A Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em serviços emergenciais e de manutenção para casa e carro, acaba de desenvolver um novo modal para remoção de motos, criado especialmente para atender clientes do seguro moto da Porto Seguro, em resposta à crescente demanda por soluções mais seguras e eficientes no atendimento a motociclistas.
A inovação foi projetada para garantir mais segurança e praticidade nos atendimentos emergenciais na cidade de São Paulo e será exclusiva para clientes do Porto Seguro Moto. A nova plataforma remove, em segurança, 76% dos modelos de moto que fazem parte da carteira da Porto e destaca-se por sua eficiência em centros urbanos por ser menor e mais prática na manobra de carga e descarga, com fácil acesso a subsolos e oficinas.
“O desenvolvimento da plataforma indica ao mercado a nossa capacidade de desenvolver soluções customizadas e adaptadas à realidade dos nossos clientes e parceiros”, comenta Marcelo Sebastião, diretor de Operações da Porto Serviço.
Para a Porto Seguro, a iniciativa reforça o compromisso contínuo da companhia em aprimorar a experiência dos clientes proprietários de moto, investindo em soluções que tragam mais agilidade e eficiência no momento do atendimento. O novo modal de remoção integra a estratégia da seguradora de evoluir seus serviços a partir das necessidades reais dos clientes, especialmente em grandes centros urbanos.
“A remoção é um momento bastante importante na jornada do cliente de seguro moto. Com esse novo modal, conseguimos elevar o padrão de atendimento esperado por nossos corretores, oferecendo mais segurança para o veículo e mais rapidez na solução para o segurado”, afirma Jaime Soares, Diretor Executivo de Auto da Porto Seguro.
Neste primeiro momento, foram incrementadas 15 novas viaturas à frota da Porto Serviço com o equipamento, que já estão em circulação.
O início do ano é tradicionalmente um momento de reflexão e planejamento. Para muitos brasileiros, a chegada de um novo ciclo vem acompanhada da decisão de mudar de vida, repensar a carreira e buscar maior autonomia financeira. Pesquisas confirmam essa tendência: 42% dos profissionais planejam mudar sua trajetória profissional em 2025, e 54% pretendem trocar de emprego, motivados por qualidade de vida e realização pessoal. Paralelamente, o empreendedorismo segue em alta. Só em 2025, foram abertas 4,6 milhões de novas empresas no Brasil, um crescimento de 19% em relação ao ano anterior.
As franquias se destacam nesse cenário. O setor faturou R$ 273 bilhões em 2024 e deve crescer até 15% em 2025, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Nos últimos 12 meses, o segmento registrou crescimento nominal de 10,8%, e 9,1% no terceiro trimestre de 2025, com destaque para franquias de serviços e modelos de baixo investimento inicial. Essa tendência reflete a busca por negócios com marca consolidada, suporte operacional e menor risco para quem está ingressando no empreendedorismo.
Entre as oportunidades que têm chamado a atenção do mercado está o modelo de franquias de seguro de vida, um segmento com alta demanda, recorrência de receita e potencial de expansão escalável. A Prudential do Brasil, maior seguradora independente em seguros de vida no país, atua com esse formato desde 2004. O investimento inicial para se tornar um franqueado Prudential parte de R$ 33 mil, com prazo estimado de retorno entre 5 e 12 meses. Atualmente, a seguradora conta com 2.238 unidades franqueadas em operação, com disponibilidade para expansão em todo o Brasil.
“Somos uma rede sólida, movida por propósito, excelência e com o objetivo de impactar positivamente a vida das pessoas. Nossa expansão no Brasil foca em três pilares essenciais: velocidade, qualidade e padrão em um mercado em franco crescimento”, explica Rodrigo Prosdocimi, vice-presidente de Negócios Life Planner da Prudential do Brasil.
O executivo explica que o diferencial da Prudential está no Life Planner, um profissional que atua como consultor financeiro focado na proteção e planejamento de longo prazo dos clientes. “Ele não só vende: ele desperta a necessidade, personaliza o planejamento e acompanha o cliente ao longo da vida inteira”, ressalta o executivo.
