Zurich propõe comprar Beazley por 7,67 bi de libras, com prêmio de 56% por ação

aquisição

O Zurich Insurance Group informou ter apresentado uma proposta para adquirir a seguradora Beazley, listada em Londres, por 7,67 bilhões de libras. Segundo a Zurich, a oferta – divulgada nesta segunda-feira – prevê o pagamento de 1.280 pence por ação, o que representa um prêmio de 56% sobre o preço de fechamento de 820 pence na sexta-feira.

O Zurich Insurance Group informou ter apresentado uma proposta para adquirir a seguradora Beazley, listada em Londres, por 7,67 bilhões de libras. Segundo a Zurich, a oferta – divulgada nesta segunda-feira – prevê o pagamento de 1.280 pence por ação, o que representa um prêmio de 56% sobre o preço de fechamento de 820 pence na sexta-feira.

A companhia afirmou que a proposta sucede uma abordagem anterior, feita em 4 de janeiro, que avaliava a Beazley em 1.230 pence por ação.

A Zurich acrescentou que uma eventual combinação dos negócios daria origem a uma seguradora especializada com cerca de US$ 15 bilhões em prêmios brutos emitidos.

Pelas regras do Painel de Aquisições do Reino Unido, a Zurich tem até 16 de fevereiro para formalizar a oferta de compra pela Beazley ou se retirar do processo.

Relatório da Allianz revela as maiores preocupações pessoais de 2025

 O que mantém as pessoas acordadas à noite em 2025? Embora as preocupações individuais variem de país para país, pessoas ao redor do mundo se preocupam principalmente com a saúde (49% dos entrevistados globais), finanças (45%) e segurança (35%).

Essas são as principais conclusões de um estudo global do Grupo Allianz intitulado “Relatório Allianz 3h da manhã 2025 – As preocupações que tiram o nosso sono”, no qual 8 mil pessoas do Brasil, Alemanha, Austrália, França, Indonésia, Itália, Reino Unido e Turquia foram questionadas sobre as suas preocupações pessoais no final de agosto de 2025.

Preocupações pessoais: saúde, finanças e segurança

Globalmente, a saúde tornou-se o principal motivo de noites sem dormir, recentemente ultrapassando as finanças, que agora ocupam o segundo lugar entre as maiores preocupações no mundo. Essa tendência também se reflete nos diferentes países: a saúde é a principal preocupação em cinco dos oito mercados, enquanto as finanças continuam sendo a maior preocupação em dois (Austrália e Indonésia). A Turquia é o único país em que a incerteza em relação ao futuro ocupa o primeiro lugar entre as preocupações. Apesar do consenso quanto à principal preocupação, as diferenças específicas entre países são claras — como o forte foco em mudanças políticas e sociais na Alemanha, moradia e condições de vida na Austrália, e vida profissional na Indonésia. 

“O bem-estar econômico, a satisfação social e a confiança no futuro muitas vezes caminham juntos, mas estamos vendo um aumento da incerteza, do pessimismo e da polarização globalmente. O nosso estudo mostra que muitas pessoas estão preocupadas com o seu futuro pessoal. É fundamental abordar as causas profundas para promover a compreensão e ajudar as pessoas a se sentirem mais seguras, que é o propósito da Allianz”, afirmou Bernd Heinemann, head de Estratégia, Marketing e Distribuição do Grupo Allianz.  

As finanças pessoais e a segurança são grandes fontes de ansiedade. Contas não pagas, aumento das dívidas, questões previdenciárias e a tomada de decisões financeiras representam o segundo maior medo no mundo, em um contexto em que muitas pessoas enfrentam um custo de vida mais alto. Na Indonésia (59%) e na Austrália (47%), esse é o tema que mais preocupa as pessoas. A segurança pessoal é a terceira maior preocupação em todos os países pesquisados. Em especial, a sensação de insegurança fora de casa e as preocupações com cibersegurança e proteção de dados afligem pessoas de todas as idades ao redor do mundo. 

