Veículos que analisam até a feição do motorista no volante aumentam nas empresas

As empresas que terceirizam frotas de veículos querem saber, não apenas a localização, mas o modo de condução dos motoristas, desde a freada até a aceleração e, recentemente, se o motorista está com a feição cansada no volante. Ao sinal de fadiga, há a sinalização para o motorista parar. 

Dados divulgados em fevereiro passado pela consultoria Berg Insight, com sede na Suécia, apontam o crescimento médio anual em torno de 17% de veículos com dispositivos telemáticos nas empresas com frotas terceirizadas em países da Europa e nos Estados Unidos até 2026. No Brasil, o percentual continuará crescendo por, no mínimo, os próximos 10 anos. 

A expectativa promissora de aumento dos dispositivos telemáticos deve-se, basicamente, a 3 fatores. Primeiramente, o Brasil tem maior número de transporte que passam por ruas e rodovias. O segundo motivo é o baixo percentual, entre 20% e 25% da frota de veículos terceirizados nas empresas no Brasil.

A tendência das companhias, em todos os setores, é eliminar o ativo veículo de seu “core business” e aproveitar a compensação fiscal existente com a terceirização da frota.  A terceirização de frotas por empresas na Europa e Estados Unidos já alcança a fatia de 50% a 70%. 

O terceiro motivo, que estimula empresas nacionais a acompanharem o jeito do motorista dirigir, é a prática ESG (Environmental, Social and Governance). A avaliação do modo de dirigir sinaliza que a corporação trabalha em prol de objetivos sociais, com medidas de segurança ao motorista.

Com expertise em acompanhar o comportamento do motorista no volante, por meio do seguro auto Pay Per Use, a empresa de seguro Thinkseg avalia que o crescimento da telemática nos veículos particulares também ganhará a adesão de mais motoristas e seguradoras que buscam a direção segura. Para o CEO da Thinkseg, Andre Gregori, a avaliação positiva no volante só traz benefícios para pessoas  e seguradoras, com possibilidade de diferentes modos de premiação ao longo de tempo. 

Fonte: Berger Insight

MetLife e Fundo Baobá comemoram resultados da parceria de dois anos 

Se tem um momento maravilhoso do trabalho é ver o retorno que ele traz. E a MetLife colheu os frutos de uma parceria pra lá de sustentável. Com o aporte de R$ 1 milhão da MetLife Foundation, o projeto beneficiou 31 jovens entre 18 e 27 anos da cidade de São Paulo e região metropolitana.

Em 2021, a seguradora se juntou ao Baobá – Fundo para Equidade Racial, com o objetivo de auxiliar jovens negros a entrarem e permanecerem na universidade, oferecendo não só bolsas de estudo em cursinho preparatório para o vestibular, como também apoio psicológico individual (sob demanda), mentorias individuais e coletivas com a metodologia Abayomi Black Coach, pacote de dados móveis para acesso à internet, vale transporte, vale refeição e um computador.

Sim, tudo isso. Confiram os frutos: Dos 31 jovens participantes, 21 estão cursando uma faculdade sendo que dez estão em universidades públicas, sendo cinco na USP (Universidade de São Paulo), três na UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), um na UNESP (Universidade Estadual Paulista) e um na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Os outros 10 que prestaram ENEM ou fizeram a prova universal, seguem no aguardo da tão sonhada oportunidade via SISU ou PROUNI.

Outros dados interessantes: 93,54% de adesão às mentorias coletivas e individuais;  61,29% de adesão aos cuidados individualizados com a saúde mental; 65% de estudantes com 75% e mais de frequência nas aulas preparatórias para o vestibular; 80% de estudantes que declararam a ampliação de algumas habilidades socioemocionais tais como autogestão, autoaprendizagem, gestão do tempo e inteligência emocional; 34,78 % de aprovação em vestibulares. 

“Ao patrocinar o Programa Já É, entendemos que chegamos mais perto de ajudar na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Além do aporte financeiro, poder oferecer mentorias para esses jovens é algo que irá transformar a forma como eles enxergam o mundo e estamos muito animados”, comenta Thais Catucci, gerente de comunicação interna, responsabilidade social e sustentabilidade da MetLife Brasil.