Perfil do investidor
Não é necessário ter formação específica ou experiência no setor financeiro. O que a Prudential busca são comportamentos e atitudes. Entre algumas características que se destacam, estão: energia, disciplina, automotivação, experiência de vida e trajetória profissional que permitam avaliar esses traços.
“Ensinamos tudo que o franqueado precisa aprender. O mais importante é ele ter o perfil certo e estar em um momento da vida em que consiga se dedicar ao negócio com seriedade”, conclui Rodrigo Prosdocimi.
A Yelum e a HDI Seguros, marcas do Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país –, anunciam seus investimentos em projetos aprovados por leis de incentivo à Cultura (Lei Rouanet), ao Esporte, à Criança e ao Adolescente, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência.
A seleção dos projetos considerou o alinhamento aos pilares ESG da companhia, o potencial de conexão com seus públicos estratégicos, além dos atributos e o posicionamento de cada marca: a valorização das conquistas e da cultura local, como territórios prioritários da HDI; e a promoção da qualidade de vida, o incentivo à vida ao ar livre e o bem-estar como pilares de atuação da Yelum, além de ações voltadas à educação, saúde, empreendedorismo inclusivo e inovação social.
“Os projetos incentivados são uma ferramenta estratégica para gerar impacto positivo e, ao mesmo tempo, fortalecer a presença da Yelum e da HDI nas comunidades onde atuamos. Em 2025, apoiamos 12 projetos incentivados, com investimento aproximado de R$ 1 milhão em ativações e experiências, impactando diretamente mais de 125 mil pessoas, entre segurados, colaboradores e corretores convidados, além do público geral. Os resultados foram bastante positivos – tivemos um rNPS médio de 99% nas pesquisas realizadas com os nossos segurados participantes e, nas nossas redes sociais, alcançamos mais de 26 milhões de visualizações. Esses números reforçam a efetividade da nossa estratégia e nos dão confiança de que 2026 será um ano ainda mais relevante em escala, impacto e conexão com nossos públicos”, afirma Daniel Mello, diretor de Transformação do Grupo HDI.
Além das iniciativas de impacto social, o Grupo HDI também reforçará a presença das suas marcas Yelum e HDI Seguros com ativações em eventos culturais, esportivos e de entretenimento de alta visibilidade e conexão com o público. Nesse cenário, a marca HDI estará presente em atividades esportivas como a Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis (Maratona de Floripa), Meia de Sampa e Rio S-21K, além de celebrações tradicionais e culturais de forte relevância regional, como o São João de Caruaru e a Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul, reforçando o compromisso da companhia com a valorização da cultura local e a geração de experiências de marca significativas em diferentes regiões do país.
Já a marca Yelum direcionará sua atuação a ações relacionadas aos territórios de bem-estar, esporte e lifestyle, como o Festival de Inverno de Campos do Jordão, organizado pela Fundação Osesp, o campeonato Makai Beach Tennis e o Cine Autorama – uma experiência de cinema drive-in ao ar livre –, reforçando sua presença em experiências ao ar livre e de alto engajamento com o público.
Esses investimentos também refletem a forma como o Grupo HDI materializa suas ambições ESG e orientam as decisões da companhia. Ao apoiar projetos capazes de gerar impacto social relevante e duradouro – como a Rede de Mulheres Empreendedoras, Ecoturismo 60+ e a Ciranda Digital –, a empresa contribui com a ampliação do acesso à formação e à inclusão produtiva, com o fortalecimento da educação financeira e com o estímulo à autonomia de públicos em situação de vulnerabilidade. Mais do que um mecanismo de fomento, os projetos incentivados também integram de forma estruturada a estratégia corporativa e socioambiental da companhia.
“Nosso objetivo é construir uma agenda consistente de investimentos incentivados, que combine impacto socioambiental com presença de marca genuína e conectada aos territórios onde cada marca atua. Ao apoiar projetos diversos, em diferentes regiões do país, fortalecemos relações, geramos valor compartilhado e reafirmamos o compromisso do Grupo HDI com uma atuação responsável, próxima das pessoas e alinhada à nossa estratégia de longo prazo”, conclui o executivo.
