A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, participou da 14º edição do Digitalks Expo, o principal evento brasileiro de Negócios da Economia Digital e Tecnologia, que reuniu mais de 9 mil pessoas nos dias 23 e 24 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista. Lideranças da MetLife Brasil participaram durante os dois dias de evento e contribuíram, ao lado de outros especialistas, nos debates sobre oportunidades e desafios do setor.
Paulo Hussar, Head de Transformação de Negócios e Processos na MetLife Brasil, participou como palestrante no painel “Os desafios da digitalização no mercado de seguros”, onde compartilhou insights sobre como a empresa tem se empenhado para superar os desafios da digitalização no setor e levar serviços de proteção e bem-estar para cada vez mais pessoas. O executivo também comentou sobre como a seguradora tem trabalhado com novidades em tecnologia, plataformas e APIs para facilitar esse acesso. “Nosso maior desafio é ampliar o acesso a serviços financeiros e de proteção no país, levando mais segurança para os clientes de uma forma simples, rápida e, sempre que possível, digital”, afirma.
Um estudo global da NTT Data apontou que a pandemia levou 42% das seguradoras a criarem plataformas de negócios digitais, parciais ou completas. Sendo possível considerar que o setor avançou quase um ano somente durante os primeiros 90 dias da pandemia, em 2020, de acordo com o estudo. Para Hussar, a mudança de mindset do time é o primeiro passo para que a digitalização dos negócios aconteça de forma eficiente. “Na MetLife, cientes desses desafios, voltamos o nosso olhar para o ecossistema da companhia e mapeamos ações estratégicas para levar a cultura digital ao nosso time”, finaliza o executivo.
Desde 2022, a seguradora conta com uma área de Transformação de Negócios e Processos, dedicada exclusivamente às estratégias para driblar os desafios da digitalização no setor. Neste período, já foram realizadas entregas importantes para a marca como o App Vida MetLife com uma nova interface, com mais de 30 funcionalidades e que em quatro meses desde o lançamento do seu piloto, já conta com mais de 4.000 usuários.
Durante os dois dias de evento, o Digitalks Expo 2023 permitiu às empresas de diferentes setores novas conexões e discussões interessantes com uma janela para o futuro do digital. O evento contou com mais de 500 palestrantes, em 18 palcos diferentes, promovendo debates com diversas temáticas do mundo digital.
O que um tênis de colecionador e uma bicicleta personalizada têm em comum? Ambos são itens pessoais que podem ser protegidos por meio da aquisição de seguros pelos seus proprietários.
É o que conta o empresário e colecionador de tênis Rodrigo Clemente, que contratou um seguro para a sua coleção, no episódio desta semana do “Tá Seguro?”, videocast do InfoMoney que descomplica o universo dos seguros, já disponível no YouTube e nas principais plataformas de podcast ( para ouvir no Spotify).
O acervo de Clemente tem mais de 8 mil pares dos itens, também conhecidos como sneakers, que hoje estão reunidos em uma espécie de museu aberto ao público para visitação. Segundo ele, há diversos tênis raros, inclusive assinados por celebridades, como os jogadores de basquete Michael Jordan e Shaquille O’Neal, e o mais caro da coleção chega a custar R$ 1,5 milhão.
Começou quando eu era jogador de basquete e, na época, não tinha muito dinheiro para o tênis, mas eu ganhava muito, e essa paixão acabou seguindo por toda a vida. Depois que eu consegui um pouquinho mais de recursos [financeiros], eu fui conquistando espaço, colocando um pouco mais em casa até o dia que minha esposa olhou para mim e falou que não dava mais para guardar tudo ali. Aí eu montei uma sala dentro do escritório e deixei eles expostos. Cresceu um pouco mais e se tornou um andar. Hoje virou um museu com dois andares e um bunker”, relata Clemente.
O colecionador contratou um seguro para a exposição e precisou catalogar todos os pares que deverão ser revezados nas prateleiras do museu. Para isso, conta com a ajuda do filho de 15 anos que divide com ele a paixão pelos sneakers – e o mesmo número de calçado. “Eu só falo para ele cuidar e não estragar ( ) eu acho que tênis tem que ser usado, não é só para ficar ali exposto, e eu troco todo dia. Ele compõe o que eu vou vestir, ele fala o que eu tenho que usar no dia”, comenta o empresário sobre o papel do tênis no seu dia a dia e a influência no seu estilo pessoal.
Segundo Almir Fernandes, gerente executivo de Portfólio, Serviços e Benefícios da seguradora Brasilseg, o mercado segurador provê soluções para casos como o de Rodrigo: seja protegendo as instalações da coleção, mas também indenizando em caso de roubo de um item pessoal – como um par de tênis.
