Com o objetivo de promover o desenvolvimento científico com foco no progresso e bem-estar social, a Fundación MAPFRE anuncia o lançamento dos Auxílios à Pesquisa Ignacio H. de Larramendi. Este programa destina-se a projetos que se concentrem no desenvolvimento de iniciativas nas áreas de saúde, bem como seguro e previdência social.
O programa faz uma homenagem a uma das principais figuras do cenário empresarial espanhol no século XX: Ignacio H. de Larramendi se tornou um dos principais criadores da MAPFRE e o primeiro presidente da Fundación MAPFRE.
Os projetos de pesquisa relacionados à promoção da saúde podem obter um valor máximo de 30 mil euros de auxílio e devem explorar um dos seguintes temas:
Estratégias e educação para mudança de hábitos, com enfoque na prevenção da obesidade, no estímulo à atividade física e no bem-estar emocional, incluindo o uso adequado das novas tecnologias;
Educação em manobras de emergência para a população em geral;
Avaliação de danos corporais: avaliação das consequências de um evento (traumático ou acidental, negligência médica, agressão ou doença) sobre a saúde do indivíduo e repercussão que terá nas atividades essenciais da vida cotidiana e outras atividades específicas de desenvolvimento pessoal (dano moral, perda de qualidade de vida);
Gestão em saúde, com foco em qualidade e segurança clínica;
Longevidade e a influência dos estilos de vida.
Pesquisadores na área de seguro e previdência social poderão obter um auxílio no valor máximo de 15 mil euros e devem aprofundar um dos temas a seguir, que são desafios do século XXI: seguro, gerenciamento de riscos e novas tecnologias na área de seguro, ou previdência social, com foco em pensões, poupança, investimento, transformação de ativo em dinheiro ou economia sênior.
Podem concorrer ao programa pesquisadores ou equipes de pesquisadores, acadêmicos ou profissionais do mercado, associados a hospitais, empresas ou centros de pesquisa. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 17 de outubro de 2023.
A Brasilseg tem fortalecido sua cultura de inovação e, entre as iniciativas adotadas, está a busca constante por parcerias que possam agregar valor aos produtos e serviços dos seguros. Apenas neste 1º quadrimestre a empresa consolidou parcerias estratégicas com empresas como Visiona Tecnologia Espacial e VEGA Monitoramento, além das já consolidadas parcerias estratégicas com as geotechs Audsat Monitoramento de Riscos, que fornece o monitoramento diário com imagens de satélite de alta resolução das áreas agrícola de todas as operações seguradas, e EarthDaily Agro.
Com as parcerias a Brasilseg fortalece o desenvolvimento de estratégias modernas de análise e monitoramento de riscos, promovendo novos produtos e novos serviços voltados para o setor agrícola. Além disso, recentemente fechou uma parceria exclusiva com a startup IMBR Agro para modelagem de risco do seguro agrícola.
“Nós temos investido cada vez mais em tecnologia e inteligência de dados para aprimorar o portfólio de produtos, os modelos de subscrição, as esteiras e análises técnicas de sinistros e, com isso, entregar a melhor experiência aos nossos produtores rurais”, afirma Paulo Hora, Superintendente Executivo de Produtos de Agronegócio da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.
Todo o portfólio de produtos agora conta com um monitoramento de riscos em tempo real para os clientes, utilizando tecnologia de nano satélites que cobrem diariamente toda a área agrícola do Brasil e inteligência artificial para identificar anomalias dos principais indicadores de produção e permitir ações mais precisas para reduzir perdas. Com foco no monitoramento de culturas, também contamos com tecnologia de satélites e radares de diversas fontes, para monitorar indicadores climáticos, executar análises de imagens pretéritas de uso do solo com alta resolução, aplicar e avaliar critérios ESG condizentes com nossas políticas, atendendo aos órgão reguladores, entre outros usos que a tecnologia geoespacial tem potencial de fornecer.
Por meio da iniciativa de inovação aberta da Brasilseg, Impulso Open Conexões, a seguradora está avançando na identificação de startups que possam acelerar nosso ecossistema, a exemplo da recente parceria para modelagem de risco, onde a seguradora pretende desenvolver um conjunto de ferramentas de análise e inteligência de dados avançadas, que ajudarão a empresa a realizar uma avaliação mais acurada dos riscos de cada contrato, proporcionando uma precificação mais equilibrada aos clientes. O objetivo é evoluir para análise de dados mais granular a nível de talhão e oferecer aos clientes um seguro mais adequado às suas necessidades, com coberturas ainda mais precisas. “A parceria com a IMBR Agro, por exemplo, reforça nosso compromisso em oferecer soluções inovadoras e personalizadas para os produtores rurais, por meio do relacionamento com o ecossistema de startups do país”, afirma Mariana Santana, Gerente de Estratégia, Inovação e Inteligência de Mercado da Brasilseg.
