Portinari, Aleijadinho e terrorismo: obras de arte famosas têm seguro?

Você já se imaginou voltando da Rússia em um avião que tinha toda a primeira classe ocupada por obras de arte em vez de poltronas com passageiros? Essa história aconteceu na vida real e foi contada em detalhes pela museóloga Maria Ignez Mantovani Franco, que também é diretora da empresa de assessoria museológica Expomus, no segundo episódio do podcast “Tá Seguro”, sobre como funciona o seguro para obras de arte e museus. O episódio já está disponível no canal do InfoMoney no YouTube e nas principais plataformas de podcast.

Klimber comemora primeiro ano de atuação no Brasil

Fonte: Klimber

A Klimber chega ao primeiro ano de operação no país com crescimento consistente e alcance em todo o Brasil. Responsável pelo primeiro seguro de vida digital da América Latina, em 2018, a insurtech fundada pelos argentinos Julián Bersano, CEO; Dolores Egusquiza, CMO; Cristian Elbert, CLO e Diego Camogli, consultor de inovação, investiu em tecnologia proprietária e insights orientados por dados para ampliar a cultura do seguro e democratizar o acesso a produtos concebidos como instrumento de proteção financeira das pessoas.

Aqui no Brasil, a operação é conduzida por Cristiano Saab, executivo com mais de 25 anos de experiência no setor e um dos pioneiros na indústria de seguros para celulares.

O que você destacaria nesse primeiro ano de operação aqui no Brasil?  

Cristiano Saab: Sem dúvida a parceria inédita com o Mercado Pago, carteira digital do Mercado Livre, onde a Klimber é responsável por gerenciar todo o ciclo de vida da apólice de forma 100% online.

Esta parceria foi o primeiro passo para expandir ainda mais nossa presença regional, sobretudo por conta da capacidade da plataforma digital de distribuir uma apólice com preço competitivo em um mercado em que a modalidade ainda tem uma penetração muito baixa. Esse é um modelo que faz sentido tanto as seguradoras quanto as empresas de diversos perfis que querem vender seguros.

E como está a performance desses produtos no mercado brasileiro?

Cristiano Saab: Em menos de seis meses, o produto de Vida disponível no app atingiu todos os 26 Estados e o Distrito Federal, incluindo pequenos municípios, reforçando o propósito em democratizar o acesso à cobertura. Nossa expectativa era conquistar, no primeiro ano de atuação no país, todos os 26 Estados do Brasil e esse objetivo foi alcançado. 

Qual o modelo da insurtech? 

Cristiano Saab: O modelo de negócios da Klimber é orientado a parcerias de longo prazo, desenvolvendo a infraestrutura para poder distribuir seguros embebidos em canais digitais de empresas de diferentes segmentos – fintechs, bancos digitais, carteiras virtuais, cartões de crédito, varejistas, operadoras de turismo, entre outros – que encontram nos produtos de seguros um valor adicional para seus consumidores. Neste formato, é capaz de oferecer preços competitivos, conveniência e controle sobre a experiência de seguro. Na prática, com um modelo B2B especializado na criação de ecossistemas, desenvolvemos interfaces para poder transformar os negócios tradicionais das seguradoras em negócios com DNA digital. Viemos para criar e adaptar produtos à fluidez e necessidade de um canal digital.

Como foi o 2022 da Klimber?

Julián Bersano: Foi um ano de forte crescimento, que viu triplicar o número de funcionários a nível regional e iniciou também a operação em dois novos países: México e Chile. Sempre com foco em inovação, a plataforma digital entregou um produto que permite o pagamento de sinistros em menos de uma hora usando algoritmos, além da digitalização e automatização dos cerca de 30 processos que giram em torno da administração de seguros. 

– E quais são os planos para 2023?

Julián Bersano: Para 2023, a Klimber continuará se posicionando como um player estratégico para o setor, tornando o mercado segurador mais acessível, ágil, simples e eficiente. Queremos conquistar o negócio latente por trás da brecha de proteção em segmentos emergentes. 

No Brasil, particularmente, apenas uma pequena parte da população tem acesso a seguros pessoais, com uma maioria de pessoas na base da pirâmide dentro da população sem acesso a esses seguros. Nosso objetivo é continuar democratizando as coberturas possibilitando seu acesso em toda a região.