Em relação às instalações, além da indenização em situações de perdas ou danos causados aos bens guardados no local por incêndio, inundação ou vazamento há um trabalho que antecede. “Tem um trabalho que antecede isso, que todas as seguradoras fazem, que é dar apoio para todo o protecional. Olhando para o museu, que tem aí uma quantidade significativa de itens que são inflamáveis, possivelmente você vai ter que instalar um determinado nível de proteção que preserva o seu bem, que evite que tenha o incêndio. A indústria do seguro é muito mais do que aquilo que efetivamente se vê nos filmes, que se conta que pegou incêndio e teve uma indenização, tem um trabalho preventivo muito grande por trás”, diz Fernandes.
Já em relação ao item pessoal, como um tênis, o executivo da Brasilseg ressalta que um dos produtos oferecidos atualmente é o seguro de itens pessoais, que protege o consumidor em dois pontos:
no mundo digital, monitorando transações digitais que utilizem o CPF e e-mail do segurado, além de transações financeiras feitas sob coação;
no mundo físico, indenizando por uma bolsa roubada e todo o seu conteúdo, considerando um rol de itens que geralmente são guardados ali, como notebook, tablet, celular, óculos – e, por que não, um par de tênis.
Infelizmente nos grandes centros nós estamos passando por uma onda muito grande de roubos rápidos com a intenção de levar a bolsa e o conteúdo”, observa Fernandes. Ele conta ainda que mensalmente a seguradora tem registrado cerca de 200 sinistros (ocorrência do risco previsto no contrato de seguro) do tipo.
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Outro item que tem gerado também muitas indenizações por roubo é o de bicicletas. De acordo com Mariana Miranda, head de Vendas e Marketing da seguradora Akad, 70% dos sinistros da carteira da companhia no segmento são por roubo. “O roubo é a maior dor de fato dos ciclistas hoje, é o que mais acontece”, comenta Mariana. Na Akad, cerca de 100 mil são seguradas. Mas, segundo a executiva, é difícil estimar a proporção entre as 5 milhões de bicicletas que existem hoje no país que contam com algum seguro.
A jornalista Cláudia Mancini faz parte da estatística de quem já passou por algum perrengue com a bike. Ela conta que teve a bicicleta furtada há cerca de 5 anos dentro do condomínio onde morava. Na ocasião, o vizinho de garagem alega ter se confundido e pego, por engano, a de Cláudia no lugar da bicicleta da esposa.
Fiz muita melhoria nela, coloquei um pedal muito mais bacana, mudei todo o sistema de freio, enfim, ela estava meio turbinada”, relata, estimando o valor final da bicicleta em torno de R$ 5 mil. “Trouxe de fora coisas para a bicicleta. Só no pedal eu paguei 80 euros na época”, relembra.
Claudia conta que chegou a registrar uma reclamação no condomínio e fez até um B.O. na polícia. No fim da história, o vizinho acabou pagando para uma loja especializada restaurar a bicicleta com os itens mais próximos da personalização que Claudia havia realizado na sua. “O que aconteceu depois disso? A bicicleta fica dentro do meu apartamento, porque não confio em deixar lá [na garagem do condomínio] nem com cadeado”, alega a ciclista, que diz utilizar a magrela para pedalar em grupo, já que tem receio de ser assaltada. Ou de ir ao mercado, colocar um cadeado e não encontrar a bicicleta ao voltar.
Segundo Mariana, da Akad, de fato para o seguro indenizar um furto é necessário que o ladrão “rompa alguma barreira” – como o cadeado. Outras situações cobertas pelo seguro são acidentes que resultem em dano total ou parcial, gerando a indenização ou reposição do bem, inclusive de partes modificadas do item – como na bicicleta da Claudia, que trocou por um outro pedal. O seguro contempla ainda assistências, como o envio de suporte para solucionar problemas pontuais durante o uso, como quando a corrente se solta no passeio, por exemplo.
Como mensurar o valor de um bem? No caso da bike, a gente faz uma avaliação digital, nos mandam fotos, e a gente consegue fazer a leitura e falar ‘olha só a sua bicicleta custa tanto e você vai ser indenizado por isso’, então não tem surpresa [quanto ao valor da indenização]. O ciclista pode concordar ou não com o valor que tá escrito ali, às vezes ele pode inclusive falar que não concorda e mandar um outro documento [provando o valor do item] e aí a gente faz o seguro considerando todas essas hipóteses. Não é só uma bicicleta nova com nota, a gente também aceita modelos que são modificados ou bicicletas montadas”, explica a executiva da Akad.
Segundo os especialistas, o mercado tem se movimentado para atender as demandas do consumidor, sempre visando proporcionar um equilíbrio entre o risco e o custo para segurar esse risco.
Considerando o mercado de bicicletas, um “teste” já realizado pelo mercado que não teve demanda suficiente, de acordo com Mariana, da Akad, foi o de ofertar uma proteção que “ligasse e desligasse” apenas nos momentos de uso.
Já Fernandes, da Brasilseg, aponta que para o mercado de proteção de tênis, poderiam existir dois caminhos:
um seguro voltado para itens de alto valor, inclusive histórico, sendo tratado quase como uma obra de arte, para o qual o mercado já tem produtos securitários disponíveis;
um seguro massificado, para calçados do dia a dia, com um valor máximo fixo para indenização, devido à frequência maior de roubo ou furto.
