Fundación MAPFRE anuncia vencedores dos Prêmios à Inovação Social

FONTE: Mapfre

A Fundación MAPFRE, organização global sem fins lucrativos, anunciou, nesta quarta-feira (24), os três vencedores da 6ª edição dos Prêmios à Inovação Social, em cerimônia realizada em Madrid, na Espanha. Entre os doze finalistas estavam três iniciativas brasileiras de impacto, que foram apresentadas por seus representantes no auditório do museu Reina Sofía.

Na categoria Mobilidade Sustentável, o vencedor foi o projeto americano TASL (This App Saves Lives), um sistema de pontos e recompensas para conscientizar os motoristas sobre a importância de não usar o celular ao dirigir, ajudando a reduzir a sinistralidade no trânsito.

O aplicativo digital LUP, desenvolvido na Espanha, foi o vencedor da categoria Economia Sênior. A ideia do projeto é facilitar a leitura para as pessoas com dificuldades por perda de visão, dislexia, entre outros problemas. O APP converte textos ou fotos em arquivo de voz em menos de dois segundos, além de oferecer a possibilidade de traduzir o conteúdo para mais de 30 idiomas. A Espanha também conquistou espaço na categoria Melhoria de Saúde e Tecnologia Digital (e-Health), com a Acceleradora Unoentrecienmil. A iniciativa promove o exercício físico como terapia para melhorar a recuperação de crianças e adolescentes com câncer.  

Os vencedores anunciados receberão 40 mil euros cada para potencializar seus projetos e multiplicar os seus impactos. Além disso, eles farão parte da Rede Innova, um ecossistema que conecta os inovadores sociais, que foram finalistas e semifinalistas em todas as edições dos Prêmios à Inovação da Fundación MAPFRE.

Este ano, a 6ª edição contou com 347 projetos inscritos, de empreendedores da Espanha, Alemanha, Brasil, Chile, Guatemala e Estados Unidos, o número de projetos inscritos representa 70% a mais do que na edição do ano anterior. Entre eles, doze finalistas foram selecionados para sessões de coaching da IE University.

“O foco da premiação não é o valor em dinheiro, mas todo o processo de reconhecimento e incentivo a novas ideias motivadas a enfrentar problemas sociais. Além disso, a formação de uma rede de impacto capaz de potencializar o desenvolvimento de todas as iniciativas envolvidas”, destaca a representante da Fundación MAPFRE no Brasil, Fátima Lima. Ela ainda atenta para a participação significativa do Brasil nas demais edições dos Prêmios à Inovação.

As inscrições para a 7ª edição dos prêmios serão abertas mundialmente no segundo semestre de 2023.

Conheça os finalistas brasileiros 

Na categoria Saúde e Tecnologia Digital (e-Health), com foco em promover a saúde e incentivar comportamentos saudáveis, a finalista brasileira foi a catarinense Altrum, que torna cirurgias complexas mais seguras e acessíveis através de dispositivos cirúrgicos desenvolvidos para cada paciente, utilizando da manufatura aditiva (Impressão 3D). O primeiro problema resolvido é a reconstrução craniana para pacientes que sofreram algum acidente ou problema oncológico, que atualmente esperam anos por uma cirurgia, dado o alto custo de uma prótese craniana.

Na categoria mobilidade sustentável, o finalista brasileiro foi o Seebot – Smart Mobility Solutions, um semáforo inteligente que detecta e ajuda pessoas com deficiência visual a atravessarem a rua em segurança. A iniciativa do Paraná integra tecnologia de fusão de dados, inteligência artificial e IoT para semáforos inteligentes.

No eixo de economia sênior, que busca incentivar o envelhecimento ativo, ganhou destaque a plataforma Talento Sênior, com foco na reinserção de idosos no mercado de trabalho. O objetivo da plataforma, desenvolvida em São Paulo, é criar conexões entre empresas que valorizam a expertise de fornecedores sêniores, promovendo geração de renda e autoestima.

“A nossa equipe ficará ainda mais robusta com os corretores e talentos da Liberty, diz CEO da HDI Brasil

“O Brasil é um país core para o Grupo Talanx, do qual a HDI Seguros é integrante, e essa aquisição dos negócios da Liberty Seguros na América Latina faz parte de um projeto muito claro de crescimento da empresa no país. Também é fundamental reforçar que o relacionamento com os distribuidores e os talentos da Liberty são fatores fundamentais, garantindo o valor desse negócio”, explica Eduardo Dal Ri, CEO da HDI Seguros.