Clima pode prejudicar a segunda safra, prevê especialista da FF Seguros

As adversidades climáticas castigaram lavouras em diversas regiões do país por mais de três anos consecutivos, sob forte influência do fenômeno La Niña. No entanto, esse fenômeno terminou oficialmente em março. Segundo projeção da Organização Meteorológica Mundial (OMM), espera-se agora a formação de El Niño, que causa irregularidade de chuvas no Brasil. Áreas do Centro-Oeste podem ter aumento das temperaturas e de precipitações e a região Sul pode ter inundações, enquanto o Norte e o Nordeste podem registrar secas.

A safra de soja e a primeira safra de milho 2022/2023 já foram impactadas pelo clima, principalmente no Rio Grande do Sul, com a incidência de seca severa, enquanto a produção na região Centro-Oeste está sendo desafiada por excesso de chuvas. “Ficamos surpresos com o estresse hídrico em áreas gaúchas, que tem provocado sinistros tanto para a soja quanto para o milho primeira safra. Infelizmente, recebemos relatos de perdas superiores a 50% na produção”, comenta Diego Caputo, gerente comercial da FF Seguros, em nota.

Segundo Caputo, é recomendável que o produtor busque previsões meteorológicas mais assertivas para a sua região e tome decisões com cautela para planejar os investimentos ao longo do ano. “Nesse momento, precisamos analisar as perspectivas para a segunda safra. Com os possíveis atrasos na colheita em decorrência do clima, os produtores podem atrasar a semeadura do milho safrinha ou perder a janela ideal de cultivo, trazendo mais riscos fitossanitários e exposição às potenciais adversidades climáticas no período da safrinha”, alerta o gerente.

A conjuntura requer resiliência e adoção de boas estratégias por parte dos produtores e outros envolvidos no setor, como seguradoras e corretores. Caputo lembra ainda que, para conseguir contratar um seguro agrícola, entre os requisitos é exigido que o plantio respeite o zoneamento climático definido pelo Ministério da Agricultura.

Ou seja, se o produtor perder a janela ideal de cultivo, a área não será elegível para a contratação de uma apólice. “Em certos casos, poderá ser melhor deixar de cultivar milho em algumas áreas e investir em rotação de culturas para beneficiar o manejo de solo do que fazer um alto investimento em milho e ficar com uma lavoura suscetível aos riscos. As estratégias precisam ser desenhadas caso a caso, com base no zoneamento e previsão climática regional”, orienta Caputo.

Recordes em contratações de seguros e indenizações

Em uma visão de médio a longo prazo, observam-se mudanças significativas no segmento de seguro rural, impulsionado por políticas públicas, pelos esforços do setor e pelo clima adverso. De acordo com um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a demanda brasileira por seguro rural triplicou nos últimos cinco anos. Em 2022, o seguro rural atingiu R$ 13,4 bilhões em prêmios e pagou R$ 10,5 bilhões em indenizações no acumulado do ano.

Segundo Caputo, a movimentação ascendente no mercado de seguros deve continuar e reflete um amadurecimento cultural que proporciona maior percepção dos riscos no campo. “Com tantas quebras de safra nos últimos três anos, ficou muito mais evidente para os produtores que é fundamental ter uma proteção contra a variação climática. Sendo uma indústria à céu aberto, o clima sempre esteve entre os fatores de maior preocupação para a agricultura e a solução para ter mais planejamento e tranquilidade no negócio é justamente mitigar esse risco com um seguro”, opina o gerente.

Além disso, há tendências interessantes para que os corretores ampliem suas carteiras de clientes. “Acredito que ainda há profissionais atuando com estratégias isoladas, focados apenas na venda de seguro agrícola. No entanto, o agronegócio tem muito potencial e esses corretores podem desenvolver uma abordagem integrada para convergir em mais negócios. Atualmente, acredito que uma interessante oportunidade para os corretores é incrementar parte da carteira junto aos produtores com o seguro para benfeitorias e penhor rural”, recomenda Caputo. Atualmente, a unidade de agronegócios da FF Seguros conta com mais de 200 corretores e parceiros para estreitar relacionamentos e promover um atendimento de excelência aos produtores rurais.