“Só que a camada aqui do dia a dia precisaria ter demanda pra isso”, ele pontua.
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O mercado de seguros contra riscos cibernéticos tem registrado forte crescimento ao longo dos anos, e a tendência é de que a demanda por este produto permaneça elevada, de acordo com um novo relatório da Fitch Ratings, publicado hoje. A agência espera que o segmento continue se desenvolvendo, à medida que o mercado empreende esforços para mitigar riscos e reforçar a segurança das operações.
Os prêmios relacionados à cobertura de riscos cibernéticos atingiram R$ 98 milhões no primeiro semestre de 2023, frente a R$ 77 milhões no mesmo período de 2022, o que representa um crescimento de aproximadamente 27%. No ano passado, o volume de prêmios emitidos do segmento era de R$ 174 milhões e representava um aumento de 68% quando comparado a 2021. O volume de prêmios emitidos até o primeiro semestre de 2023 é equivalente a 56% do total de prêmios emitidos ao longo de 2022 e corresponde a cerca de 474% dos prêmios emitidos em 2019.
Segundo informou a agência de risco no estudo enviado ao Sonho Seguro, os seguros cibernéticos representam menos de 1% dos prêmios de seguros contra danos, apesar das altas taxas de crescimento dos últimos anos. As seguradoras possuem preocupações relativas à precificação de seus produtos, devido a limitações quanto à análise do gerenciamento de riscos internos dos segurados e à avaliação da postura de risco cibernético, exclusões e conflitos de apólices, bem como em razão do potencial de risco legal de sinistros emergentes, o que pode impactar a contratação dos seguros.
A crescente demanda também pode ser observada na média mensal dos prêmios emitidos. Nos seis primeiros meses de 2023, os prêmios mensais médios totalizaram R$ 16,4 milhões, frente a R$ 14,5 milhões no mesmo período de 2022, o que representa um aumento de 13%.
Apesar do forte potencial de expansão deste mercado, o crescimento e a contratação do seguro podem ser afetados por desafios relacionados à precificação, limitações quanto à avaliação do gerenciamento de riscos internos dos segurados, à avaliação da postura de risco cibernético, a exclusões e conflitos de apólices e ao potencial de risco legal de sinistros emergentes.
Atualmente, existem no Brasil 11 seguradoras que atuam no segmento de cobertura contra riscos cibernéticos. Entretanto, ao final do primeiro semestre deste ano, as três maiores do segmento possuíam cerca de 80% dos prêmios do mercado. O segmento também apresenta predominância de seguradoras globais.
As três principais seguradoras que detinham a liderança no mercado de risco cibernético até o primeiro semestre de 2023 foram a AIG, com 43% de participação, a Zurich, com 27%, e a Tokio Marine, com 11%.
O crescimento mais acentuado dos prêmios ganhos, em comparação com a expansão mais modesta dos sinistros ocorridos, levou à melhora dos resultados e do desempenho da subscrição em 2022 – tendência que deve se manter ao longo de 2023, já que o índice de sinistralidade no período de 12 meses encerrado em junho deste ano atingiu 28%. A implementação de mecanismos de proteção e práticas de gerenciamento de riscos cibernéticos pelos segurados também contribuem para a sinistralidade. A Fitch espera alguma volatilidade – ainda significativa, em alguns casos – nos indicadores de desempenho nos próximos anos, enquanto o setor registra rápido crescimento.
A Fitch espera que as questões referentes à privacidade continuem sendo cada vez mais difundidas com a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em 2021.
O Grupo Bradesco Seguros traz uma ferramenta na última atualização para o seu aplicativo Bradesco Seguros Corretor. A solução “Materiais de Divulgação” tem o objetivo de auxiliar seus parceiros na divulgação de produtos por meio das redes sociais e outros canais de comunicação, disponibilizando conteúdos que se adequam ao objetivo de negócio de cada usuário.
Entendendo que, muitas vezes, o corretor precisa cada vez mais otimizar a criação e divulgação de conteúdo, a companhia traz esta ferramenta que conta com peças de marketing por produtos e campanhas, disponíveis para download e compartilhamento com seus atuais e potenciais clientes.
“As inovações deste aplicativo são sempre pensadas a partir da necessidades dos corretores e, para essa atualização, não poderia ser diferente. Com isso, oferecemos mais uma possibilidade para levar agilidade e praticidade ao corretor, fornecendo jornadas simples e alinhadas à dinâmica de vendas nesse novo contexto que o mercado e os clientes demandam, potencializando a geração de negócios no digital”, ressalta Giuliano Generali, Superintendente Executivo de Canais Digitais e Experiência do Cliente no Grupo Bradesco Seguros.
Em breve, novas funcionalidades serão adicionadas ao aplicativo proporcionando uma experiência ainda mais completa e personalizada para os Corretores. A nova atualização já está disponível, procure o aplicativo Bradesco Seguros Corretor no Google Play e na App Store.