Além de auxiliar na chegada à universidade, o Programa também propiciou aos jovens participarem de atividades voltadas para a ampliação das habilidades socioemocionais e vocacionais, incluindo programa de mentoria individual, que teve a participação de 30 colaboradores da MetLife Brasil. Os encontros aconteceram de forma virtual, durante o segundo semestre de 2022, e no último dia 27 de fevereiro, jovens, mentoras e mentores tiveram a oportunidade de se conhecer pessoalmente, em um encontro de encerramento do projeto, realizado na sede da MetLife, em São Paulo.

O Fundo Baobá, conta a MetLife, formulou esse edital para enfrentar o racismo, promovendo justiça e equidade racial para a população negra. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas 25,2% dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos cursam ou concluem a faculdade, mas quando os dados são desagregados por raça/cor fica ainda mais evidente a desigualdade: o percentual de jovens brancos que frequentam ou concluem o ensino superior (36,1%) é praticamente o dobro do percentual de jovens pretos ou pardos (18,3%) na faixa de 18 a 24 anos. Entre os motivos dessa desigualdade está o fato de que o jovem negro é muitas vezes obrigado a interromper precocemente os estudos para ingressar no mercado de trabalho.

“A mudança de perspectiva que vai se desenhando para o futuro desses jovens e de suas famílias, pensando tanto no campo social, cultural, político ou econômico, constitui-se em um marco em suas vidas e um estímulo que lhes aproxima da aprovação nos vestibulares e das oportunidades de mobilidade social, uma vez que, para a maioria da população negra a mobilidade é resultante do acesso ao ensino superior. A forma de estar no mundo, ler os cenários à sua volta e intervir; a possibilidade de inclusão no mercado de trabalho em posições de melhor qualificação e remuneração, tudo isso se torna menos distante com políticas que ampliam o acesso e a permanência de jovens nas universidades”, destaca Fernanda Lopes, diretora de Programa do Fundo Baobá.

Entre os temas mais frequentes nas mentorias individuais, destacaram-se: vida profissional, vestibular, carreira e questões pessoais (família, propósito de vida, rotina, hobbies, inseguranças etc), mas também apareceram: mercado de trabalho, LinkedIn/currículo, Enem, SISU, Prouni e FIES, vida acadêmica e estágios.

Isabela Alcantara e Maurício Almeida, mentor voluntário da área de previdência da MetLife          

“O programa me ensinou a criar responsabilidade comigo mesma e com os estudos. Foi um ambiente onde eu também tive muito apoio emocional, durante para enfrentar os desafios e conquistar meus sonhos. O programa me abriu portas e me ajudou a passar no curso de Psicologia na Unesp”, comentou uma das mentoras, Isabela Alcantara.

Mulher de cabelo curto sorrindoDescrição gerada automaticamenteRegina Henrique, mentora voluntária, da área dental da seguradora, cita que vibrou ao receber a proposta para participar do projeto. “Eu me imaginei na situação desses jovens. Se eu tivesse tido uma oportunidade como essa, eu teria trilhado caminhos mais fáceis para chegar até aqui. Eu estou super feliz de ter participado e eu quis mostrar para a Barbara, a minha mentorada, que ela reconhece os seus talentos e potências e encorajá-la a ir muito além.” 

Por mais projetos como este!

Lucro líquido das seguradoras sobe 154%, para R$ 2,6 bi, na comparação com janeiro de 2022

estatísticas seguros IRB

Fonte: IRB

O setor de seguros começou 2023 com faturamento em alta. No primeiro mês do ano, os prêmios emitidos alcançaram R$ 14,9 bilhões, crescimento de 18,3% na comparação com igual período de 2022. De acordo com o 29ª edição do Boletim IRB+Mercado, todos os segmentos tiveram alta no faturamento, com destaque para Automóvel (29,2%) e Rural (27,2%).

A sinistralidade geral registrou queda de 24,3 pontos percentuais (p.p.) na comparação anual, fechando em 45,1%. Já o lucro líquido das seguradoras apresentou alta de 154% na comparação com janeiro de 2022: R$ 2,6 bilhões.

