HDI Seguros conquista selo GPTW de Melhores Empresas para Trabalhar pelo segundo ano consecutivo

HDI seguros

Fonte: HDI

A HDI Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, acaba de receber, pelo segundo ano consecutivo, o Selo GPTW de Melhores Empresas para Trabalhar, reforçando a sua atuação estratégica, com foco na valorização das pessoas, do ambiente de trabalho e de sua cultura organizacional. 

Com esta iniciativa do Programa de Certificação Great Place to Work, foi possível avaliar o grau de satisfação dos funcionários em categorias que medem a credibilidade da liderança, respeito às pessoas, imparcialidade no tratamento, orgulho e camaradagem. Por meio de todo esse processo, ficou comprovado o excelente clima organizacional da HDI Seguros e o quanto a empresa investe na possibilidade de crescimento, na qualidade de vida e no alinhamento de valores empresa-colaboradores. 

O selo GPTW tem o objetivo de medir a percepção dos profissionais não só quanto às políticas e práticas internas, mas, principalmente, a relação de confiança na empresa. Além disso, contribui para a atração e retenção de talentos, diferenciando a companhia no mercado. 

“Obter o Selo GPTW por mais um ano é uma conquista essencial para a HDI, principalmente, neste momento de grandes transformações internas, que estão norteando o nosso crescimento no mercado. A iniciativa atesta o reconhecimento dos colaboradores em relação à empresa, à nossa cultura organizacional e ao nosso ambiente de trabalho. Também reforça o orgulho e o pertencimento em integrar uma equipe altamente capacitada e preparada para seguir a sua trajetória no mercado segurador. Por fim, mostra que as ações desenvolvidas com o olhar para a saúde emocional, profissional e social dos colaboradores da HDI fazem a diferença na companhia, explica Eduardo Dal Ri, CEO da HDI Seguros.

NESsT anuncia parceria com MetLife Foundation para apoiar seu projeto NESsT Amazônia

Breno Metlife

A Fundação MetLife está se juntando a outros doadores para apoiar a NESsT Amazonia, que conecta empresas locais e ambientalmente conscientes na floresta tropical a mercados sustentáveis, protegendo a biodiversidade da bacia amazônica e, ao mesmo tempo, garantindo meios de subsistência de qualidade para as comunidades locais. Esta nova parceria plurianual entre a NESsT e a Fundação MetLife acelerará a conservação sustentável das florestas, catalisando 10 empresas baseadas na Amazônia. 

Um dos objetivos do projeto é facilitar o acesso ao financiamento por parte das empresas locais e ambientalmente conscientes, proporcionando-lhes financiamento inicial e assistência às empresas e ligando-as a doadores e investidores. Para a maioria dos ecoempreendedores localizados em áreas remotas da bacia amazônica, o acesso aos mercados continua sendo um desafio – a demanda por produtos mais novos é imatura e sujeita a altas flutuações de preços, e a obtenção de certificações como orgânico, comércio justo ou preservação da floresta tropical pode ser proibitivamente cara para as empresas locais.

A NESsT prioriza a mitigação de riscos ambientais investindo na previsibilidade climática, realizando estudos técnicos para identificar riscos potenciais com antecedência e implementando estratégias de diversificação de produtos, incluindo opções anticíclicas e complementares, e treinando famílias de pequenos agricultores em agroflorestas e manejo sustentável.

Com o apoio da Fundação MetLife, a NESsT Amazônia apoiará as empresas de seu portfólio para fortalecer a capacidade operacional e de negócios e a governança, com o objetivo de aumentar suas vendas e parcerias comerciais, melhorar a gestão da cadeia de suprimentos e reduzir a dependência de programas públicos. 

Além disso, as empresas da Bacia Amazônica enfrentam desafios para alcançar a prontidão de investimento devido à gestão financeira inadequada, à diversificação limitada de clientes e a mudanças na legislação. 

O portfólio da NESsT Amazônia consiste em empreendedores, cooperativas e associações que operam negócios que oferecem oportunidades de emprego às comunidades florestais, ao mesmo tempo em que conservam os ecossistemas locais. Como parte de sua missão, essas empresas têm como alvo comunidades da floresta com poucas alternativas de subsistência, mas que desempenham um papel significativo na conservação da floresta.

Breno Gomes, presidente da MetLife Brasil, comemora a parceria: “Estamos muito animados em anunciar nossa nova parceria com a NESsT. O apoio da MetLife Foundation permite que a NESsT trabalhe ao lado das empresas escolhidas e forneça a elas apoio financeiro, bem como orientação de negócios para ajudá-las a crescer e alcançar seus objetivos. O projeto reforça nosso compromisso de impulsionar a mobilidade econômica inclusiva para comunidades carentes e sub-representadas em todo o mundo”.