HDI Seguros oferece proteção para painéis solares

Fonte: HDI

A utilização de energia solar fotovoltaica é a fonte de energia que mais cresce no mundo. Hoje, é a segunda fonte de energia na matriz energética brasileira. O Brasil por sua dimensão continental é um dos países mais ensolarados e tem vasto potencial para avançar nesse nicho. Segundo dados da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o país atingiu a marca histórica de 26 gigawatts de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, evitando a emissão de mais de 34,5 milhões de toneladas de CO2 (gás carbônico) desde 2012. Para acompanhar o potencial deste mercado, a HDI Seguros, uma das principais seguradoras do país, conta com o produto Riscos Diversos para Equipamentos, que garante a proteção para painéis solares em todo território nacional.

Disponível para contratação por pessoa física e jurídica, o seguro oferece proteção contra danos decorrentes de causas externas. “A energia solar vem crescendo no país e é importante que a proteção a esses equipamentos acompanhe essa tendência. Por serem aparelhos que exigem investimentos robustos, é fundamental que, no momento da compra, sejam avaliadas as vantagens e os benefícios que o seguro desses equipamentos tem a agregar para o segurado”, comenta Igor Di Beo, vice-presidente Técnico da HDI Seguros.

O produto ainda conta com coberturas adicionais como danos elétricos e perda/pagamento de aluguel que poderão ser contratadas pelo segurado conforme sua necessidade. Existe também a possibilidade de contratar cláusulas adicionais de roubo e furto qualificado.

CNseg divulga plano para elevar de 4,6% para 10% a participação de seguro no PIB até 2030

Aumentar a parcela da população atendida em 20% pelos diversos produtos do mercado de seguros, previdência aberta, saúde suplementar e capitalização. Elevar o pagamento de indenizações, benefícios, sorteios, resgates e despesas médicas e odontológicas dos atuais 4,6% do PIB para 6,5% do PIB. Como consequência, a meta é que o mercado atinja 10% do PIB nacional em 2030.

São 65 metas do Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS), lançado em evento realizado pela CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), na manhã desta quinta-feira (16), em São Paulo. “O Plano foi criado a partir da percepção de que o mercado de seguros pode gerar mais reservas para a poupança nacional e direcionar mais recursos para importantes projetos nacionais, ao apoiar iniciativas públicas e privadas. Assumimos riscos das mais diversas atividades econômicas e oferecemos proteção aos indivíduos e às empresas”, ressalta Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg.

Segundo ele, o estudo é fruto do esforço conjunto da CNseg, suas federações associadas – FenSegFenaPreviFenaSaúde e FenaCap –, a Fenacor e diversas empresas do mercado de seguros brasileiro. O plano apresenta metas claras e propõe mudanças para o ecossistema do seguro que impactarão no desenvolvimento sustentável do setor e, consequentemente, na sociedade brasileira. “Este plano não é para ficar na biblioteca. Ele só terá sucesso se todos se engajarem. Por um motivo simples. A indústria de seguros contribui de forma decisava para a melhora da qualidade de vida das pessoas”, afirmou Oliveira.

Marcos Barbosa Pinto, secretário de Política Econômica, afirmou que o setor de seguros é de extrema importância para a Ministério da Fazenda. “Temos muito espaço para crescer no Brasil. Ainda estamos longe de países da OCDE e de alguns vizinhos da América Latina. Venho de um setor correlato, que é de valores imobiliários. E demos um salto grande. E entre as principais mudanças foi reduzir o custo regulatório e facilitar o acesso das empresas ao mercado”, comentou em sua fala no evento.

Ele citou a instrução 476, divulgada quando fazia parte do quadro da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que reduziu a burocracia sem tirar a segurança do investidor. “É isso que precisamos em seguros. Revisitar a legislação, torná-la menos custosa, sem nunca perder a segurança dada ao consumidor”, afirmou.

Barbosa Pinto entende que a população mais pobre é a que mais precisa e necessita de seguros. “Por isso nos dedicamos ao desenvolvimento de mecanismos para isso. Vamos sentar e conversar com todos para melhorar a arquitetura institucional do setor, como já aconteceu em outros setores como CVM e Banco Central. Precisamos fortalecer a Susep para que ela promova a reforma no arcabouço regulatória”.