A aquisição envolve uma grande carteira de clientes e corretores, que são o principal elo da HDI com o consumidor. “Estamos muito felizes com essa negociação e, certamente, o nosso objetivo final é oferecer produtos ainda mais competitivos, com um dos mais amplos portfólios do mercado. A Liberty preza muito pelo cliente e pelo relacionamento com os corretores, valores que também são a base do negócio da HDI. Vamos seguir estreitando cada vez mais o nosso relacionamento com todos os nossos parceiros, apoiando-os em seu dia a dia, com todo o nosso time, além de ferramentas e recursos que facilitem as negociações e a identificação de novas oportunidades e negócios”, acrescenta Dal Ri.

Com a transação, a companhia também somará novos talentos da Liberty em seu time. “A nossa equipe ficará ainda mais robusta e acredito que o principal dessa transação são os talentos que construíram o sucesso da Liberty até aqui”, enfatiza Dal Ri. 

Grupo Talanx, por meio da HDI, compra operações da Liberty na América Latina por US$ 1,48 bi

aquisição

A alemã Talanx divulgou a compra das operações da Liberty Mutual Insurance na América Latina por cerca de 1,38 bilhão de euros (US$ 1,52 bilhão), por meio de sua subsidiária HDI International. A aquisição abrange os negócios de varejo da Liberty no Brasil, Chile, Colômbia e Equador. A transação deve ser concluída no primeiro semestre de 2024. A HDI foi assessorada no Brasil pelo escritório de advocacia Machado Meyer.

A HDI passa a consolidar receitas (em prêmios brutos IFRS 4) na América Latina em cerca de EUR 1,7 bilhão. Com esta transação, a HDI alcança o 2º lugar pro forma no Brasil, o 1º no Chile e o 7º na Colômbia. Além disso, o portfólio geral da divisão será significativamente mais diversificado como resultado do aumento dos negócios na América Latina para aproximadamente 45%.

O grupo alemão aposta suas fichas no Brasil, um país considerado potencial em crescimento não só na América Latina como também no mundo. Em junho do ano passado, a HDI comprou as carteira de automóvel, vida, empresarial, residencial, habitacional e condomínio da filial brasileira da japonesa Sompo. Em recente entrevista, o CEO da HDI, Eduardo Dal Ri, disse que a aquisição trouxe diversidade de portfólio, de regiões, de talentos e em parcerias comerciais. Somos líderes no sul do País e agora queremos ganhar tração em São Paulo. “O primeiro bimestre já nos mostra resultados relevantes”, contou. Ainda hoje, Dal Ri deve comentar a compra da Liberty.

Agora arremata uma das seguradoras mais inovadoras e querida dos corretores de seguros no Brasil. Trata-se da maior operação realizada no Brasil neste ano e traz uma mudança significativa no ranking de automóvel. No primeiro trimestre, Liberty arrecadou R$ 457 milhões e HDI R$ 306 milhões. Com R$ 763 milhões, a HDI sobe para a segunda posição do ranking da consultoria Siscorp, superada apenas pela Porto Seguro, com R$ 1,2 bilhão, e empurrando a Tokio Marine para terceira posição, com R$ 647 milhões.

A disputa pela Liberty no Brasil, a maior dentro do pacote negociado, foi acirrada, tendo entre os interessados grupos estrangeiros que operam na América Latina, como Mapfre e Allianz. Comandada por Patrícia Chacon, a companhia registrou R$ 143 milhões de lucro líquido no primeiro trimestre deste ano, com índice combinado de 90%, devolvendo à sociedade R$ 908 milhões em indenizações pagas.

“Com a aquisição dessas operações da Liberty Mutual, damos continuidade à nossa história de sucesso na América Latina”, disse Torsten Leue, presidente do conselho de administração da Talanx AG. Juntamente com a Europa, a América Latina é uma das nossas principais regiões no negócio de varejo. Estamos, portanto, satisfeitos por estar entre os 3 primeiros da América Latina com esta aquisição. A aquisição melhorará o lucro líquido do nosso grupo e nosso retorno sobre o patrimônio já no primeiro ano após o fechamento esperado em 2024. A aquisição fortalecerá ainda mais nosso principal negócio de seguros e nossa diversificação nas linhas de negócios”.

“A aquisição é um marco importante na implementação de nossa estratégia para alcançar uma posição top 5 em nossos principais mercados nos negócios de ramos elementares até 2025, para diversificar ainda mais nosso portfólio e fortalecer nossa excelência técnica. Além disso, as aquisições nos permitirão alcançar oportunidades significativas com nossos negócios existentes no Brasil, Chile e Colômbia. Estou muito satisfeito com o fato de nossos futuros colegas da Liberty nos fortalecerem com sua excelente expertise e experiência na América Latina”, acrescentou Wilm Langenbach, membro do Conselho de Administração da Talanx AG responsável pela divisão Retail International e CEO da HDI International AG.

