XP entra em seguro residencial e empresarial com Pottencial Seguradora

A XP passará, pela primeira vez, a comercializar seguros residenciais e empresariais, com marca própria, em parceria exclusiva com a Pottencial Seguradora, líder em seguro garantia no Brasil. O objetivo do lançamento é transformar a forma como se contrata seguro no país, com soluções customizadas, e contratação simplificada. Além dos dois novos produtos, a empresa também fortalecerá a oferta de seguro garantia e fiança locatícia, que já é ofertada pela plataforma. A comercialização terá abrangência nacional, a todos os clientes XP. 

“Esse lançamento reforça o nosso apetite para seguir avançando no mercado de seguros do país, que possui um potencial de crescimento muito grande nos próximos anos. O setor de seguros representa hoje apenas 6,4% do PIB nacional, enquanto países como Inglaterra e Estados Unidos esse percentual chega a 12%”, explica Roberto Teixeira, head da XP Seguros e Previdência.  

“O mercado de seguros garantia, empresariais e residencial somou R$ 21 bilhões em 2022. Trata-se de um segmento crescente, que acompanha a ampliação da nossa oferta de produtos e serviços. Com a Pottencial, ganhamos ainda mais tração para seguir oferecendo as melhores soluções de seguros e previdência a um conjunto de pessoas cada vez maior” complementa o executivo.  

Para viabilizar a parceria entre XP e Pottencial, será desenvolvido um hub de soluções tecnológicas para garantir uma integração entre todos os canais de comunicação dos clientes da XP. A seguradora desenvolveu uma tecnologia de alta performance, para que o cliente tenha uma experiência simples, independente e intuitiva, que permita contratar um seguro com poucos cliques. 

“Estamos extremamente motivados e determinados em concretizar esse lançamento. Acreditamos muito na capilaridade que a XP tem na distribuição de seguros, como agregadora de valor para os seus clientes. Queremos atrair novos clientes para esse mercado e proporcionar mais proteção. São duas empresas com muita sinergia e que agora estão juntas nessa parceria promissora”, afirmou o vice-presidente da Pottencial, Carlos Quick.  Segundo ele, essa e outras parcerias inovadoras têm um papel importante na estratégia de crescimento da seguradora, que vem se mantendo acima dos dois dígitos desde sua fundação.  

A XP Seguros e Previdência conta com R$ 50 bilhões em ativos sob custódia e é uma das líderes de mercado em portabilidade e captação líquida em Previdência Privada no Brasil, com mais de R$ 2 bilhões de captação líquida de janeiro a maio de 2023 de captação líquida de janeiro a maio de 2023, segundos os últimos dados da Fenaprevi e SES/SUSEP.  

Entre outros produtos, a XP também oferece seguro de vida, planos de saúde, odonto, seguro de responsabilidade civil, entre outros.  

Brasilseg anuncia Amauri Aguiar de Vasconcelos como novo Presidente

A Brasilseg, uma empresa BB Seguros, anuncia que Amauri Aguiar de Vasconcelos é seu novo Presidente. Graduado em Ciência da Computação, com especializações em Finanças e Gestão de Políticas Públicas, além de um MBA pelo Insper, Amauri até então liderava a área de Cobrança e Reestruturação de

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Ativos do Banco do Brasil, além de ter feito parte do Comitê de Auditoria da Brasilseg (COAUD) e presidir o Conselho de Administração da Ativos S.A Securitizadora de Créditos Financeiros.

Amauri chega chancelado por BB Seguros e MAPFRE, acionistas da Brasilseg, com o desafio de sustentar a transformação da Companhia, consolidando os resultados e conquistas de forma alinhada aos objetivos estratégicos e garantindo o cumprimento da missão da empresa de cuidar das pessoas e do que é valioso para elas.