Os seguros rurais da BB Seguros oferecem proteção para diversas culturas, como soja, milho, algodão, arroz, café, trigo, entre outras. Além disso, a empresa oferece cobertura para diversas etapas do ciclo produtivo, desde o plantio até a colheita. Junto com as inovações e parcerias que estão realizando, os clientes podem esperar um produto cada vez mais adaptado às suas necessidades potencializando o acesso ao seguro agrícola no Brasil.
O Grupo Bradesco Seguros será a primeira seguradora a patrocinar o projeto ‘Abrigo Amigo’, que proporcionará atendimento eletrônico com o objetivo de assistir mulheres em situações de vulnerabilidade em pontos de ônibus. A iniciativa criada a partir do Guarded Bus Stop, projeto desenvolvido pela AlmapBBDO para a Eletromidia, prevê a instalação em cerca de 100 pontos de ônibus distribuídos inicialmente, por São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro.
O projeto prevê a troca dos mobiliários urbanos (MUB’s) digitais tradicionais por MUBs com câmera noturna, microfone e conexão com internet. Um sensor detectará quando há apenas uma pessoa no ponto e, a partir de um botão de acionamento no MUB, será feita a ligação com uma central de monitoramento e segurança. A campanha “Guarded Bus Stop”, conquistou um Leão de Ouro, na categoria Media, na edição 2023 do Cannes Lions, realizada em junho.
Para Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente de Marketing do Grupo, a inovação e o propósito de proteção da campanha vão ao encontro dos valores da seguradora. “Nossa assinatura é ‘Com Você. Sempre’ porque pautamos nossas ações na cultura da proteção. Por isso, nossa adesão ao patrocínio dessa ação tão relevante e necessária às mulheres foi imediata. Queremos contribuir para que esse projeto se estabeleça e cresça no país”, afirma a executiva.
Criadora do projeto, a Eletromidia reforça que embora a ideia inicial considere a situação de vulnerabilidade das mulheres usuárias de transporte público, o projeto é aberto para todos, uma vez que o sensor é acionado quando identifica que tem apenas uma pessoa no ponto de ônibus.
A HDI mobilizou uma equipe para atender prontamente aos danos causados pelo recente vendaval que assolou a região Sul do Brasil. Com uma resposta rápida e eficiente, a seguradora conseguiu atender cerca de 400 sinistros, totalizando aproximadamente R$ 8 milhões em indenizações.
A ação coordenada pela HDI abrangeu diversos tipos de seguros, incluindo automóveis, residências e pequenas e médias empresas (SME). Com a prioridade de garantir o bem-estar e a tranquilidade dos segurados, a equipe da seguradora trabalhou incansavelmente para agilizar o processo de sinistro e realizar os pagamentos de forma ágil.
Além dos sinistros pagos, a seguradora prestou aproximadamente 200 atendimentos de assistência, que incluíram serviços como reboque de veículos danificados, colocação de lonas protetoras em residências e outros serviços essenciais para minimizar os impactos causados pelo vendaval.
“Nossa equipe dedicada trabalhou sem descanso para garantir que todos os atendimentos fossem tratados com agilidade e recebessem o suporte necessário para reconstruir e retomar suas vidas o mais rápido possível”, afirmou Igor Di Beo, vice-presidente técnico da HDI.
A HDI Seguros reitera seu compromisso em oferecer proteção confiável e soluções abrangentes para seus segurados, fortalecendo a relação de confiança construída ao longo dos anos. Em momentos de adversidade, a seguradora se mantém firme em seu propósito de cuidar e proteger o patrimônio de seus clientes.
Na última quinta-feira, 29 de junho, a Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, promoveu mais uma edição do “Café com a Presidente”, tradicional encontro entre as lideranças da companhia e corretores parceiros. Dessa vez, a reunião foi realizada na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e contou com a presença da CEO, Patricia Chacon, e do vice-presidente Comercial, Marcos Machini.
Durante o encontro, Patricia reforçou o compromisso da Liberty com a proximidade, o desenvolvimento e a capacitação dos corretores, além de abordar o recente anúncio da compra das operações da empresa pela HDI, processo que ainda está sujeito à aprovação regulatória.
Um dos exemplos desse compromisso da seguradora com o crescimento dos parceiros é o Conselho de Corretores, projeto lançado pela companhia em 2015, que visa dar voz aos profissionais e fomentar a co-criação de produtos e serviços com os corretores. Por meio do Conselho, a Liberty desenvolveu diversos projetos importantes, como a Aliro, marca da empresa voltada para clientes que buscam por soluções com preços mais acessíveis sem perder a qualidade dos serviços; a plataforma de treinamentos para corretores e a nova versão do Meu Espaço Corretor, portal da companhia que oferece aos parceiros acesso aos diversos serviços; e ferramentas digitais para facilitar o dia a dia e alavancar as vendas.