Diferentes gerações também têm preocupações distintas: as gerações mais velhas (Baby Boomers e Geração X) estão mais preocupadas com a saúde e com questões sociais mais amplas, enquanto as gerações mais jovens priorizam as finanças como seu principal problema. Millennials e Geração Z se preocupam mais com temas diretamente ligados à sua vida pessoal e profissional, como educação, carreira, relacionamentos e mudanças tecnológicas. Esse contraste geracional também se estende à consciência ambiental. Os Baby Boomers são a geração mais consciente ambientalmente, pelo menos sete pontos percentuais mais preocupados do que qualquer outro grupo, e até doze pontos a mais do que a geração Z.

Saúde: gerações e países têm medos diferentes

Quando se trata de saúde, as pessoas se preocupam principalmente com o próprio bem-estar físico (47%), a saúde dos familiares (44%) e o acesso a cuidados médicos e tratamentos (43%) em todos os países. Diferentemente das preocupações gerais, os medos relacionados à saúde variam de forma mais acentuada entre os países. Os alemães são o único grupo particularmente preocupado com condições de longo prazo e doenças crônicas, enquanto as pessoas na Turquia têm mais medo de doenças graves.

Os brasileiros estão especialmente preocupados com a saúde mental (classificada em 2º lugar no geral), que também aparece entre as cinco principais preocupações na Austrália, no Reino Unido, na Indonésia e na Turquia. Australianos e indonésios se mostram particularmente preocupados com o custo dos cuidados de saúde, enquanto, na França, o acesso à saúde é a questão mais urgente. A saúde dos familiares também é uma grande preocupação na França, no Reino Unido, na Indonésia e na Itália. 

Em termos de diferenças geracionais, os Baby Boomers focam mais na saúde física e no acesso ao tratamento (+14 p.p. em relação à Geração Z), enquanto as gerações mais jovens priorizam a saúde mental, sendo os Millennials a geração mais orientada à saúde mental (42%). Millennials, Geração Z e Geração X estão quase duas vezes mais preocupados com estresse e gestão do estresse do que os Baby Boomers, enquanto a Geração X também aparece consistentemente no topo das preocupações com a saúde da família, refletindo as suas responsabilidades de cuidado na meia-idade.

Com este relatório, a Allianz busca obter uma compreensão mais profunda das preocupações de seus segurados, para atendê-los melhor. A realização regular do estudo, com análises aprofundadas e relatórios específicos por país, reforça o papel da Allianz como parceira confiável na compreensão do sentimento global, das preocupações individuais e de seus impactos na economia e na sociedade. E o compromisso vai além da pesquisa: a Allianz atua ativamente para enfrentar esses receios por meio de iniciativas de educação financeira e impacto social, bem como por meio de parcerias em esportes e programas de saúde. A sua mais recente iniciativa global, The Power of Unity, busca promover o diálogo construtivo e soluções de longo prazo que fortaleçam a confiança e a estabilidade no mundo atual, uma das formas pelas quais a Allianz trabalha para ajudar as pessoas a se sentirem mais seguras. 

As empresas estão preparadas para as mudanças no setor de seguros?

Por Stephanie Zalcman, sócia da Wiz Corporate

Segurança jurídica, transparência e equilíbrio contratual são os três pilares do novo Marco Legal de Seguros, que entrou em vigor em 11 de dezembro. Em um país onde o seguro é parte essencial da estratégia de gestão de riscos das empresas, compreender e incorporar estas mudanças deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Trata-se de uma transformação estrutural que impacta diretamente a forma como os seguros são contratados, comunicados e geridos.

Atualmente, o setor de seguros representa mais de 6% do PIB nacional e tem crescido 2 dígitos ano após ano. A promulgação da Lei nº 15.040/2024, impõe a necessidade de uma profunda revisão e adaptação de processos, produtos e contratos, visando maior clareza, previsibilidade e redução de assimetrias entre as partes. 

