, igualitária de mulheres em cargos de alta liderança! Vamos em frente! Parabéns a todas nós mulheres incríveis!”, complementa e parabeniza a executiva. 

Com 70% dos cargos de liderança ocupados por mulheres, a CNseg já atua pela equidade de gênero e inclusão das mulheres dentro da indústria de seguro. Mas, este compromisso da entidade foi formalmente chancelado na manhã do dia 7, durante a abertura do Sou Segura Summit 2023, pelo presidente da Confederação, Dyogo Oliveira. 

Durante sua fala no evento, Oliveira destacou que: “A CNseg tem e terá permanentemente em sua agenda o compromisso de transformar a indústria dos seguros em uma indústria inclusiva, equitativa e justa, que crie oportunidades e caminhos”.  

A programação do Sou Segura Summit seguiu por todo o dia 8. Na parte da manhã, a diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo da CNseg, Ana Paula Santos, foi a mediadora do painel sobre “Investimentos em Negócios femininos”; e, à tarde, a superintendente de Acompanhamento Técnico da Confederação, Karini Madeira, participou do painel “Mulheres no Gerenciamento de Riscos”. 

Kaine Cristine assume como COO da Sancor Seguros Brasil

Desde início deste ano, Kaine Cristine está como COO – Chief Operating Officer da Sancor Seguros Brasil. Em sua trajetória profissional, Kaine conta com mais de 10 anos de experiência dedicados ao mercado de seguros, destes, aproximadamente seis anos como auditora e consultora de aspectos atuariais, onde era responsável pela carteira de grandes riscos com alta complexidade.

Na Sancor Seguros, atuou como especialista e conquistou espaço como gerente atuarial, com foco em dados, reservas, regulatórios, produtos, resseguros e inteligência de mercado.

Kaine é formada em ciências atuariais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, com pós-graduação em MBA Business Intelligence pela UniCesumar. Além disso, ela é membro do Instituto Brasileiro de Atuária e certificada pela IBA – Instituto Brasileiro de Atuária, como atuário técnico e auditor atuarial.

Este fato marca os novos passos da seguradora multinacional, que neste ano completa 10 anos de atuação no Brasil e está sob comando de Edward Lange, CEO desde agosto de 2022.