Zurich anuncia André Almeida de Araujo como superintendente comercial Filial Digital e Assessorias

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A Zurich Seguros anuncia André Almeida de Araujo como novo superintendente comercial da Filial Digital e Assessorias. O executivo está na companhia desde 2016 e passa a assumir a posição em um movimento que reforça a estratégia de expansão geográfica e o fortalecimento dos diferentes modelos de distribuição da seguradora. 

Com mais de 25 anos de experiência no mercado segurador, André construiu uma trajetória sólida na área comercial, com atuação em seguros corporativos, vida e massificados. Na Zurich, atuava como gerente regional executivo, sendo responsável pela gestão comercial da Regional São Paulo Capital, vocacionada no relacionamento com corretores de perfil atacado. 

A movimentação ocorre em um contexto de evolução dos canais Filial Digital e Assessorias, que fazem parte do plano de expansão da Zurich iniciado em 2022, com foco em ampliar a proximidade com os corretores, inclusive de forma remota, sem perder a personalização no relacionamento. Essas frentes têm papel relevante na estratégia de crescimento da companhia, apoiando corretores em diferentes regiões do país e ampliando a capilaridade da atuação comercial. 

“A unificação da liderança da Filial Digital e das Assessorias reforça nossa estratégia de crescimento sustentável e o fortalecimento do relacionamento com corretores. Contar com um executivo dedicado a essas operações é fundamental para garantir direcionamento estratégico, produtividade comercial e a continuidade da expansão geográfica da companhia”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros. 

A nomeação de André reforça o compromisso da Zurich em investir em sua estrutura comercial e em modelos de relacionamento que combinem soluções digitais, presença regional e proximidade com o mercado, apoiando o desenvolvimento dos corretores e o crescimento da companhia no Brasil. 

Assistência 24h ganha centralidade no Seguro Auto em períodos de férias

Jaime soares diretor Porto Seguro

A Assistência 24h automotiva deixou de ser um item complementar para se consolidar como um componente estratégico do Seguro Automóvel no Brasil, sobretudo em períodos de maior circulação nas estradas, como as férias escolares. Em um cenário de frota crescente, uso mais intenso dos veículos e demanda por respostas rápidas, o serviço passou a ocupar posição central na experiência do segurado.


Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que a contratação de coberturas adicionais no Seguro Auto movimentou R$ 7,4 bilhões em 2025, até outubro, o equivalente a cerca de 14,5% da arrecadação total do ramo. Na outra ponta, os desembolsos com serviços de Assistência somaram R$ 3,8 bilhões no período, uma alta de 22,5% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, evidenciando o uso crescente e a relevância prática dessas coberturas no dia a dia dos motoristas.


Segundo Jaime Soares, presidente da Comissão de Seguro Auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), que integra a CNseg, a Assistência 24h tem papel ainda mais decisivo quando o veículo é utilizado em viagens de média e longa distância. “Em períodos de férias, quando as famílias pegam a estrada, o serviço de guincho se torna um diferencial essencial do seguro. Uma pane mecânica, falha elétrica ou problema no pneu em rodovias pode transformar a viagem em um transtorno significativo. Contar com atendimento rápido, reboque adequado e cobertura compatível com longas distâncias garante segurança, tranquilidade e continuidade da viagem”, afirma.


Inserida como cobertura opcional nas apólices de Seguro Automóvel, a Assistência 24h pode ser contratada em diferentes formatos, de acordo com o perfil do segurado e o uso do veículo. Planos mais básicos concentram-se em serviços essenciais, enquanto versões mais completas ampliam os limites de reboque e incluem benefícios como transporte alternativo, hospedagem em caso de imobilização do veículo, socorro mecânico especializado e suporte em viagens rodoviárias.


O avanço desse tipo de cobertura também reflete o fortalecimento de um amplo ecossistema de prestadores de serviços que atuam em parceria com as seguradoras, reunindo reboquistas, chaveiros, mecânicos e eletricistas especializados, organizados em redes cada vez mais estruturadas e capilarizadas em todo o país.