Para as seguradoras, isso significa a obrigação de eliminar cláusulas obscuras ou contraditórias, ajustando a descrição de riscos cobertos e excluídos, a necessidade de revisar prazos e condições de renovação, especialmente em apólices coletivas, além da vedação ao cancelamento unilateral de apólices, salvo em hipóteses expressamente previstas em lei. Soma-se a isso a definição de prazos máximos para análise de propostas e pagamento de indenizações, com responsabilização direta em caso de descumprimento

No curto prazo, é natural que haja aumento temporário de custos operacionais decorrentes da revisão de contratos, adequação de sistemas, ajustes de modelos de precificação e fortalecimento das políticas internas e de compliance. Além disso, também é possível que surjam litígios judiciais mais complexos e danos reputacionais, para quem não se adequar às novas regras de transparência e prazos. Ainda assim, este movimento tende a abrir espaço para o desenvolvimento de novas oportunidades e produtos mais modernos, aderentes às necessidades das companhias que, muitas vezes, dependem do seguro como instrumento essencial para a natureza de sua atividade. 


Para as empresas que contratam seguros de grande porte, entre eles seguro cyber, agro, financeiros, responsabilidade civil, riscos operacionais, entre outros, a nova lei reduz ambiguidades que historicamente geravam disputas judiciais e fortalece o papel do seguro como instrumento de planejamento financeiro e continuidade de negócios. 

Este novo ambiente regulatório faz parte de uma agenda de reformas que visa fortalecer a economia, criando um ambiente mais sólido para o desenvolvimento de seguros que são essenciais para a resiliência nacional, assim como algumas modalidades de seguros que, por si só, são indispensáveis atualmente. 

Uma delas, que se tornou uma necessidade de compliance e continuidade de negócios, são os seguros voltados para consequências diretas das mudanças climáticas. O cenário atual aponta que, para as grandes empresas, a contratação de coberturas climáticas deixou de ser apenas um diferencial. 

Desastres climáticos causaram prejuízos estimados de cerca de R$ 184 bilhões ao Brasil em apenas dois anos. Deste total, estima-se que apenas 9% destas perdas, contavam com algum tipo de cobertura securitária. A lacuna de proteção contra catástrofes naturais, próxima de 93%, evidencia o tamanho do desafio e, ao mesmo tempo, a oportunidade que o novo Marco Legal de Seguros pode trazer para ampliarmos a cobertura que garantirá a segurança das empresas e da população diante de mudanças climáticas.

Para além da modernização dos produtos, a nova lei exige das companhias seguradas uma reavaliação interna dos processos de contratação e manutenção dos seguros, especialmente para garantir a transparência na comunicação de riscos. Também é fundamental que setores, como RH, atuem com mais transparência e cuidado no caso de seguros coletivos, para evitar nulidade dos contratos. 

É preciso atenção, pois embora o Marco Legal de Seguros regulamente o dever de boa-fé objetiva de forma simétrica (para seguradoras e segurados), ele flexibiliza determinados aspectos do dever de informação. É crucial que as empresas, como seguradas das apólices, mantenham o rigor no preenchimento de questionários prévios e na comunicação de agravamentos relevantes de risco ao longo da vigência da apólice.


Neste contexto, o papel do corretor de seguros se torna ainda mais consultivo e estratégico para auxiliar as empresas a navegarem pela nova complexidade regulatória e a mapear corretamente os seus riscos, exigindo, destes parceiros, capacidade plena para interpretar a legislação, averiguar riscos, revisar clausulados e estruturar programas de seguros aderentes ao novo padrão legal.

