Presidentes detalham as vantagens do acordo entre Porto Seguro e Mitsui Sumitomo

A Mitsui Sumitomo Seguros anuncia assinatura de acordo estratégico com a Porto Seguro, uma das principais seguradoras do Brasil, para dar mais um passo na parceria que começou em 2021, com a parceria de cosseguro, que envolve o uso do banco de dados da líder do mercado para uma precificação mais assertiva e ágil do seguro automóvel. O novo acordo, anunciado hoje, amplia a parceria para operar produtos de varejo nos segmentos de automóvel, residência e empresas de pequeno e médio porte.

Como a operação será feita em cosseguro, com a liderança da Porto Seguro, que terá os direitos de opção de renovação das apólices destes segmentos, não será preciso aguardar a aprovação da Susep (Superintendência de Seguros Privados), mas sim obter a aprovação do CADE, uma vez que a Porto Seguro é líder absoluta do setor em automóvel e residência.

O acordo traz outras novidades em si. Primeiro a troca de executivos da Mitsui. Koichi Kawasaki é o novo CEO e presidente da Mitsui Sumitomo a partir de hoje, 1o. de setembro, substituindo Masayuki Nagano, que passa a ser o presidente do conselho. Hélio Kinoshita, vice-presidente responsável por tocar o dia a dia da operação de uma das maiores seguradoras da Ásia no Brasil deixou o cargo e passa a ser consultor do grupo que em tempo integral, até que a parceria com a Porto esteja madura.

“A ideia surgiu a partir do amadurecimento da parceria e do relacionamento iniciados em meados de 2021. Agora em 2023, estamos colhendo novos frutos na área de varejo”, diz Koichi Kawasaki, novo CEO da Mitsui Sumitomo Seguros no Brasil ao Sonho Seguro. Para ele, a parceria estratégica entre as empresas reflete a confiança mútua nas oportunidades oferecidas pelo mercado brasileiro e nas vantagens geradas pela atuação em conjunto. “A Mitsui Sumitomo fortalecerá ainda mais sua parceria de cosseguro com a Porto Seguro nas linhas de varejo, potencializando os pontos fortes das duas empresas para expansão dos negócios”, conclui.

Este acordo traz vantagens significativas para todos os envolvidos. A marca Mitsui Sumitomo continuará presente no mercado de varejo, com seguros comercializados e geridos futuramente pela Porto Seguro. Serão intensificados pela Mitsui Sumitomo os negócios locais com foco no segmento corporativo, mantendo sempre o compromisso com serviços de alta qualidade. “A partir de julho, temos uma tendência positiva dos resultados da companhia e esta parceria tem contribuído para isso”, comenta Kinoshita.

Por outro lado, a Porto Seguro irá ampliar seus canais de venda, proporcionar mais opções de negócios para os corretores e, ainda, fortalecer sua estratégia de atração de novos clientes por meio da parceria, principalmente com corretores de seguros e assessorias “Agora temos mais uma opção para corretores de seguros e assessorias. A marca Mitsui Sumitomo será parte do grupo Porto, que já tem Porto, Itaú e Azul. E todos os contratos permanecem como foram contratados. Nada muda. Tudo continua na Porto como está na Mitsui”, explica Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguro.

No seguro Auto, a Mitsui Sumitomo encerrou os primeiros seis meses de 2023 com R$ 133 milhões em prêmios emitidos, informa o novo presidente. Apesar da importância do contrato em vários sentidos, o volume não altera muito a posição da Porto Seguro, que já é líder. A Mitsui agrega 118 mil itens segurados diante dos 43 milhões da Porto Seguro contabilizados no primeiro semestre de 2023. Nos outros seguros, são 127 mil apólices vigentes e R$ 43 milhões em prêmios emitidos no primeiro semestre de 2023.

“O acordo beneficia as duas empresas e, principalmente, os clientes de maneira significativa porque continuarão desfrutando dos benefícios de ambas as marcas e terão acesso a vantagens adicionais, além de contribuir com a geração de negócios para os corretores. Essa operação reforça o nosso cuidado e compromisso de sermos, cada vez mais, um porto seguro aos nossos clientes e parceiros de negócios”, diz Leite, destacando que a migração será gradual e sem impacto para os clientes.

Na primeira edição do Insurance & Innovation Talks, Bradesco Seguros fala sobre jornada do cliente 

Fonte: Bradesco

No dia 28 de agosto, o Grupo Bradesco Seguros reuniu no inovaBra, em São Paulo, grandes nomes de inovação e seguros do país, com representantes de empresas como Bradesco Seguros, NTT Data, e Cinnecta, para a primeira edição do Insurance & Innovation Talks.  