Renata Truzzi, diretora nacional da NESsT Brasil, complementa: “A grande maioria dos pequenos agricultores beneficiados pela iniciativa são ribeirinhos, indígenas e comunidades locais com participação ativa de mulheres. Nossa aceleradora avança significativamente na inclusão desses grupos, ajudando-os a desempenhar um papel crescente contra as mudanças climáticas. O NESsT Amazônia é uma abordagem de longo prazo para atender às necessidades da região. Os negócios florestais comunitários em estágio inicial de nosso portfólio têm o potencial de melhorar as condições de vida e a conservação regenerativa na bacia amazônica, e a NESsT está comprometida em orientá-las durante sua transição até que se tornem negócios consolidados e prontos para o mercado”.

Já Nicole Etchart, co-fundadora e CEO da NESsT, finaliza: “nossa abordagem é promover práticas de negócios sustentáveis que ao mesmo tempo em que fortalecem as comunidades da floresta sustentam o planeta”. 

A região amazônica abriga cerca de 10% das espécies da Terra e 20% de sua água doce. A região é responsável por 145 milhões de pessoas, das quais aproximadamente 40 milhões, ou 28%, vivem na pobreza. A mudança climática e o desmatamento aceleraram a destruição da floresta – aproximadamente um quinto da floresta amazônica brasileira já caiu, aproximando-a de forma alarmante de se inclinar para um estado permanentemente degradado sem retorno.

Diversificação é a alma do negócio em seguros

Eis aqui a nova coluna publicada no Infomoney

Os corretores de seguros – são mais de 120 mil no Brasil – enfrentam um momento difícil devido à concentração em apenas dois segmentos. Cerca de 80% deles ganham a vida vendendo seguro de carro e plano de saúde. Ambos os setores têm alta demanda da população, mas estão enfrentando desafios, como a crise nos negócios e a queda de renda das famílias, que estão cada vez mais inadimplentes.

De acordo com dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em maio deste ano, cerca de 78,3% das famílias brasileiras tinham dívidas, seja em atraso ou não.

Além disso, em maio, surgiu um novo problema. Aproximadamente 85% das vendas de seguro de carro são originadas por carros zero quilômetro. Ninguém sai da concessionária sem seguro. No entanto, com o anúncio do governo sobre subsídios para o carro popular em 26 de maio, as vendas caíram. A ideia é reduzir o preço dos carros populares em até 10,96% por meio do corte de impostos.

“As pessoas adiaram a compra à espera de um preço menor com a redução de impostos. Até veículos que não serão contemplados pela medida sofrem com a espera do pacote do governo”, afirma Dirceu Tiegs, presidente da Lojacorr, uma rede que conecta mais de 2 mil corretores de seguros, com vendas de R$ 1,2 bilhão em 2022. Ele destaca que as vendas de seguro auto estavam avançando 25% em abril, mas caíram consideravelmente na última semana de maio.

No setor de saúde, a pressão também é grande. Em maio, o número de clientes com planos empresariais, muitos deles emitidos a partir de um CNPJ, em busca de informações sobre cancelamentos por parte da operadora, aumentou significativamente. Segundo os corretores, a justificativa tem sido o aumento do uso, tornando a carteira deficitária. Quando isso acontece, não resta outra opção a não ser procurar outro plano. No entanto, surge a questão de qual outra operadora comprará a carência de um cliente que usa muito mais do que paga e qual preço será cobrado.

Dyogo Oliveira, presidente da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), afirmou em palestra no evento LC Summit, realizado pela Lojacorr entre 1 e 2 de junho em Curitiba (PR), que o cenário da saúde é extremamente preocupante. De acordo com levantamento da FenaSaúde, cerca de 270 operadoras estão com déficit. Algumas conseguem se manter sem prejuízo devido aos ganhos financeiros com as elevadas taxas de juros, mas com a tendência de declínio dessas taxas, os resultados das empresas serão ainda mais afetados.

“Temos uma combinação de aumento de despesas, pela evolução da tecnologia de saúde, e um envelhecimento da população, que aumenta a demanda sobre o serviço de saúde. Somado a isso temos um conjunto de decisões jurídicas, legislativas e regulatórias que imputam custos para o sistema de saúde sem a devida preocupação com a sustentabilidade do sistema. Além da fraude. Tudo isso encarece o preço do produto. Se este cenário continuar, o plano de saúde será restrito apenas a homens como Bill Gates. Nós, mortais, migraremos todos para o SUS”, diz Oliveira.

A saída para os corretores é apostar na diversificação da carteira. Se eles oferecerem um seguro de vida ou de residência para cada cliente de seguro auto e saúde, a receita da corretora aumentará consideravelmente, acredita Ney Dias, presidente da Bradesco Auto Re. “Somente 15% das residências no Brasil têm seguro residencial. É uma taxa muito baixa comparada a países da América Latina, com indicador que chega a 40%, ou de países da Europa ou Estados Unidos que chegam a 90% de cobertura das residências existentes”, diz.