“Em um mundo que está mudando rapidamente, o foco operacional aprimorado em nossos canais, produtos e mercados está se tornando cada vez mais importante para o sucesso a longo prazo e garantirá a entrega de valor excepcional a nossos clientes, corretores, agentes, parceiros, funcionários e comunidades. servimos”, diz Tim Sweeney, presidente e diretor executivo da Liberty Mutual Insurance. “Agradecemos às nossas equipes latino-americanas de mais de 4,6 mil funcionários por seu grande comprometimento e dedicação ao nosso negócio ao longo de muitos anos. Estamos confiantes em seu futuro com a Talanx, que compartilha valores centrais semelhantes”.

A Liberty Mutual opera em 29 países, tornando-se uma das maiores seguradoras do mundo em receita de seguros. A Liberty Seguros Brasil ocupa uma das 5 primeiras posições em automóveis e uma das 10 primeiras em ramos elementares após o ano de 2022. Em 2022, a empresa brasileira gerou prêmios brutos subscritos de R$ 6,1 bilhões (EUR 1,1 bilhão), muitos dos quais foram gerados por meio de uma rede de distribuição de 20 mil corretores independentes.

A Liberty Seguros Chile oferece produtos não vida e alcançou um volume bruto de prêmios de CLP $ 325 bilhões (EUR 0,4 bilhão) em 2022. O volume bruto de prêmios da Liberty Seguros Colômbia em 2022 foi de COP $ 1.033 bilhões (EUR 0,2 bilhão). A Liberty Seguros Equador gerou um volume bruto de prêmios de US$ 33 milhões (EUR 31 milhões) em 2022.

A transação inclui os negócios de seguros diretos da Liberty Specialty Markets no Brasil, Chile e Colômbia. A transação não inclui o resseguro facultativo da Liberty Specialty Markets, o resseguro de tratado de resseguro da Liberty Mutual e os negócios de garantia da Liberty Mutual, que continuarão a operar no Brasil, Chile e Colômbia.

A HDI International AG já está representada no Brasil, Chile e Colômbia através de suas subsidiárias. A HDI Seguros gerou um volume bruto de prêmios de cerca de R$ 4,5 bilhões (789 milhões de euros) no Brasil em 2022. A HDI Seguros no Chile gerou um volume bruto de prêmios de 488 bilhões de pesos chilenos (533 milhões de euros) e a HDI Seguros na Colômbia 425 bilhões de pesos colombianos (82 milhões de euros).

Fator Seguradora comemora 15 anos com grandes conquistas

A Fator Seguradora chega aos 15 anos jovem e preparada para o futuro. Apesar das incertezas mundiais e locais, uma coisa é certa no mercado de seguros brasileiro: o setor cresce sem reformas e pode chegar a dobrar a participação no PIB (Produto Interno Bruto), de 6% para 12%, com reformas positivas para a politica, para a economia e para o setor, segundo o Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador (PDMS), elaborado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), com metas de crescimento do setor até 2030.

Com tal cenário, vence quem apostar em equipe qualificada, tecnologia e solidez financeira. São essas as estratégias mestras definidas pelo economista Luís Eduardo Assis, que está há 11 anos no comando da Fator Seguradora. “Certamente temos muito a comemorar. Nossas conquistas diárias constroem nosso futuro, para o qual estamos nos preparando dia a dia”, conta. 

Em maio deste ano, a Fator Seguradora ganhou um presente de aniversário valioso. Conquistou o rating A-.br, da Moody’s, que resume um pouco do esforço diário da equipe de profissionais. A classificação obtida é uma consequência de um trabalho feito há anos de melhorias nos processos, na governança, na mitigação de riscos e no planejamento estratégico. 

“Em grandes riscos, os clientes querem enxergar na seguradora uma empresa que tem capacidade de pagar grandes sinistros. O rating acelera e alavanca a nossa capacidade de fazer seguros. Ele é um atestado de que somos uma empresa sólida também para os resseguradores e nos permite ofertar aos nossos corretores melhores condições para o programa de seguro de seus clientes”, orgulha-se. 

