Novo superintendente comercial da Fator Seguradora comenta os desafios da companhia

Fonte: Fator

Desde março deste ano, Andre de Santilhana Marques é o novo Superintendente Comercial da Fator Seguradora. Formado em Economia pela Universidade Federal Fluminense e com MBA de Gestão de Negócios pelo Ibmec, o executivo tem mais de 25 anos no mercado segurador. 

A chegada de Andre faz parte de uma estratégia de crescimento da seguradora e de sua consolidação como um dos principais players do mercado no segmento corporativo. O executivo trabalha focado no contínuo desenvolvimento da área comercial, com a meta de trazer mais oportunidades para dentro de casa e ampliar a presença da seguradora nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. E segundo Andre, a Fator Seguradora tem plenas condições de cumprir esse objetivo: 

“Nós temos uma capacidade instalada na área técnica maior do que utilizamos. Trazendo mais oportunidade, nós conseguiremos suprir uma demanda maior de negócios, sem perder o que eu considero importante dentro de uma seguradora: a agilidade. A Fator Seguradora tem uma experiência técnica muito grande, e essa velocidade aliada à qualidade na entrega faz a diferença na ponta. O objetivo não é somente trazer um volume maior de cotações, mas sim, o que queremos para sermos mais assertivos nas subscrições.” 

O executivo destaca também o know how da equipe:

“Nós temos ótimos profissionais, com muito conhecimento e bem conceituados no mercado. O nosso maior desafio é a extensão territorial e vamos tentar encurtá-la, aumentando a intensidade comercial, com presença física e com tecnologia, que é um dos carros-chefes da Fator Seguradora, como presenciamos recentemente com a comemoração de 1 ano do Fatorconnect, nosso Canal Digital. Queremos também que as Corretoras de Seguros que estão mais longe tenham uma experiência mais acolhedora dentro da seguradora.” 

André se reporta diretamente ao Diretor Comercial e de Marketing, Luiz Antonio da Fonseca, e sob o seu guarda-chuva, estão os gerentes da região Norte e Nordeste, Silvano Menezes; Roberta Rodrigues, que atende Minas Gerais e o Centro-Oeste, e Marcelo Alonso, gerente da seguradora para os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. “A ideia é realizarmos visitas mais estruturadas aos clientes e aos parceiros de negócios, treinamentos para os Corretores e eventos regionalizados, aproveitando as particularidades de cada região.”

Pacote de medidas do governo prevê aperfeiçoar marco legal de seguros

O Ministério da Fazenda fará nesta quinta-feira, 20, um duplo anúncio de medidas para tentar melhorar o mercado de crédito e estimular as Parcerias Público-Privadas (PPPs) de Estados e municípios. São, ao todo, 13 medidas.

Especificamente sobre seguros, o pacote prevê aperfeiçoar o regime legal do seguro privado e vai facilitar o processo de autorização e funcionamento de instituições financeiras no Brasil e permitir que cooperativas de crédito possam ampliar sua atuação na oferta de seguros,  além dos já permitidos: seguro rural, saúde e acidentes de trabalho. Poderão ofertar apólices para automóveis, bicicletas, equipamentos eletrônicos como celulares e computadores, entre outros.

0 governo vai propor um projeto de lei para autorizar a utilização de recursos de planos de previdência complementar, Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), seguros pessoais, como os de vida, e títulos de capitalização como garantia na tomada de crédito, a juros mais baratos. Assim, a pessoa que tem recursos na previdência complementar não precisa resgatá-los a custos elevados para cobrir uma necessidade financeira. Hoje são mais de R$ 1,2 trilhão nesse mercado que podem servir de garantias.

Para a Confederação Nacional das Seguradoras, a medida é positiva,  pois oferece dois efeitos práticos. O primeiro se refere a diminuição nos resgates de poupanças individuais em momentos de necessidade e, o segundo, diz respeito ao empréstimo pessoal mais barato, uma vez que a medida reduz a taxa de juros da operação, que terá uma garantia real atrelada, nos moldes dos financiamentos habitacional e de veículos, que têm taxas menores por serem garantidos pelo bem financiado.