“Existem diferentes planos de Assistência 24h, com níveis variados de cobertura, mais simples ou mais completos, e por isso é fundamental que o consumidor conte com a orientação do corretor de seguros no momento da contratação. Esse profissional é quem pode ajudar a identificar o plano mais adequado ao perfil do motorista e ao uso do veículo, seja para deslocamentos urbanos ou para viagens mais longas. A escolha correta garante que o serviço funcione de forma efetiva, aumenta a satisfação do segurado e reforça a percepção de valor do Seguro Auto”, conclui Jaime Soares.

Camila Kataguiri assume como CEO da Pier Seguradora e projeta crescer 50% em 2026 

pier seguros

A Pier Seguradora anunciou que Camila Kataguiri assume oficialmente o cargo de CEO da insurtech, função anteriormente ocupada pelo fundador Igor Mascarenhas. Até então co-CEO da companhia, a executiva passa a liderar a empresa em um novo estágio de maturidade, com foco em crescimento sustentável, maior estruturação e fortalecimento da posição no mercado. A expectativa é encerrar 2026 com crescimento superior a 50%.

Segundo Camila, a estratégia inclui o aprofundamento do uso de inteligência artificial em toda a jornada do seguro, a expansão estruturada no canal corretor e a manutenção da disciplina técnica na gestão de riscos e na precificação. A empresa também pretende ampliar parcerias estratégicas, investir em agentes proprietários de IA e fortalecer o time de alta performance, com foco em produtos mais eficientes.

Camila ingressou na Pier em 2022 como COO, quando a companhia faturava R$ 30 milhões e iniciava sua atuação no seguro automotivo. Desde então, liderou a estruturação da operação, a profissionalização da gestão e a entrada no canal corretor, movimento que impulsionou o crescimento do faturamento para R$ 250 milhões em 2025. Em 2023, foi nomeada co-CEO, passando a dividir a presidência com Igor Mascarenhas e assumindo também as áreas de tecnologia, dados, produto e marketing.

Agora como CEO, Camila passa a responder por toda a gestão do negócio, incluindo as áreas financeira, jurídica e de pessoas. Igor Mascarenhas permanece na companhia como acionista e chairman do Conselho de Administração.

Primeira mulher a ocupar o cargo de CEO na Pier, Camila destaca a importância da nomeação para a representatividade no setor. Dados da 5ª edição do estudo A Mulher no Setor de Seguros, da Escola de Negócios e Seguros (ENS), mostram que as mulheres representam 55% da força de trabalho do setor, mas ainda são minoria nos cargos de direção.

A Pier encerrou 2025 com crescimento de 60% em relação a 2024, alcançando mais de 180 mil clientes e 5 mil corretores cadastrados em sua plataforma. No último trimestre do ano, a companhia lançou o Pier Scan e o Seguro Celular no canal corretor.

MAG lança videocast gravado em carro com conversas sobre o futuro dos seguros

O Grupo MAG anuncia o lançamento do “Papo de Especialista”, um videocast que reforça o posicionamento da companhia como referência em proteção financeira no Brasil. Conduzido por Marcio Batistuti, diretor comercial de Varejo do Grupo MAG, o projeto é voltado aos profissionais corretores e propõe conversas diretas e práticas com grandes nomes do mercado de seguros, abordando temas como seguro de vida, campanhas comerciais, tendências e estratégias que movimentam o setor. 
 

Em sua primeira temporada, o programa ganha um formato inovador: os episódios são gravados dentro de um carro, o MAG Móvel, que percorre São Paulo oferecendo uma “carona” aos convidados. A proposta simboliza o especialista em campo, levando informação, proteção e histórias reais para perto do público. 
 

“A gente sentiu a necessidade de dar um espaço para os nossos especialistas falarem e foi daí que nasceu a ideia do Papo de Especialista”, conta Marcio Batistuti, diretor comercial de Varejo do Grupo MAG. 
 