A Amil vivenciou uma jornada de aumento de preços em fevereiro de 2022, antes mesmo de os resultados alarmantes do setor saúde suplementar surgirem. No caminho ocorreram perdas.
“Quando olhamos em janeiro de 2022 e vimos que em a conta em janeiro de 2023 não daria certo, nós aumentamos os nossos preços, descolamos de mercado e perdemos muitas vidas. Porém, quando o ajuste chegou em março de 2023, o nosso ajuste não havia sido tão significativo. Nosso controle de frequência aconteceu em 2018, fizemos ajustes necessários em 2022. Hoje, isso nos dá a flexibilidade de fazer pequenas correções nas curvas”, contextualizou Aline Schellhas, presidente da Amil, durante almoço da Aconseg-SP realizado em 29 de agosto, no Terraço Itália.
O crescimento obtido pela operadora é oriundo dessas movimentações e possibilitam com que a Amil esteja atualmente em outro patamar e reforce a sua estratégia de distribuição dos planos de saúde e dental.
“Hoje estamos buscando a perenidade das nossas carteiras. Quando temos uma carteira que gira muito rápido, a matemática não fecha”, ressaltou Aline, ao destacar também que a longevidade da carteira das assessorias é maior.
Todas as lideranças da Amil prestigiaram o almoço e cada um ressaltou a aposta no canal corretor de seguros, sobretudo o trabalho realizado com o intermédio das assessorias.
Segundo Helio Opipari Junior, presidente da Aconseg-SP, costumeiramente as assessorias fazem um ranking das seguradoras e operadoras que estão atendendo melhor e a Amil está sempre na ponta em termos de atendimento às assessorias. “Hoje é um divisor de águas. Começamos uma nova relação com a Amil em um novo momento do mercado”, destacou.
De 4% para 40%
O segmento de Saúde é muito representativo dentro das assessorias que compõem a Aconseg-SP. Conforme o 7 Relatório da Aconseg-SP realizado pelo Francisco Galiza, o ramo representa 36% da produção das assessorias. No entanto, durante dois anos consecutivos manteve a taxa de crescimento de 18%.
“Temos 41 assessorias, destas, apenas 13 assessorias trabalham com a Amil, basicamente na capital e na Grande São Paulo”, ilustrou Jairo Christ, vice-presidente da Aconseg-SP.
Segundo o relatório de 2022, a Amil representa 4% da receita das assessorias em 2022.
Aline Schellhas frisou que os 4% representam uma ótima oportunidade de crescimento. “Esses 4% com um zero ficarão maravilhosos”, disse.
Carolina Lorenzatto, diretora-executiva Comercial e Produtos da Amil, lembrou que há cinco anos, quando ingressou na Amil, o volume de negócios oriundos das assessorias quase chegavam a 5%. Hoje já está próximo a 15%.
Ela ressaltou a integração da visão de saúde da operadora e a missão de fazer com que o sistema de saúde funcione melhor para todos e garantir que as pessoas tenham vidas mais saudáveis. “A forma disso funcionar cada vez melhor é através do corretor. As assessorias e a Aconseg-SP têm um papel fundamental. Produtos novos e barreiras que precisamos transitar dependem de um corretor preparado e instruído, e só as assessorias têm capacidade de fazer isso”.
“Para facilitar a vida das assessorias, desde o meio do ano não cadastramos corretor novo na Amil, apenas cadastramos através de assessorias e plataformas. Todos os corretores nossos estão sendo direcionados para as assessorias. Acreditamos que esse é um canal que, de fato, vai fazer com que viremos o jogo”, destacou Raul Nechar, CCO da Amil.
O CCO aproveitou para destacar que a função do time comercial é oferecer cada vez mais elementos e facilidades para as assessorias terem poder de competição junto aos corretores assessorados. “A intenção nossa é que o canal assessoria seja líder no canal de distribuição, que é o único canal que temos através do corretor”.
Carolina antecipou, em primeira mão, que a operadora fará uma campanha para a oferta do produto médico e dental conjugado. “A campanha será lançada em 15 de setembro. Vendemos percepção de saúde, então são dois processos totalmente íntegros e fidedignos. Teremos uma remuneração adicional para essa soma do um mais um dará muito mais do que dois”.
“Construímos um relacionamento muito forte com os corretores nos últimos três anos. Prova é que estamos nesse encontro de assessorias, que congrega o maior número de corretores em um único grupo. Temos uma equipe preparada para atendê-los. O que faz o canal corretor diferente nesses mercado é o conhecimento técnico sobre a venda de qualquer produto ”, destacou Claudia Rizzo, diretora comercial da Amil.
“Nós precisamos voltar a crescer”
Ricardo Bottas, presidente da UnitedHealthGroup, ressaltou o posicionamento do grupo no Brasil . “Somos um dos maiores e seguramente o melhor plano de saúde do Brasil. Como alavanco esse plano de saúde que voltou a crescer pelo quinto mês consecutivo? Como aproveitamos a força dessa marca que é nacional, mas tem uma concentração muito grande principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro?”, refletiu.