Assunto: Dyogo Henrique de Oliveira – presidente executivo da Confederação Nacional das Seguradoras Local: Rio de Janeiro – RJ Data: 04/2022 Autor: Luciana Whitaker

De acordo com o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o uso dos recursos da previdência privada como garantia para o crédito já estava sendo defendido pela Confederação há algum tempo e a proposta, inclusive, já tinha sido apresentada ao Governo. 

O executivo também aponta que o Brasil possui cerca de R$ 1,2 trilhão em reservas previdenciárias. “Eu acredito que cerca de 5% a 10% destas reservas se transformarão em crédito. Sendo assim, estamos falando de R$ 60 bilhões a R$ 120 bilhões. Se um pequeno percentual desta base se transformar em garantias para crédito, o efeito será extremamente significativo para a economia brasileira”, conclui. 

Outro pacote interligado ao setor de seguros é o novo marco de garantias, enviado ainda pelo governo Bolsonaro para estimular as PPPs. De acordo com o Estadão, o Brasil tem apenas cerca de 200 contratos vigentes no modelo PPPs. Outros 150 estão estruturados, mas ainda não saíram do papel. 

Os seguros financeiros, como o seguro garantia de contratos e o POSI, que garante eventuais problemas com o processo de captação de recursos, também são beneficiados com o decreto que visa permitir a emissão de debêntures com isenção de Imposto de Renda para investimentos em projetos nos setores de educação, saúde, segurança pública, sistema prisional, parques urbanos e unidades de conservação, equipamentos culturais e esportivos, habitação social e requalificação urbana.

O ponto mais polêmico está na aprovação do PL 29/2017, que ficou em discussão por 20 anos e foi arquivado há 5 anos. De autoria do ex-deputado e ex-ministro José Eduardo Cardozo, traça as responsabilidades dos segurados e das seguradoras, abordando temas como carências, prazos e prescrição, e foi desarquivado no fim de março, em votação no Senado, e tem agora o senador Jarder Barbalho como relator.

Resseguradoras registram alta de 23% nas vendas em 2022

resseguro no brasil estudo austral re

Em 2022, as vendas de resseguro atingiram R$ 29,9 bilhões, alta de 23% comparado ao ano anterior. A linha de negócio que mais cresceu foi para apoiar as operações de seguro de vida: 48%, para R$ 2 bilhões, segundo o tradicional estudo publicado pela Austral Re. É ainda apenas o quinto maior em demanda de resseguro, mas com grande potencial de crescimento nos próximos anos, dado o esforço das seguradoras em trazer novas coberturas para ampliar o mercado.

Assim como os consumidores, a seguradora compra resseguro de forma estratégica: para riscos potenciais e também quando querem ingressar em novos mercados com riscos ainda pouco mapeados. No Brasil, o nicho de riscos patrimoniais, tendo como risco primário incêndio, raio e explosão de grandes conglomerados, é a carteira que mais demanda resseguro, com R$ 8,4 bilhões, o que representa 28% do volume total registrado no ano passado.

As mudanças climáticas preocupam especialmente as seguradoras que atuam com rural e automóvel. Para se protegerem de perdas por excesso ou falta de chuvas, as companhias que operam com o seguro rural compraram R$ 6,6 bilhões em resseguros no ano passado, alta de 31%. O reajuste de preço teve um peso maior neste crescimento.

Com o elevado volume de perdas nas safras passadas, as resseguradoras pagaram um volume recorde de indenizações em 2021, de R$ 7,1 bilhões para uma arrecadação de prêmios de R$ 9,3 bilhões, e em 2022 pagaram R$ 10,5 bilhões e receberam dos clientes R$ 13,4 bilhões.