“Estou muito feliz em assumir a importante responsabilidade de dar continuidade ao excelente trabalho que a Brasilseg tem feito. A solidez dos direcionadores estratégicos da seguradora, com foco na ampla distribuição dos produtos e legítima preocupação com a experiência dos clientes, está condizente com o estágio atual de amadurecimento do setor”, afirma Amauri Aguiar de Vasconcelos, Presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

No 1o trimestre de 2023, a Brasilseg emitiu R$ 3,7 bilhões em prêmios, resultado 35,2% maior que o conquistado no mesmo período do ano anterior. O ramo Prestamista foi o principal destaque, com crescimento de 82,4%, impulsionado principalmente pelo maior volume de vendas novas e redução do cancelamento; seguido por Rural, que registrou crescimento de 39,6% em prêmios emitidos.

El Niño gera incertezas para a safra de grãos 2023/24

Fabio Damasceno Fairfax

Fonte: FF Seguros

Agências meteorológicas confirmaram o início do El Niño, um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento das águas do oceano no Pacífico, que traz mudanças significativas para os padrões climáticos globais. De acordo com o Centro Americano de Previsão do Climática (CPC-NOAA), o El Niño pode persistir até março de 2024 e a probabilidade de que tenha forte intensidade é de 56%.

A incidência do El Niño nas regiões agrícolas do Brasil traz potenciais riscos e desafios para os agricultores. O El Niño ocasiona padrões irregulares de chuvas e aumento na intensidade e frequência de eventos climáticos extremos, como secas, tempestades e enchentes, geadas e chuvas de granizo. Geralmente, o El Niño provoca secas prolongadas nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, enquanto ocasiona volumes de chuvas acima da médias nas regiões Sudeste e Sul do país.

Essas variações climáticas podem ter impactos diretos e negativos na safra de grãos 2023/24. “O El Niño pode causar problemas já no início da safra, em meados de setembro a outubro. Entre as preocupações, é possível que as chuvas mais frequentes e com volumes acima da média na região Sul dificultem as operações de semeadura e provoquem a necessidade de replantios de áreas. Já no Centro-Oeste, algumas áreas podem registrar restrição hídrica e redução das taxas de germinação da soja, comprometendo o potencial produtivo”, alerta Fabio Damasceno, diretor de agronegócios da seguradora FF Seguros.

Seguro agrícola

Reconhecendo os potenciais riscos associados ao El Niño, torna-se crucial que os agricultores adotem medidas para proteger lavouras e mitigar perdas. Uma importante recomendação é a contratação de seguro agrícola. A FF Seguros disponibiliza o Seguro Multirrisco Grãos, com coberturas contra ocorrências de chuvas excessivas, geadas, chuvas de granizo, secas, ventos frios, raios, incêndios, trombas d’água e ventos fortes.

O seguro agrícola funciona como uma rede de segurança financeira para os agricultores, oferecendo proteção contra perdas causadas por condições climáticas adversas. “O seguro é fundamental para ter estabilidade. Quando há sinistro, o produtor é indenizado, consegue se recuperar financeiramente e reinvestir em suas operações, garantindo a continuidade do negócio agrícola”, diz Damasceno.

A capacidade do setor agrícola de se adaptar e prosperar diante da variabilidade climática é essencial para garantir a segurança alimentar. E, com a confirmação do El Niño, a importância do seguro agrícola torna-se ainda mais evidente já que, além de proteger os investimentos dos agricultores, o seguro contribui para a resiliência e sustentabilidade do agronegócio no longo prazo. “As catástrofes estão se tornando mais frequentes e precisamos atuar com cautela. Desenvolvemos estudos para relacionar os possíveis impactos de cada evento climático nas culturas, em determinados períodos do ano, fases de desenvolvimento da planta e região com o objetivo de melhorar o nosso atendimento aos produtores”, conta Damasceno.

A seguradora prevê uma retomada do crescimento do seguro agrícola. Na safra de grãos 2022/23, esse produto da FF Seguros respondeu por R$ 22.900 milhões em prêmios. Para a safra 2023/24, as operações de seguro agrícola da FF Seguros devem totalizar R$ 60 milhões de prêmios. “Apesar da previsão de crescimento, ainda vivenciamos um clima de incertezas e o mercado tem capacidade de oferta de resseguro e seguro limitada, então nós e os nossos parceiros precisaremos ter ainda mais resiliência”, analisa Damasceno.