Em janeiro, Vida registrou faturamento de R$ 4,7 bilhões, alta de 15,5%. Os produtos Vida e Prestamista, que juntos representam cerca de 76% da linha, evoluíram 12% e 23,7%, respectivamente. Já a sinistralidade fechou em 30%,1,3 p.p. menor que janeiro de 2022. Automóvel teve arrecadação de R$ 4,4 bilhões, alta de 29,2% na base anual. O resultado ainda reflete o aumento nos preços das apólices do segmento. Já a sinistralidade recuou 11,4 p.p em relação a janeiro do ano passado.

Danos e Responsabilidades faturou R$ 3 bilhões em janeiro, crescimento de 7,8% em relação a igual período de 2022. A linha Responsabilidades foi a maior propulsora da alta (+41,6%). A sinistralidade do segmento caiu de 37,9% em janeiro de 2022 para 34,9% no primeiro mês de 2023. Individuais contra Danos reverteu a queda registrada em janeiro do ano passado e fechou o primeiro mês do ano com faturamento de R$ 1,2 bilhão, alta de 18,4%. A sinistralidade no início do ano, por sua vez, foi de 38,6%, 1,1 p.p. acima da registrada em janeiro de 2022.

Rural avançou, em janeiro, 27,2%, no comparativo com o mesmo mês em 2022, ao arrecadar R$ 1,2 bilhão, sendo a segunda maior alta. A sinistralidade alcançou 37%, bem abaixo do registrado em janeiro de 2022 (342,8%) e em patamar semelhante à taxa do primeiro mês de 2021 (37,5%). Crédito e Garantia arrecadou R$ 435 milhões em janeiro, variação positiva de 7,2%, em relação à igual período de 2022. Quanto à sinistralidade, o segmento registrou o maior indicador para um mês de janeiro desde o início da série, em 2014: 113,3%.

Fitch afirma que a RJ da Americanas pode impactar ganho do seguro garantia

O segmento de seguro garantia apresenta níveis adequados de capitalização, afirma a Fitch Ratings em seu novo relatório. Em 2022, os prêmios emitidos em relação ao patrimônio apresentaram leve melhora e representaram 2,8 vezes o patrimônio das dez principais operadoras. O indicador era de 3,5 vezes no ano anterior. Já o volume do patrimônio em relação ao total de ativos do mesmo grupo foi de 16,3%, e o índice de alavancagem bruta (prêmio emitido + provisões técnicas/capital), de 7,1 vezes.

Segundo os autores, Alexandre Chang e Miguel Martinez, os índices de lucratividade do mercado de seguro-garantia decorrem da baixa sinistralidade do segmento, que em 2022 foi de 19% para o mercado e de 14% para as dez maiores. A média dos índices de retorno sobre capital e sobre ativos das dez maiores seguradoras foi de 14,7% e 2,5%, respectivamente.

Eles ressaltam que a recuperação judicial da varejista Americanas também pode trazer implicações à rentabilidade de garantias judiciais e financeiras, e a Fitch continuará acompanhando suas implicações no segmento de seguros.

Ao final de dezembro de 2022, as carteiras de investimento dos dez maiores participantes do segmento permaneciam com presença significativa de títulos de renda fixa públicos e privados — 92,8%. Tal composição vem experimentando maiores retornos nos últimos meses, devido à maior pressão inflacionária e aos consecutivos aumentos das taxas de juros, que devem continuar beneficiando o resultado dos investimantos. O resultado financeiro em relação ao prêmio ganho líquido das dez maiores do segmento foi de 32% em 2022 e 17% em 2021.

O seguro garantia é uma solução para empresas públicas e privadas que precisam garantir o cumprimento de obrigações contratuais. A apólice garante que, em caso de quebra do contrato por parte do tomador, o segurado será ressarcido de eventuais prejuízos.

Em 2022, os prêmios emitidos no setor cresceram 17%, após leve queda (-2%) em 2021, mas sua representatividade no mercado brasileiro de seguros continua pequena (2%). A concentração é relevante — em dezembro de 2022, as dez maiores seguradoras, de um total de 39, emitiram 71% dos prêmios de garantias públicas ou privadas.