Segundo ele, a marca inicia pilotos em São Paulo que serão escalados em outras regiões de maneira mais forte. “A autonomia tem de estar na ponta, caso contrário, não temos velocidade, decisão e negócio. Queremos crescer na capital e entrar no interior. A nossa agenda é de crescimento. Nós precisamos voltar a crescer”.
“Existe uma oportunidade gigante neste mercado
“O setor odontológico cresce 1,5 milhão em vidas todos os anos. Existe uma oportunidade gigante neste mercado. Costumo dizer que crescer porque o conceito de saúde está mudando. Hoje são três pilares: parecer, se sentir e estar bem”, destacou Rodrigo Rocha, CEO da Amil Dental.
Com mais de 2,3 milhões de beneficiários, a Amil Dental tem investido em clínicas próprias. No total já são 10. O NPS das clínicas está em 86%.
O presidente da Aconseg-SP destacou que ter clínicas próprias no Odonto é o melhor dos caminhos. “Temos uma deficiência grande no dental com a rede e é comum a reclamação do beneficiário, que nunca resolve o problema dele em um lugar só e a clínica resolve da melhor forma possível”.
“O nosso segmento é saúde”
Aline Schellhas se mostrou feliz e entusiasmada porque a parceria entre a operadora e as assessorias é relativamente pequena. “Há, para nós, uma possibilidade grande de parceria. Saúde não é um dos nossos segmentos. O nosso segmento é saúde. É isso que fazemos e é para isso que integramos as 36 mil pessoas a estarem dedicadas”.
Ela ressaltou as mudanças do setor de saúde suplementar. “A complexidade dos produtos vai aumentar no futuro porque hoje o cenário que vivemos é muito diferente do de 10 anos atrás. Antes, vendíamos o tamanho da rede. Hoje, pela frequência e todas as terapias que estão sendo aplicadas, cobertura e pressão dentro do nosso setor, aquele contato com o beneficiário vai ser uma das grandes diferenciações que teremos. Para isso acontecer, o engajamento com o beneficiário deverá ser uma venda muito mais qualificada”.
Segundo Aline, os players do setor têm como missão trazer um profissionalismo maior para todos que estão engajando no dia a dia.
Ronaldo Kalaf, CEO de Cuidados Integrados da Amil, que gerencia 20 hospitais da Amil, convidou a todos a conhecerem os hospitais. “Vamos fazer o certo, temos os indicadores certos. Mas também erramos. Só que vocês terão o canal e o suporte. Para quem vende, o pós-venda é muito importante. A saúde dá dor de cabeça. Garanto que vocês terão a pessoa regionalizada do lado para pode apoiá-los Criamos essa estratégia para poder estar próximo de vocês. Primeiro para vocês tere m a segurança de oferecer ao cliente uma saúde decente e o segundo é que os problemas existem, mas sempre serão minimizados por nós”.
A contagem regressiva para o The Town 2023, o maior festival de música, cultura e arte de São Paulo (SP), começou. A Porto é patrocinadora oficial do evento e vai cuidar do público nessa maratona sonora e visual com ativações especiais das verticais Porto Seguro e Porto Saúde.
Atrações A montanha-russa dupla da Porto, com dois loopings, comportará até 24 pessoas por vez, sendo 12 em cada veículo. Com um trajeto de aproximadamente 15 minutos, a atração branded promete elevar ao máximo o nível de animação e adrenalina no festival.
O Lounge Porto, próximo ao palco Skyline, terá três andares, sendo o primeiro aberto ao público (até 100 pessoas simultaneamente), com karaokê, banda ao vivo, arquibancadas para descanso e tomadas disponíveis para recargas de celular. Nos demais pisos, destinados a convidados da marca, haverá cateringe uma vista única para o palco principal.
“Queremos estar conectados com as pessoas durante o festival, com todo o cuidado necessário para ajudar a criar uma experiência única para o público. Voltamos nossa atenção para o que pode fazer a diferença durante um evento deste porte”, afirma Luiz Arruda, VP de Marketing, Clientes e Dados da Porto.
Ativações Além de todo o cuidado já oferecido, como o serviço de ambulatório com a assinatura da Porto Saúde e as frotas de veículos da Porto Seguro ao redor do Autódromo de Interlagos, várias ativações de marca estão sendo preparadas e serão potencializadas durante o festival.
Por meio da mídia OOH, em parceria com a JCDecaux, diversas peças sobre a participação da Porto em The Town 2023 já podem ser vistas em relógios de rua, portas de metrô da linha amarela e TV Digital. A Porto ainda se comunica com o público por meio de anúncios no Spotify e na Rádio Mix.
Durante o festival, a companhia aproveita para impulsionar o conceito “Todo cuidado é Porto”, adotando a assinatura “No The Town 2023, todo cuidado é Porto”, que reforça a essência da marca. “Para tangibilizar essa entrega, teremos um squad de creators com perfis diversos e selecionados criteriosamente para levar o cuidado da Porto em forma de entretenimento e diversão, além das peças de mídia OOH disponíveis em diversos pontos das principais vias de São Paulo, como por exemplo, metrô, relógios de rua, além de mídia online levando dicas de como curtir e melhorar ainda mais a experiência do público no festival”, acrescenta Arruda.