CNseg acerta e entra no ranking Top 5 do BC de junho para o IPCA de médio prazo

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) ficou em primeiro lugar no ranking Top 5 do Banco Central (BC) para o IPCA de médio prazo, divulgado pela instituição. O IPCA fechou em uma ligeira queda de 0,08% em junho, e a projeção da CNseg foi, na visão de médio prazo, a que mais se aproximou do resultado efetivo do indicador, alcançando a nota 9,7210 do BC. 

A participação da CNseg no Sistema de Expectativas do Banco Central do Brasil, ocorrida no final do ano passado, é um marco importante no reconhecimento da importância do setor segurador, previdência privada e capitalização para a economia nacional. “É muito gratificante termos alcançado essa posição. Não pela posição em si, mas pelo fato de isso refletir o bom trabalho que estamos fazendo. Sem dúvida, é mais um incentivo para continuarmos aprimorando nossas análises”, afirmou Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

O ranking Top 5 do Banco Central é um sistema de classificação das instituições baseado no índice de acerto de suas projeções de curto, médio e longo prazos. Participam instituições que atuam no mercado financeiro, como bancos, gestoras de recursos, consultorias além de, em alguns casos, empresas do setor, que possuem equipes especializadas que projetam as principais variáveis macroeconômicas, segundo o Banco Central. 

O BC, mensalmente, divulga rankings Top 5 de curto prazo, enquanto trimestralmente são divulgados rankings Top 5 de médio prazo.  O ranking objetiva destacar a “capacidade preditiva dos participantes da pesquisa e reconhecer seu esforço analítico”. Essas projeções são avaliadas tanto nas reuniões do Copom (que decide a taxa Selic) quanto constam do Relatório Focus, a pesquisa semanal do BC divulgada toda segunda-feira.  

Fechar lacunas de proteção global requer US$ 1,8 trilhão a mais por ano

Em sua quinta edição, o relatório Sigma Restoring resilience: The need to reload shock absorption capacity”, realizado pelo Swiss Re Institute, constata que fechar as lacunas de proteção global para catástrofes naturais, agrícolas, seguros de mortalidade e saúde exigiria US$ 1,8 trilhão em prêmios de seguro anualmente.

Apesar da falta de proteção em nível recorde, o relatório mostra que a capacidade da sociedade de absorver choques financeiros inesperados melhorou nos últimos 10 anos, com 57% dos riscos globais relacionados a catástrofes naturais, culturas, mortalidade e saúde, agora cobertos por seguro. Isso representa um aumento de três pontos percentuais desde 2012. No Brasil, por exemplo, o Índice de Resiliência em Mortalidade, estimado em 57% em 2022, aumentou mais de 20% desde 2012.

O relatório deste ano introduz um novo indicador de resiliência para a segurança alimentar: o grau de subseguro na produção agrícola mundial. De acordo com essa medida, 60% da produção agrícola no mundo está sem seguro, com a maior lacuna de proteção ocorrendo na Ásia emergente. Fechar a lacuna no seguro agrícola exigiria US$ 113 bilhões em prêmios de seguro por ano.

Para Jerome Haegeli, Group Chief Economist da Swiss Re, são observadas mudanças estruturais nas políticas econômicas em todo o mundo à medida que os governos responderam a guerras, pandemia e aumento da inflação. “Apesar da incerteza e volatilidade, o mundo está mais resiliente hoje, e o seguro desempenha um papel mais forte do que há uma década. No entanto, a resiliência ainda está 15% mais fraca do que antes da Crise Financeira Global, e o risco é elevado. O processo de ajuste monetário para controlar a inflação expõe a estabilidade financeira e os riscos de recessão, enquanto a inflação persistente aumenta a necessidade de apoio fiscal para compensar a erosão do poder de compra das famílias. Não esperamos grande melhoria na resiliência macroeconômica em 2023”, afirma Haegeli.