A carteira de automóvel, que movimentou vendas de seguros de R$ 50,9 bilhões em 2022, investiu R$ 3,4 bilhões, alta de 32% em relação a 2021, na compra de resseguro para garantir o pagamento de indenizações em caso de perdas catastróficas.

O seguro garantia tem uma cobertura grande de resseguro. Para vendas de seguro de 6,5 bilhões, as seguradoras compraram R$ 3,5 bilhões em resseguro.

A disputa pelo resseguro está acirrada no Brasil, levando o mercado para uma concentração menos acentuada, destaca o estudo. Apesar de o IRB Brasil Re ser o maior ressegurador, vem perdendo espaço para as resseguradoras que se estabeleceram como locais no Brasil nesses dois anos em que passa por uma reestruturação da companhia para voltar ao lucro. O market share do IRB recuou de 50% em 2021 para 43% em 2022. A Munich Re detém 13%, a Austral 10%, a Mapfre 7,1% e a Allianz, 7%.

Se considerarmos o resseguro cedido para grupo, locais e colocados no exterior, a participação do IRB recua para 20%, a Mapfre sobe para a segunda posição, com 13%, e a Munich Re fica na terceira colocação, com market share de 9,3%, empatada com a Allianz.

O mercado de resseguros brasileiro teve prejuízo operacional de R$ 1,37 bilhão em 2022, causado por sinistros em agro contabilizados, em sua maior parte, pelo IRB, Munich Re e Swiss Re. Austral Re, BTG e Mapfre mantiveram resultados operacionais positivos consecutivos, em contramão da tendência do mercado que também apresentou prejuízo operacional de R$ 1,32 bilhão em 2021.

Segundo a AMBest, o segmento de (res)seguros do país vem se beneficiando das taxas de juros mais altas, devido à capacidade das empresas em aumentar receita financeira-com juros altos, à medida que as reservas são investidas. A receita de investimentos contribuiu significativamente para a lucratividade do setor de resseguros do Brasil nos últimos anos. O estudo completo pode ser lido neste link.

Governo anuncia liberação de R$ 1 bilhão para o seguro rural, mas valor deve ser insuficiente

Fonte: Infomoney

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta terça-feira (18), resolução disponibilizando R$ 1,06 bilhão para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para o exercício de 2023. O valor será liberado ao longo dos próximos meses com o objetivo de auxiliar financeiramente o produtor no momento da aquisição do seguro rural, conta a jornalista Jamille Niero, do Infomoney.

“Nos últimos 5 anos, as seguradoras já pagaram aos produtores cerca de R$ 20 bilhões em indenizações, isso demonstra a importância e a efetividade desse instrumento de proteção”, avalia o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, Jônatas Pulquério, em comunicado publicado no site do ministério. Apenas em 2022, o total pago em indenizações pelas seguradoras aos produtores alcançou R$ 8,8 bilhões.

Vale lembrar que a seca intensa que afetou o Rio Grande do Sul no primeiro trimestre do ano impactou a produção de culturas como soja e milho – as principais commodities produzidas e exportadas pelo Brasil – refletindo no mercado de seguros, que já registrou sinistros (ocorrência que leva o cliente a acionar o seguro) relacionados às adversidades climáticas.

Segundo dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de março, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estiagem provocou redução na estimativa para a safra de grãos do estado, em 4,617 milhões de toneladas, em relação ao previsto em fevereiro.

E foram justamente os meses de fevereiro e março com mais avisos de sinistros relatados pelas companhias do mercado que operam no segmento rural (que abarca o seguro agrícola) consultadas pelo InfoMoney.

A FF Seguros, por exemplo, foi uma das seguradoras que notaram efeitos nas lavouras na região que já é afetada por três anos consecutivos de seca, cuja explicação é a forte influência do fenômeno La Niña. “Ficamos surpresos com o estresse hídrico em áreas gaúchas, que tem provocado sinistros tanto para a soja quanto para o milho primeira safra. Infelizmente, recebemos relatos de perdas superiores a 50% na produção”, conta Diego Caputo, gerente comercial da empresa.