Quando indagada sobre o processo de integração da Liberty com a HDI, Patricia enfatizou que ambas as empresas se respeitam e se admiram mutuamente e que, no devido tempo, todo o trabalho será realizado para que se tenha o melhor de cada seguradora.
O “Café com a Presidente” é promovido pela companhia desde 2016 e faz parte do Cresça Com a Liberty, programa desenvolvido para apoiar os corretores no crescimento de seus negócios. Além disso, a iniciativa tem o objetivo de estreitar a relação entre as lideranças da Liberty e os parceiros, que sempre têm um espaço aberto para dúvidas, sugestões e outros comentários.
“Os encontros que estamos promovendo com nossos parceiros pelo Brasil têm sido fundamentais para nos mantermos próximos e, assim, continuar com o mesmo impulso que conquistamos juntos desde o final de 2022”, destaca Patricia. “Estamos muito confiantes com o futuro da companhia e seguiremos fazendo nosso trabalho de atender os corretores e clientes com a mesma qualidade de sempre”, conclui a executiva.
A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, fechou acordo com Akad Seguros, que passa a disponibilizar seu produto (específico para bicicletas) no TELEPORT, plataforma de gestão e multicálculo da insurtech.
De acordo com Emir Zanatto, CEO da TEx, oferecer um seguro de bike pode ser uma oportunidade de ampliar a carteira de clientes e oferecer um produto diferenciado, capaz de atender às necessidades de um público específico. “Mais do que ampliar sua carteira, o seguro de bike é uma opção interessante para atender um público com perfil urbano que valoriza a mobilidade e a sustentabilidade”, explica.
“O corretor que utiliza o TELEPORT, que já contava com multicálculo de auto, moto, caminhão e residencial, agora tem também o Cálculo de Seguro de Bike com a Akad Seguros, que oferece proteção completa contra roubo e furto e cobertura de custos de reparo e reposição”, ressalta Emir.
Para Mariana Miranda, head comercial e Marketing da Akad Seguros, a parceria é muito importante para a seguradora. “Mais um passo para facilitar o dia a dia dos nossos corretores e que eles tenham a tranquilidade de oferecer outros produtos para os clientes”, ressalta a executiva.
De acordo com Mariana, uma das principais vantagens do seguro é a proteção contra roubo e furto, que pode ser uma grande preocupação para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte. “Além disso, o seguro também pode oferecer cobertura de responsabilidade civil para danos causados a terceiros, bem como assistência 24 horas em caso de acidentes ou problemas mecânicos”.
Outro ponto importante, segundo a executiva da Akad Seguros, é que o seguro de bike “costuma ter um valor acessível, o que o torna uma opção viável para quem quer proteger seu meio de transporte sem gastar muito”.
Além de ofertar o seguro, a Akad também acredita no potencial e incentiva o uso da bike para outras finalidades. “A bike não é apenas um meio de transporte, mas pode também ser utilizada para lazer, além de contribuir para a saúde física e mental de quem pedala”, explica Mariana. “E também é tendência mundial entre as empresas a promoção de ações de bem-estar aos colaboradores, como o Dia do Pedal, por exemplo, iniciativa já realizada na Akad que contou com grande engajamento dos nossos times”, finaliza a executiva.
Espera-se que a Ásia emergente seja o principal contribuinte para o crescimento econômico global nos próximos anos, de acordo com o último relatório sigma do Swiss Re Institute. Com a reabertura da economia da China este ano levando a uma recuperação da demanda, a Swiss Re prevê que a Ásia cresça 5,4% em 2023/24. A inflação continua sendo a principal preocupação macroeconômica global.
“Com as pressões inflacionárias ainda persistentes, as duras condições de mercado no ramo não vida devem continuar, pois as seguradoras compensam os custos elevados de sinistros com preços de prêmio mais altos. Uma vez que a desinflação se instala com preços diminuindo, sinistros menos caros e maiores retornos de investimentos sensíveis à taxa de juros deve apoiar ainda mais a lucratividade do setor”, disse Jérôme Haegeli, economista-chefe do Grupo Swiss Re.
Dados Brasil
A previsão da Swiss Re é que prêmios totais crescerão 3% em termos reais em 2023, abaixo dos 4.3% estimados em 2022. O crescimento foi impulsionado por não-vida e isso continuará, embora esperemos que o crescimento dos prêmios de vida se fortaleça também no próximo ano. O mercado de seguros tem se mostrado mais resiliente do que o esperado, refletindo a atividade econômica favorável, o endurecimento das tarifas devido à inflação e a maior conscientização do público sobre o seguro de vida pós-pandemia.