Segundo Assis, ter profissionais destacados no mercado, decidir pela diversificação de produtos e o pesado investimento em tecnologia para lançar o  fatorconnect há um ano são consideradas as bases do bom desempenho da seguradora. “Iniciamos a companhia com apenas um produto: o Seguro Garantia. Algumas concorrentes mantiveram a especialização neste produto, de boa rentabilidade, mas com uma cauda longa com vigências que chegam até a 15 anos e riscos regulatórios que podem comprometer os contratos”, avalia. 

A diversificação iniciada há seis anos foi uma escolha acertada aos olhos da agência de riscos e de Assis. A Fator passou a operar nos segmentos de riscos operacionais, de engenharia, de responsabilidade civil e de linhas financeiras para atender clientes corporativos nos segmentos de construção civil, concessões rodoviárias, siderurgia, energia, empreendimentos imobiliários, construção naval, óleo e gás. 

“Estamos muito satisfeitos com o resultado. Somos menos dependentes do comportamento de apenas uma carteira e ampliamos nosso relacionamento com corretores de seguros de grande, médio e pequeno portes. Garantia que era 100% das nossas vendas, hoje representa 25%. Saímos de um segmento de poucos sinistros, mas geralmente de grande severidade, para atuarmos em nichos com frequência de sinistros, porém de baixo valor”, afirma. 

O fatorconnect foi o ponto alto desta história. Trata-se de uma plataforma de negócios diferenciada, idealizada para que os corretores de seguros possam explorar novos mercados e ofertar seguros para pequenas e médias empresas de todo o país, sem limitações geográficas. “Existe um mito de que o mercado de seguros é tradicional. Não há como ficar preso a uma cápsula do tempo quando todos que trabalham neste setor usam e gostam da tecnologia usada em tudo que fazem, desde pagar contas em um clique como fazer o check-in aéreo rapidamente em uma máquina”, comenta. “É um caminho sem volta, que evolui constantemente. E seguros está incluído nesta jornada”. 

Para Assis, tecnologia não é apenas um assunto técnico. É sobre mudança de cultura. “Boa parte do meu tempo é dedicado a este canal digital, que é uma seguradora dentro de outra seguradora e não um puxadinho como vemos por aí”, explica. É uma transição complexa e desafiadora, porque tem de rodar o canal digital sem parar o dia a dia da seguradora. “É uma outra lógica. Pessoas de tecnologia falam com máquinas. Pessoas de negócios falam com pessoas. Temos de ter profissionais bilingues, que falam com máquinas e com pessoas. E isso demanda um esforço muito grande e uma disciplina praticamente religiosa”, explica.

A parte mais sensível tem sido transformar a experiência do subscritor de grandes riscos em algoritmos. Em todo o mundo, é um grande desafio mudar o padrão manual da subscrição para entender como definir os fatores de riscos de forma lógica para a máquina trazer uma cotação assertiva. “Nosso canal digital não é apenas uma captação de propostas como boa parte dos concorrentes. Capturamos a proposta, o sistema analisa e, se for o caso, o corretor emite a apólice na hora”, afirma.

“Ainda temos um longo caminho pela frente. Mas já temos resultados interessantes. Passamos de 2 mil apólices para 17 mil nos últimos 12 meses. Emitimos 60 mil boletos. E se o cliente deixa de pagar um parcela? Não podemos mais ficar no telefone perguntando para o corretor o que aconteceu. Tem de ter um sistema de cobrança digital. E assim por diante. Não vejo outro caminho sem ter a tecnologia como uma grande aliada na solução de problemas e na redução de custos”, diz. 

Assis é categórico ao afirmar que o fatorconnect é a direção rumo ao futuro para ajudar o corretor a traçar sua trajetória conosco. “Futuro que concilia a tecnologia e o relacionamento pessoal. Sempre continuará importante o contato do corretor com o seu cliente”. 

A Fator Seguradora conta com 112 pessoas. Mais de 30 pessoas em tecnologia. “Temos também pessoas especializadas em projetos, em nichos, em gente. Avançamos na equidade de gênero: 50% de homens e 50% de mulheres”, destaca. Em dezembro de 2022, a Fator Seguradora reportou um prêmio bruto de R$ 614 milhões e um lucro líquido de R$ 23 milhões. Na mesma data, o total de ativos somava R$ 1,4 bilhão e o patrimônio líquido R$ 176 milhões. Com base no seu processo de subscrição e nos esforços estratégicos para reduzir despesas, é esperado que a companhia apresente resultados mais fortes, afirma a Moody’s.