Leia a matéria na íntegra no portal do Infomoney.

Grupo Bradesco Seguros realiza ação no MetrôRio para reforçar a importância do seguro

Fonte: Bradesco

Com objetivo de estimular a consciência da população em torno da proteção, a partir 17 de abril, o Grupo Bradesco Seguros promove nova ação na estação Jardim Oceânico/Barra da Tijuca, do MetrôRio. O Grupo Segurador criará espaços instagramáveis trazendo, de forma lúdica, informações sobre temas, produtos e serviços como o seguro Saúde, Auto, Residencial, Capitalização e Previdência. Também estará à disposição do público um totem para a cotação de seguros por meio do Shopping de Seguros, uma plataforma que disponibiliza diversos produtos aos consumidores.

Nos dias 18 e 20 de abril e 25 e 27 de maio, para tornar a ação mais interativa, um robô estará no local para interagir com as pessoas que estiverem na estação. Por meio de inteligência artificial, o passageiro poderá conhecer detalhes sobre Previdência e outras soluções disponibilizadas pelo Grupo Segurador.

Para o Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, Alexandre Nogueira, a ação reforça a intenção do Grupo de estar próximo do público carioca. “Temos a missão de levar informações e motivar a conscientização das pessoas sobre a importância do seguro. E estar próximo das pessoas, em um local que faz parte da rotina de muitos, é sempre especial para nós, que temos nossos consumidores como razão de ser do Grupo”, afirma o executivo.

Akad fecha parceria com Linker Bank para oferta de seguro empresarial a PMEs

seguros

Fonte: Akad

A Akad acaba de anunciar uma parceria inédita com o Linker, o primeiro banco digital do Brasil focado em pessoa jurídica, para oferta de seu seguro empresarial. A intenção é disponibilizar o produto para os mais de 45 mil clientes ativos do Linker com condições especiais e jornada facilitada para emissão da apólice em tempo recorde. O seguro já está disponível para contração na Linker Store, o shopping de benefícios para usuários do banco.

No hotsite da parceria, o cliente pode escolher entre seis opções de valores de cobertura e fazer na hora uma simulação do resumo da proposta. Caso tenha interesse em continuar, basta preencher informações cadastrais do negócio e dar detalhes sobre o modelo de construção do estabelecimento. Após o pagamento, o cliente recebe a apólice no e-mail em até cinco dias.

O seguro empresarial da Akad possui mais de 60 coberturas para atender o comércio, indústria e serviços. Na parceria com a Linker, o objetivo é chegar até escritórios outras PMEs que dependem do seguro para proteger o patrimônio e evitar riscos que podem até levar à falência.

A apólice protege os empreendedores de incêndios, quedas de raios, explosões, roubo e/ou furto qualificado, despesas com instalação em novo local, pequenas obras de engenharia, entre outras ocorrências. Para os clientes Linker, a Akad incluíra uma cobertura adicional para aparelhos portáteis, como celulares, tablets e notebooks, equipamentos que acabam sendo indispensáveis na gestão e no dia a dia de pequenos negócios.

Segundo Mariana Miranda, responsável por vendas e marketing na Akad, as micro e pequenas empresas representam hoje 90% do mercado brasileiro, sendo responsáveis por quase 30% do PIB nacional. Porém, mesmo com tamanha representatividade, muitos empreendedores reivindicavam condições melhores para se proteger dos riscos e manter o andamento dos negócios. “O mercado de PMEs possui um potencial enorme, temos muito a explorar para transformar a jornada de compra de um seguro em uma experiência mais acessível e compatível com a realidade desses micro empresários”

A exemplo da Akad, o Linker tem o objetivo de ajudar empresas a alcançar sucesso com mais agilidade e menos burocracias. Fundada em 2019, a fintech foi inspirada no modelo de bancos digitais destinados à PMEs que surgiram há alguns anos na Europa e nos Estados Unidos. Mais do que produtos e serviços financeiros, o Linker tem como propósito ajudar as pequenas e médias empresas a crescer, sendo um hub de soluções financeiras que atenda todas as necessidades do empreendedor.