Giuliano Generali, Superintendente Executivo de Canais Digitais do Grupo Segurador, abriu a cerimônia falando sobre o desafio para o consumidor em ter um entendimento claro sobre seguro e como isso impacta na hora da contratação, além da necessidade de pensar em duas jornadas distintas que se conectam: a do corretor e a do cliente. “É preciso aproximar o seguro do momento de vida do cliente. Mais do que vender, temos que explicar para que aquele seguro serve naquele momento de vida, reforçando a visibilidade do benefício tangível para o usuário”, 

Felipe Szuster, Gerente de Inovação na Bradesco Seguros, também comentou a respeito da implementação de inovação aberta na seguradora. “Como resultado, o número de empresas prospectadas em 2022 cresceu mais de 62%, se comparado ao ano anterior. Dentre as mais de 40 POCs realizadas durante o ano, mais da metade foi contratada para projetos internos – um aumento de 24% em relação a 2021”. 

Outros temas abordados durante o evento foram a escuta ativa junto ao cliente, NPS em diversos pontos da jornada, entendimento de que a jornada do cliente começa muito antes dele estar nos canais, e como ocorre o processo de mensuração da experiência do consumidor.  

Sincor-SP apresenta estudo de estratégias de cross selling para ajudar corretores de seguros

Fonte: Sincor-SP

Os corretores de seguros são o elo do setor com o capital mais valioso, o cliente, mas muitas vezes não aproveitam todo esse potencial que têm em suas mãos. É muito mais simples e barato vender para um cliente já fidelizado do que conquistar novos, mas muitos não se atentam a isso, ou não sabem como explorar a carteira. Para o Sincor-SP, que oferece apoio para os corretores pequenos, médios e grandes em seus desafios, avançar no crosseling é um ponto fundamental.

Por isso, realizou o estudo “Oportunidades – Como os corretores de seguros podem aproveitar o cross selling?”, parte do Projeto Oportunidades, mais um investimento para seus associados, com apoio das Comissões Técnicas e do consultor de economia, Francisco Galiza. “Novamente encomendamos um consistente trabalho do Francisco Galiza para ampliar a visão do corretor de seguros. O estudo aborda vários pontos, na teoria e na prática, com pesquisas junto aos corretores de seguros e às Comissões Técnicas do Sincor-SP, para ajudar a impulsionar novas ações”, afirma o presidente do Sincor-SP, Boris Ber.

Em live realizada nesta quarta-feira, 30 de agosto, foram divulgados os primeiros resultados do Projeto Oportunidades. Participaram o presidente do Sincor-SP, Boris Ber, e os responsáveis pelo projeto, a 1ª vice-presidente Simone Fávaro, e o coordenador do Comitê de Tecnologia e Jovens Corretores do Sincor-SP, Arnaldo Odlevati Jr, além do responsável técnico e consultor de economia do Sincor-SP, Francisco Galiza.

O estudo

O material é bastante aprofundado no tema cross selling, feito por Francisco Galiza em parceria com as Comissões do Sincor-SP, que soma 38 páginas, com vários capítulos e análises. Acesse aqui o material completo do estudo Oportunidades.

“O tema do estudo é o cross selling, conhecido no Brasil como venda cruzada. A ideia do cross selling consiste na venda de produtos ou serviços relacionados ou complementares à compra original, com base no interesse do cliente. A partir dele tem o conceito do up-selling, quando se vende uma melhora do produto, ou seja, um upgrade, e o down-selling, quando se baixa a qualidade do produto para não perder a venda”, explicou Galiza.

“São práticas que vemos no dia a dia, como quando compramos um lanche com batata frita, e o vendedor oferece uma batata maior (up-selling) ou um milkshake (cross selling). Essa prática é muito possível no mercado de seguros tendo em vista que há uma enorme gama de produtos e serviços a serem oferecidos, e faz muita diferença no faturamento do corretor”, exemplificou.

O estudo é composto por capítulos muito ricos com sugestões para os corretores, apresentando as dificuldades e como contorná-las, dando dicas e estratégias para oferecer seguros que são compatíveis para o mesmo cliente.

“Os tipos de produtos que as Comissões sugerem são aqueles ligados ao produto original, o que é mais ou menos intuitivo. Mas há também as sugestões de oferecer seguros de interesses gerais, que são mais fáceis de serem comercializados”, disse o consultor.

Para cada dificuldade apontada pelos corretores há uma solução diferente. “Para aquele profissional que se se sente incapaz tecnicamente, recomendamos alguns cursos. Já para o corretor que afirma que sente receio em incomodar o cliente, é mais importante trabalhar um curso de vendas. Ou seja, não existe uma solução única, cada corretor tem uma dificuldade diferente para praticar o cross selling”.

“Considerando as respostas da pesquisa, vimos que na média 45% das corretoras oferecem cross selling. Esse número está relacionado com o tamanho da corretora, as pequenas oferecem menos cross selling do que corretoras grandes”, apontou Galiza.

Boris Ber ressaltou que quem já tem o seguro do automóvel do cliente, sabe o perfil, então pode oferecer um saúde, um vida, um residência. “Se o corretor gerar a atuação com as informações que já tem a assertividade da ação será muito maior”, avaliou.

“Por isso é fundamental ter um sistema de tecnologia com acesso a essas informações com facilidade”, completou Galiza. “Vamos buscar cada vez mais ferramentas e estratégias para ajudar o corretor a evoluir neste tema em sua corretora”, garantiu o presidente do Sincor-SP.