A AXA no Brasil anuncia a conquista da certificação Top Employer pelo segundo ano consecutivo. O reconhecimento reflete a maturidade das práticas de recursos humanos da seguradora e o compromisso contínuo em construir um ambiente de trabalho cada vez mais positivo, ético e humano.
“Esta conquista é resultado direto da aplicação da cultura Care & Dare da companhia. É a evidência que estamos no caminho certo ao equilibrar a ousadia necessária para o crescimento do negócio com o cuidado genuíno com as nossas pessoas. É um selo que atesta a maturidade das nossas práticas de RH e nos motiva a continuar construindo um ambiente onde cada colaborador se sinta valorizado e parte fundamental da nossa jornada”, afirma Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil
A AXA adota as melhores práticas de mercado na gestão de pessoas, unindo o cuidado com os colaboradores à ambição de crescimento do negócio. O selo confirma que a empresa segue no caminho certo, impulsionando o aprimoramento de processos que melhoram a experiência de todos na organização.
A manutenção do selo Top Employer nesse segundo ciclo reforça a consistência das iniciativas da AXA, que já haviam sido reconhecidas anteriormente juntamente com a certificação Great Place To Work (GPTW). A estratégia de RH da companhia foca em inclusão, equidade, transparência e qualidade de vida.
Entre os destaques que sustentam esse reconhecimento está o ambiente que estimula o crescimento profissional e a equidade de gênero. Além disso, a empresa investe fortemente em desenvolvimento, oferecendo milhares de horas de treinamento e promovendo o reconhecimento interno.
O pilar “Care” (Cuidado) também é tangibilizado por meio de programas globais como o We Care. A iniciativa oferece suporte e flexibilidade aos colaboradores em momentos sensíveis da vida pessoal, garantindo tranquilidade para cuidarem de si e de suas famílias em situações como doenças graves, perda gestacional ou questões relacionadas à saúde da mulher.
Os ativos financeiros das famílias no mundo atingiram um novo recorde em 2024, com crescimento de 8,7%, impulsionados sobretudo pelo desempenho da economia americana. É o que revela a 16ª edição do Relatório de Riqueza Global da Allianz, que analisa a evolução de ativos e passivos das famílias em quase 60 países, divulgado no último dia 13. Apesar do avanço expressivo, o estudo aponta que não houve progresso relevante na redução da desigualdade de riqueza ao longo das últimas duas décadas. No Brasil, os ativos financeiros cresceram 10,1%, no ritmo mais acelerado dos últimos três anos, com ganho real significativo mesmo após o ajuste pela inflação.
De acordo com a Allianz, o total de ativos financeiros globais alcançou 269 trilhões de euros ao final de 2024, o equivalente a 283% da atividade econômica mundial. Embora represente um novo patamar histórico, essa relação permanece próxima à observada em 2017, indicando que o avanço recente recompôs perdas e volatilidades registradas ao longo dos últimos anos.
O relatório destaca o papel central dos Estados Unidos na expansão da riqueza financeira global. Em 2024, cerca de metade de todo o crescimento dos ativos financeiros no mundo teve origem no país. Na última década, a participação americana foi de 47%, enquanto a China respondeu por 20% e a Europa Ocidental por 12%. Para Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz, o desempenho americano se descolou de outras grandes economias. Segundo ele, o crescimento dos ativos financeiros nos Estados Unidos em 2024 foi significativamente superior ao observado na Europa Ocidental e no Japão, que ficaram abaixo da média global em mais de dois e quase quatro pontos percentuais por ano, respectivamente.
Apesar da expansão agregada da riqueza, a distribuição segue praticamente inalterada. Em média, os 10% mais ricos detêm 60,4% da riqueza total nos países analisados, enquanto a riqueza média continua sendo pouco mais de três vezes superior à mediana. Esses indicadores são muito semelhantes aos observados há 20 anos, o que evidencia a ausência de avanços em direção a uma maior igualdade patrimonial em nível nacional, mesmo com a desigualdade ocupando posição central no debate político em diversos países.
No caso brasileiro, o retrato é ainda mais desigual. A participação dos 10% mais ricos permaneceu próxima de 70% ao longo das últimas duas décadas, enquanto a relação entre riqueza média e mediana se manteve em torno de quatro vezes. Com isso, o Brasil segue figurando entre os países mais desiguais do mundo em termos de distribuição de riqueza, em linha com outros mercados da América Latina.