A parceria com o Linker é o terceiro movimento da Akad para democratizar a oferta de seguros empresarial para pequenas e médias empresas no Brasil. No mês passado, a seguradora anunciou um acordo com a plataforma de gestão MarketUP para oferecer o produto no modelo por assinatura. No final do ano passado, a companhia lançou o CyberRisk Pro, um seguro de proteção cibernética desenvolvido em parceria com a PSafe.

FenaSaúde traz 10 dicas para bom uso do plano de saúde

telemedicina em saúde

Fonte: FenaSaúde


Em março, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que representa grupos de operadoras de planos de saúde do país, lançou a campanha Saúde Sem Fraude. Por meio de materiais educativos como hotsite (www.saudesemfraude.com.br), cartilhas, posts em redes sociais, vídeos e entrevistas, a iniciativa pretende conscientizar os beneficiários de planos de saúde sobre os danos causados pelas fraudes, assim como mobilizar a cadeia de saúde em torno do combate às más práticas na saúde suplementar. Para ampliar o conhecimento sobre o tema, a Federação preparou uma lista com 10 dicas para bom uso do plano de saúde.
 
1 – Não compartilhe seu login e senha do plano de saúde com terceiros
 
O seu login e senha são pessoais e intransferíveis. Algumas clínicas, hospitais e laboratórios podem solicitar esses dados com a promessa de ‘facilitação’ de processos como o pedido de reembolso. Entretanto, com posse desses dados, terceiros podem alterar os valores de pedidos de reembolso conforme contrato de cada operadora, e até solicitar o reembolso de exames e procedimentos não realizados.
 
2 – Não empreste sua carteirinha
 
Assim como o login e a senha, a carteirinha do plano de saúde também é um documento pessoal e intransferível. Ceder ou emprestar o cartão do plano de saúde a terceiros é um crime de acordo com o Código Penal Brasileiro. Caso se constate a fraude, a operadora poderá suspender o contrato do titular e de seus dependentes.
 
3 – Não solicite nem aceite o fracionamento de recibos
 
Pedir ou aceitar o fracionamento do valor do procedimento ou consulta realizados em mais de um recibo, com datas diferentes, com o objetivo de receber um reembolso total mais alto, é uma prática irregular e fraudulenta. Podem ser enquadrados como fraudadores tanto aqueles que recebem as notas ficais ou recibos fracionados, assim como aqueles que as emitem. O reembolso deve corresponder ao procedimento ou consulta realizada e será feito sempre com base nas cláusulas contratuais.
 
4 – Não aceite propostas de reembolso sem que tenha que desembolsar pelo atendimento.
 
Muitas vezes o beneficiário é estimulado a realizar um atendimento fora da rede credenciada, sob a promessa de que não precisará fazer qualquer pagamento pela consulta ou procedimento. No entanto, para que o beneficiário tenha direito ao reembolso, é necessário que tenha pagado previamente os valores dos serviços de saúde, como confirma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
 
A operadora de plano de saúde não é obrigada a realizar o pagamento de atendimento em que não tiver ocorrido o devido desembolso prévio por parte do beneficiário. Por isso, é preciso estar muito atento sempre! Oferecer ajuda para a solicitação de reembolso pode ser apenas uma forma de captar mais clientes de maneira ilegal, com consequências para todos.
 
5 – Não aceite oferta de procedimentos estéticos pagos pelos planos de saúde.
 
Procedimentos estéticos não são cobertos pelos planos de saúde. Desconfie quando o prestador de serviço oferecer serviços estéticos com pagamento pelo plano de saúde. A descrição de procedimento diferente do realizado é fraude.
 
6 – Confira se as guias dos planos de saúde informam corretamente os procedimentos realizados.
 