Simone Fávaro analisou que o estudo ofereceu algumas ferramentas, mas vê no dia a dia como corretora algumas dificuldades que persistem. “No Sincor-SP estamos atuando fortemente para dar soluções aos corretores. Temos a ferramenta ConectaCor para ajudar o corretor com dúvidas em determinados ramos, porque é difícil ter expertise em todos. Com o ConectaCor o corretor pode esclarecer suas dúvidas, com respaldo dos especialistas das Comissões, além de nossos Plantões Técnicos e outras iniciativas”, pontuou.

Arnaldo Odlevati Junior mencionou que, durante a live, os corretores enviaram mensagens pedindo acesso a cursos. “Nós temos parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS) para uma ampla grade. Se mesmo com os cursos o corretor ainda não tiver a segurança de oferecer o produto, tem o ConectaCor. E se ainda assim tiver insegurança, em breve poderá contar com a solução Balcão de Negócios, que estamos desenvolvendo. A ideia do Balcão de Negócios é realizar parcerias dentro do Sincor-SP, ou seja, corretores que tenham mais estrutura ou especialidade poderão fazer negócios em conjunto com aqueles que não têm tanta experiência em determinada área”, adiantou.

“Galiza, obrigado pela construção deste projeto. Agora, temos uma visão clara do que os corretores querem e indicações por onde começar. Cursos, interação com nossas Comissões e o próprio Balcão de Negócios que a Simone está construindo vão auxiliar – e muito – os nossos associados”, disse Boris Ber. “Odlevati, acredito que você também está levando muitos insights para compartilhar na Comissão de Jovens Corretores. Simone, parabéns pelo seu trabalho à frente deste projeto tão importante, envolvendo as Comissões e já preparando novidades para nossos associados”, concluiu o presidente do Sincor-SP”.

Porto Seguro e Mitsui celebram parceria em seguro de auto, residência e PMEs

Depois de um ensaio de quase um ano, a Porto Seguro e a Mitsui Sumitomo aprofundaram a parceria iniciada no ano passado. Em fato relevante, a Porto Seguro comunica que celebrou acordo de parceria com a companhia japonesa para operar produtos de varejo nos segmentos de automóvel, residencial e empresas de pequeno e médio porte. A operação será feita em cosseguro, com a liderança da Porto Seguro, que terá os direitos de opção de renovação das apólices destes segmentos. Não integram a operação os seguros comercializados pela Mitsui Sumitomo no segmento corporativo.

No seguro Auto, a Mitsui Sumitomo possui 118 mil apólices vigentes e encerrou os primeiros seis meses de 2023 com R$ 133 milhões em prêmios emitidos. Nos demais segmentos contemplados, são 127 mil apólices vigentes e R$ 43 milhões de prêmios emitidos no primeiro semestre de 2023.

Com essa operação, a Porto Seguro pretende ampliar seus canais de venda, proporcionar mais opções de negócios para os corretores e, ainda, fortalecer a estratégia de atração de novos clientes.

A Mitsui Sumitomo seguirá mantendo uma estrutura independente no país, seja para o exercício de suas atividades no cosseguro com a Porto Seguro, seja para a condução de suas operações, de forma isolada, nos demais segmentos.

O acordo firmado hoje está sujeito a avaliação e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), além de outras condições usuais nesse tipo de operação.

Atlântica Hospitais e Grupo Santa anunciam parceria

Carlos Marinelli Bradesco Saúde

Fonte: Bradesco

A Atlântica Hospitais e Participações, empresa controlada da Bradseg Participações e parte do Grupo Bradesco Seguros, juntamente com o Grupo Santa, principal rede hospitalar da região Centro-Oeste, anunciam, nesta quinta-feira, uma parceria com foco no crescimento e aprimoramento do setor privado de saúde no País. A parceria – primeira da Atlântica em hospitais já em operação – se constitui na aquisição de 20% do capital social do Grupo pela Companhia, enquanto o Grupo Santa mantém a liderança na gestão operacional dos ativos e 80% de participação no negócio.

Com uma trajetória de 60 anos, o Grupo Santa emerge como parceiro estratégico para a Atlântica no Centro-Oeste. Sua vasta experiência e profundo conhecimento das características locais são evidenciados por sua presença em todos os estados da região e pelo pioneirismo na inauguração do renomado Santa Lúcia, o primeiro hospital privado do Distrito Federal.

A decisão da Atlântica de adquirir participação em um grupo hospitalar já estabelecido está alinhada à estratégia da Companhia de investir em múltiplas frentes do setor privado de saúde. Carlos Marinelli, diretor geral da Atlântica Hospitais e Participações, enfatiza os objetivos da companhia em ampliar sua atuação como investidor na cadeia de valor do setor de saúde.

“A aliança com o Grupo Santa reitera o foco da Atlântica no fomento do setor de Saúde no país. Com contribuições diferentes, cada qual dentro da sua expertise, entendemos que a união com parceiros de renome traz eficiência e qualidade na entrega do serviço à sociedade. Visamos estimular a capilaridade de ativos médicos privados e independentes, proporcionando o acesso a serviços de referência em saúde para uma parcela cada vez maior da sociedade.”, afirma Marinelli.