Seguradora Pottencial é a seguradora do contrato do Monotrilho desfeito por Tarcisio de Freitas

A Pottencial Seguradora, que ocupa a liderança das vendas de seguro garantia no Brasil, é a líder do contrato do consórcio responsável pela construção da Linha 17-Ouro do Monotrilho. O seguro garante a finalização da obra, que deveria ter sido concluída em 2013, ficou para 2014, quando aconteceu a Copa do Mundo, pulou para 2016 e até hoje e não foi concluído. Diante disso, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse na semana passada que vai romper o contrato. A previsão do Estado agora é finalizar a obra 2024 ou, no máximo, em 2025.

“Vamos rescindir o contrato e vamos punir a empresa e buscar alternativas”, disse Tarcísio, no último dia 2. Segundo o governo, as opções que estão na mesa do governo são: convocar a terceira colocada na licitação, o Consórcio Paulitec-Sacyr, para continuar a construção ou fazer novo certame – o que atrasaria ainda mais o prosseguimento das obras. O projeto prevê a ligação entre o Aeroporto de Congonhas à estação Morumbi, da linha 9 da CPTM, na zona sul da capital, e inicialmente fazia parte da Matriz de Responsabilidade da Copa, o que lhe dava direito a financiamento especial da Caixa.

Em nota, a Pottencial Seguradora informa que o caso referente à apólice de seguro mencionada está sendo analisado internamente, e que, por se tratar de um grande contrato, uma série de documentos precisa ser levantada e verificada antes que a empresa possa dar um parecer.

O segmento de seguro garantia encerrou 2022 com vendas de R$ 3,47 bilhões, alta de 14% em comparação a 2021, considerando-se prêmios diretos. As indenizações somaram R$ 891 milhões no ano passado, gerando um índice de sinistralidade de 28%. A maior parte das vendas vem do seguro garantia judicial desde 2014, quando os seguros de garantia de contratos praticamente congelaram com as investigações da Lava Jato, que praticamente derrotou os investimentos em infraestrutura no Brasil.

Apesar do bom resultado do segmento, o setor levou um grande susto com a crise da Americanas e outros que vieram a reboque, que podem ter impactos no seguro garantia judicial. Já o seguro de contratos, é um seguro rentável, que atrai muitos players, mas tem uma período de vigência longo, que pode ultrapassar 15 anos, dependendo da duração da construção do empreendimento. Ambos contam com a maior parte do risco pulverizado em contratos de resseguros.

MAG renova parceria para distribuição de seguro de vida com Sodexo

fusões aquisicoes

MAG Seguros anunciou a renovação por cinco anos da parceria com a Sodexo Benefícios e Incentivos, líder global em serviços de qualidade de vida. O acordo entre as empresas é um dos pioneiros no mercado segurador e está em vigor desde 2013.

A parceria tem o objetivo de garantir a distribuição da solução MAG em seguros de vida por meio de estabelecimentos credenciados pela Sodexo e já conta com resultados expressivos.

“Estamos muito felizes com a renovação dessa parceria. A Sodexo tem sido muito importante para a propagação da cultura do seguro no país por meio desta parceria e queremos seguir com este propósito junto aos estabelecimentos comerciais de pequeno e médio porte, como os credenciados pelo parceiro”, destaca Carice Weber, diretora de Afinidades e Massificados da MAG Seguros.

“Temos como objetivo oferecer soluções de qualidade para nossos clientes, independentemente de seu porte e a parceria com a MAG Seguros reitera especialmente esse cuidado com os pequenos e médios negócios. Certamente, os estabelecimentos serão os maiores beneficiados com essa renovação, uma vez que continuarão tendo à disposição um seguro de vida desenhado para atender as suas necessidades, celebra Antônio Aguiar (Tombé), Diretor de Estabelecimentos da Sodexo Benefícios e Incentivos.

Como funciona?

Bares, restaurantes, padarias e minimercados entram em contato com a empresa de benefícios por meio da central de vendas ou pelo autosserviço para credenciamento e assim poder aceitar o cartão Sodexo como meio de pagamento. Durante esse processo, o seguro de vida global Sodexo Pass é ofertado com condições exclusivas e especiais para sócios, funcionários e estagiários, atendendo a convenção coletiva da categoria.

“O seguro de vida é uma solução que resguarda a proprietários e colaboradores diante dos imprevistos que podem acontecer no dia a dia. Além de adaptável às possibilidades financeiras da empresa, de acordo com o tamanho e o ramo, o seguro garante socorro financeiro aos empresários e assistência aos segurados em diversas situações”, destaca Carice.