O projeto contará com cinco episódios mensais e um teaser e o primeiro já está disponível. As entrevistas reúnem especialistas em Proteção Financeira MAG, com temas conectados aos desafios atuais do mercado. Entre os convidados da temporada estão Mário Neto, Ana Brez, Cadu Biagioni, Paula Braziliano e Cristiano Mourão, discutindo assuntos como Geração Z, liderança, vendas com propósito, comunicação técnica e transição de carreira. 

O “Papo de Especialista” equilibra a informalidade de um bate-papo com conteúdo estratégico e aplicável, fortalecendo e estimulando conversas que impulsionam o mercado de seguros. 

Eventos climáticos extremos ameaçam seguros, crédito imobiliário e estabilidade financeira, segundo WWF

Desastres naturais e climáticos, como inundações e ondas de calor, representam uma ameaça crescente à resiliência financeira da União Europeia (UE) e já impactam o acesso à moradia, segundo relatório da organização ambientalista WWF. De acordo com a entidade, o avanço desses eventos extremos compromete o funcionamento do mercado de seguros e, por consequência, o financiamento imobiliário em diversas regiões do bloco.

“O que não é segurável não é financiável. Proprietários de imóveis e empresas localizadas em áreas de alto risco, sem cobertura de seguro, tendem a perder acesso a empréstimos e financiamentos imobiliários”, destaca a WWF no documento.

O estudo foi elaborado com o apoio de seguradoras como Allianz e Generali, além de instituições acadêmicas como a Universidade da Califórnia em Berkeley, a London School of Economics e a Universidade de Economia e Negócios de Viena. O relatório alerta que os riscos ambientais crescentes estão “empurrando áreas antes consideradas de baixo risco para zonas de perigo”.

Segundo a organização, um número cada vez maior de regiões da UE enfrenta uma crise de seguros, à medida que eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes e severos. A análise reforça conclusões de um relatório recente da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle (JLL), que estima que cerca de US$ 580 bilhões em ativos imobiliários comerciais europeus estejam concentrados nas dez cidades mais vulneráveis às mudanças climáticas.

Entre essas localidades, Roma, Istambul, Barcelona e Atenas apresentam os maiores riscos relacionados ao clima, enquanto Paris concentra a maior exposição em termos de valor dos edifícios ameaçados, ressalta a WWF.

O aumento dos custos dos seguros deve se traduzir em despesas cada vez mais elevadas para famílias, empresas e orçamentos públicos. Para a especialista financeira da WWF, Dominyka Nachajute, são necessárias “medidas urgentes para reduzir a lacuna de proteção securitária e preservar a estabilidade financeira da Europa”.

A vulnerabilidade do continente é agravada pelo fato de a Europa estar aquecendo a um ritmo duas vezes superior à média global, o que expõe novas regiões a riscos climáticos e leva alguns mercados de seguros ao limite. Entre 1980 e 2023, apenas entre 5% e 20% dos prejuízos econômicos causados por esses eventos foram cobertos por seguros, segundo dados da Agência Europeia do Ambiente.

Apenas no verão de 2025, ondas de calor, inundações e secas geraram perdas estimadas em € 43 bilhões na UE. Especialistas alertam que, sem medidas adicionais, as perdas acumuladas podem chegar a € 126 bilhões até 2029, observa a WWF.

Para enfrentar o problema, a organização defende que governos e reguladores avaliem de forma abrangente os riscos climáticos e ambientais e cumpram as metas de clima e biodiversidade. Também recomenda a priorização de soluções baseadas na natureza para adaptação, além do fortalecimento dos marcos regulatórios e dos mecanismos de seguros, como forma de reforçar a resiliência financeira.