América Latina segue na mira dos resseguradores, afirma estudo da Aon

A América Latina continua a apresentar aos resseguradores uma série de oportunidades de diversificação e crescimento, informa relatório da Aon. Seguro o estudo, os resultados da renovação na América Latina variaram por território em 1º de janeiro, com muitos mercados expostos a catástrofes e perdas experimentando aumentos de preços e restrições de capacidade.

As taxas de resseguro para catástrofes de seguros de bens e responsabilidades (Property & Casualty – P&C) aumentaram em várias regiões expostas a furacões, principalmente no Caribe, onde a capacidade era mais limitada. Os aumentos de preços de catástrofes na América Latina ficaram na casa dos dois dígitos, com variação considerável entre os mercados.

Enquanto isso, resseguro para agronegócio no Brasil experimentou alguns dos maiores aumentos de preços da região e reduções de limite nas apólices em resposta a grandes perdas por seca.Além disso, a renovação se beneficiou do trabalho contínuo para diferenciar os clientes latino-americanos e atrair capacidade de resseguro para a região.

“Fora da agricultura, os resultados da catástrofe na América Latina foram bastante positivos, enquanto vários mercados domésticos continuam a demonstrar crescimento subjacente. A capacidade, porém, não está acompanhando o aumento da demanda por resseguros, embora a desvalorização da moeda local frente ao dólar norte-americano tenha funcionado a favor do mercado nessa renovação”, comentam os autores.

Para eles, “quando a poeira baixar na renovação, estamos otimistas de que o capital começará a entrar no espaço de resseguro ao longo de 2023 e estabilizará o mercado, principalmente porque o benefício de preços e taxas de juros mais altos se torna visível nos ganhos.

“Para as seguradoras, a otimização de capital e resseguro é mais importante do que nunca, especialmente em um momento de exposições crescentes, capacidade limitada de resseguro e incerteza macroeconômica. No entanto, os clientes têm várias alavancas à sua disposição, incluindo posicionamentos integrados em propriedades e acidentes, soluções de resseguro herdadas e estruturadas, consultoria estratégica e análise de dados.”

A conclusão do estudo afirma que “todos estão trabalhando duro para criar capacidade adicional e garantir que as resseguradoras possam oferecer o máximo suporte aos nossos clientes na América Latina”.

Swiss Re, Guy Carpenter e ICEYE oferecem seguro paramétrico contra enchentes em Nova York

Fonte: Artemis

Eis aqui um exemplo do que o governo federal, estadual e municipal no Brasil podem fazer para mitigar os riscos e as perdas com enchentes e inundações. A seguradora Swiss Re Corporate Solutions, a corretora Guy Carpenter e a insurtech ICEYE estão empenhados em fornecer um esquema piloto paramétrico de seguro contra enchentes comunitários para os bairros da cidade de Nova York.

O projeto é liderado pela pesquisadora Carolyn Kousky, vice-presidente associada de economia e política do Fundo de Defesa Ambiental e do CNYCN. A CNYCN comprou o seguro paramétrico para financiar o pagamento de subsídios de emergência para famílias de Nova York que precisam de assistência após um desastre de inundação.

O gatilho paramétrico usa uma mistura de dados de satélite, sensores em tempo real no solo e imagens de mídia social, todos compilados pela insurtech ICEYE. Com essas observações, a extensão de um evento de inundação pode ser determinada em poucos dias e, assim, os fundos são liberados rapidamente para ajudar as comunidades mais afetadas com necessidades urgentes pós-desastre.

As famílias qualificadas receberiam um subsídio de até US$ 15 mil da CNYCN após uma grande inundação, com um portal de aplicativos aberto após um evento de inundação acionar os parâmetros para a cobertura do seguro. Se ocorrer uma inundação, a seguradora Swiss Re Corporate Solutions e a ICEYE determinarão a porcentagem de cada bairro segurado que caia na área inundada.

A Swiss Re Corporate Solutions emitirá um pagamento para a CNYCN para que ela possa distribuir fundos para famílias individuais qualificadas. Há alguma complexidade nesse gatilho, na forma como ele utiliza várias fontes de dados para determinar se um evento de inundação se qualifica para um acionamento e pagamento de seguro.