Em alguns casos, o prestador de serviços pode adicionar, de maneira fraudulenta, procedimentos que não foram realizados pelo paciente. Por isso, é importante ter muita atenção ao assinar quaisquer documentos durante realização de consultas e exames. Importante ressaltar novamente que o beneficiário fica sujeito a esta prática quando fornece os dados de login e senha para o prestador de serviços de saúde.
 
7 – Use o pronto socorro apenas no caso de urgências e emergências.
 
O atendimento de urgência e emergência está garantido pelos planos de saúde e a ida ao pronto-socorro deve ser reservada para esses casos. São consideradas urgentes as situações resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional. Já os casos de emergência são os que implicam em risco imediato à vida ou em lesões irreparáveis, tais como o infarto, AVC, dificuldade respiratória e perda de memória.
 
8 – Use a telessaúde como aliada para casos de baixa complexidade.
 
A telessaúde é a modalidade de atendimento que permite aos profissionais da área da saúde – médicos, psicólogos, dentistas, fisioterapeutas, entre outros – prestarem serviços de assistência à distância para pacientes com recursos digitais de comunicação interativos, como celulares, computadores e tablets. Ela é uma alternativa para atendimento com mais comodidade, sem necessidade de deslocamento.
 
9 – Procure preferencialmente a rede credenciada ou estabelecimentos de saúde de sua confiança.
 
A rede credenciada pelos planos de saúde é selecionada seguindo critérios de qualidade e segurança. Por isso, a FenaSaúde orienta que os beneficiários sejam atendidos preferencialmente na rede credenciada e, caso não seja possível, procurem estabelecimentos de saúde de sua confiança e com bom histórico de atendimento.
 
10 – Informe ao seu médico sobre exames realizados recentemente, evitando repetições desnecessárias.
 
É importante guardar e apresentar para o profissional de saúde responsável pelo seu atendimento todos os resultados de exames realizados recentemente, para que não seja necessária a repetição de procedimentos que, algumas vezes, são invasivos. Essa continuidade favorece a celeridade do acompanhamento de saúde do paciente e evita repetição de procedimentos que, em alguns casos, são desnecessários.

Zurich anuncia novos executivos nas áreas de gestão de riscos e investimentos

Fonte: Zurich

A partir do dia 18 de abril, Mariane Bottaro Berselli Marinho assume como Diretora Executiva de Gestão de Riscos da Seguradora Zurich. Ela será responsável pela estrutura de Riscos, Controles Internos e Compliance da empresa no Brasil, com reporte para o CEO Edson Franco e Patricia Penhalber, Head Risk Latam da seguradora. 

Mariane é mestre em Economia e especialista em Gestão de Sustentabilidade Empresarial pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Há 17 anos no mercado de Seguros e Previdência, ela já atuou na BrasilPrev e na Zurich Santander Insurance America. Na Seguradora Zurich, ocupará o cargo que estava sendo desempenhado interinamente por Patricia. 

Além dela, Pedro Dodsworth Martins Caldas assumiu como Superintendente de Investimentos da Seguradora Zurich e também da Zurich Santander, se juntando à equipe de especialistas das companhias. O executivo temais de 25 anos de experiência em bancos, finanças corporativas em empresas de infraestrutura e seguros. 

Seguradora Tokio Marine patrocina prêmio de música instrumental

Fonte: Tokio Marine

Um ano após o marco da aquisição dos naming rights do Tom Brasil, a Tokio Marine Seguradora reforça seu apoio ao cenário cultural do País com o lançamento do inédito “Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall”, que recebe inscrições até 24 de maio. Além de dar espaço e divulgar o talento de artistas brasileiros, a premiação irá distribuir um total de R$ 210 mil entre os finalistas. Os prêmios são de R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 40 mil e R$ 30 mil para o segundo e terceiro, respectivamente. E outros nove selecionados receberão R$ 10 mil por chegarem à fase final. 