Ainda assim, 2024 foi um ano de desempenho robusto para os ativos financeiros das famílias brasileiras. O crescimento de 10,1% superou os 7% registrados em 2022 e 2023 e foi impulsionado por todas as classes de ativos. Os títulos avançaram 10,9%, seguros e previdência cresceram 8,8% e os depósitos bancários aumentaram 8,2%.
A Allianz chama atenção para a composição da carteira das famílias no Brasil, considerada atípica em comparação a outros países. Os depósitos bancários representam apenas 17% do total dos ativos financeiros, enquanto os títulos respondem por 62%, em grande parte na forma de participações em empresas não listadas. Já os produtos de seguros e previdência mantiveram participação de 20%, acumulando perda de cerca de cinco pontos percentuais na última década.
Mesmo após o ajuste pela inflação, os ativos financeiros das famílias brasileiras cresceram 5,5% em 2024. O poder de compra desses ativos está agora 25% acima do nível pré-pandemia, em 2019, um desempenho que contrasta com o da Europa Ocidental, onde a riqueza financeira real ainda se encontra abaixo daquele patamar. Segundo o relatório, o Brasil conseguiu atravessar o período de inflação elevada com resultados melhores do que muitos países desenvolvidos.
Do lado do endividamento, o passivo das famílias brasileiras cresceu 12,5% em 2024, acima da média histórica de 8%. Com isso, o índice de endividamento subiu para 36%, ainda três pontos percentuais abaixo do pico registrado em 2015. Já os ativos financeiros líquidos avançaram 9,1%, alcançando 8.070 euros per capita.
No ranking global de ativos financeiros líquidos per capita, os Estados Unidos lideram, com 311 mil euros por habitante, seguidos por Suíça e Singapura. Entre as grandes economias europeias, Alemanha, França, Itália e Reino Unido aparecem em posições intermediárias, enquanto países do sul da Europa permanecem mais abaixo na lista, refletindo diferenças estruturais de renda, poupança e composição patrimonial.
O relatório da Allianz reforça que, embora a riqueza global continue avançando em ritmo acelerado, os ganhos permanecem concentrados e desigualmente distribuídos, tanto entre países quanto dentro deles. Para a seguradora, o desafio para os próximos anos será conciliar crescimento patrimonial, estabilidade financeira e políticas que promovam uma distribuição mais equilibrada da riqueza.
O Grupo MAG, especializado em vida e previdência, completa 191 anos de atuação ininterrupta no Brasil, consolidando-se como uma das três empresas mais longevas do país. Ao longo de quase dois séculos, a companhia construiu uma trajetória marcada pela solidez institucional, pela capacidade de adaptação às transformações do mercado e pelo compromisso com a proteção financeira das pessoas em diferentes fases da vida.
Entre os principais movimentos recentes está o lançamento da nova linha INVIDA, que amplia e reorganiza as soluções de seguros de vida da MAG. A reformulação trouxe maior flexibilidade, novas coberturas, com destaque para Doenças Graves, e produtos com valores mais acessíveis, reforçando o objetivo de democratizar o acesso à proteção financeira.
Nos últimos 12 meses, a empresa avançou de forma consistente em sua estratégia de modernização, com destaque para a atualização do portfólio de produtos, o fortalecimento da governança e o aumento do uso de tecnologia e inteligência artificial em seus processos. Essas iniciativas refletem a visão da companhia de combinar tradição e inovação para responder às novas demandas da sociedade e do mercado segurador.
Entre os marcos relevantes da companhia, destaca-se a inauguração da Matriz em São Paulo, concebida como um hub de negócios e relacionamento. No campo da tecnologia, o Grupo MAG intensificou o uso de dados, automação e inteligência artificial para aprimorar a jornada de clientes, corretores e parceiros, além de aumentar a eficiência operacional e apoiar decisões estratégicas. O movimento acompanha a visão de futuro da companhia, que aposta na inovação como pilar para crescimento sustentável e longevidade.