Segundo Gustavo Fiuza, CEO do Grupo Santa, a parceria impulsionará o desenvolvimento do grupo, elevando a empresa a um novo patamar. “Esta aliança reforça nosso compromisso com a excelência em cuidados de saúde e o nosso desejo de levar a expertise do Grupo Santa ainda mais longe. Vislumbramos novas oportunidades e recursos que irão acelerar nosso crescimento, não somente no Centro-Oeste, mas por todo o Brasil”, afirma Fiuza.

O executivo destaca, ainda, que o Grupo Santa permanecerá independente, atendendo a todos os públicos e operadoras, sem qualquer interferência no mercado de planos de saúde.

Cenário Centro-Oeste

Em constante crescimento, a região Centro-Oeste registrou o maior aumento populacional do País entre 2010 e 2022, com 1,23% – mais que o dobro da média nacional (0,52%), segundo dados do Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Referência do agronegócio, o avanço ressalta o vasto potencial da região, com ampla oportunidade para o desenvolvimento de setores variados, incluindo o de Saúde.

A região Centro-Oeste se destaca por sua relevância econômica e vem registrando avanços de participação no PIB nacional, conforme dados mais recentes do IBGE, do final de 2022. A contribuição da região ao PIB aumentou de 9,9% em 2019 para 10,4% em 2020.

A região segue se destacando em 2023. Levantamento da empresa 4intelligence, com base nos dados do IBGE, apontam que a região foi a de maior expansão no PIB no primeiro trimestre deste ano, em comparação aos últimos três meses de 2022, com 5,2%. O índice da região é mais que o dobro do crescimento do PIB nacional, de 1,9% no mesmo período.


Nos últimos anos, o Centro-Oeste também tem se destacado como líder na geração de empregos formais e informais no Brasil. Entre dezembro de 2019 e março de 2023, a taxa de ocupação na região cresceu 6,8% – quase o triplo do aumento nacional (2,4%) -, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Há um aumento de demanda por estrutura e serviços médicos para diferentes perfis de clientes, bem como pelo serviço hospitalar de excelência na região, isso exige cada vez mais investimentos em saúde e reforça a importância estratégica de um parceiro como o Grupo Santa”, destaca Marinelli.  

MetLife participa de evento com foco em inovação e tecnologia

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, participou da 14º edição do Digitalks Expo, o principal evento brasileiro de Negócios da Economia Digital e Tecnologia, que reuniu mais de 9 mil pessoas nos dias 23 e 24 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista. Lideranças da MetLife Brasil participaram durante os dois dias de evento e contribuíram, ao lado de outros especialistas, nos debates sobre oportunidades e desafios do setor.

Paulo Hussar, Head de Transformação de Negócios e Processos na MetLife Brasil, participou como palestrante no painel “Os desafios da digitalização no mercado de seguros”, onde compartilhou insights sobre como a empresa tem se empenhado para superar os desafios da digitalização no setor e levar serviços de proteção e bem-estar para cada vez mais pessoas. O executivo também comentou sobre como a seguradora tem trabalhado com novidades em tecnologia, plataformas e APIs para facilitar esse acesso. “Nosso maior desafio é ampliar o acesso a serviços financeiros e de proteção no país, levando mais segurança para os clientes de uma forma simples, rápida e, sempre que possível, digital”, afirma.

Um estudo global da NTT Data apontou que a pandemia levou 42% das seguradoras a criarem plataformas de negócios digitais, parciais ou completas. Sendo possível considerar que o setor avançou quase um ano somente durante os primeiros 90 dias da pandemia, em 2020, de acordo com o estudo. Para Hussar, a mudança de mindset do time é o primeiro passo para que a digitalização dos negócios aconteça de forma eficiente. “Na MetLife, cientes desses desafios, voltamos o nosso olhar para o ecossistema da companhia e mapeamos ações estratégicas para levar a cultura digital ao nosso time”, finaliza o executivo.

Desde 2022, a seguradora conta com uma área de Transformação de Negócios e Processos, dedicada exclusivamente às estratégias para driblar os desafios da digitalização no setor. Neste período, já foram realizadas entregas importantes para a marca como o App Vida MetLife com uma nova interface, com mais de 30 funcionalidades e que em quatro meses desde o lançamento do seu piloto, já conta com mais de 4.000 usuários.

Durante os dois dias de evento, o Digitalks Expo 2023 permitiu às empresas de diferentes setores novas conexões e discussões interessantes com uma janela para o futuro do digital. O evento contou com mais de 500 palestrantes, em 18 palcos diferentes, promovendo debates com diversas temáticas do mundo digital.

Da bicicleta personalizada ao tênis: como o seguro protege itens pessoais?

Fonte: Infomoney

O que um tênis de colecionador e uma bicicleta personalizada têm em comum? Ambos são itens pessoais que podem ser protegidos por meio da aquisição de seguros pelos seus proprietários.

É o que conta o empresário e colecionador de tênis Rodrigo Clemente, que contratou um seguro para a sua coleção, no episódio desta semana do “Tá Seguro?”, videocast do InfoMoney que descomplica o universo dos seguros, já disponível no YouTube e nas principais plataformas de podcast ( para ouvir no Spotify).