Dias destaca que existem produtos para todos os bolsos, com coberturas e serviços importantes para as pessoas. “O seguro residencial no Brasil tem um custo acessível, em média de US$ 100 por ano. Em países latino-americanos, como Chile e México, esse custo chega a ser cinco vezes maior. A importância de ter um seguro residencial está na severidade de um acidente. A média de indenização paga nesse tipo de produto chega a R$ 800 mil, o que é uma perda grande para uma família de classe média”, afirma.

Nilton Molina, presidente do Conselho da MAG Seguros, destacou duas oportunidades primordiais para o avanço e futuro do mercado de seguros: a longevidade e o seguro de vida. “As crianças que estão nascendo hoje serão centenárias e saudáveis. O Brasil tem 16 milhões de pessoas com mais de 65 anos. Daqui a 30 anos, serão 60 milhões”, diz Molina.

Segundo o presidente do Conselho da MAG Seguros, o seguro social fornecerá uma renda mínima universal para os aposentados. . “Sendo assim, o setor de seguros é quem vai prover a sociedade com produtos de proteção financeira, como vida e previdência. E esse é um grande desafio que depende de todos nós em criamos condições econômicas e atuariais sustentáveis”, afirma.

Molina enfatiza que os corretores vendem muito pouco seguro de pessoas, concentrando as vendas em automóveis e saúde. “O que custa fazer uma pergunta singela ao cliente de carro: o senhor tem um tempinho para eu lhe mostrar um seguro de vida para proteger a sua família”, diz.

A clara mensagem dos palestrantes no evento da Lojacorr, que reuniu mais de 1,2 mil corretores, foi simples: a diversificação é a chave do sucesso para quem quiser se manter no mercado de seguros, um segmento com grande potencial e que investe para dobrar de tamanho até 2030, segundo estudo divulgado pela CNseg.

Auto Compara do Santander vai vender seguro da Porto Seguro

Auto compara Santander


Após registrar, desde o início de 2023, um salto de 200 mil para 400 mil acessos por mês de clientes interessados na contratação de seguro auto em seu portal, além de um aumento de 60% nas vendas, o Auto Compara lança um importante complemento do seu portfólio de produtos. A corretora 100% digital que pertence ao Santander Brasil assinou parceria comercial com a Porto Seguro para começar a ofertar, a partir deste mês, todas as opções de proteção para carro e moto de uma das mais importantes seguradoras do País.

Com isso, o dono do carro ou moto que prefere a comodidade da contratação online passa a ter 100% de possibilidade de encontrar no Auto Compara uma opção adequada às suas necessidades. Isso porque a Porto Seguro completa o alcance de diferentes perfis e coberturas de veículos como, por exemplo, os de maior valor de mercado. É o caso de automóveis e motocicletas que valem acima de R$ 500 mil, podendo até ultrapassar R$ 1 milhão.

“Com a chegada da Porto Seguro, podemos dizer com total segurança que a nossa oferta de produtos agora atende 100% do público que cota seguros na nossa plataforma, apoiando o cliente na melhor escolha, o que deve alavancar em 20% as vendas no portal até o final do ano”, afirma Rogério Ferreira Parra de Souza, CEO do Auto Compara. A Azul Seguros, que também faz parte do grupo Porto, deve começar a ser ofertada em breve. Com isso, serão dez seguradoras na prateleira da corretora digital do Santander: Allianz, Aliro, Azul, HDI, Liberty, Mapfre, Porto Seguro, Sompo, Tokio Marine e Zurich.

O executivo do Auto Compara avalia ainda que, com este movimento, a plataforma que há exatos dois anos começou a comercializar seguros e assistências diretamente ao dono do carro está revolucionando o acesso à proteção de veículos com cada vez mais opções para todos os perfis de clientes, além de garantir toda a privacidade e segurança dos dados. com a infraestrutura do Santander.

Rivaldo Leite, CEO da vertical de negócios Porto Seguro, diz que está otimista com a parceria. “Queremos estar ainda mais presentes na vida de cada vez mais pessoas visando, acima de tudo, que o cliente final esteja sempre bem cuidado”, afirma.

A jornada completa de contratação de um seguro para carro ou moto no Auto Compara – do preenchimento de dados pessoais, informações do veículo, até a efetivação da compra – pode ser feita em apenas três minutos. A insurtech do Santander é uma plataforma 100% digital que permite ao dono do carro cotar, comparar e contratar as melhores ofertas de Seguro para o seu automóvel em um único local.

O propósito do portal é ser simples, rápido e acessível para clientes de todas idades e perfis. Não é necessário que o contratante responda a até 45 perguntas que, em média, são feitas pelo mercado. Após informar nome, CPF, endereço, marca, ano e modelo do veículo, o usuário recebe, em poucos segundos, cotações de todas as seguradoras parceiras.