Inovação, transformação digital e condições regulatórias mais favoráveis como o Open Insurance têm impulsionado importantes mudanças no mercado nos últimos anos. Estes impulsionadores continuarão a criar oportunidades de negócios para aumentar a penetração no mercado e o crescimento acima da tendência. Nossa pesquisa global com consumidores de 2022 constatou que mais de 50% dos entrevistados no Brasil planejam usar mais os canais digitais para suas necessidades relacionadas com o seguro.
Prêmios de L&H aumentarão 2,3% em 2023, acima dos 1.1% estimados em 2022. A alta inflação compensou o crescimento nominal dos prêmios de vida, com o crescimento negativo dos produtos de risco compensado pelos produtos de poupança no primeiro semestre. O alto desemprego limitará a demanda por seguro saúde (1-2%), que em grande parte vem de planos de benefícios do empregador.
Projeção de crescimento acima da tendência nos prêmios não-vida de 4,5% em 2023, após um forte crescimento em 2022 (estimado 12%). O crescimento deste ano foi impulsionado pelos prêmios de automóveis, devido aos preços mais altos dos veículos e uma recuperação nas vendas de veículos (cerca de 30% de novos registros em agosto passado). No entanto, os aumentos de preços dos veículos provavelmente diminuirão à medida que as cadeias de suprimentos se normalizarem.
As previsões de crescimento econômico global da Swiss Re estão abaixo do consenso em 2,3% este ano e 2,3% em 2024. O efeito cumulativo de mais de 18 meses de aumento das taxas de juros, deterioração das condições de crédito e novas reduções do balanço central continuarão a diminuir as perspectivas de crescimento. Os riscos para o crescimento permanecem enviesados para o lado negativo.
O crescimento econômico global é amplamente apoiado pelos mercados emergentes da Ásia, incluindo países como Índia, Tailândia, Indonésia e Malásia, que devem crescer nos próximos anos. Dada a reabertura da economia da China de bloqueios em dezembro do ano passado, a China deverá ser um dos poucos países a registrar um crescimento mais forte este ano do que em 2022, estimado em 5,4%.
“Em episódios anteriores de recuperação na China, o crescimento foi impulsionado principalmente pelo investimento, mas esperamos que seja impulsionado pelo consumo doméstico este ano, especialmente do setor de serviços. Portanto, a maior demanda na China não reverte nossa perspectiva básica de desinflação global. A recuperação deste ano na China terá um impacto limitado na economia global”, disse Li Xing, chefe de análise de mercado de seguros da Swiss Re.
Lucratividade do setor de seguros deve melhorar
Espera-se que a indústria global de seguros demonstre resiliência contínua nos próximos dois anos. De acordo com o Swiss Re Institute, estima-se que os prêmios de seguros globais, tanto em não vida quanto em vida, cresçam 1,1% em 2023 e 1,7% em 2024. Os volumes de prêmios devem totalizar um novo pico de US$ 7,1 trilhões em 2023, em comparação com US$ 6,8 trilhões em 2022.
Prevê-se que os prêmios não vida na Ásia emergente cresçam 6,7% e 6,2% em 2023 e 2024, enquanto os prêmios de vida devem crescer 5,0% e 5,4%. Entre os 20 maiores mercados, 14 registram recuo nas vendas. O Brasil lidera o percentual de crescimento, como mostra a tabela acima.
Os EUA são, e continuam sendo, o maior mercado de seguros do mundo, com prêmios totais de cerca de US$ 3 trilhões em 2022, segundo dados da sigma. Sua participação no mercado global aumentou de 40% para 44%, impulsionada pelo forte crescimento dos prêmios em termos nominais (8,6%) e pela valorização do dólar americano em relação a praticamente todas as principais moedas. A China é o segundo maior mercado com volumes de prêmios de US$ 698 bilhões. O Reino Unido subiu para o terceiro lugar no ano passado com prêmios de US$ 363 bilhões, trocando de posição com o Japão, que agora está em quarto lugar.
Negócio Não Vida apoiado por melhores preços
O crescimento dos prêmios não vida deve se fortalecer para 1,4% este ano. De acordo com o relatório, o mercado automóvel regressa ao crescimento após três anos de contração, também assente na subida dos preços dos prémios, ao mesmo tempo que se regista uma quebra nos prémios de saúde devido ao fim das políticas de apoio à pandemia nos EUA.
Espera-se que as economias avançadas cresçam 0,8% este ano. Para as economias emergentes em geral, o crescimento dos prêmios está previsto em 4,5%. Prevê-se que os prêmios não vida para a China e a Ásia cresçam 6,8% e 6,6%, respectivamente.