O acervo de Clemente tem mais de 8 mil pares dos itens, também conhecidos como sneakers, que hoje estão reunidos em uma espécie de museu aberto ao público para visitação. Segundo ele, há diversos tênis raros, inclusive assinados por celebridades, como os jogadores de basquete Michael Jordan e Shaquille O’Neal, e o mais caro da coleção chega a custar R$ 1,5 milhão.

Começou quando eu era jogador de basquete e, na época, não tinha muito dinheiro para o tênis, mas eu ganhava muito, e essa paixão acabou seguindo por toda a vida. Depois que eu consegui um pouquinho mais de recursos [financeiros], eu fui conquistando espaço, colocando um pouco mais em casa até o dia que minha esposa olhou para mim e falou que não dava mais para guardar tudo ali. Aí eu montei uma sala dentro do escritório e deixei eles expostos. Cresceu um pouco mais e se tornou um andar. Hoje virou um museu com dois andares e um bunker”, relata Clemente.

O colecionador contratou um seguro para a exposição e precisou catalogar todos os pares que deverão ser revezados nas prateleiras do museu. Para isso, conta com a ajuda do filho de 15 anos que divide com ele a paixão pelos sneakers – e o mesmo número de calçado. “Eu só falo para ele cuidar e não estragar ( ) eu acho que tênis tem que ser usado, não é só para ficar ali exposto, e eu troco todo dia. Ele compõe o que eu vou vestir, ele fala o que eu tenho que usar no dia”, comenta o empresário sobre o papel do tênis no seu dia a dia e a influência no seu estilo pessoal.

Segundo Almir Fernandes, gerente executivo de Portfólio, Serviços e Benefícios da seguradora Brasilseg, o mercado segurador provê soluções para casos como o de Rodrigo: seja protegendo as instalações da coleção, mas também indenizando em caso de roubo de um item pessoal – como um par de tênis.

Em relação às instalações, além da indenização em situações de perdas ou danos causados aos bens guardados no local por incêndio, inundação ou vazamento há um trabalho que antecede. “Tem um trabalho que antecede isso, que todas as seguradoras fazem, que é dar apoio para todo o protecional. Olhando para o museu, que tem aí uma quantidade significativa de itens que são inflamáveis, possivelmente você vai ter que instalar um determinado nível de proteção que preserva o seu bem, que evite que tenha o incêndio. A indústria do seguro é muito mais do que aquilo que efetivamente se vê nos filmes, que se conta que pegou incêndio e teve uma indenização, tem um trabalho preventivo muito grande por trás”, diz Fernandes.

Já em relação ao item pessoal, como um tênis, o executivo da Brasilseg ressalta que um dos produtos oferecidos atualmente é o seguro de itens pessoais, que protege o consumidor em dois pontos:

no mundo digital, monitorando transações digitais que utilizem o CPF e e-mail do segurado, além de transações financeiras feitas sob coação;

no mundo físico, indenizando por uma bolsa roubada e todo o seu conteúdo, considerando um rol de itens que geralmente são guardados ali, como notebook, tablet, celular, óculos – e, por que não, um par de tênis.

Infelizmente nos grandes centros nós estamos passando por uma onda muito grande de roubos rápidos com a intenção de levar a bolsa e o conteúdo”, observa Fernandes. Ele conta ainda que mensalmente a seguradora tem registrado cerca de 200 sinistros (ocorrência do risco previsto no contrato de seguro) do tipo.

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Outro item que tem gerado também muitas indenizações por roubo é o de bicicletas. De acordo com Mariana Miranda, head de Vendas e Marketing da seguradora Akad, 70% dos sinistros da carteira da companhia no segmento são por roubo. “O roubo é a maior dor de fato dos ciclistas hoje, é o que mais acontece”, comenta Mariana. Na Akad, cerca de 100 mil são seguradas. Mas, segundo a executiva, é difícil estimar a proporção entre as 5 milhões de bicicletas que existem hoje no país que contam com algum seguro.

A jornalista Cláudia Mancini faz parte da estatística de quem já passou por algum perrengue com a bike. Ela conta que teve a bicicleta furtada há cerca de 5 anos dentro do condomínio onde morava. Na ocasião, o vizinho de garagem alega ter se confundido e pego, por engano, a de Cláudia no lugar da bicicleta da esposa.

Fiz muita melhoria nela, coloquei um pedal muito mais bacana, mudei todo o sistema de freio, enfim, ela estava meio turbinada”, relata, estimando o valor final da bicicleta em torno de R$ 5 mil. “Trouxe de fora coisas para a bicicleta. Só no pedal eu paguei 80 euros na época”, relembra.

Claudia conta que chegou a registrar uma reclamação no condomínio e fez até um B.O. na polícia. No fim da história, o vizinho acabou pagando para uma loja especializada restaurar a bicicleta com os itens mais próximos da personalização que Claudia havia realizado na sua. “O que aconteceu depois disso? A bicicleta fica dentro do meu apartamento, porque não confio em deixar lá [na garagem do condomínio] nem com cadeado”, alega a ciclista, que diz utilizar a magrela para pedalar em grupo, já que tem receio de ser assaltada. Ou de ir ao mercado, colocar um cadeado e não encontrar a bicicleta ao voltar.