FF>>Seguros lança seguro garantia judicial de depósito recursal

Ao completar um ano de atividade desde que lançou sua plataforma digital com foco no desenvolvimento de um portfólio de produtos de seguro no segmento de Varejo, a Fairfax Brasil (FF>>Seguros) anuncia o seu mais novo produto: o Seguro Garantia Judicial de Depósito Recursal

O depósito recursal é uma obrigação prevista na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e é exclusiva da Justiça do Trabalho. O seguro garantia judicial em substituição ao depósito recursal visa garantir o pagamento de débitos reconhecidos em decisões proferidas por órgãos da Justiça do Trabalho, constituindo pressuposto de admissibilidade dos recursos. A garantia serve para preparo do competente recurso a ser distribuído ou substituição do valor do recurso depositado em dinheiro pelo tomador no âmbito da Justiça do Trabalho.

A exigência do depósito recursal é uma medida adotada pela Justiça do Trabalho para evitar que os empregadores usem os recursos processuais somente para postergar ou impedir uma execução.

Diante da decisão do empregador em apresentar um recurso trabalhista, o Poder Judiciário determina que ele faça um depósito financeiro para que seja dado prosseguimento à ação trabalhista. A medida visa assegurar que a sentença possa ser executada na hipótese de que ocorra a condenação do empregador.Assim, em vez de fazer o pagamento da garantia de juízo ou o depósito recursal em dinheiro, a parte interessada pode apresentar o seguro garantia trabalhista.

“O Seguro Garantia Judicial para Depósito Recursal é um produto que tem demanda no mercado brasileiro e certamente atrairá o interesse dos corretores de seguros. O seguro permite ao devedor manter o valor dos depósitos recursais em capital de giro da empresa enquanto continua dando andamento ao processo judicial”, afirma Eduardo Pitombeira, head de Canais Digitais de Varejo da Fairfax Brasil, em comunicado.

Para lançar o novo produto, a Fairfax Brasil realizou no dia 25/5 um webnar que contou com a participação de mais de 350 corretores de seguros. Na oportunidade, os executivos da seguradora apresentaram em detalhes o depósito recursal e a plataforma digital da FF Seguros. O Seguro Garantia Judicial para Depósito Recursal da FF Seguros é um produto 100% digital, possui um custo benefício muito atrativo e foi projetado para simplificar a contratação pelos clientes.

Foco no Varejo

Reconhecida pelo mercado brasileiro como especialista na oferta de soluções diferenciadas na cobertura de seguros corporativos, a Fairfax Brasil definiu como plano estratégico operar no segmento de Varejo. Esse movimento foi decorrência do lançamento da sua plataforma digital multiprodutos de seguros com foco no varejo e desenvolvida exclusivamente para corretores de seguros e parceiros. 

Lançada em maio de 2022, a plataforma já conta com mais de 2.500 corretores de seguros cadastrados, informa Eduardo Pitombeira.  Segundo ele, trata-se de um número expressivo de corretores listados que podem montar suas carteiras de clientes na própria plataforma digital, projetando a rentabilidade das operações, volume diário, semanal e mensal de vendas, simulador de ganho de comissões, campanhas promocionais, sistema de pontuação e prêmios. 

“A meta é o Varejo ganhar a mesma relevância do Corporate da Fairfax, com a oferta de soluções inovadoras, por meio da plataforma digital e da força da rede de corretores. Queremos impactar positivamente o mercado, buscando transformar o modo como o segmento de varejo opera hoje, conectando performance, sustentabilidade e desenvolvimento humano lastreada nos valores da companhia”, acrescenta o executivo.

A carteira de produtos de Varejo da Fairfax conta com os seguintes produtos: Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) para os Médicos, Dentistas e Corretores de Seguros, RC Administradores e Diretores (D&O), Seguro de Riscos Diversos (RD) Equipamentos para obras do setor de Construção Civil e Seguro de Bike. Nos próximos meses, serão lançadas outras modalidades de Seguro Garantia Judicial.

Assurant lança serviço de diagnóstico on-line que possibilita a oferta de seguros para celulares usados

Fonte: Assurant

A Assurant lança um serviço de diagnóstico on-line que avalia o smartphone usado de quem deseja contratar um seguro. A novidade está disponível na Bem Mais Seguro, plataforma on-line de venda de seguros da Assurant e faz todo diagnóstico do aparelho de forma 100% virtual, possibilitando que o consumidor contrate o seguro para aparelhos em uso. 
 

O processo é simples: ao acessar a plataforma, o usuário seleciona o modelo do aparelho, inseri o IMEI (código de identificação de regularidade do celular) e inicia o diagnóstico que é realizado em seis etapas, para verificar as condições do aparelho. Depois, o cliente escolhe o plano de proteção (Completo ou Econômico) e finaliza o processo de contratação. Não há limite de tempo de uso do aparelho para contratar a proteção, desde que a marca e modelo sejam elegíveis ao seguro. Outro benefício oferecido pela Bem Mais Seguro é a condição facilitada de pagamento, parcelada em até 12 vezes no cartão de crédito. 
 