Seguro de vida: ventos favoráveis de crescimento e lucratividade
No seguro de vida, os prêmios globais devem aumentar 1,5% em 2024, acima da tendência de 1,3% em 10 anos. Os prêmios de vida na Ásia devem crescer 5,0% em termos reais em 2023. A abertura da fronteira na China sustenta uma previsão de crescimento real de 7,3% para os prêmios de vida em Hong Kong, enquanto os prêmios na China devem crescer 3,8% em 2023 e 4,7% em 2024. Liderado pela Índia, o Swiss Re Institute espera um crescimento real dos prêmios de vida de 6,9% em outros mercados asiáticos emergentes (excluindo a China) em 2023 e 2024, acima da tendência de longo prazo de 4,5%.
A MetLife registrou crescimento de 85% nas vendas de janeiro a maio deste ano no canal parcerias, conta Marcelo Tomei, vice-presidente comercial da Metlife, uma das maiores seguradoras de vida do mundo e também do Brasil, em entrevista ao podcast e canal do Youtube do Sonho Seguro. O objetivo é crescer 50% em prêmios em 2023, tendo o seguro de vida como uma das principais soluções e ferramentas para a proteção e o planejamento financeiro das pessoas.
Ouça abaixo o podcast #22 disponível no Spotify, Apple Podcast e Deezer, ou assista o vídeo no canal do Youtube e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.
Conte um pouco sobre a MetLife e o momento da seguradora no Brasil.
A MetLife celebrou em março 155 anos de história como uma das principais companhias de seguros do mundo, estamos em mais de 40 países e ocupamos posições de liderança nos Estados Unidos, Japão, América Latina, Ásia, Europa e Oriente Médio. Hoje são mais de 100 milhões de clientes e 48 mil colaboradores ao redor do mundo. No Brasil estamos completando 24 anos e vivemos um momento muito especial como companhia, comemoramos um crescimento expressivo do negócio e nós temos sido reconhecidos pelo mercado devido a qualidade dos nossos produtos, serviços e soluções.
E quais os resultados obtidos até agora?
Falando sobre os resultados em 2022 tivemos um crescimento de 44%, os prêmios superaram R$ 1,7 bilhão. E o ano de 2023 também iniciou com um ritmo forte, os prêmios até maio atingiram R$ 865 milhões, um crescimento de 46% em relação ao mesmo período do ano passado. Temos crescido na MetLife de forma consistente, e nos últimos 2 anos, crescemos três vezes acima da média do mercado, o que nos orgulha e é motivo de comemoração.
E no canal parcerias?
Neste cenário, o Canal Parcerias tem se destacado e é parte relevante desta estratégia de crescimento da MetLife no Brasil, tendo como foco a distribuição dos nossos produtos e soluções através de Bancos, Plataformas de Investimentos, Redes de Varejo, Veículos e Fintech’s. Em 2022, o canal Parcerias atingiu um crescimento importante das vendas, 110% em relação ao ano anterior, e em 2023, até o mês de maio, mantivemos uma forte expansão com um crescimento de 85% em relação ao mesmo período de 2022. E o Seguro de Vida tem sido um dos nossos maiores destaques.
A que se deve este crescimento?
As pessoas estão mais conscientes e entendem a importância de estar preparadas para o presente e para o futuro. Proteger, cuidar daqueles que amamos e planejar o futuro se tornou algo essencial e urgente. Neste cenário o seguro de vida e, de forma mais ampla, os seguros de pessoas, têm um papel fundamental. Por isso, nós temos trabalhado continuamente na MetLife para a cada dia nos adequarmos melhor às necessidades dos nossos clientes e parceiros, ampliarmos o valor dos nossos produtos, tornando estes produtos mais acessíveis e oferecendo soluções simples, intuitivas e que possam ser customizadas ao momento de vida das pessoas.
O que mais tem influenciado o bom resultado?
Um fator importante é que as pessoas realmente passaram a se preocupar mais com a saúde, com a segurança, a proteção financeira e o futuro delas e das famílias. As pessoas estão mais preocupadas com os riscos e imprevistos que podem acontecer com qualquer um de nós no dia a dia, e para isso temos diversas coberturas e proteções para as pessoas em vida. Tivemos um crescimento importante da contratação destas coberturas como Doenças Graves, Internação Hospitalar, Invalidez para os casos de acidente e Proteção de Renda por Incapacidade Temporária.
Qual o mix de coberturas contratadas?