A WWF ainda apela para que os formuladores de políticas da UE exijam das empresas planos de transição climática críveis e criem mecanismos de compartilhamento de riscos, reunindo recursos de seguradoras e governos. Segundo a entidade, esses mecanismos devem ir além da compensação de perdas e incentivar as seguradoras, como grandes investidoras institucionais, a se afastarem de ativos ligados a combustíveis fósseis e avançarem na descarbonização da economia.

Porto Serviço desenvolve modal para remoção de motos  

A Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em serviços emergenciais e de manutenção para casa e carro, acaba de desenvolver um novo modal para remoção de motos, criado especialmente para atender clientes do seguro moto da Porto Seguro, em resposta à crescente demanda por soluções mais seguras e eficientes no atendimento a motociclistas. 

A inovação foi projetada para garantir mais segurança e praticidade nos atendimentos emergenciais na cidade de São Paulo e será exclusiva para clientes do Porto Seguro Moto. A nova plataforma remove, em segurança, 76% dos modelos de moto que fazem parte da carteira da Porto e destaca-se por sua eficiência em centros urbanos por ser menor e mais prática na manobra de carga e descarga, com fácil acesso a subsolos e oficinas. 

“O desenvolvimento da plataforma indica ao mercado a nossa capacidade de desenvolver soluções customizadas e adaptadas à realidade dos nossos clientes e parceiros”, comenta Marcelo Sebastião, diretor de Operações da Porto Serviço. 

Para a Porto Seguro, a iniciativa reforça o compromisso contínuo da companhia em aprimorar a experiência dos clientes proprietários de moto, investindo em soluções que tragam mais agilidade e eficiência no momento do atendimento. O novo modal de remoção integra a estratégia da seguradora de evoluir seus serviços a partir das necessidades reais dos clientes, especialmente em grandes centros urbanos. 

“A remoção é um momento bastante importante na jornada do cliente de seguro moto. Com esse novo modal, conseguimos elevar o padrão de atendimento esperado por nossos corretores, oferecendo mais segurança para o veículo e mais rapidez na solução para o segurado”, afirma Jaime Soares, Diretor Executivo de Auto da Porto Seguro. 

Neste primeiro momento, foram incrementadas 15 novas viaturas à frota da Porto Serviço com o equipamento, que já estão em circulação. 

Seguro de vida cria oportunidades para empreendedores que buscam autonomia e faturamento alto

Prudential

O início do ano é tradicionalmente um momento de reflexão e planejamento. Para muitos brasileiros, a chegada de um novo ciclo vem acompanhada da decisão de mudar de vida, repensar a carreira e buscar maior autonomia financeira. Pesquisas confirmam essa tendência: 42% dos profissionais planejam mudar sua trajetória profissional em 2025, e 54% pretendem trocar de emprego, motivados por qualidade de vida e realização pessoal. Paralelamente, o empreendedorismo segue em alta. Só em 2025, foram abertas 4,6 milhões de novas empresas no Brasil, um crescimento de 19% em relação ao ano anterior.

As franquias se destacam nesse cenário. O setor faturou R$ 273 bilhões em 2024 e deve crescer até 15% em 2025, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Nos últimos 12 meses, o segmento registrou crescimento nominal de 10,8%, e 9,1% no terceiro trimestre de 2025, com destaque para franquias de serviços e modelos de baixo investimento inicial. Essa tendência reflete a busca por negócios com marca consolidada, suporte operacional e menor risco para quem está ingressando no empreendedorismo.

Entre as oportunidades que têm chamado a atenção do mercado está o modelo de franquias de seguro de vida, um segmento com alta demanda, recorrência de receita e potencial de expansão escalável. A Prudential do Brasil, maior seguradora independente em seguros de vida no país, atua com esse formato desde 2004. O investimento inicial para se tornar um franqueado Prudential parte de R$ 33 mil, com prazo estimado de retorno entre 5 e 12 meses. Atualmente, a seguradora conta com 2.238 unidades franqueadas em operação, com disponibilidade para expansão em todo o Brasil.