“Essa tecnologia é uma solução proprietária da Assurant e complementa o nosso ecossistema de proteção para dispositivos móveis. Operamos com uma capacidade digital automatizada e segura, que nos ajuda a diagnosticar, por meio da Inteligência Artificial e de forma rápida e prática, o estado do aparelho em menos de 3 minutos”, explica Vladimir Freneda, Presidente da Assurant no Brasil. 
 

Segundo o executivo, a agilidade do sistema da Assurant permite que a cotação de um seguro seja feita em poucos cliques. “É uma jornada totalmente digital e intuitiva, o cliente não precisa fazer nenhum download. Não passa por nenhum tipo de burocracia e é atendido rapidamente”, complementa Freneda. 

O presidente da Assurant ressalta que a tecnologia também está disponível para que os seus parceiros de negócios possam ofertar a proteção também aos consumidores, através dos canais de varejo, e-commerce, bancos, fintenchs e fabricantes de dispositivos móveis, entre outros. O executivo completa que a Assurant está presente em 21 países, e é líder global com mais de 60 milhões de dispositivos móveis protegidos pelo mundo. 

Problemas entre Susep e CNseg adiam ganhos ao consumidor e o crescimento mais expressivo do setor de seguros

A reação de diversos executivos que atuam no setor de seguros foi de surpresa ao ler no Valor Economico que a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) e a Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização) resolveram questionar judicialmente o próprio órgão regulador de seguros no país, a Susep, para interromper o envio de dados do SRO (Sistema de Registro de Operações de Seguros). A ação civil tramita na 6ª Vara Federal de Curitiba.

Segundo advogados ouvidos pelo Sonho Seguro, a liminar pode sair a qualquer momento, mas o julgamento da ação pode demorar até 8 anos. A reação mais comum foi taxar a medida como “antipática” e que deveria seguir sendo discutida com o próprio órgão regulador. “Causa insegurança jurídica e afasta investidores”. “O SRO é inexorável. Virá, assim como o Banco Central deu vazão aos registros de CDB, debêntures entre outros”.

De um lado, a Susep não tem tecnologia para processar os dados que as seguradoras enviam às certificadoras. De outro, as seguradoras se sentem inseguras em passar dados para certificadoras e que não estão sendo entregues ao regulador.

A Susep lembra que, conforme regulamentado pelo Banco Central e pela CVM, em suas respectivas áreas de competência, o registro de ativos financeiros e de valores mobiliários em entidades registradoras é prática usual no âmbito do mercado financeiro, com a finalidade de auxiliar os processos de regulação e de fiscalização das autoridades competentes e de proporcionar maior transparência e eficiência operacional aos participantes do mercado, inclusive em diversas jurisdições estrangeiras.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, que estava no evento da Lojacorr em Curitiba, esclareceu à mídia especializada que o objetivo da entidade não é deixar de fornecer informações ao órgão regulador. “As informações que a Susep usa hoje para fazer fiscalização, estudos e análises sempre foram enviadas e continuarão a ser enviadas”, garante Oliveira.

O representante do setor disse ainda que a entidade tomou cuidado de avisar antecipadamente a Susep de que faria esse movimento. “Não há indisposição com o regulador”, ressalta. “Não estamos pedindo o cancelamento do SRO, não somos contra o SRO, nem de fornecer qualquer informação que a Susep demande. Já nos dispomos em várias outras situações a oferecer qualquer informão que a Susep necessite ou determine”, afirma.

No mérito, as autoras pedem que seja proferida sentença de integral procedência de sua pretensão, para o fim de:

  • reconhecer e declarar, para todos os efeitos, a ilegalidade e invalidade da Resolução CNSP 383/2020 (alterada pela Resolução CNSP 454/2022) e a Circular SUSEP 599/2020 (alterada pela Circular SUSEP 628/2021);
  • ordenar aos Réus que definitivamente se abstenham de aplicar a Resolução CNSP 383/2020 (alterada pela Resolução CNSP 454/2022) e a Circular SUSEP 599/2020 (alterada pela Circular SUSEP 628/2021), bem como de editar qualquer ato normativo com equivalente conteúdo, sob pena de multa e outras medidas coercitivas e sub-rogatórias (CPC, arts. 497 a 500, 536 e 537; CDC, art. 84).

De acordo com Oliveira, as empresas mandam as informações para as registradoras e elas não estão compartilhando com a Susep. “Essa é uma situação que gera um grande risco. Estamos disponibilizando dados para um terceiro e a gente não sabe onde estes dados estão indo parar ou o que está sendo feito com eles. Não está cumprindo a finalidade da existência deste sistema, que foi criado para fornecer dados para Susep fazer fiscalizações, fazer análise, estudo e tomar decisões, criar regulações”, considera.

O representante do setor comenta que a petição impetrada no Judiciário é para que, até que o sistema esteja completo e que a Susep possa receber as informações, seja suspenso o envio de informações. “Não estamos confortáveis de mandar informações e fazendo gastos que não estão servindo”, avalia.