A nova Lei do Contrato de Seguro nº 15.040/2024, representa mais do que uma atualização normativa, ela inaugura um ciclo de profissionalização, previsibilidade e maturidade institucional do mercado. Seu sucesso dependerá da capacidade de seguradoras, corretores e empresas de transformar a exigência regulatória em vantagem competitiva, elevando padrões de governança, comunicação e gestão de riscos. O desafio está posto e a adaptação será determinante para quem pretende operar de forma sustentável neste novo cenário.

Indenizações do Seguro Fiança Locatícia cresceram 40,5% no Mato Grosso do Sul até outubro

Alugar um imóvel sem fiador, com segurança jurídica e proteção financeira, deixou de ser exceção e passou a integrar a rotina de proprietários e imobiliárias. No Mato Grosso do Sul, esse movimento aparece de forma clara nos números do Seguro Fiança Locatícia: as indenizações pagas pelo produto cresceram 40,5% nos primeiros dez meses de 2025, refletindo a expansão de uma solução regulada que garante o recebimento dos aluguéis e pode incluir coberturas adicionais, como condomínio, IPTU, danos ao imóvel e contas de consumo.

De acordo com levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), as indenizações do Seguro Fiança Locatícia no estado alcançaram R$ 7,4 milhões entre janeiro e outubro de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A arrecadação também apresentou crescimento, totalizando R$ 13,92 milhões — alta de 13,4% no período.

Previsto na Lei do Inquilinato, o Seguro Fiança Locatícia é uma das garantias legalmente aceitas nos contratos de locação e foi desenvolvido para proteger proprietários de imóveis e imobiliárias contra prejuízos decorrentes da inadimplência do locatário. Segundo o Glossário do Seguro da CNseg, sua cobertura básica assegura o pagamento dos aluguéis em atraso, podendo ser complementada por garantias que cobrem outras obrigações contratuais.

Para Edvaldo Floresta, integrante da Comissão de Fiança Locatícia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), o crescimento das indenizações demonstra a efetividade e a solidez do produto. “O seguro vem cumprindo seu papel ao indenizar o proprietário quando há inadimplência, com regras claras, fiscalização da Susep e exigência de reservas técnicas pelas seguradoras, o que garante segurança financeira e o pagamento das indenizações conforme contratado”, afirma.

O Sindicato das Seguradoras do Paraná e de Mato Grosso do Sul (Sindseg PR/MS) alerta que a contratação do produto seja sempre feita em uma seguradora especializada, pois há empresas não regulamentadas, denominadas de “garantidoras”, que não são fiscalizadas e não possuem reservas técnicas, trazendo insegurança aos envolvidos.

“A fiança locatícia sendo contratada com uma seguradora de fato traz garantia e agilidade para operação. Ocorrendo o inadimplemento de algum aluguel, saída antecipada do inquilino sem o pagamento da multa, ou algum prejuízo coberto, geralmente o locatário recebe a indenização assim que aciona o seguro, ou em no máximo 30 dias corridos, contados a partir da entrega de toda a documentação, conforme a nova lei nº 15.040/2024”, explica o diretor executivo do Sindseg PR/MS Ramiro Dias.

Além dos aluguéis, podem ser contratadas coberturas para taxas de condomínio, IPTU, danos ao imóvel, contas de energia, água e gás canalizado, bem como multa por rescisão contratual. O seguro também pode incluir assistências ao inquilino, como serviços de chaveiro, eletricista e apoio jurídico, agregando conveniência à relação locatícia.

O prazo de vigência da apólice acompanha o contrato de locação, e o valor do prêmio é proporcional a esse período. Em caso de encerramento antecipado, quando houver pagamento superior ao valor devido, o consumidor tem direito à devolução proporcional, conforme as regras do mercado segurador.