 “Somos uma rede sólida, movida por propósito, excelência e com o objetivo de impactar positivamente a vida das pessoas. Nossa expansão no Brasil foca em três pilares essenciais: velocidade, qualidade e padrão em um mercado em franco crescimento”, explica Rodrigo Prosdocimi, vice-presidente de Negócios Life Planner da Prudential do Brasil.

 O executivo explica que o diferencial da Prudential está no Life Planner, um profissional que atua como consultor financeiro focado na proteção e planejamento de longo prazo dos clientes. “Ele não só vende: ele desperta a necessidade, personaliza o planejamento e acompanha o cliente ao longo da vida inteira”, ressalta o executivo.

Perfil do investidor

 Não é necessário ter formação específica ou experiência no setor financeiro. O que a Prudential busca são comportamentos e atitudes. Entre algumas características que se destacam, estão: energia, disciplina, automotivação, experiência de vida e trajetória profissional que permitam avaliar esses traços.

“Ensinamos tudo que o franqueado precisa aprender. O mais importante é ele ter o perfil certo e estar em um momento da vida em que consiga se dedicar ao negócio com seriedade”, conclui Rodrigo Prosdocimi.

Yelum e HDI Seguros anunciam aportes para projetos incentivados em 2026

A Yelum e a HDI Seguros, marcas do Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país –, anunciam seus investimentos em projetos aprovados por leis de incentivo à Cultura (Lei Rouanet), ao Esporte, à Criança e ao Adolescente, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência. 

A seleção dos projetos considerou o alinhamento aos pilares ESG da companhia, o potencial de conexão com seus públicos estratégicos, além dos atributos e o posicionamento de cada marca: a valorização das conquistas e da cultura local, como territórios prioritários da HDI; e a promoção da qualidade de vida, o incentivo à vida ao ar livre e o bem-estar como pilares de atuação da Yelum, além de ações voltadas à educação, saúde, empreendedorismo inclusivo e inovação social.

“Os projetos incentivados são uma ferramenta estratégica para gerar impacto positivo e, ao mesmo tempo, fortalecer a presença da Yelum e da HDI nas comunidades onde atuamos. Em 2025, apoiamos 12 projetos incentivados, com investimento aproximado de R$ 1 milhão em ativações e experiências, impactando diretamente mais de 125 mil pessoas, entre segurados, colaboradores e corretores convidados, além do público geral. Os resultados foram bastante positivos – tivemos um rNPS médio de 99% nas pesquisas realizadas com os nossos segurados participantes e, nas nossas redes sociais, alcançamos mais de 26 milhões de visualizações. Esses números reforçam a efetividade da nossa estratégia e nos dão confiança de que 2026 será um ano ainda mais relevante em escala, impacto e conexão com nossos públicos”, afirma Daniel Mello, diretor de Transformação do Grupo HDI. 

Além das iniciativas de impacto social, o Grupo HDI também reforçará a presença das suas marcas Yelum e HDI Seguros com ativações em eventos culturais, esportivos e de entretenimento de alta visibilidade e conexão com o público. Nesse cenário, a marca HDI estará presente em atividades esportivas como a Maratona Internacional da Cidade de Florianópolis (Maratona de Floripa), Meia de Sampa e Rio S-21K, além de celebrações tradicionais e culturais de forte relevância regional, como o São João de Caruaru e a Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul, reforçando o compromisso da companhia com a valorização da cultura local e a geração de experiências de marca significativas em diferentes regiões do país.

Já a marca Yelum direcionará sua atuação a ações relacionadas aos territórios de bem-estar, esporte e lifestyle, como o Festival de Inverno de Campos do Jordão, organizado pela Fundação Osesp, o campeonato Makai Beach Tennis e o Cine Autorama – uma experiência de cinema drive-in ao ar livre –, reforçando sua presença em experiências ao ar livre e de alto engajamento com o público.
 