Atualmente mais de 66% dos seguros de vida são contratados com estas coberturas. Os maiores destaques são a Invalidez em 58% dos casos, Funeral com 39% e Doenças Graves em 34% dos seguros. Outra mudança é a maior preocupação com a sucessão das famílias e das empresas, uma transformação na forma de agir e de pensar das pessoas, ultrapassando até mesmo algumas barreiras que sempre fizeram parte da nossa cultura. Isso se reflete no recorde que tivemos no Brasil, no ano passado foram mais de 33,5 mil testamentos registrados. Além disso, o crescimento de 77% do número de inventários, comparado a média entre 2007 e 2021, um total de mais de 213 mil inventários em 2022.
E qual o cenário econômico dos parceiros?
Temos vivenciado uma importante transformação no mercado, os segmentos que nós atuamos no canal Parcerias têm se adaptado de forma muito rápida, e nós na MetLife tivemos a oportunidade de desenvolver programas de seguros exclusivos e personalizados aos nossos parceiros. Construímos novos programas, expandimos as parcerias, os canais e as formas de distribuição e ampliamos a diversidade de segmentos que atuamos, estamos presentes em bancos, plataformas de investimentos, digitais, varejo e serviços. Realizamos melhorias a quatro mãos com os nossos parceiros e trouxemos muita inovação, exatamente para que os clientes tenham acesso a uma oferta customizada, digital, que faça sentido e principalmente atenda às necessidades em diversos momentos da vida.
A tecnologia tem um peso grande neste resultado, não?
Outro fator é a tecnologia, que viabilizou a digitalização dos nossos processos e uma integração simples e segura com os nossos parceiros. Esse movimento acelerou o lançamento dos programas de seguros, a entrada em canais de venda, novos produtos e soluções. Com isso, atualmente o seguro de vida é oferecido através de canais diversos e complementares incluindo a venda presencial, por aplicativos digitais, via market place e telemarketing. O importante é que o cliente tenha acesso aos produtos MetLife através do canal que faça mais sentido para ele.
Além do treinamento do time MetLife…
Um dos fatores que considero mais relevantes são as pessoas que fazem parte da MetLife. Temos especialistas para cada um dos segmentos que atuamos – Bancos, Varejo, Investimentos, Veículos, Digital e Fintech’s – um time com grande experiência, muito engajado, comprometido com nossos Clientes e Parceiros e que tem feito com que a MetLife tenha todo este destaque no mercado. Neste tema relacionado às pessoas que fazem parte da MetLife, nós temos o que chamamos do “jeito” MetLife, uma parte essencial e fundamental da nossa cultura, e que é vivenciada por todo o time, destacando a importância de estarmos muito próximos aos nossos Parceiros, a realidade dos nossos clientes, além de atuarmos no dia a dia de uma forma simples, direta, pouco hierárquica e muito colaborativa.
Poderia nos adiantar a meta a curto, médio e longo prazos para o canal parcerias, principalmente no que diz respeito à comercialização de seguro de vida?
Como comentei, nós iniciamos o ano de 2023 com um importante crescimento e estamos bastante confiantes com o futuro e com a ampliação dos canais de distribuição e das parcerias, proporcionando um maior acesso das pessoas aos produtos e soluções da MetLife através dos canais presenciais, digitais e remotos. Isso fortalece a nossa estratégia de democratizar o acesso aos serviços financeiros, ao seguro de vida e, desta forma, oferecer soluções que são essenciais para a vida das pessoas.
Quais novidades já estão prontas para serem divulgadas?
Estamos bastante entusiasmados com todo este cenário, iremos lançar novas parcerias comerciais ao longo do ano, com players relevantes do mercado, possibilitando aos milhões de clientes destes parceiros terem acesso aos produtos e as soluções MetLife, de forma imediata, simples e digital, escolhendo as coberturas e os benefícios adequados ao momento de vida de cada um.
Nossa expectativa é continuar em forte expansão na MetLife, e através do canal Parcerias o objetivo é crescer 50% em prêmios em 2023, tendo o seguro de vida como uma das principais soluções e ferramentas para a proteção e o planejamento financeiro das pessoas.
Além de seguirmos na MetLife com o nosso propósito de uma companhia de 155 anos, que mantém o compromisso de oferecer segurança e proteção aos clientes em todas as circunstâncias, dar acesso aos nossos produtos e soluções a milhões de brasileiros. Acreditamos que é fundamental para o nosso desenvolvimento ensinar para as pessoas a importância da educação financeira e apoiar sempre na construção de um futuro mais seguro.
A reforma tributária aprovada pela Câmara dos Deputados nesta última semana adiou as discussões sobre o verdadeiro impacto a sociedade. A expectativa do setor de seguros agora está nas discussões da Lei Complementar, que regulamentará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC). “Há muito a ser debatido. Para seguros, previdência e capitalização, a boa notícia é que o setor está sujeito a um regime exclusivo por conta das características das operações”, comentou Alexandre Leal, diretor da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), ao blog Sonho Seguro.