Como os dados de SRO nunca chegaram à Susep, Dyogo diz que não haverá prejuízo à atuação do órgão regulador, que seguirá recebendo os dados pelas seguradoras. Ele estima que as seguradoras já desembolsaram cerca de R$ 200 milhões para construir a estrutura para o fornecimento dessas informações e “isso não tem dado resultado”, o que acaba sendo mais um “custo ao cliente”.

A Susep informou, por meio da sua assessoria de imprensa, que está acompanhando a ação. “O projeto SRO tem mais de 10 anos de estudos pela Susep e foi formalizado com a publicação da Resolução CNSP 383, de 20 de março de 2020, que definiu uma estrutura de registro dos dados gerados pelas operações desenvolvidas nos mercados supervisionados pela Susep em entidades registradoras credenciadas”, diz a nota oficial.

A entidade lembra ainda que o projeto foi dividido em fases de implementação, de acordo com os ramos de seguros, dando tempo ao mercado para se adaptar às exigências regulatórias, considerando as particularidades de cada operação. Atualmente, quase todos os ramos de seguros já precisam ser registrados, sendo que agosto deste ano é o prazo para que toda a parte de seguros já esteja obrigatória.

“Por meio do SRO, será possível dar melhor transparência dos dados ao próprio consumidor, que poderá confirmar as informações dos seus contratos, em atendimento aos ditames contidos na Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD.”

Dessa forma, em uma próxima etapa do projeto, já em fase de finalização de testes, haverá a possibilidade de que toda a população, por meio de sua conta ‘gov.br’, pesquise os seguros que possui em seu nome. “Será um grande marco para os consumidores de seguros, que poderão, eles mesmos, identificarem se todas as suas apólices se encontram devidamente registradas e, principalmente, se todos os seguros que constam em seu nome foram voluntariamente e conscientemente contratados por ele.”

“O sistema também permite à Susep o acesso a um amplo e detalhado conjunto de informações, possibilitando acompanhar, em tempo real, as atividades que vêm sendo desenvolvidas pelas supervisionadas (seguradoras, resseguradoras, entidades de previdência privada aberta e sociedades de capitalização), em um grau de detalhamento antes não disponível à autarquia. Deste modo, está sendo aprimorado os processos de acompanhamento, controle e fiscalização dos mercados que realizam a captação antecipada da poupança popular e que, em 2022, foram responsáveis por um total de ativos no montante de R$ 1,41 trilhão, o que corresponde a quase 15% do Produto Interno Bruto do país”, destaca o comunicado da entidade.

“Sem o SRO, a Susep precisará continuar com o procedimento que sempre realizou, que é encaminhar o pedido para todas as entidades por ela supervisionadas e aguardar eventuais retornos. O sistema permite que as informações sejam disponibilizadas de forma organizada, contínua, digital, tempestiva e acessível”, diz a nota oficial.

A Susep lembra que, conforme regulamentado pelo Banco Central e pela CVM, em suas respectivas áreas de competência, o registro de ativos financeiros e de valores mobiliários em entidades registradoras é prática usual no âmbito do mercado financeiro, com a finalidade de auxiliar os processos de regulação e de fiscalização das autoridades competentes e de proporcionar maior transparência e eficiência operacional aos participantes do mercado, inclusive em diversas jurisdições estrangeiras.

PL dos Seguros tem quase 20 anos de tramitação; veja linha do tempo

Leia a matéria da jornalista Gilmara Santos, do Infomoney

Ao longo desta semana, o InfoMoney se debruçou em aspectos polêmicos do PLC 29, Projeto de Lei Complementar que promete criar “a nova cara” dos seguros no Brasil. Apesar de voltar há pouco tempo ao balcão de tramitações do Congresso, a medida legislativa tem quase 20 anos de existência intercalados por muitos debates e “anos na geladeira”.

O texto que hoje vem dividindo opiniões nasceu do PL 3555/2004, apresentado na Câmara Federal pelo então deputado federal José Eduardo Cardozo (PT–SP) e elaborado por uma comissão do IBDS (Instituto Brasileiro de Direito do Seguro) coordenada pelos advogados Ernesto Tzirulnik e Flávio Queiroz de Bezerra Cavalcanti .

O projeto trata dos seguintes temas:

  • princípios;
  • carências;
  • prazos;
  • prescrição, de condutas específicas para seguro individual e coletivo;
  • e de deveres e responsabilidades dos segurados e das seguradoras.

O calcanhar de Aquiles da medida está na desatualização de muitos de seus dispositivos, que caducaram por causa do longo tempo de tramitação. Especialistas consultados pelo InfoMoney afirmam que o texto, por exemplo, não contempla as novas tecnologias que tornaram o setor de seguros mais dinâmico e nem as novas resoluções da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

“Em 2017, quando houve a aprovação da redação final do projeto de lei pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, não se falava em inteligência artificial ou novas tecnologias em contratos de seguro”, pontua o advogado Thiago Junqueira, sócio do escritório CGV Advogados e docente de direito dos seguros da FGV-RJ.