À medida que a tecnologia avança, gatilhos paramétricos mais complexos tornam-se viáveis ​​e confiáveis ​​o suficiente para dar suporte a produtos de seguros, permitindo a entrega de cobertura com risco de base reduzido e maior certeza de que os pagamentos serão feitos exatamente no momento em que são necessários.

“Inundações extremas e desastres naturais geralmente afetam mais as comunidades tradicionalmente marginalizadas, já que elas têm pouca ou nenhuma economia e geralmente são negados empréstimos pós-desastre, enquanto o financiamento federal é normalmente insuficiente ou extremamente atrasado”, disse Christie Peale, CEO e Diretora Executiva da o Center for NYC Neighborhoods. “Este programa inovador estimulará uma mudança real ao fornecer acesso imediato a fundos que ajudam a construir a recuperação.”

“Estou orgulhoso da forte parceria e inovação ousada que levaram a este piloto criativo, que ajudará as comunidades da linha de frente”, disse Kizzy Charles-Guzmán, diretor executivo do Gabinete de Clima e Justiça Ambiental do prefeito. “Como nossa cidade enfrenta um risco crescente de inundações devido a fortes chuvas e tempestades costeiras, precisamos de ferramentas ágeis destinadas a proteger a saúde financeira e o sustento dos nova-iorquinos.”

“A pesquisa descobriu que as famílias e comunidades de baixa renda sofrem desproporcionalmente com os desastres e se recuperam menos rapidamente. Este projeto-piloto foi projetado para disponibilizar recursos financeiros imediatamente e evitar que as famílias entrem em dificuldades financeiras ainda piores”, disse Carolyn Kousky, vice-presidente associada de economia e política do Fundo de Defesa Ambiental.

“Desastres de inundação não apenas têm um efeito imediato nas comunidades, mas seus impactos podem ser sentidos muito tempo depois que as águas da enchente baixaram. Este projeto específico, liderado inicialmente pela Universidade da Pensilvânia e agora pelo Fundo de Defesa Ambiental, é uma abordagem comunitária inovadora para responder a desastres de inundação, melhorando a resiliência financeira. Por meio do protótipo na cidade de Nova York, a equipe está garantindo que as necessidades imediatas de desastres das famílias de baixa renda possam ser atendidas. Somos gratos pela parceria com o Gabinete de Clima e Justiça Ambiental do Prefeito de Nova York, o Centro para Bairros de Nova York e outros parceiros técnicos”, disse David Corman, Diretor do Programa da National Science Foundation.

“Com a crescente frequência e gravidade do clima adverso que afeta as comunidades, é crucial que tomemos medidas para proteger os mais vulneráveis”, disse Jake Clark, chefe do setor público da América do Norte da Guy Carpenter. “Guy Carpenter tem a honra de fazer parte dessa importante solução e encorajamos outras comunidades a usar essas abordagens como um componente do gerenciamento de riscos de desastres”.

Seguradoras registram alta de 19,6% nas vendas em janeiro, para R$ 31,1 bilhões

A arrecadação do setor supervisionado no mês de janeiro de 2023 foi de R$ 31,15 bilhões, o que representa crescimento de 19,6% em relação ao mesmo mês de 2022. Quanto às indenizações e resgates, o setor retornou à sociedade cerca de R$ 20 bilhões no mês de janeiro de 2023, informa a Susep (Superintendência de Seguros Privados), em nota.

O superintendente interino da Susep Carlos Queiroz, comentou o resultado com otimismo. “É bastante satisfatório observar que, mesmo depois de um crescimento robusto no ano de 2022, o setor iniciou o ano em alta. Assim, verificamos que as iniciativas regulatórias, que objetivam apoiar o desenvolvimento do mercado e a proteção da sociedade, unidas à capacidade das supervisionadas, têm surtido resultados muito positivos”, afirmou.

Segundo a edição de janeiro, nos seguros de pessoas, o seguro de vida continua com destaque, tendo alcançado o montante de R$ 2,23 bilhões em acumulação de prêmios no mês de janeiro. O valor corresponde a um crescimento de 16% em relação ao mesmo mês de 2022. No mês de janeiro, os seguros de pessoas devolveram à sociedade aproximadamente R$ 1,10 bilhão, por meio de indenizações.