Como serviço ao consumidor, a FenSeg disponibiliza gratuitamente o guia “Fiança Locatícia: como usar”, que reúne informações práticas sobre funcionamento, coberturas e direitos de locadores e locatários. A publicação pode ser acessada em: https://fenseg.org.br/publicacoes/fianca-locaticia-como-usar

Junto Seguros atinge R$ 1 bilhão em prêmio direto de apólices de garantia

A Junto Seguros alcançou em 2025 um marco inédito em sua trajetória: ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão em prêmio direto de Seguro Garantia, representando um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. O resultado consolida a posição da companhia como referência de mercado no segmento e reforça o papel estratégico das soluções de garantia no desenvolvimento econômico brasileiro.

O desempenho da seguradora acompanha o momento positivo do setor, que segue em trajetória de crescimento sustentado. De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de Seguro Garantia movimentou cifras expressivas em 2025, demonstrando a relevância crescente do produto para a economia nacional.

Além da marca bilionária, a Junto Seguros também atingiu outro marco histórico em 2025: ultrapassou 2 milhões de apólices emitidas ao longo de sua história, atendendo mais de 80 mil empresas de diversos portes e segmentos. Os números refletem a capilaridade da operação e a capacidade da companhia de atender desde pequenos negócios até grandes corporações.

“Atingir R$ 1 bilhão em prêmio direto é o reconhecimento da confiança que conquistamos junto ao mercado, aos nossos parceiros e clientes. Esse resultado só foi possível graças à dedicação dos nossos colaboradores e ao investimento constante em tecnologia, inovação e relacionamento. Estamos construindo uma história de crescimento sustentável e contribuindo ativamente para o desenvolvimento do país”, afirma Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros.

O executivo destaca, ainda, que o marco histórico acontece no mesmo ano em que a companhia completa três décadas desde a emissão de sua primeira apólice de Seguro Garantia. “São 30 anos de pioneirismo, evolução e compromisso com o mercado. Ao longo desse trajetória, tivemos a capacidade de se transformar, mantendo a simplicidade e segurança,  e nos tornamos referência nacional, sempre mantendo os valores de ética, transparência e inovação que nos guiaram desde o início.”

Com a solidez dos resultados conquistados no ano passado, a Junto Seguros projeta um 2026 de continuidade no crescimento e de novas iniciativas para ampliar sua atuação. A estratégia contempla expansão geográfica, fortalecimento das parcerias com corretores e assessorias, além de novos produtos. 

Com mais de 30 anos de experiência, a Junto Seguros se consolida como referência em soluções de garantia para empresas de diversos tamanhos e segmentos. Especialista em Seguro Garantia e Fiança Locatícia, a Companhia já atendeu mais de 80 mil empresas e acumula mais de 2 milhões de apólices emitidas no período.

Pioneira no Brasil ao emitir a primeira apólice digital de Seguro Garantia, a Junto Seguros é reconhecida por sua governança corporativa alinhada aos mais elevados padrões de ética e transparência. Aliando sua atuação à valorização de pessoas e à inovação, recentemente, a seguradora alcançou a 10ª posição entre as 100 empresas Mais Inovadoras no Uso de TI, do IT Fórum, marcando o terceiro ano consecutivo na lista. No ano anterior, foi reconhecida entre as cinco líderes em inovação no setor de saúde e seguros pelo Prêmio Valor Inovação.

Comprometida com diversidade, inclusão e equidade de gênero, a empresa conquistou, pela sétima vez, o selo Great Place To Work® e integra o Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Instituições Financeiras Seguradoras, eleita a 3ª melhor seguradora para se trabalhar no Brasil em 2025.

A empresa reforça o seu comprometimento contínuo de transformação e crescimento de diferentes setores empresariais, garantindo negócios que movem o país.

Zurich anuncia André Almeida de Araujo como superintendente comercial Filial Digital e Assessorias

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A Zurich Seguros anuncia André Almeida de Araujo como novo superintendente comercial da Filial Digital e Assessorias. O executivo está na companhia desde 2016 e passa a assumir a posição em um movimento que reforça a estratégia de expansão geográfica e o fortalecimento dos diferentes modelos de distribuição da seguradora. 