Para quem estiver no festival, a Porto convida a conhecer o seu Lounge, para um intervalo nessa maratona e poder fazer isso com conforto e aconchego. A marca ainda estimula o uso de duas hashtags durante os cinco dias de shows: #NoTheTown2023ComAPorto e #TodoCuidadoÉPorto.
Aproximadamente um bilhão de pessoas em todo o mundo vivem com algum transtorno mental diagnosticável, de acordo com o Relatório Mundial de Saúde Mental da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado em 2022. Em linha com esse cenário, a rede de clínicas Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, registrou crescimento de 47% nos atendimentos psicológicos no 1º semestre de 2023, em comparação a igual período do ano passado. A busca tem começado cedo, a partir dos 14 anos, com a principal faixa etária de atendimento dos 18 aos 40 anos.
Ainda de acordo com o relatório da OMS, uma em cada oito pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, sendo a ansiedade e a depressão os diagnósticos mais comuns. Para a psicóloga Letícia Silva, da unidade de Osasco (SP) da rede Meu Doutor Novamed, o aumento de questões mentais e emocionais entre os jovens e adultos está associado ao modelo de vida.
“Na maior parte do tempo, a sociedade acaba vivendo de maneira automática, sem perceber a rotina que leva, o desgaste mental excessivo, a alimentação inadequada, o sono irregular. Todos esses fatores contribuem para o aumento de alguns transtornos, como ansiedade e depressão”, reforça a psicóloga.
Fatores de risco que impactam na saúde mental
São múltiplos os fatores relacionados ao desenvolvimento de transtornos mentais. A psicóloga Letícia Silva destaca os aspectos biológicos (físicos), psicológicos (emocionais) e ambientais (sociais e culturais) entre os que podem impactar a saúde mental. E acrescenta outro: o genético. “Uma pessoa com histórico de transtorno mental na família, por exemplo, está mais vulnerável ao desenvolvimento de uma patologia dessa natureza”.
A psicóloga Gabriella Braga, da rede Meu Doutor Novamed na unidade Méier, no Rio de Janeiro (RJ), alerta sobre situações que também podem ameaçar a saúde mental. “Entre as condições de riscos, podemos considerar o estresse, as influências ambientais hostis, os abusos, que podem ser psicológicos, físicos e/ou sexuais.
A saúde mental é um tema cada vez mais relevante para toda a sociedade. E em meio a esse contexto, as campanhas e ações educativas, bem como o trabalho de apoio de entidades dedicadas ao tema, auxiliam na conscientização sobre o desenvolvimento de novas atitudes e abordagens relativas às questões emocionais.
A saúde mental dos jovens
A adolescência é um período crucial para o desenvolvimento emocional. De acordo com os dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), metade de todas as condições de saúde mental começam aos 14 anos de idade. Porém, em sua maior parte, os casos não são detectados e tratados.
A psicóloga Letícia Silva ressalta a importância da atenção à etapa de transição para a vida adulta. “A adolescência é responsável pela preparação para a vida adulta, impactando em questões que vão desde as habilidades interpessoais, como a capacidade de planejamento e de resolução de problemas, à administração de emoções. A falta de atenção à saúde mental nesta fase pode influenciar de maneira negativa a fase adulta, afetando a capacidade da pessoa em lidar com as suas emoções e fazendo com que ela tenha dificuldades em se abrir a novas oportunidades ao longo da vida”.
De acordo com a OPAS, o impacto das questões emocionais na saúde do jovem é um problema global. As condições de saúde mental são responsáveis por 16% das doenças e lesões em pessoas com idade entre 10 e 19 anos. Entre as principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes está a depressão.
Para Letícia, o elevado número de adolescentes com patologias mentais se deve principalmente à limitação do convívio social real, substituído por conexões exclusivamente virtuais e pela exposição excessiva à tecnologia. “Hoje, com o aumento de acesso a tecnologias, os jovens acabam passando mais tempo conectados ao celular do que em contato com a própria família e os amigos. Esse comportamento de isolamento e falta de interação social contribui de maneira significativa para os transtornos mentais”, reforça a profissional da Meu Doutor Novamed.
Ela acrescenta as pressões sociais, sobretudo na família, como mais um fator potencialmente prejudicial à saúde emocional do indivíduo em formação. “A adolescência é um momento único, que molda as pessoas para a vida adulta. Um ambiente estressante, de cobranças, punições e conflitos, é altamente impactante no desenvolvimento dos jovens. Muitas vezes, há uma pressão parental referente ao futuro desses jovens, em um momento em que é primordial que eles tenham o apoio para desenvolver o autoconhecimento”.
A psicóloga Gabriella Braga reforça o papel dos pais nesta fase de transformações. “Eles podem ajudar buscando o auxílio de profissionais capazes de orientar e tratar condições que geram sofrimento significativo na vida do adolescente e da família”.