Segundo Mariana, da Akad, de fato para o seguro indenizar um furto é necessário que o ladrão “rompa alguma barreira” – como o cadeado. Outras situações cobertas pelo seguro são acidentes que resultem em dano total ou parcial, gerando a indenização ou reposição do bem, inclusive de partes modificadas do item – como na bicicleta da Claudia, que trocou por um outro pedal. O seguro contempla ainda assistências, como o envio de suporte para solucionar problemas pontuais durante o uso, como quando a corrente se solta no passeio, por exemplo.

Como mensurar o valor de um bem? No caso da bike, a gente faz uma avaliação digital, nos mandam fotos, e a gente consegue fazer a leitura e falar ‘olha só a sua bicicleta custa tanto e você vai ser indenizado por isso’, então não tem surpresa [quanto ao valor da indenização]. O ciclista pode concordar ou não com o valor que tá escrito ali, às vezes ele pode inclusive falar que não concorda e mandar um outro documento [provando o valor do item] e aí a gente faz o seguro considerando todas essas hipóteses. Não é só uma bicicleta nova com nota, a gente também aceita modelos que são modificados ou bicicletas montadas”, explica a executiva da Akad.

Segundo os especialistas, o mercado tem se movimentado para atender as demandas do consumidor, sempre visando proporcionar um equilíbrio entre o risco e o custo para segurar esse risco.

Considerando o mercado de bicicletas, um “teste” já realizado pelo mercado que não teve demanda suficiente, de acordo com Mariana, da Akad, foi o de ofertar uma proteção que “ligasse e desligasse” apenas nos momentos de uso.

Já Fernandes, da Brasilseg, aponta que para o mercado de proteção de tênis, poderiam existir dois caminhos:

um seguro voltado para itens de alto valor, inclusive histórico, sendo tratado quase como uma obra de arte, para o qual o mercado já tem produtos securitários disponíveis;

um seguro massificado, para calçados do dia a dia, com um valor máximo fixo para indenização, devido à frequência maior de roubo ou furto.

“Só que a camada aqui do dia a dia precisaria ter demanda pra isso”, ele pontua.

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Fitch: demanda por seguro para se proteger de hackers segue elevada

O mercado de seguros contra riscos cibernéticos tem registrado forte crescimento ao longo dos anos, e a tendência é de que a demanda por este produto permaneça elevada, de acordo com um novo relatório da Fitch Ratings, publicado hoje. A agência espera que o segmento continue se desenvolvendo, à medida que o mercado empreende esforços para mitigar riscos e reforçar a segurança das operações.

Os prêmios relacionados à cobertura de riscos cibernéticos atingiram R$ 98 milhões no primeiro semestre de 2023, frente a R$ 77 milhões no mesmo período de 2022, o que representa um crescimento de aproximadamente 27%. No ano passado, o volume de prêmios emitidos do segmento era de R$ 174 milhões e representava um aumento de 68% quando comparado a 2021. O volume de prêmios emitidos até o primeiro semestre de 2023 é equivalente a 56% do total de prêmios emitidos ao longo de 2022 e corresponde a cerca de 474% dos prêmios emitidos em 2019.

Segundo informou a agência de risco no estudo enviado ao Sonho Seguro, os seguros cibernéticos representam menos de 1% dos prêmios de seguros contra danos, apesar das altas taxas de crescimento dos últimos anos. As seguradoras possuem preocupações relativas à precificação de seus produtos, devido a limitações quanto à análise do gerenciamento de riscos internos dos segurados e à avaliação da postura de risco cibernético, exclusões e conflitos de apólices, bem como em razão do potencial de risco legal de sinistros emergentes, o que pode impactar a contratação dos seguros.

A crescente demanda também pode ser observada na média mensal dos prêmios emitidos. Nos seis primeiros meses de 2023, os prêmios mensais médios totalizaram R$ 16,4 milhões, frente a R$ 14,5 milhões no mesmo período de 2022, o que representa um aumento de 13%.

Apesar do forte potencial de expansão deste mercado, o crescimento e a contratação do seguro podem ser afetados por desafios relacionados à precificação, limitações quanto à avaliação do gerenciamento de riscos internos dos segurados, à avaliação da postura de risco cibernético, a exclusões e conflitos de apólices e ao potencial de risco legal de sinistros emergentes.

Atualmente, existem no Brasil 11 seguradoras que atuam no segmento de cobertura contra riscos cibernéticos. Entretanto, ao final do primeiro semestre deste ano, as três maiores do segmento possuíam cerca de 80% dos prêmios do mercado. O segmento também apresenta predominância de seguradoras globais.

As três principais seguradoras que detinham a liderança no mercado de risco cibernético até o primeiro semestre de 2023 foram a AIG, com 43% de participação, a Zurich, com 27%, e a Tokio Marine, com 11%.