Com mais de 25 anos de experiência no mercado segurador, André construiu uma trajetória sólida na área comercial, com atuação em seguros corporativos, vida e massificados. Na Zurich, atuava como gerente regional executivo, sendo responsável pela gestão comercial da Regional São Paulo Capital, vocacionada no relacionamento com corretores de perfil atacado. 

A movimentação ocorre em um contexto de evolução dos canais Filial Digital e Assessorias, que fazem parte do plano de expansão da Zurich iniciado em 2022, com foco em ampliar a proximidade com os corretores, inclusive de forma remota, sem perder a personalização no relacionamento. Essas frentes têm papel relevante na estratégia de crescimento da companhia, apoiando corretores em diferentes regiões do país e ampliando a capilaridade da atuação comercial. 

“A unificação da liderança da Filial Digital e das Assessorias reforça nossa estratégia de crescimento sustentável e o fortalecimento do relacionamento com corretores. Contar com um executivo dedicado a essas operações é fundamental para garantir direcionamento estratégico, produtividade comercial e a continuidade da expansão geográfica da companhia”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros. 

A nomeação de André reforça o compromisso da Zurich em investir em sua estrutura comercial e em modelos de relacionamento que combinem soluções digitais, presença regional e proximidade com o mercado, apoiando o desenvolvimento dos corretores e o crescimento da companhia no Brasil. 

Assistência 24h ganha centralidade no Seguro Auto em períodos de férias

Jaime soares diretor Porto Seguro

A Assistência 24h automotiva deixou de ser um item complementar para se consolidar como um componente estratégico do Seguro Automóvel no Brasil, sobretudo em períodos de maior circulação nas estradas, como as férias escolares. Em um cenário de frota crescente, uso mais intenso dos veículos e demanda por respostas rápidas, o serviço passou a ocupar posição central na experiência do segurado.


Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que a contratação de coberturas adicionais no Seguro Auto movimentou R$ 7,4 bilhões em 2025, até outubro, o equivalente a cerca de 14,5% da arrecadação total do ramo. Na outra ponta, os desembolsos com serviços de Assistência somaram R$ 3,8 bilhões no período, uma alta de 22,5% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, evidenciando o uso crescente e a relevância prática dessas coberturas no dia a dia dos motoristas.


Segundo Jaime Soares, presidente da Comissão de Seguro Auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que integra a CNseg, a Assistência 24h tem papel ainda mais decisivo quando o veículo é utilizado em viagens de média e longa distância. “Em períodos de férias, quando as famílias pegam a estrada, o serviço de guincho se torna um diferencial essencial do seguro. Uma pane mecânica, falha elétrica ou problema no pneu em rodovias pode transformar a viagem em um transtorno significativo. Contar com atendimento rápido, reboque adequado e cobertura compatível com longas distâncias garante segurança, tranquilidade e continuidade da viagem”, afirma.


Inserida como cobertura opcional nas apólices de Seguro Automóvel, a Assistência 24h pode ser contratada em diferentes formatos, de acordo com o perfil do segurado e o uso do veículo. Planos mais básicos concentram-se em serviços essenciais, enquanto versões mais completas ampliam os limites de reboque e incluem benefícios como transporte alternativo, hospedagem em caso de imobilização do veículo, socorro mecânico especializado e suporte em viagens rodoviárias.


O avanço desse tipo de cobertura também reflete o fortalecimento de um amplo ecossistema de prestadores de serviços que atuam em parceria com as seguradoras, reunindo reboquistas, chaveiros, mecânicos e eletricistas especializados, organizados em redes cada vez mais estruturadas e capilarizadas em todo o país.