Fernando Haddad, ministro da Fazenda, pede para a secretaria de Politica Economica jogar no ataque, não só em reformas. “Ou seja, colocar a mão na massa, consertar o cano que esta estragado. Queremos entregar reformas importantes, como seguros, previdência complementar e de saúde”, citando especificamente o DPVAT, seguro obrigatório de veículos, e usar mais o potencial do seguros financeiros na área de infra-estrutura. Na agenda de longo prazo, afirmou que vão avançar em previdência complementar.

O secretário do Ministério da Fazenda também tem planos para flexibilizar os investimentos das seguradoras, que tem uma carteira superior a R$ 1,5 trilhão. “Em reservas técnicas, convido o setor para entender como podemos fazer com que a poupança popular chegue ao investimento produtivo. Não é sensato fazer isso sentado em Brasilia, sem discutir as medidas e seus impactos com todos voces do mercado seguarador”.

Roberto Santos, presidente do Conselho da CNseg, explicou que o PDMS define define 4 eixos de trabalho – imagem do seguro, canais de distribuição, produtos e eficiência regulatória – divididos em 65 iniciativas, que irão balizar as ações nesta indústria de 2023 a 2030, tanto no âmbito do setor público quanto no do privado. “Chamo a atenção para uma palavra importante. Engajamento. Já fizemos planos bacanas. Mas precisamos fazer o que nos propormos fazer. É um plano vivo. Podemos fazer correções e avançar. O que precisamos é avançar para levarmos o setor de seguros para 10% do PIB em até 2030”, disse.

Armando Vergilio, presidente da Fenacor, disse que a iniciativa veio em boa hora, pois o mercado é fundamental para a economia brasileira, com mais de 120 mil corretoras PJ e PF que conferem capilaridade à distirbuição de seguros, com quase 90% de todos os contratos. Lucas Vergilio, presidente da Escola de Negócios e Seguros, declarou que este é o momento de ter uma pauta desenvolvimentista. A escola está preparada para treinar e capacitar todos os entes do mercado de seguros. “A ENS está focando em produtos que focam esta consciencia, incentivando o consumidor a entender o setor. Como a porta de entrada do mercado é o seguro de automóveis, preparamos um curso com informações sobre contratação, sobre o que é seguro e direção defensiva, com a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego”, ressaltou.

Os efeitos das medidas e ações propostas no Plano podem ser resumidos nos 7 Ps do PDMS. A conjugação de cinco Ps, agindo pela Oferta e pela Demanda, simultaneamente, gera o resultado de mais dois Ps, que são as repercussões esperadas para as empresas e os consumidores.

Proteção, popularização e poupança são os 3 Ps do objetivo de elevar a oferta. Já pelo lado da demanda, o esforço está concentrado em aumentar a participação no PIB e a percepção do consumidor através do conhecimento e comunicação. Como resultado, elevamos a penetração do seguro no país e com isso o setor tem condições de reduzir o preço do seguro, o que gera uma ciclo virtuoso deste importante segmento da economia.

Os dados mostram um aumento no pagamento de indenizações, benefícios, resgates e sorteios (sem Saúde e sem DPVAT), que somaram mais de R$ 219,4 bilhões em 2022, volume 15,5% superior a 2021. “Quando falamos em arrecadação, o setor viu em 2022 a demanda avançar 16,2% em relação ao ano anterior, com mais de R$ 355,9 bilhões em arrecadação (sem Saúde e sem DPVAT)”, comentou Alexandre Leal, diretor técnico e de Estudos da CNseg e responsável pela coordenação geral do PDMS.

Federações afirmam estar engajadas para conseguir a meta de 2023

Edson Franco, presidente da Fenaprevi e da Zurich Seguros, ressaltou a importância da iniciativa, com foco em esforços no que terá mais impacto social e aumento na oferta de proteção para a sociedade. Estamos engajados com produtos como o Universal Life, a mais perto de ser concretizada. Falta apenas a regulamentação, principalmente tributária. Este é o principal produto negociado nos EUA, com características modernas e flexíveis, e que acredito que será bem aceito pelos brasileiros”, informou. Franco também destacou o PrevSaúde, que está na pauta há mais de uma década e que agora deve realmente voltar para uma discussão mais produtiva. 