Os ganhos globais em resiliência são causados por um número limitado de economias, sugerindo que é necessário um esforço mais amplo e inclusivo para melhorar a proteção agrícola. A China foi de longe a principal contribuinte para as melhorias, com seu Índice de Resiliência aumentando em 24% entre 2016 e 2022, impulsionado por fortes avanços na penetração do seguro. O Brasil também apresentou ganhos significativos na resiliência da agricultura com índice de 31,7%.

Jerome Haegeli diz ainda que “o seguro ajuda as pessoas a absorverem choques financeiros quando ocorrem. No entanto, construir resiliência também requer investimentos em medidas de adaptação e mitigação para reduzir perdas em primeiro lugar. Mais investimentos são necessários nessa área. Por exemplo, o desenvolvimento de títulos de resiliência pode atrair novas fontes de capital, ao mesmo tempo em que traz benefícios econômicos”, conclui.

Além da nova medida de resiliência agrícola, o relatório fornece atualizações de 2022 sobre a resiliência econômica global geral, seguro saúde, mortalidade e catástrofes naturais.

Principais conclusões:

  • A resiliência global geral melhorou nos últimos 10 anos, principalmente devido aos avanços na resiliência das colheitas, catástrofes naturais e saúde, para os quais a proteção disponível está aumentando mais rapidamente do que a necessidade total de proteção.
  • Aproximadamente 43% dos riscos globais estavam desprotegidos por ativos como seguros em 2022, uma melhora em relação aos 46% de uma década atrás.
  • A lacuna global de proteção está aumentando, atingindo um recorde histórico estimado de USD 1,8 trilhão em prêmios equivalentes em 2022, muito acima de US$ 1,5 trilhão equivalente em prêmios comparáveis em 2018.
  • A resiliência geral da saúde melhorou em 2022, com 78,3% das necessidades de proteção cobertas por seguros, um aumento em relação a 77,5% em 2021. A mudança foi impulsionada pelos mercados emergentes asiáticos, onde os padrões de saúde melhoraram nos últimos cinco anos. A lacuna de proteção de saúde restante é de US$ 889 bilhões em prêmios equivalentes.
  • A lacuna de proteção para mortalidade, em termos de seguro necessário para cobrir totalmente as necessidades financeiras das famílias quando o provedor principal falece, aumentou ligeiramente em 2022 para 43,4%. Isso equivale a um recorde histórico de US$ 406 bilhões em prêmios equivalentes. Esse aumento foi impulsionado pela inflação, aumento dos salários e mercados financeiros mais fracos.
  • A resiliência de catástrofes naturais permaneceu baixa em 2022, com 76% das exposições globais desprotegidas. Seriam necessários mais US$ 368 bilhões em prêmios de seguro futuros para cobrir essa lacuna.
  • As estratégias para fortalecer a resiliência incluem investir na prevenção de perdas e expandir a cobertura de seguros.
  • Os mercados emergentes exigem um investimento estimado de US$ 100 bilhões por ano nesta década em infraestrutura resiliente, imóveis e agricultura para se adaptarem às catástrofes naturais.
  • Títulos de resiliência e outros instrumentos financeiros inovadores podem apoiar investimentos em infraestrutura, propriedades e resiliência agrícola. Tais investimentos proativos podem gerar índices significativos de custo-benefício variando de 2:1 a 10:1.
  • Quando a prevenção de perdas atinge seu limite, a transferência de risco entra em jogo, com uma maior adesão ao seguro exigindo uma colaboração mais próxima entre o setor público e privado para facilitar incentivos e a segurabilidade de riscos difíceis de segurar.

Seguro cibernético registra queda de taxas em junho, segundo corretora Howden

Com agências internacionais

As taxas de seguro cibernético caíram cerca de 10% em junho em comparação com o ano anterior, revertendo os recentes aumentos acentuados nas taxas, já que os sinistros se mostraram menores do que o esperado. “Embora os prêmios de resseguro cibernético estejam atualmente na faixa de US$ 6 bilhões, eles precisariam aumentar mais de três vezes para atender às expectativas de crescimento até o final da década”, sugerem analistas da corretora de seguros internacional Howden.