“Existem diferentes planos de Assistência 24h, com níveis variados de cobertura, mais simples ou mais completos, e por isso é fundamental que o consumidor conte com a orientação do corretor de seguros no momento da contratação. Esse profissional é quem pode ajudar a identificar o plano mais adequado ao perfil do motorista e ao uso do veículo, seja para deslocamentos urbanos ou para viagens mais longas. A escolha correta garante que o serviço funcione de forma efetiva, aumenta a satisfação do segurado e reforça a percepção de valor do Seguro Auto”, conclui Jaime Soares.

Camila Kataguiri assume como CEO da Pier Seguradora e projeta crescer 50% em 2026 

pier seguros

A Pier Seguradora anunciou que Camila Kataguiri assume oficialmente o cargo de CEO da insurtech, função anteriormente ocupada pelo fundador Igor Mascarenhas. Até então co-CEO da companhia, a executiva passa a liderar a empresa em um novo estágio de maturidade, com foco em crescimento sustentável, maior estruturação e fortalecimento da posição no mercado. A expectativa é encerrar 2026 com crescimento superior a 50%.

Segundo Camila, a estratégia inclui o aprofundamento do uso de inteligência artificial em toda a jornada do seguro, a expansão estruturada no canal corretor e a manutenção da disciplina técnica na gestão de riscos e na precificação. A empresa também pretende ampliar parcerias estratégicas, investir em agentes proprietários de IA e fortalecer o time de alta performance, com foco em produtos mais eficientes.

Camila ingressou na Pier em 2022 como COO, quando a companhia faturava R$ 30 milhões e iniciava sua atuação no seguro automotivo. Desde então, liderou a estruturação da operação, a profissionalização da gestão e a entrada no canal corretor, movimento que impulsionou o crescimento do faturamento para R$ 250 milhões em 2025. Em 2023, foi nomeada co-CEO, passando a dividir a presidência com Igor Mascarenhas e assumindo também as áreas de tecnologia, dados, produto e marketing.

Agora como CEO, Camila passa a responder por toda a gestão do negócio, incluindo as áreas financeira, jurídica e de pessoas. Igor Mascarenhas permanece na companhia como acionista e chairman do Conselho de Administração.

Primeira mulher a ocupar o cargo de CEO na Pier, Camila destaca a importância da nomeação para a representatividade no setor. Dados da 5ª edição do estudo A Mulher no Setor de Seguros, da Escola de Negócios e Seguros (ENS), mostram que as mulheres representam 55% da força de trabalho do setor, mas ainda são minoria nos cargos de direção.

A Pier encerrou 2025 com crescimento de 60% em relação a 2024, alcançando mais de 180 mil clientes e 5 mil corretores cadastrados em sua plataforma. No último trimestre do ano, a companhia lançou o Pier Scan e o Seguro Celular no canal corretor.

MAG lança videocast gravado em carro com conversas sobre o futuro dos seguros

O Grupo MAG anuncia o lançamento do “Papo de Especialista”, um videocast que reforça o posicionamento da companhia como referência em proteção financeira no Brasil. Conduzido por Marcio Batistuti, diretor comercial de Varejo do Grupo MAG, o projeto é voltado aos profissionais corretores e propõe conversas diretas e práticas com grandes nomes do mercado de seguros, abordando temas como seguro de vida, campanhas comerciais, tendências e estratégias que movimentam o setor. 
 

Em sua primeira temporada, o programa ganha um formato inovador: os episódios são gravados dentro de um carro, o MAG Móvel, que percorre São Paulo oferecendo uma “carona” aos convidados. A proposta simboliza o especialista em campo, levando informação, proteção e histórias reais para perto do público. 
 

“A gente sentiu a necessidade de dar um espaço para os nossos especialistas falarem e foi daí que nasceu a ideia do Papo de Especialista”, conta Marcio Batistuti, diretor comercial de Varejo do Grupo MAG. 
 