O mercado de seguros diz ser importante criar uma comissão formada por especialistas para auxiliar a tramitação do projeto de lei no Senado, onde se encontra hoje. “Essa comissão seria plural, com juristas, executivos e órgãos de proteção do consumidor. Ela seria a responsável pela elaboração de um estudo sistemático, com análise do impacto econômico que as medidas do PL vão gerar para o Brasil”, aponta Junqueira.

Ernesto Tzirulnik, presidente do IBDS, faz um contraponto sobre a criação da comissão de especialistas. Ele diz que o projeto de lei ficou 15 anos sob intenso debate, com audiências públicas, mas nenhuma proposta, tampouco das empresas do setor, foi apresentada. Por isso, diz o representante do IBDS, o texto seguiu os fluxos de tramitação no Congresso Nacional.

“Os trâmites na Câmara tiveram seus processamentos normais, inclusive com a realização de audiência pública em 7 de  dezembro de 2017 com os representantes do setor e demais interessados”, comenta Marcos Poliszezuk, sócio-fundador do escritório Poliszezuk Advogados.

Antonio Trindade, atual presidente da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), afirmou em evento realizado pela OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro) nesta semana, que o Projeto de Lei foi amplamente discutido em 2017 pela Câmara dos Deputados antes de subir ao Senado.

“Fazendo mea-culpa, como participante da indústria, nós deixamos esse negócio correr. Em 2017, foi discutido amplamente. O momento é de levantar e tentar botar essa bola em jogo outra vez”, reconheceu Trindade ao dizer que o projeto atual pode ser melhor que o PL 3555/2004, “mas continua muito distante do ideal”.

PLC 29 e seus 20 anos de tramitação

Veja, a seguir, os principais fatos ocorridos ao longo dos quase 20 anos de tramitação do PLC 29.

13/5/2004
É apresentado à Câmara dos Deputados o PL 3555, do ex-deputado José Eduardo Cardozo (PT–SP) com elaboração de comissão do IBDS (Instituto Brasileiro de Direito do Seguro) coordenada por Ernesto Tzirulnik e Flávio Queiroz de Bezerra Cavalcanti

16/12/2010
Apresentação do PL 8.034, do deputado Moreira Mendes (PPS-RO), que foi juntado ao PL de 2004

1/10/2013
Parecer favorável do relator deputado Armando Virgílio (PSD-GO)

12/2/2014
Mais um parecer do relator pela constitucionalidade do projeto é conferido

22/11/2016
Deputado Lucas Virgílio (SD-GO) dá parecer favorável ao PL e analisa algumas emendas

4/4/2017
Sai aprovação da redação final do PL 3555 pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados

31/08/2017
Armando Monteiro é designado como relator do PL no Senado

19/2/2019
 PL passa por troca de relatoria: senador Rodrigo Pacheco assume a função

27/8/2019
Rodrigo Pacheco dá voto favorável ao projeto

18/2/2021
Rodrigo Pacheco devolve o projeto à CCJ, em virtude de não mais pertencer aos quadros da comissão

22/12/2022
PL é arquivado

8/3/2023
Requisição busca desarquivamento

12/4/2023
PL é redistribuído ao senador Jader Barbalho

MetLife realiza evento em Nova York com assessorias de investimentos parceiras 

Entre os dias 22 e 26 de maio, a equipe comercial da área de parcerias (DM) da MetLife Brasil, com suas lideranças, o VP Comercial Marcelo Tomei e o Superintendente Comercial André Iziquiel, reuniu cerca de 90 pessoas, entre executivos da companhia e convidados das assessorias de investimentos parceiras, em Nova York para a premiação da campanha Get It 2022. Estiveram presentes 30 escritórios, sendo parceiros da XP, BTG, ID Financial e SEGASP.

Os convidados foram recepcionados com um delicioso jantar de boas-vindas em um barco privativo com música, visitando pontos icônicos de NY pelo Rio Hudson. Na segunda noite aconteceu um coquetel em uma exclusiva e encantadora sala no Teatro Amsterdam e depois os convidados puderam depois assistir ao espetáculo do Aladdin, na Broadway. 

o terceiro dia o grupo visitou o famoso MetLife Building, sede da empresa no mundo, com tour guiado por vários andares e finalizado com um coquetel no Heritage Room, localizado no último andar do prédio, que data de 1893, e tem o teto de folhas de ouro de 9, 12 e 18 quilates, e feito de 16 quadrados e dois triângulos de gesso ornamental esculpido, as paredes revestidas de couro e o piso em parquet, na sua maioria original, da sua fundação. Daniel May, historiador da MetLife, contou um pouco da história da sala e a trajetória da empresa que completou 155 anos. No final da noite, aconteceu o grande jantar e cerimônia de premiação da campanha Get It, no auditório da MetLife, com a presença do CEO Eric Clurfain.