A iniciativa é mais uma entre as diversas ações implementadas pela Seguradora em apoio à cultura. Somente no âmbito dos espetáculos musicais, já foram patrocinadas atrações como “Elza”, “Lisbela e o Prisioneiro” e “Chaplin”, além de peças teatrais como “Feliz Dia das Mães” e “A Herança”, esta última em cartaz em São Paulo. A Tokio Marine também patrocinou o projeto “Música Para Todos”, destinado a proporcionar música instrumental de qualidade para um público que não costuma ter acesso a espetáculos do tipo. O apoio é realizado em parceria com o Instituto Tom Brasil e contempla a programação de uma série de apresentações gratuitas, que serão realizadas nas dependências do Tokio Marine Hall, antes dos shows principais, com o objetivo de alcançar pessoas de todas as idades e disseminar a cultura por meio da música. 

E esse propósito de inclusão é observado, também, no “Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall”, como explica o Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine Seguradora, Flávio Otsuka: “Além de valorizar a música instrumental brasileira, o prêmio é uma maneira de dar visibilidade ao talento destes artistas, que não têm um espaço tão consolidado no cenário musical quanto os de outras categorias. É um trabalho que está em linha com os pilares do Tokio ESG, pelo qual atuamos em prol do desenvolvimento de uma sociedade mais justa, diversa e ambientalmente responsável”.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas somente por músicos comprovadamente brasileiros (nascidos ou naturalizados). Os interessados devem se inscrever com duas músicas autorais , além de um arranjo para uma composição feita por um artista conhecido da MPB. Os participantes serão avaliados por um corpo de jurados sendo que os 12 finalistas se apresentarão no palco lounge Tokio Marine Hall.

A comissão julgadora é composta pelo produtor musical Pedro Paiva; pelo maestro Oscar Gonzales; pela jornalista especializada em música Maria Fernanda Menezes; pelo professor e pesquisador André Sampaio e pelo Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine Seguradora, Flávio Otsuka.

Página para inscrições e mais informações:  https://premiodamusicainstrumental.com.br/

Corretores especializados puxam o crescimento das vendas de seguro de vida

CVG SP Nilton Molina

O seguro de vida tem dado um importante impulso para o mercado de seguro no Brasil. Entre 2010 e 2022, cresceu 222%, saindo de R$ 18,8 bilhões para R$ 61,1 bilhões. O seguro de vida em grupo tem a maior participação nas vendas, mas a aposta das companhias no seguro individual tem dado resultado. A participação das apólices coletivas recuaram de 75% para 65%.

Neste período, o seguro de vida individual cresceu 348%, de R$ 4,7 bilhões para R$ 21,3 bilhões. Já o seguro de vida em grupo saltou 180%, de R$ 14,2 bilhões para R$ 39,8 bilhões. Há cinco anos, o segmento de pessoas ultrapassou o de seguro automóvel, até então o mais comercializado no Brasil, o que foi motivo de muita comemoração pelas seguradoras de vida.

As informações fazem parte de um estudo compartilhado por Nilton Molina, um ícone do setor de seguros no tema vida e previdência. Não é por menos que a MAG Seguros, seguradora que preside o conselho de administração, exibe um índice de crescimento de 852%, bem acima do avanço das vendas por grandes bancos (175%) e pelas seguradoras independentes (305%).

“Um detalhe importante deste crescimento é que o corretor de seguros tradicional não é o responsável por este avanço. São os corretores especializados em vida, treinados pelas companhias, e os agentes autônomos de investimentos, que atuam com as gestoras de investimentos, que descobriram a importância do seguro como complemento de proteção para o patrimônio financeiro das famílias”, disse Molina durante evento organizado pelo CVG-SP (Clube de Vida em Grupo em São Paulo).