Esses investimentos também refletem a forma como o Grupo HDI materializa suas ambições ESG e orientam as decisões da companhia. Ao apoiar projetos capazes de gerar impacto social relevante e duradouro – como a Rede de Mulheres Empreendedoras, Ecoturismo 60+ e a Ciranda Digital –, a empresa contribui com a ampliação do acesso à formação e à inclusão produtiva, com o fortalecimento da educação financeira e com o estímulo à autonomia de públicos em situação de vulnerabilidade. Mais do que um mecanismo de fomento, os projetos incentivados também integram de forma estruturada a estratégia corporativa e socioambiental da companhia. 

“Nosso objetivo é construir uma agenda consistente de investimentos incentivados, que combine impacto socioambiental com presença de marca genuína e conectada aos territórios onde cada marca atua. Ao apoiar projetos diversos, em diferentes regiões do país, fortalecemos relações, geramos valor compartilhado e reafirmamos o compromisso do Grupo HDI com uma atuação responsável, próxima das pessoas e alinhada à nossa estratégia de longo prazo”, conclui o executivo.

AXA no Brasil conquista selo Top Employer pelo segundo ano consecutivo

A AXA no Brasil anuncia a conquista da certificação Top Employer pelo segundo ano consecutivo. O reconhecimento reflete a maturidade das práticas de recursos humanos da seguradora e o compromisso contínuo em construir um ambiente de trabalho cada vez mais positivo, ético e humano.

“Esta conquista é resultado direto da aplicação da cultura Care & Dare da companhia. É a evidência que estamos no caminho certo ao equilibrar a ousadia necessária para o crescimento do negócio com o cuidado genuíno com as nossas pessoas. É um selo que atesta a maturidade das nossas práticas de RH e nos motiva a continuar construindo um ambiente onde cada colaborador se sinta valorizado e parte fundamental da nossa jornada”, afirma Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ASG da AXA no Brasil

A AXA adota as melhores práticas de mercado na gestão de pessoas, unindo o cuidado com os colaboradores à ambição de crescimento do negócio. O selo confirma que a empresa segue no caminho certo, impulsionando o aprimoramento de processos que melhoram a experiência de todos na organização.

A manutenção do selo Top Employer nesse segundo ciclo reforça a consistência das iniciativas da AXA, que já haviam sido reconhecidas anteriormente juntamente com a certificação Great Place To Work (GPTW). A estratégia de RH da companhia foca em inclusão, equidade, transparência e qualidade de vida.

Entre os destaques que sustentam esse reconhecimento está o ambiente que estimula o crescimento profissional e a equidade de gênero. Além disso, a empresa investe fortemente em desenvolvimento, oferecendo milhares de horas de treinamento e promovendo o reconhecimento interno.

O pilar “Care” (Cuidado) também é tangibilizado por meio de programas globais como o We Care. A iniciativa oferece suporte e flexibilidade aos colaboradores em momentos sensíveis da vida pessoal, garantindo tranquilidade para cuidarem de si e de suas famílias em situações como doenças graves, perda gestacional ou questões relacionadas à saúde da mulher.

Riqueza financeira global cresce 8,7%, aponta relatório da Allianz

Os ativos financeiros das famílias no mundo atingiram um novo recorde em 2024, com crescimento de 8,7%, impulsionados sobretudo pelo desempenho da economia americana. É o que revela a 16ª edição do Relatório de Riqueza Global da Allianz, que analisa a evolução de ativos e passivos das famílias em quase 60 países, divulgado no último dia 13. Apesar do avanço expressivo, o estudo aponta que não houve progresso relevante na redução da desigualdade de riqueza ao longo das últimas duas décadas. No Brasil, os ativos financeiros cresceram 10,1%, no ritmo mais acelerado dos últimos três anos, com ganho real significativo mesmo após o ajuste pela inflação.

De acordo com a Allianz, o total de ativos financeiros globais alcançou 269 trilhões de euros ao final de 2024, o equivalente a 283% da atividade econômica mundial. Embora represente um novo patamar histórico, essa relação permanece próxima à observada em 2017, indicando que o avanço recente recompôs perdas e volatilidades registradas ao longo dos últimos anos.