Vera Valente, diretora da FenaSaúde, que apresentou 10 propostas no plano de crescimento, enfatizou a importância de ampliar o acesso a uma saúde de qualidade e sustentável. Apesar de ter mais beneficiários durante a pandemia, mas agora se percebe uma desaceleração.  “Não adianta ampliar se o mercado não for sustentável”, disse, citando o prejuízo das operadoras nos últimos trimestres, com 93% de sinistralidade, no último trimestre de 2022, dado mais recente da ANS (Agência Nacional de Saúde). Um dos produtos para atender a necessidade é o plano ambulatorial, equilibrado com a capacidade de pagamento da pessoa com a cobertura ofertada.

Dennis Moraes, presidente da Fenacap, destacou o desenvolvimento de ofertar produtos e serviços para todos. “Nosso foco está no redesenho e otimização dos produtos de capitalização. Entre eles o planejamento sucessório, instituir a figura do beneficiário nos títulos, reformulação da modalidade de compra programada e inclusão dos títulos como garantia para contratações públicas. Estamos totalmente engajados com o plano de crescimento, principalmente em ter uma comunicação que chegue aos diversos públicos”. 

Em seguros gerais, a prioridade está em divulgar o seguro de responsabilidade civil, identificar barreiras para alavancar os produtos para a baixa renda, assegurar o cumprimento da lei relacionada aos seguros obrigatórios e incluir o seguro como mitigador de risco de crédito das instituições financeiras. 

“Espero poder daqui a 7 anos estar aqui comemorando todos esses pontos que priorizamos neste plano de crescimento divulgado hoje”, disse Antonio Trindade, presidente da FenSeg, durante a coletiva de imprensa realizada após o lançamento. “O segmento de seguros gerais há muitas frentes para o desenvolvimento e crescimento. Somos muito conhecidos pelo seguro de carro, mas temos muitas frentes como o seguro residencial, seguro para proteger as pequenas e médicas empresas e muito mais”. 

Betterfly anuncia plano que transforma ONGs parceiras em potenciais acionistas

Da New York Stock Exchange, a principal bolsa de valores do mundo, a Betterfly anunciou (ontem, 15.03.23) a criação de um plano inédito, em nível global: permitir que as ONGs apoiadas em sua plataforma participem como sócias da empresa, em caso de abertura na bolsa ou de venda da companhia, com o objetivo de impactar mais pessoas, comunidades e o planeta.

Desta forma, a plataforma modular de “Benefícios para mudar o mundo” leva seu modelo de doações a um novo patamar e busca ser um referencial e uma inspiração para que mais empresas combinem negócios e geração de impacto positivo no mundo.

Até agora, os usuários das mais de quatro mil empresas clientes nos mercados em que está presente – Brasil, México, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina e Espanha – tinham a possibilidade de fazer doações para diversas causas sociais, graças ao uso da plataforma. A partir de agora, com o chamado “Betterfly Legacy”, se acrescenta a esse modelo a fórmula inédita em que as fundações parceiras da Betterfly terão acesso a “Social Impact Stock Units”, um instrumento criado pela Betterfly, pelo qual as ONGs passam a ser potenciais acionistas Betterfly e do lucro em caso de uma futura abertura na bolsa ou venda da companhia.

“Este é um marco que constitui um grande passo para uma empresa global e focada no propósito. O Betterfly Legacy é literalmente o legado que queremos deixar para o planeta, para a sociedade e para as entidades que trabalham diariamente para transformar este mundo em um lugar melhor para todos”, afirmou Eduardo della Maggiora, fundador e CEO da Betterfly, em Nova Iorque. “Iniciamos uma nova forma de fazer negócios, inspirando o mundo empresarial, a partir de um lugar tão icônico quanto a bolsa de valores de Nova York, e reforçamos nosso compromisso com o impacto social. As fundações que recebem contribuições a partir do uso de nossa plataforma continuarão a receber como é feito até hoje, mas com o Betterfly Legacy também forneceremos uma solução que permitirá a elas maior tranquilidade financeira a longo prazo, participando dos lucros de uma futura abertura na bolsa ou venda da empresa”, explica. Este marco ocorre justamente quando se completam cinco anos do primeiro desafio solidário da Burn to Give, a startup que mais tarde se tornaria a Betterfly.