A especialista da unidade carioca da Meu Doutor Novamed lista alguns sinais que podem ser percebidos no comportamento do adolescente, e que não devem ser ignorados:
· Isolamento, evitando exposição e interações;
· Choro constante;
· Perda ou ganho excessivo de peso;
· Problemas gastrointestinais – que podem ter origem emocional.
Equilibrando a saúde mental
A promoção da saúde emocional e a prevenção de transtornos, por meio da terapia, são fundamentais para a construção de uma vida equilibrada. “Tais estratégias vão ajudar o paciente a construir uma boa autoestima, autoeficácia e outras habilidades, tais como a resiliência para lidar com possíveis problemas futuros. A ideia da terapia é justamente fazer o paciente desenvolver habilidades para lidar com as situações atuais e também usar isso a seu favor no futuro. Sabemos que ninguém está livre de problemas, mas existem recursos que são aprendidos e podem ser levados para a vida”, comenta a psicóloga Gabriella Braga.
Ela complementa que o tratamento psicológico, acompanhado, em alguns casos, do tratamento medicamentoso, ajuda a diminuir os sintomas, fazendo com que a pessoa consiga lidar com suas questões emocionais. “O tratamento existe. Com o apoio profissional adequado, é possível alcançar qualidade de vida e bem-estar”.
A Tokio Marine alcançou um crescimento de 17,9% em prêmios emitidos no primeiro semestre, para R$ 5,92 bilhões. Enquanto isso, o mercado no qual atua (sem Previdência, Capitalização e Saúde), cresceu 13%. O Índice Combinado ficou em 87,4%, em uma demonstração da excelente performance da companhia no período. As indenizações pagas chegaram a R$ 2,66 bilhões.
“Este desempenho ratifica a nota máxima, AAA.br, com perspectiva estável, atribuída recentemente à Tokio Marine pela agência de classificação de risco Moody’s Local. A avaliação considerou fatores como competitividade da companhia no setor de Seguros Gerais no Brasil, qualidade dos ativos, forte rentabilidade do negócio e suporte da Tokio Marine Holdings. Estamos muito otimistas de que é possível encerrar o ano de 2023 com um crescimento em dois dígitos”, afirma o diretor executivo de Finanças e Administração, Daniel Dibe.
Destaques – Entre os Produtos Massificados, destaque para o seguro fiança locatícia, com um crescimento de 175,6%, seguido do Seguro Condomínio, cujo aumento da produção em relação ao mesmo período do ano passado chegou a 69%. Já a carteira de Automóvel continuou sendo um dos carros-chefes do resultado da Tokio Marine. No período, o crescimento em prêmios foi de 29,4% (sem DPVAT e sem Garantia Estendida Auto). Na carteira de Pessoas Coletivo, o desempenho da Seguradora foi 13,7% maior em comparação ao primeiro semestre de 2022.
A companhia também reforçou seu apetite por grandes riscos no primeiro semestre do ano. No período, os produtos que apresentaram crescimentos relevantes em Prêmios Emitidos, quando comparados ao mesmo período do ano anterior, foram: RC Geral 139,9%; Riscos Cibernéticos 95,6%; E&O 52,5%; Empresarial 25%; Equipamentos e Fazendas 19,6% e Transportes Total 6,9%.
Para atender às demandas de corretores, assessorias e clientes, a companhia continuou investindo em transformação digital, em projetos que englobam desde a facilitação do processo de cotação e contratação do seguro, com mais agilidade, menos burocracia e precificações mais precisas, até a regulação ágil e inteligente de sinistros.
“Nossa estratégia para o segundo semestre é manter a oferta de soluções de excelência que protejam a Vida e o Patrimônio das Pessoas e Empresas. Estamos presentes no Brasil há 64 anos, sempre conduzindo os negócios a partir da filosofia “Good Company” do Grupo Tokio Marine: Olhar além do lucro; capacitar os colaboradores e cumprir os compromissos com a sociedade”, conclui Daniel Dibe.
O novo episódio do videocast ‘Com Você Corretor’, produzido pela Bradesco Seguros, já está no ar, com o tema Seguro Residencial. A superintendente de Ramos Elementares da Companhia, Raquel Costa e o diretor da seguradora, Saint’Clair Lima, participaram da conversa.
O novo episódio destaca as soluções da Bradesco Seguros para a proteção de residências: o Bradesco Seguro Residencial, o Bradesco Seguro Residencial Sob Medida, e o Lar Mais Seguro Bradesco.
“O videocast é uma ótima oportunidade para os corretores e para a Bradesco Seguros. A troca direta com os profissionais possibilita que eles conheçam e tirem suas dúvidas sobre os produtos que oferecemos. Assim, podem potencializar seu trabalho e atender aos clientes de forma ainda mais eficiente. Da nossa parte, como representantes da seguradora, apresentamos as novidades e entendemos os anseios dos nossos profissionais”, afirmou Saint’Clair.