O executivo afirmou ser um desperdício o corretor tradicional, que representam a maioria dos 120 mil corretores registrados no Brasil, ter milhares de clientes de automóvel em carteira e não ofertar um seguro de vida aos segurados como uma opção de proteção financeira para a família para o risco de morte, de acidentes, de doenças graves”, comentou

“Temos conquistado um crescimento constante e não somente no período da pandemia”, comentou Rogerio Araujo, presidente da corretora mineira TGL, que conta com mais de 300 mil vidas seguradas. “Há 18 anos fundei minha própria corretora de vida, depois de trabalhar para grandes seguradoras, pois quero realmente construir algo que fique de legado para o mercado”, comentou ele, ao lançar um curso para treinar corretores como especialistas em vida, no qual a sua remuneração será doada a uma entidade escolhida pelo CVG-SP.

Josusmar Sousa, presidente do MDTR Brasil (Million Dollar Round Table), destacou que a instituição apoia o crescimento do seguro de vida no mundo. “Tenho orgulho de fazer parte do crescimento da MAG, que tem o maior numero de profissionais treinados por nós”, comentou durante o talk show promovido pela CGV em sua estreia de um novo modelo de encontro mensal.

A MDTR é uma associação internacional que reúne os melhores corretores de seguro de vida e profissionais do mercado financeiro no mundo para levar qualificação e conhecimento especializado aos principais países do mundo, realizando eventos em diversos pontos do globo. “O ciclo de vendas do seguro automóvel durou 40 anos. Embora tenha uma reação neste ano, o ciclo de crescimento do seguro de vida está previsto até 2045. O corretor que se qualificar e trabalhar muito pode se tornar um milionário. No mínimo, terá uma condição de vida confortável vendendo algo que agrega valor aos seus clientes”, afirma.

Como exemplo para ressaltar a importância da qualificação de quem vende seguros de vida, Sousa citou a China. Há 25 anos, a China era o 45o. no ranking de países que mais vendiam seguro de vida individual. Em 2023, a China passou a ser o primeiro colocado no ranking, ultrapassando os EUA”, contou.

E acrescentou: “Juntos podemos alcançar um propósito humano. Os membros do MDRT constroem sua grandeza sendo cúmplices do crescimento dos outros, compartilhando conhecimento em um ciclo colaborativo. Compartilharmos experiências incríveis e conteúdo de alto valor para a comunidade produtora de seguros de vida. Sabemos que a chave do sucesso reside no interesse honesto e genuíno pelo bem-estar daqueles que confiam em nós. Tornamo-nos aliados da vida de cada um de nossos clientes”.

Molina concorda que crescer no seguro de vida individual não é algo trivial, por se tratar de um seguro sem demanda, diferente do automóvel, que é prioridade para todos proprietário de veículo. “A pessoa não percebe que precisa de um seguro de vida. Uma fábrica pode pegar fogo. Uma máquina pode quebrar. Já em vida, dificilmente alguém acorda achando que vai morrer ou ficar doente e pensa em comprar espontaneamente um seguro para proteger a si mesmo e a sua família. O seguro de vida exige um profissional qualificado para dar uma consultoria aos clientes. Os profissionais que vendem vida são muito diferentes dos corretores de seguros patrimoniais”, afirma.

O corretor Araujo fez um alerta para que as seguradoras tenham cuidado em suas ofertas à população, que passou por um desconforto durante a pandemia. “Esta tragédia despertou os sentimentos de medo, de insegurança e de incerteza nas pessoas, mas que ainda não sabem o que necessitam. É preciso ter cuidado com os produtos que entregamos para a população. Principalmente para ela não ter a falsa sensação de que esta protegida e ficar frustrada quando for usar. Temos de construir a imagem do seguro no Brasil, sem riscos de imagem para o setor”.

Molina concorda. “O corretor tem a responsabilidade de entregar o que a família precisa. Só assim todos crescerão, incluindo seguradora, corretor, famílias, empresas e o Brasil. Ter uma proteção para recomeçar a vida após uma fatalidade é vital para a sustentabilidade de qualquer projeto de vida”.

Apenas 15% das 700 mil pessoas que morreram por Covid-19 contavam uma apólice de seguros. E dessas, apenas 20% tinha um seguro de vida individual, sendo a maioria dos pagamentos realizados para clientes de seguro de vida em grupo e de planos de previdência.