A companhia também reforçou seu quadro de governança e liderança com a entrada da neurocientista Carla Tieppo, que recebeu a missão de transformar conceitos neurocientíficos em conhecimento, experiências e iniciativas mais inovadoras para colaboradores, corretores, clientes e parceiros da empresa, reforçando o compromisso da companhia em colocar o capital humano no centro das estratégias.
Trazendo um olhar estratégico para 2026, o Grupo MAG anuncia uma nova estrutura, com a criação de uma vice-presidência para auxiliar o CEO e Chairman Helder Molina na coordenação dos diferentes braços da companhia, que reúne empresas como MAG Seguros, MAG Investimentos, MAG Fundos de Pensão, MAG Finanças e o Instituto de Longevidade MAG. A posição será ocupada pelo executivo Leonardo Lourenço, que soma 26 anos de atuação no setor, sendo 20 deles no Grupo MAG, com foco na ampliação e no crescimento da companhia. Ao longo de sua trajetória, Lourenço presenciou e protagonizou a transformação de uma seguradora de médio porte em um conglomerado robusto, com atuação ampla em soluções de proteção financeira para públicos diversos.
Por fim, o tradicional Galo de Ouro e Destaques de Venda, uma das mais longevas e reconhecidas iniciativas de valorização comercial da seguradora, também segue no centro da estratégia, agora em um novo formato. A premiação passa a integrar diferentes momentos ao longo do ano, incluindo cerimônia nacional, viagem de reconhecimento e roadshows regionais, reforçando o reconhecimento aos corretores e a valorização das bases locais, em linha com o espírito da chamada Nova Era MAG.
Ao completar 191 anos, o Grupo MAG lança a campanha “O Futuro é MAG” e inaugura uma nova era, reforçando seu compromisso com a evolução contínua, mantendo a solidez que marca sua história e investindo em inovação, governança, tecnologia e soluções que respondam aos desafios atuais e futuros do mercado de seguros e previdência no Brasil.
As lideranças empresariais globais entram em 2026 diante de um ambiente de risco mais complexo e interconectado, marcado pelo aprofundamento das divisões geopolíticas, pela polarização social e pela rápida evolução tecnológica. Esse é o diagnóstico do Relatório de Riscos Globais 2026, do Fórum Econômico Mundial, comentado por executivos da Marsh do Zurich Insurance Group, parceiros estratégicos da instituição.
No horizonte de curto prazo, tensões geoeconômicas, conflitos armados entre Estados, eventos climáticos extremos, polarização social e desinformação aparecem como os principais riscos para os negócios. Em uma perspectiva de dois anos, os riscos sociais ganham ainda mais relevância: a polarização e a desinformação avançam para a segunda e terceira posições no ranking global, refletindo impactos diretos sobre a estabilidade política, a confiança institucional e o ambiente econômico.
“As divisões cada vez mais profundas estão no centro dos riscos sociais que enfrentamos atualmente — da fragmentação social e da desigualdade à deterioração da saúde e do bem-estar”, afirma Andrew George, presidente da área de Specialty da Marsh Risk. Segundo ele, o enfraquecimento de estruturas de cooperação internacional amplia a vulnerabilidade das sociedades e aumenta a probabilidade de instabilidade social e conflitos.
O relatório aponta que, no longo prazo, o mundo caminha para uma nova era de competição global. Dos 33 riscos avaliados, praticamente todos — com exceção das tensões geoeconômicas — tendem a se agravar nos próximos dez anos. Para 57% dos entrevistados, o cenário da próxima década será turbulento ou tempestuoso, dominado por riscos ambientais e tecnológicos.
Na avaliação da Zurich, questões sociais críticas seguem subestimadas nas análises de longo prazo, apesar de seus efeitos já serem visíveis. “Os líderes empresariais nas principais economias estão profundamente preocupados com previdência e saúde pública. Essas lacunas ameaçam tanto o bem-estar da força de trabalho quanto a estabilidade social”, afirma Alison Martin, CEO de Life, Health and Bank Distribution do grupo. Para ela, chama a atenção o fato de riscos como o declínio da saúde, a falta de infraestrutura pública e de proteção social quase não aparecerem na perspectiva de dez anos, embora já estejam remodelando economias e sociedades.