Na última noite, o jantar de encerramento foi no badalado e conhecido restaurante TAO e contou com momentos especiais de interação entre todo o grupo. O programa Get It acontece desde 2019 e já premiou mais de 250 consultores com viagens para Fernando de Noronha, Chile e Nova York. O próximo destino da campanha Get It 2023 será Barcelona.

Presidente da CNseg apresenta plano de desenvolvimento do setor aos corretores de seguros

Hoje pela manhã, durante apresentação no segundo e último dia do LC Summit, evento realizado pela Lojacorr no Centro de Eventos Positivo, em Curitiba, o presidente da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), Dyogo Oliveira, fez considerações acerca da representatividade da indústria seguradora para a economia nacional e os motivos que impedem seu crescimento.

“Temos reservas elevadas, câmbio flutuante, política monetária, tesouro independentes e inflação baixa. E por que o Brasil não decola? Acredito que a percepção de risco do Brasil é muito elevada e atrapalha o desenvolvimento do país. Mesmo assim, o setor de seguros cresceu incessantemente acima do PIB. Mas nosso mercado é ligado a economia e a renda. Quanto mais o Brasil crescer, mais o setor cresce.”

Os corretores participantes do evento, que teve como tema “Seguros por uma perspectiva inovadora”, também puderam saber mais sobre o  PDMS (Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização) que tem como objetivo  aumentar a parcela da população atendida pelos diversos produtos do mercado de seguros, previdência aberta, saúde suplementar e capitalização em 20% e elevar o pagamento de indenizações, benefícios, sorteios, resgates e despesas médicas e odontológicas dos atuais 4,6% para 6,5% do PIB nacional em 7 anos.

“Temos de falar português simplificado com o público que está fora do setor de seguros, que compõem 70% da população, ou 160 milhões. Não temos produtos, não temos marketing para eles. Não falamos a língua deles. Eles não sabem o que é sinistro. E precisamos mudar para conquistá-los”, enfatizou.

Dyogo também conta que o PDMS foi criado com olhos no cliente e não no corretor ou na seguradora. O estudo avalia os riscos e estimula o crescimento dos seguros mesmo diante de uma economia oscilante como nas últimas décadas, levando em consideração as mudanças de hábitos de consumo que a tecnologia impõe.

Ao todo, são 65 iniciativas divididas em quatro eixos: desenvolvimento da imagem do setor junto aos consumidores, qualificação e desenvolvimento dos canais de distribuição, aperfeiçoamento, modernização e lançamento de produtos e melhor eficiência regulatória, especialmente no desenvolvimento do mercado para o Open Insurance, plataforma aberta de seguros.

O documento também traz informações sobre a contribuição do setor para o desenvolvimento socioeconômico do país e para a ampliação da poupança nacional. A indústria de seguros representa, hoje, 6,6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, e a projeção é ter uma participação de 10% até 2030.

Em sua participação, Dyogo também destaca que o PDMS traz sugestões de propostas de flexibilização de produtos de saúde para 70 milhões de brasileiros que ganham até dois salários mínimos, bem como conversas com a Receita Federal para ter incentivos para produtos de acumulação de renda, conhecido como Universal Life.

Além disso, de acordo com o presidente da CNseg, a agenda institucional do setor trata sobre ações para melhoria do ambiente regulatório e pautas legislativas prioritárias para a indústria, com temas como relações de consumo, ASG (ambiental, social e governança), seguro de catástrofes, DPVAT, seguros de pessoas e previdência como instrumentos de garantia e o novo Marco Regulatório da Saúde Suplementar.

Segundo a CNseg, são proposições que sugerem alterações legislativas e novas regras para o setor, que tem importância histórica na economia nacional. Quanto mais amplo e urgente for o debate sobre a legislação do setor, mais protegidos estarão os cidadãos, as empresas e os governos federal, estaduais e municipais.

Dyogo também trouxe números do Paraná, estado que acompanha a média nacional de crescimento do seguro. Em termos de participação é o quinto maior estado em arrecadação, sendo São Paulo com 40%. “No primeiro trimestre, o Paraná mostrou uma redução de vendas, especialmente no seguro de pessoas. Este é um grande desafio, pois produtos de pessoas são importantes para termos uma sociedade forte”, conclui.

Para o Diogo Arndt, presidente do conselho de administração da Lojacorr, o PDMS é fundamental, inovador e pensa nos benefícios do corretor de seguros e nas  necessidades do consumidor final. “Sabemos hoje que, a grande maioria da população, não tem acesso ao seguro por desconhecimento, falta de produtos e de renda. Colocar o plano em prática, modificará consideravelmente essa realidade para dar a população brasileira uma oportunidade, mais conhecimento e produtos corretamente desenhados à sua necessidade. Sempre reforçando o papel primordial do corretor de seguros, das relações humanas aliada às tecnologias, além de promover um mercado mais  unido, remando na mesma direção. A Lojacorr está entusiasmada com o plano e queremos juntos, mostrar não só o quanto nosso setor cresce, mas o que ele é capaz de retornar para a sociedade”, comenta.