‘Com Você Corretor’ é um programa voltado exclusivamente para corretores de seguros. O formato inédito no setor traz bate-papos informais e descontraídos, em que executivos da Bradesco Seguros e convidados apresentam as novidades, campanhas, eventos, produtos, tiram dúvidas e abordam mais assuntos pertinentes sobre os produtos comercializados pela Seguradora.
Com o aporte de R$ 2,2 milhões, as empresas estão apoiando a iniciativa Aqualuz, desenvolvida pela Sustainable Development and Water (SDW), uma startup brasileira de impacto socioambiental. A SDW é responsável pela criação de um dispositivo sustentável que realiza o tratamento de água doce com possível contaminação microbiológica por meio da exposição ao sol, garantindo às famílias acesso à água de melhor qualidade, submetida a um processo de desinfecção, sem necessidade de adição de produtos químicos.
A solução pode durar até 20 anos e as famílias passaram por um processo educativo sobre a utilização e importância do tratamento da água para a eliminação de microrganismos.
O projeto Aqualuz
O equipamento fornecido às famílias é composto por uma caixa de aço inoxidável com uma tampa de vidro que permite a incidência da radiação solar, e um sensor termossensível que muda de cor para indicar quando o processo de desinfecção da água é finalizado. Dessa forma, o usuário enche o equipamento com água e deixa exposto ao sol por, pelo menos, quatro horas, tempo suficiente para efetivar o tratamento. Após a alteração da cor do sensor, a água pode ser retirada e resfriada para o consumo.
A tecnologia desenvolvida pela SDW foi reconhecida em 2019 em uma premiação oferecida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e permite às famílias uma economia de R$ 600 por ano, na medida em que deixam de gastar com fervura de água, tratamentos médicos e medicamentos para combater doenças de veiculação hídrica.
O projeto está sendo conduzido junto à Organização de Conservação de Terras (OCT) e conta, além da doação dos equipamentos, com um amplo cronograma que envolve o mapeamento das famílias que recebem o equipamento gratuitamente e o trabalho lúdico e educativo junto às comunidades, visando ressaltar a importância do tratamento da água e a forma correta de utilizar o equipamento, bem como a mensuração dos resultados.
Impacto do projeto
De acordo com o Instituto Trata Brasil, o saneamento básico tem um atraso histórico no país, no que se refere ao atendimento dos serviços de água e esgoto. São mais de 35 milhões de pessoas com falta de acesso à água potável e cerca de 100 milhões de brasileiros sem acesso à coleta de esgoto. Na região Nordeste, o abastecimento de água potável é restrito a 74% da população.
Um exemplo de enfermidade de veiculação hídrica que pode se espalhar nesse contexto é a esquistossomose, doença parasitária que está diretamente relacionada ao saneamento precário. Estima-se que no Brasil, cerca de 1,5 milhões de pessoas vivam em áreas sob o risco de contrair a doença. Bahia e Alagoas, estados contemplados no projeto, estão entre as áreas de transmissão endêmica da doença.
Dados do painel de saneamento básico no Brasil apontam que, só em Alagoas, em 2021, as despesas com internações provocadas por doenças de veiculação hídrica chegam a mais de R$ 800 mil. Para se ter uma ideia do benefício alcançado com o Aqualuz, considerando as mais de 4,5 mil pessoas beneficiadas com o projeto, as estimativas de valores economizados com o tratamento dessas doenças ao longo de 20 anos são da ordem de R$ 1,8 milhão.
Para a SDW, o projeto representa um resultado significativo diante da sua meta de impactar 1 milhão de pessoas até 2025 por meio de suas tecnologias de água e saneamento. O projeto em questão está alinhado com o propósito da startup de transformar vidas democratizando o acesso a recursos básicos e universais.
Já para o Instituto BRK, o saneamento básico pode transformar a vida das pessoas e o Brasil deve expandir as soluções para que os serviços de água e esgoto cheguem nas pessoas que precisam. A população ribeirinha é uma das que mais sofre com o problema, além de enfrentar dificuldades com a ausência de saneamento básico, existe a insalubridade da água, a precariedade no acesso à saúde e, consequentemente, o alto índice de doenças de veiculação hídrica.
“Com esse projeto inovador, encontramos uma forma de ampliar o acesso à água com melhor qualidade em regiões que estão fora do escopo contratual da empresa. Mais do que a excelência na prestação dos serviços de saneamento, a BRK está comprometida com iniciativas que levam dignidade, saúde e qualidade de vida para as pessoas”, destaca Carlos Almiro, diretor de Relações Institucionais, Sustentabilidade e ESG da BRK.
Já para a Zurich, o projeto reforça o propósito da companhia de contribuir para a sociedade, juntamente com seus parceiros comerciais, em iniciativas que trazem um impacto social positivo para o país. “Como parceiros da BRK, ficamos muito satisfeitos de construirmos junto à SDW um projeto extremamente relevante para a saúde e segurança dessas famílias, que terá um impacto profundo em suas vidas tanto a curto quanto a longo prazo”, diz Ana Matta, gerente de Comunicação Corporativa e Responsabilidade Social da Seguradora Zurich.
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