Segundo ele, a PEC 45 reduzirá a complexidade do sistema tributário, aperfeiçoará o ambiente de negócios do país e fortalecerá as condições para o seu crescimento econômico sustentável. “Adicionalmente, a redação lança um olhar cuidadoso para as particularidades dos setores de Seguro, Resseguro, Capitalização e Previdência Complementar, prevendo regime específico em Lei Complementar e redução de 60% das alíquotas nos serviços de saúde”.
Pela proposta, haverá a unificação de três tributos federais (IPI, PIS e COFINS), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS), em dois novos tributos: o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência da União, o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência dos Estados e Municípios. Além disso, cria-se o IS (Imposto Seletivo) de competência da União, incidente sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarro e agrotóxicos.
“Considerando as propostas votadas, o recolhimento dos tributos pelas seguradoras, resseguradores e corretores vai ser simplificado”, afirmam os advogados do escritório Santos Bevilaqua Advogados. O principal tributo que incide especificamente sobre as operações de seguro é o IOF, que não é impactado pela reforma tributária.
Segundo os especialistas, há a incidência de Imposto de Renda na Fonte e PIS/COFINS sobre a remessa de prêmios ao exterior (esta última, inconstitucional, o que é discutido por algumas empresas no âmbito judicial). Também, as seguradoras e resseguradores estão sujeitas à incidência de PIS/COFINS sobre seu faturamento, bem como IRPJ e CSLL sobre o lucro tributável. Há ainda a incidência de ISS sobre a atividade de corretagem de seguros.
A PEC prevê uma espécie de devolução de parte dos impostos aos contribuintes, chamada de cashback. Os detalhes ainda precisam ser definidos, como o público beneficiado, valores e o próprio mecanismo de funcionamento. A expectativa é que a futura lei vai estabelecer as hipóteses de devolução do imposto a pessoas físicas, inclusive os limites e os beneficiários, com o objetivo de reduzir as desigualdades de renda.
“Aspectos como base de cálculo, alíquota, e outros pontos relevantes também serão discutidos na Lei Complementar, visando um modelo equilibrado que não onere os produtos e serviços do mercado segurador para o consumidor final. Assim que isso for definido teremos a dimensão do impacto para as seguradoras e para os consumidores”, acrescenta Leal.
É só o começo da construção de um novo arcabouço jurídico tributário. A previsão de plena implementação vai até o ano de 2033. “As normas infraconstitucionais também precisarão ser alteradas. Inclusive, não se discute, nesse momento, o valor das alíquotas dos referidos tributos. E ainda, deverá ser respeitados os princípios tributários que regem a entrada em vigor de normas tributárias”, acrescentam os advogados do Bevilaqua.
O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu Roberto Santos, CEO do Grupo Porto e presidente do Conselho Diretor da CNseg, no almoço com associados, no dia 4 de julho, no Terraço Itália. Ele comentou o bom momento do Grupo, que registrou crescimento em número de negócios e clientes, e abordou, ainda, na condição de conselheiro da CNseg, temas que estão movimentando o mercado.
Além de Santos, representaram a Porto no evento Emerson Valentim, diretor Comercial de SP Capital e Metropolitana, Luiz Arruda, vice-presidente de Marketing, Clientes e Dados, e outros membros da equipe que atende aos corretores de seguros em São Paulo. O almoço contou, ainda, com as presenças do presidente do Sincor-SP, Boris Ber, do vice-presidente da Fenacor, Manuel Matos, e do ex-superintendente da Susep, Alexandre Camillo, dentre outras autoridades.
Crescimento da Porto
Roberto Santos disse que a Porto atingiu, recentemente, a marca de 13 milhões de clientes e 19 milhões de negócios. “Sem o trabalho dos corretores não conseguiríamos alcançar esse tamanho”, disse. Líder no seguro automóvel, com 30% de market share, a companhia enfrentou o crescimento da sinistralidade do ramo em 2021 e a alta de preços provocada pelo aumento da tabela Fipe. “Agora, a sinistralidade está controlada e o preço parou de subir, mas ainda está elevado”, disse.
Segundo Santos, a Porto obteve bons resultados em ramos elementares, sobretudo em residencial, empresarial e seguro para celular. Ele comentou a dificuldade dos corretores com seguros para riscos gravosos, afirmando que na Porto não há recusa automática. “Olhamos risco a risco, fazemos vistorias e recomendações”, disse.
Além da carteira de seguro vida, a de saúde também cresceu. Santos informou sobre o lançamento de um novo produto de saúde em parceria com hospitais, que oferece preços diferenciados e participação nas receitas aos estabelecimentos. Ele destacou a preocupação do setor com a tramitação de projeto de lei que prevê a regulação dos planos coletivos. “A regulação excessiva prejudicou a venda dos planos individuais e espero que o mesmo não aconteça com os coletivos”, disse.