Os seguros de danos continuam apresentando bom desempenho. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 4,39 bilhões em janeiro de 2023, valor 28,7% superior ao do mesmo mês de 2022. Quanto às indenizações no segmento de seguros de danos, houve um retorno à sociedade no mês de janeiro de 2023, por meio do pagamento de indenizações, de pouco mais de R$ 5 bilhões.

Destaques de crescimento em 2022, seguro viagem e microsseguros mantiveram crescimento robusto em janeiro de 2023, com altas de, respectivamente, 47,9% e 88,6%, no comparativo com janeiro de 2022. 

Nos produtos de previdência, a receita de contribuições em janeiro de 2023 ficou 8,7% acima da receita registrada no mesmo mês de 2022.

Interior paulista é foco da Zurich para expandir oportunidades de proteção 

Fonte: Zurich

O mercado de seguros no interior de São Paulo tem se expandido nos últimos anos, graças ao crescimento econômico do estado, que de acordo com pesquisa IPC Maps 2021, se destaca como o maior mercado consumidor do Brasil. A Seguradora Zurich, que sabe do potencial do interior paulista, vem identificando oportunidades de ampliar a proteção securitária na região, e junto aos seus corretores parceiros, levando opções de seguro diferenciadas e personalizadas à população paulista. 

João Amato, Diretor Regional que esteve à frente do interior de São Paulo em 2022, ressalta que a companhia registrou crescimento de cerca de 51,8% na região de 2021 para 2022, considerando as vendas realizadas no canal corretor. Se destacam duas regiões: Bauru (+91,6%, com os produtos de Auto Individual (+162,7%) e Frota (31,7%); e São José do Rio Preto (+79,4%), com Auto Individual (+93,5%), Liability (63,0%) e Vida (27,2%) como destaques. Segundo ele, a Zurich tem nos corretores de seguros um de seus principais meios de distribuição, motivo pelo qual a companhia intensificou o relacionamento com corretores e assessorias de seguro em 2022. 

“A indústria é forte no interior paulista, e a partir desse trabalho, vimos crescimentos expressivos de produtos como riscos de engenharia, com 144,6%, patrimonial, com 51,8% e linhas financeiras, com 36,4%. Mas também tivemos grande procura por seguros pessoais, como auto individual, que cresceu 74%, e vida, com crescimento de cerca de 12,1%. O mercado de seguros do interior de São Paulo tem por característica uma economia diversificada, o que proporciona para os corretores oportunidades em diversos produtos. São corretores qualificados e com foco em oferecer as melhores ofertas de proteção patrimoniais e pessoais para os seus clientes”, aponta o executivo.   

O corretor de seguros Maurício Picaldi, da Lemecor Seguros, que trabalha com a Zurich na região desde 2008, destaca que a corretora vem aprimorando o atendimento aos clientes com o apoio da equipe da seguradora. Para ele, os diferenciais oferecidos nos produtos da companhia ajudam a atrair e fidelizar os clientes. “Temos um ótimo relacionamento com a companhia, que tem 150 anos de fundação e nos dá muita confiança e tranquilidade para trabalharmos juntos”, ressalta.  

Picaldi conta que em 2022, além do seguro de automóvel, viu crescer a procura pelo seguro de vida e, também, pelo residencial. Segundo ele, o Brasil ainda tem poucas residências com cobertura de seguro, e a maior procura pelo produto retrata uma mudança na mentalidade da população.  

Panorama para 2023 

Para 2023, o cenário é de muito trabalho. A expectativa de retomada da economia e o controle da pandemia faz com que as perspectivas sejam as melhores. Nesse cenário, Picaldi quer aumentar a capacitação dos colaboradores da corretora. “Atender nossos clientes é o que faz a diferença na escolha no momento do fechamento do seguro. Apesar dos desafios de 2022, conseguimos um ótimo crescimento e com a confiança dos nossos clientes e apoio da Zurich, continuaremos nosso crescimento”, aposta.