O relatório destaca o papel central dos Estados Unidos na expansão da riqueza financeira global. Em 2024, cerca de metade de todo o crescimento dos ativos financeiros no mundo teve origem no país. Na última década, a participação americana foi de 47%, enquanto a China respondeu por 20% e a Europa Ocidental por 12%. Para Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz, o desempenho americano se descolou de outras grandes economias. Segundo ele, o crescimento dos ativos financeiros nos Estados Unidos em 2024 foi significativamente superior ao observado na Europa Ocidental e no Japão, que ficaram abaixo da média global em mais de dois e quase quatro pontos percentuais por ano, respectivamente.

Apesar da expansão agregada da riqueza, a distribuição segue praticamente inalterada. Em média, os 10% mais ricos detêm 60,4% da riqueza total nos países analisados, enquanto a riqueza média continua sendo pouco mais de três vezes superior à mediana. Esses indicadores são muito semelhantes aos observados há 20 anos, o que evidencia a ausência de avanços em direção a uma maior igualdade patrimonial em nível nacional, mesmo com a desigualdade ocupando posição central no debate político em diversos países.

No caso brasileiro, o retrato é ainda mais desigual. A participação dos 10% mais ricos permaneceu próxima de 70% ao longo das últimas duas décadas, enquanto a relação entre riqueza média e mediana se manteve em torno de quatro vezes. Com isso, o Brasil segue figurando entre os países mais desiguais do mundo em termos de distribuição de riqueza, em linha com outros mercados da América Latina.

Ainda assim, 2024 foi um ano de desempenho robusto para os ativos financeiros das famílias brasileiras. O crescimento de 10,1% superou os 7% registrados em 2022 e 2023 e foi impulsionado por todas as classes de ativos. Os títulos avançaram 10,9%, seguros e previdência cresceram 8,8% e os depósitos bancários aumentaram 8,2%.

A Allianz chama atenção para a composição da carteira das famílias no Brasil, considerada atípica em comparação a outros países. Os depósitos bancários representam apenas 17% do total dos ativos financeiros, enquanto os títulos respondem por 62%, em grande parte na forma de participações em empresas não listadas. Já os produtos de seguros e previdência mantiveram participação de 20%, acumulando perda de cerca de cinco pontos percentuais na última década.

Mesmo após o ajuste pela inflação, os ativos financeiros das famílias brasileiras cresceram 5,5% em 2024. O poder de compra desses ativos está agora 25% acima do nível pré-pandemia, em 2019, um desempenho que contrasta com o da Europa Ocidental, onde a riqueza financeira real ainda se encontra abaixo daquele patamar. Segundo o relatório, o Brasil conseguiu atravessar o período de inflação elevada com resultados melhores do que muitos países desenvolvidos.

Do lado do endividamento, o passivo das famílias brasileiras cresceu 12,5% em 2024, acima da média histórica de 8%. Com isso, o índice de endividamento subiu para 36%, ainda três pontos percentuais abaixo do pico registrado em 2015. Já os ativos financeiros líquidos avançaram 9,1%, alcançando 8.070 euros per capita.

No ranking global de ativos financeiros líquidos per capita, os Estados Unidos lideram, com 311 mil euros por habitante, seguidos por Suíça e Singapura. Entre as grandes economias europeias, Alemanha, França, Itália e Reino Unido aparecem em posições intermediárias, enquanto países do sul da Europa permanecem mais abaixo na lista, refletindo diferenças estruturais de renda, poupança e composição patrimonial.

O relatório da Allianz reforça que, embora a riqueza global continue avançando em ritmo acelerado, os ganhos permanecem concentrados e desigualmente distribuídos, tanto entre países quanto dentro deles. Para a seguradora, o desafio para os próximos anos será conciliar crescimento patrimonial, estabilidade financeira e políticas que promovam uma distribuição mais equilibrada da riqueza.