Desafios ao mercado
O executivo dedicou parte de sua apresentação a temas que estão desafiando o mercado. Um deles é o SRO (Sistema de Registro de Operações), que foi criado há dois anos pela Susep para o envio de informações das operações de seguros. Segundo ele, preocupa o mercado a concentração de cerca de 90% das informações em um dos três players homologados, que, além disso, sequer conseguiu repassá-las à Susep. “São dados de nossos clientes que estão circulando nas mãos de terceiros. Hoje, o SRO não se propõe para aquilo que foi criado”, disse.
Na visão de Santos, o Open Insurance é uma cópia do Open Banking, porém, sem a mesma necessidade. “O mercado de seguros já é aberto, tem o corretor como consultor e contratos com vigência anual, condições que não existem na relação entre banco e correntista”, disse. Uma das figuras do Open Insurance, a SPOC (Sociedade Processadora de Ordem do Cliente), criada para substituir a SISS (Sociedade Iniciadora de Serviços de Seguro), não tem razão de existir, segundo o executivo, já que nenhuma empresa ainda foi homologada.
Embora reconheça alguns avanços, como a desobrigação da participação de grandes riscos, um feito da gestão do ex-superintendente Camillo, Santos questiona a finalidade da SPOC, que, a seu ver, tem consumido recursos e tempo das seguradoras. “Por que encaminhar dados dos clientes para uma sociedade processadora se o corretor já faz isso? A imagem que tenho é a de que estamos construindo uma estrada hipermoderna, com investimentos pesados, pela qual não vai passar carro nenhum”, disse.
Pontos de vista
Durante os debates, o vice-presidente da Fenacor discordou de Santos em relação a viabilidade do Open Insurance, observando que caberá aos corretores o papel de “administrar o processo de consentimento dos segurados para que seus dados sejam utilizados”. Segundo ele, a própria Fenacor constituirá uma SPOC. “Para evoluir, precisamos enxergar as oportunidades antes que se tornem óbvias. A Fenacor convida a CNseg, na figura do Roberto, para empreender uma jornada em benefício de todos”, disse.
Camillo explicou que a SPOC consta no processo do Open Insurance, mas não é obrigatória. “No entanto, havia de ter a sua previsão, tanto por uma necessidade tecnológica como para salvaguardar os corretores de seguros”, disse. Ele também comentou o PLC 29, projeto desarquivado recentemente que se propõe a criar um marco legal para o seguro, concordando com a opinião de Santos de que se trata de um retrocesso.
Santos manifestou a preocupação do mercado com o projeto, que prevê, por exemplo, a volta do registro formal de produtos antes da comercialização. “Nesse momento complexo do mercado, quando mais se precisa de flexibilidade, retroagir torna os desafios mais difíceis de serem superados”, disse Camillo. Ele também propôs a união para enfrentar os problemas. “Temos de trilhar esse caminho de mãos dadas”, disse.
O associado Paulo Meinberg cobrou das entidades representativas do setor maior combate às associações de proteção veicular (APVs). Santos observou que o problema é sério e complexo. “A CNseg tem atuado junto ao legislativo”, disse, acrescentando que está em tramitação um projeto de lei que pretende transformar as APVs em cooperativas. Na sua opinião, seria uma forma de legalizar o mercado marginal para atuar como seguradores, mas sem as mesmas obrigações. “Mas, concordo que deveríamos dar mais a cara e falar mais grosso”, disse.
Na sua participação no evento, Boris Ber falou sobre os riscos gravosos, mencionados por Santos, relatando que o Sincor-SP tem promovido reuniões com seguradoras para encontrar uma solução. Ele aproveitou a oportunidade para informar que o sindicato ultrapassou a casa dos 10 mil associados. “Quis dividir com vocês essa alegria”, disse.
Sucessão
No encerramento, Santos contou que deixará o cargo de CEO do Grupo Porto no final do ano e que será sucedido por Paulo Kakinoff, que faz parte do Conselho da companhia. Em seguida, elogiou o CCS-SP pela iniciativa de promover a integração entre corretores e seguradores. Para o mentor do CCS-SP, Álvaro Fonseca, o encontro expôs visões distintas e até divergentes sobre temas que podem mudar o futuro do mercado e da categoria.
“Por sua representatividade e por congregar diversas lideranças do setor, o Clube protagonizou um debate muito importante sobre assuntos que dizem respeito ao futuro, alguns até muitos preocupantes para os corretores. A boa notícia é que há o consenso sobre a necessária união de todos do mercado para superar tais desafios”, disse.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.