Do lado da Zurich, Amato diz que a companhia quer seguir fomentando o relacionamento com os corretores, bem como aumentando a sua base de parceiros. “Acreditamos no poder e na importância dos corretores para orientar os consumidores, o que ficou ainda mais evidente depois da pandemia. O aconselhamento do profissional especializado é essencial para que os clientes tomem as decisões corretas”, pontua. 

O executivo diz que, para 2023, já é possível enxergar, mediante as tendências, os segmentos que devem crescer no início deste ano: seguros cibernéticos, de vida, seguro de responsabilidade civil e previdência privada. Ele ressalta que a busca dos brasileiros por seguros de vida que aumentou nos últimos dois anos colocou o produto em notoriedade, pois oferece tranquilidade e segurança para o beneficiário e sua família. Já a previdência privada deve ficar aquecida pelo motivo do crescimento de profissionais autônomos e pelas inúmeras mudanças da aposentadoria no Brasil. 

Patricia Chacon ministra palestra no aniversário de 64 anos do Clube dos Seguradores da Bahia

No dia 13 de abril, o Clube dos Seguradores da Bahia promoverá um jantar de negócios no Fiesta Bahia Hotel, em comemoração aos 64 anos, e vai receber a CEO da Liberty Seguros, Patricia Chacon.

Patricia Chacon afirmou que essas conquistas reforçam a importância da região como um pólo indispensável para investimentos constantes da companhia. “No último ano, a Liberty cresceu 57% na região Nordeste, muito acima dos 27% registrados na região segundo dados da Susep. A parceria com nossos corretores nos permitiu nos consolidar entre as cinco maiores seguradoras do país, ampliando nossa participação de mercado no Nordeste para 13,5%, com destaque para os estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Maranhão”.

A executiva garantiu que uma conexão de valor com os corretores é essencial para a Liberty Seguros. E que dentro dessa missão, a prioridade é a oportunidade de relacionamento, que permita o crescimento lado a lado desses profissionais. “Celebraremos juntos os 64 anos de atividades do Clube e o papel essencial dos corretores no atingimento do faturamento histórico da companhia de R$ 5,8 bilhões em 2022. Esse resultado só foi possível graças ao comprometimento dos parceiros bem como a visão que os corretores, que exercem um papel consultivo extremamente importante para o setor, trazem sobre as tendências do segmento e preferências dos consumidores”.

4º Torneio de Beach Tennis reforça parceria entre EZZE e ABC Brasil Corretora

ezze seguros

Fonte: EZZE

Pela quarta edição consecutiva, a EZZE, seguradora multiprodutos focada em soluções customizadas para diferentes tipos de negócios, foi a patrocinadora oficial do Torneio de Beach Tennis promovido, na última quinta-feira (16/03), pela Corretora do Banco ABC Brasil, em São Paulo.

Além de reforçar a parceria de sucesso entre a EZZE Seguros e a ABC Brasil Corretora, iniciada em junho de 2021, a ação representa um importante incentivo ao esporte para colaboradores que integram as duas empresas. 

Participaram do 4º Torneio de Beach Tennis 80 profissionais, entre eles o CEO da EZZE, Richard Vinhosa, a vice-presidente de Bancassurance da EZZE, Juliana Fonseca, e o CEO da Corretora de Seguros do Banco ABC Brasil, Luiz Antônio de Assumpção Neto, assim como diretores, superintendentes, gerentes de relacionamento do banco e da seguradora.

“Nosso Torneio de Beach Tennis já ganhou popularidade no Banco ABC Brasil e a cada edição temos novos jogadores participando. Aproveitamos os torneios para confraternizar com as equipes envolvidas nas vendas de seguros e incentivar a prática de esportes, criando um espírito de competição amigável”, diz o CEO da Corretora de Seguros do Banco ABC Brasil, Luiz Antônio de Assumpção Neto.

“Contar com a confiança e a credibilidade de todo o time da ABC Brasil Corretora tem sido uma conquista diária para a consolidação da EZZE na área de Bancassurance. Estamos muito honrados em patrocinar a quarta edição deste torneio que incentiva a prática do esporte e celebra o encontro de duas equipes que têm muito a conquistar no mercado”, diz vice-presidente de Bancassurance da EZZE, Juliana Fonseca.