“Nós, da Leche para Haiti, testemunhamos o poder transformador que a Betterfly tem desde o seu início. Fomos a primeira fundação apoiada pela Betterfly, há exatamente cinco anos e, desde então, temos acompanhado como inovaram e geraram novas oportunidades e instâncias para que as pessoas e as empresas possam promover impacto social por meio de suas ações. O Betterfly Legacy é uma nova prova disso e, para nós, é uma grande alegria ter a empresa  como aliada e fazer parte deste lançamento. Esperamos que seja um convite para que mais e mais empresas se tornem agentes de mudança e impacto”, diz Carmen Lagos, fundadora da ONG.

Durante o anúncio foi mencionado que, para facilitar que diferentes empresas adiram a esta iniciativa, será divulgada a estrutura e documentação relacionadas ao plano Betterfly Legacy, para que possa ser replicado por aqueles que se interessarem.

Grandes instituições financeiras aderem ao InCloud da i4pro

Fonte: i4pro

A i4pro, líder no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o mercado segurador, comemora as conquistas alcançadas com o InCloud, serviço de hospedagem em nuvem, que desde novembro do ano passado, vem ganhando adesão de empresas do setor de seguros e grandes instituições financeiras.

A solução funciona no modelo SaaS (Software as a Service) e oferece o gerenciamento de dados na nuvem garantindo transparência aos processos e dando ao cliente mais oportunidades para geração de novos negócios, uma vez que a gestão da infraestrutura passa a ser feita pela equipe especializada da i4pro. Segundo Raphael Gregorio, Diretor de Tecnologia da i4pro, “o InCloud possui uma infraestrutura que permite ao cliente rodar a plataforma i4pro e emitir suas apólices, sinistros e demais documentos, de maneira ágil e segura”.

Ele ainda explica que ao aderir ao InCloud o cliente vai rodar todo o conjunto de softwares oferecidos pela empresa. “Atuamos com missão crítica, nosso core business e trabalhamos para que nossos clientes tenham a plataforma sempre no ar, rodando em plena capacidade, sem imprevistos”, diz Gregorio.

Entre os diferenciais proporcionados pelo InCloud estão a adaptabilidade e a segurança.  A infraestrutura do serviço é personalizável e se adequa às necessidades tanto de um empreendedor que está ingressando no segmento de seguros, quanto de instituições financeiras de grande porte. Contando com criptografia de dados e monitoramento de acessos, a solução cumpre as exigências de segurança da informação de instituições do setor financeiro e de capital aberto, que são muito rigorosas para a definição de fornecedores e parceiros.

Segurança e infraestrutura robusta

Com o InCloud, a i4pro expande as possibilidades da oferta de serviços para seus clientes, com uma infraestrutura segura e robusta, garantindo uma melhor experiência aos seus parceiros comerciais.  Flexível e escalável, é possível redimensionar a infraestrutura necessária para o cliente. Esse processo fica mais fácil com o InCloud, sendo apenas uma questão de ajustar custos, diferentemente do modelo on-premise, mais utilizado entre as seguradoras, em que o cliente precisaria contratar novos data centers, além de equipe especializada. A i4pro, traz assim para o mercado uma solução que endereça uma necessidade do setor, que passa por um grande movimento de transformação digital.

Assurant e banco BBC fazem acordo para distribuição de seguro prestamista 

fusões aquisicoes

A seguradora Assurant e o Banco BBC Digital, braço financeiro da Simpar, vão disponibilizar o seguro prestamista para os clientes que financiam veículos através da companhia.

“Nesta parceria com o Banco BBC Digital, conseguimos oferecer aos consumidores uma solução com mais agilidade e menos burocracia, permitindo que os compromissos financeiros dos clientes sejam honrados”, afirma em nota o superintendente comercial de automóveis da Assurant no Brasil, Walter Santos Neto.

Para Paulo Caffarelli, presidente do BBC, “a parceria com a Assurant é importante para ampliar e fortalecer o portfólio de produtos e serviços do banco, mas acima de tudo, para agregar tranquilidade e proteção aos clientes que contratam financiamento de veículos com a companhia.”