Segundo os analistas, esses altos níveis de crescimento seriam ambiciosos em condições de mercado favoráveis, muito menos quando a oferta é tão restrita como é atualmente no mercado de resseguros. “O uso de resseguro pelo mercado direto é o maior diferencial entre ciber e qualquer outro tipo de negócio”, explica a corretora. “Com aproximadamente 45% dos prêmios cibernéticos cedidos a resseguradores atualmente, amplas restrições de capacidade e correções de preços no mercado de resseguros apresentam limitações potenciais”.

A Howden observa que, se o mercado cibernético crescer para rivalizar com outras grandes linhas de negócios, a oferta de resseguro cibernético precisará aumentar significativamente para atender à demanda até 2030.

As taxas de seguro cibernético mais que dobraram em 2021 durante a pandemia de COVID-19, impulsionada por um aumento nos chamados ataques de ransomware, acrescenta a corretora de seguros. O software de resgate funciona criptografando os dados das vítimas e, normalmente, os hackers oferecem às vítimas um código de acesso para recuperá-lo em troca de pagamentos em criptomoeda.

No entanto, o número de ataques globais de ransomware caiu 20% em 2022 em relação ao ano anterior, após o início do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, já que os hackers desses países se concentraram no esforço militar, disse Howden.

Outra tendencia apontada no estudo é que as seguradoras também têm exigido que seus clientes aumentem a segurança para se proteger contra ataques, diminuindo os riscos e incentivando os subscritores a entrar no mercado, após um período de nervosismo.

ANS adota login único do Gov.br para atendimento ao consumidor

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) adotou o login único da plataforma Gov.br para acesso ao formulário eletrônico disponível no portal para serviços de informação e registro de reclamações sobre planos de saúde. A medida amplia a segurança para os usuários do sistema, já que a plataforma do governo federal permite a verificação da identidade do titular de dados pessoais.

“Excelente iniciativa da ANS, pois amplia a segurança para os usuários de plano de saúde na obtenção de informações e registro de reclamações”, comentou Ricardo Bottas, CEO da  UnitedHealth Group Brasil, em suas redes sociais.

As reclamações contra planos de saúde estão em alta. A ANS criou o IGR, um indicador que mede a satisfação do usuário com o plano de saúde. Leva em conta o número de clientes de cada plano e a quantidade de reclamações contra a empresa. Quanto maior o IGR, maior a insatisfação dos usuários com a operadora.

Esse número era de 15,5 em 2018, quando o índice foi criado. Em cinco anos, o IGR não parou de crescer. O índice atingiu 37 em 2022. Nos quatro primeiros meses de 2023, o indicador subiu para 44,8. Entre as principais reclamações registradas pela ANS estão o encolhimento das redes credenciadas, atendimentos negados e coberturas excluídas.

A partir de setembro de 2023, o acesso ao formulário eletrônico será feito exclusivamente pelo login único do Gov.br. Durante o período de transição, os consumidores já cadastrados na ANS vão poder entrar no sistema do Fale Conosco com o login/senha que já possuem ou pela conta do portal Gov.br. sendo que, nas duas formas de acesso, os dados e funcionalidades serão os mesmos.

Para novos usuários, o cadastro já deverá ser criado direto por meio do portal Gov.br, ou seja, não é possível gerar novas credenciais pelo portal da ANS. 

Tokio Marine anuncia parceria com canadense Clir

A Tokio Marine fechou parceria com a empresa canadense Clir, uma das maiores especialistas globais em gestão de riscos de operações do mercado de energia renovável. A consultoria será gratuita para os clientes da carteira de Produtos Pessoa Jurídica da seguradora, hoje composta por 50 parques de energia renovável em todo o território nacional. Entre as vantagens do serviço estão mapeamento remoto de todas as informações relacionadas ao risco e subscrição ainda mais precisa. 