O crescimento mais acentuado dos prêmios ganhos, em comparação com a expansão mais modesta dos sinistros ocorridos, levou à melhora dos resultados e do desempenho da subscrição em 2022 – tendência que deve se manter ao longo de 2023, já que o índice de sinistralidade no período de 12 meses encerrado em junho deste ano atingiu 28%. A implementação de mecanismos de proteção e práticas de gerenciamento de riscos cibernéticos pelos segurados também contribuem para a sinistralidade. A Fitch espera alguma volatilidade – ainda significativa, em alguns casos – nos indicadores de desempenho nos próximos anos, enquanto o setor registra rápido crescimento.

A Fitch espera que as questões referentes à privacidade continuem sendo cada vez mais difundidas com a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em 2021.

Grupo Bradesco Seguros lança ferramenta para apoiar corretores em marketing nas redes sociais

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros traz uma ferramenta na última atualização para o seu aplicativo Bradesco Seguros Corretor. A solução “Materiais de Divulgação” tem o objetivo de auxiliar seus parceiros na divulgação de produtos por meio das redes sociais e outros canais de comunicação, disponibilizando conteúdos que se adequam ao objetivo de negócio de cada usuário.

Entendendo que, muitas vezes, o corretor precisa cada vez mais otimizar a criação e divulgação de conteúdo, a companhia traz esta ferramenta que conta com peças de marketing por produtos e campanhas, disponíveis para download e compartilhamento com seus atuais e potenciais clientes.

“As inovações deste aplicativo são sempre pensadas a partir da necessidades dos corretores e, para essa atualização, não poderia ser diferente. Com isso, oferecemos mais uma possibilidade para levar agilidade e praticidade ao corretor, fornecendo jornadas simples e alinhadas à dinâmica de vendas nesse novo contexto que o mercado e os clientes demandam, potencializando a geração de negócios no digital”, ressalta Giuliano Generali, Superintendente Executivo de Canais Digitais e Experiência do Cliente no Grupo Bradesco Seguros.

Em breve, novas funcionalidades serão adicionadas ao aplicativo proporcionando uma experiência ainda mais completa e personalizada para os Corretores. A nova atualização já está disponível, procure o aplicativo Bradesco Seguros Corretor no Google Play e na App Store.

Amil quer ampliar a produção com as assessorias em seguros

por Carol Rodrigues

A Amil vivenciou uma jornada de aumento de preços em fevereiro de 2022, antes mesmo de os resultados alarmantes do setor saúde suplementar surgirem.  No caminho ocorreram perdas. 

“Quando olhamos em janeiro de 2022 e vimos que em a conta em janeiro de 2023 não daria certo, nós aumentamos os nossos preços, descolamos de mercado e perdemos muitas vidas. Porém, quando o ajuste chegou em março de 2023, o nosso ajuste não havia sido tão significativo. Nosso controle de frequência aconteceu em 2018, fizemos ajustes necessários em 2022. Hoje, isso nos dá a flexibilidade de fazer pequenas correções nas curvas”, contextualizou Aline Schellhas, presidente da Amil, durante almoço da Aconseg-SP realizado em 29 de agosto, no Terraço Itália.

O crescimento obtido pela operadora é oriundo dessas movimentações e possibilitam com que a Amil esteja atualmente em outro patamar e reforce a sua estratégia de distribuição dos planos de saúde e dental.

“Hoje estamos buscando a perenidade das nossas carteiras. Quando temos uma carteira que gira muito rápido, a matemática não fecha”, ressaltou Aline, ao destacar também que a longevidade da carteira das assessorias é maior.

Todas as lideranças da Amil prestigiaram o almoço e cada um ressaltou a aposta no canal corretor de seguros, sobretudo o trabalho realizado com o intermédio das assessorias. 

Segundo Helio Opipari Junior, presidente da Aconseg-SP, costumeiramente as assessorias fazem um ranking das seguradoras e operadoras que estão atendendo melhor e a Amil está sempre na ponta em termos de atendimento às assessorias. “Hoje é um divisor de águas. Começamos uma nova relação com a Amil em um novo momento do mercado”, destacou.

De 4% para 40% 

O segmento de Saúde é muito representativo dentro das assessorias que compõem a Aconseg-SP. Conforme o 7 Relatório da Aconseg-SP realizado pelo Francisco Galiza, o ramo representa 36% da produção das assessorias. No entanto, durante dois anos consecutivos manteve a taxa de crescimento de 18%.

“Temos 41 assessorias, destas, apenas 13 assessorias trabalham com a Amil, basicamente na capital e na Grande São Paulo”, ilustrou Jairo Christ, vice-presidente da Aconseg-SP. 

Segundo o relatório de 2022, a Amil representa 4% da receita das assessorias em 2022. 

Aline Schellhas frisou que os 4% representam uma ótima oportunidade de crescimento. “Esses 4% com um zero ficarão maravilhosos”, disse.

Carolina Lorenzatto, diretora-executiva Comercial e Produtos da Amil, lembrou que há cinco anos, quando ingressou na Amil, o volume de negócios oriundos das assessorias quase chegavam a 5%. Hoje já está próximo a 15%. 