A aceleração da inteligência artificial e o avanço da computação quântica surgem como vetores centrais de transformação, com impactos diretos sobre mercados de trabalho, cadeias produtivas, infraestrutura e geopolítica. O estudo alerta que essas tecnologias podem ampliar desigualdades econômicas e criar novos pontos de fragilidade sistêmica, exigindo coordenação entre governos e empresas.
Outro ponto de atenção é a infraestrutura crítica, considerada vulnerável e subfinanciada diante de ameaças crescentes, que vão de eventos climáticos extremos a ataques cibernéticos e falhas em sistemas estratégicos. “Apesar de o clima extremo, os ciberataques e os conflitos geopolíticos representarem ameaças crescentes, as interrupções na infraestrutura crítica aparecem apenas na 23ª posição entre os riscos globais para a próxima década. Essa lacuna é extremamente preocupante”, afirma Peter Giger, diretor de riscos do grupo Zurich. Segundo ele, redes elétricas sobrecarregadas, cidades costeiras ameaçadas pela elevação do nível do mar e sistemas digitais frágeis expõem economias inteiras a choques severos.
Na leitura regional, a América Latina enfrenta desafios adicionais. Para Gerardo Herrera Perdomo, diretor da Marsh Advisory para a América Latina e Caribe, o contexto global de desigualdades e tensões geoeconômicas exige que a região desenvolva estratégias próprias de crescimento sustentável e inclusivo, fortaleça a resiliência climática e acelere a adoção de novas tecnologias. “É fundamental que esses avanços não se tornem novos cenários de competição estratégica nem fatores de aprofundamento da fragmentação econômica e da polarização política”, afirma.
No Brasil, os riscos estruturais ganham peso específico. “Temas como infraestrutura crítica, acesso a serviços essenciais e bem-estar social influenciam diretamente a capacidade de resposta da sociedade e das empresas diante de choques econômicos, climáticos ou tecnológicos”, diz José Bailone (foto), diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich no país. Para ele, investir em resiliência estrutural e social é um caminho estratégico para reduzir vulnerabilidades e sustentar o desenvolvimento no médio e longo prazo.
Os executivos reforçam que o estudo — baseado na 21ª edição do Relatório de Riscos Globais, que reuniu a percepção de cerca de 1.300 especialistas e 11 mil líderes empresariais — reforça a mensagem de que os riscos estão cada vez mais interligados. Em um ambiente de competição acelerada, a capacidade de antecipar ameaças e investir de forma coordenada em resiliência passa a ser um diferencial central para empresas e economias.
A inteligência artificial assumiu, pela primeira vez, o posto de principal risco emergente para o setor de seguros no Brasil, segundo o relatório Insurance Banana Skins 2025, da PwC em parceria com a London Foundation for Banking & Finance.
O estudo mostra uma mudança relevante na percepção das seguradoras: o crime cibernético, que liderava o ranking nas edições anteriores, caiu para a segunda posição, dando lugar às preocupações com o uso indevido, a má governança da IA e o aumento de fraudes impulsionadas por tecnologias generativas.
No Brasil, os riscos estruturais ganharam peso. O capital humano saltou da 10ª para a 5ª posição no ranking, refletindo a escassez de profissionais qualificados, enquanto as mudanças climáticas apareceram pela primeira vez entre os dez principais riscos, ocupando a 6ª colocação — avanço expressivo em relação à edição de 2023, quando sequer eram citadas.
O relatório também destaca as dificuldades das seguradoras em atualizar sistemas legados de TI, fator que compromete a inovação e amplia ineficiências operacionais em um mercado cada vez mais competitivo, pressionado pela atuação de insurtechs e plataformas digitais.
Apesar do alto nível de ansiedade identificado, a PwC avalia que o setor de seguros brasileiro apresenta um grau de prontidão para responder aos riscos acima da média global.
O Grupo Exalt encerra o ano de 2025 celebrando um ciclo de transformação profunda e crescimento robusto. Após o lançamento de seu plano de expansão nacional em agosto, a holding atingiu a marca de 93 corretoras associadas, um salto significativo em relação às 70 registradas anteriormente. O sucesso da estratégia reflete diretamente nos indicadores financeiros, onde a empresa alcançou um crescimento de 67% no volume de prêmios emitidos por adesão e um aumento de 11% na comparação com os resultados de 2024.