“A Sodexo Corretora busca atender as necessidades dos seus estabelecimentos analisando as tendencias de mercado e aprimorando as ofertas de produtos e serviços voltados a seguros, assistências e bem-estar e saúde criando e cultivando relações de longo prazo com nossos estabelecimentos.”. destaca Raquel Guerreiro, Gerente de Produtos da Sodexo.

Lucro da Generali avança para € 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2023

O lucro líquido do grupo italiano Generali aumentou significativamente, para € 1,2 bilhão no primeiro trimestre deste ano, comparado aos € 481 milhões do mesmo período do ano anterior, com lucro líquido ajustado de € 1,23 bilhão e de € 821 bilhões, respectivamente.

“O crescimento rentável apresentado no primeiro trimestre confirma que continuamos no caminho certo para atingir as metas da nossa estratégia “Lifetime Partner 24: Driving Growth”. O desempenho do segmento P&C reflete o nosso foco na excelência técnica, enquanto no Segmento Vida continuamos a reequilibrar nosso mix de negócios em direção a ramos mais rentáveis, mesmo em um ambiente desafiador”, afirmou o CFO do Grupo Generali, Cristiano Borean, em comunicado.

Os prêmios brutos subscritos aumentaram para € 22,2 bilhões (+1,3%) impulsionados pelo crescimento do segmento de P&C (+10,1%). O resultado operacional cresceu para € 1,8 bilhão (+22,1%), graças à contribuição do segmento de P&C, enquanto o segmento de Vida se mostrou resiliente. O índice combinado melhorou para 90,7% (-5,6 p.p.). A margem de novos negócios ficou em 5,72% (+0,32 p.p.).

O resultado líquido ajustado cresceu para € 1,2 bilhão (+49,7%), refletindo o benefício das diversas fontes de lucro. O Índice de Solvência estável em 227% (221% no ano fiscal de 2022), indicadores de uma empresa extremamente sólida.

“O Grupo também confirma sua posição de solvência extremamente sólida impulsionada por forte geração orgânica de capital. Este trimestre também é a primeira vez que reportamos os resultados de acordo com os novos padrões contábeis. Isso nos permite melhorar a visibilidade e a previsibilidade das fontes de lucro e fornecer uma visão mais precisa do valor embutido no nosso negócio de Vida. Gostaria de agradecer a todos os colegas do Grupo que contribuíram para o projeto IFRS 17 e 9.”

Campanha da Zurich incentiva contratação de seguro de vida PME 

Fonte: Zurich

Para acelerar sua atuação no seguro de vida para pequenas e médias empresas, a Seguradora Zurich lança uma nova campanha de vendas, chamada Mais Vida PME. O objetivo é fomentar as vendas incentivando os corretores a operarem ainda mais com o produto, através de uma remuneração extra que pode chegar a R$ 400 por cada apólice emitida. 

A carteira do Vida PME da Zurich possui uma representatividade significativa no portfólio da Zurich, resultado do investimento e do trabalho que a companhia tem feito para atender o mercado de PMEs que, segundo o Sebrae, é responsável por 83% das vagas de trabalho criadas no país em 2023. Isso faz desse universo um grande potencial de negócios para o corretor de seguros. 

“Com essa nova campanha queremos oferecer ao corretor a possibilidade de conquistar novas oportunidades de negócios em um mercado emergente, bem como diversificar o mix de portfólio e criar uma perspectiva de relacionamento de longo prazo com seus clientes, entendendo as necessidades de proteção que as empresas e seus colaboradores apresentam”, diz Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da Zurich. 

Para saber mais sobre a campanha, os corretores podem consultar o regulamento junto à companhia. 

Diferenciais para o cliente 

O Zurich Vida Empresa PME é um seguro de vida voltado a companhias de 3 a 500 funcionários, oferece diversos benefícios, como indenizações por morte e invalidez; proteção para cônjuge e filhos dos colaboradores; cesta natalidade, que garante o fornecimento de um cartão alimentação ao beneficiário após o nascimento do(a) filho(a) para auxiliar na compra de itens de higiene e alimentação; e até verbas rescisórias, para auxiliar as empresas com o reembolso das despesas em caso de morte do colaborador. 

O produto permite, ainda, a contratação do serviço de telemedicina, garantido ainda mais vantagens para as empresas, que nem sempre possuem benefícios voltados à saúde de seus colaboradores. 

O produto PME da Zurich oferece aos clientes quatro opções de capital segurado: Capital Global, Uniforme, Escalonado ou Múltiplo Salarial. “Conseguimos trabalhar em diferentes nichos de atividades de empresas, desde comércio e serviço até siderurgia, por exemplo”, descreve Daniela Cruz, Superintendente de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich. 