Ela ressaltou a integração da visão de saúde da operadora e a missão de fazer com que o sistema de saúde funcione melhor para todos e garantir que as pessoas tenham vidas mais saudáveis. “A forma disso funcionar cada vez melhor é através do corretor. As assessorias e a Aconseg-SP têm um papel fundamental. Produtos novos e barreiras que precisamos transitar dependem de um corretor preparado e instruído, e só as assessorias têm capacidade de fazer isso”.

“Para facilitar a vida das assessorias, desde o meio do ano não cadastramos corretor novo na Amil, apenas cadastramos através de assessorias e plataformas. Todos os corretores nossos estão sendo direcionados para as assessorias. Acreditamos que esse é um canal que, de fato, vai fazer com que viremos o jogo”, destacou Raul Nechar, CCO da Amil. 

O CCO aproveitou para destacar que a função do time comercial é oferecer cada vez mais elementos e facilidades para as assessorias terem poder de competição junto aos corretores assessorados. “A intenção nossa é que o canal assessoria seja líder no canal de distribuição, que é o único canal que temos através do corretor”. 

Carolina antecipou, em primeira mão, que a operadora fará uma campanha para a oferta do produto médico e dental conjugado. “A campanha será lançada em 15 de setembro. Vendemos percepção de saúde, então são dois processos totalmente íntegros e fidedignos. Teremos uma remuneração adicional para essa soma do um mais um dará muito mais do que dois”. 

“Construímos um relacionamento muito forte com os corretores nos últimos três anos. Prova é que estamos nesse encontro de assessorias, que congrega o maior número de corretores em um único grupo. Temos uma equipe preparada para atendê-los. O que faz o canal corretor diferente nesses mercado é o conhecimento técnico sobre a venda de qualquer produto ”, destacou Claudia Rizzo, diretora comercial da Amil.

“Nós precisamos voltar a crescer”

Ricardo Bottas, presidente da UnitedHealthGroup, ressaltou o posicionamento do grupo no Brasil . “Somos um dos maiores e seguramente o melhor plano de saúde do Brasil. Como alavanco esse plano de saúde que voltou a crescer pelo quinto mês consecutivo? Como aproveitamos a força dessa marca que é nacional, mas tem uma concentração muito grande principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro?”, refletiu.

Segundo ele, a marca inicia pilotos em São Paulo que serão escalados em outras regiões de maneira mais forte. “A autonomia tem de estar na ponta, caso contrário, não temos velocidade, decisão e negócio. Queremos crescer na capital e entrar no interior. A nossa agenda é de crescimento. Nós precisamos voltar a crescer”. 

 “Existe uma oportunidade gigante neste mercado

“O setor odontológico cresce 1,5 milhão em vidas todos os anos.  Existe uma oportunidade gigante neste mercado. Costumo dizer que crescer porque o conceito de saúde está mudando. Hoje são três pilares: parecer, se sentir e estar bem”, destacou Rodrigo Rocha, CEO da Amil Dental.

Com mais de 2,3 milhões de beneficiários, a Amil Dental tem investido em clínicas próprias. No total já são 10.  O NPS das clínicas está em 86%. 

O presidente da Aconseg-SP destacou que ter clínicas próprias no Odonto é o melhor dos caminhos.  “Temos uma deficiência grande no dental com a rede e é comum a reclamação do beneficiário, que nunca resolve o problema dele em um lugar só e a clínica resolve da melhor forma possível”.

“O nosso segmento é saúde”

Aline Schellhas se mostrou feliz e entusiasmada porque a parceria entre a operadora e as assessorias é relativamente pequena. “Há, para nós, uma possibilidade grande de parceria. Saúde não é um dos nossos segmentos. O nosso segmento é saúde. É isso que fazemos e é para isso que integramos as 36 mil pessoas a estarem dedicadas”. 

Ela ressaltou as mudanças do setor de saúde suplementar. “A complexidade dos produtos vai aumentar no futuro porque hoje o cenário que vivemos é muito diferente do de 10 anos atrás. Antes, vendíamos o tamanho da rede. Hoje, pela frequência e todas as terapias que estão sendo aplicadas, cobertura e pressão dentro do nosso setor, aquele contato com o beneficiário vai ser uma das grandes diferenciações que teremos. Para isso acontecer, o engajamento com o beneficiário deverá ser uma venda muito mais qualificada”. 

Segundo Aline, os players do setor têm como missão trazer um profissionalismo maior para todos que estão engajando no dia a dia. 

Ronaldo Kalaf, CEO de Cuidados Integrados da Amil, que gerencia 20 hospitais da Amil, convidou a todos a conhecerem os hospitais. “Vamos fazer o certo, temos os indicadores certos. Mas também erramos. Só que vocês terão o canal e o suporte. Para quem vende, o pós-venda é muito importante. A saúde dá dor de cabeça. Garanto que vocês terão a pessoa regionalizada do lado para pode apoiá-los Criamos essa estratégia para poder estar próximo de vocês. Primeiro para vocês tere m a segurança de oferecer ao cliente uma saúde decente e o segundo é que os problemas existem, mas sempre serão minimizados por nós”.