Brasilprev anuncia superintendente de Pricing, Estudos e Fornecedores

A Brasilprev, líder de mercado e referência em previdência privada, anuncia Marcelo Augusto Silvestre Rodrigues (foto) como novo superintendente de Pricing, Estudos e Fornecedores da companhia. O executivo será responsável pelo planejamento orçamentário e acompanhamento dos resultados, projeção do Plano de Capital, elaboração de estudos de Pricing para novos produtos e iniciativas, e pela gestão dos fornecedores da companhia. Com 25 anos de atuação na área financeira, Rodrigues possui graduação em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), MBA em Finanças Corporativas pelo Ibmec Business School e MBA em Mercado de Capitais pela Universidade de São Paulo (USP). Possui ainda Certificação Profissional CPA 20 – Anbid.

Tokio Marine cresce 40,6% em vendas em 2022

ferrara Tokio marine

A Tokio Marine comemora o melhor resultado de sua história de 63 anos. Em 2022, a seguradora registrou crescimento de 40,6%, enquanto o segmento em que atua (sem Previdência, Capitalização e Saúde) cresceu 21,3%. A produção atingiu a marca de R$ 10,6 bilhões em faturamento, meta inicialmente prevista para ser alcançada apenas em 2024. Desse montante, a Tokio Marine devolveu R$ 5,3 bilhões à sociedade em indenizações.

O lucro líquido chegou a R$ 570,1 milhões. O índice combinado, que mede a lucratividade das empresas (quanto mais abaixo de 100%, melhor), ficou em 95,3%. Esses números qualificam a Tokio Marine como a 2ª maior seguradora do país, sem considerar as operações securitárias ligadas a bancos. A companhia atende, atualmente, quase 39 mil corretores e assessorias. 

Para o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, que está prestes a completar 10 anos na liderança da seguradora, a estratégia de crescimento orgânico, com o compromisso de ofertar Produtos e Serviços de excelência, explicam o sucesso da companhia nos últimos anos. “Os resultados financeiros são uma consequência direta da motivação do nosso time de 2,3 mil colaboradores e dos investimentos constantes que realizamos para atender as demandas de corretores, assessorias e clientes. Temos muito orgulho desse desempenho histórico, não só do ponto de vista de negócios, mas também pelas iniciativas que implementamos em prol do bem-estar da sociedade”, analisa Ferrara.

Um dos principais fatores que impulsionaram o desempenho da Tokio Marine em 2022 foi a performance da Diretoria de Produtos Massificados, considerando especialmente os produtos Automóvel, Pessoas e RD Massificados. Na carteira de Automóvel, por exemplo, a Tokio Marine saiu da 4ª para a 2ª posição do ranking, com crescimento de 62% em relação ao ano anterior, quase duas vezes o crescimento do mercado, que foi de 33,2%. Já o seguro Residencial avançou 34,2% e o seguro Condomínio, 29%. Em seguro de Pessoas, a Tokio Marine alcançou o melhor resultado operacional da história, com mais de meio bilhão de reais em receita de vendas.

A Diretoria de Produtos Pessoas Jurídica também se destacou no período, ratificando o apetite da Tokio Marine por Grandes Riscos. O bom desempenho se deve ao aprimoramento de processos para garantir a agilidade na contratação do seguro, além do desenvolvimento de novas soluções para empresas de todos os tamanhos. Entre os produtos com crescimento significativo em 2022 estão: Riscos de Engenharia, 193,9%; Riscos de Petróleo, 165%; Riscos Cibernéticos, 81%; Agro Equipamentos e Fazendas, 79,8%; E&O, 62,3%; Riscos Nomeados, 45,1% e Garantia, 25,2%.

“Estamos bastante otimistas e confiantes que, neste ano de 2023, vamos continuar a trilhar esse caminho de sucesso. Nossa estratégia de negócios está baseada na valorização do Capital Humano, oferta dos melhores Produtos e Serviços para atender às demandas dos Parceiros de Negócios e Segurados e na ampliação da cultura do seguro no Brasil”, finaliza o presidente José Adalberto Ferrara.