Segundo Felipe Smith, diretor executivo de Produtos Pessoa Jurídica, a Clir será um braço de gerenciamento de risco da Tokio Marine no Brasil. “Atualmente, identificar, analisar e saber resolver os mais variados tipos de incidentes é o que realmente faz a diferença no mercado de seguros corporativos. É por meio desse serviço que o Cliente recebe a orientação necessária sobre os riscos e como se proteger da melhor forma.  A ideia é evitar um problema, que pode ser tão grave a ponto de tirar o segurado de seu nicho de atuação”, ressalta.

A parceria com a Clir demonstra o interesse da seguradora pela proteção de projetos de geração, distribuição e transmissão de energia e está em sinergia com o compromisso mundial do grupo com práticas ESG. Só em 2022, por exemplo, a companhia lançou o seguro riscos ambientais para instalações físicas, voltado a indústrias e empreendimentos comerciais de diversos segmentos; e o inédito Seguro Energia Sustentável Integrada, pelo qual uma única apólice dá cobertura a Riscos de Engenharia, Responsabilidade Civil Obras e Riscos Nomeados/Operacionais (Property).  

“Sem dúvida, esta parceria com a Clir nos dá um grande diferencial competitivo em uma área cuja demanda por seguros só cresce no Brasil. Queremos ser referência em energia renovável e prover soluções de excelência que atendam a mudança da matriz energética do Brasil”, finaliza Felipe Smith. Atualmente, a Tokio Marine tem em sua carteira 28 apólices de energia eólica e 22 de fotovoltaica.

Fernando Haddad diz que o setor de seguros pode ajudar no crescimento do Brasil

O Ministro da Fazenda Fernando Haddad, em coletiva de imprensa, apresentou o Projeto de Lei de Contrato de Seguro como prioridade. “Temos uma lei muito importante que é a lei de seguros (PL 29/2017), que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, tomou a iniciativa generosa de desarquivar para que seja apreciada. O PL já está com o relator, o ex-governador e senador Jader Barbalho, e ele está muito disposto a conduzir esse processo da melhor maneira possível com diálogo com o setor e com a área econômica. Eu penso que também aí nós temos um grande impulso microeconômico de um setor importante e que ainda é pouco expressivo no país e que pode ajudar efetivamente o crescimento econômico do Brasil acelerar”. 

“[Também] agradeci a celeridade com que a Lei de Garantias foi aprovada pelo Senado, aperfeiçoando a proposta da Câmara”, disse Haddad, referindo-se ao PL 4.188/2021, que cria o Marco Legal das Garantias de Empréstimos com objetivo de diminuir o risco de inadimplência do devedor e reduzir o custo do crédito, informa a Agência Senado.

Cresce em 33% número de seguros para smartphones no país

Levantamento feito pela Pitzi, startup de seguros, mostra que a contratação de seguros para celulares com preços elevados aumentou no Brasil. Em 2021, 23% dos consumidores aderiram a planos de proteção para smartphones de até R$ 3 mil, já em 2022, o número saltou para 33%. No ano de 2020, o percentual era de 21%.

O destaque, no entanto, vai para os produtos super high-end, avaliados em mais de R$ 10 mil, que não eram vendidos em 2019, e hoje, um em cada seis clientes optam por aderir a planos de proteção nessa categoria. A contratação de seguros para aparelhos intermediários, com valor de R$ 3 mil até R$ 6 mil, também aumentou; nesse caso, subiu 12% em relação ao total de vendas no mesmo período.

O levantamento aponta que o principal tipo de proteção procurado é o de planos contra roubo e furtos, que tiveram o maior aumento durante os últimos três anos.

Ainda de acordo com a pesquisa, o comportamento do retail também reitera essa mudança. Em 2021, 70% da procura era por aparelhos de até R$ 1,5 mil e, 23%, de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. Jdluá em 2022, o mix passou a ser de 44% nas duas faixas de preço. Por sua vez, os modelos de ponta (que chegam a mais de R$ 10 mil) foram mais procurados nas plataformas de e-commerce; nesse canal de vendas, 45% dos aparelhos comprados foram super high-ends nos últimos dois anos.

Atualmente, a marca reúne mais de 2 mil pontos de vendas de parceiros de renome, como Amazon, Mercado Livre, Schumann, Gazin, entre outros.