As empresas que fazem a contratação podem usar o benefício de abater no imposto de renda como despesa operacional, além de ser uma estratégia importante na retenção de talentos já que é um benefício importante. 

“Uma das características mais marcantes do seguro oferecido pela Zurich é o fato de que o nosso Vida PME se adequa ao perfil e às necessidades de cada empresa e foi desenvolvido para resguardar os pequenos empresários e seus colaboradores dos imprevistos do dia a dia”, destaca Daniela. 

Benefícios para o corretor 

A Zurich tem no corretor de seguros um de seus principais parceiros de negócios e, por isso, a companhia investe em ferramentas tecnológicas que ajudam no processo de cotação, venda e pós-venda. 

“Temos um sistema que foi desenvolvido sob medida para o corretor enviar a cotação para o seu cliente, fazer a movimentação mensal da base dos segurados e, se precisar, solicitar qualquer alteração durante a vigência da apólice”, destaca Márcio Benevides. 

Além disso, a abrangência dos setores de atuação também é um diferencial competitivo, segundo o executivo. 

“Temos flexibilidade para fazer combinações de coberturas de acordo com as necessidades de cada cliente”, finaliza o diretor.

Insurtech Brasil 2023 debaterá os principais temas do mercado segurador no momento

Fonte: Insurtech

Considerado um dos principais eventos de tecnologia e inovação para o mercado segurador, o Insurtech Brasil 2023 abordará alguns dos temas mais relevantes do setor no momento. Na agenda do encontro, que deve reunir mais de mil executivos e empresários, estarão assuntos como distribuição digital de seguros, Dados e Analytics, ESG, Inteligência Artificial Generativa e Open Insurance.

Ao todo, serão 31 painéis, sendo 11 no período da manhã na plenária principal e outros 20 que acontecerão em quatro salas durante a tarde. Para apresentar quase 30 horas de conteúdo exclusivo, o Insurtech Brasil deve reunir mais de 70 especialistas e executivos de empresas que estão inovando no setor.

A partir das 9h, o evento começa com a palestra “12 meses em 12 minutos em insurtech”, que será ministrada por José Prado, CEO do evento e diretor da Associação Brasileira de Insurtech. Ainda pela manhã acontecerá um painel envolvendo CEO’s de diferentes players desse ecossistema – insurtech, seguradora e fornecedor de serviços.

Antes da pausa para o almoço, destaque para as palestras que focam em distribuição de produtos, como o ‘Case de seguros do Sem Parar’, na sala 1; e ‘O estado do Embedded Insurance no Brasil e no mundo’, que fará uma análise da distribuição digital de seguros de forma global. Na sequência, na sala 3, ‘Open Finance e Insurance: lições aprendidas e desafios para o futuro’, também merece atenção.

Já na sala 1, às 14h, o tema ‘Dados & Analytics: estabelecendo novas fronteiras para a personalização do seguro’ abordará como a utilização estratégica de dados do cliente – do onboarding ao sinistro e à renovação – pode oferecer novas perspectivas de produtos e lucratividade. No mesmo horário, mas na sala 3, “ESG: como players do setor podem usar as práticas sustentáveis para gerar novas oportunidades de negócios” vai mostrar como é possível promover práticas sustentáveis que realmente fazem a diferença tanto em resultados internos quanto para o mercado.

Após a pausa para o coffee break, às 16h25, o painel ‘Inteligência Artificial Generativa: como essa tecnologia está mudando o jogo no mercado de seguros’ deve despertar a atenção dos conferencistas. O debate acontecerá na sala 1 e abordará como é possível melhorar produtividade da operação, do atuarial e da subscrição. 

Fechando o dia, na sala 4, às 17h10, ‘Insurtech 2030: quais as tendências de futuro que irão trazer mudanças relevantes para o mercado de seguros’ mostrará as tendências do setor – como cyber insurance, metaverso, web 3.0, entre outras – que podem mudar o cenário de seguros.

Vale lembrar que o Insurtech Brasil acontecerá no dia 06 de junho, no Amcham Businness Center, em São Paulo. O evento conta com o apoio da Icatu Seguros, Sensedia, Neoway, BB Seguros, Sem Parar, Mapfre, eBaoTech, Sompo Seguros, idwall, Tivit, IZA, Teros, Akad Seguros, ITG, OutSystems, add, EZZE Seguros, Capgemini, TecBan, Marsh McLennan, Guy Carpenter, Picktow, Meu Pet Club, Suthub e Confitec.