O movimento é fruto de um reposicionamento de marca que transcende a identidade visual, consolidando o Grupo Exalt como uma aceleradora de negócios. Sob os pilares de inovação, qualificação e desenvolvimento, o grupo tem atuado como um agente de mudança, oferecendo suporte comercial, para que o corretor deixe de ser apenas um operador e passe a gerir sua operação como uma empresa de alto desempenho.
O sucesso do modelo de negócio reside no Ciclo Exalt, que disponibiliza 12 benefícios e frentes de suporte que visam a excelência operacional. Entre os diferenciais que atraíram novos parceiros em 2025, destaca-se o suporte de Recursos Humanos, onde o grupo assume integralmente os processos de recrutamento e seleção para as corretoras associadas.
“Não somos apenas uma rede, somos uma aceleradora. Hoje, entregamos ao corretor uma visão clara de como escalar sua operação. Ao assumirmos braços operacionais, como o RH, devolvemos ao corretor o tempo necessário para focar no que realmente gera valor: a prospecção e o relacionamento estratégico. Nosso objetivo é transformar associados em profissionais engajados com uma cultura de crescimento que supera os índices médios do mercado”, afirma Alexandre Federman, CEO do Grupo Exalt.
A nova proposta de valor da Exalt também fortaleceu a relação com as seguradoras parceiras. Ao se posicionar como uma consolidadora com diretrizes e estratégias alinhadas, o grupo implementou mais de 20 iniciativas que integram as companhias ao dia a dia dos corretores. Essa conexão de ponta a ponta facilita os canais de distribuição e potencializa a rentabilidade na comercialização de apólices, gerando um cenário de benefício mútuo.
Para esse ano, o Grupo Exalt projeta a continuidade de sua jornada de expansão. O plano estratégico inclui o lançamento de um inédito programa de aceleração e benefícios, que vai proporcionar entregas customizadas, conforme o perfil e a maturidade de cada operação associada. “Em 2026, daremos um passo ainda mais ambicioso para consolidar a Exalt como uma das operações mais maduras e estruturadas do setor. Queremos garantir que cada corretor da nossa rede tenha acesso a ferramentas que garantam resultados extraordinários e um crescimento sustentável a longo prazo”, concluiu Federman.
A Bradesco Capitalização anuncia seus dois novos produtos: o “Meu Primeiro Milhão” e o “Max Prêmios Torcida”. As novidades reforçam a estratégia da empresa em ampliar o acesso ao planejamento financeiro por meio de soluções simples e acessíveis aos clientes.
O “Meu Primeiro Milhão” é um produto inovador, que traz a ideia de que conquistar R$ 1 milhão pode estar mais perto do que se imagina. Trata-se de um produto por assinatura com valor mensal de R$ 20. Ao realizar os pagamentos, o cliente participa do sorteio milionário. Já com o “Max Prêmios Torcida”, é possível unir o hábito de guardar dinheiro à paixão nacional pelo futebol. Disponível nas modalidades de pagamento único ou pagamento mensal, o produto permite ao cliente se planejar. Com valores a partir de R$ 50, o “Max Prêmios Torcida” oferece 100% de resgate ao fim da vigência, além de sorteios mensais que podem chegar a até R$ 100 mil, de acordo com o produto escolhido.
Para José Pires, diretor-presidente da Bradesco Capitalização, os lançamentos refletem o novo momento de crescimento do setor e compromisso do Grupo Bradesco Seguros com soluções alinhadas aos diferentes perfis de clientes. “Queremos mostrar que guardar dinheiro é algo possível, sem renunciar aos benefícios e oportunidades. O Meu Primeiro Milhão e o Max Prêmios Torcida traduzem esse propósito ao unir disciplina com o dia a dia das pessoas”, comenta o executivo.
Além dos sorteios, ambos os títulos oferecem acesso ao Max Club, plataforma com cupons de desconto, ofertas especiais e cashback em diversas lojas on-line, e já estão disponíveis para contratação pelos canais digitais e físicos do Bradesco.
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