O projeto contará com cinco episódios mensais e um teaser e o primeiro já está disponível. As entrevistas reúnem especialistas em Proteção Financeira MAG, com temas conectados aos desafios atuais do mercado. Entre os convidados da temporada estão Mário Neto, Ana Brez, Cadu Biagioni, Paula Braziliano e Cristiano Mourão, discutindo assuntos como Geração Z, liderança, vendas com propósito, comunicação técnica e transição de carreira. 

O “Papo de Especialista” equilibra a informalidade de um bate-papo com conteúdo estratégico e aplicável, fortalecendo e estimulando conversas que impulsionam o mercado de seguros. 

Eventos climáticos extremos ameaçam seguros, crédito imobiliário e estabilidade financeira, segundo WWF

Desastres naturais e climáticos, como inundações e ondas de calor, representam uma ameaça crescente à resiliência financeira da União Europeia (UE) e já impactam o acesso à moradia, segundo relatório da organização ambientalista WWF. De acordo com a entidade, o avanço desses eventos extremos compromete o funcionamento do mercado de seguros e, por consequência, o financiamento imobiliário em diversas regiões do bloco.

“O que não é segurável não é financiável. Proprietários de imóveis e empresas localizadas em áreas de alto risco, sem cobertura de seguro, tendem a perder acesso a empréstimos e financiamentos imobiliários”, destaca a WWF no documento.

O estudo foi elaborado com o apoio de seguradoras como Allianz e Generali, além de instituições acadêmicas como a Universidade da Califórnia em Berkeley, a London School of Economics e a Universidade de Economia e Negócios de Viena. O relatório alerta que os riscos ambientais crescentes estão “empurrando áreas antes consideradas de baixo risco para zonas de perigo”.

Segundo a organização, um número cada vez maior de regiões da UE enfrenta uma crise de seguros, à medida que eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes e severos. A análise reforça conclusões de um relatório recente da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle (JLL), que estima que cerca de US$ 580 bilhões em ativos imobiliários comerciais europeus estejam concentrados nas dez cidades mais vulneráveis às mudanças climáticas.

Entre essas localidades, Roma, Istambul, Barcelona e Atenas apresentam os maiores riscos relacionados ao clima, enquanto Paris concentra a maior exposição em termos de valor dos edifícios ameaçados, ressalta a WWF.

O aumento dos custos dos seguros deve se traduzir em despesas cada vez mais elevadas para famílias, empresas e orçamentos públicos. Para a especialista financeira da WWF, Dominyka Nachajute, são necessárias “medidas urgentes para reduzir a lacuna de proteção securitária e preservar a estabilidade financeira da Europa”.

A vulnerabilidade do continente é agravada pelo fato de a Europa estar aquecendo a um ritmo duas vezes superior à média global, o que expõe novas regiões a riscos climáticos e leva alguns mercados de seguros ao limite. Entre 1980 e 2023, apenas entre 5% e 20% dos prejuízos econômicos causados por esses eventos foram cobertos por seguros, segundo dados da Agência Europeia do Ambiente.

Apenas no verão de 2025, ondas de calor, inundações e secas geraram perdas estimadas em € 43 bilhões na UE. Especialistas alertam que, sem medidas adicionais, as perdas acumuladas podem chegar a € 126 bilhões até 2029, observa a WWF.

Para enfrentar o problema, a organização defende que governos e reguladores avaliem de forma abrangente os riscos climáticos e ambientais e cumpram as metas de clima e biodiversidade. Também recomenda a priorização de soluções baseadas na natureza para adaptação, além do fortalecimento dos marcos regulatórios e dos mecanismos de seguros, como forma de reforçar a resiliência financeira.

A WWF ainda apela para que os formuladores de políticas da UE exijam das empresas planos de transição climática críveis e criem mecanismos de compartilhamento de riscos, reunindo recursos de seguradoras e governos. Segundo a entidade, esses mecanismos devem ir além da compensação de perdas e incentivar as seguradoras, como grandes investidoras institucionais, a se afastarem de ativos ligados a combustíveis fósseis e avançarem na descarbonização da economia.