Essas e outras informações – como a programação completa, os palestrantes e as inscrições – podem ser encontradas na página do evento, em https://insurtechbrasil.com/.

CVG-SP celebra 42 anos de atuação em prol do seguro de pessoas

por Márcia Alves

Dia 25 de maio, o Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP) completa 42 anos com muitos motivos para comemorar. O aniversário marca a entrada da entidade em um novo ciclo de uma bem-sucedida trajetória voltada à disseminação do seguro de pessoas. Recentemente, o CVG-SP divulgou nova logomarca, ampliou e modernizou sua agenda de cursos de capacitação e formação profissional, intensificou presença nas redes sociais e, agora, se prepara para estrear novo site e, posteriormente, lançar o inédito MBA em Riscos Pessoais.

Com foco na transmissão de conhecimento e na formação de profissionais, o CVG-SP interage não apenas com seguradoras, beneméritas originais, mas também com outros diversos players, como corretoras de seguro, prestadores de serviços e resseguradoras. A alteração do estatuto, há alguns anos, possibilitou a adesão ao quadro associativo de empresas de outros segmentos do setor, tanto na condição de beneméritas como de sócias-parceiras.

Não por acaso, o slogan que acompanha a nova logomarca do CVG-SP é “Conectando o nosso mercado”. Como autor da frase, o presidente do CVG-SP, Marcio Batistuti acredita que essa conectividade será capaz de ampliar exponencialmente a atuação da entidade. Ele planeja atrair a participação de jovens profissionais da área com uma forma de comunicação mais simples, objetiva e direta. “O CVG-SP quer conectar os jovens com todos aqueles que nos trouxeram até aqui, promovendo o intercâmbio de conhecimentos. Esta é a nossa missão”, diz.

Alicerce do CVG-SP

Para o presidente do Conselho Consultivo Marcos Kobayashi (gestão 2021/2022), o CVG-SP reúne atributos como tradição, credibilidade e inovação. “Muitos trabalharam para isso”, diz, referindo-se aos seus antecessores. Silas Kasahaya (gestões 2017/2018 e 2019/2020) enxerga a entidade completamente integrada ao desenvolvimento do seguro de pessoas. “O CVG-SP se modernizou e acompanhou as mudanças do mercado. Sua fase atual mais digital e tecnológica a posiciona como entidade atualizada com as necessidades dos associados”, diz.

Referência na disseminação do seguro de pessoas, o CVG-SP conquistou reconhecimento positivo, segundo Dilmo Bantim Moreira (gestões 2013/2014 e 2015/2016), por sua atuação relevante no mercado. “A nova logomarca evidencia o momento especial do CVG-SP”, diz. Na visão de Ronaldo Megda (gestão 2000/2001), ao longo de 42 anos, a entidade se mantém como ícone de compartilhamento de conhecimento e polo de divulgação do seguro de pessoas. “O segmento passou por mudanças e o CVG-SP sempre se antecipou a elas”, diz.

Maurício do Amaral (gestão 1998/1999), responsável pela primeira mudança na logomarca, 25 anos atrás, enxerga semelhanças com o presente. “Assim como no passado, a nova logomarca representa o início de um novo ciclo na evolução do CVG-SP”, diz. Para Carlos Alberto Trindade (gestão 1991/1992), a nova marca se alinha à fase atual do CVG-SP, tanto pela “modernidade do design, como pelo slogan que chama para o momento de conectividade com o mercado”.

Trindade se recorda de que o CVG-SP promoveu discussões sobre o futuro do segmento, inclusive no período em que o seguro de vida definhava. “O CVG-SP era quase o único – e, certamente, o melhor – espaço para discutir o segmento e assim se manteve e se fortaleceu”, diz. Paulo Meinberg (gestões 1988/1989 e 2002/2006) relata que na época de fundação do CVG-SP, os produtos de vida eram engessados, a inflação era alta e o mercado trabalhava quase exclusivamente com seguro de vida em grupo.

“O CVG-SP possibilitou o debate mais profundo, colaborando com a evolução do mercado e subsidiando a elaboração de normas que possibilitaram a modernização do segmento”, diz. Hoje, ele vê a consolidação da entidade e muito mais. “O CVG-SP acompanhou a evolução do setor e contribuiu, oferecendo informações e treinamentos”, diz. Elias José Cattach (gestões 1983/1984 e 1984/1985) reconhece o trabalho de seus antecessores. “Cada um ajudou a colocar um tijolo a mais no alicerce. Construímos o CVG-SP e espero que seja eterno”, disse ele em uma das comemorações de aniversário.